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O projeto visa a gravação em estúdio do primeiro EP do Bloco Exagerado, com músicas do Cazuza em versões que passeiam pela diversidade da música brasileira. O EP será lançado em todas as plataformas digitais do mercado. O projeto também conta com: Um minidoc sobre o processo de criação das músicas, Circulação de lançamento do EP e Reformulação e acessibilidade do site do bloco. Alem de palestras sobre a AIDS e outras ISTs.
O projeto visa a gravação em estúdio do primeiro EP do Bloco Exagerado, com 5 músicas do Cazuza em versões que passeiam pela diversidade da música brasileira. O EP será lançado nas principais plataformas digitais do mercado. A gravação durará um mês no estúdio, e mais dois meses para masterização e mixagem. O lançamento será no mês de julho, preferencialmente no dia 07/07, data que se completam 30 anos de saudades de Cazuza. Cada faixa contará com um convidado, que elegerá a música a ser cantada durante o processo criativo, que também definirá em que ritmos as versões serão executadas. Guto Goffi será o curador e Diretor Artístico do projeto, além de um dos participantes da faixa do disco. Sugestão de músicas-participantes: Billy Negão – Guto Goffi, Brasil – George Israel, Pro Dia Nascer Feliz – Emílio Dantas, Blues da Piedade – Sandra de Sá, Inédita – Lucinha Araújo. O projeto também conta com: Audiovisual: Registro videográfico, em formato minidoc, com os envolvidos na produção e parceiros, além de pílulas para divulgação do processo de criação do EP nas redes sociais. Todo registro será distribuído gratuitamente no youtube, Facebook e instagram. Shows: A circulação contará com um show por cidade, em 6 capitais, percorrendo todas as regiões do país, sendo show de lançamento no Rio, partindo para São Paulo, Salvador, Belém, Brasília e Florianópolis. Todos os shows terão preço popular, e todo valor arrecadado será direcionado à Sociedade Viva Cazuza, projeto social da Lucinha Araújo que cuida de crianças com o vírus da Aids. Sítio Internet: Reformulação do site do Bloco, atualizando a tecnologia, informações e dados, aumentando a performance e tornando acessível à Pessoas com Deficiência visual e auditiva.
Objetivo Específico: O projeto visa buscar as condições adequadas para a produção e lançamento do primeiro EP (CD de áudio para distribuição em streaming) do Bloco Exagerado, com cinco canções do Cazuza em versões carnavalizadas, para distribuição digital. Circulação do Show de lançamento do EP com seis apresentações no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Pará, Brasília e Florianópolis. Minidoc (Curta-metragem), de até 15 minutos, contando o processo criativo, as expectativas e os maiores desafios. O filme ficará disponível de forma gratuita nas redes sociais do bloco. Reformulação do site (Sítio de Internet) do bloco, atualizando a tecnologia e tornando acessível. Objetivo Geral: O Bloco Exagerado está no Carnaval do Rio de Janeiro desde 2016, através deste projeto tem o objetivo de valorizar a diversificada cultura brasileira e mostrar que Cazuza tem muito mais relação com o Carnaval do que se pode imaginar. O bloco surge no cenário carnavalesco do Rio de Janeiro, com o objetivo de trazer à tona os principais sucessos e o "lado b" do homenageado, em versões carnavalizadas, que passeiam pela diversidade da música brasileira, como samba, marchinha, frevo, funk, maracatu, entre outros, afim de renovar a gama de admiradores de um dos mais importantes cantores da geração de 80. Entregar a produção de qualidade, com grandes nomes da MPB sob curadoria do baterista e fundador da banda de rock Barão Vermelho. Promover encontros para falar sobre a Aids e outras ISTs, sob mediação de convidados com propriedade de fala.
O projeto traz em sua essência a promoção de um dos direitos fundamentais para os cidadãos: acesso à cultura. Só neste quesito já se justifica a sua execução. Acredita-se que relembrar a obra do Cazuza é manter viva a poesia e o espírito livre, é renovar o público do cantor e reafirmar que a diversidade da música brasileira permite fazer misturas, como rock e samba. O projeto fortalece a sua importância para o país quando leva informações relevantes sobre uso de preservativos e as doenças sexualmente transmissíveis aos jovens, despertando interesse não somente pela cultura, mas também pela vida. Os blocos temáticos de rua do Rio de Janeiro já se tornaram tradição, se consolidaram na programação carnavalesca da cidade e têm levado a folia carioca para os quatro cantos do País, em todas as épocas do ano. O Bloco Exagerado chegou para somar à essa onda. Cazuza foi um legítimo boêmio carioca e deixou um legado musical muito rico. Ele foi um dos mais importantes cantores da década de 80, e é considerado um dos maiores compositores da música brasileira. O poeta do rock, cantor que começou a frente da banda Barão Vermelho, partiu para carreira solo e mostrou que o que gosta mesmo é de misturar o seu grito com a música popular brasileira. Suas músicas foram gravadas por diversos artistas consagrados, como Ney Matogrosso, Caetano Veloso e Gal Costa. O Exagerado chama atenção nas Redes Sociais, onde os fãs do Cazuza, de todo o Brasil, já aprovaram essa mistura de ritmos que o bloco propõe, que vai além das marchinhas e do samba. Apesar do gênero musical do poeta ser considerado rock, ele passeia por diversas vertentes da música popular brasileira e estrangeira, com canções que vão do rock, passando pela Bossa Nova e até o tango. No bloco, as bases das canções foram mantidas, adicionando instrumentos percussivos, para embalar a plateia no clima de Carnaval, passeando por ritmos que celebram a diversidade da música brasileira.
O estúdio Cabeça de Lâmpada, foi o local escolhido para realização de todas as gravações. O lançamento do EP, no Rio de Janeiro, acontecerá no Circo Voador. Nas demais cidades, a negociação acontecerá quando da produção do projeto. O minidoc será lançado no primeiro show, e disponibilizado de forma gratuita no youtube.
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Como medida de Acessibilidade, todas as casas de show terão ou serão adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida, além de contar com interprete de libras. O site será todo reformulado, inclusive para modo mobile, com mais recursos e facilidade de interação, contando também com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual (audiodescrição) e auditiva (libras). O minidoc também será acessibilizado, com libras e legendas. Todos a comunicação digital contará com a descrição da imagem (#paracegover).
As música ficarão disponíveis em todas as plataformas digitais de música. Todos os shows terão preço popular, e todo lucro arrecadado, excluindo taxas de banco e ECAD, será direcionado à Sociedade Viva Cazuza, projeto social da Lucinha Araújo que cuida de crianças com o vírus da Aids. Além disso 20% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita, conforme item I do artigo 21 da IN 02/2019 - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Nos dias de shows, acontecerá um bate-papo sobre a Aids e outras ISTs, desmitificando a doença e contribuir na luta contra o preconceito aos soropositivos, com acesso gratuito, atendendo ao item V do artigo 21 da IN 02/2019 - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; O minidoc será disponibilizado na íntegra, de forma gratuita, no Youtube, atendendo ao item III do artigo 21 da IN 02/2019 - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Agarb Produções – Diretor de Produção e Coordenação Geral (remuneração do proponente) Proponente responsável pela Direção e Coordenação da gravação do EP, shows, minidoc e site, desde tomada de decisão dos fornecedores, aprovação de contratos e programação visual, entre outros. Responsável pela equipe e cumprimento do cronograma. Rafael Braga, MEI, com 10 Anos de Experiência com Produção Cultural, atuando nas mais diversas funções. Em 2013 trabalhou na produtora Eureka como Assistente de Projetos, e participou da prestação de contas de projetos, como: Sotaque Carregado; Exposição Gil 70; entre outros. De 2014 à 2016, na Diversão e Arte, desempenhou tarefas de prestação de contas e gerenciamento financeiro de projetos, enquadramento de propostas em Leis de Incentivo e Editais Culturais, e projetos de ocupação da Caixa Cultural. Produtor e idealizador do Bloco Exagerado, que em 2015 estreou no cenário carnavalesco carioca, e no carnaval de 2019 levou mais de 40 mil pessoas na Praça Tiradentes. Produtor de Logística dos Festivais Sunset BH Instrumental, Experia e Circuito Repique do Tambor. Trabalhou como Produtor Executivo na Casa de Fulô, desde maio de 2016 até agosto de 2017, e participou de diversos projetos como Executivo e Prestação de Contas. Em 2018 venceu o Prêmio Profissionais na categoria Bloco Carnavalesco, com o Bloco Exagerado. Ainda em 2018 assumiu a Coordenação Administrativa de Projetos da Baluarte Cultura. Guto Goffi – Curador e Direção Artística Fundador do grupo de rock brasileiro Barão Vermelho (1981), Guto Goffi atuou na produção e criação de 16 CD's lançados no Brasil e no exterior. Conquistou diversos discos de ouro (100 mil cópias vendidas) e de platina (250 mil cópias vendidas), certificados pela Associação Brasileira de Produtores de Discos. Em 2007, lançou o livro "Por que a gente é assim?", que conta a história do Barão em toda sua trajetória de sucesso. Também assinaram o livro o saudoso produtor Ezequiel Neves e o jornalista Rodrigo Pinto. O Barão é um fenômeno que une fãs de duas gerações e suas histórias fazem o leitor mergulhar num mundo de música, liberdade e contestação. Atualmente Guto se dedica ao seu projeto “Guto Goffi e o Bando do Bem”, além da turnê da banda Barão Vermelho “#BarãoPraSempre”, após hiato de seis anos sem shows. Bloco Exagerado – Artista Bloco que celebra vida e obra do maior poeta do rock nacional: Cazuza. Vencedor do Prêmio Profissionais da Música 2018 como melhor Bloco Carnavalesco, o bloco já passou por São Paulo, BH, Vassouras, Búzios e levou mais de 40 mil pessoas no último Carnaval do Rio. As canções de Cazuza ganharam novas versões em ritmos que embalam a festa do Momo, como o samba do Exagerado, o batidão de Bete Balanço e o Ijexá de Blues da Piedade. Tudo isso com a benção da mãe do poeta, Lucinha Araújo. Emílio Dantas – Artista Ator e Cantor, Emílio Dantas participou do musical Filhos do Brasil, de autoria de Oswaldo Montenegro, iniciando sua carreira como ator. Atuou em dois filmes – Teus Olhos Meus e Léo e Bia – filme que obteve dois prêmios no CINEPE: melhor ator e melhor trilha sonora. Em 2010, Emílio, na RecordTV, teve seu primeiro papel na TV como Aron, na superprodução Sansão e Dalila. Em 2012 ganha destaque em um dos papeis principais de Máscaras, interpretando o cantor Gino. Em 2013 co-protagonizou Dona Xepa como Benito. Foi pela Rede Globo para integrar a novela Além do Tempo, em 2015 e, paralelamente, protagonizou a peça sobre a vida do cantor Cazuza. Foi ganhador do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator em 2015 por Cazuza – Pro dia nascer feliz. Em 2017 viveu o traficante Rubinho de A Força do Querer. Foi escalado para o papel do cantor Beto Falcão em Segundo Sol, em 2018, sendo este seu primeiro protagonista. Lucinha Araújo – Artista Lucinha Araújo deixou de ser simplesmente a mãe de Cazuza para se tornar uma das filantropas mais comentadas do Brasil. Foi justamente a perda de seu único filho que a levou a começar um projeto para que não apenas a curasse de uma dor que se acusava insuportável, mas também as dores das outras mães, talvez até maiores que a dela. Uma força feminina imensurável que há 30 anos coordena a Fundação que leva o nome de seu filho, vítima de complicações do vírus da AIDS em julho de 1990. Já mais de 200 crianças passaram pela sua Fundação Viva Cazuza, onde ela provê seu tratamento médico e o apoio psicológico, oferece os medicamentos, promove oficinas de aprendizado, aulas e, sobretudo, carinho. Hoje ela tem “centenas de filhos espalhados por aí”, conforme diz. Lucinha foi cantora e chegou a lançar um disco, mas abandonou sua carreira para viver a vida de mãe do maior poeta do rock nacional. George Israel – Artista Carioca, compositor, nascido em 1960, foi saxofonista e violonista do Kid Abelha desde sua formação em 1981 e mantém carreira solo paralelamente desde 2004. Como autor tem com a parceira Paula Toller 80 canções gravadas, entre elas sucessos como "Amanhã é 23", “Grand' Hotel", "Nada Sei", "Te Amo pra Sempre" e "Eu Tive um Sonho". Com Cazuza são 18 canções entre elas "Brasil" e “Solidão que Nada”. Em 1989 ganhou 2 Prêmios Sharp como compositor, um deles pela música do ano "Brasil", gravada por Gal Costa, sendo uma parceria de George, Nilo Romero e Cazuza com quem fez entre outras "Solidão que Nada", "Burguesia" e "Blues do ano 2000". Sandra de Sá – Artista Cantora e compositora brasileira, expoente da música popular brasileira, com denso enfoque em black music mundial. Carioca do subúrbio ferroviário de Pilares, a música está em sua genética, já que seu pai era baterista. Sua voz grave e potente vem de sua africanidade, pois é neta de um caboverdiano. Com o incentivo dos pais, começou a se apresentar em escolas de samba e em pouco tempo, Sandra de Sá tornou-se considerada a rainha do soul brasileiro. O sucesso para valer veio em 1980. "Demônio Colorido" ficou entre as dez finalistas e a música obteve repercussão nacional. Sua inscrição nesse festival já foi resultado da amizade entre ela e a família de Cazuza, que trabalhava como divulgador na gravadora RGE. Hoje a cantora possui 17 discos lançados e diversos prêmios.
PROJETO ARQUIVADO.