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Edição, impressão e publicação de 2.600 exemplares do Livro "A medicina na história da Bahia", sendo dividido em dois volumes com 1.300 unidades de tiragem para cada volume, do artista Trípoli Gaudenzi. A publicação será composta por dois livros acoplados em uma luva e é um misto de história e arte ilustrado com 200 desenhos e pinturas que retratam os eventos mais significativos a respeito do tema. O livro trata dos primórdios culturais do Brasil no que diz respeito à Educação e à Medicina, trazidas pelos jesuítas com o Primeiro Governo Geral, em 1549, cujas pesquisas históricas e socioantropológicas evidenciam informações sobre o envolvimento das culturas europeia, indígena e africana, ao longo dos séculos XVI e XVII, estendendo-se até o século XX. O texto será acompanhado deilustrações, o que confere à obra um caráter histórico e artístico.
O livro “A Medicina na História da Bahia” do médico e artista plástico Trípoli Gaudenzi reúne em uma mesma publicação aspectos de História e de Arte onde o equilíbrio texto/ ilustração promove uma leitura mais leve e lúdica onde a figuração narrativa que acompanha os principais fatos ligados à cultura e à Medicina individual e coletiva seguem o fio da História, no intuito de transformar o pensamento abstrato do leitor numa visão concreta, através do indispensável auxílio do traço e da cor, mesmo nos seus momentos mais dramáticos.
Objetivo Geral:O objetivo mais amplo do livro em pauta é revelar a cronologia dos fatos que deram origem ao início da História do Brasil com a chegada da expedição de Pedro Álvares Cabral, trazendo o primeiro médico (físico) que pisou em terras brasileiras. Avança pelo período das Capitanias Hereditárias, chegando ao Governo Geral com os primeiros profissionais da saúde vindos de Portugal. As grandes epidemias que assolaram o período colonial são estudadas ao longo das administrações dos Governadores Gerais, dos Vice-Reis e dos Capitães Gerais. A criação das Escolas Médico - Cirúrgicas da Bahia e do Rio de Janeiro, em 1808, circunscrevem um capítulo fundador, não apenas na formação do médico no Brasil como também de uma nova forma de organização da sociedade em função desses centros de saber e de cultura. Assim, como objetivos, enfatiza-se a realização de pesquisa bibliográfica e documental sobre esse aspecto da História do Brasil e do seu Nordeste, particularmente da Bahia, com destaque para aspectos sócio - culturais, políticos e econômicos; o estudo da nosologia natural da terra e aquela trazida pelo colonizador europeu e pelo africano, o papel exercido pelo profissional da Medicina e das áreas afins na identificação e no controle das doenças, a Medicina e a terapêutica indígenas, os vultos mais eminentes que se destacaram pelo saber científico ou pelo nível intelectual ao longo desse período, assim como a análise da influência dessas Escolas como foco de irradiação cultural e científica para as sociedades a que serviam. Objetivos Específicos: - Publicar um livro com a tiragem de 2.600 exemplares de artes visuais, sendo dividido em dois volumes, especificamente de desenhos e pinturas que acompanham um texto histórico que registra a memória da medicina na História da Bahia. O projeto propõe apresentar de forma artístico-documental todos os eventos significativos da história da medicina da Bahia traçando um paralelo com a própria história da Bahia. - Preservar a história da Bahia, através da reprodução de 250 ilustrações e diversos relatos que registram aspectos da Bahia do século XVI ao século XIX (ruas, ladeiras, casario, igrejas e conventos, procissões, entre outros), acompanhando descrições pitorescas de cronistas e viajantes que passaram pela cidade, dos tempos coloniais até fins do século XIX. - Comemorar os 70 anos de fundação da Universidade da Bahia, após "Quatro longos Séculos de petições jesuíticas e de solicitações administrativas em prol de uma Universidade no Colégio do Terreiro de Jesus, o que sempre lhes foi negado pelos Reis e pelos Papas."- Difundir um trabalho inédito, de um artista de reconhecido talento. - Apresentar à comunidade local uma obra (um livro inédito) de natureza artística onde eles se reconheçam e percebam o valor de sua cultura. - Fomentar a história, cultura e a arte no Brasil através da difusão de uma obra dedicada à produção artística; - Realizar um evento de lançamento aberto ao público; - Realizar uma palestra em local gratuito e de fácil acesso e que contemple o contato direto entre autor e público interessado, fomentando o diálogo a respeito da memória cultural retratada na publicação.
PUBLICAÇÃO DE UM LIVRO INÉDITO, DE VALOR HISTÓRICO-CULTURALApresentar neste livro a memória da história da medicina através da evolução da história da Bahia é a junção perfeita entre história e a arte. O autor buscou apresentar, neste livro, a Memória da História da Medicina através da evolução da História da Bahia e as influências tecnológicas e filosóficas que sofreram as escolas médicas existentes no Brasil após 1808 - representadas pelas da Bahia e do Rio de Janeiro - oriundas dos grandes centros culturais estabelecidos em Coimbra, Paris e Montpellier. O interesse do livro se baseia não só na importância do tema, como também na ausência de literatura específica que reúna, num só registro, tão ampla massa de informações sobre a História da Medicina nesse período de tempo, intercalada com importantes momentos da História do Brasil e da Bahia que foram uma só, por mais de 200 anos. PUBLICAÇÃO DE UM LIVRO INÉDITO, DE VALOR ARTÍSTICOAs imagens de Trípoli Gaudenzi por si só já seriam significativas para a produção de um livro de arte. O artista elaborou a obra com desenhos e pinturas em variadas técnicas: tinta nanquim em traço fino (bico de pena), óleo, acrílica, carvão, aquarela, guache, técnicas mistas, dentre outras, tendo como suportes: tela, madeira, papel e cartão resultando em 250 trabalhos de grande qualidade artística que serão elementos complementares da leitura. Esta composição cultural envolvendo a História e a Arte visa buscar um equilíbrio texto/ilustração que propicie um aspecto mais leve e lúdico que, sem desconsiderar a força esclarecedora dos textos seminais, valorize a imagem, a cor e as texturas, por meio de uma figuração narrativa, utilizando-se o desenho e a pintura de cenas que pretendem, estimulando a imaginação do leitor, ser testemunho de importantes e significativos episódios da História. IMPORTÂNCIA DA OBRA E NECESSIDADE DA PUBLICAÇÃO UTILIZANDO O MECANISMO DA LEI ROAUNETA justificativa para a publicação deste livro se dá pelo ineditismo da obra. O interesse do livro se explica não só pela importância cultural do tema, como também por se tratar de considerável instrumento de preservação da Memória Histórica da Faculdade de Medicina do Terreiro de Jesus, local emblemático onde foi instalado por Manuel da Nóbrega o primeiro Colégio do Brasil o qual, depois, veio acolher a primeira Escola Médica do país. Nos vetustos muros desse convento jesuíta - primevo instituto do saber, da cultura e da espiritualidade cristã - a educação elementar, a educação superior e a medicina nacional alí nasceram e floresceram. Assim, diante de um projeto com tamanha envergadura, cujo custo de produção é digno de uma obra desse porte e com este caráter inédito, faz-se necessário utilizar um instrumento como a Lei Rouanet, de modo a viabilizar as etapas de sua produção e sua edição. DE ACORDO COM A LEI 8313/91O projeto aqui apresentado se justifica por estar de acordo com Art. 1º da Lei 8313/91 que, dentre outras finalidades, institui como argumento para a utilização do Programa Nacional de Apoio à Cultura a promoção e o estímulo para a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. É o que pretende o projeto, ao valorizar a cultura histórica da Bahia. O projeto contará com mão-de-obra local baiana para diversos itens da execução. Tudo isso com o objetivo de estar de acordo com o Art. 3 da mesma lei ora citada, pois o projeto tem como finalidade fomentar a produção artística mediante a edição de uma obra impressa de valor artístico. Fica garantido o acesso de uma parte da população de baixa renda a uma parte da tiragem.
IMPACTO AMBIENTAL A escolha dos fornecedores nas diversas etapas de produção do projeto terá o critério de selecionar empresas e profissionais que valorizem a racionalização do uso dos recursos ambientais e do correto descarte do lixo. Observação importante: O papel a ser utilizado no livro e no convite, deverá ter o selo de Certificação FSC, que é uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, criada no início da década de 1990 com o intuito de contribuir para a promoção do manejo florestal responsável ao redor do mundo. Os papeis que usam esse tipo de certificação são a garantia que a empresa produtora desse insumo respeitou os aspectos ambientais, sociais e econômicos da região florestal.
livro 01:. Formato: 28 x 30 cm (fechado). capa dura em 4x0 cores. 450 páginas de miolo - 4x4 cores, em papel couche 150gr.. Folha de guarda em papel alta altura em 180 gr. em 1x1 cores. Acabamento com costura de linha e laminação fosca na capa. Tiragem de 1.300 exemplares livro 02:. Formato: 28 x 30 cm (fechado). capa dura em 4x0 cores. 450 páginas de miolo - 4x4 cores, em papel couche 150gr.. Folha de guarda em papel alta altura em 180 gr. em 1x1 cores. Acabamento com costura de linha e laminação fosca na capa. Tiragem de 1.300 exemplares
Todos os espaços de exposição do produto cultural, desde o seu lançamento até a distribuição, irão primar pelas condições de acesso (rampas) e valorização do acesso a pessoas idosas ou portadoras de deficiência de locomoção. Outro fator importante é que o livro terá uma versão digital no formato epub, com a leitura automática do conteúdo para leitores deficientes visuais ou disléxicos. Os livros com uso desse recurso terão distribuição gratuita e serão disponibilizados em sua versão online, mediante solicitação.
LIVRO Além das contrapartidas já previstas e descritas no campo do Plano de Distribuição, de acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o proponente se compromete a disponibilizar de forma gratuita a versão digital do livro a ser produzido com todo o conteúdo da publicação. Sem dúvida esta é uma ação que visa garantir o acesso ao livro por todos que o desejem. PALESTRA Será disponibilizada na internet a gravação na íntegra da palestra a ser realizada, democratizando o acesso a todos os que não se fizeram presentes ao evento. Essa ação também está de acordo com o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania.
PROPONENTE DO PROJETO, COORDENAÇÃO DO PROJETO, COORDENAÇÃO GRÁFICA, PROJETO GRÁFICO, EDITORAÇÃO ELETRÔNICA, ARTE-FINALIZAÇÃO, ELABORAÇÃO DE CAPA, PROJETO GRÁFICO DAS PEÇAS DE DIVULGAÇÃO: P55 EDIÇÃO A P55 Edições teve início em 2002, em Salvador, Bahia, e tem como conceito editorial publicações de livros nos segmentos de artes plásticas, cultura brasileira, prosa, poesia, antropologia, gastronomia, fotografia e literatura infantil. A editora tem como principal foco publicações de autores baianos, ou que residam na Bahia, e a disseminação sem restrições da cultura baiana e brasileira a preços acessíveis, seja editando livros raros em domínio público ou publicando livros inéditos. Segue abaixo relação de alguns títulos publicados pela P55 Edições nesta trajetória. COLEÇÃO BIBLIOTECA BÁSICA DA LITERATURA BAIANA - Descrição da ilha de Itaparica, de Manuel de Santa Maria Itaparica - A cachoeira de Paulo Afonso, de Castro Alves; - Primeiras Trovas Burlescas de Getulino, de Luis Gama; - Livro Maria Dusá, de Lindolfo Rocha; - Livro Inspiração do Claustro, de José Joaquim Junqueira Freire. COLEÇÃO AUTO CONHECIMENTO BRASIL (A/C\BRASIL) - Memória a respeito dos escravos e tráfico da escravatura entre a Costa d´Africa e o Brasil, de Luís Antônio de Oliveira Mendes; - O animismo Fetichista dos Negros Baianos, de Nina Rodrigues - A Raça Africana e Seus Costumes na Bahia, de Manuel Querino - A Destruição de Angola Janga, Correspondência da Guerra dos Palmares - Arte Culinária na Bahia, de Manuel Querino COLEÇÃO CADERNOS DO VILA - O teatro de cabo a rabo, do vila para o interior e vice-versa; - Haydil Linhares – 4 peças; - O teatro do bando, negro baiano e popular, de Marcos Uzel - O teatro de cabo a rabo, do vila para o interior e vice-versa; COLEÇÃO CARTAS BAHIANAS - Vestígios da Senhorita B., de Renata Belmonte - As receitas de Mme. Castro, de Aninha Franco - O sol que a chuva apagou, de Állex Leilla - Tio Tomás, de Paloma Amado - Continhos para cão dormir I, de Maria Sampaio - Continhos para cão dormir II, de Maria Sampaio - 3 vestidos e meu corpo nu, de Marcus Vinícius Rodrigues - Eros Resoluto, de Marcus Vinícius Rodrigues - Aqui, de Vanessa Buffone - Para uma certa Nina, de Adelice Souza - Ananke, de Marcos Dias - Caixa Preta, de Nilson Galvão - Uma Balada para Janis, de Kátia Borges - Ao longo da linha amarela, de João Filho - Estranhamentos, de Mônica Menezes - Livro do Quase Invisível, de Karina Rabinovitz - Poemas para Antonio, de Ângela Vilma - Apenas uma Lata, de Maxim Malhado - O coração da Baleia, de Claudia Barral - Livro de canções e inéditos, de Ruy Espinheira Filho - A torre infinita, de Mirella Márcia - Vermelho quase laranja, de Suênio Campos - Barroca, de Mariana Paiva - A insuportável família feliz, de Victor Mascarenhas - Desta Varanda, de Antonio Brasileiro - Viagem e outros poemas, de Ruy Espinheira Filho OUTROS LIVROS EDITADOS PELA P55 - Cantos, Contos e Contas, de Viga Gordilho; - Novas pinturas, de Sante Scaldaferri; - Forma e cor na arquitetura de Fernando Peixoto. - O olhar inventa o mundo, de Cacilda Povoas; - Bala, de Luís Turiba; - 3 Histórias, de Luis Henrique Dia Tavares - O Bom Comer, de Sandra Gordilho; - Bahia – 20 Postais, de Sérgio Rabinovitz; - O Caminho do Mar, de Maria Salles; - 3x Novos Novos, de EdsonR - Histórias e estórias da capoeiragem, de Mestre Bola Sete - Bahia negra na coleção museu tempostal, de Jeferson Bacelar e Cláudio Pereira - Candomblé – Tradição e Mudança, de Júlio Braga - O pólo petroquímico de Camaçari, de Adary Oliveira - Baba Egum, de Marisa Vianna - Artesanato da Bahia, de Marisa Vianna - Encantos de Tinharé, de Rui Rezende - Teatro de Cordel, de Armindo Bião - Chapada Diamantina – Um paraíso desconhecido, de Rui Rezende - A arte de Tatti Moreno, projeto realizado através de incentivo fiscal da Lei Rouanet. - Via e-mail - Encontro com artistas brasileiros, projeto realizado através de incentivo fiscal da Lei Rouanet. TRÍPOLI GAUDENZI – AUTOR Trípoli Francisco Britto Gaudenzi nasceu em Salvador, Bahia, em 1939. Diplomou-se em medicina em 1963, pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Ainda no início dos anos 1960 integrou o grupo de jovens artistas que se reuniu em torno da Galeria Bazarte e expôs em várias coletivas dessa Galeria, uma das pioneiras das artes plásticas na Bahia. Foi estagiário da Clínica Urológica do Hospital Santa Izabel, da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, no Serviço do Professor Jorge Valente. Em 1964, fez a pós - graduação em Saúde Pública, em curso de longa duração coordenado pelo Professor Urcício Santiago. Foi monitor e Técnico de Laboratório da Cadeira de Bioquímica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia em 1964/1965. Em 1964 foi contratado como médico do quadro da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. Como médico sanitarista organizou a Unidade Sanitária do Município de Simões Filho (antigo Município de Água Comprida) na região Metropolitana do Salvador, tendo sido o seu primeiro médico. Estagiou na Fundação Serviços Especiais de Saúde Pública (FSESP) na unidade sanitária do Município de Bom Jardim (hoje Theodoro Sampaio), em 1964. Fez curso de especialização no Instituto de Medicina do Trabalho e Higiene Industrial da Faculdade de Medicina de Paris (hoje vinculado à Universidade René Descartes), no Serviço do Professor H. Desoille, em 1966. Em Paris, frequentou os ateliers dos pintores Rony Abraham e Olivier le Bars. Frequentou o Curso de Planejamento do Setor Saúde Coordenado pelo Professor Oswaldo Costa, na Fundação Ensino Especializado em Saúde Pública, Ministério da Saúde, Manguinhos, Rio de Janeiro, 1969. Foi Assessor da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, em 1970 - Diretor da Divisão Médico Hospitalar da mesma Secretaria, em 1971, quando ingressou com Auxiliar de Ensino do Departamento de Bioquímica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia. Em 1973, fez Curso de Administração Hospitalar ABH/MEC, em Salvador. Em 1975, teve sua tese realizada na França revalidada pelo MT/DNSHT. Em 1976, fez Curso se Planejamento Avançado do Setor Saúde através da OMS/École des Hautes Études en Santé Publique (EHESP), Universidade de Rennes, França, sob a Coordenação dos Professores Drs. Pierre Jean e Jacqueline Guirriec. Nesse mesmo ano estagiou na Assistência Pública dos Hospitais de Paris (APHP), Setor Coordenado pelo Professor M. Cerceau. Em 1977 submeteu-se a concurso público para a classe de Professor Assistente do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia. Durante o período de atividade profissional escreveu artigos em publicações especializadas relativos à administração sanitária. Em 1979, com apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia, expôs individualmente no Espaço Cultural do Convento do Carmo com o tema “Óleo e Traço”, enfocando a figura humana no cenário colonial da Bahia, com apresentação de Vinicius de Moraes e de Calazans Neto. Ocupou a Vice Presidência para Assuntos de Saúde da Fundação de Saúde do Estado da Bahia (FUSEB), em 1979, e foi Superintendente de Saúde do Instituto de Saúde do Estado da Bahia (ISEB), em 1980. Em 1981, participou do Curso “Saúde para Todos - Políticas e Estratégias” patrocinado pela Organização Mundial de Saúde, Organização Panamericana de Saúde e pelo British Council, no Instituto de Estudos para o Desenvolvimento (IDS) da Universidade de Sussex, Brighton, Inglaterra, dirigido pelos Professores E. de Kadt e M. Segall. Nesse mesmo ano, participou do Seminário “PHC - Health Care Evaluation”, na London School of Hygiene and Tropical Medicine, Coordenado pelos Professores J. Morris e P. Payne. Na Bahia, frequentou o atelier do pintor argentino Alfonso Lafita, onde aperfeiçoou técnicas com óleo e aprendeu o preparo de suportes. Em 1984, era Professor Adjunto do Departamento de Biofunção do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia, tendo sido também Assessor Chefe da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia em 1987 e em 1990. Nos fins dos anos 1980 iniciou as pesquisas que o levaram à implementação do “Projeto Canudos”, uma extensa série de trabalhos em variadas técnicas inspirados na forte temática da Guerra de Canudos, baseado no livro “Os Sertões”, de Euclydes da Cunha, com apresentação do Professor José Calasans, historiador, folclorista e Professor da Universidade Federal da Bahia, maior especialista do assunto. Deste grande projeto com mais de 500 trabalhos foram escolhidos 120 nas mais variadas técnicas e, sob o patrocínio da Fundação Cultural do Estado da Bahia, da Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia e da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), percorreu Universidades e Instituições Culturais do Brasil e do exterior em mais de 30 exibições, na década de 1990, tendo como curador o Professor Renato José Marques Ferraz, historiador, antropólogo e pesquisador da Universidade do Estado da Bahia, antigo Diretor do Museu da Arte Moderna da Bahia. Essa exposição teve o vernissage na Cidade de Canudos e o encerramento em Paris, com a chancela da UNESCO, da Embaixada do Brasil na França e da Secretaria de Cultura e Turismo da Bahia, em 1998. Denominada “Canudos Rediviva”, a coleção recebeu apreciação elogiosa da crítica, de intelectuais e de artistas plásticos (Vinicius de Moraes, Juarez Paraíso, Calazans Neto, Carybé, Yara Tupinambá, Myriam Fraga, Jorge Amado, Carlos Bastos, Ildázio Tavares, Paul Jürgens, José Carlos Capinam, Pierre Verger, dentre outros), ao longo da passagem por espaços culturais, galerias e Universidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Brasília, Aracaju, entre outras, assim como pelas cidades de Colônia, Havana, Berlim, Paris, no ciclo de exibições. Cem trabalhos dessa mostra foram doados à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia com objetivos didáticos, estando as obras guardadas no Arquivo Público do Estado, sem possibilidade de exibição. Em 1993, editou o livro de História e de Arte intitulado “Memorial de Canudos” pela Secretaria de Cultura e Turismo e pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, com três edições, utilizando documentação iconográfica da citada exposição. Aposentou-se em 1993 como médico da Secretaria de Saúde e, em 1995, como Professor Adjunto da Universidade Federal da Bahia. Em julho de 2000, o projeto “A Aventura dos Descobrimentos” foi mostrado na Galeria do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), com apresentação do Professor e Historiador Luís Henrique Dias Tavares e com a curadoria de Leda Débora Guerra. Em 2001, participou do 1º Festival de Arte Negra do Recôncavo Baiano, com exposição temática na Fundação Hansen Bahia, na cidade histórica de Cachoeira. Em 2002, elaborou projeto gráfico para uma edição de arte do livro “Jagunços e Heróis” do escritor Walfrido Moraes (retrospectiva histórica e sociológica da Região da Chapada Diamantina, na Bahia, edição que não foi concretizada devido ao falecimento do autor). Expôs, ainda, neste período, em galerias particulares, no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, no Instituto Göethe, em Salvador. Dentre outros projetos, “Procissões Antigas da Bahia”, “Bares, Botequins e Cabarés da Bahia de Outrora”...não tiveram, ainda, oportunidade de uma mostra. Tem colaborado em ilustrações de livros, cartazes e filmes.
PROJETO ARQUIVADO.