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Realizar a 18ª edição do Curta Circuito - Mostra de Cinema, no estado de Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte, Montes Claros (norte de Minas) e Araçuaí (Vale do Jequitinhonha), no período de 3 meses (02/12/19 a 21/02/20), onde serão exibidos 18 filmes em 18 programações. Conjuntamente com as sessões, haverá a confecção e distribuição de um livro de críticas. Toda a programação tem entrada franca.
A Mostra Curta Circuito nos últimos anos tem trabalhado no resgate de filmes e nomes importantes na história do cinema brasileiro. Sua linha curatorial busca identificar temáticas expressivas no cinema brasileiro, a serem investigadas sob as perspectivas históricas, artísticas, políticas e sociais. Cada temática – a ser escolhida para cada ano – possui características próprias, fomentando o debate junto ao público espectador. Além disso, cada temática é apresentada a partir de um conjunto de filmes, que dialogam entre si, tanto pelas semelhanças quanto pelas diferenças artísticas. Consequentemente, o conjunto de filmes reflete o mosaico de abordagem possíveis em uma mesma temática. Para 2019 a temática é: Fé, magia e o mistério no cinema brasileiro. Fé, magia e o mistério são elementos da alma do brasileiro. A pluralidade de religiões e até mesmo de estilos literários acabaram se fusionando e chegando às telas do cinema. A maneira com que o brasileiro se relaciona com o mundo invisível é parte expressiva de nossa identidade como povo. As produções cinematográficas que iremos selecionar atentam para a referida identidade nacional, em longas-metragens que deglutem as tendências internas e as influências estrangeiras. Consequentemente, causam no espectador a sensação de que se trata de um terreno fértil, a ser analisado. Abrigando o cinema brasileiro em toda a sua variedade histórica, temática e formal, o Curta Circuito se firma como um espaço privilegiado de pensamento e exibição do nosso cinema. Esperamos cada vez mais fortalecer no público o desejo de conhecer e ver o cinema criado em Minas e no Brasil. Classificação Indicativa Etária: 16 anos.
Objetivo Geral CONTINUIDADE na realização da mostra vide uma atuação sem interrupção desde 2001 para a formação de público para as obras brasileiras de curta, média e longa-metragem, de qualquer gênero, de qualquer época, durante um período de 3 meses (dezembro a fevereiro) tanto na capital Belo Horizonte quanto nas cidades do interior de Minas Gerais (Araçuaí e Montes Claros). Objetivos Específicos: • Exibir e resgatar obras significativas da filmografia nacional de curtas, médias e longas-metragens;• Abrir uma janela de democratização da exibição e do acesso à história da produção audiovisual de forma igualitária;• Proporcionar um olhar mais crítico do público através da linha editorial e gráfica publicada pelo projeto, potencializando e aprimorando a relação da sociedade com a produção audiovisual brasileira;• Garantir a interiorização das exibições, no intuito de consolidar um circuito estadual de circulação e debate das obras nacionais;• Estimular parcerias com órgãos, empreendedores locais e instituições dos municípios que integram a mostra para fomentar ações de audiovisual em sua região. (O Curta Circuito atinge regiões distintas de Minas Gerais: Região Central, Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas);• Manter o estímulo à formação de um circuito de exibição junto as cidades do interior do estado mineiro (nas 3 regiões distintas), valorizando o empreendedor regional, resgatando a histórica filmografia brasileira, além do intercâmbio junto a instituições visando a difusão e valorização cultural, a exemplo de museus e cinematecas que guardam a produção cinematográfica nacional.• Fidelizar ainda mais o público de todas as cidades que pertencem à grade de programação das sessões, ao universo que compõe a realização audiovisual, versando sobre as formas de produção e difusão, democratização do acesso, exibição e seus formatos e suas janelas, e para que ocupe os espaços culturais destinados a essa arte. Resultados • A partir de cada ano em que se repete, o projeto consolida uma rede de exibição, de capacitação da atividade fundamentada na prática pela permanência do Curta Circuito no interior e seu diálogo com a capital, o que resulta na existência de pontos fixos estruturados de exibição e difusão da cultura audiovisual. O resultado natural será a efetivação de uma política audiovisual em Minas Gerais a ser exercida pela articulação junto aos empreendedores locais organizados, municípios e o estado.• No reconhecimento da população sobre as obras que foram produzidas no Brasil, independente do ano, gênero ou duração, aumentando a difusão de filmes que tiveram uma importância na cinematografia nacional; • Publicação de um livro de críticas contendo ensaios sobre a produção audiovisual brasileira. Isso irá compor um acervo que já conta com 18 (dezoito) publicações - mais de 120 filmes com 70 críticas - que abordam de curtas a longas-metragens, e que serve como material de pesquisa, busca de informações, tanto de um espectador comum quanto de estudantes, pesquisadores, entre outros, que procurem conhecimento sobre a filmografia nacional. Textos que podem ser acessados também pelo site da mostra, onde estão todas as publicações, facilitando o acesso. Um legado importante, ainda mais que filmes de acervo, de décadas passadas e com pouco material de referência, foram exibidos e abordados pelo Curta Circuito e também são objetivos de sua curadoria. - Por ser tratar de um planejamento baseado numa continuidade de atuação com 18 anos, acredita-se num resultado de pelo menos 14 diretores /convidados participantes, 7 programações para BH e para cada cidade do interior num total de 21 programações exibidas para um público estimado em pelo menos 1 mil pessoas, com aproximadamente 1 mil livros impressos de criticas (distribuidos gratuitamente).
O Projeto se enquadra: NOS INCISOS do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E NOS OBJETIVOS do Art. 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O CURTA CIRCUITO é um dos raros projetos que garante o ACESSO para uma programação EXCLUSIVA E HISTÓRICA DE FILMES NACIONAIS exibida com regularidade durante meses seguidos, numa forma diferenciada dos tradicionais projetos de exibição que duram no máximo até dez dias de "intensa" programação. Criada em 2001, com exibições no "carro-chefe" que são feitas junto ao Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes (FCS) em Belo Horizonte, o projeto vem procurando atuar em regiões distintas do estado mineiro, como Norte, Jequitinhonha, entre outras, visando estimular ações para o desenvolvimento de cada local, e o aumento do público cativo que já possui. O projeto com 18 anos ininterruptos de atividades vem contribuindo de forma sistemática na difusão das obras audiovisuais mineiras e brasileiras, e de importantes encontros em sua formação qualificada de público, tendo atingido mais de 45 mil pessoas. Mais de 2.040 filmes, em mais de 810 programações, tanto na capital quanto nas cidades do interior e em outros estados. Criou oportunidades e abertura de espaços tanto para novos realizadores quanto para cineastas e artistas consagrados, como Nelson Pereira dos Santos, Andrea Tonacci, Guto Parente, Kleber Mendonça, Marília Rocha, Marcelo Pedroso, André Novais, Gabriel Mascaro, Bruno Safadi, Noa Bressane, Wladimir Carvalho, José Mojica Marins (Zé do Caixão), Kiko Goiffman, Eduardo Belmont, Beto Brant, Lirio Ferreira, Marcelo Gomes, Sylvio Lanna, Pepeu Gomes, Agnaldo Timóteo, Sidney Magal, Jean Claude Bernardet, Antônio Pitanga, Antônio Carlos da Fontoura, João Batista de Andrade, Xavier de Oliveira, Nelson Xavier, Lauro Escorel, Othon Bastos, Darlene Glória, Alfredo Sternheim, Eduardo Escorel, Clery Cunha, David Cardoso, Carlo Mossy, Nuno Leal Maia, Monique Lafond, Anselmo Vasconcellos, entre outros que já estiveram presentes nas sessões do projeto, num espaço dedicado à memória do cinema brasileiro. O acesso a nossa filmografia, especialmente das décadas de 70 a 90, é uma das grandes dificuldades, seja pela falta de cópias de difusão, seja pela não localização das obras e seus detentores de direitos. Nossa missão é de localizar e resguardar essas filmes, gerando cópias novas para que os mesmos voltem para o circuito de exibição. O Curta Circuito nos últimos anos, além de garantir um espaço à história da cultura audiovisual no país, tem o compromisso com a preservação e difusão do cinema brasileiro. O resgate curatorial de nossas programações tem feito professores solicitarem reservas de lugares para que possam levar turmas de alunos, e mais do que ver as sessões, conhecer e debater criticamente sobre os temas ofertados, permitindo o encontro das obras e até de seus realizadores ainda vivos com as novas gerações. Há anos que a mostra pública textos sobre os filmes que exibe. Contribuindo ainda mais sobre este viés, nos últimos 6 anos aprofundou sua base de informação com a criação de livros de críticas com suas programações, onde além da agenda de exibições, possui textos informativos e criticas acerca das obras que são exibidas, permitindo uma reflexão mais aprofundada sobre a história da produção audiovisual brasileira. O país carece ainda de publicações quando se trata de filmes mais antigos e não necessariamente que foram de forte apelo popular, apesar de importantes esteticamente, conceitualmente, como registro de época, costumes ou valores sociais. Assim, cada livro de crítica da mostra Curta Circuito aliado às obras relegadas ao "limbo", se torna uma referência literária que abriga o cinema brasileiro em toda sua variedade histórica, temática e formal. O Curta Circuito a cada ano se firma como um espaço privilegiado de pensamento e exibição do nosso cinema como um todo.
RECONHECIMENTOS INSTITUCIONAIS AO LONGO DA EXISTÊNCIA DA MOSTRA FÓRUM DOS FESTIVAIS "O Fórum dos Festivais tem o prazer de congregar entre seus associados a diversidade de eventos de mostras e festivais audiovisuais que contemplam o cinema brasileiro no país e no exterior. O CURTA CIRCUITO é um belo representante desta diversidade na ousadia e coragem de sua proposta permanente. Também prima pela valorização das iniciativas locais com parcerias nas cidades do circuito. E tem foco certeiro no diálogo com o público, colocando em cartaz obras de todos os tempos. É mais de uma década construindo esta marca, com credibilidade reconhecida pelo Fórum dos Festivais. Toda mostra e festival têm por princípio criar oportunidade, incentivar e fomentar o diálogo da produção audiovisual com o público. A formação de público é fator decisivo para o permanente fortalecimento do cinema nacional e afirmação dos nossos diferenciais identitários expressos na arte e entretenimento. O CURTA CIRCUITO construiu uma ligação contínua com o seu crescente público, formando cada vez mais pessoas que querem assistir aos filmes brasileiros. Com responsabilidade o CURTA CIRCUITO respeita as premissas contidas no código de ética dos festivais associados ao FÓRUM DOS FESTIVAIS, demonstrando a paixão de seus produtores para com o cinema no tratamento dedicado e respeitoso com o público, realizadores e filme. Vida longa àqueles que conquistam o seu espaço no coração do público e profissionais audiovisuais." Marilha Naccari - Presidente do Fórum dos Festivais (Gestão 2015/2017) CINEMATECA DO MAM "A iniciativa do Curta Circuito – Mostra de Cinema Permanente, passados 14 anos de sua criação, guarda algo de quixotesco, no mais encantório sentido consagrado pelo irônico termo cervantiano. Não deixa de parecer exdrúxulo, embora devesse ser um paradigma, que um espaço de exibição e cultura cinematográfica e audiovisual se preocupe a esta altura com a qualidade e natureza das cópias, com os espaços de exibição, com a atração do público, com a diversidade de olhares curatoriais, com a reflexão crítica, com o debate público, com a preservação da filmografia brasileira e com a gentileza para com todos os envolvidos. E isto sem ser uma instituição rica, e voltada basicamente para si mesma, como marketing e como forma de poder, ou possuidora de uma infra-estrutura própria, que raramente e generosamente compartilha com terceiros seus espaços com propostas positivas e criativas. Longe desse enquadramento, o Curta Circuito nem mesmo é, de fato, em espaço permanente, próprio, regular. É uma pequena rede de apaixonados por cinema que expressam seus interesses de forma profissional, engajada, afetuosa, através de uma rede física de espaços, sessões, momentos, que transitam de lugar para lugar, sem se fixar propriamente em nenhum deles. É uma idéia, antes de ser uma realidade já longeva e de resultados impressionantes para o contexto tão adverso a uma cultura cinematográfica livre de preconceitos que vivemos no século XXI. Uma idéia luminosa e necessária para a oferta (democratização) de um cinema do presente, do passado e do futuro. Que o circuito se expanda, multiplique, dê frutos. Parabéns!" Hernani Heffner - Conservador Chefe - Cinemateca do Mam e ex Presidente da ABPA (Associação Brasileira de Preservação Audiovisual) - 2015 CEMIG “É com muito prazer que a Cemig tem a oportunidade de patrocinar, pelo quarto ano consecutivo, a Mostra Curta Circuito. A importância do Evento, já consolidado como referência no resgate da memória da produção audiovisual do Estado, é inquestionável, e cria a cada edição, novas e únicas oportunidades para o público mineiro participar de um momento voltado para a fomentação da cultura nacional.E o projeto, assim como a Cemig, emula o jeito mineiro de ser, tradicionalmente, preocupado com a preservação e valorização da cultura local e nacional, proporcionando ao público um olhar mais crítico através da linha editorial e gráfica assumida, potencializando e aprimorando a relação da sociedade com a produção audiovisual brasileira.Além disso, há a valorização do empreendedor regional, por meio do estímulo à formação de um circuito de exibição junto às cidades do interior mineiro, que tanto tem a mostrar.Por fim, a Cemig assume, mais uma vez, seu compromisso com a mineiridade, com a cultura, com a tradição e com a preservação dos valores culturais do Estado, e se sente honrada em mais uma vez, ter sido privilegiada com essa participação." Empresa Incentivadora da Mostra desde 2011 Cronograma de Exibição Proposto (Detalhado) Outubro 2019Belo Horizonte - Exibição segunda-feira às 20h (datas das exibições: 07, 28)Araçuaí - Exibições quinzenais às sexta feira às 19h (datas das exibições: 11, 25)Montes Claros - Exibições quinzenais aos sábado às 19h (datas das exibições: 12, 26)OBS: As datas poderão sofrer eventualmente alterações. Novembro 2019Belo Horizonte - Exibições quinzenais as segundas feiras às 20h (datas das exibições: 11, 25)Araçuaí - Exibições quinzenais as sextas feiras às 19h (datas das exibições: 08, 29)Montes Claros - Exibições quinzenais aos sábados às 19h (datas das exibições: 16, 30)OBS: As datas poderão sofrer eventualmente alterações. Dezembro 2019Belo Horizonte - Exibições quinzenais as segundas feiras às 20h (datas das exibições: 02, 16)Araçuaí - Exibições quinzenais as sextas feiras às 19h (datas das exibições: 06, 20)Montes Claros - Exibições quinzenais aos sábados às 19h (datas das exibições: 07, 21)OBS: As datas poderão sofrer eventualmente alterações. Janeiro 2020Belo Horizonte - Exibições quinzenais as segundas feiras às 20h (data da exibição: 13)Araçuaí - Exibição na sexta-feira às 19h (data da exibição:17)Montes Claros - Exibição no sábado às 19h (data da exibição:18)OBS: As datas poderão sofrer eventualmente alterações.
Livro de Crítica: Capa: 36x25cm, 4x4 cores, Tinta Escala e Prova Digital Epson.Miolo: em Torno de 128 págs, 17x25cm, 2 cores, 4x4 cores, Tinta Escala e Prova Digital EpsonLombada:10mm, Dobrado(Miolo), Pacote, Lombada Quadrada PUR, Colar, Dobrado, Corte/vinco. OBS: papel e acabamentos serão definidos após a proposta do designer. Tiragem: 1000 Unidades
O projeto não restringe qualquer tipo de público, sendo a entrada gratuita em todas as sessões, em todos os pontos de exibição. O intuito é manter um espaço permanente para apresentação de obras audiovisuais de curta, média e longa metragem. Todos os participantes portadores de alguma necessidade especial que vão às sessões são tratados de forma igual a outros espectadores no direito a se expressar, falar e estar presente ao evento. O público obtido até hoje pelo projeto tem sido bem diferenciado, conquistando pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais, como houve registro de deficientes auditivos presentes às sessões e debates temáticos. O projeto acontece em espaços onde o acesso aos portadores de necessidades especiais é garantido: Há reservas de lugares dentro do cinema e auditório para cadeirantes e obesos, com rampa de acesso. Porteiros e Produtores locais são orientados a encaminhar e priorizar o acesso, e hoje a mostra tem como espectadores fiéis às sessões (mesmo sem ser temáticas) do projeto. Ferramentas de inclusão Em 2019 o Curta Circuito apresentará sua programação, onde serão exibidos filmes: - Uma sessão com LEGENDAGEM DESCRITIVA permitindo acesso às pessoas com deficiência auditiva; - Uma sessão com LIBRAS. - Um Texto em BRAILLE
Por principio o projeto distribui livros e ingressos gratuitamente em todos os pontos de exibição. A localização também é outro fator considerado neste aspecto. Cada local articulado tem características distintas, que vão desde uma sala de cinema a um centro cultural, da capital do estado a outra cidade como Araçuaí, que está no Vale do Jequitinhonha, região notadamente carente em Minas Gerais. Assim todos os espaços - seja público ou privado - estarão na sistemática que identifica o tipo de público em cada região e considera as sessões que serão programadas, até como para melhor idade ou infantil, e estabelece parcerias com instituições, escolas, etc. Todos os pontos, sem distinção, recebem banners, livros de crítica e DVDs autorados, e uma sistematização que inclui a divulgação de forma abrangente atingindo escolas, bares, pontos de grande circulação de pessoas, etc. Visa também gerar oportunidade ao realizador pelo fato que até produções audiovisuais originadas destas cidades que são parceiras, podem entrar na programação, sendo exibidas em BH e nas outras cidades, demonstrando ser uma relação de “mão-dupla” com valorização da cultura local. Desta forma toda a população de cada lugar pode frequentar as programações, pois a entrada é franca, bem como é avaliado a questão de acessibilidade de portadores de deficiência física. E há um estímulo ao próprio empreendedor local, pois este profissional passa a receber do projeto uma remuneração financeira para que desenvolva suas atividades, bem como passa a fazer parte de uma equipe, trocando experiências e apreendendo a sistemática que envolve todo o processo de exibição do audiovisual brasileiro. Com a ação de exibição um planejamento interligado é proposto junto aos pontos de exibição, a igualdade de oportunidades geradas a cada população e profissionais de cada cidade fica demonstrada, pois cada ponto faz parte de um “processo” em rede. Haverá somente as exibições e as entregas dos livros de crítica para o público. OFICINA -como Contrapartida Social: Fé, Magia e Mistério no Cinema Brasileira. PROFESSOR/OFICINEIRO- João Carlos de Almeida Rodrigues CARGA HORARIA: 8horas/aula NUMERO:300 BREVE CURRICULO OFICINEIRO João Carlos Rodrigues nasceu em julho de 1949, no Rio de Janeiro. É jornalista e pesquisador. Trabalhou na Embrafilme (1978-81), na Fundação Rio (1982-93), TV Globo (1994-1998), Biblioteca Nacional (1999-2003), Ancine (2004-2008) e CTAV (2010-12). Foi editor da revista Filme Cultura (1979-81) e posteriormente do Conselho de Redação (2010-12). EMENTA: A oficina versará sobre o mesmo tema da mostra curta circuito de 2019: “fé, magia e mistério no cinema brasileiro”. Além de frequentar os debates que acontecerão após a exibição de cada filme, o público também poderá se aprofundar no tema através da oficina. Desta forma, o Curta Circuito aumentará a sua interação com o público, promovendo formação e capacitação técnica. O palestrante abordará questões cinematográficas, literárias e sociológicas, permitindo uma reflexão profunda sobre o tema, que é parte indissociável da cultura brasileira. PÚBLICO: Estudantes de cinema e público em geral PROGRAMAÇÂO: 1 dia de oficina, com 4 horas de atividades no turno da manhã e 4 horas no turno da tarde. RECURSOS DIDÁTICOS: Aulas expositivas, com exibição de trechos de filmes, comentários sobre textos teóricos e literários, indicação de bibliografia e realização de debates que fomentem a interação entre o oficineiro e o público.
Le Petit Comunicação Visual e Editorial Fundada em 2011 em Minas Gerais. A empresa é voltada para assessoria de projetos na área cultural, produção editorial, desenvolvimento e acompanhamento estratégico de marcas e identidades visuais, tendo atuado em projetos como Curta Circuito, CINEFoot - Festival Internacional de Cinema de Futebol, SESI Mostra Indústria, Imagem dos Povos - Edição Mulheres, entre outros. Desde 2011 é realizadora através de sua sócia Daniela Fernandes Alves, da Mostra Curta Circuito. Nesta edição, a proponente-diretora pretende continuar a gestão do projeto, dirigindo todas as etapas das atividades do evento. Coordenará a equipe desde a criação da identidade visual temática desta edição, até a etapa de conclusão. Coordenará reuniões com designes, advogado, produtores, curadora, contador, etc e nos momentos de viagens de relações institucionais com órgãos, cidades e locais de exibição. Desta forma, a capacidade comprobatória de atuação do currículo da empresa respalda-se também no currículo de sua sócia–diretora Daniela Fernandes Alves. Daniela Fernandes Alves - Diretora GeralFormação profissional: Pós Graduação - MBA em Gestão Cultural - Centro Universitário - UNA - BH (2008); Formada em Comunicação Social, habilitação em Produção Editorial - Faculdades Promove - BH (2006); Encontro de Documentaristas "Eternidade do Cotidiano", Salvador, BA (2012); Seminário Trajetória do Movimento Cineclubista Brasileiro em Dois Momentos, Coordenação do seminário realizado em Pitangui durante a 1ª Mostra de Cinema de Pitangui (2010); Seminário Circuito em Construção – Seminários Estaduais para Auto – sustentabilidade de Circuitos Alternativos de Exibição, Coordenação em MG; Relato e Publicação de experiências em Exibição Cultural no estado de MG (2008).Experiência Profissional: Diretora da Mostra: Curta Circuito - Mostra de Cinema Permanente, desde 2011 e Coordenadora de Programação do Cinefoot - Festival Internacional de Cinema de Futebol - Edição MG, desde 2013; Membro da banca de seleção dos candidatos à Escola de Cine y TV de San Antonio de Los Baños-CUBA, (2015,2018); Recebeu os prêmios: Medalha de Prata - Design Informativo - Brasil Design Awards 2018- Material de Divulvação para Mostra Curta Circuito 2017 - equipe: Coord. Editorial; Mention D’Hounner pela restauração do filme Tostão, a Fera de Ouro, durante o FICTS – Federation Internacionale Cinema Television Sportifs em Milão, Itália(2014). Coord. de logística do Encontro de Documentaristas "Eternidade do Cotidiano", Salvador, Bahia, 2012; Coord. do Dia do Documentário, ABD Nacional, 2011; Membro da Comissão do Edital do Audiovisual de Pernambuco, na categoria de Curtas, 2011; Membro da Comissão do Edital Catarinense de Cinema-Fundação Catarinense de Cultura-FCC (2010); Coord. pela ABD Nacional dos Cines das ABDs (Edital Cine Mais Cultura - 2010 e 2011); Oficineira do Cine Mais Cultura - Edital do Ministério da Cultura (2008/2009/2010); Membro da Comissão de Pontos de Cultura do Governo de Estado de MG - Edital Estadual (2009); Diretora de Comunicação da ABD Nacional (2009/2012); Membro da Comissão do Edital Microprojetos Mais Cultura no Estado de MG (2009); Diretora do CNC - Conselho Nacional de Cineclubes - (Gestão 2008/2010) e Presidente da Associação Curta Minas/ABD-MG (Gestão 2009/2010/2011). Foi secretaria geral do Fórum dos Festivais (Fórum Nacional de Organizadores de Eventos Audiovisuais Brasileiros). Membro da Câmara da Industria Audiovisual de Minas Gerais na FIEMG (desde 2016); Membro da FICTS - Federation Internacionale Cinema Television Sportifs - Itália desde 2018. Cláudio Constantino Barbosa - Produtor ExecutivoFormação profissional: Bacharelado em Artes com habilitação em Cinema de Animação (2004) e em Desenho (1997) - Escola de Belas Artes da UFMG; Disciplinas isoladas de Mestrado - Tópicos Especiais em Artes Visuais - Cinema Expandido – Módulos I e II - UFMG - (2005/2006); Seminário: Cinema Nacional e Educação promovido pelo Centro de Referência Audiovisual - CRAV - da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de BH - EBA (UFMG) através do apoio da SAv/FNC/MinC (2004); Fórum Técnico “Cultura: Política e Financiamento”- Assembléia Legislativa de MG (2004).Experiência Profissional: Coordenador Executivo do Curta Circuito - Mostra de Cinema Permanente (BH e cidades do interior), desde 2005; Sócio proprietário da empresa “Mascote” de atuação cultural; Produtor Executivo do Projeto de oficinas de Audiovisual SESI Mostra Indústria, 2011/2015; Membro da banca de seleção dos candidatos à Escola de Cine y TV de San Antonio de Los Baños - CUBA, desde 2014; Membro da Comissão de seleção do Edital de produção de Curtas IRDEB (BA), 2010; Prêmio Mention D’Hounner pela restauração do filme “Tostão, a Fera de Ouro”, durante o FICTS - Federation Internacionale Cinema Television Sportifs em Milão, Itália, 2014; Oficineiro do projeto “Cine Mais Cultura” do Programa Mais Cultura do Governo Federal/MinC - SAv Cinemateca Brasileira e o CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, 2009; Coord. do Projeto de Oficinas de Aprimoramento Técnico e Artístico em Audiovisual no Estado de MG (FEC) da SEc de MG, 2009 e Fundação Municipal de Cultura de BH, 2008; Coord.r do Projeto “Curta o Acervo - Pesquisa e Memória do Audiovisual Mineiro de Curtas e Documentários” (FEC) da SEc de MG, 2008; Coord. da Jornada Nacional de Cineclubes, 2008; Produtor Executivo do II Prêmio Estímulo ao Curta Metragem - Ass. Curta Minas/ABD-MG - (7 curtas em 35 mm e 10 vídeos minuto) LEIC, 2005; Membro da Comissão de seleção do Edital 3 do Concurso de Curta-metragem em Animação da Secretaria do Audiovisual (Sav) do Ministério da Cultura, 2004; Coordenação de Produção da 3ª Mostra Curta Minas, 2003; Coordenador de Produção do Curso Memória e Cinema - SMC de BH e a UFMG, 1999/2000; Realizador de vídeos, documentários, mostras, projetos de preservação de acervos e oficinas de capacitação além de júri e membro de editais de fomento e mostras audiovisuais. Membro da Câmara da Industria Audiovisual de Minas Gerais na FIEMG (desde 2016); Membro da FICTS - Federation Internacionale Cinema Television Sportifs - Itália desde 2018. Andrea Lucia de Araujo Cavalcanti Ormond - Curadora Formação Profissional: Graduação em Letras (2000) e Graduação em Direito (2007) - PUC/RJ. Curadora do Curta Circuito – Mostra de Cinema, desde 2017; Autora do livro Ensaios de Cinema Brasileiro: Dos Filmes Silenciosos ao Século XXI, Editora Estronho (2016); Autora do blog Estranho Encontro (http://estranhoencontro.blogspot.com/): 2005-presente;Colaboradora da Folha de São Paulo 2017-presente; Colaboradora da Revista Cinética (http://www.revistacinetica.com.br/): 2010-presente; Membro do Conselho Editorial e Colaboradora da Revista Zingu (2006-2010); Autora do texto “Carlos Hugo Christensen: Desvendando o Enigma”, no catálogo da Retrospectiva Carlos Hugo Christensen (2015); Autora de crítica sobre o filme “Cassy Jones, O Magnífico Sedutor”, no catálogo do 16o Festival do FilmeDocumentário e Etnográfico de Belo Horizonte – forumdoc.BH (2012); Autora do texto “As Musas da Pornochanchada”, no catálogo da Mostra 20XPornochanchada – Caixa Cultural-RJ (2011); Autora da crítica sobre o filme “Trinta Anos Esta Noite”, no livro Os Filmes Que Sonhamos (coletânea de críticas), Editora Lume Filmes(2011); Colaboradora da Edição no 50, marco da nova fase da Revista Filme Cultura (2010); Autora do texto “A Mulher no Cinema Popular da Boca do Lixo”, no catálogo da Mostra 1a Retrospectiva do Cinema Paulista: da Vera Cruz à Retomada - CCBB-SP (2009);Colaboradora na Revista Freakium! (2006-2007); - Consultora para o livro Família: Perguntas e Respostas, Mescla Editorial, São Paulo (2007); Autora do livro Longa Carta para Mila, Edições GLS (2006); Autora do conto “Berenice, Berenice”, no livro Elas Contam, Editora Corações e Mentes (2006). PROFESSOR/OFICINEIRO- João Carlos de Almeida Rodrigues João Carlos Rodrigues nasceu em julho de 1949, no Rio de Janeiro. É jornalista e pesquisador. Trabalhou na Embrafilme (1978-81), na Fundação Rio (1982-93), TV Globo (1994-1998), Biblioteca Nacional (1999-2003), Ancine (2004-2008) e CTAV (2010-12). Foi editor da revista Filme Cultura (1979-81) e posteriormente do Conselho de Redação (2010-12).
PROJETO ARQUIVADO.