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PRONAC 191210Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CELULARES

B&C PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 517,5 mil
Aprovado
R$ 517,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2019
    Cadastro PRONAC
    Ano 19
  2. 01/09/2019
    Início previsto
  3. 30/11/2019
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-09-01
Término
2019-11-30
Locais de realização (1)

Resumo

Produção de um ESPETÁCULO DE TEATRO INFANTIL, com temporada de 02 meses (sendo 24 apresentações) na cidade do Rio de Janeiro, direcionado para crianças de 1 a 12 anos de idade. O espetáculo aborda - de maneira lúdica - o universo tecnológico dos aparelhos celulares. A produção é uma metáfora contemporânea sobre a aceitação dos defeitos e o convívio em sociedade. Trata sobre a finitude da vida e sobre segundas chances: Conceitos importantes a serem retomados em nossa sociedade. O espetáculo também estrutura e basifica informação ao espectador sobre a correta destinação dos aparelhos em descarte, contribuindo assim para a conscientização sobre a importância da preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável do planeta.

Sinopse

Após apresentarem um defeito, os aparelhos de uma família são abandonados em uma caixa. Nesta caixa, seis aparelhos “ganham vida” estabelecendo uma rotina diária de convívio, adaptando-se aos defeitos de cada um, compartilhando mensagens, músicas e histórias. A chegada de um novo aparelho à caixa faz com que o mais antigo deles peça para ser desativado e descartado, o que leva-os a buscarem uma alternativa diferente para ele. Durante essa busca, eles descobrem que todos devem ser reutilizados ou reciclados. Peça Teatral de Classificação etária LIVRE Categoria: INFANTIL Tempo de Duração: 01:00h

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O espetáculo visa contribuir de maneira artística e educacional para a melhoria das relações interpessoais e a conscientização sobre a importância da preservação do meio ambiente. Estimulando assim o conceito de responsabilidade social e preservação da natureza em nossas crianças. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produção de espetáculo teatral que será apresentado num total de 32 apresentações para o público em geral em sala de teatro eleita pela produção. A produção organizará e garantirá 20% do total de ingressos à venda como gratuidade para acesso de comunidades carentes da região.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres A necessidade do uso da Lei Rouanet justifica-se pela falta de recursos próprios e/ou de empresas que disponibilizem investimento direto para financiar o projeto. Com a aprovação do mesmo, garantiremos o estímulo a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e a priorização de um produto cultural originário do Brasil, desde a dramaturgia - já confeccionada - ao produto final. O espetáculo teatral, que será confeccionado a partir dos recursos destinados ao projeto, conta com um plando de democratização de acesso, garantindo a todos o acesso ao produto final à preços populares e/ou através de cotas de ingressos grátis. POR QUE FALAR DE CELULARES PARA AS CRIANÇAS DA NOSSA COMUNIDADE? O celular é uma das invenções mais revolucionárias do século XXI, sendo o segundo produto mais consumido no Brasil, segundo o site de pesquisa de mercado Brasil Link. A introdução dessa nova ferramenta de comunicação, somada a outras como a internet, representa o surgimento de uma nova geração. Ao mesmo tempo que esta geração é mais "antenada"(graças ao fácil acesso à informação), podemos constatar diversas transformações no comportamento humano ligadas as essas inovações tecnológicas. O distanciamento entre as pessoas é uma dessas transformações, a praticidade de entrar em contato com o outro a qualquer momento desencadeou num esvaziamento das relações, tornando-as superficiais. Levando o ser humano ao apego aos bens materiais e consumismo, e ao desapego pessoal. Através deste objeto tão popular e presente no cotidiano, o texto apresenta uma reflexão sobre convivência, ao mostrar os celulares em uma caixa ("sociedade") cada um aceitando os defeitos dos outros. Enquanto relembra alguns dos aparelhos que muitos já possuíram no passado, apresenta aos mais novos aparelhos com os quais não tiveram contato, propondo um intercâmbio de informações entre gerações. Apresenta um exemplo de perseverança onde um dos personagens, contrariando a opinião de todos, consegue o seu objetivo. Informa a respeito da correta destinação dos aparelhos inutilizados. O autor do texto também é o proponente do projeto, tendo realizado vinte e quatro peças como ator, sendo nove infantis. Ainda como ator, no campo audiovisual, realiza a série "Anos Radicais", produzida pela Fundação Cesgranrio. Como produtor, realiza o Talentos Senac (Competição entre os cursos do Senac) há três anos seguidos(desde 2013) e, em 2015, produziu o vídeo institucional do Enem para o INEPE pela Fundação Cesgranrio. Este é o seu primeiro projeto cultural, porém as realizações acima lhe credenciam para a execução do mesmo. Os profissionais presentes na ficha técnica são experientes e atuantes no mercado brasileiro. A realização do projeto é necessária, posto que trata-se de um tema atemporal, com fins educacionais e de desenvolvimento do relacionamento ao humano a partir de uma metáfora com um objeto comum à vida contemporânea: o celular.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo Teatral Infantil Duração: 01:00h Classificação: Livre

Acessibilidade

Para o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência visual e deficiência auditiva, haverá um profissional tradutor intérprete de libras em cada apresentação do espetáculo. Como medida para a promoção do acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência visual, informamos que os portadores de tal necessidade terão a entrada gratuita durante todo o espetáculo, informamos ainda que é de condição resolutiva o fechamneto de pautas com teatro que esteja acusticamente preparado para garantir que a qualidade do som produzido em diálogos e trilhas seja altíssima. Os centro especializados em deficientes visuais, em análise ao acesso dos mesmos ao teatro, explica que a audiodescrição é muito fria, tira o indivíduo da emoção e perturba a narrativa.Trata-se de um espetáculo onde texto, figurinos e cenografia não serão mais importantes que o texto. Tendo em vista tais dados, e ainda que na peça não há ações mudas, ou cenas onde se revela um subtexto através do olhar ou qualquer gestual, tendo ainda os atores vozes diferentes e não havendo um número exacerbado de atores no palco, condições primordiais para a necessidade de audiodescrição, informamos que a equipe de produção estará preparada para a condução de pessoas com deficiência visual a lugares especiais e estrategicamente reservados para tal, ou seja, com proximidade ao palco privilegiando dessa forma o entendimento e todo o sensorial envolvido, de maneira a ativar a memória visual e emotiva, criando imagens e situações dramáticas atribuídas ao contexto do espetáculo. Quanto as demais medidas de acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência física e idosos, os teatros e locais de apresentação escolhidos, deverão atender, como condição resolutiva de execução do espetáculo no local, as exigências facilitadoras de locomoção, como banheiros, rampas, guias, solicitadas pelo Ministério da Cultura.

Democratização do acesso

O projeto adotará como democratização de acesso o inciso explicitado abaixo referente ao Art. 21 da IN 04/2019 I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; O espetáculo visa a popularização do teatro através da facilitação de acesso das camadas sociais excluídas deste mercado. Nossa intenção é incluir as mais diversas categorias de público e proporcionar cada vez mais a oportunidade de mais acesso à produtos culturais além da prática de ingressos com desconto para estudantes, de acordo com a Lei de Meia-Entrada também através de algumas ações, tais como: · Prática de ingressos com desconto para professores da rede pública de ensino; · Doação de uma cota de ingressos equivalente a capacidade do teatro para pessoas de baixa renda (escolas publicas de ensino médio e de teatro,associações de moradores, Ong’s, centros comunitários, etc); · Contratação de estagiários em funções de produção, tais como cenários, figurinos, assistentes de produção, iluminação, etc. Quanto a formação de platéia, será realizado bate-papo com autor da peça, aberto ao público, com entrada livre a todos os interessados.

Ficha técnica

B&C PRODUÇÕES ARTÍSTICAS (PROPONENTE / PRODUÇÃO EXECUTIVA) Fundada em 2011, a B&C Produções Artísticas é uma produtora Brasileira independente que trabalha com diversidade e volume de negócios em quatro seguimentos diferentes em sua área de atuação. A B&C Produções Artísticas atua constantemente no mercado de Artes Cênicas e Audiovisual Brasileiro. Sua Missão é fornecer artistas e produtos de qualidades apuradas para prospecção nos mais diversos veículos de entretenimento e comunicação. Para atender as mais exigentes necessidades do mercado, a B&C conta com uma equipe especializada e criativa que une forças para realização de seus projetos. A B&C já foi responsável pela produção e execução de 06 espetácululos teatrais, 02 filmes e fabricação de diverosos instucionais com empresas representativas do mercado. GUSTAVO TAVARES (ATOR, DIRETOR E DRAMATURGO) Gustavo Tavares, DRT: 26776, natural de Curitiba-PR, Cursou teatro no Liceu de Artes Marina Machado(2003). Graduou-se em Administração de Empresas pela Universidade Positivo(2006/2009), Integrou a Cia Máscaras de Teatro realizando 21 espetáculos(2010/2012). Cursou Oficina de Atores da Fundação Cesgranrio(2013). Atuou na série "Anos Radicais"(2014/2015). Atuou e produziu a série "Bem Aventurados"(2016/2018). Graduou-se em Direção Cinematográfica pela Darcy Ribeiro(2016/2017). Produziu e dirigiu a websérie "Do Teatro a Vapor ao Cinema Wi-fi"(2017/2018). Foi 1º Assistente de Direção da série "Brasil Imperial"(2019). Atuou no longa "O Filho do Homem"(2019). HAYLA BARCELOS (ATRIZ) Hayla Barcellos, 32 anos. Bacharel em Artes cênicas pela CAL ( Casa das Artes de Laranjeiras). Dançarina da CIA. Carlinhos de Jesus. Cursou a Oficina de atores da CESGRANRIO. Cursou a Oficina “O subsolo criativo do ator” com Cacá Carvalho no SESC. Dançarina do show de Diogo Nogueira "Ao vivo em Cuba". Como atriz, atuou nas seguintes produções: Série "Bem-aventurados"- CESGRANRIO, espetáculo "S.I.M" - Teatro Cândido Mendes, espetáculo "Desculpe o pó"- Festival de teatro de Curitiba, "CRAVE" - Teatro Sérgio Britto, espetáculo "A viagem do Capitão Tornado"- SESC Tijuca, Espetáculo "Animal doméstico"- Teatro Café Pequeno, novela "Apocalipse"- TV Record. Dirigiu os espetáculos, "Sons de Vermelho"- Solar de Botafogo, "Quando eu entro em ebulição"- Espaço Rampa e "Animal doméstico"- Teatro Café Pequeno. ROBSON MAIA (ATOR) Robson Maia, DRT:24174, natural de Campos dos Goytacazes-RJ, iniciou a carreira de ator aos 17 anos de idade, fazendo teatro amador no SESI Campos-RJ por 03 anos consecutivos, neste período encenou e esteve nos palcos com duas peças: “Capitães de areia” e “Sábado à noite”. Após uma pausa de 10 anos, devido a graduação em Direito pela Estácio de Sá, Rio de Janeiro, voltou ao teatro e se formou na Escola de Atores Wolf Maya (03 anos), fez curso regular com o diretor Daniel Herz por 03 anos consecutivos, esteve em cartaz com as peças: "As máquinas não param" direção: Daniel Herz 2013, "Além Mar" direção: Daniel Herz 2014, O Julgamento de Lúcifer - Projeto Sated Rio de Janeiro - Direção: Fernando Rossi 2015, se formou na oficina de atores da Fundação Cesgranrio (5º oficina) em 2017. Na televisão atuou: 2014 - Anos Radicais – Série de TV (CESGRANRIO) – Personagem: Lucas – Direção: Alexandre Machafer; 2016/2017 - Série Bem-aventurados (CESGRANRIO) - Personagem: Judas Tadeu- Direção: Alexandre; 2017 - Procurando os Cassetas - Série para Multshow - Participação: Turista; 2017 - Rockstory (globo) - Participação - Personagem: Policial, 2018 - Apocalipse - Tv Record, 2018 - Sob Pressão (3a. temporada) - Tv Globo, 2018 - O Outro lado do Paraíso - Tv Globo, 2019 - Rio Heroes (2a. temporada) – FOX. Já no cinema trabalhou em: 2016 - Amor.com - Direção: Anita Barbosa ( Cinema); 2018 - O filho do homem - Dir: Alexandre Machafer. PRISCILA LESSA (ATRIZ) Sócia e idealizadora do Palco Literário onde atua como roteirista, atriz e diretora há 5 anos com mais de 40 espetáculos. Formada em Artes Cênicas pela faculdade Estácio de Sá e Pós Graduada em teatro- educação pela faculdade Cândido Mendes. No cinema atuou no longa "1/86" e nos curta metragens "O Homem da Flor", "Vingança", "Metamorfose", "Onde as Crianças Brincam" e "A Aliança". No teatro esteve em cartaz em mais de quinze espetáculos, entre eles: "O Médico a Força", onde ganhou premio de melhor atriz, "Você tem Medo de Quê?", "A Barca do Inferno" (participação no RIOCENACONTEMPORÂNEA), "Contos que Nem Te Conto", entre outras. PEDRO RUGGIERO (ATOR) Sócio e idealizador do Palco Literário onde atua como ator e cenógrafo há 4 anos com mais de 30 espetáculos. Formado em Artes Cênicas pela faculdade Estácio de Sá, Pós Graduado em teatro- educação pela faculdade Cândido Mendes e especialização em Expressão Corporal na Uni-Rio. Na televisão participou das novelas: "Poder Paralelo", "Vidas em Jogo", "Vidas Opostas", "Ribeirão do Tempo", "Os dez Mandamentos" e "O Rico e o Lázaro", todas da rede Record. No cinema atuou nos curta metragens "O Homem da Flor", "O Menino Gigante" e "A Aliança". No teatro esteve em cartaz em mais de quinze espetáculos, entre eles: "A Terceira Geração", "Pacto de Amor e Morte", "Caos", "Os Fuzis da Senhora Carrar" (Mapa Cultural Paulista), "Você tem Medo de Quê?", "A Barca do Inferno" (participação no RIOCENACONTEMPORÂNEA), "Contos que Nem Te Conto", entre outras. YURI RIBEIRO (ATOR) Multifacetado, ator, humorista e locutor. O jovem ator Yuri Ribeiro é uma das grandes promessas de sua geração. É o apresentador da 3a temporada do programa FUTURA PROFISSÃO - Inovadores, no Canal Futura. Passeia pelo humor e pelo drama com a mesma energia. Formado pela CAL, o jovem paulistano iniciou sua carreira no teatro em Palmas onde viveu até os 18 anos. Foi apresentador do programa Gente de Classe além de participar de inúmeras campanhas publicitárias e das novelas ""Verdades Secretas""e “Saramandaia” na TV Globo. No teatro, em cartaz como ator e autor do espetáculo premiado e sucesso de crítica e público o espetáculo VOU DEIXAR DE SER FELIZ POR MEDO DE FICAR TRISTE? Desde maio 2018. Esteve ainda nos palcos com ""Hamlet ou Morte!"" (2015 a 2018), ""Os Insones"" (2016) e “Fazendo História”(2014). É Autor do livro VOU DEIXAR DE SER FELIZ POR MEDO DE FICAR TRISTE? Em 2019 estará em 04 produções na telonas com os longas VENEZA, de Miguel Falabella, A VOLTA de Ronaldo Uzeda, THE SEVEN SORROWS OF MARY de Pedro Varella e BREVES MIRAGENS DE SOL de Erik Rocha. Atualmente desenvolve o roteiro do longa e da série VOU DEIXAR DE SER FELIZ POR MEDO DE FICAR TRISTE? THIAGO MELLO (ATOR) É ator, produtor e empresário. Como empresário é sócio da Você InCena, empresa de treinamento corporativo através de técnicas teatrais, sócio da 4pics, empresa de interação e tecnologia para eventos, compõe a bancada de diretores do Instituto Rope, que tem como missão a realização de sonhos de pessoas portadoras de doenças que ameacem suas vidas. Como ator, soma mais de 10 pecas em cartaz, algumas series e acaba de estreiar no cinema com seu primeiro longa, ""O Filho do Homem"", com direção de Alexandre Machafer e produção da Fundação Cesgranrio. Volta aos palcos em outubro de 2019 com a peca ""Amor é Quimica". GABRIEL LEAL (ATOR) Iniciou os estudos no Instituto Nossa Senhora do Teatro. No teatro integrou o elenco do musical ""Vem buscar-me que ainda sou teu"", dirigido por João Fonseca e o infantil "" Mogli - O musical"", dirigido por Matheus Britto e Ledjane Motta. Também nos palcos participou do grupo Gene Insanno cia de teatro, no elenco do espetáculo "" Corações Solitários"", percorrendo festivais pelo Brasil. Em vídeo, fez uma participação especial na série bíblica, ""Bem-aventurados"" no canal da fundação CESGRANRIO. Em 2018, rodou o longa ""Seven sorrows of Mary"", do diretor português Pedro Varela e “Um Dia qualquer”, do diretor Pedro Von Krugger a serem lançados em 2019." OSCAR CALIXTO (PRODUTOR) Com 20 anos de experiência no mercado, Oscar Calixto, já transitou pelas mais diversas áreas das artes cênicas. Iniciou sua carreira profissional no Grupo Divulgação – MG. Em 2001/2002 obteve destaque ao receber o prêmio de melhor ator no Festival Internacional de Teatro de Ouro Preto com o espetáculo “Morte e Vida Severina” de João Cabral de Melo Neto, sob a direção de Antonini Bortello. Entre outras montagens destacam-se: 2004 – “Ralé” de Máximo Górki – Direção de Adriano Garib.2005 - “A Dois Passos da Ilusão” – Baseado no Romance de Horace McCoy – Direção de Tonico Pereira e Marina Salomon2006 - “Ophelia by Hamlet” – Direção de Celina Sodré. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), segue atuante também nos campos da dramaturgia e direção teatral. Como diretor, foi responsável pela montagem de treze espetáculos teatrais. No cinemaparticipou como ator de algumas produções internacionais, dentre elas, “Proyecto 150” – Produção Argentina do Diretor Frandu Almeida e “Poliamore” – Produção México / Brasil / Argentina do Diretor Rodrigo Rueda. Em 2010 Foi responsável pela montagem do espetáculo “Anjos, Uma Espécie de Razão Não Comentada” unindo teatro, artes plásticas e literatura, junto a Cia Boca em Cena; Integrou o elenco de “A História do Soldado” de Stravinsky e Ramuz com Direção de Luiz Duarte, foi indicado ao prêmio de melhor ator no Festival Internacional de Cinema de São Paulo e integrou o elenco do longa metragem “O Abajour” com direção de Marcoz Gomez. Em novembro de 2011 tornou-se membro da APALCA (Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes – www.apalca.com.br). Entre 2015 e 2018 esteve em cartaz com o Espetáculo "Aos Pombos ou À Síndrome dos Gatos" assinando como Produtor, Diretor e Dramaturgo. GIGI BARRETO (CENÓGRAFA) Gigi Barreto é um nome que pertence à Cenografia Brasileira Contemporânea. Seus primeiros contatos profissionais com a arte deram-se ao lado de ícones como Helio Eichbauer, Rubens Gerchman, Gringo Cardia. Em 2008 passa a assinar suas criações, em 2010 funda o Escritório de Arte, e em 2016 cria o Gigi Barreto Estúdio. De 2008 pra cá, a cenógrafa contabiliza mais de 150 projetos. O marco da carreira solo acontece no CD Milagreiros, de Djavan, do qual assina a capa do disco e a cenografia do show. Depois vieram a turnê Cavaleiro Andante, de Gabriel, o Pensador; o show Perfume de Sim, de Vanessa da Mata; o Prêmio Anu, da Cufa (Central Única das Favelas); a 1ª Semana de Arte, promovida pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro; o Prêmio Orilaxé; a edição brasileira da Première Vision, em São Paulo. Entre as cenografias mais recentes, Gigi traz com entusiasmo a Shakespeare House, criada para celebrar os 400 Anos de William Shakespeare, na FLIP (Feira Literária de Paraty), projeto que ocupou os espaços de uma capela, inclusive um cemitério que virou cinema; três edições do programa Globo de Ouro, do Canal Viva, da Globosat; o cenário do programa Poesia e Prosa, do canal Arte 1. A artista também destaca o espetáculo Portátil, do grupo Porta dos Fundos; e Roma, da Cia de Teatro Íntimo. Gigi também é cenógrafa da Cia. Buraco da Lacraia. Contando com especialistas que seleciona rigorosamente para atender às necessidades de cada encomenda – arquitetos, aderecistas, engenheiros, iluminadores, paisagistas, fotógrafos, entre outros – Gigi capta cada novo universo, em filigranas. Seja para atender um produto artístico, seja uma iniciativa comercial, seu ofício é o de sempre: transmutar em “emoção visual” um conceito único, que somente ao cliente pertence. Assim fez com uma cantina de massas ao mergulhar todo o espaço em grafismo xadrez, uma mágica caixa cênica em pleno restaurante, levando os clientes a sentirem-se dentro de uma típica toalha italiana. Os resultados diversos são ideias que se materializam de diferentes maneiras, muito embora unam-se em uma linguagem marcante, formando, ao longo da carreira da cenógrafa, um belo mosaico, inteligente e harmonioso. Cada cenografia de Gigi Barreto é testemunho de uma inspiração singular e, igualmente, compõe a identidade do conjunto de sua obra. RENATO MACHADO (ILUMINADOR): Renato Bandeira de Gouvêa Machado (Rio de Janeiro RJ 1967). Iluminador. Acompanha o trabalho de diversas companhias de teatro, como o grupo Sobrevento, a Companhia Teatro Autônomo e a Cia. PeQuod de Teatro de Animação, com iluminações cujo estilo se molda ao tema e à linguagem do espetáculo. Renato Machado faz sua formação técnica como assistente de Aurélio De Simoni. Inicia a carreira no grupo Sobrevento, dedicado ao teatro de animação, para o qual ilumina Mozart Moments, 1991; Beckett, 1992; O Theatro de Brinquedo, 1993; Ubu, de Alfred Jarry, 1996; e Cadê o Meu Herói?, de Horácio Tignanelli, 1998. Em 1992, faz seu primeiro trabalho com o diretor Jefferson Miranda, em Mann na Praia, da Companhia Teatro Autônomo, cujos espetáculos passa a iluminar. O Cemitério dos Vivos, 1993, e A Incrível História do Homem que Bebia Xixi, 1994, ambos de João Batista, marcam o início de seu vínculo, respectivamente, com a Companhia Ensaio Aberto e com a Companhia Dramática de Comédia, para as quais faz uma série de trabalhos. A iluminação do espetáculo Tempo de Infância, 1996, dirigido por Alice Koenow, lhe vale o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem. Em 1999, inicia sua parceria com a Companhia PeQuod, iluminando Sangue Bom, de Miguel Vellinho, que merece, da crítica Lúcia Cerrone, do Jornal do Brasil, o seguinte comentário: "Com ambientação perfeita e rica em detalhes luxuosos que caracterizam o gótico nos filmes de terror, o espetáculo tem grande força ainda na iluminação de Renato Machado, que cria pequenos focos para cenas mais intimistas, chegando quase ao close e ampliando raios e trovões no palco inteiro, ao sabor da estética Roger Corman para os filmes de Boris Karloff".¹ Em 2000, faz Pequenos Trabalhos para Velhos Palhaços, de Matei Visniec, direção de André Paes Leme, com quem trabalha também no ano seguinte em Engraçadinha Seus Amores e Seus Pecados - dos 12 aos 18 Anos, de Nelson Rodrigues. Faz diversas turnês no exterior, tanto com espetáculos de dança - com companhias como Vacilou Dançou, Paula Nestorov, Companhia Aérea de Dança, Companhia Tanz Haus - quanto de ópera e teatro. Com o Grupo de Rua de Niterói, participa do Spring Dance Festival, na Holanda, do Tanz Festival, em Berlim, do Kunst Festival, em Bruxelas, e do Festival Internacional de Dança Contemporânea da Polônia, além de apresentações em Portugal, Japão, Bélgica, Áustria, Coréia e França. Acompanha o grupo Sobrevento, que apresenta seu repertório em turnê que inclui Espanha, Irlanda, Escócia e Argentina. De 1994 a 2002, Renato Machado recebe 13 indicações para prêmio de iluminação. Em 2002, recebe o Prêmio Shell de Teatro por Tereza d'Ávila, a Santa Descalça, de Fidélis Fraga. Em 2004, recebe o Prêmio Shell de Teatro por Filme Noir, da Companhia PeQuod, e a avaliação positiva da crítica Barbara Heliodora do jornal O Globo: "Renato Machado também acerta ao iluminar a cena inteira apenas com luz de velas que criam uma atmosfera ao mesmo tempo original e déjà-vu, cheia de referências pop do cinema ou dos quadrinhos".² Em 2005, ilumina o espetáculo A Falta que Nos Move ou Todas As Histórias São Ficção, com direção de Christiane Jatahy, com quem trabalha também em Leitor por Horas, de José Sanchis Sinisterra, 2006. Na crítica a esse espetáculo, Barbara Heliodora enaltece "a luz de Renato Machado, excepcional, com constantes momentos de escuridão completa durante a leitura, o que evoca o universo da cega".³ No mesmo ano, estréia Savina, de Stéphane Brodt e Ana Teixeira; O Pequenino Grão de Areia, de João Falcão; O Cabaré dos Quase-Vivos, do grupo Sobrevento; e Projeto K, de Walter Daguerre. Em 2007, faz a iluminação de Últimos Remorsos Antes do Esquecimento, de Jean-Luc Lagarce, com a companhia Os Dezequilibrados.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro