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PRONAC 191482Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Morrinhos

HMS CONTROLADORIA LTDA
Solicitado
R$ 996,0 mil
Aprovado
R$ 996,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2020-01-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (6)
Vitória Espírito SantoBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroCampinas São PauloJundiaí São PauloRibeirão Preto São Paulo

Resumo

O projeto irá realizar ciclos de oficinas culturais com o objetivo de dar ferramentas artísticas para que jovens possam criar esculturas que representem sua realidade e seu modo de viver, todo o processo será filmado com o objetivo de produção de um curta metragem do processo que será apresentado com exposição das esculturas.

Sinopse

não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo do projeto é promover a difusão de conhecimentos de artes, em especial artes plásticas para que jovens possam se apropriar dessa linguagem para compreensão e representação de seu mundo por meio das artes. Como resultado esperamos desmistificar as artes e formar jovem não somente para a prática como também para formação de público para exposições, museus entre outras atividades afins. Objetivos Específicos O projeto irá promover um ciclo de 5 oficinas culturais em 5 cidades do país com o objetivo de produzir uma exposição e um curta metragem em cada cidade. As metas quantitativas do projeto são: Em cada cidade será realizado: - 01 ciclo de 05 oficinas _ para grupo de até 60participantes cada;- 01 escultura em conjunto;- 01 curta metragem (de animação); - Abertura com exposição da escultura com exibição dos curtas produzidos nas oficinas. Dessa forma o projeto irá realizar no total: 05 ciclo de 05 oficinas;05 esculturas em conjunto;05 curta metragens (de animação)05 eventos de abertura com exposição das esculturas com exibição dos curtas produzidos nas oficinas.

Justificativa

Julgamos que o projeto Morrinho deve ser entendido a partir de uma confluência de linguagens artísticas que tem sua atenção voltada à realidade social como matéria a ser formalizada e resinificada. A construção da escultura e a produção do curta-metragem, propostos pelo projeto, são formas de expressar a visão de mundo a partir de uma obra de arte, inserida no campo das artes visuais. É justamente com a premissa de estimular a criação artística de jovens, através de diversas linguagens e contribuindo tanto com o desenvolvimento sociocultural deles, como com a circulação de produção cultural nacional, que o projeto aqui proposto surge. Inovando a produção cultural, o grupo Projeto Morrinho surgiu há 20 (vinte) anos atrás (1997) com a premissa de retratar de forma despretensiosa o cotidiano de uma favela na cidade do Rio de Janeiro. Garotos que tinham pouco contato com as artes visuais, edificaram, com restos de materiais de construção, uma escultura da comunidade que viviam para depois interagirem com ela a partir da produção de curtas-metragens com bonecos de LEGO. De forma singela, essa brincadeira de criança cria uma linguagem artística singular que coloca em cena a vida na favela de forma nunca vista antes.Junto com a utilização de materiais não convencionais e as encenações com bonecos, outro fator que merece destaque na obra do Projeto Morrinho é justamente a inserção ativa da realidade social dos participantes na obra criada. Como sugeriu Robert Storr em texto para o catálogo da 52a Bienal de Veneza (2007), o redirecionamento dos trajetos de vida dos garotos do projeto são parte constitutiva do próprio. Devem, nesse sentido, ser interpretados como dado estético, pois estar diante de um trabalho do Morrinho envolve a percepção, pelo espectador, dessa capacidade incrível de ressignificação dos garotos, que se criaram artistas. Se é interessante atentar-se para a linguagem original encontrada pelo Morrinho em seus vídeos, é fundamental na fruição de seus trabalhos atentar-se também para quem fala. Isto é, para o fato de que a voz que ecoou na 52a Bienal de Veneza (2007) e no MoMa (Museu de Arte Moderna - NY) esteve desde sempre proibida de ecoar nesses espaços, e notar também o efeito dessa fala na vida dos garotos, para sua capacidade de dar forma a realidade social, para sua capacidade de redirecionar trajetos de vida. É com esse intuito e utilizando o conhecimento desses "garotos" do Projeto Morrinho que o projeto aqui proposto surge. Ao trabalhar com jovens não artistas, os ciclos de oficinas aqui propostos pelo projeto Morrinho devem ser vistos como forma de assimilação e expressão artística do conceito de realidade sociocultural por parte da juventude nacional, criando e ampliando a circulação de produção cultural através da inserção no campo das artes visuais. A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposição, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e folclore.

Especificação técnica

Proposta pedagógica: Objetivo principal: Empoderar jovens a pensarem e se expressarem através da linguagem das artes plásticas, artes visuais e audiovisual. Metodologia: Oferecer ciclo de oficinas com intenção de transmitir conhecimento em 02 eixos artísticos, audiovisual e artes plásticas. Proporcionando o contato de jovens brasileiros com a linguagem desenvolvida a longo de 20 anos pelo Projeto Morrinho. E a partir da apropriação técnica refletir sobre o poder de expressão dos participantes (artistas e “não-artistas”). Objetivos específicos: - Inspirar os participantes a partir da história de sucesso do Projeto Morrinho. - Ensinar a técnica desenvolvida ao longo dos 20 anos de projeto. - Ensinar os princípios básicos do audiovisual (roteiro, direção, filmagem e edição). - Construir uma escultura e doar para locais de administração pública em cada cidade.- Produzir um roteiro e Filmar um curta-metragem. Justificativa: História: O Morrinho é um dos poucos casos na história da arte onde uma brincadeira foi transformada em linguagem que com tempo passou a ser usada como forma de expressão cultural. No início do projeto, há 20 anos atrás, a ideia por trás das esculturas era meramente lúdica: mimetizar seu próprio bairro, e brincar de bonecos. Com o tempo a mimetização passou a ser considerada escultura, e as histórias contadas durante as brincadeiras com os bonecos foram transformadas em roteiros de curtas metragens produzidos pela TV Morrinho. O resultado disso foi a divulgação do projeto para além do morro Pereira da Silva no Rio de Janeiro, que com o tempo foi sendo conhecido por curadores e teóricos do mercado artístico mundo afora. A brincadeira então passou a ganhar força de expressão e conquistar espaço nos locais mais relevantes de circulação artística (Bienal de Veneza e o MOMA, por exemplo). Ou seja, para além de uma brincadeira que virou arte, o Morrinho conquistou seu espaço no circuito internacional das artes visuais. Aplicação: O conceito pedagógico do projeto é simples, aproveitar a brincadeira para fazer com que jovens (artistas ou não artistas) se empoderem da linguagem como forma de expressão, e a partir disso consiga sublimar questões subjetivas em formato de arte. Carga horária:-Ofcinas de Morrinho (artes plasticas): 15 horas por semana, duração 04 semanas.- Oficinas de Audiovisual: 15 horas por semana, duração de 04 semanas. Público alvo 1. Público das oficinas artísticas. Perfil socioeconômico: classes C, D e E, público majoritariamente negro e jovem.Estimativa de público:60 pessoas por oficina. 2. Público da exposição da maquete. Perfil socioeconômico: classes A, B, C e D. Público altamente diveresificado. Estimativa de público: 100 pessoas por mês, após instalação da maquete. 3. Público dos curta-metragens na internet. Maior potencial em número, mas imprevisível do ponto de vista do perfil. Com a maior democratização do acesso à internet, só poderíamos supor como provavelmente excluída dessa mídia a classe E. Metodologia de ensino:- Roda de conversa. - Observação ativa. - Contação de história- Mâo na massa. - Audiovisual Etapa 01: SonhoA primeira etapa do projeto consiste na explanação para os jovens participantes sobre o projeto Morrinho, sua história e seus principais desafio. Este momento se dá a partir de uma mostra de vídeos realizados pelo projeto seguido por um debate aberto onde os participantes são questionados sobre “qual é o seu sonho? “. No decorrer da conversa os artistas do projeto Morrinho explicam a importância do sonho deles próprios para o sucesso do projeto. Embora simples, esta primeira etapa surte um efeito importante para ligação dos jovens com a oficina, sonhar torna-se uma ferramenta fundamental para criação das maquestes nas etapas seguintes. Etapa 02: A Comunidade. Nesta etapa os artistas do Morrinho pedem para os alunos os apresentarem sua própria comunidade. Em uma caminhada descontraída os alunos vão mostrando toda comunidade, os pontos positivos, os pontos negativos e tudo aquilo que poderia ser modificado para tornar o local um espaço melhor para convivência dos moradore. Etapa 03: As histórias. Os alunos trazem para a terceira etapa do projeto uma história sobre a comunidade, ou que tenha acontecido lá dentro. Em uma roda de conversa eles contam suas histórias de maneira descontraída. Etapa 04: Mão na massa. Após a apresentação da comunidade e suas histórias, começamos a etapa Mão na massa. O primeiro passo é ensinar os alunos a quebrar os tijolos. O segundo passo é pintar os tijolos e o terceiro é a montagem da escultura. No primeiro passo e no segundo passo os aspectos importantes levantados nas primeiras etapas de conhecimento da comunidade começam a aparecer. A ideia é que a escultura mimetize em alguma medida o próprio bairro e , mesmo que de maneira lírica, aquele objeto criado consiga resignificar o espaço. Eteapa 05: AudiovisualNesta etapa as histórias contadas se transformar em roteiro, em um primeiro momento teórico os alunos são apresentados aos principais gêneros do cinema, e também recebem uma aula sobre a históa do audiovisual. A parte teórica da oficina e a criação do roteiro é seguida pela parte prática. Os alunos aprendem os fundamentos básicos da filmagem e da gravação de som e usando a escultura como cenário filmam as historias se apropriando a linguagem audiovisual desenvolvido pela TV Morrinho. Etapa 06: Exposição. Em um evento completamente aberto ao público e gratuito, a obra de arte é exibida seguida de uma mostra de filmes da TV Morrinho, que incluirá o making of da construção da escultura e o curta metragem produzido na oficina. Materiais didátcos: Telão e projetor para aulas teóricas sobre a história do Morrinho e sobre a história do audiovisual. Câmera de filmar e equipamentos de gravação de som direto. Materiais para Escultura:Materiais de construção em geral: Tijolos, cimento, tinta, canos pvc, galão de água, lona preta. Materiais de pintura: pincel, tinta, tiner, recepiente para misturar as tintas, etc… Ferramentas: pá, pá de cimento, martelo, etc... Materiais para audiovisual. Materiais cênicos: árvores miniaturas, miniaturas de carros, pontes, plantas , etc… Equipe envolvida:02 Artistas Morrinho.02 AssistentesDiretor audiovisualTécnico de som. Produtor Cultural.

Acessibilidade

- Acessibilidade física: a) Ciclo de oficinasb) Produção escultura c) Produção curta metragem (oficina) As oficinas serão realizadas em locais adequados a legislação vigente de acessibilidade física, oferecendo acesso para pessoas portadoras de deficiência e mobilidade reduzida. - Acessibilidade de comunicação: Toda comunicação do projeto apresentará as ações de acessibilidade, permitindo que pessoas portadoras necessidades especiais possam se inscrever. a) Ciclo de oficinas As oficinas contarão com profissionais de acessibilidade para atuar diretamente jovens portadores de deficiência, tais como intérprete de libras. b) Produção escultura O local de exposição da escultura terá acessibilidade para portadores de deficiência, será colocado a frente da escultura uma placa contendo a descrição da escultura em braile, explicando a metodologia de construção, e descrevendo todo processo de criação. c) Produção curta metragem (oficina) As oficinas contarão com profissionais de acessibilidade para atuar diretamente jovens portadores de deficiência, tais como intérprete de libras. d) Curta metragem (produto) Os filmes apresentarão audiodescrição e legendas.

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuitas e para cada atividade serão adotadas as medidas de acessibilidade de acordo com o artigo 21 da IN no. 2 – 23/04/2019: a) Ciclo de oficinas VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; b) Produção escultura / Exposição I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; A escultura criada será doada para escola equipamento cultural público local. c) Produção curta metragem (oficina)VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; d) Curta metragem (produto) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22;

Ficha técnica

O proponente fará a gestão administrativo-financeira sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento do mesmo, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Também assumirá a função de produtor executivo pela qual será remunerado. - Lucas Hungria Machado da Silveira – Produtor ExecutivoLucas Hungria Machado da Silveira, é graduado em Comunicação-Social com foco em Cinema pela Universidade Anhembi Morumbi, especializado em Produção Executiva pela Academia Internacional de Cinema em São Paulo, e com MBA em Marketing e Economia Criativa pela Inova Business School, em Campinas. Ingressou no mercado cultural através do Cinema em 2010, participando das mais diversas produções incluindo filmes publicitários, web-series, documentários e cinema, produzidos por grandes produtoras do mercado audiovisual como 02 e Conspiração Filmes. No Rio de Janeiro integrou a equipe de produção do “Panorama Festival”, principal festival de Dança e Artes do Corpo da América Latina, reunindo companhias de diversos lugares do mundo. Em 2014 como produtor da produtora “3s Projetos” começou atuar diretamente com produções viabilizadas por leis de incentivo a cultura, mais especificamente ProAC-ICMS e a Lei Rouanet. Nesta etapa de sua carreira produziu diversos projetos incentivados, além de trabalhar diretamente na elaboração e agenciamento de alguns deles. Em 2015, Lucas Silveira se desligou da empresa para trabalhar com projetos próprios. Produzindo neste ano a parte audiovisual do espetáculo “Perch” da Cia Lume de Teatro (Campinas-SP) em parceria com as Cias Conflux (Escócia) e a Legs on the Wall (Austrália) que reuniu mais de duzentos artistas de diferentes plataformas artísticas, com participação especial da Orquestra Sinfônica de Campinas e a Orquestra da Unicamp. Em 2015 tomou a frente da produção da “Festa Bossa Negra” com o propósito de ativar a formação de público para a MPB contemporânea na cidade de Campinas, a festa realizou mais de sete edições e contou com apresentações de artistas consagrados da cena musical brasileira, entre eles pode-se destacar: Elza Soares, Mundo Livre S/A, B. Negão, Metá-Metá, Bixiga 70, entre outros. O início da sua trajetória com Big Bands foi marcada pela elaboração e produção do projeto “Rafael Piccolotto de Lima e Orquestra Urbana” que -contemplado pelo edital do ProAC 21/2014- gravou o primeiro disco do grupo, contando com participações dos músicos André Mehmari, Naylor Proveta, Paulo Braga e os americanos Phill Doyle, Brian Lynch e John Daversa. Em 2016 fundou a marca “Numen Produtora”, que neste momento representa a maioria dos seus trabalhos realizados, e coloca em prática novos projetos que este ano estão se consolidando, como diretor da Numen aprovou projetos em diversos editais estaduais e nacional, em destaque para o projeto Micro-residencias Morrinho aprovado pelo Prêmio Rumos do Itaú Cultural (2016) e o projeto Hermeto Pascoal e Big Band, aprovado pelo Natura Musical e vencedor do Grammy Latino em 2018 como melhor álbum de jazz latino. Ao todo foram mais de 20 projetos inscritos, aprovados, patrocinados e executados via Leis de Incentivo. - Leandro Duarte Publio - Coordenador de Produção Graduado em Marketing e Produção audiovisual, trabalha como produtor cultural desde 2007, na elaboração e produção executiva de projetos culturais de diversos proponentes e produtoras. Criação e elaboração de projetos para leis de incentivo e editais, acompanhamento, liberação de recursos, produção de eventos, prestação de contas, orçamentos, cronogramas, criação de artes, comunicação em mídias sociais, etc. Coordenador de projetos e Produtor Cultural na Numen Produtora desde 2019. Coordenador de projetos e Produtor Cultural na 3S Projetos entre 2009 e 2017. Consultor de projetos entre 2009 e 2012 na Rede Acesso. - Elaboração de projetos esportivos para Lei de Incentivo Estadual (PIE). Produtor de festivais de música desde 2012. - Produção, organização e curadoria dos festivais Onde Pulsa a Nova Música (5 edições), festival Algo Espetacular (4 edições) e outros de menor expressão. Estágio no setor de Marketing da empresa Espetinhos Mimi Ltda (2006) Músico desde 2002, integrante da banda autoral Oito Mãos, da banda Supersonic (Oasis Cover), Time Flies (rock internacional), com experiência em gravação de discos, participações em festivais, shows, contato com produtores e músicos de todo o Brasil. - Francisco Eduardo Serra Grande da Silva – Diretor AudiovisualPesquisador, produtor e diretor de cinema e video. Realizou diversas funções (produção, edição, codireção) em vídeos e oficinas do Projeto Morrinho apresentados na Bienal de Veneza (2007) e em mostras e exposições em Nova York (2013), Londres (2010), Timor Leste (2011), Colômbia (2011), Áustria (2008), e em diversas cidades brasileiras. Trabalhou como diretor de produção das series para TV “Foliar Brasil Doc”, de Carolina Paiva, para o Prime Box Brazil (2014), e “Overdose”, de Arnaldo Branco, para a MTV (2013), e em diversos curtas e documentários, entre eles o longa-metragem “Morrinho – Deus Sabe Tudo Mas Não é X9”, de Fábio Gavião e Markão Oliveira, exibido no Festival do Rio 2008 e também no MoMa (NY), e em diversos festivais no Brasil, além de ”O Pequeno e o grande” (2008), dirigido por João Jardim, “Troca de Olhares” (2010), produzido pelo Vídeo nas Aldeias e “A festa que caiu do céu”, de Karen Akerman, entre outros. Dirigiu e produziu, entre outros curtas, Barakanã o Filme, Menção honrosa no Festival Visões Periféricas (2013) e “Kino Copa”, ganhador do Prêmio ABD & C no Festival Brasileiro de Cinema Universitário em 2004 e do Troféu Grito no Cine Esquema Novo - Festival de Cinema de Porto Alegre (2004), entre outros trabalhos.Participou da comissão de seleção das edições de 2009 e 2010 do Araribóia Cine – Festival de Niterói e foi curador da Mostra do Filme Livre, realizado no CCBB RJ entre 2004 e 2017 e foi júri dos festivais Visões Periféricas (2018) e Curta Cinema - Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro (2016). Como pesquisador, trabalhou nas séries de documentários para o Canal Brasil 100 Anos de Samba e A Trilha do Rock no Brasil, entre outros projetos.Recentemente teve seu projeto de pesquisa e elaboração de roteiro para o documentário "Samba e Liturgia - A música de Getúlio Marinho" selecionado no Rumos Itaú Cultural 2017/18. - Nelcirlan Souza de Oliveira - Arte EducadorArtista plástico especialista em artes plásticas e arquitetura urbana. Com experiência de 20 anos em atividades sociais e culturais voltadas para arte-educação, sustentabilidade cultural e transformação-social. Meu principal trabalho se estende ao longo dos 20 anos de fundação do Projeto Morrinho. Um projeto que retrata as favelas cariocas da cidade do Rio e seu cotidiano, com mais de 400m2 de instalação dentro de uma área de preservação ambiental no meio da floresta, dentro da Favela Pereira da Silva. Mais conhecida com: Favela do Pereirão. Essa história nasceu para desafiar a percepção dos jovens que ali viviam e para transformar suas vidas ao conhecerem o mundo das artes, onde poucos podem realmente ter acesso. www.projetomorrinho.org - Ranieri Dias – Arte EducadorProdutor cultural especializado em artes visuais. Com mais de 20 anos de experiência em projetos culturais ligados ao Projeto Morrinho, com ênfase em arte-educação, sustentabilidade, inovação social. Artista e co-fundador do projeto Morrinho, Ranieri nasceu e cresceu na Favela Pereira da Silva no Rio de Janeiro, onde ao lado de Cirlan Oliveira construiu a maquete com mais de 400 metros quadrados, sede do projeto, que hoje atende crianças e jovens da comunidade e desenvolve um importante trabalho de turismo comunitário na região.

Providência

Arquivado conforme solicitação do proponente.