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PRONAC 191618Apresentou prestação de contasMecenato

Escola de Dança das Comunidades Dançando Para Não Dançar

ASSOCIACAO DANCANDO PARA NAO DANCAR
Solicitado
R$ 205,6 mil
Aprovado
R$ 205,6 mil
Captado
R$ 205,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

99.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-01-01
Término
2022-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar oficinas de balé gratuitas durante o ano letivo para crianças de comunidades do Rio de Janeiro,regularmente matriculados emEscolas Públicas, culminando comumespetáculo de dançaao finaldo ano.O espetáculo será aberto ao público, visando formação de plateia e a difusão de valores culturais e artísticos, como contrapartida social.

Sinopse

Quanto às oficinas realizadas na Escola Dançando Para Não Dançar, não se aplica. Em relação ao espetáculo realizado ao final das oficinas e fechamento do ano letivo, trata-se de uma apresentação artística do aprendizado, com temática e coreografias especialmente criadas para demonstrar o êxito das atividades das oficinas em um contexto que reúne alunos e bailarinos profissionais. O repertório trará o balé clássico Danúbio Azul e o balé contemporâneo "Refavela", com seis músicas do cantor Chico César e uma canção de Chico Buarque e Gilberto Gil. "Refavela" mostra a visão romântica do morro e sua realidade, tudo isso tendo como pano de fundo uma história de amor, que compara a vida nas favelas com o cenário festivo grego e a mitologia da Grécia Antiga; com o sagrado e o profano amalgamados em habitações clandestinas. As coreografias são assinadas por Maria Gabriela Aguilar, Samara Mello, Márcia Freire, Paulo Rodrigues e Eduardo Masquette. O grupo profissional é formado por bailarinos moradores de comunidades do Rio, como Mineira, Fallet, São Carlos, Cantagalo e Pavão/Pavãozinho e fará a já tradicional apresentação de fim de ano, com a participação das crianças das Oficinas ministradas na Escola do Dançando. Classificação livre e entrada franca. A proposta é envolver e atrair o público com qualidade artística e ao mesmo tempo estimular o desenvolvimento dos alunos na formação na área da dança.

Objetivos

Objetivo geral: oferecer aulas gratuitas de balé clássico, dança moderna e contemporânea para crianças e adolescentes de famílias de baixa renda. Promover formação artística, autoestima e cidadania ao possibilitar que os alunos possam adquirir conhecimentos complementares à educação formal, usando a dança como agente motivador. Possibilitar o acesso ao balé como expressão cultural, provendo recursos materiais gratuitos, incentivo e afeto. Agregar a família e a comunidade neste processo de desenvolvimento pessoal, social e cidadania. Objetivo específico: atender cerca 100 alunos na iniciação de balé clássico, capacidade da Escola do Projeto Dançando Para Não Dançar. Os alunos são selecionados por meio de chamamento nas redes sociais do projeto. Recebem uniformes completos (collants, sapatilhas, meias, etc) e todo material necessário para frequentarem as oficinas. A Escola conta um coordenador geral, com quatro professores e duas auxiliares artísticos e administrativos. As oficinas serão ministradas na sede do projeto, inteiramente adaptada para abrigar a escola de dança, contando com três salas de aula de balé, uma biblioteca e área de computação com 10 estações, disponibilizadas para atividades de estudos e formação dos alunos com recursos de tecnologia da informação. Para garantia de acessibilidade com rampas para acesso ao prédio, banheiro adaptado para cadeirantes e elevador. As aulas acontecerão quatro vezes na semana, com duas horas de aula/dia, obedecendo ao calendário oficial do ano letivo escolar da cidade do Rio de Janeiro, totalizando uma média de 150 horas aula por aluno/ano. As atividades anuais serão encerradas com um Espetáculo de dança, gratuito e aberto ao público em geral, com a apresentação de alunos selecionados nas oficinas e professores e profissionais convidados. Serão contratados profissionais de suporte das artes cênicas (Exemplo: Luz, Som, Figurino, Cenografia, produção de palco etc) e Assessoria de Comunicação para divulgar o evento. A divulgação do evento é feita nas redes sociais do projeto e por meio de um assessor que irá elaborar releases, fazer registro audiovisual e confecção de peças publicitárias. O público estimado é de cerca de 340 lugares, capacidade do Teatro João Caetano ou Teatro Rival, geralmente contratado, entre os quais professores e alunos da rede pública de ensino, familiares e membros das comunidades, sociedade em geral e imprensa. O espetáculo consiste em uma contrapartida social, ao apresentar resultados das oficinas, agregar familiares de alunos e membros das comunidades e dar acesso gratuito aos alunos e professores da rede pública de ensino e ao público em geral a um espetáculo de dança, visando a formação de plateia e a difusão de valores culturais e artísticos. (Todas as atividades serão gratuitas. O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91).

Justificativa

Enquadramento no Mecanismo III _ Incentivo a projetos culturais - Art 1 , inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Ainda, na IN 2\2019 - Art 1 - §2º - Ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais apoiar a produção e a expressão cultural, fortalecer a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento do País. Os objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançado... A proposta de realização de oficinas de balé, culminando com um espetáculo ao final do ano letivo se justifica pela valorização da cultura, apoio a produção e a expressão cultural, e abre possibilidade de profissionalização de jovens de comunidades. A formação artística estimula a autoestima e cidadania ao possibilitar que os alunos possam adquirir conhecimentos complementares à educação formal, usando a dança como agente motivador. Este projeto almeja, através da arte, proporcionar aos jovens que se encontram à margem da sociedade, uma nova esperança, um novo olhar e a confiança na possibilidade de mudarem a sua realidade. Seja no despertar de vocações na dança, em outras expressões artísticas, ou em diferentes áreas de trabalho e interação social. Criado no final de 1994, pela bailarina Thereza Aguilar, o Dançando Para Não Dançar vem, desde então, dando acesso às crianças e jovens de comunidades populares ao balé clássico. Utiliza o perfil lúdico do balé como instrumento de inclusão social e de cidadania. Os principais alvos são a profissionalização, o incentivo à participação cultural e o combate à exclusão social, ao proporcionar acesso à formação em uma profissão que dificilmente ingressariam. O projeto social transformou vidas nas comunidades em que atuou pelo acesso à cultura. Hoje, por falta de recursos, está com suas atividades reduzidas. As atividades estão concentradas na sede, na Escola de dança, no Centro do Rio (Rua Frei Caneca, 139), e em cinco comunidades das Zonas Sul e Norte do Rio: Rocinha, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Mangueira e Borel. Atende 100 crianças e jovens. O projeto já atuou em mais de 10 comunidades, cerca de 1600 crianças já foram beneficiadas e apresentou espetáculos nos mais diferentes espaços, desde escolas, praças, praias, instituições, presídios, teatros, inclusive no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Já fez diversas turnês em outros estados, como Bahia, Sergipe, São Paulo, Brasília, entre outros. O trabalho desenvolvido ultrapassou fronteiras. Escolas de dança de outros estados e do exterior oferecem bolsas de estudos para alunas do projeto em destaque. E vários conquistaram lugares em companhias de dança de renome internacional. E hoje são referências para as crianças que ingressam nas oficinas. https://oglobo.globo.com/celina/ingrid-silva-bailarina-carioca-que-faz-sucesso-em-nova-iorque-23683199 Montagens de clássicos do balé como "O Quebra Nozes", "Coppelia", "Lago dos Cisnes", "Bela Adormecida", entre outros, foram assistidos por plateias formadas por gente de comunidade, que jamais teriam acesso a esta arte. Depoimentos emocionantes testemunham que depois do Dançando pode-se ouvir música clássica vinda dos becos e ladeiras das comunidades cariocas. O projeto reconhece que nem todos os alunos do Dançando se tornarão bailarinos profissionais, porém tem a convicção baseada na experiência de 30 anos de atividades, de que todos se tornarão melhores cidadãos. Tudo isso para justificar a necessidade de se obter os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura para prosseguir o trabalho historicamente bem sucedido, hoje limitado pela falta de recursos, e ampliar o acesso da população, especialmente jovens em situação de risco, aos bens e serviços culturais.

Estratégia de execução

EXPORTANDO TALENTOS O Dançando Para Não Dançar encaminhou vários jovens para estágios e especializações no exterior, para escolas e Companhias de Dança nacionais. Já conseguiu vencer várias etapas para a especialização dos alunos que se despontaram na dança clássica: tem ex-alunos Primeiros Bailarinos e Solistas em diferentes companhias alemãs, nos EUA, na Suíça e aqui no Brasil. Apesar de enfrentar algumas dificuldades, conseguiu superá-las com o apoio incondicional do cineasta. Há uma característica fundamental do projeto que as simples estatísticas não mostram: além de abrir portas e possibilitar que crianças tenham acesso ao balé e à dança em geral, ele é um importantíssimo instrumento de valorização da vida dessas crianças. É a própria ideia de cidadania que ganha corpo no Dançando. “No Brasil, os indícios de decomposição social são, às vezes, tão avassaladores que nos vemos tomados por uma sensação de impotência e desesperança. Um projeto como o Dançando para Não Dançar nos traz justamente a sensação oposta. Faz-nos acreditar que é possível, sim, melhorar o país”. Essas são palavras do Padrinho e patrocinador Walter Salles, que garantiu e garante até hoje que talentos descobertos nos morros cariocas possam fazer carreiras promissoras em importantes Companhias de Dança no exterior. 1999 – Jéssica Antunes e Luanda Silva (Pavão-Pavãozinho e Cantagalo) as primeiras alunas a embarcarem para a Alemanha. Estudaram um ano na StaatilicheBalletschule Berlin (Escola Nacional de Balé de Berlim). A filha da Jéssica é aluna da sede do Dançando. 2000 – Francisca Soares e Bárbara Freire (Pavão-Pavãozinho) viajam para Berlim. Francisca permaneceu por três anos StaatilicheBalletschule Berlin. Voltando obteve Licenciatura em Dança e integra a uma companhia de dança Flamenca, onde dá aulas de balé para jovens. Bárbara completou o curso de cinco anos de dança na StaatilicheBalletschule Berlin, permanece na Alemanha e apresenta-se como primeira-bailarina nas companhias Rostock, Schwerin e Ópera de Dortmund, onde permanece até hoje. 2002 – Márcia Freire (Cantagalo) viajou para estagio no Balé Nacional de Cuba. Na volta ao Brasil, ao lado de Júlio Francisco Cezar (Pavão-Pavãozinho) participaram da Ópera Brasil, do diretor Fernando Bicudo. Eles tornam, assim, os primeiros bailarinos profissionais do Dançando Para Não Dançar. 2003 – Paulicéia Borges e Marcelle Monteiro (Mangueira) viajaram para a Alemanha para estudar na StaatilicheBalletschule Berlin. 2004 – Márcia Freire foi contratada pelo Balé Stagium, de São Paulo, onde permanece. 2005 – Júlio Cesar foi para a Suíça trabalhar como coreógrafo. 2005 - Daiane Batista, da Rocinha, foi para a StaatilicheBalletschule Berlin. No retorno, assinou contrato na Cia. Deborah Colker. 2006 – Ronan Clemente (Mangueira) se especializou na escola alemã - StaatlicheBallettschule Berlin e foi aprovado na Faculdade de Artes da Alemanha. 2007 – Ingrid Silva (Mangueira) fez estágio no Grupo Corpo, de Belo Horizonte/MG, e, em seguida, foi contratada pelo Balé do Harlem, Nova York (EUA), onde permanece. 2008 – Fernanda Duarte (Rocinha) fez estágio no Grupo Corpo (MG) e ingressou na Faculdade de Dança, da UniverCidade. Paulicéia Borges e Viviane Alves (Vidigal) foram contratadas pela Cia. DeAnima Ballet Contemporâneo e seguem carreira na Cia. Jovem Deborah Colker. Luan Donato (Mangueira) e Márcia Freire fizeram mais uma especialização na StaatlicheBallettschule Berlin. 2009 – Ana Paula Oliveira, Fernanda Duarte, Jorge Assunção e Samara Pereira fazem audição para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É a primeira vez em que alunos do Dançando concorrem a uma vaga para o Corpo de Baile do TMRJ. Jorge Assunção é aprovado para o Balé Jovem do Rio de Janeiro, de Dalal Achcar. 2010 – Mais duas alunas do Dançando Para Não Dançar ingressam na Faculdade de Dança, da UniverCidade, Ana Paula Oliveira e Natália Lopes. Vanessa Duarte consegue 100% de bolsa, na Faculdade de Educação Física, da mesma Universidade. 2011 – Fernanda Duarte e Maria Moraes embarcaram para um mês de estágio na StaatlicheBallettschule Berlin. 2012 – Depois de cinco anos de especialização na StaatlicheBallettschule Berlin, Luan Donato (Mangueira) foi contratado como solista para a Companhia do teatro LandesbühneSachsen- Dresden/Alemanha. – Samara iniciou a Faculdade de Dança da Univercidade com 100% de Bolsa de estudos, cedida pela instituição em apoio ao projeto. 2012 – Samara Mello e Mayara Alves foram para Berlim para uma especialização de professores na Alemanha, por um mês. 2012/2013 – Foram mantidas duas alunas, Débora do Nascimento Goulart e Maria Moraes, para a especialização de quatro anos na StaatlicheBallettschule Berlin. Pauliceia Borges iniciaou a Faculdade de Dança Angel Vianna com 50% de Bolsa de estudos, cedida pela instituição em apoio ao projeto, passando a ser monitora de balé. 2013 – Ronan Clemente Silva foi contratado para o Ballett Leipzig /Alemanha. 2014 – Débora Goulart foi contratada em Berlin/ Alemanha. Friedrichstadt-Palast Berlin 2015 - Maria Moraes passou para Faculdade em Berlim - FRIEDRICH- LIST- SCHULE – Terminando o curso em julho 2017. 2016 – Raissa Gregório da Rocinha embarcou para França, por duas semanas. 2016 - Samara Mello do Pavão embarcou para Berlim, por três meses para fazer audição para Cia de Dança. Também a mãe do Ronan Clemente, embarcou para ver a estreia do filho como Otelo, na Ópera de Leipzig na Alemanha. 2016 – Luana Nobre, ex- aluna da Mangueira, iniciou a Faculdade de Fisioterapia. 2017 e 2018 – Samara Mello do Cantagalo e Pavão passou na audição em Berlim. Dear Samara, congratulations on your successful audition with seachefs and tui cruises in berlin on june 13th. you are now added to our dancepool database

Especificação técnica

Este projeto almeja, através da arte, proporcionar aos jovens que se encontram à margem da sociedade, uma nova esperança, um novo olhar e a confiança na possibilidade de mudarem a sua realidade. A dança tem o poder de trabalhar a auto -estima numa relação mútua entre o psico e o social. Ela oferece uma relação direta com o autoconhecimento, com momentos de muito prazer e alegria, funcionando ainda como estimuladora da vida e do verdadeiro sentido da cidadania. Um modo de fazer com que crianças e adolescentes sintam-se protagonistas de suas histórias é dar meios para fazê-los enxergar o contexto sócio -cultural em que vivem. Também é muito importante se faz delegar aos alunos mais antigos a tarefa de serem monitores dos novatos, pois dessa forma, aprimoram os conhecimentos e colocam em prática o espírito de companheirismo. Segundo Read (2001, p. 12): A educação é incentivadora do crescimento, mas, com exceção da maturação física, o crescimento só se torna aparente na expressão - signos e símbolos audíveis ou visíveis. Portanto, a educação pode ser definida como o cultivo dos modos de expressão – é ensinar crianças e adultos a produzir sons, imagens, movimentos, ferramentas e utensílios....se consegue produzir boas imagens, é um bom pintor ou escultor; se pode produzir bons movimentos, um bom dançarino ou trabalhador. Todas as faculdades, de pensamento, lógica, memória, sensibilidade e intelecto, são inerentes a esses processos, e nenhum aspecto da educação está ausente deles. E são todos processos que envolvem a arte, pois esta nada mais é que a boa produção de sons, imagens, etc. Portanto, o objetivo da educação é a formação de artistas – pessoas eficientes nos vários modos de expressão. Para Góis (2004, p.23): As revelações do cotidiano dessas pessoas são apresentadas de diversas formas e proporcionam as mais diferentes interpretações, as emoções são reveladas em cada gesto, em cada palavra e especialmente em cada ação. Baby ao o Intermediário, crianças e adolescentes. As aulas são totalmente gratuitas, uniformes e a estrutura das salas e manutenção para que possa ministrar classes de ballet. As atividades acontecerão na sede do projeto, no Rio de Janeiro, prédio concedido pelo governo do Estado, 20 anos de cessão de uso. A- Aulas de Técnica de Balé, em média 150 horas de aula durante o ano letivo escolar. Aula Preliminar Barra: de frente /Segundo momento de perfil, com os braços na 2ª posição. Iniciar as sequências na 1 ª posição de pés. Mais à frente experimentar as sequências na 3ªposição e en dedans. Todos os exercícios bem descompostos. Aquecimento: 2 rolamentos, 2 rolamentos e 1 plié na meia ponta, equilíbrio com o braço na 1ª posição. Na 6ª, 1ª e 2ª posição. Demi -plié: 2 demi- pliés, 1 grand plié, 1 elevé. Na 1ª, 2ª e 3ª posição. (mais para frente fazer combinações com souplesse devant, decote e cambré). Battement - tendu: 4 tendu, 1 degagé fondu em croix. Tudo en croix. (Variar tendu com plié, mais para frente usar a sequência na 3ª posição, e fazer a combinação com soutenu). Battement - jeté: 4 jetés, 1 jeté com flex. Tudo en croix. (Variar o jeté com plié, mais para frente usar a 3ª posição). Cloche e pointé: 8 pointé frente, lado e trás. 8 cloches. Rond de jambe: Demi rond no fondu da frente para o lado e do lado para trás. 4 rond par tèrre. 1 retiré. ( depois fazer o rond no plié inteiro, e adicionar o degagé e rond de jambe en’lair). Battement - fondu: 3 battement fondu, 1 degagé fondu, 1 degagé en’lair. En croix. (1º momento fondu par tèrre, 2º momento fondu en’lair). Relevés: 8 elevés, 8 relevés. Na 1ª,2ª e 3ª posição. (Depois experimentar o releve no coupé e no retirré). Adágio: de frente e de costas para barra Developé frente e lado e 1 souplesse. Developé trás e lado e 1 cambré. Ou Degagé en’lair no lugar do developé. (começar fazendo a metade do souplese depois faz inteiro, mais para frente adiciona o pé na mão). Battement – Frappe: 4 frappés en croix. Com flex passando dedos pelo chão até chegar no dedagé, e do degagé para voltar no coupe com flex. No 4º frappé, voltar para 1ª posição para recomeçar nas demais direções. ( mais tarde experimentar um petit battement e o coupé com o pé esticado) Grand battement: de frente e de costas para barra 4 grand battement frente e lado, ou trás e lado. B- Aulas de Dança Contemporânea e Improvisada, 10 horas ao ano letivo escolar. C- Aulas de Repertório, 10 horas de ensaio para apresentação final. D- Para a apresentação serão feitos ensaios e uma apresentação aberta para o público, que queira assistir o resultado do nosso trabalho. Sem cobranças de ingressos. Que pode ser no teatro ou na sede do projeto, ou seja, na Escola de Dança.

Acessibilidade

A acessibilidade física na sede do Dançando e no teatro, onde serão realizadas as Oficinas de dança e o espetáculo de fim de ano, são providos de rampa, elevador e sanitários adaptados. A sede do Dançando contém rampa para cadeirantes na calçada, para acesso ao prédio, elevador e banheiro para cadeirantes e deficientes físicos. Entre os alunos atuais do projeto, há meninas com Síndrome de Down, que frequentam aulas/oficinas e participam dos espetáculos anuais. Em relação ao espetáculo, o teatro também conta com equipamentos e estrutura de acesso para deficientes. É provido de rampas, elevadores e sanitários. Quanto a acessibilidade de conteúdo, no início do apresentação do fim de ano, o locutor apresentará a sinopse do Espetáculo que também gravado em vídeo, em libras. A própria dança com a sua expressão corporal já mostra o conteúdo da história que será apresentada.

Democratização do acesso

As oficinas do projeto, localizado no Rio de Janeiro, irão atender 100 alunos de forma inteiramente gratuita, incluindo uniformes. É destinado exclusivamente (100%) aos alunos de escolas públicas e de comunidades populares. No espetáculo, haverá um grupo profissional formado por professores bailarinos e bailarinos convidados, com a participação das crianças selecionadas das Oficinas ministradas na Escola do Dançando. Os figurinos serão também gratuitos. Quanto a distribuição de convites, serão reservados 50% para estudantes da rede pública e professores de instituições públicas de ensino. Os 50% restante serão destinados ao público em geral, aos familiares dos alunos e membros das comunidades que prestigiam as crianças das suas localidades e à imprensa. A divulgação será feita pela assessoria de Comunicação que disponibilizará releases, fotos e imagens para divulgação. Confecção e publicação de posts nas redes sociais e nas mídias eletrônicas do Projeto. No site (www.dpnd.org) ficarão disponíveis materiais informativos das atividades, inclusive na linha do tempo. Elaboração do relatório de mídia. O ensaio geral será aberto ao público e a imprensa, no teatro ou na sede do projeto. Será permitida a captação de imagens das atividades e do espetáculos e autorizada veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. No Espetáculo também será permitida a captação de imagens e autorizada a sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídia. Ofertar a apresentação do final de ano como contrapartida social, para população de todas as camadas sociais e idades; Oferecer aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino pelo menos 50%dos convites previstos; Ter um ensaio aberto para o público no teatro e ter as oficinas de portas abertas em cada semestre. Todas essas ações vão ao encontro dos objetivos de democratização da cultura. O propósito é estimular o gosto pela dança e à consciência de cidadania nas crianças que vivem nas comunidades da cidade, utilizando a cultura como mecanismo de transformação e integração social. Resgatar o sentido das palavras Cidadania, Civilidade, Respeito, Disciplina e Equilíbrio, fundamentais para o convívio social.

Ficha técnica

1- Thereza Christina Aguilar, Coordenação do projeto e Diretora de Geral do espetáculo. Formada em Dança com especialização no Staatliche Ballettschule Berlin e Pós-graduada em dança para criança. 2 -Paulo Rodrigues - Professor de arte e educação, Balé e coreógrafo do Projeto. Diretor artístico do Espetáculo. Primeiro Bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. 3 - Luana Nobre - Professora de arte e educação, balé e dança Contemporânea. Ex-aluna do projeto. Formada em Dança e fisioterapia. 4 -Mayara Alves - Professora dearte e educação, balé e ensaiadora. Ex-aluna do projeto. Formada na faculdade Candido Mendes em Dança. 5 - Pauliceia Borges- Professora de arte e educação, balé e dança Contemporânea. Ex-aluna do projeto. Formada na Angel Vianna em Dança. 6 - João Lopes – Registro audiovisual – (Filmagem e fotografia). Formado na Puc Rio. 7 - Nani Lucas- Programador visual e site e manutenção nas Redes Sociais - Cartunista da Tv Globo. 8- Marcos Martins - função financeira do projeto - Contador. 9- Ana Cláudia Simplício - função administrativa do projeto - Advogada. 10 – Sheila Gomes - Assessoria de Comunicação– Divulgação do Espetáculo 11- Valdete de Jesus - MEI - Operador Som , Luz e Produção de palco do Espetáculo. 12 - Figurino e Cenografia - a ser contratado para o Espetáculo.

Providência

Situação ajustada. Prestação de Contas final apresentada em11/09/2022. Aguardando análise.