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PRONAC 191440Inadimplente - por não responder diligência na avaliação do relatório cumprimento de objetoMecenato

2º Paralelo Festival

POLO COMUNICACOES LTDA - ME
Solicitado
R$ 397,6 mil
Aprovado
R$ 397,6 mil
Captado
R$ 80,0 mil
Outras fontes
R$ 234,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-10-10
Término

Resumo

Realização do Paralelo Festival, que contará com uma programação de música instrumental diversificada com consagrados artistas do jazz e do blues nacional.

Sinopse

As atrações selecionadas são descritas a seguir. Cada atração terá duração aproximada de uma hora e terá classificação indicativa livre. Não haverá montgem de novos espetáculos para este projeto. TRABALHOS ESPACIAIS MANUAIS A Trabalhos Espaciais Manuais (TEM) é uma pequena orquestra de música popular que surgiu em Porto Alegre e está em atuação desde 2013. A banda desenvolveu sua sonoridade através do formato Baile-Show, onde estilos como o samba, o funk, jazz e o rock são misturados em uma atmosfera dançante. Em 2017, com a faixa “Farofa de Banana”, que integra seu primeiro EP, a banda foi selecionada para participar da coletânea “John Armstrong presents AfroBeat Brasil”, lançada mundialmente através do selo londrino BBE. Em fevereiro de 2018 fez parte da programação do Pepsi Twist Land que contou com nomes como BaianaSystem e Gilberto Gil, já sendo seguido pelo lançamento do seu primeiro disco, TEM'18, produzido por Marcelo Fruet. Nesse mesmo ano, a TEM abriu o show do Bixiga 70 na cidade de Porto Alegre e foi uma das atrações do festival MECA Maquiné, sendo muito bem recebida pelo público. Também lançou seu primeiro clipe, Manobra de Dobra em Urano, dirigido por Martino Piccinini. No carnaval de 2019 participou do festivalPsicodália, onde mostrou-se revelação, em abril já está confirmada no festival Pira Rural além de já estar iniciando as composições e gravando asprimeiras demos do próximo disco, com previsão de lançamento para 2020. MOIO A MOIO nasceu da afinidade e a vontade de experimentação musical livre onde a bagagem individual de cada integrante pudesse ser explorada. Baseado na linguagem da música negra de maneira geral o grupo tem em seu repertório temas instrumentais que transitam entre o funk, hip hop, jazz, soul e choro. Desde a sua fundação, em 2015, a banda vem se apresentando em diversos espaços de Porto Alegre e região. Além de bares como o Espaço 512, London Pub, Bate, entre outros na capital gaúcha, a MOIO participou de festivais como o 2° Festival de música de Nova Prata e o 3° Festival Porto-alegrense de bandas instrumentais. Em abril de 2017 lançou o primeiro EP, MOIO, durante as programações do International Jazz Day, ocasião em que também participou em 2016 e 2018. LUCIANO LEÃES Considerado um dos principais pianistas do país, Luciano Leães encerra turnê de seu primeiro disco The Power of Love, após mais de 100 shows espalhados por dezenas de cidades do Brasil e do exterior. Somente nos Estados Unidos, foram cinco turnês, com apresentações em locais como Mapple Leaf, Folk Alliance, The Jazz Playhouse, Little Jam Sallom. Professor Longhair Museum, Frenchy Gallery, entre outros. Com mais de 20 anos de carreira, recebeu dois Prêmios Açorianos como melhor instrumentista. Foi integrante da banda de Fernando Noronha e, em 2013, com seu trabalho solo, abriu o show de Elton John, no Estádio Zequinha, tendo sido escolhido pela produção do músico inglês. Já tocou ao lado de nomes como Carey Bell, Larry McCray, John Primer, Hubert Sumlin e Magic Slim. Luciano é o curador do projeto Clube do Blues, que trouxe a Porto Alegre nomes como Annika Chambers, Omar Coleman, Willie Walker, Tia Carroll e Michael Hardie. YAMANDU COSTA E BORGHETTINHO Dois dos maiores nomes da música gaúcha, com projeção no Brasil e no mundo, Yamandu Costa e Renato Borghetti se reúnem para um show imperdível. Renato Borghetti (gaita-ponto) e Yamandu Costa (violão de 7 cordas) são amigos de longa data e nesse encontro trazem uma música brasileira pouco conhecida e divulgada. O repertório, na sua maioria definido em rodas de mate ou fruto de noitadas musicais, traz temas clássicos, música gaúcha e de fronteira, costuradas com levadas de choro, releituras inéditas e improvisos desconcertantes, executados com harmonia e virtuosismo. Ao lado dos dois, os parceiros Guto Wirtti (baixo) e Daniel Sá (violão), músicos que acompanham Yamandu e Borghetti em outros trabalhos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar o Paralelo Festival, com uma programação de música instrumental diversificada, com consagrados artistas do jazz e do blues nacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar uma programação de música instrumental com quatro apresentações de jazz e blues com nomes renomados dos estilos musicais e de grande qualidade artística; - Fomentar o diálogo e a troca de conhecimentos por meio da realização de duas oficinas de instrumentos para estudantes e músicos iniciantes de São Francisco de Paula e da Região; - Promover a formação de plateias e a educação musical com a realização de cinco palestras sobre a história da música, como AÇÃO EDUCATIVA integrante do projeto; - Difundir a música instrumental e, em especial, os gêneros do jazz e do blues e a sua pluralidade; - Aproximar a população e os turistas em visitação à cidade para apreciação de uma programação cultural de qualidade e integralmente gratuita, atingindo diferentes classes sociais.

Justificativa

A primeira edição do Paralelo Festival, realizada em janeiro de 2019 confirmou todas as expectativas dos seus realizadores. Nem o tempo instável foi capaz de abalar a presença do público, registrando a presença de aproximadamente cinco mil pessoas que se reuniram às margens do Lago São Bernardo. O Lago é uma atração à parte: um local de beleza indiscutível e que encanta seus frequentadores. Em um momento de contemplação à música e à natureza, diferentes ritmos musicais e atrações de grande qualidade foram reunidos e apreciados pelas mais variadas faixas etárias e classes sociais. Esse é justamente o objetivo do evento: criar um ambiente onde a cultura, o lazer e o envolvimento com as paisagens naturais se deem de forma livre, fugindo do conceito dos festivais marcadamente comerciais. Por isto mesmo o Paralelo Festival tem entrada franca e ocorre em local aberto. Assim, os realizadores da primeira edição buscam neste segundo ano consolidar o conceito original, que se mostrou amplamente aprovado. Para o Paralelo 2020 as atrações seguem a mesma ideia original: mesclar música instrumental, grupos nacionais e internacionais, artistas que buscam sua afirmação na cena musical e nomes consagrados nacional e internacionalmente. Os festivais de música são uma janela importante para artistas, músicos e bandas. São um espaço democrático, que favorece ao surgimento de novas ideias, grupos e tendências. Promovem a circulação e o encontro de profissionais em diferentes etapas de suas carreiras. E, além de tudo, instigam a formação de públicos, criando oportunidades tanto de apreciar músicos já consagrados, como de conhecer novos artistas. Neste contexto, surgiu o Paralelo Festival que, em sua segunda edição, será realizado em 18 e 19 de janeiro, terá como palco o Lago São Bernardo, em São Francisco de Paula. Um evento realizado neste local torna-se uma novidade e um diferencial que promove a descentralização das atividades culturais, especialmente em se tratando de uma programação de altíssima qualidade. É preciso criar alternativas de atividades culturais de qualidade para a juventude dos grandes centros urbanos brasileiros, que tem pouco acesso ao lazer e à cultura. Esta realidade não é diferente para a população entre 15 e 45 anos da Região Metropolitana de Porto Alegre, do Vale do Sinos e da Serra Gaúcha. A música _ e os festivais de música por excelência _ é uma manifestação cultural que atrai o público jovem e, combinado com outros elementos e atrações culturais, pode auxiliar a expressar os desejos, os sentimentos, as aspirações desta parcela da população. Por outro lado, um Festival de Música agrega as características de diversos gêneros musicais, dentre os quais podemos salientar a expressão de nossas raízes e identidades, a irreverência, a busca pela liberdade de forma e conteúdo e a expressão de conceitos em constante transformação. Há no cenário gaúcho, espaço para um Festival de Música, que dialogue com o sentimento da juventude e que consiga fazer uma simbiose entre diversas expressões musicais diferentes. Uma das grandes dificuldades do público jovem é justamente o custo de participar de eventos culturais ou de lazer. É nesta faixa etária e nesta localização geográfica que se encontra um imenso contingente de jovens com limitados recursos financeiros e sem grandes opções de lazer. Em geral, esta situação se agrava nos meses de verão nos quais os jovens da região metropolitana de Porto Alegre têm poucas oportunidades acessíveis a algum tipo de integração cultura e de lazer. Portanto é no verão que há um espaço importante para um evento como um Festival de Música. Neste cenário atual de dificuldades econômicas, criar oportunidades troca de conhecimentos e experiências entre profissionais da música, estudantes e artistas iniciantes se faz ainda mais necessário. Isso porque contribui, tanto para ampliar o entendimento sobre as atividades culturais, como para nos fazer vislumbrar alternativas para o desenvolvimento de carreiras. Por isso, uma etapa importante do projeto será a oficinas musicais para estudantes de música de São Francisco de Paula e região. A atividade possibilitará a este público o contato com artistas e professores altamente qualificados, ao mesmo tempo tornando-se um elemento fundamental de permanência de conhecimento na cidade e na Serra. Outra necessidade encontrada no mercado da música e na cadeira produtiva da cultura como um todo é a formação de plateias. Percebemos que é preciso, cada vez mais, estimular o interesse pela cultura desde cedo. Despertar olhares para as artes é também expandir conhecimentos ao mesmo tempo em que estamos contribuindo para a formação e desenvolvimento das potencialidades humanas. Neste sentido, prevemos a realização de cinco palestras sobre a história da música que serão realizadas em escolas públicas de São Francisco de Paula, dando início a um processo de educação musical com crianças e adolescentes do município. A programação do festival será realizada de forma integralmente gratuita e ao ar livre no Lago São Bernardo. O incentivo fiscal é o mecanismo pelo qual acreditamos que seja possível aproximar os parceiros que possam viabilizar o projeto. A iniciativa contempla no artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Contempla também o artigo 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, considerando-se as oficinas ofertadas, bem como inciso II - fomento à produção cultural e artística, na alínea e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

Oficina “O Choro e sua influência na construção da música do Rio grande do Sul” Ministrante: Mathias Behrends Pinto Duração: 6 horas. Público alvo: Público geral, músicos, estudantes de música. Requisitos básicos: Interesse por cultura popular, se possível leitura de cifras e/ou partituras(não obrigatório) Release: O Choro é a música do Brasil, em cada uma das regiões do país tomou diferentes formas e se misturou aos ritmos locais construindo uma nova identidade e enriquecendo este gênero musical que sempre esteve aberto às diversas influências. No Rio Grande do Sul a presença do Tango, Chamamé, Vanera e outras danças locais deu um sabor muito diferenciado ao sotaque do Choro feito no sul do Brasil. Nesta Oficina Mathias Pinto(Violão 7 Cordas) e Samuca do Acordeon abordam os aspectos formantes do gênero brasileiro e suas intersecções com a música gaúcha focando em técnicas de acompanhamento e solo e trazendo a perspectiva histórica ao debate. A oficina tem caráter teórico e prático e é voltada ao público geral, músicos e estudantes de música. MATHIAS PINTO – OFICINEIRO Mathias Pinto, compositor e violonista Porto-Alegrense licenciado em música pelo Instituto Porto-Alegre, coordenador da oficina de choro do Santander Cultural e sócio fundador da produtora Casa Barco, atua em diversos projetos ligados a música popular brasileira, produção de trilhas sonoras e produção musical em geral. Dentre eles destaca-se a direção musical no espetáculo "Lupi, o musical"(2013) gravado no Theatro São Pedro e lançado pela RBS TV no ano do centenário de Lupicínio Rodrigues , Produção do musical “Estação Brasil”(Teatro Bourboun Country 2014), “Na onda do choro – Os choros de Luiz Carlos Borges” lançado no Instituto Ling(2016). Trilha sonora para desfile do estilista Ronaldo Fraga coleção 2016 - Lojas Pompéia (Santander Cultural 2016), Trilhas sonora para Hering Brasil(Loop Reclame /Campanha 2015), Elo Cartões(Loop Reclame/Campanha 2016); Apresentações e gravações com: Luciana Rabello, Jorginho do Pandeiro, Luis Barcelos, Tonho Croco, Nilze Carvalho, Ângela Maria, Ronaldo do Bandolim, Projeto Café ou Chimarrão? com Paulinho Fagundes, Projeto Tom Chico e Vinícius, Grupo Antenório, Samuca do Acordeon, Plauto Cruz, Elias Barboza, Caio Martinez, Pâmela Amaro, Fernando Leitzke, Projeto Resgate, Central do Samba, Nani Medeiros, Projeto Pixingando, Lourdes Rodrigues, Messias Britto, Luiz Carlos Borges, João de Almeida Neto, Maria Luiza Fontoura, Aline Stoffel, Clube do Choro de Porto Alegre.Troféu melhor instrumentista no 46º festival Aparicio Silva Rillo, Troféu Prêmio Açorianos de Música 2014/2015-Menção especial(Oficina de Choro Santander Cultural), Indicação a melhor instrumentista Prêmio Açorianos de Música 2016. Participação no festival de Choro em NY/EUA - 2017 e Festival Latin Flute - em Toronto/Canadá 2018.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL Os espaços do evento contam com rampas e podem ser acessados por todos os públicos, incluindo pessoas com mobilidade reduzida. O produto é música instrumental, que está naturalmente acessível para todos os públicos. Haverá narração descritiva dos ambientes para os deficientes visuais. Não se faz possível, neste caso, outras medidas de acessibilidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL As oficinas e palestras contarão com tradução em libras.

Democratização do acesso

Toda a programação será realizada de forma gratuita e aberta a todos os interessados. Contemplando as medidas de democratização do acesso previstas na IN, serão realizadas duas oficinas de instrumentos musicais para estudantes, músicos iniciantes e interessados, conforme projeto pedagógico. Como contrapartida social, serão realizadas cinco palestras sobre a história da música para um total de 500 estudantes de escolas públicas.

Ficha técnica

PROPONENTE - POLO COMUNICAÇÕES - GERENCIAMENTO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO CARLOS FERNANDO BERWANGER BRANCO – produção Carlos Fernando Berwanger Branco é formado em Licenciatura em Educação Artística e Bacharelado em Instrumentos, tendo sido músico e professor de música, com larga atuação no estado do Rio Grande do Sul. Como compositor, tem músicas gravadas no Brasil e exterior. Escreveu um livro denominado A Censura na MPB, publicado em 1993, pela Editora Alcance, além de vários artigos para jornais, livros e revistas. Foi, de 1989 à 1994, Coordenador de Música da Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Porto Alegre, onde criou inúmeros projetos, tendo realizado cerca de 1.500 eventos, entre oficinas, work-shops, shows, lançamentos de discos e outras promoções, sempre com grande sucesso. Foi também Gerente de Programas Culturais, da Fundação Mauricio Sirotsky, do grupo RBS, nos anos de 1994 e 1995. Participa também de outros projetos na área social e cultural, tendo sido, por exemplo, Curador Assistente do Projeto Rumos Musicais, do Itaú Cultural, no ano de 2000, que resultou na edição de 10 cds com trabalhos de música brasileira, intitulado “Cartografia Musical Brasileira”. Desde 1994, é diretor da Branco Produções, empresa que realiza shows e eventos no estado do Rio Grande do Sul e dedica-se também a produção de discos para artistas e empresas. Foi responsável pela programação musical do Teatro do Sesi e, a quatro anos, responsável pela programação musical do Santander Cultural, na cidade de Porto Alegre/RS. Foi diretor regional da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente), que congrega os principais selos e gravadoras brasileiras. As atrações selecionadas são descritas a seguir: TRABALHOS ESPACIAIS MANUAIS A Trabalhos Espaciais Manuais (TEM) é uma pequena orquestra de música popular que surgiu em Porto Alegre e está em atuação desde 2013. A banda desenvolveu sua sonoridade através do formato Baile-Show, onde estilos como o samba, o funk, jazz e o rock são misturados em uma atmosfera dançante. Em 2017, com a faixa “Farofa de Banana”, que integra seu primeiro EP, a banda foi selecionada para participar da coletânea “John Armstrong presents AfroBeat Brasil”, lançada mundialmente através do selo londrino BBE. Em fevereiro de 2018 fez parte da programação do Pepsi Twist Land que contou com nomes como BaianaSystem e Gilberto Gil, já sendo seguido pelo lançamento do seu primeiro disco, TEM'18, produzido por Marcelo Fruet. Nesse mesmo ano, a TEM abriu o show do Bixiga 70 na cidade de Porto Alegre e foi uma das atrações do festival MECA Maquiné, sendo muito bem recebida pelo público. Também lançou seu primeiro clipe, Manobra de Dobra em Urano, dirigido por Martino Piccinini. No carnaval de 2019 participou do festivalPsicodália, onde mostrou-se revelação, em abril já está confirmada no festival Pira Rural além de já estar iniciando as composições e gravando asprimeiras demos do próximo disco, com previsão de lançamento para 2020. MOIO A MOIO nasceu da afinidade e a vontade de experimentação musical livre onde a bagagem individual de cada integrante pudesse ser explorada. Baseado na linguagem da música negra de maneira geral o grupo tem em seu repertório temas instrumentais que transitam entre o funk, hip hop, jazz, soul e choro. Desde a sua fundação, em 2015, a banda vem se apresentando em diversos espaços de Porto Alegre e região. Além de bares como o Espaço 512, London Pub, Bate, entre outros na capital gaúcha, a MOIO participou de festivais como o 2° Festival de música de Nova Prata e o 3° Festival Porto-alegrense de bandas instrumentais. Em abril de 2017 lançou o primeiro EP, MOIO, durante as programações do International Jazz Day, ocasião em que também participou em 2016 e 2018. LUCIANO LEÃES Considerado um dos principais pianistas do país, Luciano Leães encerra turnê de seu primeiro disco The Power of Love, após mais de 100 shows espalhados por dezenas de cidades do Brasil e do exterior. Somente nos Estados Unidos, foram cinco turnês, com apresentações em locais como Mapple Leaf, Folk Alliance, The Jazz Playhouse, Little Jam Sallom. Professor Longhair Museum, Frenchy Gallery, entre outros. Com mais de 20 anos de carreira, recebeu dois Prêmios Açorianos como melhor instrumentista. Foi integrante da banda de Fernando Noronha e, em 2013, com seu trabalho solo, abriu o show de Elton John, no Estádio Zequinha, tendo sido escolhido pela produção do músico inglês. Já tocou ao lado de nomes como Carey Bell, Larry McCray, John Primer, Hubert Sumlin e Magic Slim. Luciano é o curador do projeto Clube do Blues, que trouxe a Porto Alegre nomes como Annika Chambers, Omar Coleman, Willie Walker, Tia Carroll e Michael Hardie. YAMANDU COSTA E BORGHETTINHO Dois dos maiores nomes da música gaúcha, com projeção no Brasil e no mundo, Yamandu Costa e Renato Borghetti se reúnem para um show imperdível. Renato Borghetti (gaita-ponto) e Yamandu Costa (violão de 7 cordas) são amigos de longa data e nesse encontro trazem uma música brasileira pouco conhecida e divulgada. O repertório, na sua maioria definido em rodas de mate ou fruto de noitadas musicais, traz temas clássicos, música gaúcha e de fronteira, costuradas com levadas de choro, releituras inéditas e improvisos desconcertantes, executados com harmonia e virtuosismo. Ao lado dos dois, os parceiros Guto Wirtti (baixo) e Daniel Sá (violão), músicos que acompanham Yamandu e Borghetti em outros trabalhos.

Providência

O PROPONENTE NÃO RESPONDEU A DILIGÊNCIA DENTRO DO PRAZO.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.

2021-04-30
Locais de realização (1)
São Francisco de Paula Rio Grande do Sul