| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 800,1 mil |
Com a circulação "Que bloco é esse?", o Ilê Aiyê leva sua performance por capitais brasileiras, com temáticas afrodescendentes que tratam dos aspectos e dos impactos da diáspora africana. Um espetáculo musical de forte impacto percussivo, com figurinos e danças que trazem o diálogo da tradição com a contemporaneidade e com canções que abordam empoderamento negro e questões sociais, marcas da trajetória do Ilê Aiyê.
A banda Ilê Aiyê apresenta a circulação "Que bloco é esse?", um espetáculo musical de forte impacto percussivo, com figurinos e danças que trazem o diálogo da tradição com a contemporaneidade e com canções que abordam empoderamento negro e questões sociais, marcas da trajetória do Ilê Aiyê. Comandada pelos cantores Guiguio, Graça Onasilê, Reizinho, Altair, Adelson e Cristiano, acompanhados por 09 percussionistas que obedecem ao ritmo dos maestros e arranjadores Marivaldo Paim, Mario Pam & Rafael, a banda Ilê Aiyê tem feito apresentações a nível nacional e internacional levando a música afro-baiana para grandes palcos do Ilê Aiyê (O mundo).Em sua trajetória somam turnês internacionais em países como Angola, Martinica, EUA e Alemanha dentre outros e premiações como Prêmio da Música Brasileira 2016 de Melhor Grupo na categoria Regional.
Com a circulação "Que bloco é esse?" a banda Ilê Aiyê leva sua poderosa performance a 7 capitais brasileiras (Salvador, Aracaju, Fortaleza, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte) com uma apresentação conduzida por temáticas afrodescendentes que tratam dos aspectos e dos impactos da diáspora africana. Um espetáculo musical de forte impacto percussivo, com figurinos e danças que trazem o diálogo da tradição com a contemporaneidade e com canções que abordam empoderamento negro e questões sociais, marcas da trajetória do Ilê Aiyê. Ampliando o alcance do projeto para além das apresentações, esta circulação vai gerar um registro audiovisual com um panorama da trajetória da Banda Ilê Aiyê em cada cidade visitada. A beleza, a música e o discurso do Ilê Aiyê expandirão com o aumento da interação em suas redes sociais através de lives (transmissões ao vivo) durante a montagem e apresentações, pílulas audiovisuais geradas durante o evento e ações promocionais de sorteio de convites. Consolidada na Bahia, com reconhecimento de artistas e instituições nacionais e internacionais, o Ilê Aiyê ainda não realizou uma circulação nacional compatível com seus anos de história. Estar em novos palcos contribui para o conhecimento, reconhecimento e fortalecimento do Ilê Aiyê, com grande potencial de formação de novas plateias, que poderão conhecer a produção musical baiana genuinamente de matriz africana. Com ingressos a preços populares (R$50), cada apresentação contará ainda com uma ação de formação de platéia convidando uma instituição de cada cidade visitada que trabalhe com a socialização e formação de jovens através da música. Os integrantes dessas instituições farão uma visita ao espaço cultural, acompanhando da passagem de som seguido de um diálogo sobre empoderamento negro. Objetivo geral Realizar uma turnê do reconhecido grupo baiano passando por 7 capitais brasileiras Salvador (BA), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), Recife (PE), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). Objetivos específicos: • Realizar apresentações da banda Ilê Aiyê em 7 capitais brasileiras, totalizando 7 apresentações (uma em cada cidade) atingindo um público de mais de 13.000 pessoas. • Realizar 7 atividades de formação cultural, uma em cada cidade. É a aproximação entre o projeto sócio-cultural que o Ilê Aiyê realiza em Salvador com outras ações nas cidades visitadas, através do convite à instituições que trabalham com a socialização e formação de jovens através da música para acompanherem a passagem de som seguido de um diálogo sobre empoderamento negro; • Possibilitar o acesso democrático aos shows, através da venda de ingresso a preços populares (R$80) e cota de 10% para venda sob o valor promocional até o valor do Vale-Cultura (R$50); • Produzir 1 conteúdo audiovisual que vai ampliar o alcance da ação para além do público diretamente atingido nas apresentações;
O Bloco Afro Ilê Aiyê surgiu há mais de 40 anos com a proposta de adentar o elitizado carnaval baiano da época, sendo formado exclusivamente por afrodescendentes, com uma estética inédita, som percussivo inovador e temas pertinentes à população negra-mestiça de Salvador. Hoje o Ilê Aiyê é considerado um dos pilares a cultura afro-baiana, tendo mérito reconhecido nacionalmente e internacionalmente, pelas lutas, preservação e difusão da cultural afro-brasileira. A Band' Aiyê ou Banda Ilê Aiyê está umbilicalmente ligada ao Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê, sendo formada exclusivamente por artistas afrodescendentes. A Banda Ilê Aiyê surgiu de um berço fervilhante da cultura baiana de matriz africana, da valorização da história e da estética negra e, consequentemente, da elevação da autoestima do provo afrodescendente. A banda é um dos braços mais importantes dos trabalhos promovidos pelo Bloco, pois é a face com o grande potencial de visibilidade e responsável por criar pontes entre o Bloco e o grande público, sejam nas apresentações carnavalescas ou nos palcos do mundo. Consolidada na Bahia, com reconhecimento de artistas e instituições nacionais e internacionais, o Ilê Aiyê ainda não realizou uma circulação nacional compatível com seus anos de história. Estar em novos palcos contribui para o conhecimento, reconhecimento e fortalecimento do Ilê Aiyê, com grande potencial de formação de novas plateias, que poderão conhecer a produção musical baiana genuinamente de matriz africana. Com a circulação "Que bloco é esse?" a banda Ilê Aiyê leva sua poderosa performance a 7 capitais brasileiras (Salvador, Aracaju, Fortaleza, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte) com uma apresentação conduzida por temáticas afrodescendentes que tratam dos aspectos e dos impactos da diáspora africana. Um espetáculo musical de forte impacto percussivo, com figurinos e danças que trazem o diálogo da tradição com a contemporaneidade e com canções que abordam empoderamento negro e questões sociais, marcas da trajetória do Ilê Aiyê. Ampliando o alcance do projeto para além das apresentações, esta circulação vai gerar um registro audiovisual com um panorama da trajetória da Banda Ilê Aiyê em cada cidade visitada. A beleza, a música e o discurso do Ilê Aiyê expandirão com o aumento da interação em suas redes sociais através de lives (transmissões ao vivo) durante a montagem e apresentações, pílulas audiovisuais geradas durante o evento e ações promocionais de sorteio de convites. Com ingressos a preços populares (R$50), cada apresentação contará ainda com uma ação de formação de platéia convidando uma instituição de cada cidade visitada que trabalhe com a socialização e formação de jovens através da música. Os integrantes dessas instituições farão uma visita ao espaço cultural, acompanhando da passagem de som seguido de um diálogo sobre empoderamento negro. Desse modo, essa circulação atende a diversos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende ainda aos objetivos do Art. 3º c) realização de espetáculo de música; a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
A apresentação do Ilê Aiyê reúne música e artes cênicas, através da dança, figurino e adereços que trazem em si a luta de preservação e difusão da cultural afro-brasileira. Duração: 1h30
Apresentação musical: O projeto será realizado em locais que atendam à normas de acessibilidade à cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo também o atendimento prioritário e vagas sinalizadas nos espaços culturais que tiverem garagem/estacionamento. Caso o espaço cultural não atenda às medidas de acessibilidade física, a produção garantirá as adaptações necessárias. As apresentações contarão com intérprete de LIBRAS para acessibilidade de pessoas surdas. Acessibilidade de pessoas cegas através do uso de legenda descritiva em todo conteúdo do projeto disseminado nas Redes Sociais, aderindo ao Projeto #PraCegoVer.
O projeto atende às medidas de decomcratização do acesso, conforme incisos da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania listados abaixo: Art. 20 d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Cota de 10% dos ingressos serão comercializados a preços populares (R$50) Art. 21 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;Ampliando o alcance do projeto para além das apresentações, esta circulação vai gerar um registro audiovisual com um panorama da trajetória da Banda Ilê Aiyê em cada cidade visitada. A beleza, a música e o discurso do Ilê Aiyê expandirão com o aumento da interação em suas redes sociais através de lives (transmissões ao vivo) durante a montagem e apresentações, pílulas audiovisuais geradas durante o evento e ações promocionais de sorteio de convites. Art. 21 IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;Buscaremos parceria com emissoras públicas como a TVE -BA para registro e veiculação de parte das apresentações, para que mais pessoas possam ter acesso ao conteúdo cultural.
ILÊ AIYÊ - DIREÇÃO GERAL / GESTÃO / ADMINISTRAÇÃO A Associação Cultural Ilê Aiyê surgiu em 1974 quando um grupo de jovens moradores do bairro da Liberdade se reuniu e decidiu criar um bloco carnavalesco exclusivamente formado por afrodescendentes, com temáticas que circundassem este universo, levando para as ruas a valorização e manutenção do legado deixado pelos povos de origem africana, trazidos para o Brasil no período da colonização. O Bloco trazia uma proposta estética inédita com desfiles composto por jovens "com roupas e cabelos estranhos" e com um ritmo percussivo inovador.A dança, o ritmo, as indumentárias, os trançados dos cabelos e as histórias contadas e cantadas nos desfiles do Ilê Aiyê, a princípio trouxeram grandes dificuldades, pois foi um dos blocos pioneiros a adentrar o elitizado carnaval brasileiro da época. Sem contar que este foi um período em que o país experimentava o crescimento do movimento negro, que buscava o reposicionamento do negro na sociedade. Quarenta anos depois, o Ilê Aiye é considerado um dos pilares da cultura afro-baiana, tendo mérito reconhecido internacionalmente, pelas lutas, preservação e difusão da cultura afro-brasileira, contribuindo para a mudança no perfil étnicoe estético do carnaval baiano.O bloco se tornou uma associação que realiza importantes ações sociais e culturais ao longo do ano, e parte destas ações culminam no espetáculo apresentado no Carnaval. A construção de uma consciência plural no exercício da cidadania, a valorização da história e da estética negra e consequentemente a elevação da autoestima do povo afrodescendente são conceitos que permeiam todo e qualquer trabalho realizado pelo Ilê, que conta sempre com intensa participação de sua comunidade.Como parte do Projeto de Extensão Pedagógica do Ilê Aiyê, a entidade promove a Escola Mãe Hilda, a Escola de Percussão Band’erê e a Escola Profissionalizante. ILÊ AIYÊ - BANDA AIYÊ - ATRAÇÃO ARTÍSTICA (BANDA/GRUPO NACIONAL) O movimento rítmico deflagrado pelo Ilê Aiyê na década de 70 foi responsável por uma verdadeira revolução no carnaval baiano. A partir desse movimento, o carnaval da Bahia ganha força com os ritmos oriundos da tradição africana, favorecendo o reconhecimento de uma identidade peculiar baiana, marcadamente negra. Artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil foram os primeiros a gravarem músicas do Ilê Aiyê e enaltecerem a importância do bloco afro para o Carnaval e a musicalidade baiana. Dentro desse contexto, o Ilê Aiyê resolveu criar a própria banda do bloco: a Band’Aiyê, que já revelou vários artistas de sucesso, como Beto Jamaica e Lazzo. E deixou também sua marca em participações nos Cds de artistas consagrados no mundo, como Bjork (Finlandia), Yerba Buena (Cuba - EUA), Nass Marraketh (Marrocos), Daniela Mercury (Brasil), Arto Lyndsay (EUA), Cheikh Lô Lamp Fall (Senegal), Martinho da Vila (Brasil) e Salvador Negro Amor (Brasil). A Band’Aiyê realiza apresentações durante todo o ano, não só no Brasil como no exterior. Já participou de festivais importantes na Europa e Estados Unidos, incluindo o consagrado Festival de Herança Africana, de Nova Orleans, edição de 2009. Na Bahia, as performances da banda tornam-se mais constantes durante o verão, quando ela se torna a grande anfitriã dos ensaios semanais realizados na Senzala do Barro Preto, que contam com a participação de artistas convidados da Bahia e do cenário artístico nacional. CADERNO 2 PRODUÇÕES ARTÍSTICAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO A Caderno 2 Produções Artísticas é uma produtora cultural que atua no mercado baiano e nacional desde 1991. São 18 anos de experiência e profissionalismo na realização de eventos, produção de shows, elaboração e execução de projetos de marketing cultural, captação de recursos e administração de projetos especiais. Respeito e eficiência fazem parte do dia a dia da empresa, que busca oferecer um tratamento diferenciado aos seus clientes, parceiros, funcionários e público em geral. Os projetos desenvolvidos primam pela qualidade dos serviços oferecidos e refletem a imagem de uma empresa cidadã, que tem entre suas metas oferecer um produto cultural de qualidade e acessível à população da cidade. Arte em suas mais diversas expressões, em lugares públicos, com entrada franca, ou em teatros, a preços populares. Isto é um diferencial que repercuti favoravelmente no mercado, dando visibilidade aos resultados conseguidos. A Caderno 2 Produções tem um campo de atuação diversificado. Além da realização e execução de projetos concebidos pela empresa, como o Projeto MPB Petrobras, que completa 12 anos em 2009 atendendo a 10 cidades brasileiras (Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, Fortaleza, São Luis, Brasília, Belo Horizonte, Goiânia e Manaus), com o patrocínio exclusivo da Petrobras e apoio da Lei de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura, o Projeto Música no Parque, realizado há sete anos no Parque da Cidade com o patrocínio da Oi, através do Fazcultura e Governo da Bahia, o Anfiteatro Dorival Caymmi, que teve sua construção viabilizada por projeto desenvolvido pela Caderno 2 e contou com patrocínio do Extra Hipermercados através do Fazcultura e Governo da Bahia, e o Projeto Encontros Clássicos, realizado em 2008 no Parque da Cidade com patrocínio da Oi, através do Fazcultura e Governo da Bahia, funciona como uma agência de marketing cultural, prestando serviços de orientação e planejamento de estratégias, visando um melhor posicionamento da marca. A Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê é uma das instituições que utilizam a consultoria da Caderno 2 Produções, estando sob nossa responsabilidade a captação de recursos e a administração dos projetos Noite da Beleza Negra, Carnaval e Tradições Quilombolas desde o ano 2000. Dentro desta mesma área, atua na coordenação de eventos para empresas do Sudeste do País como a Dell’Arte Promoções Artísticas e Divina Comédia Produções Artísticas, tendo sido responsável pela produção local de eventos nacionais e internacionais. MULTI PLANEJAMENTO CULTURAL - ADMINISTRAÇÃO A Multi Planejamento Cultural atua há 9 anos no mercado cultural baiano, e já desenvolveu e participou de grandes projetos e iniciativas somando mais de 80 ações de diversas linguagens artísticas.O sucesso dessas ações vem contribuindo efetivamente para o crescimento da produção cultural baiana e brasileira e para o desenvolvimento social através da cultura. A produtora é responsável por diversos projetos na cidade de Salvador, como o Verão Luiz Caldas, Música para Brincar, Circuito Música Bahia, Festival de Ilustração e Literatura dentre outros.A Multi produziu em Salvador o show de Elton John na Arena Fonte Nova atingindo o maior público da turnê nacional do artista. Ainda na área musical, alcançou a marca de 28 mil espectadores nos ensaios Verão Luiz Caldas, que este ano completaram 5 anos. Durante 4 anos promoveu um processo de requalificação do Clube Fantoches, levando o Verão Luiz Caldas e os projetos Pipoca Moderna, Baile dos Mascarados, Afropop – Margareth Menezes, Moraes Carnaval Moreira. A empresa é responsável pela gestão de carreira do Pirombeira, grupo contemplado com três Prêmios Caymmi indicado ao Grammy Latino 2017.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.