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Este projeto prevê a criação, a produção e a apresentação do espetáculo de dança TY, executado pela Fábrica da Dança sob a coordenação da bailarina e coreógrafa, Silmara Stedile. Prevê também pequenas apresentações mensais em espaços diferenciados promovendo a inclusão social levando a arte para pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou de locomoção. As apresentações serão gratuitas com o objetivo de fomentar a arte e a cultura, contribuindo com a formação de plateia e resgate do feminino e suas nuances de força e beleza.
O espetáculo de dança Ty – do Tupi, água – mostrará a relação desta e de seus ciclos, com o feminino. Dirigido e coreografado por Silmara Stedile, o espetáculo, realizado pelas alunas da Fábrica da Dança, será composto por 14 coreografias, que se entrelaçam entre si, em 2 atos de aproximadamente 35 minutos cada. Relacionados às águas serenas e turbulentas, contam, entre textos, representações e a própria dança, sobre as suas fases e seu curso, em analogia com a mulher, que se permite tentar, errar, viver. Partindo de fragmentos do poema “O rio e o oceano” do guru indiano Osho, cada uma das coreografias misturará elementos do ballet, do jazz e do contemporâneo, demonstrando a possibilidade, o desafio e o prazer de experimentar (ou reexperimentar) a dança em suas vidas cotidianas.
OBJETIVO GERAL Reconhecer a dança como um caminho para a aproximação com a arte e com a cultura, contribuindo com a formação cultural de corpos cidadãos capazes de escolher, de participar, de apreciar, estimulando assim o protagonismo e a formação de plateia. Fomentar a cultura local, estabelecendo através da gratuidade a apreciação da dança, qualificando a vivencia cultural e a formação cidadão e equidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Criação, produção e uma apresentação totalmente gratuita do espetáculo TY na cidade de Curitiba - PR, com público estimado de 600 pessoas 4 miniapresentações gratuitas, em espaços diferenciados de inclusão social para pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou de locomoção, com público estimado de 200 pessoas Disponibilização na Internet, através das páginas oficiais da Fábrica da Dança, de todos os registros audiovisuais do espetáculo, bem como dos ensaios, de acordo com a medida III do art. 21 da IN 2019/2 do Ministério da Cidadania.
O projeto do espetáculo Ty tem como uma das suas principais características fomentar a produção cultural na cidade de Curitiba, PR, indo de acordo com o artigo 3, inciso II, e, da Lei 8.313/91 - Qualificando a vivência cultural, a educação e a formação cidadã ao aliar medidas de ampliação de acesso ás ações culturais com apresentações gratuitas, promovendo a inclusão social por meio da arte. Por acreditar que a dança, bem como todas as produções humanas/sociais, deveriam estar disponíveis para a toda a população, além da gratuidade o projeto TY se propõem a levar a dança até pessoas com vulnerabilidade social e de locomoção. Com o passar do tempo esse "direito de todos" foi sendo concentrado somente nas mãos daqueles que possuem o capital. Isso se torna claro, no ballet clássico, uma modalidade de dança que surgiu nas cortes como entretenimento para os reis e que foi sendo cada vez mais elaborada através de um código técnico de passos e normas, chegando a vigorar atualmente como uma das modalidades mais praticadas e conhecidas. Além de ter sido criado para a nobreza, dificilmente classes menos providas tinham acesso a essa técnica ou espetáculo. Com o TY a Fábrica da Dança tem o objetivo de levar a dança até ao maior número de pessoas, sem distinção de classe, sendo assim uma maneira de contribuir com o pertencimento e cidadania. A bailarina, coreografa e diretora, Silmara Stedile com a Fábrica da Dança tem como foco, o reconhecimento, a aceitação e sobretudo o respeito e valorização das infinidades de configurações corporais, habilidade e desenvolvimento técnico. Sua proposta é o resgate de corpos que desejam dançar, aprimorar a técnica e encantar o público através do ineditismo de aventurar corpos maduros na difusão da linguagem da dança como cultura e resgate do protagonismo social, despertando as potencialidades expressivas na plateia, tendo a possibilidade de resgatar a própria criatividade e empoderamento.
ESPETÁCULO - O espetáculo de dança Ty – do Tupi, água – mostrará a relação desta e de seus ciclos, com o feminino. Dirigido e coreografado por Silmara Stedile, o espetáculo, realizado por aproximadamente 45 bailarinas da Fábrica da Dança, será composto por 14 coreografias, que se entrelaçam entre si, em 2 atos de aproximadamente 35 minutos cada. Relacionados às águas serenas e turbulentas, contam, entre textos, representações e a própria dança, sobre as suas fases e seu curso, em analogia com a mulher, que se permite tentar, errar, viver. Partindo de fragmentos do poema “O rio e o oceano” do guru indiano Osho, cada uma das coreografias misturará elementos do ballet, do jazz e do contemporâneo, demonstrando a possibilidade, o desafio e o prazer de experimentar (ou reexperimentar) a dança em suas vidas cotidianas. A apresentação será totalmente gratuita e será realizada no teatro Bom Jesus, na cidade de Curitiba, que tem capacidade de público para 658 pessoas. Além do espetáculo, serão realizadas 04 miniapresentações, também gratuitas, para público em situação de vulnerabilidade social e/ou de locomoção, com público estimado de 200 pessoas. A dança é considerada uma arte em movimento, em que prevalece a estética, a beleza, a musicalidade e o irreal. Foi uma das primeiras formas de expressão do homem. Acreditando que é possível respeitar e valorizar o infinito universo de configurações corporais, e que a dança, além de arte e cultura, é também instrumento de cidadania, foi que a bailarina, coreógrafa e professora de dança Silmara Stedile, idealizou a Fábrica da Dança e o método soul, acolhendo ex bailarinas, que através deste método retomam a dança de forma organizada, com treinamento e dedicação, apesar desta não ser sua principal fonte de renda. Nos horários pré-estabelecidos de condicionamento físico e ensaios; corpos com diferentes biotipos, força muscular e equilíbrio se juntam pela e para arte criando um diálogo entre corpo, dança, desejo, brincadeira, amor próprio e alegria que integram todas as coreografias. O método soul incorpora conceitos do ballet clássico, contemporâneo, jazz e isometria. A dança contemporânea é uma manifestação cultural marcada por intercâmbios com outras artes, com a cultura, com os diferentes corpos, permitindo a expressividade através do equilíbrio entre a leveza, a força e as diferentes polaridades que permeiam o humano. Assim, a Fábrica da Dança, propicia situações em que os corpos das bailarinas transformam-se em corpos sociais levando a arte e a cultura para apreciação do público contribuindo com a formação de plateia e fomentação da cultura local.
ACESSIBILIDADE FÍSICA O local para a apresentação, Teatro Bom Jesus que possui estrutura apropriada e acesso a portadores de necessidades especiais. O acesso será livre e gratuito a todo tipo de público – público estimado para o espetáculo de dança: 658 pessoas, além de público estimado de 200 pessoas nas miniapresentações. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Link nas páginas do facebook e instagram da Fábrica da Dança com vídeo do espetáculo de dança; Todas as postagens serão disponibilizadas com a hashtag "para cego ver".
A apresentação do espetáculo TY (produto principal), será ofertada totalmente gratuitamente para o púbico em geral, conforme as medidas do art 21 da IN 2019/2 do Ministério da Cidadania: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Além do espetáculo, projeto prevê 04 miniapresentações (Contrapartida Social - art 22 da IN 2019/2) para público em situação de vulnerabilidade social e/ou de locomoção, com público estimado de 200 pessoas. Além disso, através de redes social o público impactado com as apresentações pode ser ampliado para mais de 1000.
Proponente: A Fábrica da Dança, proponente deste projeto, representada por sua proprietária Silmara Siliane Stedile (professora, bailarina e coreógrafa) será responsável pela coordenação geral, direção artística, coreografias e concepção de todo espetáculo como: idealização de cenário, figurino, iluminação, escolha das músicas e ensaios. Coordenação Geral, Direção Artística e Coreógrafa: Silmara Siliane Stedile (DRT 27781), representando sua empresa e proponente do projeto Fábrica da Dança, é professora de dança, coreógrafa e bailarina. Desde 1985 dedica- se a dança, entre cursos, vivências, apresentações e viagens. Atualmente, trabalha como professora e coreógrafa, visando desenvolver o corpo da mulher contemporânea para o ballet, em sua forma de exercício e expressão de arte. É formada em administração pela PUC-PR (1999) e pós-graduada em logística pela FGV (2000). Realizou diversos cursos na área da dança: 1990: Grupo Raça - Cursos de Férias: Alongamento com Edson Santos e Jazz Adiantado com Roseli Rodrigues. 1991: Studio D – Oficina de Dança, Jazz Funk com Roberta Mathes; Academia Dançata – Curso de Férias – Jazz Adiantado com Roseli Rodrigues. 1993: Grupo Raça – Cursos de Jazz, Ballet Clássico, Cenografia e Alongamento com Carlos Aguero, Lais Lima, Roseli Rodrigues e Valéria Mattos. 1994: Grupo Raça- Cenografia com Carlos Aguero, Dança de Rua com Marcelo Cirino e Jazz Adiantado com Roseli Rodrigues. 1996: ENAF- Curso de Funk, Street e Cia com Marcelo Cirino e Tatiana Sanches e de Dança de Salão com Carlinhos de Jesus. 1998: Broadway Dance Center - curso de dança. 2011: Jazz Central- Jazz avançado e Workshop Coreográfico com Brian Thomas. 2012: Jazz Central - Curso de MTV Style Video com Brian Thomas; Tap Jazz- Curso de Super Workshop com Brian Thomas, Jason Janas e Cristina Cará. 2013: Tap Jazz- Curso de Jazz com Jean Alex. 2017: Curso de Ballet Pilattes com Aurea Lara. Como bailarina participou: 1989: Curitiba Dance Festival; 1991: SESC Apresentação na I Jornada Esportiva; 1996: Participação do V Prêmio SOGIPA para Dançar; 1997: V Passo de Arte; 2008: Festival de Dança de Joinville; Espetáculo Poemas de uma Vida/ Vinicius de Moraes - Cia De Dança Juliana Carletto; 2009: Espetáculo Laços – Cia de Dança Juliana Carletto; 2010: Espetáculo Follia – Cia de Dança Juliana Carletto; 2011: Festival de Dança Marista Pio VII; Jazz Central; Festival De Dança Mary Rosa; 2012: Tap Jazz; Abertura do Festival do Festival de Teatro de Curitiba com :Cia Espanhola Le Veronal; Jazz Central; Mostra de Dança Seletiva; Mostra Paranaense de Dança – Mostra Final; Festival de Dança Mary Rosa; 2013: Tap Jazz; Festival De Joinville; Espetáculo Frágil – Cia de Dança Juliana Carletto; 2017: Espetáculo A Bela Adormecida - Cenário Espaço Arte. Como coreógrafa: 2008: Participação como coreógrafa do Espetáculo "Poemas de Uma Vida" (Cia de Dança Juliana Carletto); 2010: Participação como coreógrafa do Espetáculo “Follia” (Cia de Dança Juliana Carletto); 2016 a 2018: Produção do Concurso Miss Almirante Tamandaré; 2017: Coreógrafa e produtora do vídeo "Like I'm Gonna Lose You" com alunas da Academia Cia da Forma; Coreografia "Valentes" (Espetáculo XX da Cenário Espaço Arte); 2017 e 2018: Produção de ensaios fotográficos com o tema Ballet; Coreógrafa e produtora do vídeo "Diário de uma mulher que dança" com alunas da Academia Cia da Forma; Coreógrafa e Produtora da apresentação "Feelings" (Fábrica da Dança). Atua como professora de dança desde 2008: Professora de Jazz e Ballet no Cenecista; 2011 a 2012: Professora de Jazz Cenário espaço Arte; 2012 a 2013: Preparadora Física da Cia Juliana Carletto; 2012 a 2018: Professora de Ballet Fit Cenário Espaço Arte; 2016 a 2019: Professoral de Ballet Fit da Hype Academia; 2016 a 2018: Professora de Ballet Fit e Ballet da Academia Cia da Forma; 2016: Professora de Ballet Fit da Academia Fit; 2017 a 2018: Professora de Ballet da Academia BodyTech; 2018: Fábrica Da Dança- Proprietária e Professora. Coordenação Pedagógica: Fabiana Salgueiro é psicóloga, mestre em educação e tem ampla atuação em gestão de projetos culturais. A formação em psicologia associada ao trabalho com educação, à prática em atendimento clínico e à vivência na gestão de projetos culturais, delineia um perfil profissional para atuar no setor de planejamento e gestão de projetos e elaboração de conteúdos nas áreas de artes, educação e sustentabilidade, voltados a crianças, adolescentes e adultos, bem como na capacitação e formação de professores. Grande conhecimento e habilidade em planejamento e gestão na área de educação e cultura, coordenação e acompanhamento de projetos, processos, ações educativas, orientação de crianças, pais e professores e capacitação e formação de profissionais da área de educação. É formada em Psicologia (1994), tem especialização em Psicologia Escolar e da Aprendizagem (1995) e Aprimoramento em Psicopedagogia e Psicologia Escolar (1996) pela PUCCAMP; Especialização em Arte-educação (1999) e Especialização em Cinesiologia (2000) pelo Instituto Sedes Sapientiae; Certificate Program in Tibetan Buddhism Psychology (2001) pela San Diego University of Integrative Studies; Mestrado em Educação (2004) pela PUCPR e está terminando a especialização A Moderna Educação: Metodologias e Tendências pela PUCRS. Além da formação acadêmica, realizou os cursos complementares: Curso de Qualidade Total em Educação pela UNICAMP (1998) Grupo de Estudos em Inteligências Múltiplas pela UNICAMP (2000); aluna especial do Mestrado em Psicologia Escolar pela PUCCAMP (2000); Elaboração de Projetos pela FGV (2011); Jornada de Projetos Culturais pelo CEMEC (2012). Atua como psicoterapeuta desde 1996 em consultório particular; com consultoria como psicóloga escolar desde 1997; em 2000 atuou na coordenação de oficinas para o Coral de Natal do HSBC; em 2003 atuou como docente nas disciplinas Psicologia da Aprendizagem e Psicologia do Desenvolvimento da Pós – Graduação em Educação da FAPI (Faculdade de Pinhais); de 2005 a 2006 atuou como Analista de Projetos Educacionais no Hospital Pequeno Príncipe e de 2011 a 2015 como Analista de Projetos Culturais sendo responsável pela elaboração e gestão de projetos, viabilizados via lei Rouanet, nas áreas de artes cênicas, plásticas, música, cinema, gastronomia, incentivo à leitura e meio-ambiente e sustentabilidade, no Hospital Pequeno Príncipe; de 2012 a 2017 foi responsável pela Coordenação Pedagógica de três projetos viabilizados pela Lei Rouanet: 2012/2013 – Projeto Fada de Botas -Curitiba PR; 2014/2016 – Coordenação Pedagógica Projeto Fada de Botas e Menino Adormecido – Curitiba PR; 2014/2017 – Coordenação Pedagógica Projeto Dicionário Ilustrado dos Sentimentos – Curitiba,PR e Campo Grande, MS. Elaboração do Roteiro e Produção do Texto para Catálogo/Programa: Mariana d’Orey Gaivao Portella Bragança é formada em engenharia ambiental (2008 - UFPR), especialista em docência do ensino superior (2011 – UTP) e mestre (2010 – UFPR) e doutora (2014 – UFPR) em engenharia e ciências dos materiais. É apaixonada por escrita e dança desde a adolescência, mas o caminho acadêmico acabou deixando o lado artístico um pouco de lado por um tempo. Apaixonada por viagens, iniciou o resgate a escrita criativa em seu instagram (@marianapbraganca) relatando suas viagens pelo Brasil e pelo mundo. Em 2018, resgatou sua paixão pela dança com a Fábrica da Dança. Além da formação acadêmica, realizou cursos de curta duração: 2006 – Auditor Ambiental – Proenco do Brasil; 2013 – Avanços em Ciências e Tecnologias de Cimentos e Adições At – POLI-USP; 2017 – Perícia Ambiental - Maxiambiental Treinamentos Ltda; 2018 - Avaliação de Serviços Ecossistêmicos - Aquaflora Meio Ambiente; 2019 - Escrita Criativa - Primeiros Passos – ESC. A formação de dança iniciou em 1999 no Colégio Medianeira, de 2000 a 2004 fez jazz e ballet clássico na Studio Corpo Livre e participou do grupinho de jazz de Eliane Fetzer de 2002 a 2003. Em 2018 retornou a dança, com Silmara Stedile. Iniciou sua atuação profissional em 2004 como estagiária nos Institutos Lactec, onde hoje atua como pesquisadora IV e professora colaboradora; desde 2015 também é professora colaboradora do PPGECC da UFPR; em 2011 atuou como docente na Faculdade de Tecnologia Camões – IESC; atou como estagiária (2005 a 2008) e posteriormente (2008 a 2009) como encarregada de produção na SDM DO BRASIL.
PROJETO ARQUIVADO.