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Reedição revista e ampliada, publicação, reprodução de 2.000 exemplares da obra A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura rural e urbana nos Campos de Lages _ Santa Catarina, séculos XVIII e XIX, de autoria do arquiteto e urbanista Fabiano Teixeira dos Santos, originária de pesquisa sobre historiografia da arquitetura da Região Sul do Brasil, com ênfase na casa urbana e rural da Região Serrana de Santa Catarina em seu período histórico inicial.
SINOPSE DA OBRA “A CASA DO PLANALTO CATARINENSE: ARQUITETURA RURAL E URBANA NA REGIÃO NOS CAMPOS DE LAGES, SÉCULOS XVIII E XIX”. AUTOR: FABIANO TEIXEIRA DOS SANTOS INTRODUÇÃO Apresenta o tema desenvolvido na obra por meio de uma breve caracterização geográfica e histórica da área em que se localizam as edificações estudadas, e destaca a relevância do trabalho, no sentido de identificar, caracterizar e analisar o acervo arquitetônico composto por residências rurais e urbanas erguidas nos primeiros dois séculos de ocupação da região dos Campos de Lages, no Estado de Santa Catarina. Discorre sobre a metodologia utilizada no desenvolvimento do trabalho (saídas de campo para realização dos levantamentos arquitetônicos e fotográficos, pesquisa em arquivos, bibliotecas, museus e acervos diversos, revisão bibliográfica, etc.) e ressalta sua pertinência com relação ao significado patrimonial dos imóveis levantados, na condição de bens culturais, apontando para a necessidade de seu reconhecimento e preservação como elementos de identidade e memória do Ciclo Tropeiro no Sul do Brasil. 1.CAMINHOS E TROPEIROS NO PLANALTO MERIDIONAL DO BRASIL Capítulo inicial que contextualiza a área em que se localizam as edificações estudadas em seus aspectos geográficos e históricos, subdividido da seguinte maneira: 1.1 Caracterização do território: o planalto das araucárias 1.2 A abertura do caminho Viamão-Sorocaba e o ciclo das Tropas 1.3 Novos caminhos: a ligação com o litoral e a vereda das Missões 1.4 Abertos os caminhos, sesmarias dão origem às fazendas 1.5 Fundação da vila pioneira: Nossa Senhora dos Prazeres das Lages 1.6 Surgem outros povoados 2. ARQUITETURA NOS CAMPOS DE LAGES, SÉCULOS XVIII E XIX Capítulo que passa a desenvolver propriamente o tema trabalhado, focando a Arquitetura sob diversos aspectos julgados fundamentais para a compreensão das edificações estudadas, sendo subdividido da seguinte forma: 2.1 Tradição portuguesa e formação da identidade arquitetônica luso-brasileira 2.2 A casa numa sociedade pastoril e escravista 2.2.1 A pecuária e a sociedade que ela produziu 2.2.2 Trabalhadores escravizados 2.3 Materiais, técnicas e sistemas construtivos: adaptando a tradição 2.3.1 Casas de araucária, “completa expressão do planalto de Santa Catarina” 2.3.2 Pedra, barro e cal: o emprego da alvenaria 2.3.3 Ausência do pau-a-pique e da taipa de pilão 2.3.4 Fachadas, telhados e ornamentação 3. A CASA DE FAZENDA Dando continuidade à abordagem do tema, este capítulo trata especificamente da arquitetura rural, destacando as casas de fazenda dos Campos de Lages e os diferentes aspectos envolvidos na sua configuração. Encontra-se assim subdividido: 3.1 Implantação do conjunto edificado 3.2 Configuração da casa de fazenda: dois modelos 3.2.1 Algumas variantes 3.3 Cozinhas 3.4 Capelas 3.5 Construções utilitárias e de apoio à produção 3.5.1 Galpões 3.5.2 Senzalas 3.5.3 Corredores, muros e mangueiras de “taipa de pedra” 4. CASAS URBANAS Capítulo que trata especificamente da arquitetura urbana, encontra-se subdividido da seguinte forma: 4.1 Origem e evolução do traçado urbano de Lages 4.2 As posturas e a regulamentação da construção no meio urbano 4.3 Casas térreas, de porão alto e sobrados 4.4 Moradias e armazéns: a atividade comercial associada à residência 4.5 Novos tempos no raiar do século XX CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao término da obra, apresenta algumas constatações, destacando a importância que tiveram para o seu desenvolvimento a análise das construções remanescentes identificadas na área em questão e a pesquisa documental e iconográfica. Considera o papel fundamental da atividade pastoril e do latifúndio, resultantes da existência de uma aristocracia dominante e dependente de trabalhadores escravizados na configuração das habitações implantadas tanto no meio rural como urbano entre os séculos XVIII e XIX (Capítulos 2, 3 e 4). Esses elementos, interdependentes e relacionados a questões de ordem cultural, em que pesou a tradição construtiva introduzida no território pelo colonizador português e a força das posturas municipais regulando o construir e o habitar no ambiente urbano, foram de fato estruturadores do espaço construído, e muito particularmente, das residências concebidas nos Campos de Lages. Discorre ainda sobre as informações levantadas quanto às questões tecnológicas da Arquitetura, os aspectos relativos aos materiais e sistemas construtivos empregados, a original utilização da madeira de araucária nas moradias, a manutenção da alvenaria tradicional e a raridade da taipa de pilão e do pau-a-pique, questões abordadas no Capítulo 2. Por fim, destaca novas perspectivas e as possibilidades de continuidade das pesquisas envolvendo a arquitetura da região do Planalto Catarinense, chamando atenção para a importância do tema no que diz respeito ao desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao restauro e à preservação das edificações históricas estudadas, quanto Patrimônio Cultural da maior relevância.
Geral - Promover novos subsídios para o aprofundamento do conhecimento e registro histórico das antigas construções, referentes à arquitetura catarinense, particularmente daqueles ligados às peculiaridades da casa rural e urbana nos Campos de Lages _ Santa Catarina, nos séculos XVIII e XIX, visando contribuir para preservação e difusão deste importante patrimônio cultural. Específicos - Reeditar e publicar a obra A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura rural e urbana nos Campos de Lages _ Santa Catarina, séculos XVIII e XIX. - Reproduzi-la em 2.000 exemplares. - Distribuir gratuitamente 400 exemplares às bibliotecas públicas, educandários da região objeto da pesquisa e universidades do Brasil. - Divulgar a publicação dando-lhe maior acesso e visibilidade.- Promover ações formativas culturais, como contrapartida social do projeto, por meio de vídeo palestra sobre o tema do livro e difusão gratuita por meio do site do projeto, redes sociais do autor e autorização gratuita para veiculação pelas TVs públicas de SC.
O presente trabalho, para a reedição da obra "A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura Rural e Urbana na Região nos Campos de Lages, séculos XVIII e XIX", está sendo proposto considerando a demanda pela primeira edição. Em poucos meses após seu lançamento em 2015, esgotaram-se os 1.000 exemplares, distribuídos gratuitamente às bibliotecas de escolas, universidades e instituições ligadas, sobretudo, às áreas de arquitetura e preservação do patrimônio cultural, bem como a pesquisadores do tema. Portanto, a proposta de recolocar o livro à disposição dos estudiosos e interessados em geral, inclusive destinando parte dos exemplares para a comercialização a um custo acessível, como estímulo à aquisição (foram muitos pesquisadores e estudantes universitários que manifestaram seu interesse em adquirir um exemplar para si, podendo assim manusear a obra e tendo-a sempre à mão em seus acervos), visa ampliar ainda mais o alcance bem sucedido da primeira edição. Estar-se-á mais uma vez contribuindo com subsídios para o aprofundamento do conhecimento referente à arquitetura catarinense e do sul do Brasil, em particular aos modos construtivos do século XVIII e XIX. Importa destacar ainda que se propõe uma segunda edição revista e ampliada, uma vez que novos elementos e informações foram levantadas após a primeira edição, as quais julgamos de grande importância, por enriquecerem o material já disponibilizado, complementando-o e melhorando-o. Da mesma forma como elencado para o projeto da primeira edição, destacamos os seguintes aspectos que justificam a proposição desta segunda edição: - As referências bibliográficas específicas sobre a historiografia da arquitetura brasileira e catarinense são em geral escassas e de difícil acesso, mesmo nos meios acadêmicos (em geral restringem-se a monografias, dissertações e teses na maioria das vezes nunca publicadas). - A arquitetura da Região Sul do Brasil, de grande importância histórica, também está a exigir registros técnico-científicos urgentes, uma vez que as profundas transformações principalmente no meio urbano tem rapidamente provocado a alteração e mesmo a perda de suas características originais, as quais lhes conferem grande significado para a identidade e a memória. - As construções típicas do início e consolidação da "Civilização do Serra Acima" (região de Lages _ SC e entorno, nos séculos XVIII e XIX), com suas bases na arquitetura colonial portuguesa e no modo de produção agropastoril e escravista oriundo do Sudeste brasileiro, adaptado às condições físicas dos campos de altitude, estão desaparecendo da paisagem, com pouquíssimos registros iconográficos e prejuízos incalculáveis ao patrimônio cultural do país. - Impõe-se a necessidade do registro e do aprofundamento do conhecimento da arquitetura regional do Sul do país, como forma de preservação e difusão de sua riqueza simbólica e também como forma de exposição para fins turísticos e culturais.
Livro “A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura Rural e Urbana na Região dos Campos de Lages, séculos XVIII e XIX” 2ª Edição. QUANTIDADE 2.000 unidades CAPA Papel triplex 300g / 4 x 0 cores / verniz total Formato da Capa aberta 21x68 cm (com 2 orelhas de 8cm) MIOLO 256 páginas Formato fechado 21x24 cm, aberto 21x48 cm Papel couché fosco 150g / 4 x 4 cores (com verniz BD) Acabamento costurado
- Para o produto "Livro" a medida que será adotada para promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência visual e deficiência auditiva é a disponibilização gratuita do livro em formato digital, por meio do desenvolvimento de uma web site do projeto onde será disponibilizado arquivo digital da publicação que possa ser reconhecido e acessado por softwares leitores de telas e ou tecnologia assistiva, conforme o §2º do Art. 68 da Lei 13.146 de 06 de julho de 2015. Da mesma forma, a publicação digital é uma medida à acessibilidade física, pois o livro pode ser acessado no espaço e no dispositivo eletrônico mais adequado à pessoa com deficiência.- Para atender as "Contrapartidas Sociais", haverá disponibilização gratuita da vídeo palestra sobre o conteúdo do tema do livro, com duração de até 50 minutos, tendo como medida de acessibilidade aos portadores de deficiência auditiva a inserção de legenda no vídeo. A vídeo palestra, por ficar disponível em formato on-line (website do projeto e redes sociais do autor) permitirá o acesso ao conteúdo às pessoas com mobilidade reduzida.
O Plano de Distribuição do projeto visa assegurar a ampliação do acesso aos produtos, atendendo o Art. 20 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania, conforme segue: - 400 exemplares - 20% (vinte por cento) - exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social e educativo às bibliotecas públicas, educandários da região objeto da pesquisa e universidades do Brasil; - 200 exemplares - 10% (dez por cento) - para comercialização no valore de R$ 35,00; - 200 exemplares - 10 % (dez por cento) - para distribuição gratuita por patrocinadores; - 200 exemplares - 10 % (dez por cento) - para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - 1.000 exemplares - 50% (cinquenta por cento) - para comercialização no valor de R$ 50,00 (cinquenta reais); Em complemento, o proponente está prevendo a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: - Para democratização de acesso ao produto "Livro" será disponibilizada na internet a publicação em formato digital para download gratuito; - Para democratização de acesso das "Contrapartidas Sociais" será permitido a captação de imagens das 10 palestras em faculdades de Arquitetura e Urbanismo no Estado de Santa Catarina e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Fabiano Teixeira dos Santos - função: Autor dos textos da publicação. Atualmente é Professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC. Atuou como Professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, nas disciplinas de História da Arquitetura e do Urbanismo I e Urbanismo e Arquitetura Brasileira, de fevereiro de 2014 a dezembro de 2017. - Arquiteto e Urbanista do Escritório Técnico de Laguna/Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN/SC, de julho de 2014 a julho de 2017. - Arquiteto e Urbanista da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundação Catarinense de Cultura - FCC, de janeiro de 2013 a julho de 2014. - Professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Sociedade Educacional de Santa Catarina - SOCIESC, nas disciplinas de História da Arquitetura e da Cidade, Arquitetura Brasileira, Arquitetura Catarinense e Projeto de Restauro de edificações e sítios históricos, de setembro de 2011 a março de 2014. - Chefe do Escritório Técnico de São Francisco do Sul/Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Santa Catarina - IPHAN/SC, de junho de 2011 a setembro de 2012. - Professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI, na disciplina de Arquitetura Brasileira, de outubro de 2010 a julho de 2011. - Chefe da Divisão Técnica da Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Santa Catarina - IPHAN/SC, de abril de 2007 a junho de 2011. - Arquiteto e Urbanista colaborador do Escritório Ornato Arquitetura Ltda., Florianópolis - SC, de janeiro de 2006 a abril de 2007. Além de atuar na área de Patrimônio Edificado e Restauro como arquiteto e professor, tem se dedicado ao estudo de questões ligadas à História da Arquitetura Brasileira, notadamente, às contribuições portuguesas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, resultando em trabalhos apresentados em congressos e seminários, bem como publicados na forma de artigos e no livro "A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura rural e urbana nos Campos de Lages, séculos XVIII e XIX" (2015). Públio Sartori - função: Edição dos textos. Publicitário e produtor cultural, sócio diretor da empresa Super Nova Comunicação e Cultura. Nos últimos anos participou da execução de diversos projetos, dentre os quais a publicação do livro A Casa do Planalto Catarinense: Arquitetura Rural e Urbana nos Campos de Lages, séculos XVIII e XIX, viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem experiência na área de produção cultural, com ênfase em produção editorial. Sérgio Gregório Sartori - função: Coordenação Geral do projeto. Administrador formado pela Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC (2014), cursou MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas - FGV (incompleto), cursou licenciatura em artes cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catariana - UDESC (incompleto). Atualmente Sócio Diretor da empresa Fazer Gestão Cultural, nos últimos anos trabalhou em diversos projetos como: Produção executiva do Conexões Negócios de Impacto no Artesanato na 13ª FINNAR, gestão do Plano Anual de Atividades do Museu Hering 2013 a 2018, produção cultural da Implantação dos Espaços de Salvaguarda e Pesquisa do Museu Hering, captação de recursos para a publicação A Casa do Planalto Catarinense, dentre outros. Trabalhou como ator atuou por mais tempo nos grupos Menestes Fazê-do (Lages 1995 a 1997) e Desterrados (Florianópolis 1998 a 2002) e como dançarino no Grupo Cena 11 (Florianópolis 1998 a 2003). De 2004 a 2014 trabalhou na empresa Super Nova Comunicação e Cultura gerenciando diversos projetos, como Restauro do Palacete Galloti e Implantação do Museu Tijucas, Restauro dos Mosaicos de Martinho de Haro, Exposição Tempo ao Tempo. Tem experiência na área artística e produção cultural, com ênfase em gestão cultural.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.