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PRONAC 191562Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Horizontes Internos

WG DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E SERVIÇOS LTDA EPP
Solicitado
R$ 735,1 mil
Aprovado
R$ 735,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-08-08
Término
2022-12-31
Locais de realização (5)
Botucatu São PauloPiracicaba São PauloRibeirão Preto São PauloSantos São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto apresenta como produto principal uma exposição de fotografias com cerca de 70 obras, dando continuidade à investigação artística iniciada e apresentada em versão reduzida no Museu Lasar Segall no final de 2018. A temática central é focada no cenário urbano comum e na relação do homem com o ambiente em que vive; convida o público a "ver" com os olhos das artistas, a refletir sobre as infinitas possibilidades expressivas de cenas comuns e ao mesmo tempo, irreconhecíveis da cidade. Dessa forma, Horizontes internos busca então debater a "memória urbana" e sua imagética, tema de reconhecido interesse cultural, tratado em diferentes esferas do saber, como arte, história, psicanálise e filosofia. O projeto apresenta ainda, como produto secundário, o Catálogo da exposição com edição português/inglês, como forma de registro do projeto e da arte da fotografia contemporânea no Brasil.

Objetivos

A proposta prevê a realização de mostra itinerante das fotógrafas Marcia Gadioli, Rosa Esteves e Vera Albuquerque. A exposição compreenderá cerca de 70 fotografias no total, das quais 20, aproximadamente, serão inéditas, as outras 50 obras serão impressas em novos formatos para compor o novo projeto. Com curadoria de Vera d'Horta, a exposição foi apresentada em uma primeira etapa no segundo semestre de 2018, com cerca de 50 obras, no Museu Lasar Segall, e se configura como convite para um mergulho na sensibilidade das artistas e em seu olhar introspectivo sobre determinados cenários urbanos. Mais do que uma proposta de documentação, trata-se de um recorte de significados íntimos, em que o espectador é convidado, por meio da arte da fotografia, não apenas a "ver" com os olhos das artistas, mas, também, a refletir sobre as possibilidades expressivas de cenas às vezes irreconhecíveis da cidade. A itinerância da exposição é composta pelos seguintes locais: 1. Pinacoteca de Botucatu _ Botucatu, SP; 2. MARP Museu de Arte de Ribeirão Preto _ Ribeirão Preto, SP; 3. Centro Cultural Martha Watts _ Piracicaba, SP; 4. Pinacoteca Benedito Calixto _ Santos, SP; OBS.: Cartas de anuência encontram-se em Documentos anexados. Edição bilíngue (português / inglês) do catálogo da exposição para registro, documentação e difusão da exposição reunindo texto(s) crítico(s), imagens dos trabalhos, projetos e minibiografia das artistas - 800 exemplares. Distribuição gratuita de 80%, sendo 50% para escolas públicas, bibliotecas e instituições culturais, 10% - para patrocinadores, 10% - para ações de divulgação, 10% - distribuição gratuita pelas artistas. 20% - para comercialização ao valor de R$ 50,00. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Exposição das três artistas baseando-se em trabalho de curadoria, que reúne um conjunto de fotografias com foco no "urbano". Projeto expográfico será criado e desenvolvido para garantir o diálogo entre as obras, respeitando a coerência dos conjuntos individuais e as especificidades dos espaços culturais apontados, a fim de sensibilizar o público por meio da arte da fotografia. _ Público estimado: 4.000 visitantes. 2. Catálogo bilíngue (português / inglês) para registro, documentação e difusão da exposição reunindo texto(s) crítico(s), imagens dos trabalhos, projetos e minibiografia das artistas - 800 exemplares; 3. Folder para difusão da exposição, reunindo resumo do texto crítico, imagens dos trabalhos e minibiografia das artistas, para distribuição gratuita ao público visitante e nas ações educativas - 4.000 exemplares; 4. Vídeo para exposição _ entrevistas com as artistas e curadora sobre as obras e trajetória de trabalho das artistas. Permanecerá durante todo o período da exposição nos 4 locais. Duração estimada: 5 minutos. 5. Palestra/conversa com as artistas e a curadora em cada um dos locais, a título de Contrapartida Social, acesso gratuito, conforme artigo 22, da IN 02/2019, dirigido a 100 inscritos por localidade, entre estudantes do ensino médio e superior, e professores de escolas públicas da região. Carga horária 90 min. Conteúdo: produção artística brasileira e contemporânea na área da fotografia, bem como a reflexão sobre sua importância como registro da ação e comportamento humano em relação ao cenário urbano no qual habita. 6. Oficinas com educadores treinados pelas artistas, com carga horária total de 4 horas, acesso gratuito e disponibilização de até 40 inscrições, para cada local, a título de ação de formação de plateia. Divulgação junto às prefeituras e respectivas secretarias de cultura, pela Instituição, pela internet, rádio e meios de comunicação da cidade. Conteúdo: Etapa 1 - Visita guiada à exposição _ 1 hora. - Passeio e reconhecimento nas imediações e entorno da Instituição onde está sendo realizada a exposição com acompanhamento de 1 Educador e 1 monitor, com coleta de imagens - 1 hora. Etapa 2 - Apresentação das imagens e discussão aberta nas dependências da Instituição. Com 1 Educador e 1 monitor - 2 horas. 7. Visitas monitoradas agendadas com grupos diversos, com apoio da equipe de ação educativa dos espaços da itinerância, à partir de conteúdo desenvolvido e treinamento realizado pelas próprias artistas.

Justificativa

A exposição Horizontes internos foi realizada em primeira etapa (não contemplada por este projeto) no Museu Lasar Segall _ IBRAM/MinC, em São Paulo por ser esta uma instituição federal que tem a missão, além de preservar, estudar e divulgar a obra de seu patrono, também de estimular a vivência, reflexão e experimentação no campo das artes, ampliando acesso às manifestações culturais e para a formação da cidadania no contexto brasileiro. Além de seu acervo museológico, o Museu Lasar Segall destaca-se como um centro de produção e pesquisa na área da fotografia, mantendo em suas coleções o Arquivo Fotográfico Lasar Segall com cerca de 6.000 itens; além de oferecer programas de visitas monitoradas, cursos nas áreas de fotografia, gravura e criação literária, projeção de cinema e, ainda, abrigando uma ampla biblioteca especializada em artes do espetáculo e da fotografia. Dessa forma, acreditamos que esse importante espaço cultural paulista se apresentou em condições perfeitamente adequadas em suas características físicas (ver croqui do espaço expositivo*) para dar início a um projeto que trata da memória afetiva com a cidade, de modo especial, como é revelada pelas artistas em Horizontes internos. A decisão de promover a itinerância pelos locais apresentados com o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais deve-se ao desejo das fotógrafas de levar sua obra para fora do grande eixo da capital de São Paulo, cidades que atuam como polos disseminadores da cultura e da arte no interior, bem como ampliar seu diálogo artístico com profissionais, estudantes e público em geral, de todas as idades, incentivando a aproximação às artes, promovendo a inclusão cultural e à prática da arte da fotografia. As artistas que compõem o projeto Horizontes internos, Marcia Gadioli, Rosa Esteves e Vera Albuquerque, usam a linguagem da fotografia para se comunicarem com o outro, com o espectador. É por meio dela, do léxico próprio das imagens, que expõem seu processo criativo. Assim, a diversidade na abordagem dos temas expostos diz muito da sensibilidade das artistas: olhares para o exterior podem revelar, por exemplo, visões interiores conflituosas, assombradas por memórias infantis; outras vezes esses olhares são marcados pela necessidade de preservação daquilo que já não é mais visível; véus e sombras também podem alterar a percepção do que está diante de nós. Geometrias, arquiteturas angulosas, aproximação de lugares distantes, seres esquecidos ou de passagem, texturas íntimas de paredes e muros, são alguns dos detalhes dessas cenas citadinas que roçam a sensibilidade do outro, do espectador. A metáfora do Horizonte interno remete a uma experiência de fusão entre aquilo que é visível e uma experiência muito particular de visão. O Horizonte interno está ao alcance dos olhos, mas guarda uma distância que só a cegueira física pode alcançar. É um exterior que só se realiza e se constrói na verdadeira intimidade do artista. Sobre as artistas, por Vera D’Horta: Marcia Gadioli - Acompanhar a destruição paulatina da casa, do bairro em que passou a infância, da cidade conhecida para, sobre o que se tornou passado, construir novas possibilidades. O sonho de Marcia Gadioli, guiado pelo horizonte firme da mão paterna, é o de juntar os cacos e, com eles, erguer espaços sensíveis, onde se assenta o movimento adiante e se compartilha a vivência promissora da arte. Rosa Esteves - A série de fotografias a que Rosa Esteves deu o nome de A casa de minha tia traduz em imagens os assombros da menina que em outros tempos visitou, com a imaginação, ambientes familiares envoltos nos mistérios da loucura e da desrazão. Explorando o poder simbólico da fotografia e manipulando recortes e colagens de tempos e lugares diversos, Rosa teatraliza as emoções do passado ao criar inquietantes similitudes com outros cenários sombrios. Vera Albuquerque - Ela foi chamada em 1997 para fazer o making of de A cidade e suas histórias, terceiro bloco dos projetos Arte/Cidade, antes mesmo das intervenções dos artistas convidados. Logo seu olhar foi seduzido pelo potencial plástico dos espaços abandonados da antiga Fábrica Matarazzo e do Moinho Central. Esses dois marcos da São Paulo fabril, com suas chaminés, galpões e silos, antes integrados ao progresso pela estrada de ferro, tinham se transformado em ruínas ocupadas pelo mato e por seres humanos vivendo como sombras sorrateiras. Se a fotografia de Vera Albuquerque revela, de um lado, a beleza que pode ser extraída desses cenários marginais, por outro lado ela mostra a tragédia de vidas solitárias que se apropriam, sem outra opção, de redutos periféricos incrustados na cidade.

Especificação técnica

- Exposição - (ver Projeto expositivo em anexo) 70 obras em fotografia, formatos médios 0,60 x 1,00m, impressão em fine arts - Catálogo Formato fechado: 20 x 40 cm Formato fechado: 20 x 20 cm Total de páginas: 120 páginas Papel miolo: couché fosco 210g Papel capa: cartão DuoDesign 300g Impressão miolo: 4 x 4 cores Impressão capa: 4 x 4 cores Acabamento: Costura e cola, Capa laminação fosca frente total, Miolo verniz à base d'água frente e verso. Quantidade: 800 exemplares Complementares: - Folder Formato fechado: 15 x 24 cm Formato aberto: 74 x 24 cm Papel papel couché fosco 170g Impressão 4 x 4 cores Acabamento dobras/vinco paralelas, verniz à base d'água frente e verso Quantidade: 5.000 exemplares - Convite eletrônico

Acessibilidade

Acessibilidade · Todos os locais escolhidos são públicos e todas as atividades promovidas através dessa proposta são gratuitas. São instituições culturais onde se desenvolvem múltiplas atividades, pesquisa, monitorias e preservação de acervos históricos significativos de sua região, servindo à comunidade, escolas e visitantes em geral. · Serão cumpridas as normas de acessibilidade em relação à pessoa com mobilidade reduzida especialmente em relação à sala onde será realizada a exposição, respeitando-se edifícios tombados, contando com rampas de acesso e banheiros adaptados; e interpretação em Libras para visitas guiadas e palestras, conforme as normas vigentes. · O projeto prevê, ainda, educadores devidamente treinados pelas artistas e acompanhamento de intérprete de Libras para a abertura da exposição e para mais 4 visitas guiadas a serem agendadas durante o período da exposição, além da visitação escolar de rotina, de cada local. · A palestra/conversa com as artistas e a curadora em cada um dos locais, prevista como Contrapartida Social, bem como as Oficinas contarão com interpretação em Libras.

Democratização do acesso

A Exposição terá acesso gratuito em todos os locais. O projeto permite o acesso irrestrito ao produto cultural por todas as idades e camadas da população, o que inclui a viabilização do acesso por população de baixa renda, estudantes e professores. A ação educativa, sob responsabilidade direta das instituições e orientação/treinamento com as artistas, será gratuita e se dará a partir dos agendamentos de visitas mediadas para famílias, estudantes, professores, crianças, idosos, pessoas com deficiência. Aos visitantes, será distribuído gratuitamente o folder da exposição, contendo resumo do texto crítico, imagens das obras e minibiografia das artistas. Além das 4 Palestras/Conversas, inseridas como Contrapartida Social, serão realizadas Oficinas com educadores treinados pelas artistas, com carga horária de 4 horas, acesso gratuito e disponibilização de até 40 inscrições, para cada local, a título de ação de formação de plateia. Divulgação junto às prefeituras e respectivas secretarias de cultura, pela Instituição, pela internet, rádio e meios de comunicação da cidade. Conteúdo: Etapa 1 - Visita guiada à exposição – 1 hora. - Passeio e reconhecimento nas imediações e entorno da Instituição onde está sendo realizada a exposição com acompanhamento de 1 Educador e 1 monitor, com coleta de imagens - 1 hora. Etapa 2 - Apresentação das imagens e discussão aberta nas dependências da Instituição. Com 1 Educador e 1 monitor - 2 horas. O acesso ao produto secundário, Catálogo da mostra, seguirá o previsto na Seção II, Art.20, da IN 02/2019, a saber: 20% - distribuição gratuita à população: escolas públicas, bibliotecas e instituições culturais. 10% - distribuição gratuita por patrocinadores. 10% - distribuição gratuita em ações de divulgação. 10% - distribuição gratuita pelas artistas. 50% - comercialização ao valor de R$ 50,00.

Ficha técnica

PROPONENTE - Wanda Maria Mendonça Gomes, realizará as atividades abaixo descritas, responsabilizando-se integralmente pela gestão do processo decisório: - Coordenação executiva do projeto – responsabilização pela contratação dos profissionais e prestadores de serviços, realização, controle de prazos, logística geral, contatos, pagamentos, prestação de contas. - Produção executiva – para exposições (serviços de levantamento de fornecedores e concorrência de preços, acompanhamento de execução e entrega de todos os serviços e profissionais contratados para as exposições). - Produção gráfica – para catálogo (serviços de acompanhamento de desenvolvimento/produção e coordenação de serviços de impressão). WANDA MARIA MENDONÇA GOMES – WG Produto Pós-graduação lato-sensu em Design Gráfico – Centro Univ. SENAC – “A inclusão social do deficiente visual a partir de técnicas e processos de impressão em papel / Projeto de design gráfico de livro infantil” – 2007. Bacharel em Desenho Industrial - Fundação Armando Álvares Penteado, SP – 1979. Fundação Getúlio Vargas / FGV – Programa de formação em gestão para mulheres brasileiras 10.000 Mulheres - Programa de Educação Continuada – 2013. Jornadas Culturais 2014 – Acessibilidade e inclusão em espaços culturais – Itaú Cultural, Centro de Memória Bunge, Ministério da Cultura. 2014. Elaboração e Gestão de Projetos Culturais 2 Etapa 2 / Programa de Capacitação em Gestão Cultural em Empreendimentos Criativos e MinC - AR/SENAC/DF – 2014. Seminário Cultura e Acessibilidade – Secretaria de Estado da Cultura / SP - Oficina Cultural Mário de Andrade – 2013. Oficina de Acessibilidade arquitetônica / Áudio-descrição - Secretaria de Estado da Cultura / SP - Oficina Cultural Mário de Andrade – 2013. Empreendimentos Criativos e Ministério da Cultura / Gestão Cultural / Elaboração e Gestão de Projetos Culturais – AR/SENAC/DF - 2013. Seminário Internacional: A Economia do Conhecimento sob a Ótica da Inclusão, Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência - 2010 / 2011 / 2012. Leis Rouanet e ProAC – Como usá-las de forma estratégica, Museu da Imagem e do Som, Governo do Estado de São Paulo - 2012. 8º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design – Centro Univ. Senac – Apresentação: “A inclusão social do deficiente visual a partir de técnicas e processos de impressão em papel / Projeto de design gráfico de livro infantil” – 2008. I Seminário de Pesquisa em Design, Comunicação e Cognição – Centro Univ. Senac – apresentação de pesquisa “A inclusão social do deficiente visual a partir de técnicas e processos de impressão em papel / Projeto de design gráfico de livro infantil” – 2007. Workshop Design Universal Projetos para a Diversidade – SENAC - 2007.. Encontro Senac de Imagem Digital / "Design Essencial" – Centro Univ, Senac - 2006. II Seminário em Gestão Cultural: Políticas e Gestão – Centro Univ. Senac - 2005. PRODUÇÃO CULTURAL e DESIGN ADÉLIA SONHADORA / ADÉLIA ESQUECIDA / ADÉLIA COZINHEIRA – Coleção Adélia, com ênfase no imaginário através da criatividade e conceitos abstratos. Criação, produção, coordenação total de projeto e edição. Texto Lia Zatz, ilustrações Luise Weiss e design de Wanda Gomes. IBM Brasil / MINC. Design com aplicação de recursos diferenciados táteis, olfativos e inovador sistema de impressão Braille.BR®. IMPRESSÕES: SENTIMENTOS DO CORPO, ROSA ESTEVES – Produção, coordenação geral e Consultoria em acessibilidade Sesc Santo André. junho/2018. “40 ANOS DO SARP – SALÃO DE ARTE DE RIBEIRÃO PRETO NACIONAL-CONTEMPORÂNEO” – Exposição e Catálogo. Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi. Design Nilton Campos e Wanda Gomes. 2016. SEGALL (POR)TÁTIL – Museu Lasar Segall, 2015 – Design de Wanda Gomes. Texto Ferreira Gullar e Museu Lasar Segall. Pinturas Lasar Segall. Ilustrações Daniel Bueno. Patrocínio de Prefeitura de São Paulo Cultura, Realização Museu Lasar Segall IBRAM-MINC e Associação Cultural de Amigos Museu Lasar Segall. 2015. Esteves, ROSA ESTEVES – PORTFOLIO. Desenvolvimento e publicação de portfolio completo da artista – impresso e digital. 2016. ROSA ESTEVES – MOSTRA “DE TODO CORAÇÃO” – Projeto expográfico, Produção e montagem da exposição com Amauri Botelho, Claudio Cal, Rosa Esteves. Projeto Gráfico – ProaC, 2012. Instalação “de todo coração” – Produção e montagem da exposição com Amauri Botelho, Claudio Cal, Rosa Esteves. MARP – Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP. 2015. ROSA ESTEVES - “MEMÓRIAS SUBMERSAS” - Projeto expográfico e produção da mostra – Sesc Pinheiros. 2014. CURADORIA - Vera d'Horta Doutora em História da Arte pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Bacharel e Mestre em Filosofia pela USP e Bacharel em Jornalismo pela Escola de Comunicação Social Cásper Líbero. Coordenou o Setor de Pesquisa em História da Arte do Museu Lasar Segall, de 1984 a 2014, quando se aposentou. Foi responsável pelo Arquivo Histórico da Bienal (1984 - 92) e Diretora Técnica da Divisão de Pesquisas do Centro Cultural São Paulo (1983 - 84). Pesquisadora e curadora independente, organizou mostras de Lasar Segall, no Brasil e no exterior, e as retrospectivas de Maria Leontina, Raphael Galvez, Gerda Brentani, Arnaldo Pedroso d’Horta e Fernando Lemos, além de outras exposições. Publicou: Lasar Segall e o Modernismo Paulista (Brasiliense, 1984, Prêmio Jabuti de Literatura), O Museu de Arte Moderna de São Paulo (Dórea Books, 1995), Lasar Segall (Velox, 1999), Raphael Galvez (Momesso, 1999), O Olho da Consciência: juízos críticos e obras desajuizadas. Escritos sobre arte de Arnaldo Pedroso d’Horta (Edusp/IMESP, 2000, Prêmio Sérgio Milliet da ABCA). Recebeu Bolsa de Pesquisa da ARIAH (Association of Research Institutes in Art History, Washington, DC, 1995), Bolsa VITAE de Artes (1990), foi bolsista do CNPq (1987 - 88) e da Fapesp (1971 - 73). Integrou a Comissão Técnica do Projeto Catálogo Raisonné Tarsila do Amaral. Faz parte do Conselho Editorial da Revista de História da Arte e Arqueologia da UNICAMP e da Comissão de Parecer do Museu Lasar Segall. É membro votante do CIMAM/ICOM, órgão da UNESCO. ARTISTAS: Marcia Gadioli - Artista visual formada pelo Centro Universitário Belas Artes de SP, 2008. Desde 2005, expõe em salões de arte, galerias e espaços culturais. Participou das exposições coletivas, “A ilusão da Casa” – Esquina.art–SP abril/18; diálogo(s), (des)limite(s) livro(s) de artista(s) – Tote Espaço Cultural-Campinas - SP março/18; (des)limite(s) livro(s) de artista(s) com curadoria de Fabíola Notari – Casa Contemporânea–SP set-out/17; Fotografia e Gravura – Graphias Casa da Gravura–SP jun-ago/17; O Desejo do Outro – Espaço OpHicina–SP dez/16-fev/17; #PréLocação: evento de arte OU evento artístico? Av. Europa, 614 – SP abril/16; Tempo, espaço: lugares - Museu de Arte Contemporânea José Pancetti (MACC)–SP; Singulares na Casa Contemporânea-SP com curadoria de Marcelo Salles, 2015; “Livro de Artista: pesquisa, produção e reflexão, na Casa Contemporânea-SP com curadoria de Luise Weiss e organização de Fabíola Notari, O Princípio da Volatilidade, na Smith Galeria-SP com curadoria de Juliana Monachesi, 2012, “Jeans: Tecendo Comentários entre Arte e Moda, 2011 e A Grande Alegria com curadoria de Marcelo Salles, 2010 na Casa Contemporânea-SP. Recebeu menção honrosa pelo 13o Salão de Artes Visuais de Guarulhos – arte contemporânea – SP, 2014 e pelo 3o Premio Belvedere Paraty-RJ, 2012 entre outras. Realizou a individual Perdidos Achados novamente na vitrine do metrô estação São Bento, 2015. Impermanências, Galeria Belvedere – Paraty, RJ Perdidos Achados na vitrine do MASP, estação Trianon/MASP do metrô de SP com curadoria de Regina Silveira, 2013. Criou e dirige juntamente com Marcelo Salles a Casa Contemporânea. Nasceu, vive e trabalha em SP. Vera Albuquerque - Vera Albuquerque é fotógrafa desde 1978. Trabalhou, até 1980, na Secretaria Cultural do Maranhão. Durante esse período realizou, dentre outros, um ensaio fotográfico sobre os cortiços e seus moradores em São Luis do Maranhão. Esse ensaio foi premiado na I Trienal de Fotografia de São Paulo. Radicada em São Paulo desde 1981, exerceu as funções de professora de fotografia no SESC Fábrica da Pompéia até 1984, trabalhando também como fotógrafa free-lancer. De 1985 a 2015 trabalhou no Museu Lasar Segall como coordenadora do setor de fotografia. Ministra cursos de fotografia na Imã Foto Galeria e coordena um Grupo de Estudos de Fotografia para o mapeamento das fronteiras da cidade de São Paulo. Exposições: O culto revelado / Secretaria de Estado da Cultura/SP. Panorama de fotógrafos brasileiros. Mês Internacional da Fotografia / Sesc Pompéia. Brás, intervenções urbanas / Projeto ARTECIDADE / Sesc Pompéia. A Fotografia no espelho / Espaço MAM Villa-Lobos São Paulo- 2001. Ásia Brasileira – Imigração asiática no Brasil / Exposição no Palácio do Itamaraty – Brasília 2002. Livro Brasil 500 Pássaros/2002 – Livro de arte e Exposição/Itinerante realizada em: Brasília/Belém/Porto Alegre/Moscou/Portugal/México. Abstrata Brasília Concreta. Editora Mediale – Lançamento e exposição no Centro Cultural Banco do Brasil/Brasília. Retratos e Auto-retratos na Coleção do MAM / Sala Paulo Figueiredo – MAM SP. Mar de Cultura - Casa da Cultura de Paraty (RJ) documentação de artes e ofícios do municipio de Paraty patrocinada pelo MTur. O avesso do avesso / Galeria Monica Filgueiras - 2018. Premiação: Prêmio aquisição na I Trienal de Fotografia / Museu de Arte Moderna, São Paulo. Livros: BASMITTE - Intervenções urbanas - Parte 1 / Brás. A cidade e suas histórias (making of). Brasil 500, Pássaros, Ed. Mediale Abstrada Brasília Concreta Ed. Mediale. Coleções públicas: Museu de Arte Moderna de São Paulo - SP Rosa Esteves - Artista visual e museóloga - fotografia, gravura, objeto escultórico e performance. Artes Plásticas pela FAAP [1976] e Mestre em Museologia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo [1984]. Atuou de 1981 a 2016, como museóloga, no Museu Lasar Segall/IBRAM-MinC/SP, responsável pelo Arquivo Fotográfico Lasar Segall e a partir de 2006, coordenadora do Setor de Museologia. Orientadora no ateliê de gravura do museu de 1989 a 1991. Pesquisadora em artes visuais no grupo de pesquisa: Arte, Memória e Tempo, conduzido pela Profa. Dra. Luise Weiss na Faculdade Santa Marcelina [2008/2009], do grupo de estudos: Identidade e Ausência: aproximações da imagem fotográfica como veículo de identidade, na mesma instituição [2010/2012]. A partir de 1980 expõe individualmente na ITAÚ Galeria de Arte de São Paulo (1982 e 1995) e na ITAÚ Galeria de Arte de Ribeirão Preto/SP (1988); Galeria SESC Paulista/SP (1996); na Bienal SESC de Dança em Santos/SP (2002 e 2008); na Galeria SESC de Ribeirão Preto/SP (2004); na inauguração do SESC Pinheiros/SP (2004); Hood College, Frederick, Maryland, USA (2007). Coletivos: Linha Imaginária (2002 a 2008); Circulando em outras dimensões (2009 a 2011) e Terras indígenas (2010/2011). Realizou 20 exposições individuais e mais de 70 exposições coletivas no Brasil e exterior. Prêmios: Edital de Artes Visuais – ProAC 21 [2011]; Prêmio indicação Sala Miguel Bakun – 6° Salão do Mar, Antonina/Paraná/Brasil [1996]; 1° Prêmio – 6° Excursão de fotografia da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, São Paulo/SP/Brasil e Menção Honrosa - 9° Salão Internacional de Arte Fotográfica de Santos/SP/Brasil [1980]; Medalha FIAP- 36° Salão de Arte Fotográfica de São Paulo, MIS, São Paulo/SP/Brasil [1979] e 1° Prêmio – medalha de ouro, Foto Cine Clube Bandeirante – São Paulo/SP/Brasil [1978]. Publicações: Corpo comestível: anotações poéticas, in Corpo & Arte, São Paulo: Nojosa Edições, 2005. Catálogo publicado: Rosa Esteves [recurso eletrônico]; [Concep. E coord. Rosa Esteves. Textos: Adrienne Firmo de Oliveira et al.] – São Paulo[SP] : WG Produto, 2016. ISBN 978-85- 63501-04-2. Coleções públicas: Museu de Arte de Ribeirão Preto – MARP, Ribeirão Preto/SP/Brasil; Museu de Arte de São Paulo – MASP, São Paulo/SP/Brasil; Museu Nacional de Belas Artes de Havana, Havana/Cuba; Galeria de Arte da Casa do Brasil, Madrid / Espanha; The Hitani School, Tajimi/Gifu/Japan e Foto Cine Clube Bandeirante, São Paulo/SP/Brasil.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.