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PRONAC 191425Prestação de Contas AprovadaMecenato

Plano Anual Espaço Capacete 2020

Associação Capacete Entretenimentos
Solicitado
R$ 874,7 mil
Aprovado
R$ 874,7 mil
Captado
R$ 80,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

9.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-01
Término
2020-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto prevê a realização de programa de atividades no Espaço Cultural Capacete em 2020, contemplando exposições de artes visuais, palestras, e programa educativo dirigido a crianças e jovens estudantes.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, abrangendo diversas áreas artística (artes visuais, músicas, artes cênicas, humanidades, arquitetura, teorias culturais, etc.), trabalhando com artistas e pensadores, que apresentam suas pesquisas em diversos formatos e dinâmicas, e para diferentes públicos. Objetivo específico Realizar 5 exposições, reunindo 10 artistas no total, apresentando projetos artísticos que participaram de programas de residência anteriores, com obras inéditas, tendo duração de 45 dias cada; Oferecer Programa educativo para crianças e jovens de escolas da Rede Pública de Ensino, localizadas nos bairros do Catete, Flamengo e Glória; Oferecer palestras sobre artes visuais em quatro escolas.

Justificativa

O Programa Capacete surgiu como continuação do programa de residências artísticas de pesquisa CAPACETE entretenimentos, que foi uma iniciativa autônoma, sem fins lucrativos para a investigação interdisciplinar, produção e debate público, destinada a promover um conjunto diversificado de atividades, a maioria das quais estiveram especificamente relacionados ao Brasil e ao contexto latino-americano. Sediada no Rio de Janeiro desde 1998, esteve em rede com diversos atores e iniciativas da vida sócio-cultural nacional e internacional, tendo como perspectiva o desenvolvimento de colaborações de médio e longo prazo. Dentre instituições culturais públicas e privadas e o mundo acadêmico, o CAPACETE procurou dissecar as formas de subjetividade inerentes à vida contemporânea por meio da produção de diferentes formas de pensar e novas formas de agir dentro de seu contexto local. O CAPACETE entretenimentos realizou atividades como seminários, publicações, exposições - nacionais e internacionais-, e residências de pesquisa para artísticas e autores, bem como apresentações multidisciplinares de trabalhos que se relacionam com uma pluralidade de práticas críticas contemporâneas. O projeto de residência continuará a existir, trabalhando de forma a ajudar projetos iniciados por ex-residentes. Com a nova formulação do Programa Capacete, a partir de 2015, nossa função principal está em elaborar a auto-organização e a gestão artística, a participação e modos colaborativos de ação, como parte fundamental do conteúdo e da estrutura de nossas atividades. Estas iniciativas somente podem ser desenvolvidas ao longo do tempo, por meio simultâneo de ativação e avanço de diversas formas de troca, distribuição e produção. Nossa intenção é manter atentos e fluidos ao longo deste processo, ajustando nossas estratégias, táticas, e objetivos à medida que nos desenvolvemos. O Programa Capacete age na intercessão de diversos campos sociais e profissionais, exigindo, portanto, que os participantes selecionados embarquem plenamente em um diálogo aberto e horizontal, se envolvendo ativamente nas atividades do programa, para funcionar como produtores e disseminadores de conhecimento, promovendo respostas ativas e gerando o debate público. Ao longo de 19 anos, o Programa CAPACETE recebeu mais de 400 profissionais em residência, e junto a outros convidados, ampliou suas atividades com apresentações públicas, palestras, seminários, workshops e performances, publicações e exposições, entre diferentes eventos e formatos, ações e estratégias para fornecer conteúdo, contribuir com a formação de jovens profissionais e desenvolver o debate crítico no contexto local. A solicitação de apoio junto ao Ministério da Cidadania, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura ampliando o acesso às suas coleções. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Nas atividades internas, todos os encontros públicos serão feitos na sala do andar térreo, com rampa, facilitando o acesso aos portadores de deficiência física e de difícil locomoção. Procuraremos realizar as atividades externas em espaços que atendam as condições relevantes para o conforto do público PNE. Prevemos a presença de intérprete de Libras para as palestras, e visitas guiadas especializadas para portadores de deficiência visual.

Democratização do acesso

1 – Exposição: visitação gratuita. Estimativa de público 5.000 pessoas. 2 – Programa educativo: realização de visita monitorada seguida de atividades artísticas para crianças das comunidades ao entorno, tais como Santo Amaro, Vila São Jorge, Tavares Bastos, e alunos da Rede Pública de Ensino da região. As atividades serão gratuitas. Estimativa de 500 participantes. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: Optamos pelo Inciso IV para permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. Para atendimento ao Artigo 22 da IN 02/2019, realizaremos palestras ilustradas em 4 escolas da Rede Pública de ensino sobre a criação artística em artes visuais, história da arte e sobre a fruição estética e cultura geral na formação do indivíduo. Estimativa de atendimento: 500 estudantes e professores. Plano de distribuição dos catálogos 10% para o patrocinador; 10% para divulgação; 10% para o artista; 20% para distribuição a bibliotecas públicas; 50% para distribuição ao público visitante.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela gestão administrativa e financeira do projeto. Coordenação geral: Helmut Batista Estudou ópera na ESAT e trabalhou na ópera de Viena. Em 1998, funda o CAPACETE uma organização sem fins lucrativos direcionado ao pensamento contemporâneo. Realizou, produziu e organizou inúmeras palestras, seminários, oficinas e exposições no Brasil e no exterior. Como artista, até 1997, expôs na Gallery Schipper, Air de Paris, Massimo de Carlo, Von Senger entre outras. Em 2013 curou e organizou uma mostra no Portikus em Frankfurt. Coordenação pedagógica: Camilla Rocha Campos Artista, produtora, professora e pesquisadora, Camilla Rocha Campos transita num campo de uma arte colaborativa que acontece com a contribuição de pessoas em contextos carregados por ela de um tipo de humor e crítica. Nesse campo relacional, proposto por ela, se engendram experiências da arte contemporânea em produções artísticas, projetos em escolas e universidades e criação de contextos culturais envolvendo um público diversificado em jogos e viagens. Camilla é Mestre em História e Crítica de Arte pelo Instituto de Arte da UERJ (2011) e graduada em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ (2007). Professora da Universidade Cândido Mendes desde 2010, Camilla foi professora contratada da UERJ (2014) e UFF (2013). Trabalhou como pesquisadora e escritora auxiliar no projeto Radix-arte da autora Beá Meira para a Editora Scipione, elaborando materiais paradidáticos do ensino médio e fundamental (2008-2015). Em projetos autônomos e autorais como Workshop em curso, Camilla propõe um circuito de visitas em grupo a museus, centro culturais e bienais, dentro e fora do país, fomentando e mediando discussões in-loco enquanto experiências ali são vividas. Artistas: Amilcar Packer. Formado em Filosofia pela Universidade de São Paulo, é mestrando em Psicologia Clínica pelo Núcleo de Estudos da Subjetividade da PUC São Paulo. Packer desenvolve uma prática que reconfigura os campos semânticos de objetos, arquiteturas e corpos humanos por meio de ações e intervenções, fotografias, vídeos, instalações, e apresentações em diversos formatos que estabelecem campos relacionais e que buscam subverter as gramáticas normativas dos espaços sociais e os mecanismos históricos de poder. Suas atividades visam neutralizar discursos dominantes, e contribuir para desinstalar dispositivos de opressão instituídos e cristalizados na partilha cultural do sensível – com sua correlata segregação do espaço –; na sedimentação de estruturas de poder – e sua naturalização na linguagem; e nos padrões sociais e socializantes de comportamento – que impõem políticas de homogeneização das subjetividades. Packer colabora regularmente com iniciativas autogestionadas como o Como clube, a Casa do Povo, e o CAPACETE, do qual, entre os anos 2011 e 2013, foi co-diretor do programa de residências artísticas de pesquisa. Tomando as artes como um território privilegiado para a experimentação ética, suas atividades se entendem em formatos discursivos, aulas e oficinas, encontros e conversas, almoços e passeios que estabelecem espaços e estados provisórios para dinâmicas coletivas menos hierarquizadas, onde predominam a construção da horizontalidade, o debate crítico, o aprendizado mútuo e a convivência. Nos últimos anos, se apresentou em programas de formação como Städelschule, Frankfurt, Alemanha, 2013; PIESP – Programa Independente da Escola São Paulo, 2013, Centro de Investigaciones Artisticas, Buenos Aires, Argentina, 2013; History Matter CCA – Lagos, Nigéria, 2012; Universidade de Verão, Rio de Janeiro, 2012 e 2013; the Harbor, Beta Local, San Juan, Puerto Rico, 2011; Novos Coreógrafos, CCSP, 2010; On Reason and Emotion, Sydney Biennial 2004 educational programs – Hobart School of the Arts, Launceston School of the Arts, Tasmania, Autrália, 2004. Carla Zaccagnini (Buenos Aires, Argentina 1973). Artista visual, curadora e escritora. Forma-se em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), São Paulo, em 1995, e faz mestrado em poéticas visuais na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), São Paulo, a partir de 2001. Realiza desenhos baseados no contorno ou no contato com objetos (desde frutas até móveis), o que culmina na frottage dos 50 metros quadrados da galeria Adriana Penteado Arte Contemporânea, São Paulo, em mostra individual, 2000. Dessa ação, surge o interesse em focalizar questões institucionais. Em diversas mostras a artista apresenta como obra diferentes estratégias para dar visibilidade ao acervo da instituição em que expõe, como o financiamento do restauro de uma peça desse acervo, por exemplo. Ducha (Eduardo Menezes Pacheco, Rio de Janeiro, 1977) é artista carioca formado em pintura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 2000. Freqüentou, entre 1994 e 1995, cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage), no Rio de Janeiro, e produziu ações em espaços expositivos e urbanos, como a interferência nos refletores do Cristo Redentor - primeiro lugar no Prêmio Interferências Urbanas em 2000 - sem a autorização das instituições responsáveis pelo monumento. Realizou mostra individual no Agora/Capacete, Rio de Janeiro, 2001. Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se Orlândia, ocupação coletiva de uma casa no bairro de Botafogo, Rio de Janeiro, 2001; e Obras do Faxinal das Artes, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC/PR), Curitiba, 2002. Participou em diversas exposições coletivas a destacar Panorama da Arte Brasileira nos anos de 2001 e 2011 em SP, 10 anos de Capacete na Frederiech Petzel Gallery NY em 2008 e duas individuais, uma no espaço Agora/Capacete. Falke Pisano (HOL), vive e trabalha em Berlim. Seus trabalhos diagramáticos expõem um loop, no qual formas escultóricas abstratas mutantes são concebidas diretamente em relação à linguagem escrita e falada, implicando uma produção contínua e mutante de significado. Na publicação “Figuras da Fala” (desenhada e co-editada por Will Holder, publicada por JRP-Ringier, Christoph Keller Editions, 2010), Pisano reuniu seu trabalho com foco no ato de falar em relação às diferentes formas de agência. na produção artística. O artista segundo ciclo de trabalhos (2011-) “O Corpo em Crise” consiste em uma série de proposições e indagações que olham o corpo em crise como um evento em andamento. As exposições individuais de Pisano incluem Praxes, Berlim (2014), The Showroom, Londres (abril de 2013), Ellen de Bruijne Projects (Amsterdã, 2007, 2011) Hollybush Gardens (Londres, 2009, 2012), De Vleeshal (Middelburg, 2012), CAC (com Benoît Maire, Vilnius, 2011), Transmission Gallery (Glasgow, 2010), Extra City (Antuérpia, 2010), Kunstverein (Graz, 2009) e Halle für Kunst eV (Lüneburg, 2008). Participou de grandes grupos como mostra a Bienal de Veneza (2009) e Manifesta (2008). Apresentou-se no Museo Reina Sofia (2012), na 5ª Bienal de Berlim (2008) e na Lisson Gallery, Londres (2007). Jarbas Lopes Júnior (Nova Iguaçu - RJ, 1964). É graduado em Escultura pela Escola de Belas Artes - EBA da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, concluindo o curso em 1992. De 1989 a 1993, pintou e esculpiu para escolas de samba do Rio de Janeiro. Dentre suas exposições individuais estão: Centro Cultural Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, 1995; Associação Brasileira de Artes em São Paulo, 1997; Paço Imperial, Rio de Janeiro, 1998; Galeria Casa Triângulo, São Paulo, 1998; Centro Cultural São Paulo, 1998; e Galeria do Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, Rio de Janeiro, 2000. Participou também de inúmeras exposições coletivas, dentre elas: XIX Salão Carioca de Artes, no Rio de Janeiro, 1995; "Antartica Artes com a Folha", São Paulo, 1996; "Cidade Oculta", no Paço Imperial, Rio de Janeiro, 1997; Programa Abra Coca-Cola de Exposições em São Paulo, 1997; XXV Salão Nacional de Artes de Belo Horizonte, 1998; XVI Salão Nacional de Artes, Rio de Janeiro, 1998; XXVI Bienal de Pontevedra, Espanha, 2000; Festival de Inverno de Porto Alegre, 2000; e Casa Oswald de Andrade, São Paulo, 2000. Sua coleção está representada em vários locais, entre eles: Centro Cultural Cândido Mendes no Rio; Associação Brasileira de Artes em São Paulo; Colégio Ester Emílio Carlos no Rio; Museu de Arte da Pampulha em Belo Horizonte - MG e Funart no Rio. Seus principais prêmios são: Prêmio Aquisição do Programa Abra Coca-Cola de Exposições; I Prêmio da Associação Brasileira de Artes em São Paulo, 1997; Prêmio Aquisição no XXV Salão Nacional de Artes de Belo Horizonte, 1997; e XVI Salão Nacional de Artes na Funarte no Rio de Janeiro, 1998. Jean Pascal Flavien (1971 em Le Mans / França) estudou na École des Beaux-Arts de Rennes (1991-1994), Scuola delle Belle Arti, Bolonha (1992-1993), École des Beaux-Arts de Lorient / França (1994-1997) e UCLA, Los Angeles (2000-2001). Seu trabalho foi exibido em: Centre Pompidou (2019); NBK, Berlim (2019); Heidelberger Kunstverein (solo, 2018); Marta Herford (2017); Schinkel Pavillon, Berlim (2016); Nouveau Musée National de Monaco (solo, 2016); Colégio Real de Arte, Londres (Solo, 2015); Museu M Luvens Palais de Tóquio, Paris (2014); Museu de Artes Negras, Siegen (2014); Westfälischer Kunstverein, Münster (2013); Galeria do Sul de Londres (solo, 2012); Witte de With, Roterdão (2011); MUSAC, Leon (2011); Tate Modern London (2010) entre outros. Julien Bismuth (EUA), é um artista e escritor que atualmente vive e trabalha em Nova York. Sua prática está na intersecção entre arte visual e literatura. Além de seu compromisso proteiforme com a linguagem e a escrita, seu trabalho abrange os meios de performance, vídeo, fotografia, escultura e desenho. O trabalho de Bismuth foi amplamente exibido, incluindo o Palais de Tokyo em Paris, o Kunsthalle Wien em Viena e o Museu Solomon R. Guggenheim em Nova York. Bismuth é também o co-fundador da Devonian Press com Jean-Pascal Flavien, e autor de A Cover to Cover (Descobrir) e Pages with Motto Press em Berlim. Os próximos projetos incluem a participação na Bienal de Oslo, em 2019, e um projeto solo na Fundação Nomas, em Roma. Leonor Antunes (Lisboa, Portugal, 1972). É uma artista plástica de origem portuguesa, radicada em Berlim desde 2005. Frequentou o primeiro ano do curso de Cenografia da Escola Superior de Teatro e Cinema (1992-93), em Lisboa e depois realizou a sua licenciatura em Artes Visuais - Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (1993-98). O seu trabalho aproxima-se da herança minimalista e da arte conceptual das décadas de 1960 e 1970. Os seus projetos artísticos são determinados pelas características do espaço de exposição, sendo o visitante frequentemente convidado a estabelecer uma relação empenhada com a situação expositiva. Realizou mostras individuais em instituições internacionais dedicadas à arte contemporânea, tais como, Museu Rufino Tamayao (2018) na Cidade do México, Whitechapel Gallery (2017), em Londres, San Francisco MoMA (2016) e New Museum (2015), em Nova Iorque. Atualmente se apresenta no Pavilhão de Portugal na 58ª Bienal de Veneza. Louidgi Beltrami (FRA), Atualmente residindo em Paris, ele estudou na Villa Arson em Nice e na École Supérieure des Beaux Arts em Marselha. De 1999 a 2001, ele foi artista residente no Le Fresnoy - Estúdio Nacional de Artes Contemporâneas em Tourcoing, e depois no Pavillon, o laboratório de pesquisa do Palais de Tokyo em Paris. O trabalho de Louidgi Beltrame baseia-se em documentar modos de organização humana ao longo da história do século XX. Ele viaja para locais definidos por uma relação paradigmática com a modernidade: Hiroshima, Rio de Janeiro, Brasília, Chandigarh, Tchernobyl ou a colônia de mineração de Gunkanjima, sobre o mar ao largo de Nagasaki. Seus filmes - baseados no registro da realidade e na constituição de um arquivo - apelam à ficção como uma maneira possível de considerar a História. Mais recentemente, seus projetos o levaram a sítios arqueológicos no deserto costeiro peruano: El Brujo, ruínas da cultura Moche e as Linhas de Nazca que ele conectou respectivamente com a história do cinema francês “New Wave” e a arte Land americana dos anos 70. Ele completou em 2018, Mesa curandera um projeto colaborativo com José Levis Picón um xamã peruano que ele conheceu em 2015. Desde 2003, seus trabalhos foram exibidos em inúmeras exposições. O seu trabalho destacou-se em exposições pessoais no Circuito do Centro de Arte Contemporânea (Lausanne, 2019), Centro de Arte Contemporânea Passerelle (Brest, 2018), Palais de Tokyo (Paris, 2016), Frac Basse-Normandie (Caen, 2015), Kunstverein Langenhagen (Langenhagen, 2015), Galeria Jousse Entreprise (Paris, 2008, 2012, 2014, 2019), Fundação de Empresa Ricard (Paris, 2010), Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Estrasburgo (2008), e no Jeu de Paume (Paris, 2006). Em 2018, ele foi convidado para participar da 12ª Bienal de Gwangju pela curadora Clara Kim e, em 2013, participou de um programa de curadoria de Apichatpong Weerasethakul para a Sharjah Biennial 11. Ele também participou de muitos festivais incluindo o FID. Marselha, Doclisboa, Festival del Film Locarno e o Festival Internacional de Cinema de Roterdão. Seus filmes foram exibidos em programas específicos no Centre Pompidou: Vidéo & Après em conversa com Pascal Beausse (Paris, 2011) e no Musée du Louvre com Catherine David (Paris, 2013). Ricardo Basbaum. É artista, curador e crítico. Reside no Rio de Janeiro. Trabalha no Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Professor visitante na Universidade de Chicago entre outubro e dezembro de 2013. Pesquisa as relações entre arte, sociedade e cultura. Tem desenvolvido um vocabulário específico para seu trabalho, aplicado de modo particular a cada novo projeto. Projetos individuais recentes incluem re-projecting (london) (The Showroom, Londres) e Diagramas (CGAC, Santiago de Compostela), ambos em 2013. Entre outras participações em exposições estão: 30a Bienal de São Paulo, 2012; Bienal de Busan, 2012; A Rua: Rio de Janeiro and the Spirit of the Street, MuHKA, Antuérpia, 2011; e 7a Bienal de Shanghai, 2008. Em 2007, o projeto “Você gostaria de participar de uma experiência artística?” foi apresentado na documenta 12, Kassel. Em 2006, Basbaum foi co-curador do projeto On Difference #2 (Kunstverein Stuttgart) e pogovarjanja/conversations/conversas (com Bojana Piskur, Skuc Gallery, Ljubljana). Autor de Manual do artista-etc (Azougue, 2013), Ouvido de corpo, ouvido de grupo (Universidade Nacional de Córdoba, 2010) e Além da pureza visual (Zouk).

Providência

Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 742 de 21 de dezembro de 2022, publicada no DOU em 22/12/2022.