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PRONAC 191452Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

EXPOSIÇÃO DE GRAVURAS DA ÍNDIA ITINERÂNCIA SC

LUME ARTES PLASTICAS LTDA
Solicitado
R$ 384,0 mil
Aprovado
R$ 384,0 mil
Captado
R$ 3,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2019-07-31
Término
2022-12-31
Locais de realização (3)
Blumenau Santa CatarinaFlorianópolis Santa CatarinaJoinville Santa Catarina

Resumo

Realização da exposição "GRAVURAS DA INDIA" com circulação em três cidades catarinenses, apresentando gravuras em diversas técncias utilizadas por artistas plásticos indianos que, pela primeira vez no Brasil, apresentarão suas obras em uma exposição conjunta. As gravuras abrangem diferentes técnicas em trabalhos extremamente elaborados, com diversas impressões e cores numa mesma obra, apresentando imagens que contam histórias do cotidiano da Índia, sua cultura e a pluralidade artística do seu povo. Todos os artistas são professores do Centro de Artes Gráficas da Universidade Kala Bhavana, de Santiniketan/Índia. Cada cidade que receber a exposição terá uma oficina de fotografia ,performance e gravura.

Sinopse

NÃO SE APLICA

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover o resgate de técnicas de artes gráficas utilizadas desde a antiguidade, a partir do ponto de vista de 6 artistas indianos, professores de uma das faculdades de artes mais tradicionais da Índia. A Universidade Kala Bahvana que é uma referência para toda a Índia pelo seu alto grau de qualidade e desenvolvimento de técnicas de gravura que vão das mais antigas às mais contemporâneas que utilizam meios analógicos e digitais em artes plásticas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS São objetivos específicos do projeto: - Realizar uma exposição de gravuras de 6 artistas indianos, professores do Centro de Artes Gráficas da Universidade Kala Bhavana, de Santiniketan/Índia; - Apresentar 113 obras de artes plásticas com técnicas de litografia, gravura em metal, xilogravura, serigrafias, cyanotipia e fotogravuras multimeios; - Realizar a circulação da exposição em 3 cidades catarinenses; - Promover ações de formação cultural com a oferta de 3 oficinas de artes plásticas, uma em cada cidade, a saber: Impressão Monocromática e goma Dicromatada Colorida, Monotipia e Performance; - Fomentar o intercâmbio cultural entre Brasil e Índia, apresentando ao povo brasileiro um pouco da cultura e do cotidiano indiano através das gravuras em exposição.

Justificativa

O século XXI se caracteriza pela evolução tecnológica, digital e científica da humanidade. Novos conceitos, práticas e metodologias permeiam a vida moderna e influenciam a economia, o trabalho, o jeito de pensar, de viver e os modos de se comunicar. Basta um clique ou o toque em uma tela para acessar notícias e conteúdos de todo o mundo em tempo real. Culturalmente, verifica-se uma mudança na forma de produção e consumo de cultura e arte. A revolução nos meios de comunicação e nas tecnologias digitais faz bens e serviços culturais circularem sem suporte físico, transformando também o processo criativo, que cada vez mais está migrando para o formato digital. Nas artes plásticas não é diferente. Os processos digitais ganham espaço, em detrimento da produção artesanal, manual e analógica. Os estilos artísticos tão bem definidos em tempos passados, tomaram rumos diversos, conduzindo artistas modernos a experimentar novos caminhos para suas criações. A fim de manter vivas as artes gráficas mais tradicionais e apresentar ao público mais jovem métodos e técnicas seculares, a exposição GRAVURAS DA ÍNDIA reúne obras de seis artistas indianos, em diferentes técnicas de impressão gráfica. Além das técnicas, as gravuras trazem o olhar dos artistas que são professores do Centro de Artes Gráficas da Universidade Kala Bhavana, de Santiniketan, na Índia. Apresentam em seus trabalhos desenhos extremamente elaborados, gravuras com muitas impressões e cores, com universos criativos da mais alta qualidade que enchem os olhos e a alma. Suas gravuras trazem inquietude, fazem pensar e abrem novos horizontes. As imagens contam histórias, contém inúmeras passagens de tom, sobreposições, movimento, aproximando o público de seu mundo e cultura através desse fazer criativo. Atualmente, a imagem encontra-se no cerne das preocupações da humanidade, então este projeto é também proposto para difundir a diversidade criativa indiana para o Brasil, como uma forma de encontro entre as nações para a troca de técnicas usadas na atualidade e estudo de novos motivos e resultados estéticos no campo cultural para ambos os países. Desde 2008 Brasil e Índia têm estreitado suas relações, quando se tornaram signatários para a formação do BRICS _ grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul para cooperação política e econômica. O encontro adotou uma iniciativa conjunta, objetivando medidas mais efetivas para a promoção e desenvolvimento mútuos, com base na igualdade e benefícios recíprocos, compreendendo também a intensificação do intercâmbio cultural entre os países e a cooperação em turismo, educação, artes, saúde pública e esportes. O trabalho desenvolvido no departamento de artes da Universidade Kala Bhavana-Santiniketan é referência na Índia pelo seu alto grau de qualidade e desenvolvimento de técnicas de gravura que vão das mais antigas como a serigrafia, até técnicas de fotografia analógica utilizadas na realização de gravuras multimeios e adaptadas para os dias de hoje. A Universidade Kala Bahvana Visva-Bharati, formada pelo ganhador do Prêmio Nobel da Europa, Rabindranath Thakur, conhecido como Tagore, em 1921, deu início a uma escola em repúdio ao sistema introduzido na Índia pelos governantes britânicos, buscando preservar e perceber os valores intrínsecos da educação na antiga Índia. A simplicidade é o ponto cardinal desta instituição. As aulas são realizadas ao ar livre, à sombra das árvores, onde homem e natureza entram em relacionamento harmonioso imediato. Professores e alunos compartilham a vida sociocultural. O currículo é composto por música, pintura, performances dramáticas e outras práticas performáticas. Além dos limites aceitos das atividades intelectuais e acadêmicas, criaram-se oportunidades para revigorar e sustentar as múltiplas faculdades da personalidade humana. A produção gráfica é intensa e coordenada pelos artistas professores. Seria uma honra poder mostrar o trabalho desses artistas para o público brasileiro. As gravuras tratam da memória ancestral da Índia, contam histórias, criam imagens que se desdobram criando várias possibilidades de composição, e também imagens oníricas. Utilizam diferentes técnicas de gravura e impressão em trabalhos extremamente elaborados, e de alta qualidade onde se percebe terem muita experiência na área de gravura. A exposição trará gravuras dos artistas nas seguintes técnicas: LITOGRAFIA: técnica desenvolvida no século XVIII, na Alemanha, e consiste em imprimir sobre papel, por meio de prensa, um escrito ou desenho executado com tinta graxenta ou gordurosa sobre uma superfície calcária ou uma placa metálica, geralmente de zinco ou alumínio. GRAVURA EM METAL: também conhecida como calcogravura ou calcografia, é o processo de gravura feito numa matriz de metal, geralmente o cobre, mas também pode ser feita em alumínio, aço, ferro ou latão amarelo. Os primeiros registros desta técnica datam do século XV, na Europa. XILOGRAVURA: antiga técnica de origem chinesa (século VI), em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. No Brasil, a técnica foi trazida pelos portugueses durante a colonização e se desenvolveu na literatura de cordel. Quase todos os xilógrafos populares brasileiros, principalmente no nordeste do país, provêm do cordel. SERIGRAFIA: Serigrafia tem suas origens em estampas e gravuras da dinastia chinesa, por volta de 960 e 1.279 DC. Mais tarde, no século XV, os japoneses passaram a utilizá-la para transferir desenhos à tecidos de seda. Hoje em dia é utilizada com estencil e rolos cilíndricos elétricos de impressão. Este processo chegou no Ocidente no final do século XVIII, mas só foi comercialmente utilizado no século XX, Andy Warhol é considerado a primeira pessoa a popularizar a serigrafia como silk-creen. A Pop Art foi o movimento artístico que a utilizou largamente como arte no ocidente CYANOTIPIA: processo de impressão fotográfica em tons azuis, que produz uma imagem em ciano, descoberto pela botânica e fotógrafa inglesa Anna Atkins e pelo cientista e astrônomo inglês Sir John Herschel, em 1842. FOTOGRAVURA: processo de geração de matrizes que se utilizam de elementos químicos e a ação da luz para gravação de imagens sobre uma superfície. A técnica foi desenvolvida na França, com registros das primeiras obras em 1820. Assim, considerando as técnicas utilizadas nas obras, o projeto tem por finalidade salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar e fazer das técnicas de impressão utilizadas antes da "Era Digital", além de desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais do povo indiano, conforme incisos V e VII, do art. 1º, da Lei 8313/91, respectivamente. Para cumprimento de suas finalidades, o projeto fomenta a produção cultural e artística através da realização de uma exposição de gravuras de artistas indianos, de amplo valor cultural pelas técnicas apresentadas, com circulação em 3 cidades catarinenses. A realização de 3 oficinas de técnicas de gravura, uma delas ministrada por um dos artistas indianos, fomenta e o intercâmbio técnico e cultural (art. 3º, inciso II, alíneas "c" e "d", Lei 8313/91). Com tudo isso, o projeto merece o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura para que seja possível trazer as obras de arte da Índia para o Brasil, para exposição em espaço público e com acesso gratuito ao público. O apoio da Lei Rouanet é fundamental para concretização deste projeto também pela sua importância cultural para fortalecer ainda mais as relações estabelecidas entre Brasil e Índia.

Estratégia de execução

O proponente será remunerado pelos serviços de Direção Geral e uma das curadorias da exposição, serviços que serão realizados por sua equipe.

Especificação técnica

EXPOSIÇÃO: A exposição constará de 113 gravuras nas seguintes dimensões, por artista: AJIT SEAL: 10 gravuras 60cmX 80cm. UTTAM KUMAR BASAK: 15 gravuras em metal, nas seguintes dimensões: 60cm X 50cm – 3 gravuras 48cm X 51cm – 3 gravuras 33cm X 51cm – 3 gravuras 28cm X 28cm – 3 gravuras 26cm X 33cm – 3 gravuras GANEEV SANGWAN ADIDIT: 20 trabalhos, 60cm X 40cm. PRASHANT PHIRANG: 4 litografias com cyanotipia: 50cm X 70cm 1 gravura em metal: 30cm X 40cm 4 gravuras: 10cm X 15cm MOIRANGTHEM THOMAS SINGH: 10 gravuras, 60cm X 80cm ARPAN MUKHERGEE: 49 gravuras 38cm X 28cm OFICINA: Impressão monocromática e goma dicromatada colorida Duração: 5 dias Carga horária total: 42 horas Nº de vagas: 10 inscritos (admite mais participantes como observadores) Ministrante: ARPAN MUKHERGEE Goma Dichromate é um processo do século 19 de gravura de fotografia, considerado um dos primeiros processos descobertos para imprimir a fotografia de placa de vidro / papel negativo. Posteriormente, o processo também foi usado para imprimir fotografias coloridas manualmente. Embora este método seja destinado para impressão de fotografia, tem uma saída pictórica como resultado final. Portanto, como meio, é uma ponte entre a gravura e a prática da fotografia. Na situação da arte contemporânea mundial, a "impressão de goma" reviveu e tornou-se um meio importante para muitos artistas que trabalham com fotografia ou processo fotomecânico. O workshop aborda as seguintes matérias: • Introdução à impressão de Bicromato de goma. • Preparando o papel. • Introdução ao negativo digital. • Preparando a solução de dimensionamento, • Fazer impressão de goma monocromática. • Introdução e produção para colorir a impressão de goma. O que o participante vai aprender durante o workshop: • Como fazer o negativo digital. • Como fazer papel para impressão de goma • Como fazer impressão monocromática e colorida de goma em papel OFICINA: MONOTIPIA Duração: 2 dias – 4 horas aula por dia Carga horária: 8 horas Nº de vagas: 10 inscritos Ministrante: FLÁVIA FERNANDES A monotipia é a gravura em que se obtém uma única prova. Ela é a gravura que permite maior liberdade de trabalho. Com esta técnica consegue-se a reprodução de um desenho, mancha de cor ou textura de objetos pelo decalque. A prova obtida, não é um duplicado fiel do desenho ou mancha original, na passagem para o papel, as tintas misturam-se fazendo surgir efeitos imprevisíveis. Pode-se utilizar a prensa de calcografia ou utilizar a mão, uma madeira ou pedra para fazer a impressão da pintura ou desenho. A oficina pretende instrumentalizar o aluno para que faça suas próprias monotipias. Durante o curso o aluno irá aprender diversas maneiras de realizá-las. O aluno irá fazer frottagens de elementos que estão no entorno com papel de seda e lápis 6b criando composições, e realizar monotipias utilizando desenho, relevo, máscara tinta com pincel e rolo de impressão OFICINA: PERFORMANCE Duração: 2 dias – 6 horas aula por dia Carga horária: 12 horas Nº de vagas: 10 inscritos (conforme o tamanho do espaço poderão ser abertas até 20 vagas) Ministrante: FRANZOI A oficina será prática e teórica, propondo-se agenciar uma reflexão sobre articulações do corpo e do olhar dentro da performance, discutindo artistas, passagens históricas e os (rompimentos de limites) sugeridos pelas práticas enquanto proposições artísticas e estimular o diálogo sobre os diferentes usos do corpo na arte contemporânea por meio de um olhar sobre a relação entre corpo-espaço, corpo-objeto e corpo-imagem. Propõe-se também investigar e refletir sobre experiências subjetivas do corpo de natureza performática, desenvolvendo exercícios prático-performáticos a partir de conceitos propostos pelo grupo. Metodologia Apresentação e debate da performance O que se faz presente. Encontro teórico-prático, com debates de performances, conceitos, edição e debates dos exercícios propostos com possibilidade de desdobrá-los em projetos de proposições artísticas performáticas. Encontro para apresentar os processos criativos de natureza performáticas a partir das situações e exercícios propostos pelos participantes. Materiais necessários Datashow com saída de som; Computador entrada pendrive e DVD e conexão internet; 10 elásticos extensor de glúteos 3 rolos (peças) de tecido tubular Poliamida - cor vermelha - 60 metros cada peça. 20 copos aperitivo vidro 60ml

Acessibilidade

Em atenção às medidas de acessibilidade estabelecidas na legislação, informamos que os locais onde serão realizados a exposição e oficina dispõem de acessibilidade física para cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos, acessíveis pelo transporte público e com vagas de estacionamento reservadas especialmente para este público. Em atenção ao art. 19, da IN 02/2019, a programação da EXPOSIÇÃO contempla 2 visitas guiadas em cada cidade, com explanação sobre as obras e técnicas utilizadas, com a presença de intérprete de LIBRAS e audionarrador. Estas datas serão amplamente divulgadas em mídia. Também serão oferecidas 4 visitas guiadas para grupos de alunos e professores do ensino fundamental, ensino médio e superior, da rede regular de ensino, em atenção ao art. 22 da IN 02/2019, como ação de formação de plateia cultural para as artes visuais. Com esta ação estima-se receber público de 100 pessoas em cada cidade, totalizando 300 estudantes e professores. Pelo menos, 50% das vagas de visita guiada serão reservadas para alunos e professores da rede pública de ensino em cada cidade. Para tanto o projeto dispõe de serviço de secretaria executiva responsável pelo contato e agendamento das visitas guiadas para grupos com escolas, universidades e entidades que trabalham com pessoas com deficiência nas 3 cidades que receberão a exposição.

Democratização do acesso

A EXPOSIÇÃO terá visitação aberta ao público com entrada gratuita em todas as cidades. Todavia, em atenção ao art. 20, da IN 02/2019, serão respeitados os limites de distribuição previstos no inciso “I”, a saber: - 20% para distribuição gratuita em caráter social, educativo ou de formação artística; - 10% para distribuição gratuita aos patrocinadores; - 10% para distribuição gratuita em ações de divulgação do projeto; Os locais são abertos à visitação pública, gratuita. Quanto às oficinas, a participação será gratuita e 20% das vagas de cada cidade será reservada para a distribuição gratuita em caráter social, educativo ou de formação artística. As demais vagas serão distribuídas gratuitamente ao público interessado, mediante inscrição. A fim de ampliar o acesso e estimular o gosto e conhecimento pelas artes junto ao público jovem, serão realizadas visitas guiadas para grupos de escolares da rede de ensino e para grupos de acadêmicos de faculdades de artes nas cidades que receber a exposição. Como medida complementar, o projeto atende o estabelecido no art. 21, inciso V, da IN 02/2019 com a realização de uma oficina de técnica de gravura em cada cidade, como produto secundário do projeto. Cada oficina disponibilizará 10 vagas mediante inscrição gratuita. Havendo disponibilidade de espaço, outros interessados poderão participar da oficina como observadores, respeitada a capacidade do espaço para a realização de cada oficina.

Ficha técnica

LUME ARTES PLÁSTICAS - RAFAEL JOÃO RODRIGUES e MARIA FLÁVIA GONÇALVES FERNANDES DIREÇÃO GERAL RAFAEL JOÃO RODRIGUES Escultor com habilitação em Artes Plásticas pela UDESC- Universidade para o desenvolvimento de Santa Catarina em 1986. Possui conhecimentos de química industrial, ministrou cursos, desenvolveu Oficina de materiais artísticos para as oficinas de Arte do MASC. Atua também na área de Restauração do Patrimônio Cultural. MARIA FLÁVIA GONÇALVES FERNANDES CURADORIA Maria Flávia Gonçalves Fernandes (São Paulo SP 1956). Pintora, desenhista, gravadora, professora. Estuda Arte na Escola Brasil com Luiz Paulo Baravelli, Frederico Nasser, José Resende, e Carlos Fajardo frequentando o ateliê deste último, e gravura com Dudi Maia Rosa, em São Paulo. Em 1975, ingressa no curso de graduação da Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, de onde sai formada em Artes plásticas quatro anos mais tarde. Em 2004, obteve o título de Mestre em poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Reside atualmente em Florianópolis, para onde se muda no início da década de 1980. Realiza sua primeira exposição individual em 1975 na FAAP, São Paulo. Em 1989, participa do Circuito Ateliê Aberto, evento da 20ª Bienal Internacional de São Paulo. É professora de gravura e desenho na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC e na Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, em Florianópolis. Ao longo de sua carreira artística, estabelece-se como artista catarinense, participa da diretoria da Associação Catarinense de Artistas Plásticos e preside a Associação dos Artistas Plásticos de Santa Catarina. CARLOS ALBERTO FRANZOI CURADORIA Arte-educador, artista visual, ator, curador, diretor teatral e performer. Graduado em Educação Artística pela Univille. Pós-Graduado em Prática Social da Arte pela USP/Univille. Foi Diretor Cultural e Membro do Conselho Consultivo Instituto Schwanke, Vice-Presidente, Presidente e Membro do Conselho da AAPLAJ. Coordenou a Casa da Cultura e o Museu de Arte de Joinville. Foi Presidente do Conselho Consultivo do MAJ e Membro do Conselho Consultivo da Galeria Municipal de Artes Victor Kursancew. É Membro da Associação Catarinense de Letras e Artes. Membro Conselho Consultivo da AAPLAJ e da FAAPSC desde 2011, e seu representante no Conselho Estadual de Cultura desde 2013. ARTISTAS EXPOSITORES ARPAN MUKHERGEE Professor do Departamento de Artes Gráficas (Gravura), Kala Bhavana, Universidade Visva Bharati, onde se formou. Possui B.F.A & M.F.A em gravura, de Kala Bhavana, Universidade Visva Bharati, Santiniketan, Índia. BFA- 1999, M.F.A – 2001. É o criador e responsável pelo estúdio Goppo, uma iniciativa para o desenvolvimento de um espaço para melhorar a compreensão, principalmente, da fotografia analógica. "Goppo" é uma palavra em bengali, significa pequenas histórias que definem melhor o propósito por trás do estabelecimento deste estúdio, que é reunir todas aquelas pequenas histórias, idéias, práticas que levamos em relação ao mundo da fotografia. Participou de inúmeras exposições na Índia, Japão, Romênia, Tailândia; workshops e ministra cursos e seminários em diversos países, Índia, França e outros. Em 2011 recebeu o pr êmio ‘Fotógrafo do ano-2010’, organizado pela Better Photography Revista, Singapore Truism. Desde 2015 organizando e conduzindo inúmeros workshops e tutoriais sobre Fotografia do século XIX no Studio Goppo, Santiniketan. UTTAM KUMAR BASAK Em busca do PHD em Printmaking do Departmento de Artes Gráficas , Kala Bhavana, Visva Bharati. Obteve a primeira aula em B. Fine Art & M. Fine Art de Kala Bhavana, Viswa Bharati, Santiniketan em 1984. Praticou gravura por um longo tempo no estúdio Garhi Lalit Kala Regional Center, em Nova Deli, de 1996 a 2012, e mais tarde se juntou a Kala Bhavana, Santiniketan na Faculdade de ensino. Recebeu 9 prêmios All India level e 3 prêmios Level Awards desde 1984 de NEW DELHI, HYDERABAD, MADHYA PRADESH, RAJASTHAN, PATNA & KOLKATA. Também recebeu o Prêmio de Bolsas Culturais do Governo da Índia, do Departamento de Cultura, Ministério do Desenvolvimento de Recursos Humanos, de 1986 a 1988. Teve suas coleções expostas na Galeria Nacional de Arte Moderna, Nova Deli, nos anos de 1985, 1990, 1991,1993 e 1999, na Academia Nacional de Arte de Nova Deli, em 1987, 2007, 2011; na Galeria de Arte Cimroza, em Mumbai, no M.E.C. Galeria de arte, em Nova Deli, entre outros locais. Completou o programa Artist-in-Residência de 1º a 15 de setembro de 2014 na Faculdade de Belas e Aplicadas Artes, Burapha University, Chonburi, Tailândia. Participou de exposições nacionais, internacionais e em grupo na Índia, França, Estados Unidos, Inglaterra. AJIT SEAL Ajit Seal, uma personalidade que não precisa de introdução no campo da gravura, é uma das últimas. Nascido em Assam em 1958, Ajit tem sido fervoroso em relação à Arte Visual desde a infância. Não era que ele estivesse obtendo acesso direto ao mundo da Arte Visual, vendo os trabalhos dos grandes mestres ou se expondo ao mundo da arte através das referências de materiais secundários durante seus dias de infância, mas ele foi atraído por esse meio por causa do atmosfera que o rodeava. Ele lembra que, quando criança, ele costumava passar por uma loja de móveis todos os dias e sua curiosidade levou-o a aprender o processo de escultura em madeira do carpinteiro daquela loja. Foi quando ele decidiu que passaria por um treinamento acadêmico formal em Belas Artes. Conseqüentemente, ele foi premiado com um Diploma em Pintura pela Faculdade de Artes e Ofícios de Guwahati. Em 1981, sob a orientação de Bhabesh Sanyal, ele completou um treinamento de dois anos em Gráficos no Garhi Studio, Nova Delhi. Posteriormente, em 1983, o selo Ajit recebeu um Diploma de pós-graduação em gráficos da Kala Bhavana, Visva Bharati Santiniketan; sua jornada como artista, assim, começou. Seria errado categorizar o Ajit Seal apenas como artista, pois sua contribuição na preparação e treinamento de alunos de artes visuais como mentores é ser credenciada. Devido à solicitação do artista Sobha Brahma para estabelecer o Departamento de Gráficos na Faculdade de Artes e Ofícios do Governo de Guwahati, ele recusou uma Bolsa Nacional e se juntou à faculdade do Colégio. A primeira máquina de litografia e máquina de gravação foi criada na Faculdade de Artes e Ofícios de Guwahati sob sua supervisão em 1985. GANEEV SANGWAN ADIDIT Dra. Adidit fez seu BFA na Punjabi University em 2002 e Master em Fine Arts em Kala Bhavana em 2004. Depois de receber a bolsa de pesquisa Junior da Universidade recebeu um prêmio da comissão que ela pode continuar a pesquisa de PHD e obteve o grau de Doutora pela Visva Bharati Santiniketan em 2011. Gravurista, pintora, poeta e pesquisadora trabalhou como artista residente em Nova Deli Guawhati, Mumbai e Jaipur. Seus trabalhos encontram-se em muitas coleções privadas a Índia e de fora dela. É professora Assistente do departamento de Artes Gráficas Kala Bhavana –Santiniketan desde julho de 2014 PRASHANT PHIRANG Phrashant Phirang nasceu em 10 de janeiro de 1983. Atualmente está na Universidade Central de Visva-Bharati, Santiniketan, Bengal Ocidental, Índia. Obteve seu B.F.A em Pintura na Universidade De Gulbarga Karnataka, Índia e o M.F.A em Impressão da Universidade Central De Visva-Bharati, Santiniketan, Bengal Ocidental, Índia. Também é PhD pela Universidade Central de Visva-Bharati, Santiniketan, Bengal Ocidental, Índia. Possui publicações no Indian Journals, Revista Regional de Kannada, Art Echo Publisher e na Revista Internacional de Investigação Inovadora e Estudos Avançados-Ijiras. Participou de diversos seminários entre os anos de 2003 e 2018 na Índia, França, Polônia e Estados Unidos, referentes à arte, impressões gráficas e mídia mista. Recebeu prêmios entre os anos de 2002 e 2017, tais como: Prêmio Mérito em 2ª Exposição de Arte da Índia, 1º lugar Prêmio em pintura do Lions Club da Gulberga, Prêmio de melhor pintura no Concurso Nacional de Arte Nível, Prêmio de melhor desenho no Inner Wheel Club Gulberga, Melhor pintura em concurso de arte nível do estado pela fundação Kalpavruksha Gulbarga, entre outros. MOIRANGTHEM THOMAS SINGH Nascido em Moirang, Manipur, Índia, é membro do Departamento de Artes Gráficas, Kala Bhavana, Visva Bharati, Santiniketan e foi Professor Convidado no Departamento de Artes Gráficas, Rabindra Bharati University de 2001-2008 e na Faculdade de Artes Visuais sob IKSVV, Khairagarh de 2001-2011. Completou com sucesso o M.F.A. com medalha de ouro da Universidade Rabindra Bharati, em 1999. Recebeu diversos prêmios e homenagens como da Academia de Belas Artes e da Sociedade Indiana de Arte Oriental. Participou de 16 workshops e oficinas, como a Oficina de impressão conjunta organizada pelo Departamento de Arte e Cultura do Gov. de Bihar e Departamento de Arte Gráfica. Participou regularmente de vários shows em exposições estaduais, nacionais e internacionais desde 1995, incluindo Bienal de impressão Pune em 2017, COCHI Biennale 2016, Exposição MOITREYI em Dhaka, mostra de arte internacional na Ram Kinker Gallery, entre outras. Realizou diversas palestras, como a de impressão de colografia como parte do Workshop de estudantes de nível nacional em 2016. Realizou, ainda, workshop sobre colografia em Chitrakala Parishad, Bengalore em 2017. Possui coleções de obras pela ABC India Pvt. Ltd., Centro de Informações do Governo de W.B., estado de Manipur Kala Academy e coleções particulares na Índia e no exterior.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.