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Uma série de oficinas que tem por objetivo a contribuição para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, da rede pública de ensino, tendo a arte da literatura como base de inovação de concepções e métodos de aprendizagem para a maior participação dos alunos nas atividades da escola.
RESUMO O projeto Por Uma Cultura dos Sonhos que tem por objetivo a contribuição para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, em 10 escolas, por ano, da rede pública de ensino, na periferia do Rio de Janeiro, tendo a arte da literatura como base de inovação de concepções e métodos de aprendizagem para a maior participação dos alunos nas atividades da escola. A extensão das atividades escolares como forma de ocupação e sociabilidade é um desafio significativo e determinante para os usuários do sistema público de ensino alcançarem uma educação libertária, mais abrangente e direcionada à sua formação intelectual. Por isso, a educação deve ser uma responsabilidade de todos os segmentos da sociedade. O investimento em projetos de extensão escolar possibilita condições dignas de aprendizado e o acesso personalizado à informação. O projeto Por Uma Cultura dos Sonhos visa investir no tempo didático das escolas públicas, com atividades de leitura, narração de histórias, oficinas de redação, incentivo à biblioteca, criação de um Portal e outras dinâmicas de relacionamento que possam garantir aos jovens alunos o acesso à literatura e desenvolvimento do hábito de ler. Com a realização do projeto, o Instituto Solidariedade e Cultura têm a intenção de contribuir para que as crianças e os adolescentes trabalhem e desenvolvam ideias e conceitos sobre a formação da cultura brasileira, possibilitando o conhecimento mais aprofundado do nosso país, através da literatura e das demais expressões artísticas.
OBJETIVOS GERAIS Incentivar a leitura como elemento fundamental para a formação crítica e o desenvolvimento intelectual dos jovens alunos da rede pública de ensino; Viabilizar assistência técnica no planejamento, na criação, na implementação e na metodologia dessa formação em 10 escolas públicas a cada ano; Promover a difusão da literatura brasileira como instrumento de cidadania e de políticas públicas contra a desigualdade social na formação escolar; Contribuir para a criação de uma campanha da identidade brasileira junto aos alunos da rede pública de ensino; Estimular a disseminação da responsabilidade social na iniciativa privada, que beneficie os alunos das escolas públicas e suas comunidades, compreendendo a literatura como um fator de inclusão social fortíssimo; Oferecer às escolas selecionadas um espaço socioeducativo e cultural, no qual o jovem aluno tenha acesso aproximado da discussão dos problemas sociais e da violência que tanto assolam a cidade do Rio de Janeiro; Contribuir para a difusão de uma cultura da não-violência nas escolas, através da participação dos jovens alunos e de grupos sociais, implementando uma metodologia de trabalho no sentido da mediação pedagógica entre educadores, acadêmicos, professores, universitários, estudantes da rede pública e as comunidades em torno das escolas selecionadas; Buscar uma aproximação com o tema da educação intercultural e seus subtemas: as desigualdades raciais e as diferentes formas de exclusão. Produzir uma documentação sobre literatura, com arquivos visuais, orais, audiovisuais e textuais, estimulando os alunos na arte da pesquisa integrada (literatura, ciências sociais, história da arte, sociologia e outras matérias) com a finalidade de produzir informações e conhecimento, realizados pelos alunos, sob a orientação dos seus professores e dos organizadores do projeto, tendo como foco a inovação de técnicas de ensino e aprendizagem voltadas para a compreensão da formação da cultura brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Criar uma série de 08 oficinas de Leitura e de Narração de Histórias, por mês (manhã e a tarde), em cada uma das 10 escolas selecionadas, durante o ano. (A estimativa da participação dos alunosa é de cerca de 800 alunos atendidos). Criar uma série de 02 Oficinas Redação por mês (manhã e a tarde), em cada uma das escolas selecionadas, durante o ano. (Estimativa de 800 alunos atendidos). Incentivar as atividades das bibliotecas em cada uma das 10 escolas selecionadas com a doação de 100 livros que compreendam a orientação conceitual do projeto. (Estimativa de 1500 alunos atentidos). Ministrar um curso de apoio à formação bibliotecária, para os alunos e funcionários das bibliotecas nas 10 escolas selecionadas, com 02 aulas mensais, ao longo do ano de execução do projeto. (Estimativa de 40 pessoas atentidas). Realizar um Concurso de Redação no final do ano com a participação dos alunos das 10 escolas selecionadas, premiando os três primeiros lugares.(Estimativa entre 3000 a 6000 alunos participantes). Produzir 01 evento de premiação do concurso ao final do ano. (estimativa de público de 1000 pessoas). Produzir um Portal sobre literatura, com arquivos visuais, orais, audiovisuais e textuais, estimulando os alunos na arte da pesquisa integrada (literatura, ciências sociais, história da arte, sociologia e outras matérias) com a finalidade de produzir informações e conhecimento, realizados pelos alunos, sob a orientação dos seus professores e dos organizadores do projeto. (Estimativa de acesso de 10000 seguidores em 03 meses de atividade do Portal). OBSERVAÇÃO: os objetivos específicos estão claros: 8 oficinas de Leitura e Narração de histórias em cada uma das 10 escolas contempladas, 2 oficinas de redação em cada escola, incentivo às bibliotecas de cada escola com 100 livros cada, 1 curso de formação bibliotecária, 1 concurso de redação, 1 evento de premiação aos 3 principais alunos vencendores do concurso e 1 Portal na internet.
JUSTIFICATIVA A crise brasileira não é simplesmente econômica. Antes, é uma crise de conjuntura, de identidade cultural, do não reconhecimento dos fatores que formam o tecido desigual da nossa sociedade e da falta do desenvolvimento de um projeto de nação que elimine esses fatores, ou, pelo menos, que combata a insistência com que eles conseguem se preservar diante da realidade do país. O projeto de desenvolvimento de uma sociedade deve passar pela formação crítica da sua juventude, através de uma educação libertária com a qual os jovens possam se identificar, e um dos seus principais desafios será sempre a descoberta de conceitos e valores que estimulem essa identificação. Neste sentido, a proposta do projeto Por Uma Cultura dos Sonhos tem como tarefa primordial o desenvolvimento da imaginação dos jovens alunos da rede pública de ensino por ser concebido como um projeto de extensão das atividades da escola. Um projeto de extensão como o qual estamos concebendo deve se constituir no exercício de uma prática incentivadora da sociabilidade e descobertas de novas concepções de relacionamento, auxiliando a nossa leitura do mundo. O caminho escolhido para estabelecer essa interatividade é a cultura brasileira, que aqui nesse projeto terá a nossa literatura como a principal ferramenta. O projeto visa fomentar um trabalho pedagógico no sentido de dar visibilidade à literatura brasileira, fortalecendo as identidades culturais inspiradas por ela, convertendo-a em um viés de relevância para a criação de uma política identitária na formação individual e coletiva das crianças de dos adolescentes. Sendo assim, a escolha dos autores que o projeto dará prioridade será indispensável não só para o entendimento, por parte dos alunos, das características estruturais da sociedade brasileira, dos dilemas que herdamos do passado, mas, fundamentalmente, da experimentação das suas linguagens e a incorporação da capacidade de extrair das "palavras" todas as suas consequências. Não basta colocar os livros à disposição dos alunos sem que não haja uma maior preocupação com o modo pelo qual os alunos tenham acesso aos livros. Então, a forma de aplicação do acesso ao livro torna-se aqui uma condição importantíssima para o desenvolvimento do aluno. É preciso que o aluno experimente a leitura de um modo fácil e sedutor, de uma maneira coletiva, em rodas de leitura e outras práticas que provoquem a sua atenção, através dos sentidos, perseguindo a sua sensibilidade, transformando-a em sentimento, despertando a força interior que todas as crianças e os adolescentes possuem. Quando tudo os leva à dispersão, é preciso fazê-los olhar as coisas com os olhos mais atentos e conscientes, de uma maneira lúdica que visa o divertimento e a sua capacidade de sonhar, ampliando os pensamentos e as fantasias que carregam com a utilização de uma experiência por meio da descoberta do conteúdo das palavras. É neste espaço aberto que o projeto Por Uma Cultura dos Sonhos pretende atuar, com a participação de profissionais da arte: atores e atrizes, contadores de histórias, professores especializados em técnica de redação e uma orientação pedagógica teatral. O teatro reencontra a noção simbólica da literatura e da representação da cidadania, adormecida em cada aluno. O desafio do projeto é despertá-la e fazer com que o aluno apreenda os aspectos libertários alcançados com o hábito da leitura, oferecendo a oportunidade de obter o seu direito à cidadania e à prática de vida na sociedade. Para gostar de ler é preciso aprender a ler com imaginação e interatividade. Para isso, nada melhor do que uma prática de leitura que extraia dos textos todos os seus significados, tendo a oportunidade de absorver a leitura de um modo próprio, direto e imediato. O prazer de ler conquistado deixará no aluno uma marca que jamais se apagará. Portanto, a formação de leitores entre a juventude é um ato de transformação comunitário. A discussão sobre os textos lidos e experimentados em grupo irá causar no jovem aluno a opção de escolher um caminho próprio, seu, particular, inicialmente estimulado por seu orientador, mas que o tornará livre e independente para o resto de sua vida. Outro argumento que justifica a realização deste projeto, é o incentivo à melhoria das bibliotecas nas escolas selecionadas. E a melhoria aqui significa dizer sobre o conteúdo dos livros que o projeto pretende utilizar nas escolas, através do desenvolvimento de ideias e conceitos sobre a formação da sociedade brasileira, possibilitando o conhecimento mais aprofundado do Brasil. Uma biblioteca de qualidade é o principal meio de acesso ao livro e à literatura, o que causa um impacto positivo na aprendizagem escolar e aumenta o interesse do aluno pela leitura. Uma biblioteca atrativa e contextualizada incentiva a participação da criança e do adolescente nas atividades da escola e implica na formação de novos leitores e na capacidade desses leitores se tornarem bons cidadãos no futuro. Assim, imaginando contribuir para o melhor entendimento da crise conjuntural do Brasil, devemos ser capazes de entender que há uma crise mais profunda, que vai além da política e da economia, cuja natureza é social. Entendemos que há uma degeneração profunda dos valores que nos identificam como uma nação, uma desorganização social provocada por uma ação fragmentária no campo da disputa política que dificulta o fluxo da condução dos caminhos para o desenvolvimento. Acreditamos também que essa degeneração atinge o espaço da educação formal, a falta de investimentos, de qualificação de professores e inúmeros fatores que provocam o desinteresse dos alunos pela educação praticada nas escolas. O ensino médio nas escolas do país está estagnado desde 2011, em índices abaixo das metas previstas pelo Ministério da Educação (MEC), enquanto que a conclusão do ensino fundamental está comprometida com baixíssimos resultados, prejudicando, inclusive, o desempenho do ensino médio. (Os números estão publicados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - Ideb). Sem dúvida, o baixo desempenho dos alunos na rede pública de ensino tem por um dos seus fatores a inexistência, ou a quase inexistência, da leitura na prática escolar. Além disso, a falta de critério para a escolha do conteúdo a ser aplicado em salas de aula contribui para o fraco resultado da educação brasileira, apesar do oferecimento cada vez maior de novos títulos nas bibliotecas das escolas. Para as comunidades de baixa renda, cujos jovens não têm acesso ao ato de ler, devido às suas condições sociais, a escola pública é um espaço fundamental para o oferecimento dessa oportunidade. Daí, a importância da iniciativa do Instituto Solidariedade e Cultura, de levar às escolas o projeto Por Uma Cultura dos Sonhos, que pretende aliar-se a uma parceria sólida da iniciativa privada para consolidar novas fórmulas de sociabilidade, tendo a literatura como o seu principal instrumento. Este projeto se enquadra na Lei Rouanet na medida em que gera os seguintes valores positivos: - Projeto que contribui para a valorização da literatura como fator fundamental da identidade cultural brasileira; - Que incentiva ações que contribuem para o fortalecimento intelectual de jovens de baixa renda e estudantes da rede pública de ensino, tendo a literatura como objeto de formação humana e de inclusão social; - Que incentiva a inclusão social da juventude carioca, com a criação de novas alternativas que apontem para o conhecimento mais aprofundado do Brasil, contribuindo para a transformação da realidade do país; - Que estimula a literatura brasileira, incentivando a integração entre as múltiplas comunidades a favor do conhecimento e da diversidade cultural; - Que incentiva a reflexão de que a inclusão social, o empreendedorismo cultural, os direitos humanos, a cidadania comunitária e ações socioculturais estimulam práticas socialmente responsáveis e mais justas. Portanto, o projeto trará inúmeros benefícios para os estudantes das escolas selecionadas, principalmente no que tange ao desenvolvimento humano de cada jovem inscrito no projeto.
Estudos das Secretarias de Educação indicam um interesse mais significativo dos alunos em relação à leitura. Porém, consideram insuficientes o aumento da quantidade de livros e a circulação isolada das obras nas escolas, sem um suporte de atração que desperte o interesse dos alunos por ler e ofereça a eles uma melhor compreensão do que se lê. Não basta colocar os livros ao dispor das crianças e dos adolescentes sem que haja uma ação integrada que estimule a interpretação do aluno sobre os textos apresentados. O desafio é fazer com que os alunos sejam seduzidos pela leitura e assimilem a importância da literatura para a sua formação crítica e intelectual, melhorando a qualidade da redação individual de cada um. Deste modo, o projeto Por Uma Cultura dos Sonhos vem propor uma ação conjunta entre o poder público e a iniciativa privada para a realização de uma estratégia de ação no sentido de ampliar o relacionamento dos alunos nas escolas selecionadas, e dessas escolas com a sua comunidade, incentivando a formação de leitores, tendo em vista a produção das seguintes atividades:
1 – Rodas de Leitura e de Narração de Histórias: Tem como objetivo promover a reunião de grupos de leitura entre os alunos, os professores e a equipe do projeto, além da produção de oficinas de narração de histórias. Serão 08 rodas e oficinas por mês em cada escola (nos turnos da manhã e da tarde), durante o ano, em 10 escolas escolhidas entre os organizadores do projeto e a SEEDUC. 2 – Oficinas de Redação: A incorporação da leitura na vida coletiva e pessoal do aluno e a assimilação da melhoria do desenvolvimento da escrita são a base para uma educação libertária e de qualidade, o que permite o aprimoramento crítico sobre a realidade e a capacidade do aluno pensar. Vindo de encontro à prática do ensino em estabelecer a “redação” como uma matéria importante junto às provas do ENEM, o projeto Por Uma Cultura dos Sonhos pretende estimular o interesse dos alunos em querer redigir como uma ação de identidade local e universal, e de descoberta das suas potencialidades individuais. Serão 02 Oficinas de Redação por mês (de manhã e a tarde), durante o ano, nas 10 escolas selecionadas. 3 – Incentivo às Bibliotecas: Em parceria com a iniciativa privada, este projeto tem por um dos seus objetivos contribuir para o melhoramento das bibliotecas nas escolas contempladas, procurando atrair os alunos a frequentarem a biblioteca da sua escola, utilizando-a como um espaço de conhecimento e de democratização da informação, ampliando esse conceito para a participação das comunidades na escola e na sua biblioteca, oferecendo a oportunidade aos alunos de, eles mesmos, se tornarem agentes promotores do conhecimento, ampliando a discussão da participação comunitária na escola pública. Serão 100 livros doados para cada uma das bibliotecas, entre as 10 escolas selecionadas, a cada ano. Estes 100 livros corresponderão ao conceito que os organizadores do projeto pretendem imprimir às oficinas de leitura, de narração de histórias e de redação. O projeto promoverá um curso de capacitação bibliotecária e de formação de agentes literários entre os próprios alunos e os funcionários das bibliotecas nas escolas. OBSERVAÇÃO: Todos os módulos do projeto (as Rodas de Leitura e Narração de Histórias, as Oficinas de Redação e o Incentivo às Bibliotecas) irão trabalhar com as crianças e os adolescentes no sentido de que eles apreendam ideias e conceitos sobre a formação da cultura brasileira, possibilitando o conhecimento mais aprofundado do Brasil, através da nossa literatura e de outras expressões artísticas da cultura popular. 4 – Concurso de Redação: No final de cada ano, os organizadores do projeto promoverão um concurso de redação entre os alunos de todas as 10 escolas selecionadas. Os melhores colocados (1º-, 2º- e o 3º- lugares) serão premiados em um evento no qual estarão presentes os diretores e professores de cada escola, as famílias dos alunos, autoridades das Secretarias de Educação, do Ministério da Educação e diretores da Instituição Patrocinadora. 5 – Portal – Por Uma Cultura dos Sonhos: Criar um Portal na internet com o objetivo de produzir uma documentação sobre literatura, com arquivos visuais, orais, audiovisuais e textuais, estimulando os alunos na arte da pesquisa integrada (literatura, ciências sociais, história da arte, sociologia e outras matérias) com a finalidade de reunir e veicular informações e os conhecimentos adquiridos e realizados pelos alunos, sob a orientação dos seus professores e dos organizadores do projeto, tendo como foco a inovação de técnicas de ensino e aprendizagens voltadas para a compreensão da formação da cultura brasileira.
Acessibilidade física - o acesso ao é gratuito e o local de realização é dentro das escolas públicas, sendo que a acessibilidade física já é de responsabilidade de cada escola. Acessibilidade de Conteúdo – os organizadores do projeto irão trabalhar com a acessibilidade de conteúdo que as escolas já têm a responsabilidade. ALÉM DA UTILIZAÇÃO DAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DAS PRÓPRIAS ESCOLAS, OS ORGANIZADORES DO PROJETO IRÃO DISPONIBILIZAR 02 PROFISSIONAIS DA ÁREA DO SERVIÇO SOCIAL (ARTE EDUCADOR E INTÉRPRETE DE LIBRAS) PARA ATENDER AS NECESSIDADES DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL E AUDITIVA QUE FOREM PARTICIPAR DAS ATIVIDADES DO PROJETO (VER PLANILHA DE CUSTOS). OBS: TODAS AS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ESTARÃO VOLTADAS PARA TODOS OS PRODUTOS CULTURAIS DO PROJETO.
V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; (ESSAS ATIVIDADES SE ESTENDERÃO PARA AS FAMÍLIAS DOS ALUNOS DA ESCOLA E OS MORADORES DAS COMUNIDADES EM TORNO DA ESCOLA). VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; (AS AÇÕES CULTURAIS DESTINADAS A ESSE PÚBLICO TAMBÉM SE ESTENDERÃO PARA O PÚBLICO INFANTIL E INFANTO-JUVENIL DAS COMUNIDADES EM TORNO DAS ESCOLAS SELECIONADAS). VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; (OS ORGANIZADORES DO PROJETO SE PROPÕEM REALIZAR ENCONTROS COM AGENTES CULTURAIS NAS COMUNIDADES DAS ESCOLAS SELECIONADAS VISANDO A SUA ORGANIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO). OBS: TODAS AS ATIVIDADES DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO ESTARÃO VOLTADAS PARA ATENDER A TODOS OS PRODUTOS CULTURAIS DO PROJETO.
O INSTITUTO SOLIDARIEDADE E CULTURA SERÁ O RESPONSÁVEL POR TODAS AS ATIVIDADES DO PROJETO, DESDE A PRÉ-PRODUÇÃO ATÉ A PÓS-PRODUÇÃO, INCLUINDO-SE A APRESENTAÇÃO DE CONTAS, REALIZANDO TODO O GERENCIAMENTO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO DO PROJETO, TENDO O CONTROLE TOTAL DA REALIZAÇÃO. COMO TAMBÉM, TODAS AS ATIVIDADES RELACIONADAS AO CONTEÚDO E APLICABILIDADE DO PROJETO. FICHA TÉCNICA Pesquisa – a convidar Arte – a convidar Fotografia – a convidar Jornalista – a convidar Atores – Iléa Ferraz e Bia Bedran Narradores de Histórias – a convidar Orientação Pedagógica – Brigitte Bentolila Professor de Redação – a convidar Bibliotecário – a convidar Coordenação Geral – Maurício Nolasco Produção – Camilo Rezende Nolasco INSTITUTO SOLIDARIEDADE E CULTURA O Instituto nasceu como resultado de 09 anos consecutivos de experiência na produção do projeto ESCOLA DE PERCUSSÃO BATUCADAS BRASILEIRAS, patrocinada pelo Programa Cultural da Petrobras, em parceria com os músicos Jorginho Gomes (baterista), Sérgio Chiavazzoli (violonista e guitarrista), Aleh Ferreira (cantor e violonista), Ary Dias (percussionista) e Odilon Costa (mestre de bateria), executado pelo Instituto Bandeira Branca, IBB, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, com a finalidade de capacitar jovens na arte da música e da percussão. A entidade sem fins lucrativos, de caráter social, cultural e educacional surge em Campos Elíseos em consequência da associação de lideranças locais, a equipe do IBB e os músicos do projeto. Durante esse período, o projeto realizou vários espetáculos: Sala Cecília Meireles (2006), Teatro João Caetano (2007), Festival PercPan Fundição Progresso (2008), Teatro Rival (2009), Festival do Café em Vassouras (2010), FestFavela Circo Voador (2010), Espaço Cultural do Cordão do Bola Preta (2012), Circo Crescer e Viver (2013), Circo Voador (2015), entre outros. No ano de 2016, o projeto foi realizado com o patrocínio da Braskem em Duque de Caxias, atendendo à solicitação dos moradores de Campos Elíseos e outras comunidades da região do Pólo Petroquímico, e o interesse do Processo APPEL (Alerta, Preparação para Emergências a Nível Local), estabelecido pela ASSECAMPE (Associação das Empresas de Campos Elíseos), em procurar oferecer atividades de ocupação imediata para os jovens das comunidades locais. CURRÍCULOS Iléa Ferraz – atriz convidada Rio de Janeiro. Artista multimídia: atua, canta, dirige, escreve, produz, ilustra, cria e executa projetos cenográficos. Foi indicada ao principal prêmio do teatro brasileiro, Prêmio Shell de Teatro, na categoria melhor atriz com o espetáculo “ Nunca Pensei Que ia Ver Esse Dia”. Participou de importantes festivais de teatro na Europa com o espetáculo O País dos Elefantes e apresentou-se em Angola (Luanda e Benguela), com o espetáculo O Cheiro da Feijoada. Dirigiu os filmes Dura e O Cheiro da Feijoada. Ilustrou os livros infanto-juvenis Chica Da Silva, A Mulher Que Inventou o Mar e Os Nove Pentes D’África. Em teatro atuou dentre outros nos espetáculos Os Negros - de Jean Genet, O Peru - de George Feydeau, Dorotéia - de Nelson Rodrigues, Hamlet é Negro adaptação da obra de William Shakespeare e Besouro Cordão de Ouro de Paulo César Pinheiro. Entre seus principais trabalhos na TV destacam-se as novelas e minisséries: Xica da Silva (Manchete), A Padroeira (Rede Globo), Pacto de Sangue (Rede Globo), Tenda dos Milagres (Rede Globo), A Turma do Perere (TV Brasil), Helena (Manchete), Mãe de Santo (Manchete). Escrava Anastácia (Manchete). Bia Bedran – Narração de Histórias Beatriz Martini Bedran (Niterói, 26 de novembro de 1955), conhecida pelo nome artístico de Bia Bedran, é uma compositora, cantora, atriz e educadora musical brasileira.[1 Formou-se em musicoterapia pela Faculdade de Musicoterapia no Rio de Janeiro e em Educação Artística com habilitação em música. Trabalhou durante dez anos como atriz e compositora no "Quintal Teatro Infantil". Dentro outros trabalhos de destaque, Bia também participou do "Bloco do Palhoça", com quem gravou seu primeiro disco na década de 1980. Em carreira solo, gravou 10 discos, escreveu e montou diversos espetáculos premiados pela critica. Nos Anos 80 foi a apresentadora do programa Canta Conto, realizado pela TVE do Rio de Janeiro. Participou também do "Lá Vem História", da TV Cultura de São Paulo, sendo substituída ocasionalmente pela atriz Ilana Kapla. É uma referência em arte e educação, com públicos cativos em shows, peças de teatro infantil e palestras para adultos. Brigitte Bentolila – Orientação Pedagógica Diretora de Teatro, francesa, domiciliada no Brasil, com as seguintes peças realizadas: Teatro Breve de Garcia Lorca, Hamlet é Negro e Os Negros. Diretora nas Brigadas de Intervenções Poéticas e Teatrais, da Cia. Preto no Branco / Noir sur Blanc. Formação Acadêmica: Université d’Aix em Provence Theâtre et Lettres Modernes. Camilo Rezende Nolasco – Produção Executiva Formado em Comunicação Social pela FACHA - Faculdades Integradas Hélio Alonso é jornalista, produtor e presidente do Instituto Solidariedade e Cultura. Integra a equipe do projeto Escola de Percussão Batucadas Brasileiras, há 06 anos, exercendo as funções de produtor executivo e de pesquisa. Maurício Nolasco – Coordenação Geral O jornalista Maurício Nolasco iniciou suas atividades profissionais em 1979. Trabalhou no Departamento de Comunicação Social da Sociedade Civil de Planejamento Familiar no Brasil e em algumas redações do Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora). Foi Editor de Economia da Tribuna da Imprensa de 94 a 96. É escritor e produtor cultural. Coordenador Geral do Instituto Solidariedade e Cultura. Tem uma experiência acumulada em coordenação de projetos sociais, produção de eventos e direção de espetáculos. É responsável pela Comunicação Institucional e o Planejamento das Atividades Estratégicas da Instituição.
PROJETO ARQUIVADO.