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A proposta trata da remontagem da ÓPERA LÍDIA DE OXUM, escrita e composta pelos baianos Ildásio Tavares e Lindembergue Cardoso, ummarcona cultura negra, que traz a encenação de uma ópera baiana, com uma grande equipe técnica e de criação. A ideia do projeto é fazer apresentações em praça pública, acessível ao público. Haverá também o registro audiovisual da Ópera, com filmagem das apresentações e do processo de montagem, produzindo um vídeo sobre os bastidores da ópera.
A ÓPERA LÍDIA DE OXUM é um drama Lírico afro-brasileiro, em dois atos. Com música composta pelo maestro Lindembergue Cardoso e escrita por Ildásio Tavares. Mostra o conflito racial que antecedeu a abolição da escravatura no Brasil. Um filho de um senhor de engenho, Lourenço, chega da Europa com ideias abolicionistas, se engaja nas causas raciais e se apaixona pela mulata Lídia. Lourenço acaba entrando em conflito, tanto com os negros, por ser branco, como com os brancos, por apoiar a libertação dos escravos.
Após 3 anos buscando captação, o projeto da ÓPERA LÍDIA DE OXUM finalmente conseguiu uma parte do recurso para sua remontagem e estreia no Teatro Castro Alves, em Salvador, através de patrocínio via Lei de Incentivo Estadual da Bahia, o programa Fazcultura. A primeira ópera baiana do Brasil, LÍDIA DE OXUM homenageia a cultura afro e será remontada 25 anos depois da sua estreia. A ópera atravessa as décadas e séculos como um grito de resistência e demonstração da força do povo negro. São oito solistas, além do coro, orquestra sinfônica, corpo de balé e percussão para dar vida ao enredo, trazendo para o palco quase duas horas de puro encanto. Os direitos autorais da Ópera pertencem à família de Ildásio Tavares e à família de Lindembergue Cardoso. O projeto prevê os pagamentos dos respectivos direitos autorais. LÍDIA DE OXUM voltará a ser encenada, 25 anos depois de sua estreia, em 1994. A remontagem contará com um grande elenco: - 8 atores/cantores; - 20 bailarinos; - 30 coristas; - 65 músicos da Orquestra Sinfônica da Bahia; - 10 percussionistas. A proposta da encenação da ÓPERA LÍDIA DE OXUM é da empresa CulturaTAO, com produção Vira Mundo Produções Artística. OBJETIVO GERAL Realizar 12 apresentações da ÓPERA LÍDIA DE OXUM, em Salvador, popularizando a ópera. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 4 apresentações no Teatro Castro Alves, principal teatro da Bahia; - Realizar 8 apresentações em praça pública, em locais turísticos, tais como: Farol da Bahia, Dique do Tororó, Lagoa do Abaeté, Pelourinho. - Realizar, na Contrapartida Social, 5 Oficinas de Canto Coral, para alunos de 5 escolas públicas, como CONTRAPARTIDA SOCIAL, dentro das ações formativas do projeto.
O projeto ÓPERA LÍDIA DE OXUM enquadra-se em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91. Os Objetivos do Art. 3º em que se enquadram o projeto são: - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas e congêneres. - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Como seria a Bahia sem o legado da cultura africana? Com certeza não teríamos a mesma culinária, nem a mesma religiosidade, não teríamos o gingado na dança, o colorido na arte e a força da música. Ou seja, a Bahia perderia aqueles que são seus principais elementos indentitários apresentados para o mundo. O projeto ÓPERA LÍDIA DE OXUM pretende dinamizar a cultura afro-baiana, por meio da remontagem da obra de um dos seus baianos mais ilustres - o poeta, compositor e professor Ildásio Tavares. A Bahia e Salvador precisam respeitar sua memória e enaltecer sua cultura, pois na cultura e na memória estão os elementos principais de nossa tradição, que atraem turistas em busca do muito que podemos oferecer. Buscando fortalecer o desenvolvimento do turismo na capital baiana, potencializando a Economia Criativa dos bairros e fomentando espaços turísticos e de lazer para a família baiana e seus visitantes, a apresentações da ÓPERA LÍDIA DE OXUM tornam-se produtos de extremo valor cultural para o público, o Governo e empresas. Lindembergue Cardoso e Ildásio Tavares realizaram um feito inédito. Escreveram a primeira ópera negra brasileira: LÍDIA DE OXUM. Misturando a cultura erudita da Europa com as heranças africanas, os dois criaram uma obra ímpar, cuja força, calcada na tradição do candomblé e na música de vanguarda do século XX, produz um efeito extasiante e arrebatador. Em qualquer cidade tão marcadamente caracterizada por essa mistura de tradições, uma ópera assim seria referência, cartão postal e símbolo. No entanto, esse apelo turístico e cultural, unindo as duas forças numa obra ao mesmo tempo erudita, mas potentemente popular, em sua trama, música, referências e estética, faz de LÍDIA DE OXUM um marco da nossa cultura. A peça mostra o conflito racial que antecedeu a abolição da escravatura no Brasil. Um filho de um senhor de engenho, Lourenço, chega da Europa com ideias abolicionistas, se engaja nas causas raciais e se apaixona pela mulata Lídia. Lourenço acaba entrando em conflito, tanto com os negros, por ser branco, como com os brancos, por apoiar a libertação dos escravos. Num momento de afirmação de nossas raízes, de combate às desigualdades e de reconhecimento de nossa tradição afro-brasileira como elemento fundador e estruturante de nossa cultura, realizar uma ópera negra é de fundamental importância para o debate da cultura afro-brasileira no país.
Por se tratar de um projeto que já recebeu parte do recurso através da Lei de Incentivo Estadual da Bahia – Programa FAZCULTURA – a pré-produção para remontagem da Ópera já foi iniciada deste julho/2019, garantindo sua estreia no Teatro Castro Alves, na semana da Consciência Negra, entre 20 e 23 de novembro de 2019. Por isso, a ETAPA DE PRÉ-PRODUÇÃO do projeto na Lei Rouanet já inicia com os contatos com as instituições sociais para organizar a presença destes na apresentação, e não com a “remontagem” da Ópera desde o início. A empresa proponente do projeto, a TAO PRODUÇÕES CULTURAIS, PROJETOS E CONSULTORIA (nome fantasia CulturaTAO), será remunerada através do serviço prestado pelo seu Produtor Executivo e Coordenador Adm-Financeiro do projeto, totalizando menos de 10% do valor total do projeto. VALE DESTACAR QUE O PROJETO NA LEI DE INCENTIVO ESTADUAL DA BAHIA, PROGRAMA FAZCULTURA, ESTÁ SOB A PROPONÊNCIA DA EMPRESA "VIRAMUNDO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS", CO-REALIZADORA DO PROJETO "ÓPERA LÍDIA DE OXUM", EM PARCERIA COM A EMPRESA CULTURATAO.
Como os riders de Sonorização e Iluminação são muito extensos, eles seguem nos anexos do Projeto. Assim como segue em anexo proposta de figurino e cenário.
Produtor Ópera ACESSIBILIDADE FÍSICA O Teatro Castro Alves é o principal teatro da capital baiana e possui total acessibilidade para os portadores de deficiência física. Os locais onde será montada a ÓPERA em praça pública também serão espaços com total acessibilidade. A produção do projeto ainda reservará uma equipe de produção para acolher pessoas idosas e deficientes físicos, dando mais conforto a este público. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO As apresentações contarão com o interprete de Libras, traduzindo possíveis apresentadores antes do show e depoimentos de autoridades e equipe técnica e artística. Produto Vídeo Para o vídeo final, gravado sobre os bastidores da ópera, haverá audiodescrição e legenda descritiva. Contrapartida Social Para a Contrapartida Social, que consiste em 5 Oficinas de Canto Coral, para alunos de escolas públicas, haverá tradução em Libras, quando necessário e legendas descritivas, quando da exibição de vídeos. OS CUSTOS DE ACESSIBILIDADE Produto ÓPERA – Tradutora de Libras – 4.800,00 + Assistente de Produção Treinada para Atender deficientes visuais – 2.000,00 Produto VÍDEO – Audiodescrição com legendas descritivas – 1.600,00 CONTRAPARTIDA SOCIAL – Tradutora Libras – 5.000,00 + Assistente Social para Atender deficientes visuais – 4.000,00
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: PRODUTO ÓPERA I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO DE UM ENSAIO ABERTO VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; ATRAVÉS DO ENSAIO ABERTO PARA ESCOLAS PÚBLICAS VIDEO DOS BASTIDORES DA ÓPERA III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Tiago Alves de Oliveira – Produtor Executivo e Coordenador ADM-financeiro - Formado em Comunicação Social, com Habilitação em Publicidade e Propaganda, pela Universidade Católica do Salvador. Em 2009, fundou a Cambuí Produções, produtora que administra projetos em diversas áreas artísticas. Em LITERATURA administrou os projeto: “Caderno de Textos Referenciais do CEDHAP” (2009), “Dança com Lobos – A rua dos meninos e meninas de rua” (2011), “Índios na Visão dos Índios – Memória” (2012), “Palhaço Chupeta – Causos e Histórias sob a Lona do Circo Dallas” (2013); “Caymmianos – Personagens das Canções de Dorival Caymmi” (2015). Além de já ter atuado em diversos projetos nas áreas de AUDIOVISUAL (Memória Roberto Pires, Carranca, Tropykaos, Segundas Cineclubistas etc.) e MÚSICA (Festival de Jazz do Capão, Manifesto Punk Bossa, Jazz em Plutão, Sons Diamantinos, Orquestra de Pandeiros de Itapuã, Tiganá Santana etc.). Ildazio Marques Tavares Júnior – Diretor de Produção - Formado em Administração de Empresas e Marketing pela Faculdade de Tecnologia de Ciências. Fez pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing pela UNIPESSOA. Filho do poeta, dramaturgo e compositor Ildasio Tavares, a produção cultural sempre fez parte da vida de Ildazio Jr. Atuou na administração de diversas empresas como Fazendas Reunidas, Restaurante Phelipe Camarão, Bar Holandês Voador, Rock in Rio Café, Boate Marrakesh, Tapioca Pub & Bar, Rock it Bar, entre outros. Foi produtor executivo da Ópera Lídia de Oxum, entre 1994 e 1995; Criou o Bloco de Carnaval YES. Em 2005 fundou a Forte Produções, em Praia do Forte. E em 1995 abriu a Vira Mundo Produções Artísticas. Produziu mais de 500 eventos e festas, em 20 anos de entretenimento onde se destacam as festas Simplesmente Luxo, Odoyá Yemanjá, Santa Festa, Festival de Verão e Camarotes em festa como Ensaio do Jamil e Timbalada. Gil Vicente Tavares - Diretor Artístico - Doutor em Artes Cênicas. É professor da Escola de Teatro da UFBA. Sua peça de formatura rendeu-lhe o prêmio de diretor revelação, por Quartett/Müller. Dirigiu inúmeros espetáculos até fundar o Teatro NU. Seu mestrado, em 2006, foi uma peça sobre o Marquês de Sade (Prêmio Fapex 2010), publicada pela EDUFBA. É um dos autores de Vixe Maria, Deus e o Diabo na Bahia, sucesso que ficou 4 anos em cartaz. Seus espetáculos têm circulado por alguns dos principais festivais do país, como o Porto Alegre em Cena e o Cena Contemporânea, de Brasília. Estreou, recentemente, sua peça SADE. Trabalhou como dramaturgo, fora de seu grupo, em espetáculos como Alugo minha língua, direção de Fernando Guerreiro, e Sebastião, espetáculo de Fabio Vidal. Dirigiu diversos eventos com nomes como Fafá de Belém, Baby do Brasil e Elza Soares. Márcio Medina – Cenógrafo - O arquiteto, ator, cenógrafo e figurinista. Artista de vasta inventividade, transita pelo erudito e o popular com considerável assiduidade. Após cursar a Escola Paulista de Belas Artes, em 1978, forma-se em comunicação visual em 1980 e em propaganda e marketing em 1981. Sua participação como cenógrafo e diretor de arte na área teatral inicia-se em 1976, com a realização de A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht, direção de Antonio Mercado. Othello, de William Shakespeare, encenado por Juca de Oliveira, em 1983, conta com sua participação. Em 1990, com Cibele Forjaz, sugestiona o labirinto do Minotauro, com impactante força visual, para O Lamento de Ariadne, de Beatriz Azevedo. Em 2000, participa de diversos projetos, com destaque para: Sacromaquia, de Antônio Rogério Toscano, direção de Maria Thaís, em que arrebata o Prêmio Shell de melhor cenógrafo; A Comédia do Trabalho, com a Companhia do Latão; Fim de Jogo, de Samuel Beckett, direção de Francisco Medeiros. Em 2001, em Minas Gerais, cria os espaços para Um Trem Chamado Desejo, criação do Grupo Galpão e direção de Chico Pelúcio, recebendo novamente o Shell de melhor cenografia do ano. Em 2003, é um dos representantes do Brasil na Quadrienal de Cenografia de Praga. Medina é também colaborador assíduo do Centro de Pesquisa e Experimentação de Pontedera. Carlos Prazeres – Maestro da Orquestra Sinfônica da Bahia - Um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração. Regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia desde 2011, foi, por oito anos seguidos, regente assistente de Isaac Karabtchevsky na Orquestra Petrobras Sinfônica do Rio de Janeiro. Tem dividido o palco com artistas como Antonio Meneses, Nelson Freire, Heléne Grimaud, Ilya Kaler, Gil Shaham, Maxim Vengerov, Ramón Vargas, Peter Donohoe, Jean-Louis Steuerman, Fábio Zanon, Augustin Dumay, entre outros. Como maestro convidado, Prazeres tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire, Sinfônica de Roma, Orquestra da Arena de Verona, Sinfônica Siciliana, Orquestra Cherubini, Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Montevideo, Filarmônica de Bogotá, Filarmônica de Buenos Aires do Teatro Colón, Filarmônica de Mendoza, Orquestra do Instituto Politécnico do México, OSESP, Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra do Theatro Municipal do RJ, Filarmônica de Goiás, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), OSUSP, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica de São Paulo, Orquestra do Teatro São Pedro (RS), Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, entre outras. Desde 2011, Carlos Prazeres assumiu o posto de regente titular e curador artístico da Osba. Angelo Rafael – Maestro do Coro e Preparador Vocal – Formado na Turma de 1996 em Composição e Regência · Regência, pela Universidade Federal da Bahia. Mestrado em Regencia Orquestral, ano 2000, na Universidade Federal da Bahia. Doutorado em Regência Orquestral, ano 2008, na Universidade Federal da Bahia. Diretor e Maestro Principal do Coral Ecumênico da Bahia. Diretor e Maestro Principal da Orquestra de Câmara de Salvador. Maestro do Coro Polifônico da Bahia. Integra o Coletivo 4, grupo de artistas e produtores culturais de Salvador, que realizam diversas produções teatrais e musicais, destacam-se: “Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia”, 2019; e todas as montagens dos espetáculos do ator Paulo Gustavo em Salvador, nos anos de 2018 e 2019. É o preparador vocal e maestro do coro da Ópera Lídia de Oxum. Jorge Silva – Coreógrafo - Mestre em Dança pela Universidade Federal da Bahia do Programa de Pós Graduação em Dança(PPGD-UFBA) da linha de pesquisa Estudos de Processos em Dança. Possui graduação em Licenciatura em dança pela Universidade Federal da Bahia (2011) e graduação em Bacharelado em Dança pela Universidade Federal da Bahia (2012). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Dança e performance, atuando principalmente nos seguintes temas: espacialidades, dança, dança contemporânea, configurações e artes. Coordena a Plataforma nômade ACASAS de compartilhamento de processos artísticos em residências domiciliares. Atua como performer, coreógrafo e produtor em diversas obras autorais e coletivas, de dança e outras áreas das artes na Cidade de Salvador. Idealizou a Cia. De Dança Jorge Silva. Coordenador do Balé Jovem, uma das poucas iniciativas da Bahia que visam a formação artística e profissional do bailarino e a composição de seu portfólio. Chico Kertész - Diretor Audiovisual - Profissional multitarefas da área da comunicação, apresenta diariamente o Jornal da Cidade, na Rádio Metrópole e é sócio da produtora audiovisual Macaco Gordo, que trabalha com filmes documentários, tais como “Axé – Canto de Um Povo”, além de estar em produção de um documentário sobre os 30 anos do bicampeonato brasileiro do Esporte Clube Bahia e uma cinebiografia do reggaeman Edson Gomes. Também já dirigiu clipes de artistas famosos, tais como: Claudia Leite, Daniela Mercury, Carlinhos Brown e Harmonia do Samba. Mais recentemente é o diretor do DVD ao vivo do show de Pericles, gravado em Salvador.
ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE.