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PRONAC 191544Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Princípios do Fim - na boca do vulcão

ASSOCIACAO CENA BRASIL INTERNACIONAL
Solicitado
R$ 291,4 mil
Aprovado
R$ 291,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-11-01
Término
2020-05-29
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

A proposta do projeto tem como objetivo, articular reflexões filosóficas com provocações sensoriais, a fim de sensibilizar o público para a gravidade de uma das mais agudas crises do contemporâneo: o impacto que o homem pósindustrial, guiado pelos excessos da sociedade de consumo capitalista e neoliberal, tem gerado no ecossistema da Terra, que se aproxima de sua sexta extinção massiva de espécies e sinaliza um acentuado desequilíbrio climático. Por conta de seu caráter interdisciplinar, interessado no cruzamento entre os campos da arte, da filosofia e das ciências,o projeto pretende realizar um colóquio interdisciplinar, intitulado "Antropocenoem questão". Trata-se de um ciclocom palestras e de entrevista/workshop abertas ao público e focadas no mote do projeto: oimpacto da humanidade na Terra, recorte que dá base à noção do Antropoceno.

Sinopse

"NA BOCA DO VULCÃO" leva adiante a pesquisa estética da Cia. acerca dos conceitos de "Dramaturgias do Antropoceno" e de “Polifonia Cênica”, e busca levar à cena uma experiência artística imersiva e sensorial, a partir de uma constante transfusão entre dispositivos do fazer teatral com diferentes formas de arte: a literatura, a dança, além de instalações de luz, som e vídeo. O resultado a ser produzido, portanto, é uma obra cênica heterogênea, que fusiona diferentes linguagens artísticas e será estruturada a partir do conceito de “Polifonia Cênica” desenvolvido pelo pesquisador, maestro e encenador alemão Heiner Goebbels, isto é: a conjunção não hierárquica de múltiplas linguagens artísticas no espaço cênico. Tal conceito, segundo Goebbels, assume como política cênica uma busca pela ausência de protagonismo de uma forma de arte dominante em detrimento de outras, e traz como objetivo, por fim, provocar um constante e imprevisível jogo com as faculdades sensório-perceptivas do espectador (“Drama da Percepção”). Deste modo, a encenação objetiva conduzir o espectador a uma experiência estética híbrida, e irá combinar recursos do teatro físico e do diálogo dramático com cenas de dança-movimento e interferências de instalações de luz, som e vídeo. TEXTO. A dramaturgia verbal (texto) do trabalho será uma obra original em forma de colagem, concebida a partir da colaboração do diretor com os atores-criadores. A dramaturgia será livremente inspirada em fragmentos de distintas fontes literárias, teatrais, além de palestras e entrevistas concedidas por pensadores de diferentes disciplinas, além de textos originais de Luiz Felipe Reis e dos performers, criados durante o processo criativo. SOM. As criações musicais e sonoras do trabalho serão resultado de um processo colaborativo guiado pelos músicos e compositores Pedro Sodré e Thiago Vivas; e serão executadas ao vivo. IMAGEM. A criação das instalações e colagens visuais serão construídas pelos artistas do coletivo CORJA.

Objetivos

Objetivo geral: Contribuir para o desenvolvimento cultural, social e econômico da cidade de Belo Horizonte. O projeto tem como objetivo abordar o estado-limite a que chegou o impacto da humanidade na Terra — este embate entre o conjunto das ações humanas e as reações da Terra —, e investigar o que levou a humanidade a esta gradativa interferência no equilíbrio do sistema que determina a sua existência. De acordo com os últimos relatórios da ONU, cientistas do mundo todo anunciaram que têm 95% de certeza de que as atuais mudanças climáticas, que levam ao aquecimento global, são causadas pela ação da humanidade — sobretudo pela emissão de CO2 para a produção de energia que atenda às demandas de uma superpopulação crescente: somos 7,5 bilhões de pessoas a consumir os recursos de um planeta e meio ao ano. Diante de tais dados, torna-se necessário salientar que, em nenhum outro período da História da Terra, qualquer outra espécie viva foi capaz de afetar tanto a biodiversidade e o equilíbrio do meio-ambiente. Se o homo sapiens é tido hoje como o principal agente causador de um acentuado desequilíbrio climático e, portanto, de uma significativa deterioração da qualidade de vida em diferentes regiões do planeta, este projeto investiga e questiona, sobretudo, o ethos e a psicologia do sapiens contemporâneo, o conjunto de hábitos e ações (conscientes e inconscientes) que resultam nesta intensa intervenção no funcionamento do ecossistema. Um dos eixos da proposta, portanto, é investigar criticamente o posicionamento existencial do homem deste tempo; questionando sua mentalidade, comportamento e psicologia, sua onipotência, autorreferência, dominância e hierarquia; a fim de refletirmos sobre o que leva a humanidade a degradar o seu presente e a ameaçar o seu futuro. Para guiar esta investigação, este projeto se orienta por dois eixos de pesquisa que incidem criticamente sobre o antropocentrismo e os excessos da sociedade consumo que adotamos como sistema de vida. Temas que, juntos, nos levam a uma mesma questão: "O que impede a humanidade de colocar o equilíbrio do ecossistema mais ao foco das suas aspirações, preocupações e compromissos existenciais?" Este projeto indaga a todos — artistas, pesquisadores e futuros espectadores — se é possível suplantar o quadro atual e, quem sabe, alterar o ethos (hábitos e práticas) do homo sapiens contemporâneo, que construiu um modo de vida orientado pelas mais imediatistas e excessivas demandas de produção e de consumo em vez de guiado por sua mais urgente necessidade: garantir o maior equilíbrio ecossistêmico possível às futuras gerações humanas e às demais espécies. Objetivos específicos: a - Realizar montagem e 20 apresentações do espetáculo; b - Oportunizar à população de Belo Horizonte o acesso à Arte e à Cultura, oferecendo ingressos a preços populares (R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia entrada) em todas as apresentações do espetáculo; c - Realização de 2 entrevistas/workshop, de forma gratuita para estudantes de artes cênicas, alunos e professores da rede pública e para a população em geral de Belo Horizonte; Ação formativa :Palestra

Justificativa

Nos últimos anos é considerável o crescimento de pesquisas e descobertas científicas determinadas a fazer refletir e, quem sabe, transformar a dinâmica relacional que a humanidade estabelece com o ecossistema. Este projeto, portanto, está inserido num contexto favorável, em que a comunidade científica internacional vê com urgência crescente a necessidade de questionar e repensar o conjunto dos nossos hábitos e práticas. É tempo, portanto, de os artistas e o setor das artes no Brasil intensificarem a sua relação com o tema. Neste sentido, acreditamos que o campo das artes cênicas, sobretudo o teatro, pode operar como poderosa ferramenta de sensibilização para os conhecimentos já adquiridos até aqui pelo campo das ciências climáticas, exatas e as do pensamento. "NA BOCA DO VULCÃO" busca, portanto, contribuir e estimular o desenvolvimento de alternativas de relação criativa entre o território das artes e dos estudos científicos e filosóficos dedicados a investigar as interações entre o homo sapiens e o ambiente. Ao longo da última década, cientistas, pesquisadores e pensadores passaram a identificar e a ressaltar uma peculiaridade no modo como a humanidade (não) têm respondido ao aquecimento global e ao desequilíbrio do ecossistema. Em comum, reconhecem que o homem é capaz de perceber e ter consciência da gravidade do problema, mas que isso não resulta em ações/esforços suficientes e eficientes. Identificam, portanto, a ausência de um "sentimento de urgência", uma "desconexão" ou distanciamento entre a nossa capacidade de compreensão e a nossa (in)capacidade de sentir ou se sensibilizar com a questão. É precisamente neste abismo, nesta ruptura que afasta a nossa capacidade de perceber e de sentir, que esse projeto se lança. Mas por que trazer um problema do campo da ciência para o da arte? Sabe-se que toda elaboração científica lida com probabilidades e é incapaz de encerrar um saber, estabelecer certeza ou verdade categórica sobre algo. Assim, o campo da ciência mantém sempre uma fenda em aberto, que a possibilita reconsiderar e avançar sobre o que se sabe até então. É dessa fenda em aberto, dessa zona obscura e incerta, que também se alimenta a arte. O campo da arte nos permite não só investigar o que não se sabe e o que não se conhece, como as ciências e a religião, mas nos permite vivenciar e compartilhar o desconhecido e a incerteza, tornando-os a matéria-prima do fazer artístico. Talvez a arte seja, hoje, o último reduto que permite e possibilita ao humano assumir e compartilhar suas incertezas, medos e inseguranças, seus sentimentos de vulnerabilidade e de insignificância, e partilhar afetivamente nosso desamparo e fragilidade comuns em meio à imensidão do cosmos, ao desconhecimento em relação à nossa origem e ao nosso futuro. A arte, porém, não busca estabelecer possíveis respostas para as incertezas do humano e do mundo. Sua razão de ser é outra: é fabricar perguntas, evidenciar contradições, questionar o conhecido e desestabilizar o estabelecido através de uma experiência lúdica que reforce os sentidos de afeto, empatia, coletividade e solidariedade. É no campo da arte que se pode discutir e refletir, com maior flexibilidade, sobre tudo aquilo que ainda não sabemos, e quiçá jamais saberemos. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O espetáculo foi aprovado no Edital de Patrocínios do Centro Cultural Banco do Brasil e será realizado no teatro II do CCBB de Belo Horizonte. O espaço oferece instalações adequadas,estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia). * Acessibilidade de Conteúdo: a) O espetáculo será apresentado com legenda para deficientes auditivos; b) A palestra será realizada com tradução em libras para deficientes auditivos. c) Promover o acesso ao conteúdo a pessoas com deficiência VISUAL, através de audio descrição do espetáculo, quando necessário. A disponibilização dos serviços de acessibilidade será difundida no material de divulgação com o intuito de promover a participação e a inclusão do público com deficiência auditiva e visual no projeto.

Democratização do acesso

1) Produto Principal - espetáculo teatral Serão disponiblizados 350 ingressos gratuitos para população de baixa renda (25%), em cumprimento ao previsto no inciso I do Art. 21 da IN nº2/19. que visa a democratização do acesso à Arte e à Cultura, a popularização do Teatro, a formação de platéia e a inclusão social. Serão beneficiados cidadãos (jovens e adultos) carentes de recursos e/ou bens culturais, alunos e professores da rede publica de ensino. * Os ingressos serão vendidos, na bilheteria do teatro onde a peça será realizada, a preços populares, para jovens e adultos de todas as classes sociais, em todas as apresentações do espetáculo: R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia-entrada; Art.20 (IN nº2/19) 2) Produto Secundário Workshop – Um integrante do espetáculo irá realizar um workshop pata até 50 pessoas, destinado a estudantes de artes cências, a estudantes e professores da rede publica de ensino e ao publico em geral, em cumprimento ao previsto no inciso V do Art. 21 da IN nº2/19 . 3) Ação Formativa/ contrapartida social – Palestra Serão disponibilizados 140 ingressos gratuitos para população de baixa renda, em cumprimento ao previsto no Art. 22 da IN nº2/19, que visa a democratização do acesso à Arte e à Cultura, a popularização do Teatro, a formação de platéia e a inclusão social. Serão beneficiados cidadãos (jovens e adultos) carentes de recursos e/ou bens culturais, alunos e professores da rede publica de ensino e a população em geral.

Ficha técnica

Associação Cena Brasil Internacional (proponente) – Coordenação Geral do projeto A Associação Cena Brasil Internacional foi criada no ano de 2013 e tem como presidente o Sr. Pedro Yudi. Pedro Yudi é produtor cultural, segue abaixo os seus principais trabalhos e atividades realizadas na área de produção teatral. Cena Brasil Internacional - Realizado pela primeira vez em 2012, 8a edição em 2019. Pelo festival passaram 65 companhias ou grupos de teatro, 30 internacionais e 33 nacionais, mais de 500 artistas. Foram realizadas aproximadamente 38 palestras e 58 workshops. Além de artistas brasileiros, participaram no festival, artistas de mais de 20 países, com uma média de 20.000 espectadores por edição. O Festival tem desenvolvido parcerias continuadas com importantes centros culturais cariocas, festivais e instituições internacionais, pautado na eficiência e nos bons resultados do trabalho. 2014/19 – Projeto Seleção Brasil em Cena – 7ª e 8ª edição 2013 - Participação na equipe de produção do espetáculo Translunar Paradise, em realização no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro. 2012 - Participação na equipe de Produção do Espetáculo “Arresolvido” que ficou em cartaz no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro. 2012 - Participação na equipe de produção do espetáculo “Pano de Roda” da Cia Carroça de Mamulengos – O espetáculo fez circulação por diversos bairros da cidade do Rio de Janeiro (novembro a dezembro de 2012) e ficou em cartaz no Teatro Dulcina (janeiro a fevereiro de 2013). 2012 - Assistente de Produção no primeiro festival Cena Brasil Internacional. Realizado no Mês de Junho no Centro Cultural Banco do Brasil – RJ, na cidade de Lorena – SP e no Teatro Sergio Cardoso em São Paulo, no mês de Junho de 2012. 2012 - Participação na equipe de produção do espetáculo “Felinda” da Cia Carroça de Mamulengos em cartaz no mês de Março no espaço cultural Eletrobras Furnas. 2011 - Participação na equipe de produção do espetáculo “Não me diga Adeus” que ficou em cartaz nos meses de Novembro de 2011 a Janeiro de 2012 no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro Direção Artistica - Luis Felipe Reis Luiz Felipe Reis é diretor, dramaturgo e cofundador da Polifônica Cia., além de jornalista e curador de artes cênicas.Como dramaturgo e diretor, assinou as peças “A inútil biografia de um homem qualquer” (2013), “Estamos indo embora...” (2015), pela qual foi indicado ao Prêmio Shell na categoria “Inovação”; o díptico “Amor em dois atos” (2016), pelo qual foi indicado ao prêmio Cesgranrio de melhor direção; e em 2018 assina a dramaturgia e direção da peça “GALÁXIAS: Todo esse céu é um deserto de corações pulverizados”. Desde 2015, atua como curador e codiretor artístico do festival Cena Brasil Internacional, que acontece anualmente no CCBB do Rio de Janeiro. Também é o idealizador e curador da mostra Cena em Cinema, dedicada a filmes e documentários relacionados às artes cênicas, com previsão de estreia para 2019. Jornalista especializado na cobertura de arte e cultura, atua na imprensa escrita desde 2006, assinando reportagens, entrevistas e críticas sobre teatro e música. No Rio de Janeiro, trabalhou como repórter e crítico no Jornal do Brasil entre 2008 e 2010, e entre 2010 e 2018 atuou como repórter exclusivo e editor de artes cênicas do Segundo Caderno do jornal O Globo. Elenco JULIA LUND Julia Lund é cofundadora da Polifônica Cia., através da qual idealizou e atuou nas peças “Estamos indo embora...” (2015), “Amor em dois atos” (2016), pela qual foi indicada ao Prêmio APTR 2017 de melhor atriz protagonista, e “Galáxias – Todo esse céu é um deserto de corações pulverizados” (2018).Formada pela UniverCidade (RJ), começou a trabalhar no teatro em 2004 com a Cia. Teatro Autônomo, dirigida por Jefferson Miranda, tendo atuado em “E agora nada é mais uma coisa só” (2005); “Nu de mim mesmo” (2008); e “Série 21”. Fora da Cia., atuou em “A conferência dos pássaros” (2014), de Farid ud-Din Attar e direção de Mauricio Grecco; “Elefante” (2013), com a Probástica Cia.; “A Gaivota” (2012), de Anton Tchekhov, com direção de Bruno Siniscalchi e supervisão de Bia Lessa; “Ricardo III” (2012), de Shakespeare, com direção de Claudio Baltar, Fábio Ferreira e da Royal Shakespeare Company. Na TV Globo, atuou nas novelas “Caras e bocas” (2009), de Walcyr Carrasco, “Pega, pega” (2018), de Claudia Souto, e em “A Dona do Pedaço” (2019), de Walcyr Carrasco. Na TV fechada, foi uma das protagonistas da série “Do amor” (2013, Multishow). INEZ VIANA A carioca Inez Viana é atriz, diretora teatral, professora e dramaturga, com Bacharelado em Artes Cênicas pelo Instituto CAL (RJ). Em mais de três décadas de carreira, atuou e dirigiu em cerca de 50 espetáculos, tendo se destacado como atriz protagonista em peças como “A mulher que escreveu a Bíblia” e “Amor confesso”, quando recebeu indicações ao Prêmio Shell de melhor atriz. Como atriz, entre seus trabalhos mais recentes estão os espetáculos “Por Favor Venha Voando” (2019), de Pedro Kosovski, direção Georgette Fadel, onde contracenou com Debora Lamm; “A Última Peça” (2018), de Inez Viana, direção Danilo Grangheia; “Nu de Botas” (2017), de Antônio Prata, direção de Cristina Moura; e “Krum” (2015), de Hanock Levin, direção Marcio Abreu (Cia. Brasileira de Teatro). Cofundadora e diretora da Cia. OmondÉ desde 2009, realizou com o grupo oito montagens, todas com sua direção: “A Mentira” (2018), de Nelson Rodrigues, indicada ao prêmio APCA de melhor direção; “Mata Teu Pai” (2017), de Grace Passô, vencedora do Prêmio Cesgranrio de melhor texto; “Os Inadequados” (2015), criação coletiva Cia OmondÉ; “Infância, Tiros e Plumas” (2014), de Jô Bilac; “Nem mesmo todo o oceano” (2013), de Alcione Araújo, adaptação Inez Viana, indicado ao prêmio Questão de Crítica; “Os Mamutes” (2012), de Jô Bilac; e “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna (2009), com a qual foi indicada aos prêmios Shell e APTR de melhor direção, e conquistou os prêmios Contigo de melhor direção e melhor espetáculo. RANIERI GONZALEZ Ranieri Gonzalez é um ator curitibano com uma longa e premiada trajetória profissional no teatro, no cinema e na TV. Vencedor de oito prêmios Gralha Azul de melhor ator, em Curitiba, atuou em cerca de 60 espetáculos com a direção de alguns dos maiores nomes do teatro brasileiro, como Gabriel Villela, Marcio Abreu e Edson Bueno. Como integrantes da Cia. Brasileira de Teatro, de Marcio Abreu, atuou em trabalhos multipremiados como as peças “Apenas o fim do mundo” (2009), “Vida” (2010), “Isso te interessa?” (2011), “Esta criança” (2012) e “Krum” (2013). Entre seus trabalhos mais recentes estão as peças “Navalha na carne” (2018-2019), direção de Gustavo Wabner, e “Ilíada” (2018), direção de Octavio Camargo. Na televisão atuou em diferentes minisséries e novelas da TV Globo, como “Filhos da Pátria” (2017), de Alexandre Machado e Bruno Mazzeo, “A regra do jogo” (2016), de João Emanuel Carneiro e direção de Amora Mautner, “JK” (2006), direção de Dennis Carvalho, “Um só coração” (2004), direção de Carlos Manga, “Esperança” (2002), direção de Luiz Fernando Carvalho, “Força de um desejo” (1999), de Gilberto Braga e direção de Mauro Mendonça Filho, e “A justiceira” (1997), de Daniel Filho. CIRO SALES Ator, apresentador, produtor e gestor cultural, Ciro Sales iniciou em 2002 sua formação artística profissional, em Salvador. Em busca de uma formação multidisciplinar, participou de cursos com importantes profissionais no Brasil, como Ana Kfouri, César Augusto e Christiane Jatahy, além de workshops internacionais do Théâtre du Soleil e da Royal Shakespeare Company, e frequentou renomadas instituições no exterior, como a Universidad de Salamanca, a Escuela de Cine y Televisión de Madrid e a Broadway Dance Center, em Nova York. Iniciou em 2010 as atividades de sua companhia teatral, o Núcleo Supernova Teatro, com quem realizou, entre outros trabalhos, “Alugo minha língua” (2011), “Drácula” (2012), “Nunca nade sozinho” (2013), e “Efeito Werther” (2015), que recebeu o Prêmio Braskem 2016. Fora da Cia., produziu e atuou nas peças “Match” (2017), “O tempo não dá tempo” (2018) e “Moléstia”. Em 2018, também atuou no mais recente espetáculo da Polifônica Cia., “Galáxias: Todo esse céu é um deserto de corações pulverizados”. Na televisão atuou nas novelas “Haja coração”, “Rock Story” e “O segundo sol”, todas da TV Globo. THIAGO CATARINO Um dos mais destacados jovens atores da cena teatral do Rio de Janeiro, Thiago Catarino tem dupla formação em teatro e artes cênicas, pela Escola de Teatro Martins Penna e pela faculdade de artes cênicas da PUC-RJ. Ator e diretor, Thiago é cofundador do coletivo EMÚ, através do qual codirigiu e atuou na peca “Mercedes” (2016). Como integrante convidado da AMOK Teatro, atuou no multipremiado espetáculo “Salina – A Última Vértebra” (2016), e protagonizou a peça “Os cadernos de Kindzu” (2018), com estreia no CCBB, pelo qual foi indicado Prêmio Shell de melhor ator protagonista e conquistou o prêmio Olhares da Cena do festival Porto Alegre em Cena na categoria melhor ator. Entre seus trabalhos mais recentes se destacam o espetáculo “Angels in America” (2019), da Armazém Cia. De Teatro, e “Rose” (2018), de Cecília Ripoll e direção de Vinicius Arneiro. Diretor de Produção - Sergio Saboya Sérgio Saboya, através da observação e experiência na produção de trabalhos com grupos e companhias como o Teatro Autônomo, Amok Teatro, Cia Pequod, Cia Os Dezequilibrados, Cia Dos à Deux, Cia Carroça de Mamulengos, entre tantos outros trabalhos realizados ao longo de 17 anos, idealizou e realiza o Seleção Brasil em Cena, um programa de apoio à nova dramaturgia, que conta com 6 edições, o Cena Brasil Internacional, um festival que visa apresentar um painel atual da produção teatral investigativa nacional e internacional e promover o intercâmbio de linguagens, e o Circuito Internacional Cena Brasil, que procura estimular a circulação de companhias nacionais pelos maiores festivais internacionais, como Avignon e Edimburgo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.