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"Contos de Dona Arací, a Tartaruga Centenária", prevê apresentações de teatro musicalizado para o público infantil, resgatando a cultura popular brasileira através dos elementos cênicos como a chita, a música percussiva e trechosdaliteratura decordel. O projeto também prevê ação Formativa para Professores e comunidade em geral. Oficina (Workshop) introdutório de formação de 'Teatro-Comunicação'.
Taú, Nina e Dona Arací são melhores amigos. Dona Arací é uma tartaruga sábia e divertida, que no auge nos seus 100 anos, busca se adaptar as mudanças do mundo. Juntos eles formam o Trio Coragem, que lutam para defender tudo aquilo que ama. Quando a querida tartaruga fica doente, Taú e Nina tentam entender o que está acontecendo de tão grave. O trio Coragem, embarcam em uma aventura para construir um futuro melhor para todos.
Formação de público em teatro, difusão da cultura popular brasileira para crianças e utilização da cultura, por meio da linguagem teatral, como instrumento de difusão da cultura e conscientização. O projeto pretende deixar um legado de cultura e sustentabilidade para as gerações futuras. Objetivos específicos • Realizar até 8 apresentações teatrais; • Realizar 1 ação Formativa para Professores (Workshop). • Levar 600 espectadores a experiência de um teatro; • Apresentar para o público infantil preferencialmente alunos de escolas públicas e instituições de apoio à criança; • Utilizar elementos da cultura popular brasileira, como a chita e a literatura de cordel;
Existe uma defasagem no consumo de produtos culturais no Brasil. Em relação ao teatro, mesmo nos grandes centros urbanos, onde o número de produções é maior, o consumo ainda é baixo devido a concentração de teatros nas regiões centrais e o alto valor dos ingressos, dificultando o acesso da periferia e de pessoas com menor poder aquisitivo, fazendo do teatro um produto cultural inacessível para muitos. Além disto, há a grave questão do desinteresse das novas gerações pela produção cultural no geral, que concorre diretamente com a internet e a televisão, que são consumidas pelas pessoas no conforto de suas casas, interferindo na busca por produtos culturais na cidade. O papel da escola é fundamental nesta fase, para mostrar o que há de interessante fora das pequenas telas do mundo virtual e televisivo. O teatro tem a emoção como característica. Diferente do que se assiste através de uma tela, a realidade do teatro faz com que ator e público se reconheçam na mesma condição de ser humano, e por se tratar de representações vivas e orgânicas, sem edições ou recortes, é uma linguagem que aproxima o público do produto no momento presente, transmitindo conhecimentos, sentimentos e emoções. O projeto As aventuras da Arara Juba, que será gratuito e direcionado para o público infantil estudante de escolas públicas, surge para, acima de tudo, incentivar a ida ao teatro, além de provocar discussões acerca dos temas abordados nos espetáculos. Para a grande maioria do público, será a primeira oportunidade de consumir as artes cênicas, que pelo seu poder de transformação pode criar o interesse no indivíduo por produções culturais desde criança, para que sejam cidadãos adultos conscientes e consumidores de cultura. Atendendo ao Art. 1º da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, onde fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ainda sobre a lei nº 8.313, no Art. 3º, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Espetáculo Instrumentos: Zabumba, Violão, Berimbau e carrilhão Figurino: Nina e Taú de jardineira e tênis colorido, e Juba com corpo em malha e asas em tiras de tecido Cenário representando uma tribo e o mar. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Ação Formativa - Professores (Workshop - 1 dia - de 03 horas); - Tema: 'Teatro-Comunicação'; - Público previsto por ação: 20 pessoas; - Público-Alvo: Professores de escolas públicas.
TEATRO - Uma apresentação realizada em local com acessibilidade a pessoas com deficiência física u mobilidade reduzida; - Realizar 1 espetáculo com acessibilidade de conteúdo, com tradução simultânea em LIBRAS. AÇÃO FORMATIVA - Todas as ações serão realizadas em local com acessibilidade a pessoas com deficiência física u mobilidade reduzida; - Realizar 1 oficina com acessibilidade de conteúdo, com tradução simultânea em LIBRAS.
TEATRO: Em atenção ao art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania proposta irá adotar como ação de democratização de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; CONTRAPARTIDA SOCIAL: Em atenção ao art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania proposta irá adotar como ação de democratização de acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
ANA PRISCILA BISPO VIEIRA ME (Nome Fantasia: EMÍ CULTURAL)/Proponente: Direção geral do projeto. O proponente é responsável pelo projeto e serÁ responsável por todo o processo decisório e gerenciamento do projeto. Karol Piacentini (Atriz e Diretora) A Atriz Karol Piacentini, iniciou os seus estudos em Teatro na Oswald de Andrade em São Paulo (2007) e na Escola Técnica de Teatro Catarse (2008/2010). Fez aulas com grandes nomes como, Elias Andreato, Luciana Borghi, Flávio Guarnieri e Cristiano Burlan. Através de uma bolsa de estudos, finalizou a sua formação em Lisboa – Portugal (Escola de Actores Evoé - 2011/2012). Também estudou interpretação para cinema na Academia Internacional de Cinema (2015). Possui experiência profissional em cias de teatro desde 2008, com trabalhos em São Paulo e também em itinerâncias pelo Brasil. Participou do Projeto - Teatro Ademar Guerra nos anos de 2007 e 2009, sob direção de Reginaldo Nascimento e Fernando Bezerra. Dentre algumas peças, se destacam: "Jogo de Cintura" (2006/2007) de Marcos Caruso, montagem popular e mambembe de “Romeu e Julieta” (2008/2010) de William Shakespeare, “Cantarim de Cantará” (2011) de Sylvia Ortof; "Burundanga" e “Sacra Folia’’ (2018) ambas de Luís Alberto de Abreu. Se destacam as peças infantis, (onde a atriz pode passar por várias regiões do Brasil), “Trix e Lele” de Nanda Ruano (2011/2013 - Caminhão de Histórias - projeto itinerante por mais de dois anos); “A Semente do Reino” e “A Lenda da Semente” (2018 - autoria própria – pela Cepar Cultural). “Teve indicações para Melhor Atriz no Festival de Teatro de Santos (2010) e no Mapa Cultural Paulista (2007), onde levou os prêmios de Atriz Revelação. No Festival de Mogi das Cruzes (2011) obteve o prêmio de Melhor Atriz. Ministrou cursos de iniciação ao teatro para crianças e adolescentes, em ONGs (Grupo Caras-2009 e Casa da Paz-2011), Colégio João Friaza (2011), nos CEUs (2015) da zona sul de São Paulo e no Projeto Cultura no Bairro em São Carlos, em parceria com a UFSCAR (2011). Em 2016/2017 realizou os cursos: "Corpo Vocal" com a preparadora vocal Priscila Lavorato; participou das Oficinas: "Latinidades Musicais" no Estúdio Mawaca; “Exploração de sonoridades através de repertório tradicional de diversos países” na “Kiwi Companhia de Teatro” com o cantor e professor Roberto Moura. E também fez aulas de Canto Popular com a maestra argentina Paola Albano, no Conservatório Tom Jobim, ampliando as técnicas vocais. Em 2018, realizou a Oficina “Da Literatura ao Teatro” com Ney Piacentini; participou do laboratório de "Atuação Dramatúrgica" na Companhia do Latão; fez uma "Preparação do Método Ator Essencial", com a Denise Stoklos e participou da Oficina "Aproximação ao Distanciamento de B. Brecht" com a Laura Brauer. Atualmente faz parte do Grupo cênico-musical, “Cabaré Feminista” realizando intervenções em associações de apoio à mulheres, bares culturais e teatros de São Paulo. Atriz Vanessa Valente Atriz formada pelo Teatro Escola Macunaíma (2012) e graduada em psicologia pela UNIP (2015). No ano de 2012 cursou Introdução à Dublagem no Senac com Márcia del Mônaco e Lígia Botelho. Participou de quatro peças apresentadas no Teatro Macunaíma da Barra Funda, sendo elas: "Oz- O julgamento de Dorothy" (2012/direção de Zé Aires), uma criação coletiva baseada na Obra "O Mágico de Oz" de L. Frank Baum, como a personagem "Leão"; "A queda para o alto" (2011/direção Zé Aires), também uma criação coletiva baseada no livro homônimo e autobiográfico de Sandra Mara Herzer- uma transexual da FEBEM nos anos 80- como a personagem Vadão; "Tudo isto e o céu também" de Aziz Bajur (direção Edu de Paula, 2011) como várias personagens e "Reunião de Família" de Caio Fernando Abreu (2010/ direção de Lucas de Lucca) como a personagem Evelyn. Em 2014, integrou brevemente a Habitart Produções na Freguesia do Ó, onde participou da montagem de "A ordem do Caos" como a personagem "Anjo". Desde 2013 até o presente, vem participando de diversos curta-metragens, vídeos musicais, apresentação de programas e spots de rádio. Neste período destaca-se a participação como personagem principal do curta "Sobre nós", representando a cidade de Itapevi no Projeto Cinepoemas, que é parte da Oficina Cultural Metropolitana gerenciada pela Poiesis. Em 2016 iniciou como aprendiz de artes circenses no Circo Utopia de São Roque/SP e foi integrante da Cia Aprendizes do Tempo (2016-1017). Francielli Ramos Sampaio/Coordenadora Financeira (técnico-financeiro): Bacharel em Marketing. Licenciada em Matemática. MBA em Gestão financeira, auditoria e controladoria pela FGV. Experiência de 4 anos como gerente financeira na matriz da IE Intercâmbio no Exterior, 1 ano como gerente administrativa/financeira na Hans Matrizes Gráficas, e 1 ano como sócia administradora na Realce Comunicação Visual. Ana Priscila Bispo Vieira/Escritora: Escritora de contos infanto-juvenil. Cursando ciência da computação pela Universidade Paulista (Unip). Ator Thiago Campoi Licenciado em Educação Física pela UNISA, com habilidades naturais para a recreação e música, Thiago teve seus primeiros apontamentos para o fazer artístico. Iniciou seus estudos no Teatro com Oficinas Culturais (Embu Guaçu - 2009,2010 e 2011), atuando em peças também em inglês, (protagonizou Romeu em “Romeu e Julieta de William Shakespeare) em um projeto de teatro dentro da Skill - Escola de Idiomas. Em 2012 teve seu primeiro trabalho profissional, quando ficou em cartaz com o espetáculo “Uma Consulta” de Artur de Azevedo, com a Adaptação e Direção de Karol Piacentini. Ficou em temporada em Embu das Artes (teatro de rua) e na Cafeteria Pão de Maça (Peruíbe – SP). Entre algumas montagens, se destacam: “A Farsa da boa preguiça” de Ariano Suassuna e “Máscaras” de Menotti Del Picchia, ambas em temporada no Espaço Veneza (2013 – Peruíbe-SP). Nos anos de 2015, 2016 e 2017, Thiago fez várias intervenções artísticas em empresas de pequeno e grande porte, em projetos de conscientização em formato de entretenimento. Além do Teatro, explora a sua habilidade na música, o ator toca bateria e outros instrumentos de percussão, e já formou algumas bandas, com CDs gravados. Atualmente realiza intervenções artísticas na Empresa de Cosméticos Natura e é professor de Inglês, utilizando esse espaço, para exercer também suas atividades lúdicas. No início do ano de 2018 fez parte da “Leitura Dramática” do texto “Sacra Folia” do Luís Alberto de Abreu, sob direção de Ney Rodrigues, do Projeto do Ciclo de Leituras Dramáticas realizado pela Secretaria de Cultura de Taboão da Serra.
PROJETO ARQUIVADO.