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PRONAC 191576Prestação de Contas AprovadaMecenato

14º Fest-Aruanda do Audiovisual Brasileiro

ANDREA GONCALVES PEREIRA VILAR
Solicitado
R$ 400,0 mil
Aprovado
R$ 403,3 mil
Captado
R$ 400,0 mil
Outras fontes
R$ 4,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
09095183000140Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S.A1900-01-01R$ 250,0 mil
09123654000187COMPANHIA DE AGUA E ESGOTOS DA PARAIBA CAGEPA1900-01-01R$ 100,0 mil
08995631000108N. Claudino e Cia Ltda.1900-01-01R$ 50,0 mil

Eficiência de captação

99.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2019-07-30
Término

Resumo

O 14° Fest-Aruanda do Audiovisual Brasileiro será realizado na Rede Cinépolis do Manaíra Shopping, em João Pessoa, e se propõe, esse ano, a celebrar o Centenário do Cinema Paraibano (1919-2019) e ser efetivo espaço de reunião da produção audiovisual regional e nacional, de curtas e longas-metragens (sendo 13 Longas e 12 Curtas nas Mostras Competitivas, além de Retrospectivas e Especiais) com 4 sessões diárias e 22 no total, com público estimado em 6 mil espectadores, além de oficinas audiovisuais de requalificação profissional e seminários temáticos, fechando o tripé Intercâmbio-Qualificação-Reflexão Teórica que dá sustentação ao festival.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

O Fest‐Aruanda do Audiovisual Brasileiro chega à sua 14ª edição consolidado como o maior festival de cinema e vídeo genuinamente paraibano e que tem como sede a Capital, João Pessoa, realizado sempre no mês de dezembro. O evento tem o compromisso e a compreensão de que o audiovisual constitui valioso instrumento de democratização e inclusão cultural, com afirmação de identidades e geradora de cidadania, especialmente numa região marcada por problemas socioeconômicos que se refletem em desequilíbrios educacionais flagrantes. Uma câmera e a luz de um projetor de cinema, podem ser efetiva contribuição para atenuar tais configurações sociais desfavoráveis. Nesse sentido, seu foco enquanto festival se encontra consubstanciado nos seguintes tópicos: 1 ‐ Ao Curta‐Metragem, contemplando e valorizando as realizações verificadas no âmbito universitário e independente do país, ao mesmo tempo que, por sua vinculação histórica com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde teve seu nascedouro, oferece amplo cardápio a partir do tripé Intercâmbio‐Qualificação Técnica‐Reflexão Teórica que corresponde respectivamente às mostras competitivas (e o trânsito com as diversas estéticas presentes nos filmes selecionados), oficinas/workshops e seminários temáticos sobre documentarismo contemporâneo, produção audiovisual regional e cinema digital, questões que seguem na ordem do dia; 2 _ Como último festival de cinema e vídeo a se realizar no calendário de eventos dessa natureza no país, o Fest‐Aruanda abriga ainda mostra competitiva de longa‐metragem, de filmes produzidos no exercício 2018, cuja premiação se dá através de Júri Oficial, Popular e Prêmio Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema). Entre seus Objetivos destacamos: Objetivos Específicos: Democratizar o acesso à produção audiovisual brasileira, contemplando o público em geral e, em particular, comunidades carentes do município de João Pessoa e cidades do interior do Estado; promover e valorizar a diversidade cultural brasileira através de curtas digitais de todas as regiões do país que desfilarão nas várias telas do festival, durante uma semana, suas temáticas e peculiaridades; formação de plateia; estimular a produção audiovisual paraibana e regional; oferecer visibilidade nacional aos premiados como forma de valorização dos trabalhos apresentados; consolidar a densidade teórica do festival através dos seminários, mesas‐redondas e debates sobre Cinema Brasileiro; ampliar o repertório cultural e a formação técnica dos participantes através de oficinas, sessões cinematográficas, palestras, debates, mostras especiais, retrospectivas, exposições, projetos "Aruandando" e "Aruandinha", feira de equipamentos eletrônicos e digitais, além de lançamentos literários relacionados à produção audiovisual.

Justificativa

O Fest Aruanda, desde sua fundação (2005) mantém fina sintonia com os respectivos artigos, na medida em que, na prática, favorece a viabilização dos meios para o livre "acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (artigo 1º) e como realização de "festival de arte" (artigo 3º). Ao montar e difundir um amplo painel das produções audiovisuais brasileiros, com especial atenção à região Nordeste onde o festival se realiza, promove estimular a "regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", exposto no inciso II; o mesmo se repete no inciso III, ao se prestar como janela de exibição, oportunizando a valorização e difusão do "conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; com exibições de estéticas e temáticas diversas em curtas e longas-metragens, respalda a proteção das "expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" (inciso IV); como festival de cinema e vídeo, se trabalha com difusão, estimulando a produção de bens simbólicos (filmes), o que responde pela "formação" no campo da cultura e da memória do país (inciso VIII), além de priorizar, com a realização do evento, as produções genuinamente brasileiras, o que estabelece o inciso IX (produto cultural originário do País).

Especificação técnica

OFICINAS COM CARGA HORÁRIA DE 12HS Oficina - Crítica Cinematográfica Objetivo geral: Mapeamento histórico da crítica cinematográfica no Brasil. Objetivo específico: Apresentação das ferramentas básicas para exercício da crítica. Metodologia: aulas teóricas e práticas, cujos resultados serão publicados no site do festival. Público-alvo: alunos de Comunicação Social, Cinema e Mídias Digitais. Justificativa: Estímulo ao exercício da crítica cinematográfica, considerando o fato de a Paraíba ter forte lastro cultural na área. Material didático a ser utilizado: apostilas, DVDs e links de artigos e modelos de crítica cinematográfica. Ministrante: André Dib CURRÍCULO: André Dib é pesquisador, crítico de cinema e jornalista formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Sua experiência inclui a cobertura de festivais brasileiros e estrangeiros. Tem textos publicados em diversos jornais, revistas e sites da internet. Realiza curadorias para mostras e consultorias para festivais de cinema. Membro da diretoria da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine) e do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC). Seu trabalho está reunido em www.revistacinerama.com. Oficina: Maquiagem & Figurino para Cinema e TV Objetivo geral: Noções básicas de maquiagem e figurino para cinema e TV Objetivo específico: Realização de exercícios e experimentações em sala de aula. Metodologia: aulas teóricas e práticas, cujos resultados serão veiculados no site do festival. Público-alvo: realizadores e produtores audiovisuais. Justificativa: Dado o crescimento das produções ficcionais na Paraíba nos últimos anos, a oficina oferece qualificação para os profissionais e/ou aspirantes a trabalhar com figurino e com efeitos especiais na área. Material didático a ser utilizado: Vídeos e filmes, além de produtos de maquiagem específicos para modelagem. Ministrante: Cris Malta CURRÍCULO: Cris Malta É recifense, maquiadora na área de cinema, publicidade, tv e moda. Iniciou suas atividades em cinema em 2005, fazendo assistências de maquiagens e cabelo nos seguintes longas: Baixio das bestas (Claudio Assis), ‘O país do desejo’ (Paulo Caldas ), ‘Coleção Invisível’ (Bernard Attal), ‘A festa da menina morta’ (Matheus Nachtergale), ‘Era uma vez’, eu, Verônica’ (Marcelo Gomes) e ‘Tatuagem’ (Hiltom Lacerda). Oficina: Direção e Roteiro para Animação. Objetivo geral: Noções para direção e roteiro para filmes de animação Objetivo específico: Apresentação das ferramentas básicas para a direção e roteiro de Animação. Metodologia: aulas teóricas e práticas. Público-alvo: realizadores audiovisuais, alunos de Comunicação Social, Cinema e Mídias Digitais. Justificativa: Despertar o interesse para a produção de Animação, campo ainda pouco explorado. Material didático a ser utilizado: apostilas, DVDs e links de artigos e modelos de roteiro e modelos de direção para Animação. Ministrante: Frederico Pinto CURRÍCULO: CURRÍCULO: Diretor e roteirista. Dirigiu “Docinhos” (35mm, 2002, stop-motion e imagem real), “Salão Aurora” (Histórias Curtas/ RBS TV, 2004), “Foi onde deu pra chegar de bicicleta” (Histórias Curtas/ RBS TV, 2005), “Os Olhos do Pianista” (35mm, stop-motion, 2005), “Quintana inventa o mundo” (Quintana Anjo Poeta/RBS TV, 2006), “Tratado de Liligrafia” (Curta Criança/ TV Brasil, 2008) e a série “Loja da Esquina” (RBS TV, 2007). Atualmente, além de “As Aventuras do Avião Vermelho”, está dirigindo o episódio piloto da série “Bolota & Chumbrega” (AnimaTV). SEMINÁRIOS TEMÁTICOS DIÁLOGOS ARUANDA DE CINEMA Mesa I - Cinema & Música PALESTRANTES: Maria do Rosário Caetano (jornalista e curadora do festival); André Dib (jornalista e crítico de cinema); Luiz Zanin (crítico de cinema do jornal ESTADÃO); Fernando Trevas (UFPB) Mesa II – Cinema com sotaque nordestino: a produção regional em debate. Lírio Ferreira (cineasta pernambucano); Cláudio Assis (cineasta pernambucano); Torquato Joel (cineasta paraibano); Marcus Vilar (cineasta paraibano); Rosemberg Cariry (cineasta cearense); João Gabriel (cineasta baiano). Mesa III – Documentário & ficção: a linha tênue de um gênero em transformação. PALESTRANTES: Jean-Claude Bernardet (ensaísta e ator); João Batista de Andrade (cineasta); Wills Leal (Academia Paraibana de Cinema). PEÇAS GRÁFICAS E BANNER Qtde. 3.000 UN - FOLDER 11 FEST ARUANDA - EM COUCHE BRILHO FSC 115 - COR 4X4 - FORMATO ABERTO 400X200MM - FORMATO FECHADO 100X200MM Qtde. 400 UN - IMPRESSOS L COLADO - EM TRIPLEX C2S 350 - COUCHE BRILHO FSC 150 - COR 4X4 E 1X1 - FORMATO ABERTO 420X250MM - FORMATO 210X250MM Qtde. 120 UN - IMPRESSOS C C/ COR 11 FEST ARUANDA - EM TRIPLEX C2S 300 - COR 4X0 - FORMATO 80X120MM Banners em lona com imagem digital em alta resolução, med. 1.20x2.00m2 (CADA). Faixa com imagem digital em alta, com vira de bordas e fita dupla face, med. 3,00x1.20m2. Lona com imagem digital em alta resolução e ilhós, med. 2,95x1.95m2. (BACKDROP) banners em lona com imagem digital em alta resolução, med. 1.00x1.20m2 (CADA). Backdrop

Acessibilidade

As sessões cinematográficas ocorrem na rede Cinépolis (Manaíra Shopping), local dotado de rampas, elevador especial e demais pre-requisitos arquitetônicos que atendem ao público Portador de Necessidades Especiais. Introduzida desde 2017, o festival promove sessões com: - libras (cerimonial das solenidades de abertura/encerramento e de demais noites das mostras competitivas do evento; - narração de audiodescrição (de filmes brasileiros que já contam com tais dispositivos, em sessões especiais); - legenda descritiva (a partir deste ano);

Democratização do acesso

Como evento realizado com recursos públicos, o Fest-Aruanda em nenhuma de suas edições, em treze anos de história, cobrou ingressos ou estabeleceu quaisquer outras taxas para que o público pudesse ter acesso e/ou participar de suas oficinas, palestras, mesas-redondas, seminários ou das sessões cinematográficas, atração maior do evento. Os convites e/ou senhas para as mostras competitivas e/ou especiais serão distribuídos uma hora antes de cada sessão; Seminários e mesas-redondas terão acesso livre do público que ainda terá direito a certificado; Oficinas serão gratuitas, mediante inscrição que será feita uma semana antes do festival, com ampla divulgação na imprensa local e via internet (site oficial do evento) e nas redes sociais. O público será ainda contemplado com publicações como o Catálogo e Folder, distribuídos gratuitamente durante todos os dias. Além disso, serão promovidas três sessões audiovisuais destinadas a alunos e professores do ensino fundamental e médio das escolas públicas do município de João Pessoa e do Estado da Paraíba. As sessões serão acompanhadas (intercaladas) por palestras de mediação dos conteúdos dos filmes exibidos e serão ministradas por diretores e/ou docentes com especialização em cinema infanto-juvenis, onde se contemplará também produções em animação: Beneficiários (Público): 200 espectadores por sessão; Carga Horária: 2 hs (por sessão) de Mediação (palestras) dos Diretores/Docentes.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Lúcio Vilar – Coordenador-geral do Fest-AruandaAndréa Gonçalves Pereira Vilar – Produtora ExecutivaPablo Miranda – Assistente de ProduçãoMaria do Rosário Caetano – Curadoria de Mostra Competitiva de Longas-Metragens e SemináriosAmilton Pinheiro – Curadoria de Longas-MetragensBárbara Wanderley – Assessoria de ImprensaRicardo Loureiro – Coordenação de TráfegoMarcos Enriques - Coordenação de produção audiovisual Bolandeir@rt&Films - Produção e Eventos – Tem função de representante jurídica do Festival. Currículo: 2013 - Realizador do VIlI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO2014 –Realizador do DOCUMENTÁRIO EM MÉDIA-METRAGEM "O HOMEM É PEDRO" .2014- Realizador do IX FEST- ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO2015- Realizador do X FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2016- Realizador do XI FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2016- Realizador do I FEST-ARUANDINHA – CINEMA E LITERATURA INFANTO-JUVENIL 2017- Realizador do XII FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO 2018 - Realizador do XIIl FEST-ARUANDA DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO Lúcio Vilar – Coordenador-geral do Fest-AruandaLÚCIO VILAR é paraibano, graduado pela Universidade Federal da Paraíba, onde é docente do Departamento de Mídias Digitais; jornalista com produção audiovisual na área do documentário, é pós-graduado (nível Mestrado) pela Escola de Comunicações e Artes/ECA-USP e Doutorando pela mesma instituição. Autor do livro “Janelas da Sedução Cotidiana” (sua dissertação) e co-organizador, ao lado do jornalista Antonio Vicente Filho, da coletânea “Menino de Engenho – 40 anos depois” (2007).Produziu, roteirizou e dirigiu os documentários "Pastor de Ondas" (2003), "O menino e abagaceira" (2004), “Aruandando” (2005); “Camará – O que eu seu contar é isso!” (2007), “O fio da memória” (2008), “Kohbac – A maldição da câmera vermelha” (2009), “Doc Correio, 60 anos” (2013) e “O Homem é Pedro” (2014).Foi secretário de Cultura do município de Cajazeiras-PB, exercício de 1996, e da Capital do Estado, exercício de 2012.É coordenador-geral do Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro que esse ano chega à sua décima quarta edição, instituído pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e ProduçãoAudiovisual (Neppau). Maria do Rosário Caetano – Curadoria de Mostra Competitiva de Longas-Metragens e SemináriosMARIA DO ROSARIO CAETANO (Coromandel-MG/10/06/1955) é jornalista e pesquisadora. Formou-se em Comunicação (Jornalismo) e em Letras (Língua e Literatura Portuguesas), pela UnB (Universidade de Brasília). Em 30 anos de exercício jornalístico trabalhou no Jornal de Brasília, Correio Braziliense, TV Globo/Brasília, Estadão e diversos jornais alternativos. Atualmente, integra a equipe da Revista de Cinema (Editora Única). Em 1997, publicou o livro "Cinema Latino-Americano - Entrevistas e Filmes". Organizou o livro "Paulo Freire e a Educação Brasileira" (1982). Colaborou com Joaquim Pedro de Andrade e equipe no roteiro-livro "O Imponderável Bento", com a coletânea "Cinema Falado - Cinco Anos de Seminários de Cinema em Porto Alegre" e nos álbuns "Trinta Anos doFestival de Gramado" e “Cine Ceará 20 Anos”. Participou da equipe de pesquisadores da "Enciclopédia do Cinema Brasileiro" (Ed. Senac/1997) e do"Guia do Cinema Brasileiro" (Ed. Filme B). Preparou, para a Jornada de Cinema da Bahia, o catálogo "Jorge Amado e o Cinema" , e para a Coleção Aplauso, escreveu os livros "João Batista de Andrade - Alguma Solidão e Muitas Histórias" (2003), “Fernando Meirelles -Biografia Prematura” (2005) e "Marlene França - DoSertão da Bahia ao Clã Matarazzo" (2010). Integra a equipe de colaboradores dolivro "AlleRadicidel Cinema Brasiliano" (Itália-2003). Organizadora do livro "ABD Trinta Anos - Mais Que Uma Entidade, Um Estado de Espírito", "Cangaço, o Nordestern no Cinema Brasileiro" e "DocTV - Operação de Rede" (no prelo). É autora do livro-álbum "Quarenta Anos do Festival de Brasília” (2007). Recebeu homenagens dos festivais de Recife, Tiradentes, Aruanda-PB e Sergipe.

Providência

Prestação de contas Aprovada conforme Relatório Executivo de Avaliação de Resultados Nº 821/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC, de 30/06/2024.

2020-07-31
Locais de realização (1)
João Pessoa Paraíba