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O projeto apresentará através, da circulação de shows, o repertório de música instrumental de diferentes instrumentistas/compositores gaúchos. Abordando as suas influências absorvidas pela geografia local que une fronteiras e pela estética sonora intrínseca do extremo sul do Brasil.
O projeto Encontros Musicais – Circulação, aborda a música instrumental que vem do sul, herdeira de uma tradição regional profunda que transita com facilidade entre a cultura urbana e a campeira do Rio Grande do Sul. Refletindo em suas formações artísticas composições que têm origem na vivência da música folclórica ligados aos hábitos e costumes locais, e também com a sua proximidade geográfica com a região do prata. Para os músicos, participantes deste projeto, “fazer música instrumental é viver o improviso, abrindo os horizontes na busca de sonoridades ainda não exploradas e tocando o que se gosta”. Tudo norteado pelo princípio da excelência. A circulação deste projeto contará com a participação dos músicos compositores/instrumentistas: Paulinho Cardoso, Renato Borghetti, Luciano Maia, Marcello Caminha, Paulinho Fagundes, Frank Solari, Quinteto Persch e a Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Indicação etária: Livre
Objetivo geral: Este projeto, "Encontros Musicais RS - Circulação" tem como objetivo, realizar apresentações de música instrumental regional brasileira desenvolvida no sul do Brasil, a partir dos trabalhos e repertórios desenvolvidos pelos músicos gaúchos Luciano Maia, Frank Solari, Paulinho Cardoso, Quinteto Persch, Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul, Paulinho Fagundes, Renato Borghetti e Marcello Caminha. Objetivo específico: Este projeto tem como objetivo específico organizar e realizar as seguintes atividades: a) Realizar 8 apresentações de música instrumental com 8 diferentes músicos em 8 cidades diferentes; b) Realizar 8 ensaios abertos com bate-papos, gratuitos, sobre música instrumental durante a passagem de som em cada cidade que este projeto for apresentado, em complemento as medidas de ampliação do acesso; c) Realizar 2 palestras/oficina com músicos instrumentistas em 2 cidades em que o projeto passar, direcionados a alunos e professores de escolas públicas como atividade de contrapartida social, em cumprimento ao artigo 22 da IN 2019.
A música instrumental brasileira, principalmente a regional, continua as margens de grandes veículos de comunicação e por isto não atinge de forma abrangente a população do país. Deste modo, a Lei de Incentivo à Cultura, tem sido a única ferramenta cultural que possibilita a execução de projetos de cunho cultural musical instrumental, não comercial, e assim possibilitar o acesso de tantas pessoas através da circulação de projetos culturais. Por isto é crucial para a viabilidade deste projeto a sua aprovação junto à Lei de Incentivo à Cultura no Artigo 18 da Lei 8.313. A música que vem do sul, herdeiros de uma tradição regional profunda, transitam com facilidade entre a cultura urbana e a campeira do Rio Grande do Sul. Refletindo em suas formações artísticas composições que têm origem na vivência da música folclórica ligados aos hábitos e costumes locais, e também com a sua proximidade geográfica com a região do prata. Para os músicos, participantes deste projeto, "fazer música instrumental é viver o improviso, abrindo os horizontes na busca de sonoridades ainda não exploradas e tocando o que se gosta". Tudo norteado pelo princípio da excelência.
Realização de 8 apresentações de música instrumental, com duração aproximada de 1h10min de show, em 8 cidades do Rio Grande do Sul. Os ensaios abertos com bate-papo, serão realizados durante a passagem de som de cada músico convidado. Neste encontro o público poderá intergir com o músico instrumetista através de perguntas sobre carreira e produção musical instrumental.
As apresentações previstas neste projeto, serão realizadas em um local/teatro que seja ou esteja adaptado nas normas técnicas de acessibilidade, onde contenha, rampas de acesso, vagas de estacionamento, banheiro, cadeira de plateia e/ou local acessível a cadeirantes. Para facilitar a comunicação entre o espetáculo e pessoas portadores de deficiência visual e público geral, teremos nas apresentações previstas uma gravação (SPOT) que irá apresentar a sinopse do projeto, dando a ficha técnica dos artistas, além de todos os serviços necessários do evento, citação de marcas de patrocinadores de realizadores.
Todos as apresentações de música isntrumental previstas neste projeto serão gratuitas; Em cumprimento ao Artigo 21 será realizado a atividade de ensaio aberto com bate-papo para estudantes e/ou apreciadores do música.
Ficha Técnica: Proponente: Marcos Borghetti - Realizará a atividade de Coordenação Geral do Projeto Produção Executiva: Luciana Bitello/Engenho da Arte Músicos instrumentista/conpositores de música instrumental convidados para realizarem um show cada durante o projeto: Renato Borghetti (gaita ponto - compositor e instrumentista de música instrumental regional) Frank Solari (guitarra - compositor e instrumentista de música instrumental pop-rock urbano) Paulinho Fagundes (violão - compositor e instrumentista de música instrumental regional) Paulinho Cardoso (acordeom - compositor e instrumentista de música instrumental regional) Luciano Maia (acordeon - compositor e instrumentista de música instrumental regional) ) Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul (Regência de Telmo Jaconi) Quinteto Persch (acordeões - compositores e instrumentistas de música instrumental regional e latino-americano) Marcello Caminha (violão - compositor e instrumentista de música instrumental regional) Mini Currículos: Renato Borghetti: Músico instrumentista de Gaita Ponto, compositor com 30 discos de carreira gravados e 4 DVDs onde mescla folclore e modernidade em seu trabalho musical. Realiza shows pelo Brasil e turnês em circuitos de música instrumental anualmente pela europa. Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul: Criada em 2010 , a Orquestra Jovem ensina música para 110 crianças e jovens da rede pública de ensino de Porto Alegre e região Metropolitana, com Direção Musical e Regência de Telmo Jaconi. Frank Solari: Guitarrista, arranjador, compositor e produtor musical brasileiro. Seu trabalho instrumental vem sendo reconhecido internacionalmente desde o lançamento do seu primeiro álbum, tanto que ele foi o primeiro guitarrista brasileiro a aparecer nas colunas de novos talentos das revistas americanas Guitar Player/Dez de 1992 (Spotlight) e Guitar World/Fev 1993 (Hometown Heroes), recebendo significativos elogios. Seu último álbum lançado, Acqua, também teve grande repercussão internacional, sendo elogiado por músicos de renome, como Bob Dylan e Stanley Jordan. Em outubro de 2005, Solari foi capa da revista espanhola Guitarra Actual. Em 2007, faz parceria com o violonista Daniel Sá, com quem lançou o clipe da faixa ‘Moinhos de Vento’, originalmente gravada para o filme ‘Porto Alegre, meu canto no mundo’. Em 2013, Solari participou do disco de Humberto Gessinger intitulado Insular. Neste mesmo ano ele lança o clipe da música "Connection", uma composição sua em parceria com Izmália e Lucky Cassol. Luciano Maia: Luciano Maia tem 20 anos de trajetória como músico e produtor, colocando a música regional gaúcha em diálogo com outros ritmos brasileiros e universais. Atualmente lidera o Baile do Maia, mantém o duo Balaio de Sons, com o violonista Gabriel Selvage, e ministra workshops sobre acordeom. Natural de Pelotas, no sul do Rio Grande do Sul, Maia nasceu em 7 de novembro de 1980. Ao lado do pai, músico amador, frequentou as primeiras aulas de gaita com sete anos de idade, mas logo se tornou um aplicado autodidata. Aos nove, passou a tocar em invernadas artísticas, encontros de danças dos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs). Na adolescência, participou da então incipiente cena nativista de Pelotas, subindo ao palco com artistas hoje consagrados, como Luiz Marenco, Joca Martins e Cristiano Quevedo. Ao mesmo tempo, recebia premiações em disputados festivais regionais, como o Fegart, em Farroupilha, e o Rodeio da Vacaria. A partir do reconhecimento, foi convidado a participar do grupo Quero-Quero, com longa trajetória na animação de bailes. Com 15 anos, deixou a casa paterna para viver em Porto Alegre e viajar todos os finais de semana como músico profissional pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em 1997, depois de participar com o Quero-Quero da gravação de “Todo Homem do Pampa”, decidiu abandonar o conjunto para colocar em prática o que aprendeu na Capital na cena nativista de sua cidade. De volta a Pelotas, passou a produzir artistas locais e logo reuniu composições próprias e de outros artistas para a gravação do CD solo, “Sonho Novo” (1998). Seu disco instrumental chamou atenção de músicos e críticos. Com a repercussão, o autor foi selecionado para o projeto “Cartografia Musical Brasileira”, do Rumos Itaú Cultural, que tinha como objetivo mapear a produção de país. Os convites para tocar no centro do Brasil se multiplicaram, motivando Maia a morar por algum tempo em São Paulo. Em seguida, foi convidado a integrar também a série de espetáculos “O Brasil da Sanfona”, dividindo palco com artistas como Sivuca, Renato Borghetti, Oswaldinho do Acordeon, Caçulinha e Mario Zan. A partir do reconhecimento nacional como instrumentista, os pedidos para participações em álbuns de artistas regionais e urbanos cresceram, colocando a nome do acordeonista em mais de cem CDs. Participou também de espetáculos ao lado de Sérgio Reis, Hermeto Pascoal, Arismar do Espírito Santo, Toninho Ferragutti e Luiz Carlos Borges, entre outros. Em 2008, teve seu perfil retratado no documentário “O Milagre de Santa Luzia”, uma jornada musical pelo Brasil conduzida pelo sanfoneiro Dominguinhos. Também já representou o país em festivais e outros eventos no Reino Unido, Alemanha, França e Suíça. Quinteto Persch: O Quinteto Persch iniciou suas atividades em 1999, tendo como objetivo, difundir o Acordeon através da música de câmara, demonstrando sua versatilidade e oportunizando a exploração do instrumento com repertório erudito. Completa em 2019, 20 anos de atividades ininterruptas. É o único grupo no país com essa formação instrumental de música de câmara e proposta artística utilizando o Acordeon. O Quinteto Persch durante estes anos participou de concertos em teatros, auditórios, programações de Universidades e grupos artísticos como a Orquestra de Câmara Fundarte, Orquestra de Câmara da ULBRA, festivais de música como o XXII Festival Internacional de Música de Belém do Pará, II Festival Internacional SESC de Música de Pelotas – RS, II Festival Internacional de Acordeon – MG e o III Festival Internacional da Sanfona – Juazeiro – BA. O Quinteto foi contemplado no Projeto Petrobrás Cultural 2007, para gravação do seu primeiro CD sendo o primeiro neste formato no país. Por este CD em 2009, recebeu o Prêmio Açorianos de Música, promovido pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre – RS, no gênero erudito, na categoria Instrumentista. Foi vencedor do “Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica 2010”, para a realização de turnê na região nordeste do Brasil. Também em 2010, foi selecionado para apresentar-se na “3ª Feira Música Brasil” em Belo Horizonte – MG. Em 2011, o Quinteto Persch foi selecionando nos editais de ocupação dos teatros da Caixa Econômica Federal – Caixa Cultural Brasília e do BNDES. Gravou em 2012, seu segundo CD com músicas de Astor Piazzolla, Lèon Boëllmann, Antonio Vivaldi e Ivano Battiston. Recebeu o “Prêmio Funarte de Concertos Didáticos 2012 e 2014”, para a realização de concertos em escolas públicas. Em 2013, através do Programa de Intercâmbio do Ministério da Cultura, realizou oficinas e concertos nas cidades de Salto e Montevidéu – Uruguai. Lançou em 2015 o terceiro CD “Brasileiríssimo” que inclui obras de cinco compositores brasileiros: Toninho Ferragutti, Radamés Gnattali, Guerra-Peixe, Ernani Aguiar e Villa-Lobos. Com este CD recebeu o troféu do Prêmio Açorianos de Música 2015, como melhor Arranjador, e no Gênero Erudito como melhor Disco, Instrumentista, Interprete e Compositor. É formado por: Adriano Persch, André Machado, Daniel Castilhos, Ezequiel de Toni e Rodrigo Persch. Paulinho Fagundes: Músico, violonista, compositor com dois CDs gravados. Nascido na cidade de Alegrete, fronteira do estado Rio Grande do Sul, o contato com música venho desde muito cedo, através de sua família. Com o passar dos anos, morando em Porto Alegre, Paulinho tornou-se um guitarrista bem conceituado, mostrando o seu trabalho em diversas cidades da América Latina, Europa, incluindo Cuba e Honk Kong. Desde então, Fagundes atuou ao lado de nomes que o orgulham muito. Entre eles: Toninho Horta, Ivan Lins, Alegre Corrêa, Guinha Ramirez, Alessandro Kraemer (Bebê), Alessandro Penezzi, Arismar do Espírito Santo, Luis Carlos Borges, Luciano Maia, Renato Borguetti, Leandro Rodrigues, Edu Martins, Michel Dorfman, Paulo Dorfman, Marquinhos Fã, Lincon Cheib, Di Stefano, Fabinho Costa, Guto Wirth, Alberto Continentino, Vitor Peixoto, Jorginho Do Trumpete, Ricardo Arenhaldt, Lucas Esvael, Fernando Corona, Luis Salinas, Ricardo Baumgarten, Paulinho Lemos, Geraldo Flach, Hique Gomes, Antônio Villeroy, Gastão Villeroy, Paulinho Guitarra, Leonardo Tomich, Edinho Espíndola, Arthur Maia, Ivan Lins, Léo Gandelman, Neto Fagundes, Lúcio Yanel, Liliane Herrera, Nico Bueno, Rodrigo Maia, Ernesto Fagundes, Luke Faro, Paula Lima, Rodrigo Tavares, Paulinho Cardoso, Juliano Barreto, Serginho Moah, Zé Natálio, Marius Rodrigues, Giovani Berti, Beto Bolo, Xande Figueiredo, Alexandre Vianna, Luis Mauro Filho, New, Everson Vargas, Fernando do Ó, Renata Adegas, Mano Gomes, Gelson Oliveira, Bebeto Alves, André Abujanrra, Rodrigo Maranhão, Lúcia Helena. Paulinho Cardoso: Acordeonista de destaque do Rio Grande do Sul, Paulinho Cardoso tem atuação expressiva dentro do cenário musical instrumental do estado, onde participa de vários festivais importantes como compositor e instrumentista. Foi premiado em diversos festivais. Com dois CDs gravados - “Sul” (2009) e “Festa” (2013) - ambos indicados ao Prêmio Açorianos de Música, o músico recebeu o Prêmio de Melhor Instrumentista em 2014 pelo CD “Festa”. Contempla com suas composições diferentes vertentes musicais nacionais e internacionais, como os ritmos sulistas agregados à linguagem contemporânea do jazz. E é nesse ritmo que a fusão do acordeon com guitarra, baixo e bateria se aprofunda, na interpretação de clássicos do jazz nacional e internacional. Paulinho é mestre em música pela UFRGS. Marcello Caminha: Marcello Caminha é músico e professor. Nasceu em Bagé e em 1985 começou a participar do Movimento Nativista, obtendo muitas premiações como instrumentista e compositor em vários festivais de música. Em 1998 gravou o primeiro disco, o CD Estrada do sonho. A partir daí, já conta com 14 discos gravados, entre eles a coletânea Sucessos de ouro, primeira coletânea de músicas de violão lançada no Rio Grande do Sul e o CD Influência, vencedor do Prêmio Açorianos de Música 2008 em 3 categorias. Marcello Caminha já tocou em muitos estados brasileiros e também em outros países como Argentina, Uruguai, Portugal, Alemanha e Inglaterra. Nos seus lançamentos constam o DVD Vídeo Aula Violão Gaúcho, primeiro curso de violão em DVD lançado no Rio Grande do Sul, O livro 14 Estudos para Violão Gaúcho e o DVD Influência ao vivo primeiro DVD de violão da Música Nativista. Em 2016 lançou Com Violão Também se Dança, disco que foi vencedor do Prêmio Açorianos de Música Atualmente, Marcello Caminha dedica-se a shows e workshops e dirige a Academia do Violão Gaúcho, empresa especializada em cursos de violão online. Marcos Borghetti - Coordenação Geral ( Diretor da empresa Oficina Brasil, onde atua no mercado da música regional e instrumental desde 1.984). Luciana Bitello/Engenho da Arte (Produtora Executiva) Produtora Cultural há mais de 20 anos no mercado, realizou atendimento de Produção Executiva e circulação de concertos populares com a Orquestra de Câmara da Ulbra com participação de músicos como: Edu Lobo, Yamandú Costa, Premê, NDN, Papas da Língua entre outros (dentro do projeto Concertos Danna) e Orquestra da Câmara Fundarte com participação de músicos como: Luiz Melodia, Vitor Ramil, Daniel Drexler entre outros (dentro dos projetos do SESI RS). Produtora executiva e elaboração dos projetos do músico Renato Borghetti como: “Renato Borghetti – 30 Anos de Gaita Ponto e Renato Borghetti Quarteto – Gaita Na Fábrica” ambos pela Lei Rouanet; Ernesto Fagundes shows Aires de Fronteira e Cláudio Levitan com a Opereta Pé de Pilão. Produtora Cultural e Programadora/Curadora Artística de inúmeras edições de Feiras de Livro de diferentes cidades, entre elas Feira do Livro de Porto Alegre, Feira Literária de Viamão, Feira do Livro de Picada Café, Morro Reuter e Gravataí. Proponente e produtora executiva de editais e prêmios como: Quinta no BNDES, Prêmio de Montagem Cênica Myrian Muniz, PalcoHabitasul entre outros. Formada em História. Atualmente além dos trabalhos de produção cultural está cursando especialização em Cultura e Educação.
PROJETO ARQUIVADO.