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O Plano Anual de Trabalho engloba as atividades permanentes da instituição ao longo de 12 meses, no período compreendido entre 02 de janeiro e 30 de dezembro de 2020. Essas atividades cobrem a atuação rotineira da Fundação para assegurar o cumprimento da sua missão estatutária, que é promover, por meio da leitura literária, "o desenvolvimento dos indivíduos e sua cidadania para ajudar a tornar o mundo um lugar melhor". São as seguintes as ações: a) Implantação e desenvolvimento de clubes de leitura, com bibliotecas de livros impressos e eBooks para crianças, adolescentes, jovens e adultos e, ainda, presidiários; b) Eventos literários (congresso nacional de leitura anual e jornadas mensais de biblioterapia), para a formação de mediadores de leitura.
1.Clubes de leitura para crianças e adolescentes Implantação de 50 clubes de leitura para atender, diretamente, 1.000 beneficiados com idade entre 12 e 17 anos, com leitura de livros em tablets, a partir de uma biblioteca de 5.000 eBooks, com a realização de encontros semanais para conversar sobre as obras lidas. Cada clube terá, em média 20 membros, e lerá ao menos um livro por mês, entre janeiro e dezembro de 2020. 2.Clubes de leitura para adultos e idosos Implantação de 50 clubes de leitura para atender, diretamente, 1.000 beneficiados, entre adultos em geral e pessoas acima de 60 anos de idade, com leitura de livros em tablets, a partir de uma biblioteca de 5.000 eBooks, com a realização de encontros semanais para conversar sobre as obras lidas. Cada clube terá, em média 20 membros, e lerá ao menos um livro por mês. 3.Clubes de leitura para presos Implantação e/ou manutenção de 25 clubes de leitura para atender, diretamente, 1.000 beneficiados entre detentos homens e mulheres, com a leitura de um livro por mês e a realização de encontros mensais para conversar sobre as obras lidas. Cada clube terá, em média 20 membros. 4.Congresso de leitura online Será oferecido a mediadores de leitura (professores, bibliotecários, contadores de histórias, autores independentes, estudantes e outros profissionais que atuam com livros e leitura) a possibilidade de participar, gratuitamente, de um congresso nacional de leitura, transmitido exclusivamente pela internet, para apoiar a formação de quem atua na área e, em geral, não tem acesso a palestras, conferências e outras reflexões de especialistas no tema e autores. A carga horária será de 10 horas, distribuídos em cinco dias, com certificado do Instituto Federal de São Paulo. Serão 20 painéis com convidados do Brasil e exterior, com interação por chat. 5.Jornada da Biblioterapia Serão realizadas edições mensais voltadas para quem atua com mediação de leitura (professores, bibliotecários, contadores de histórias, autores independentes, estudantes, entre outros profissionais), com pequenas palestras e entrevistas sobre utilização da leitura literária para ajudar a lidar com diversos males e dificuldades da vida moderna. A metodologia empregada será a Biblioterapia, ou terapia pelos livros. A carga horária será de quatro horas, distribuída em quatro dias, e interação por chat, com certificação do Instituto Federal de São Paulo.
Objetivos Gerais: 1. Promover o desenvolvimento pessoal e cidadão dos nossos beneficiados por meio de práticas sociais de leitura de modo a torná-los protagonistas em suas comunidades; 2. Requalificar profissionais que atuam com a formação de leitores de modo a ampliar o número de beneficiados e o impacto de suas ações nos locais em que atuam. Objetivos Específicos: 1.1 Realizar clubes de leitura para crianças e adolescentesMeta: 50 clubes de leitura e 1.000 beneficiados 1.2 Realizar clubes de leitura para jovens e adultos, incluindo idososMeta: 50 clubes de leitura e 1.000 beneficiados 1.3 Realizar clubes de leitura para presosMeta: 25 clubes de leitura e 1.000 beneficiados 2.1 Realizar eventos online para educadores e outros profissionais da leituraMeta: 12 eventos e 10.000 participantes
As atividades constantes do Plano Anual de Trabalho do proponente, uma fundação de direitos privados, atendem plenamente aos seguintes incisos do artigo 1° da Lei Federal n° 83/13/1991, que instituiu o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Do mesmo modo, atende aos seguintes objetivos do artigo 3° desta lei:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Cabe também destacar que referidas ações que fazem parte deste Plano Anual _ voltadas para as áreas de Literatura e Bibliotecas _ atendem, ainda, ao que estabelecem a Lei n° 10.753/2003, que instituiu o Programa Nacional do Livro, e a Lei n° 13.696, que instituiu a Política Nacional de Leitura e Escrita, que visam promover o acesso da população brasileira à cultura letrada e enfrentar os baixos índices de leitura no País.Sobre isso, cumpre ressaltar que há duas causas centrais, que não raro se misturam, na origem dos indicadores insuficientes da leitura de livros no Brasil (mesmo que, nos últimos anos, estudos como Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto PróLivro e Ibope Inteligência, indiquem que a média nacional saltou de 1,8 livro lido por habitante/ano, em 2001, para 4,97, em 2016. É necessário que se diga que são números inferiores àqueles registrados em países da América do Sul, como Uruguai, Chile e Argentina, e, sobretudo, nos nórdicos, altamente leitores, que chegam a apresentar o triplo do índice brasileiro.A primeira dessas razões está relacionada à questão do acesso. O número de bibliotecas públicas está muito aquém das necessidades da sociedade brasileira e, sobretudo, suas condições de funcionamento, acervo e pessoal são bem precárias. O número de livrarias é insuficiente quando comparado a padrões internacionais estabelecidos pela Unesco (de uma livraria para cada grupo de 10.000 pessoas). Para piorar, elas se concentram em poucas cidades, em especial nas de grande porte, e, principalmente, na região Centro-Sul.A segunda razão dos baixos índices de leitura no país está diretamente relacionada ao precário alfabetismo, resultado direto da educação pública nacional. Mas não só. À quase inexistência de programas amplos e massivos para fomentar a leitura no território nacional soma-se o despreparo dos responsáveis por isso, seja nas comunidades, nas bibliotecas ou nas escolas.É nesse contexto que foram formulados e são desenvolvidos as oficinas de escritores, os clubes de leitura e as bibliotecas digitais, iniciativas de baixo custo desenvolvem a criatividade e formam leitores para toda a vida.Para enfrentar esses dilemas são fundamentais iniciativas como os eventos de formação online.O Congresso Nacional de Leitura (Conaler), por exemplo, teve, em sua primeira edição, em 2016, 5.668 participantes em 37 conferencias e palestras, durante 17 horas, 3 minutos e 14 segundos, com 9.167 interações), e números ainda mais expressivos na segunda edição, em 2017.É de substancial importância que, ao lado das iniciativas que buscam estimular, fomentar e democratizar a criação artística _ no caso, a literária _eventos online que desenvolvam ações de formação de mediadores que, a rigor, serão os responsáveis por formar público _ o público leitor e consumidor da arte da literatura.Essa modalidade de evento, que faz uso das tecnologias digitais para encurtar distâncias, enfrentar problemas da vida moderna como a falta de tempo e a dificuldade para se locomover para lugares distantes, ou mesmo se ausentar por muitos dias do trabalho, é uma resposta direta e eficaz para se enfrentar este grave problema (que atinge, indistintamente, pequenos, médios e grandes municípios, em todas as regiões do território nacional): o nítido despreparo dos mediadores de leitura, responsável por desenvolver o gosto e o hábito de leitura nos leitores atuais e naqueles com potencial leitor.
Fundada em 1999, a Fundação Observatório do Livro e da Leitura atua na área da Cultura, com forte interlocução nas áreas de Educação e Tecnologia, notadamente nos segmentos do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas. As receitas da organização provêm da execução de projetos e programas, com ou sem uso de leis de incentivo; de doações de mantenedores; e de contratos para fornecimento de produtos e/ou serviços. A instituição possui uma estrutura de gestão enxuta e tem por orientação a atuação por meio de redes, com parceiros e com fornecedores. Até 2015 sua denominação era Fundação Palavra Mágica e a alteração estatutária, aprovada pelo Conselho de Administração, e referendada pela Curadoria de Fundações do Ministério Público, deu-se em função da ampliação de seu escopo de atuação, com ampliação de suas atividades para todo território nacional. As origens da entidade, enquanto fundação de direito privado, remetem a meados da década de 1990. Em 1995, foi criada a Editora Palavra Mágica, empresa de pequeno porte que, logo, notabilizou-se por seu desempenho na área de responsabilidade social corporativa e gestão empresarial inovadora, o que a levou a ser agraciada com diversos prêmios nacionais e internacionais. A Fundação Palavra Mágica foi fundada a partir dos ativos doados pelos sócios da pequena editora. A sede da instituição está localizada no município de Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo. Por meio parcerias e através do emprego de novas tecnologias, ela está presente em várias regiões do Estado de São Paulo. Um de seus projetos, de implantação de bibliotecas digitais de acesso público e gratuito, se faz presente em todas as Unidades da Federação (UFs). Alguns prêmios e reconhecimento público: ▪ 1º lugar no Prêmio Cultura Viva, do Ministério da Cultura/Cenpec (2007); ▪ Certificação de Tecnologia Social, da Fundação Banco do Brasil (2007, 2011 e 2017); ▪ Certificação de Experiências em Inovação Social, da Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e Caribe/CEPAL e Fundação Kellogg (2005/2006); ▪ Certificado de Mérito da IBTTA (International Bridge, Tunnel and Turnpike Association) – 2002 – a Projeto Amigos da Estrada; ▪ Prêmio de Excelência e Inovação da IBTTA (International Bridge, Tunnel and Turnpike Association) – 2001 – Projeto Vida; ▪ IV Prêmio Denatran de Educação no Trânsito – 1º lugar da Região Sudeste – 2004 – Projeto Amigos da Estrada; ▪ VII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito – 1º lugar da etapa municipal – 2007 – Projeto Amigos da Estrada. ▪ Prêmio Barão de Mauá (Sebrae/Gazeta Mercantil); ▪ Prêmio Jabuti 2000 de Melhor Livro de Ficção no Ano no Brasil (Câmara Brasileira do Livro/CBL); ▪ Prêmio Valor Social (Instituto Ethos/Jornal Valor Econômico); ▪ Prêmio Balanço Social (Abamec, Aberie, Ethos, Fides e Ibase) Alguns resultados da Fundação: ▪ 600 bibliotecas digitais implantadas em 572 cidades nas 27 UFs ▪ 152 clubes de leitura implantados ▪ 11.828 professores e bibliotecários formados ▪ 400 mil crianças, jovens e idosos beneficiados ▪ 500 mil livros doados para escolas e comunidades ▪ 950 minibibliotecas implantadas ▪ 1,5 milhão de textos produzidos pelos participantes dos projetos ▪ 800 mil horas de leitura realizadas
Clubes de leitura digital: são grupos de leitores compostos, em média, por 20 participantes cada um para ler ao menos um livro de literatura por mês e participar de um encontro semanal, com duas horas de duração, sempre no mesmo local, dia da semana e horário; os livros são em formato digital (eBooks) e a leitura é feita em tablets, que dão acesso a uma biblioteca digital com mais de 5.000 obras de todos os gêneros. Clubes de leitura em presídios: são grupos de leitores compostos, em média, por 20 participantes cada um para ler ao menos um livro de literatura por mês e participar de um encontro mensal, com duas horas de duração; os livros de literatura serão escolhidos a partir de um acervo de 100 títulos, em votação direta pelos participantes, e serão distribuídos para serem lidos, nas três semanas seguintes, nas celas e pátios dos presídios. Após a leitura, os presos escrevem um resenha sobre a obra lida. O congresso de leitura online terá a participação de 20 convidados, durante cinco dias. Depois de editadas, cada conferência terá entre 25 e 30 minutos; e cada palestra, entre 10 e 15 minutos. A programação será distribuída durante cinco dias, com um intervalo entre as palestras. Terá um apresentador, contando também com atrações culturais (leitura de obras, músicas, documentários o filmes, entre outros) Cada edição da jornada de biblioterapia terá, em média, quatro horas de duração, cada qual com cinco convidados, durante quatro dias. Depois de editadas, cada conferência terá entre 25 e 30 minutos; e cada palestra, entre 10 e 15 minutos. A programação será distribuída por cinco dias, com um intervalo entre as palestras. Terá um apresentador. Serão 10 edições no ano.
Ao utilizarem o meio digital para os clubes de leitura, o proponente já cria as condições necessárias para facilitar o acesso às pessoas idosas e portadoras de deficiências (tais como audição, visão e motoras). Uma parte dos clubes de leitura previstos no plano anual já é voltada, especificamente, a pessoas presas, tradicionalmente excluídas do acesso às produções culturais e artísticas. Além disso, parte expressiva das ações previstas no plano anual será realizada exclusivamente de forma digital, oferecendo condições necessárias para que idosos e pessoas com deficiência física, inclusive visual, tenham o acesso facilitado ao seu conteúdo. Assim, também resolve as dificuldades de locomoção, na medida em que as atividades podem podem ser acessadas e desevolvidas por celulares, tablets e computadores, a partir de qualquer lugar com conexão com à internet. Cabe, ainda, ressaltar que nas bibliotecas virtuais que serão implantadas nos clubes de leitura de livros digitais há aplicativos para tradução de sinais em Libras e também para leitura de voz, para deficientes visuais, e também legendas descritivas. Além disso, esse meio de leitura - o eBook - é, segundo inúmeros estudos científicos, o suporte mais adequado também para a leitura para pessoas com dislexia. Entre os locais selecionados para sediar os clubes de leitura, há várias entidades que atendem essaas populações portadoras de algum tipo de deficiência, que possuem rampas, banheiros, guias táteis e outras adaptações necessárias para o acesso.
Por serem totalmente gratuitas, as atividades constantes no Plano Anual do proponente promovem ampla democratização do acesso aos bens culturais à população. Além de garantir a participação gratuita, a organização do evento divulga de forma intensa e abrangente a oferta de vagas a prefeituras, governos estaduais e organizações da sociedade e, ainda, nas mídias sociais, de forma a criar as condições necessárias para que a informação circule amplamente para que as pessoas que não podem pagar por esse tipo de evento possam, realmente, se beneficiarem dessas ações. Também são beneficiados, diretamente, gestores e técnicos de ONGs, bibliotecários e educadores formais e não-formais. O Plano Anual atende ao artigo 21 da Instrução Normativa 02/2019, quanto à democratização do acesso, nos seguintes itens: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
Galeno de Amorim Junior, Presidente da Diretoria Executiva da Fundação Observatório do Livro e da Leitura Currículo: Graduado em Comunicação Social com Pós-Graduação pela Fundação Getúlio Vargas/FGV e UniClaretianas, autor ou coautor de 18 livros, já foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional e do Cerlalc/Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e Caribe, já criou e dirigiu inúmeros projetos e programas de livros, bibliotecas e promoção da leitura no Brasil e exterior. Foi secretário da Cultura de Ribeirão Preto (SP). * Liderança maior no projeto, responderá pela formulação, elaboração, monitoramento, supervisão e direção geral do Plano Anual Marcella Paschoalin de Amorim Currículo: Formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), com Pós-Graduação na Universidade de São Paulo (USP), é diretora do Instituto Ideall, foi voluntária no terceiro setor e é advogada nas áreas da Saúde, Trabalho e Família. É Diretora de Administração e Finanças da Fundação Observatório do Livro e da Leitura. * Atuará no projeto com gestão administrativa e financeira, recursos humanos, monitoramento e prestação de contas. Luciana Paschoalin Currículo: Formada em Serviço Social pela Universidade de Ribeirão Preto, é coordenadora de Projetos da Fundação Educandário de Ribeirão Preto (SP) e já foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto (SP), presidente da Fundação Palavra Mágica e professora de Responsabilidade Social na Universidade de Franca (SP). É Diretora de Operações da Fundação Observatório do Livro e da Leitura. * Atuará no projeto como responsável pela coordenação geral, com supervisão direta das ações específicas (clubes de leitura, cursos, congressos e jornadas literárias), sendo a responsável pelas equipes de operação. Maria Antonieta Antunes Cunha Currículo: É professora aposentada da Universidade Federal de Minas Gerais e da PUC-MG. Foi secretária de Cultura de Belo Horizonte, diretora Nacional do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura e secretária-executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) do PROLER/Programa Nacional de Leitura. É autora de livros sobre leitura e literatura e conselheira da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). * Atuará no projeto como consulta de literatura e literatura, sendo a responsável pela definição das metodologias, composição de acervos e obras indicadas para leitura pelos diferentes públicos a serem atendidos. Carla Rocha Pavão Currículo: Jornalista e apresentadora, é formada em Comunicação Social pela Faculdade Cásper Líbero, com MBA em Meio Ambiente pela FGV e Pós-Graduação em Psicologia em Portugal, atua no mercado financeiro e realiza trabalhos voluntários, em São Paulo, na área da educação e cultura. * Atuará no projeto com a organização de conteúdos para cursos online. Menalton Braff Currículo: É professor, escritor, autor de dezenas de livros de literatura e vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Ficção do Ano no Brasil, da Câmara Brasileira do Livro. Também é conselheiro de diversas entidades do setor na área do livro e da leitura. * Atuará no projeto fazendo palestras de sensibilização, gravação de vídeos para os cursos e eventos literários e em encontros com participantes dos clubes de leitura. Vitor Paulo Ortiz Bettencourt Currículo: Historiador e escritor, é formado em Comunicação Social e foi secretário-executivo do Ministério da Cultura e também secretário de Cultura nos municípios de Porto Alegre, Viamão e São Leopoldo, no RS. Foi diretor da Funarte e gerente regional da TV Brasil Rio de Janeiro. * Atuará no projeto como gerente de produção de conteúdo EAD. Gerson Luiz Barbosa Ramos Currículo: Administrador de empresas, é, atualmente, diretor da Editora Planeta do Brasil, foi fundador da Distribuidora Superpedido e ajudou a implantar, como consultor, o Programa do Livro Popular, e a filial brasileira da Nielsen Bookscan, além de diversas editoras e livrarias. * Atuará no projeto como responsável pela logística dos clubes de leitura e responsável pelas bibliotecas digitais.
Projeto indeferido