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Produção, montagem e temporada do espetáculo "Feliz Dia das Mães", uma comédia sobre um dia das mães, em uma família não convencional.
Dona Alma é uma mulher de 70 anos que mora sozinha e trocou a cama pelo sofá só para passar as noites na sala vendo leilão de joias pela televisão. Viúva, criou os três filhos Paulo Horácio, Paola Helena e Paulo Henrique sempre por perto, mantendo assim, uma boa relação com sua família. Como de costume, ela reúne seus filhos, netos e agregados para fartos almoços de domingo. Neste em especial eles farão uma surpresa, já que é o “Dia das Mães” e todos conseguiram estar presentes. Aos poucos, um a um, vão chegando para o tão aguardado encontro e o espectador começa a perceber que os convidados não se sentem tão à vontade, mostrando assim o temperamento e caráter de cada um. Entre segredos revelados, ironias ditas sem pudor, mágoas disparadas cheias de rancor e surpresas inesperadas; está é uma família como qualquer outra, que apesar dos conflitos emocionais e ideológicos, todos se amam incondicionalmente. DONA ALMA– Muitas mães fazem tudo por seus filhos, exceto deixá-los serem eles mesmos. EUGÊNIA– A minha acha que eu vou quebrar a cara. DONA ALMA– E você, o que acha? EUGÊNIA– A profissão que eu escolhi é difícil, cheia de altos e baixos... Mas eu estou tentando. DONA ALMA– Tentar é o caminho daqueles que acreditam. E não fique triste quando alguém não te apoiar. Metade dessas pessoas não apoia nem os próprios sonhos. Uma peça que traz à tona assuntos importantes como: família, projeção dos pais em relação aos filhos e vice-versa, escolhas profissionais, conquistas, frustrações, sonhos, síndrome do ninho vazio e o mais importante, o Alzheimer. De uma forma delicada e poética, a dramaturgia se desenvolve para mostrar como um ser humano pode sofrer alterações de humor com esta doença que atinge muitos idosos em todo o mundo. Trata-se de uma história que resgata os valores familiares e diverte na mesma medida em que faz pensar, afinal será impossível não se identificar com os personagens e seus conflitos que de tão cotidianos, fará o espectador um convidado especial deste almoço de dia das mães. DONA ALMA– Dia das mães! O único dia do ano que as declarações são verdadeiras. Pelo menos para aquelas que tiveram filhos. EUGÊNIA– Não se preocupe que vai dar tudo certo. DONA ALMA– Do que você está falando? EUGÊNIA– Do almoço com os seus filhos. DONA ALMA– Que almoço é esse que eu não fui convidada? EUGÊNIA– Foi a senhora que marcou. DONA ALMA– Eu? E vem todo mundo? EUGÊNIA– Todos. DONA ALMA– Eles nunca vem, que estranho. Sempre alguém tem um compromisso mais importante. Vai ver eles pensam que eu vou morrer. É sempre assim, a gente fica velho e todo mundo quer estar perto nas datas comemorativas porque acha que pode ser a última. É importante ressaltar que esta obra fala de amor, família e união; valores definitivos na construção do caráter de um ser humano e que precisam ser explorados no teatro. Nesta atmosfera realista se desenrola a comédia FELIZ DIA DAS MÃES, a primeira investida do autor Dan Rosseto neste gênero, e também conhecido por obras de sucesso como “Nunca Fomos Tão Felizes”, “Diga que Você já Me Esqueceu”, “Enquanto as Crianças Dormem”, “Manual Para Dias Chuvosos”, “O Último Concerto para Vivaldi” e “Antes de Tudo”. DONA ALMA– Idoso não pode se divertir, hospital é tudo uma merda, nem na rua a gente pode andar porque as calçadas estão cheias de buracos. Outro dia minha amiga, aquela médica aposentada que eu não lembro o nome, mas é uma querida comigo; ela foi passar férias num resort e levou um tombo, escorregou, assim do nada. Nem se divertir a gente pode! E plano de saúde para gente da minha idade? Eu pago uma fortuna todo mês e uso muito pouco. Eu deveria usar mais, mas eu não gosto de médico, nunca gostei. Uma comédia que apesar dos lapsos de memória de nossa personagem principal, você jamais vai esquecer.
OBJETIVO GERAL - Produção e Temporada da peça teatral "Feliz Dia das Mães". OBJETIVO ESPECIFICO - Fomentar a montagem de um texto teatral inédito de um novo dramaturgo nacional contribuindo assim para o desenvolvimento e difusão da dramaturgia contemporânea. - Investir na troca de experiências entre atores veteranos e novos talentos. - Geração de 30 empregos diretos e mais diversos empregos indiretos. - Temporada de 36 apresentações na cidade de São Paulo.
"A mãe compreende até o que os filhos não dizem". É a partir desta premissa que nós contamos essa história de um encontro familiar num almoço no dia das mães. Sabemos que a família é o elo que une as pessoas, seja por amor ou pela dor. De uma forma leve, bem humorada e inteligente; este tema _ e suas relações com a sociedade, a sexualidade, o casamento e a morte; é o mote principal da peça promovendo uma reflexão imediata com o público. Além disso, é importante fomentar a ação de um teatro potente que promove o diálogo entre gerações, trazendo a cena um enredo comum a grande parte das pessoas. O texto original de Dan Rosseto _ sua primeira comédia _ se passa em um único espaço e agora. É como se a personagem principal representasse todas as mães, de todas as tradições culturais e religiosas; oferecendo ao público momentos de grande pureza, humanidade e identificação. Nesta peça DONA ALMA é uma mulher de setenta anos, algo raro na dramaturgia o que possibilita que um profissional (nesta faixa etária) consiga exercer sua profissão dignamente. Com isso, acreditamos na grande relevância do projeto, por trata-se da difusão de uma obra de um novo dramaturgo brasileiro. Uma obra que revela valores, que permeiam nosso cotidiano, colocando em pauta as alegrias, as desilusões, os dramas e as delícias da vida, as neuroses da vida urbana e o poder transformador do afeto e do prazer que se escondem no dia-a-dia. Outros temas serão abordados neste espetáculo inseridos em conflitos dos outros personagens. Entre eles: a cobrança social com um casal que optou em não ter filhos, o drama vivido pelo filho de Dona Alma ao assumir-se gay, as escolhas profissionais de cada um, os estereótipos que facilmente identificamos para rotular o outro, o vegetarianismo, a xenofobia, a solidão, além de um olhar divertido sobre a morte e o Alzheimer. O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa crônica e a forma mais comum de demência. A doença manifesta-se lentamente e vai-se agravando ao longo do tempo. O sintoma inicial mais comum é a parte de memória a curto prazo, com dificuldades em recordar eventos recentes. Atualmente estima-se haver cerca de 46,8 milhões de pessoas com demência no mundo. Este número praticamente irá dobrar a cada 20 anos, chegando a 74,7 milhões em 2030 segundo dados fornecidos pelo Relatório de 2015 da Associação Internacional de Alzheimer (ADI). Portanto, torna-se um assunto de extrema urgência e relevância, e tratar deste tema com leveza e respeito, é a nossa meta uma vez que comumente peças e filmes abordam o assunto de forma dramática e com finais nem sempre felizes. A nossa missão é provocar a reflexão, fazer rir, emocionar e sobretudo tornar o tema conhecido para um número maior de pessoas. Evoluir é caminho natural para a renovação, possibilitando que novos talentos sejam descobertos. Sendo assim, acreditamos em nossa própria literatura, uma vez que existe uma farta qualidade de novos dramaturgos, além dos já existentes, que ao contarem suas histórias, possibilitam que a nossa cultura prevaleça e gerações posteriores tenham contato com grandes obras brasileiras. A parceria entre o autor e diretor Dan Rosseto e o produtor cultural Fabio Camara, diretor da Lugibi Produções, nasce em 2011 nos bastidores da montagem de "Eles Não Usam Black-Tie" clássico do teatro nacional escrito por Gianfrancesco Guarnieri, encenado naquele ano no auditório do MuBE em São Paulo. Após esse encontro, a dupla já soma mais de 15 montagens com ótimas críticas e prêmios como: Melhor Dramaturgia para Dan Rosseto no antimusical "Enquanto as Crianças Dormem" no VI Prêmio Aplauso Brasil de Teatro, além de conquistarem também em Trilha Sonora e Melhor Produção Independente. O primeiro espetáculo "Manual Para Dias Chuvosos" recebeu indicação a Melhor Drama em 2014 no prêmio Arte Qualidade Brasil de Teatro. Os profissionais selecionados para este projeto têm em suas trajetórias artísticas experiências e importantes realizações, além de um compromisso com o seu ofício e uma gama de conhecimento necessário para comporem a ficha técnica. A direção (criação e produção) está centrada principalmente no trabalho de pesquisa, resultando sempre num espetáculo de alto nível social e intelectual. Vale ressaltar alguns profissionais que já estiveram em nossos projetos anteriores, entre eles: Kiko Pissolato, Paloma Bernardi, Teca Pereira, Bruna Anauate, Wagner Pinto, Greta Antoine, Mateus Monteiro, Gustavo Haddad, Fred Silveira, Lucas Romano, Ângela Figueiredo, Kleber Montanheiro, Miguel Briamonte, Nicole Cordery, entre outros. FELIZ DIA DAS MÃES é uma comédia ácida e trata da relação entre "mãe e filho" através do encontro de gerações em uma família que carrega muitas lembranças. O espectador é presenteado com uma história divertida e com um final surpreendente e emocionante. Conhecido por enfatizar em suas obras temas importantes do mundo contemporâneo, Dan Rosseto que em outras peças apresentou personagens cheios de personalidade ao falar sobre: bullying, artes, casamento, família, vingança, sonhos, morte assistida; aqui trata de temas como VELHICE e AZLHEMIER com maturidade e poesia. DONA ALMA_ Não consigo me conformar com a ideia de um dia olhar para vocês, esses rostos que sempre estiveram vivos em minha memória, e não saber quem vocês são.
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O projeto prevê atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, responsabilizando-se pela locação de teatros dotados de rampas de acesso e/ou plataforma elevatória, banheiros adaptados, locais para cadeirantes e acompanhantes, assentos adequados para obesos permitindo o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer. A produção do espetáculo terá um funcionário uniformizado, exclusivamente, para atendimento e informações ao público presente nos dias, sobre a localização de rampas de acesso, banheiros adaptados, locais para o cadeirante e o seu acompanhante na plateia, assim como qualquer dúvida sobre a casa. Dessa forma possibilitará a todos os espectadores um maior conforto e comodidade na sua diversão. O espetáculo realizará 02 sessões com tradução em libras.
O projeto doará 20% do total de seus ingressos à população de baixa renda, sendo instituições sem fins lucrativos (ongs, escolas públicas). Além disso será doado 10% dos ingressos aos patrocinadores e 10% destinado a divulgação. Será vendido a preço normal (no valor de R$ 60,00 reais) 50% dos ingressos e a preço promocional (R$ 30,00) 10% dos ingressos. Será realizado um ensaio aberto, gratuito, para a população, com debate após a apresentação. Contrapartidas Sociais A produção do espetáculo Feliz Dia das Mães realizará uma palestra gratuita para 480 pessoas, composta 100% por estudantes e professores do ensino médio, de escola pública da cidade de São Paulo (a escola será definida assim que a produção estiver começado). O tema da palestra será sobre Alzheimer e as suas consequências na vida do paciente e da família, pois a peça trata desse assunto.
Fabio Camara – DIRETOR DE PRODUÇÃO E ASSESSOR DE IMPRENSA. Será o responsável pelo projeto, através de sua empresa, Lugibi Produções Artísticas, executando as seguintes funções: Diretor de produção e Assessor de Imprensa. Também será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto "Feliz Dia das Mães". Produtor e assessor de imprensa atuando desde 2011 na área teatral. Produziu e assessorou os espetáculos: "Manual para Dias Chuvosos", "Antes de Tudo", “Enquanto as Crianças Dormem” (2017), “Diga que Você já me Esqueceu” (2018), “As Loucuras que as Mulheres Fazem” (2018), “Entre! A Porta está Aberta” (2018), “Eles não usam Black-Tie” (2018), “Nunca Fomos tão Felizes” (2019) e “Duosolo” (2019). Atuou como assessor de imprensa de mais de 100 peças, nos últimos 03 anos destaque para “Até que o Casamento nos Separe”,“Roleta-Russa”, “O Novo Rei de Beléleu”, “Memórias (Não) Inventadas”, “Blink”, “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo”, “Mente Mentira”, “A Dama da Noite”, “A.M.A.D.A.S”, “Hoje é Dia de Maria –O Musical”, “Palhaços”, “Operetinhado Sapato Falador”. Dan Rosseto - AUTOR E DIRETOR Diretor e dramaturgo atuando desde 1996 na área teatral. Já dirigiu mais de 30 espetáculos e tem 05 peças de sua autoria encenadas com destaque para “Ritual dos 7” (2006), “O Colecionador” (2007), “Quando as Máquinas Param” (2008), “Lisbela e o Prisioneiro –O Musical” (2015), “Tadzio” (2015), “Enquanto as Crianças Dormem” (2017), “Diga que Você já me Esqueceu” (2018), “As Loucuras que as Mulheres Fazem” (2018), “Entre! A Porta está Aberta” (2018), “Eles não usam Black-Tie” (2018), “Nunca Fomos tão Felizes” (2019) e “Duosolo” (2019). Já trabalhou com nomes como: Teca Pereira, Cleto Baccic, Fred Silveira, Caco Ciocler, Sônia Guedes, Kleber Montanheiro, Sergio Ferrara, Gustavo Haddad, Lucas Romano, Nicole Cordery, Marcia Mandredini, Thalles Cabral, entre outros. Premiado no teatro recebeu indicações e premiação por trabalhos em dramaturgia e direção; e em 2018 recebeu o troféu Nelson Rodrigues como personalidade do teatro. Luiza Curvo - CENÓGRAFA Formada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá e Direção Teatral pela UFRJ. É assistente do premiado cenógrafo Cássio Brasil, tendo assinado com ele mais de 05 espetáculos. Em 2016 assinou seu primeiro cenário no espetáculo “O Corte”. Também é responsável pelos cenográfia das peças “O Quarto Estado da Água”, “Enquanto as Crianças Dormem”, “Vox”, “Jornada de um Imbecil até o Entendimento” e “Nunca Fomos tão Felizes”. Kleber Montanheiro - FIGURINISTA Tem em sua formação experiência profissional com importantes nomes da cena artística nacional: Gianni Ratto, Patrício Bisso, Wagner Freire, Roberto Lage, José Possi Neto, entre outros. Recebeu indicações ao prêmio FEMSA por “Chapeuzinho Vermelho” (figurinos-2001); “O Rouxinol” (iluminação e figurinos-2002); “Marias do Brasil” (figurinos-2003); “Amazônica” (cenário e iluminação-2005); “O Doente Imaginário” (cenário-2007) e “Sonho de uma Noite de Verão” (figurinos e direção-2008). Ganhou o prêmio APCA 2008 por “Sonho de Uma Noite de Verão” e o prêmio FEMSA 2009 por “A Odisséia de Arlequino”, ambos de melhor diretor. Foi indicado ao prêmio CPT 2012 pela direção de “Cabeça de Papelão” e vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de “A História do Incrível Peixe Orelha”. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Wagner Pinto - ILUMINADOR Iluminador atuando desde 1984 na área teatral. Já esteve em diversas montagens e trabalhou com os principais diretores de teatro, sendo um dos principais braço direito de Gerald Thomas. Também é responsável pelas primeiras experiências teatrais do Grupo TAPA. Já trabalhou com nomes como: Yara Amaral, Paulo Betti, Fernanda Montenegro, Fernanda Tores, Bia Lessa, Beth Coelho, Daniela Thomas, Miguel Falabella, Denise Weinberg, Rui Cortês, Beth Lopes, entre outros. Ganhador do Prêmio Shell de Teatro com os espetáculos “A Máquina Tchekhóv” e “Dilúvio”. Paloma Bernardi - ATRIZ Atriz, começou a carreira em 1996 quando estreou na novela “Colégio Brasil” no SBT. Algum tempo depois, fez a novela “Os Mutantes Caminhos do Coração” na Rede Record. No mesmo ano chamou atenção da Rede Globo e fez sucesso no papel de Mia na novela “Viver a Vida” de Manoel Carlos onde interpretava a filha de Lilia Cabral. Em seguida emendou outra trama das nove horas,“Insensato Coração” de Gilberto Braga. Ainda na emissora carioca, a atriz fez sucesso no papel de Rosângela, uma das traficadas que se aliou aos traficantes na novela “Salve Jorge” de Glória Perez. Na GNT participou da série “As Canalhas”. De volta a Rede Record esteve nas tramas de “A Terra Prometida” e “Apocalipse”. Viajou o Brasil ao lado de Thiago Martins com a peça “O Grande Amor da minha vida”, comédia romântica de João Falcão e Guel Arraes, além de interpretar a Maria na super produção de “A Paixão de Cristo” de Nova Jerusalém em Pernambuco e Maria no clássico "Eles não usam Black-Tie" de Gianfrancesco Guarnieri. No cinema esteve nos longas: “Lascados”, “Apaixonados”, Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo” entre outros. Larissa Ferrara - ATRIZ Formada pela Escola Wolf Maya, atuou em mais de 10 espetáculos e trabalhou com grandes nomes como Sandra Corveloni, Mateus Monteiro, Leonardo Medeiros, Fernando Meireles e Dan Rosseto. Na TV participou das séries O Negócio da HBO e Contos do Edgar da Fox. No cinema esteve nos filmes Todas as Razões para esquecer, Carisma Imbecil e Nada a perder.
PROJETO ARQUIVADO.