| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01327233000166 | AXXO CONSTRUTORA LTDA | 1900-01-01 | R$ 48,8 mil |
O FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO é considerado um dos principais festivais de música instrumental do Brasil. Já tendo realizado 7 edições de grande sucesso de público e crítica. Toda a programação do Festival é gratuita e acontece no Vale do Capão, município de Palmeiras _ Chapada Diamantina _ Bahia. As atividades se dividem entre workshops dos músicos convidados e apresentações musicais, com palco montado para receber diversas apresentações, nos dois dias de Festival.
CLASSIFICAÇÃO LIVRE
OBJETIVO GERAL: Realizar 2 dias de festival de música instrumental, com apresentações musicais e workshops, no Vale do Capão, Chapada Diamantina _ Bahia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Ministrar 4 workshops com os artistas convidados, nos 2 dias de Festival; - Realizar 6 apresentações de música instrumental, para um público previsto em 3.000 espectadores por dia; - Realizar 1 workshop (Contrapartida Social) para alunos da escola pública municipal do Vale do Capão. -------------------------------------- DESCRIÇÃO O Festival de Jazz do Capão é um fato, já foi realizado em 7 edições (2010, 2011, 2013, 2014, 2015, 2017 e 2018). O evento reúne grandes nomes da música instrumental, da Bahia, do Brasil e também do exterior. Nos anos de 2012 e 2016 o Festival não aconteceu por falta de patrocínio. Desde de 2017 o projeto conta com o Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, através do Edital de Projetos Calendarizados 2017/2019, aportando R$ 195.000,00 de patrocínio por ano. Em 2019, será a última edição do Edital Projetos Calendarizados. E mais uma vez contamos com o patrocínio via Lei Rouanet para complementar os custos do projeto, que precisam de pelo menos R$ 80.000,00 para acontecer de forma plena. Em 2017, conseguiu uma captação via Rouanet de R$ 50.000,00 e em 2018 uma captação de R$ 32.000,00. Em anexo segue o orçamento de Outras Fontes, referente ao financiamento do Fundo de Cultura / Secretaria de Cultura da Bahia. Com isso, estamos cadastrando na Rouanet o complemento dos custos do projeto do FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, para realizar as atividades no Vale do Capão, 4 workshops e 6 apresentações musicais. Assim, o valor proposto à Lei Rouanet para este projeto é de aproximadamente R$ 80.000,00 (oitenta mil reais). Com o Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia já foram iniciadas a pré-produção do evento e será possível pagar grande parte dos custos de produção. Porém alguns custos de produção e toda a etapa de pós-produção precisa de complemento de verba que buscamos via Lei Rouanet. A programa pretendida são de 2 dias de Festival: 1º dia _ 2 workshops gratuitos, às 14hs e 16hs; 3 apresentações musicais, a partir das 21hs. 2º dia _ 2 workshops gratuitos, às 14hs e 16hs; 3 apresentações musicais, a partir das 21hs. Toda programação do FESTIVAL acontece no Vale do Capão, distrito de Caeté-Açú, município de Palmeiras, localizado na Chapada Diamantina _ Bahia. Nesta edição do FESTIVAL a programação pretende contar com nomes como Nelson Veras, Quartinas, Luã Almeida, além das apresentações local na Mostra Capão e na Mostra EMUS, em parceria com a Escola de Música da Universidade Federal da Bahia. O Festival também contará com uma atração internacional, a banda alemã Kapelle 17, que já articulou as passagens aéreas da banda através de uma parceria com o Governo da Alemanha.
O projeto FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO enquadra-se em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91. Os Objetivos do Art. 3º em que se enquadram o projeto são: - incentivo à formação artística e cultural, mediante: concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A cada ano as dificuldades para se manter um festival de música instrumental aumentam. A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia não abre editais na área de música há 3 anos e as expectativas do Festival de Jazz acontecer novamente em 2020 são pequenas. Mesmo já tendo realizado 7 edições do FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, a equipe do projeto continua na batalha diária. O Apoio Financeiro da Secretaria de Cultura da Bahia garante 60% do valor total do projeto, apenas para o ano de 2019. Nas duas primeiras edições do FESTIVAL, que contou com o patrocínio do Ministério da Cultura, o Vale do Capão pôde conferir as apresentações: em 2010 de Hermeto Pascoal, Mou Brasil, Toninho Horta, Grupo Garagem, Banda de Boca, Coral do Capão, Grupo Instrumental do Capão; e em 2011, as apresentações foram de Naná Vasconcelos, Orkestra Rumpilezz, Viola de Arame, Jaques Morelenbaum Cello Samba Trio, Ivan Lins, Jurandir Santana e Grupo, Carlos Malta e Pife Muderno. Em 2013 e 2014, o Programa Petrobras Cultural foi o patrocinador, possibilitando trazer para o evento nomes como: Munir Hossn, Gabriel Grossi, Letieres Leite Quinteto, Grupo Instrumental do Capão e João Bosco, em 2013; e Tiganá Santana, Raul de Souza, Gabi Guedes, Ricardo Herz e Dori Caymmi, em 2014. Em 2015, além do Programa Petrobras Cultural, o FESTIVAL contou também com o Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, através de um Edital Setorial de Música, com este duplo patrocínio foi possível realizar apresentações dos músicos Ricardo Castro e André Mehmari, com um piano de cauda dentro do Circo do Capão; além de levar para o palco principal do evento, as atrações: Aguidavis do Jêje, Jorge Solovera, Joatan Nascimento, Toninho Ferragutti e Joyce Moreno. Em 2012 e 2016 o FESTIVAL não foi realizado por falta de patrocínio. E em 2017, aconteceu a primeira ação conjunta do Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, com o patrocínio através da Lei Rouanet, quando se conseguiu captar R$ 50.000,00 de 3 empresas via lei de incentivo federal. Neste ano a programação contou com: Egberto Gismonti, Ubiratan Marques, Quintetrio, Michaela Harrison, Pirombeira, além da Mostra Capão. Em 2018, a captação via Lei Rouanet foi menor, gerando R$ 32.000,00 de 3 empresas. A novidade deste ano foi a criação da Mostra EMUS, convidando uma banda formada por alunos da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia. A programação ainda teve, Mostra Capão, Paulo Mutti, Filipe Moreno & Tarcísio Santos, Conexão Berlin, Joander Cruz, Eric Assmar Trio, além de Dani e Débora Gurgel. Para a edição de 2019, pretendemos manter o patrocínio via Lei Rouanet, mantendo os workshops e apresentação no palco do Festival. A programação conta com o guitarrista baiano radicado na França, Nelson Veras, Quartinas (quarteto de musicistas), o instrumentista Luã Almeida, a banda alemã Kapelle 17, além das Mostras Capão e Emus.
O proponente do projeto será remunerado com o valor de R$ 8.000,00 (oito mil reais), o que corresponde a menos de 10% do valor total do projeto. Destacamos que alguns dos custos do Festival que não estão no orçamento enviado para a Rouanet, pois serão financiados pelo Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, através de Edital Calendarizado 2017/2019, conforme documento de comprovação anexo ao projeto.
DESTACAMOS QUE TODAS AS APRESENTAÇÕES DO FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO SÃO DE MÚSICA INSTRUMENTAL. O GRUPO MUSICAL, QUARTINAS, QUE POSSUI INSTRUMENTISTAS E CANTORAS, TRABALHAM COM SOFEJOS E VOCALIZAÇÕES, QUE É O USO DA VOZ DE FORMA INSTRUMENTAL, SEM UTILIZAR A CANÇÃO COM LETRA. -------------------------- CONTEÚDO PROGRAMÁTICO WORKSHOPS 1º Workshop – Nelson Veras – guitarra e improvisação Carga horária: 1h30min Ministrante: Nelson Veras Conteúdo: Bate-papo com o músico sobre sua carreira musical, o processo de criação e improvisação. 2º Workshop – Quartinas – composição brasileira Carga horária: 1h30min Ministrante: Lea Freire Conteúdo: Bate-papo com o quarteto de musicista sobre suas carreiras musicais, o processo de criação na composição das músicas. 3º Workshop – Luã Almeida – piano e regência Carga horária: 1h30min Ministrante: Luã Almeida Conteúdo: Bate-papo com o pianista, sobre o processo de composição e regência. 4º Workshop – Kapelle 17 – a cena da música instrumental na Alemanha Carga horária: 1h30min Ministrante: Músicos do grupo Conteúdo: Bate-papo com a banda sobre a cena musical instrumental na Alemanha. Workshop Contrapartida Social para alunos da escola pública municipal do Vale do Capão Carga horária: 2h30min Ministrante: Rowney Scott e Fabiana Carvalho Conteúdo: Bate-papo com os alunos das escolas públicas sobre a história do Festival de Jazz do Capão, apresentação dos vídeos dos anos anteriores do Festival e sobre como funciona a curadoria e escolha dos artistas que participam do Festival. Fortalecendo a parceria com o Mostra Capão e o estímulo para a formação de novos artistas locais. ------------------------------------------- RIDER TÉCNICO FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO 16 – Caixas Line Arrey com estruras p/ içamento: grides, cintas e talhas, cadeira de rappel. 08 – Caixas de Sub Woofer 02 – Racks de amplificação necessária para todo equipamento. 01 – Mesa de PA AVID MIX RACK + Rack DSP 01 – Mesa de Monitor Venue SC 48 01 – Rack Driver com processamento digital 22 – Monitores com falantes 1x12” 03 – Racks de amplificação de Monitor 02 – Caixas de Sub Monitor 1x18” 01 – Rack de sub de monitor com divisor 01 – Amplificador de Baixo GK RB 800 + Cabeça Reserva 03 – Amplificadores de Guitarra Fender um The Twin + 2 Jazz Chorus 01 – Multicabo de 56 + Banheira de 56 + 2 Fanouts 01 – Sistema de Cabos com capacidade para atender todo evento 02 – Caixa de Pedestais 01 – Sistema Força de 200 KVA completa 01 – Gaveteiro de microfones de acordo com riders 02 – Mic Sem Fio 02 – In Ear Monitor Sem Fio Shure PSM 600 13 – Praticáveis c/ Rodas e Travas 01 – Bateria completa
Os espaços onde acontece o FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO possuem total acessibilidade aos portadores de deficiências físicas, atendendo as normas para realização de eventos via Lei Rouanet, como pode ser conferidos nos relatórios fotográficos enviados na prestação de contas dos projetos patrocinados em 2017 e 2018. PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA Para o público com deficiência visual, a produção do projeto terá Assistente treinado para realizar um atendimento diferencial a este público. Nos workshops será disponibilizado um tradutor de libras, caso exista dentro do público que assistirá o workshop, deficientes auditivos. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL Para o público com deficiência visual, a produção do projeto terá Assistente treinado para realizar um atendimento diferencial a este público. Por se tratar de um Festival de Música INSTRUMENTAL, não há uma opção de atendimento para os deficientes auditivos, neste produto específico. PRODUTO WORKSHOP Para o público com deficiência visual, a produção do projeto terá a produtora local treinada para realizar um atendimento diferencial a este público. No Workshop para os alunos da escola municipal será disponibilizado um tradutor de libras, caso exista dentro do público que assistirá o workshop, deficientes auditivos. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Para o público com deficiência visual, a produção do projeto terá a produtora local treinada para realizar um atendimento diferencial a este público. No Workshop para os alunos da escola municipal será disponibilizado um tradutor de libras, caso exista dentro do público que assistirá o workshop, deficientes auditivos. Destacamos que o público do Workshop da CONTRAPARTIDA SOCIAL são alunos da escola pública do Vale do Capão. Diferente do público-alvo do Festival de Jazz, composto por adultos em sua maioria e muitos visitantes de fora do Vale do Capão.
Conforme o Plano de Distribuição, o Festival é ao ar livre, não há venda de ingressos. As apresentações são todas gratuitas. Inclusive os workshops ministrados pelos artistas, que também não terão nenhum custo. O perfil do público do Festival de Jazz do Capão é o mais diverso possível, atraindo visitantes de todo o Brasil, que viajam para conhecer os recantos naturais da Chapada Diamantina e assistir ao festival de jazz. O Festival também é voltado para o público que mora no Vale do Capão e regiões vizinhas. Segundo Artigo 21 da IN Abril/2019: PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 PRODUTO WORKSHOP - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.
O proponente do projeto Rowney Scott será remunerado e é responsável pela administração/gestão do projeto, sendo responsável pelo processo decisório dentro do projeto. COORDENAÇÃO GERAL/ADM e DIREÇÃO ARTÍSTICA/CURADORIA - Rowney Scott Professor Adjunto da Escola de Música da UFBA, onde leciona Saxofone, Improvisação e Música de Câmara, participou da criação e foi coordenador do Curso de Graduação em Música Popular dessa universidade. Tem Doutorado em Execução Musical (Saxofone) pela UFBA (2007), Mestrado em Jazz Performance pela California Institute of the Arts (1990) e Graduação em Instrumento (Saxofone) pela UFBA (1986). É membro fundador do Grupo Garagem e integrante da Orkestra Rumpilezz, da banda de Carlinhos Brown e da banda da JamnoMam. Já atuou com Caetano Veloso (Prenda Minha), Gilberto Gil, Carlinhos Brown (Alfagamabetizado), Daniela Mercury (Feijão com Arroz) e Arnaldo Antunes (Paradeiro), entre outros. Atuou como solista das orquestras Sinfônicas da Bahia e da UFBA. É diretor artístico e curador do Festival de Jazz do Capão. É o idealizador do FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, tendo atuado COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - Marília Gil Sócia-diretora da empresa baiana Gil & Canella Produções Ltda., Marília Gil traz uma experiência de mais de 25 anos em produção cultural, quando fundou, em 1992, a Gegê Produções Artísticas da Bahia, trazendo para a capital baiana grandes espetáculos, dentre eles: Show Tropicália Dois, com Gilberto Gil e Caetano Veloso; Show Tropicália Duo, com Gilberto Gil e Caetano Veloso (voz e violão); Grupo Corpo Companhia de Dança; Débora Colker Companhia de Dança; AUÊ – Um Programa Infantil; Prêmio Bahia aplaude de Teatro ano 1997; Desejo – Espetáculo Teatral com Vera Fischer e Guilherme Fontes; Nardja Zulpério, Espetáculo Teatral com Regina Casé (grande sucesso de bilheteria com oito dias de Teatro Castro Alves lotado). A frente da Gil & Canella Produções vêm produzindo: Trio e Camarote Expresso 2222; Produção local para o Projeto “Loucos por Música”; Lançamento do projeto “Conexão Vivo” no ano de 2010 na Bahia – Salvador e interior do Estado; Produção da circulação do espetáculo Alegria de Viver no interior; Produção Local do Espetáculo Deborah Colker – Agosto/2011; Produção Local do Espetáculo Pra Nhá Terra - Grupo Ponto de Partida – Outubro/2011. PRODUÇÃO EXECUTIVA – Tiago TAO Sócio-diretor da Cambuí Produções Ltda., empresa constituída em fevereiro de 2009, após a experiência de quase 10 anos de seus sócios nas áreas de produção cultural, jornalismo e publicidade. A produtora cultural foi criada com a missão de “TRANSFORMAR PROJETOS EM REALIDADE”. Nestes quase 10 anos de existência a Cambuí produziu, administrou e elaborou diversos projetos para editais e leis de incentivo, nas áreas de audiovisual, artes cênicas, música, literatura, artes visuais, patrimônio, meio ambiente e desenvolvimento social e comunitário. Dentre os trabalhos com música destaca-se: produção executiva do Festival de Jazz do Capão, entre 2013 e 2017; produção executiva dos projetos do artista Tiganá Santana; produção da turnê do show “Fica... Vai!”, da cantora e sanfoeira Lívia Mattos; produção executiva dos programas para web da VandexTV: “Berlim Puro” e “Jazz em Plutão”; produtor do disco do violeiro e luthier Pedro Santos; administração e prestação de contas do projeto “Orquestra de Pandeiros de Itapuã”; produção executiva do projeto “Sons da África”, para a Caixa Cultural. PRODUÇÃO LOCAL – Fabiana Carvalho Moradora do Vale do Capão desde 1988. De 1985 à 1987 – Ingressou no Curso de Comunicação com formação para jornalismo da Universidade Federal da Bahia, concluindo seis semestres. - Assistente de produção do VII Festival de Música Instrumental da Bahia (1986). - assistente de produção do Show Plano de Vôo do Grupo Garagem, com produção premiada no Troféu Cayme; - Assistente de produção do manifesto preservacionista do bairro Rio Vermelho, Salvador/Ba, no Show Som na Praça. De 1995 à 2007 - participou da implantação e da administração da Pousada Vale do Capão; - participou da implantação e da administração do Restaurante Jaqueira; - na Pousada Vale do Capão, produziu shows abertos com grupos e artistas de Salvador como o Grupo Garagem, o músico André Bernard e a banda de reggae Folha de Chá; - trabalhou com orçamentação e administração na área de construção civil na região da Chapada Diamantina. Realizou a produção local do Festival Internacional Diamantino de Circo, em 2017, na Chapada Diamantina. É a produtora local do Festival de Jazz do Capão, desde sua segunda edição. PROPOSTA PROVISÓRIA DA GRADE ARTÍSTICA, QUE PODE MUDAR DE ACORDO COM A AGENDA DE CADA ARTISTA/BANDA NO PERÍODO DA CONTRATAÇÃO, NA PRÉ-PRODUÇÃO: - MOSTRA CHAPADA – 1 grupo de música instrumental proveniente do próprio Vale do Capão, a seleção é feita pela curadoria do FESTIVAL; - MOSTRA EMUS/UFBA – 1 grupo de música instrumental proveniente da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia – a seleção é feita pela curadoria do FESTIVAL; - NELSON VERAS – guitarrista baiano, Aos 14 anos, deixou o Brasil para estudar durante seis meses na escola de música ARPEJ em Paris. freqüenta regularmente clubes de jazz. Formou seu primeiro quarteto aos 16 anos com Éric Barret, Michel Benita e Aldo Romano com quem ele tocou na primeira parte de Herbie Hancock no festival Jazz in Marciac, depois no Nice Jazz Festival, Vannes Jazz Festival, etc. Nelson Veras criou um jogo de guitarra único e pessoal que incorpora a maioria das técnicas de guitarra clássicas e uma adaptação a um estilo inovador. Já acompanhou grandes nomes do jazz pelo mundo. E tocou com os maiores artistas da MPB. - QUARTINAS – quarteto de música instrumental de São Paulo, liderado pela flautista e compositora Léa Freire. O grupo ainda é constituído pelas musicistas Tarita Souza (solfejos), Tatiana Parra (solfejos e violão), Thais Nicodemo (pianista e arranjadora). Todas as musicistas possuem vasta experiência, já tendo se apresentado com grandes nomes da música brasileira. Agora juntas pretende elevar a musicalidade das ‘quartinas’. - LUÃ ALMEIDA – pianista, formado em licenciatura e mestrado pela Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, já tocou com grandes nomes da música baiana. Mora em Santo Amaro, recôncavo baiano. Em 2015 formou o grupo BaianoMundo, ganhando notoriedade na cena alternativa da música baiana após ganharem o MUSA – Festival de Música Universitária de Salvador e o Festival de Música Educadora FM. Em 2017, Luã recebe o Prêmio Caymmi na categoria Melhor Interprete Música Instrumental. - KAPELLE 17 – banda fundada na cidade de Mannheim (Alemanha), composta por 5 instrumentistas que possui uma estética sonora diversificada, mas harmônica. Suas performances fazem com que a banda participe de diversos festivais de jazz pela Europa e absorva influencias da world music. A banda nunca se apresentou no Brasil e deseja trocar muita experiência com os músicos brasileiros.
Prestação de Contas Aprovada na Operação Abre Caminhos, instituída pela Portaria SGPTC/SE/Minc nº 1, DE 13 DE junho DE 2025 (SEI/MinC nº 2269000).