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PRONAC 191621Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AS ERUDITAS - TOUR 2019

L W PRODUCOES ARTISTICAS LTDA.
Solicitado
R$ 372,9 mil
Aprovado
R$ 372,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-09-02
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Rio Branco Acre

Resumo

Realizar temporada da peça "As Eruditas" de Moiére na cidade de Rio Branco no Acre em 2019.

Sinopse

Henriqueta e Armanda são as duas filhas de Filomena e Crisaldo, um fidalgo da alta sociedade parisiense. Filomena deslumbra-se com o mundo das letras e da filosofia a ponto de querer casar Henriqueta com Tremembó, um oportunista que visa conseguir, através de seus versos, a mão e o dote de umadas moças. Mas Henriqueta – ao contrário de sua irmã – não se sensibiliza com os floreios e vã metafísica, preferindo para noivo Cristóvão, um jovem preterido por Armanda devida à sua simplicidade intelectual. Com esta trama, Molière – o maior comediante do teatro moderna – esmiúça a hipocrisia, a crueldade e outras fraquezas humanas. Mais de três séculos após sua primeira apresentação, ocorrida em 1672, AS ERUDITAS continua ágil e pertinente. Os personagens – o marido – intimidado pela mulher, a socialite deslumbrada com uma pretensa vida cultural, um oportunista que semeia sua oca erudição para uma platéia fácil, entre outros – nada perderam de vitalidade, e os seus diálogos permanecem tão mordazes quando engraçados. Também nesta obra, Molière consegue levar a reflexão de temas universais a graus até então só atingidos por peças trágicas – mostrando que o humor é parte, e não adversário, da inteligênca.

Objetivos

Objetio Geral:Realizar temporada no Acredo espetáculo teatral AS ERUDITAS, de autoria de Molière, com tradução e direção de JOSÉ HENRIQUE, que recebeu uma excelente acolhida do público e dacrítica especializada em sua primeira temporada. Objetivo específico:Realizar quatro sessões nas cidade de Rio Branco no Acre com ingressos a preços popuiares e duas sessões gratuitas para escolas públicas.

Justificativa

Como toda obra de gênio, o teatro de Molière se eternizou porque consegue aprender e dar forma a aspectos essenciais da natureza humana. Mudam os tempos e os costumes, mas os moldes sociais continuam norteados pelas paixões humanas. As experiências de trazer para os nossos dias peças clássicas podem ser interessantes sob um aspecto formal, mas os retratos humanos e sociais traçados por Shakespeare, Cervantes ou Molière, dispensam qualquer atualização. Justamente por captarem a perenidade dos caráteres humanos por debaixo dos usos e costumes de suas próprias épocas é que são geniais. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

CLASSIFICAÇÃO 10 ANOS DURAÇÃO - 90 MINUTOS

Acessibilidade

O local escolhido para a temporada do espetáculo proorcionará condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**). Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.s termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Realizaremso uma sessão com Tradução em Libras e uma sessão com Audiodescrição. Realizaremos sesão fechada para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino.

Democratização do acesso

O projeto pretende garantir a democratização de acesso à cultura, através da execução de uma estratégia de formação de plateia, por meio de ações sócio-culturais, como inciso/medida do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. - Disponibilizar ingressos gratuitos aos estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, Ong´s, de Teatro e artes em geral. Realizar 1 ensaio aberto gratuito, em fase anterior a estreia para o público das escolas da Rede Pública de Ensino, ONG ´s, alunos de Teatro e artes no geral com um debate sobre a obra do autor com o Diretor e o Elenco do espetáculo. Público alvo que se beneficiará dos ingressos gratuitos, são os estudantes da Rede Pública de Ensino e Ong´s. - Público que se beneficiará do Vale cultura e Meia entrada, serão os idosos, estudantes e professores, de acordo com a Lei

Ficha técnica

JOSÉ HENRIQUE - Diretor Mestre em Teatro e Bacharel em Artes Cênicas, habilitação Direção Teatral, pela Escola de Teatro da Universidade do Rio de Janeiro - UNIRIO. Diretor teatral e professor do Curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da UFRJ, desde 1994, onde leciona as disciplinas de “Direção” e “Iluminação Cênica”. Dirigiu montagens de teatro adulto, dentre as quais “A Pane”, de Friedrich Dürrenmatt e “A Mandrágora”, de Maquiavel, além de diversos espetáculos de teatro infantil, ópera e leituras dramatizadas. Em 1998, dirigiu nos Estados Unidos a tragédia “Ifigênia em Áulis”, de Eurípides. É membro, desde 1996, do United States Institute for Theatre Technology (USITT/EUA) e da Association for Theatre in Higher Education (ATHE/EUA). Em 2007 dirigiu “As Eruditas” de Molière e em 2008 “O Processo” no Maison de France e em 2009 “O Especulador” de Honoré de Balzac. Em 2011 dirigiu a comédia “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton e em 2013 a peça “O Canto do Cisne” de Anton Tckékov. COLMAR DINIZ - Cenógrafo e Figurinista Atravessando quatro décadas de teatro, Colmar Diniz trabalha em produções representativas do período, trabalhando, com os diretores Sérgio Brito, José Renato, Jacqueline Laurencem, Amir Haddad, Cecil Thiré, João Bethencourt e Aderbal Freire Filho, entre outros. Formado em sociologia, especializa-se em direito sindical quando a ditadura militar interrompe o curso e o trabalho de campo que realiza no interior do Rio Grande do Norte. Em Santa Cruz, a 140 quilômetros de Natal, Diniz desenha e executa seu primeiro figurino, para um grupo que iria montar Hécuba em um canavial. Em 1966, funda, com Ney Matogrosso e José Carlos Reis, o Ateliê Três, especializado na execução de cenários e figurinos. Com o êxito da iniciativa, começa a investir em sua formação profissional. Como não há cursos técnicos na época, ele trabalha durante três anos como assistente de profissionais da área: de Sara Feres, em São Paulo; de Marcos Flaksman - Alice no País Divino-Maravilhoso, de Sidney Miller, Paulo Afonso Grisolli, Tite de Lemos, Luiz Carlos Maciel e Marcos Flaksman, com direção de Grisolli, 1970 - e de Vergara - Jornada de um Imbecil até o Entendimento, de Plínio Marcos, 1968, no Rio de Janeiro. Ao lado de Joel de Carvalho, no grupo A Comunidade, assina seus primeiros trabalhos: A Construção, de Altimar Pimentel, 1969, e Depois do Corpo, de Almir Amorim, 1970, ambos sob a direção de Amir Haddad. Divergindo de uma tendência que começa a se consolidar no mercado teatral da época, Colmar Diniz não faz desenhos apenas a partir do texto e das idéias do diretor, mas segundo observações do trabalho diário na sala de ensaio. Na década de 70, trabalha regularmente, sem deixar de realizar, no mínimo, três montagens por ano. Entre os espetáculos desse período, se destacam: Bordel da Salvação: o Refém, de Bredan Behan, 1972, no Grupo Opinião; Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá, de Fernando Mello, 1973; A Gaiola das Loucas, de Jean Poiret, 1974; Noite dos Campeões, de Jason Miller, direção de Cecil Thiré, 1975; Os Filhos de Kennedy, de Robert Patrick, dirigido pelo ator Sergio Britto, 1976; Entre Quatro Paredes (Huis Clos), de Jean-Paul Sartre, 1977; Arte Final, de Carlos Queiroz Telles, Prêmio Molière de melhor cenário e figurino, em 1978; entre outros. Nessa época, os diretores com quem trabalha com mais freqüência são Cecil Thiré e João Bethencourt. Na década de 80, assina, entre os espetáculos de maior destaque, os cenários de: Dom Quixote de la Pança, outro Prêmio Molière de Melhor de Cenário em 1980; Moço em Estado de Sítio, de Oduvaldo Vianna Filho, 1981; Os Desinibidos, de Roberto Athayde, 1983; O Mistério de Irma Vap, de Charles Ludlam, 1986. Trabalha com freqüência sob a direção de Aderbal Freire Filho. Na década de 90, assina os cenários de Capital Estrangeiro, de Sílvio Abreu, 1994; Estamos Aí, de Flávio Marinho, 1994; Jango, uma Tragédia, de Glauber Rocha, 1996; A Ópera das 4 Notas, de Tom Johnson, 1996. Em 1997, vai para Lisboa, onde trabalha em uma adaptação de A Menina de Lá, de Guimarães Rosa, com direção de José Caldas. No mesmo ano, trabalha em Brasileiro, Profissão Esperança, musical com textos de Paulo Pontes, Antônio Maria e Dolores Duran, sob a direção de Bibi Ferreira. Em 1998, volta a trabalhar com Aderbal Freire Filho em um texto do próprio diretor, Xambudo; assina também Tropicália 1968/1998, de Capinam e Torquato Neto. Nos últimos anos criou o cenário das peças Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri, O Santo e o Bicheiro de João Bethencourt, A Moratória de Jorge Andrade e Ladrão em Noite de Chuva de Millôr Fernandes. Também foi o responsável pelos cenários e figurinos das peças de Molière: O Doente Imaginário, Tartufo, O Impostor, As Preciosas Ridículas, As Eruditas e A Varanda de Golda. ROGÉRIO WILTGEN - Iluminador CURSOS - “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros TEATRO - Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, João Fonseca, entre outros SHOWS - Membro das equipes de iluminadores de eventos como “Rock in Rio”, “Hollywood Rock” e “Free Jazz”, trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já tendo realizado shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, etc. e tido a oportunidade de trabalhar em shows internacionais como Paul McCartney, Sting, Rod Stewart, Tina Turner, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. EDMUNDO LIPPI- DIRETOR DE PRODUÇÃO Produziu os espetáculos: “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues; Direção: Marcelo de Barreto.1991 “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga.1992 07/01/2019 salic.cultura.gov.br/consultardadosprojeto/imprimir-projeto http://salic.cultura.gov.br/consultardadosprojeto/imprimir-projeto 5/12 “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; Direção: Cláudio Torres Gonzaga.1993 “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; Direção: Roberto Vignati.1994 “Frankenstein” de Mary Shelley; Direção: Angela Leite Lopes. 1995 “As Malandragens de Scapino” de Molière; Direção: João Bethencourt. 1995 “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton; Direção: Sidnei Cruz, 1996 “O Avarento” de Molière; Direção de João Bethencourt. Com Jorge Dória. 1999/2004 “A Moratória” de Jorge Andrade; Direção de Sidney Cruz. Com Leonardo Villar. 2001 “As Eruditas” de Molière; Direção de José Henrique. 2007 “Thérèse Raquin” de Émile Zola; Direção de João Fonseca. 2011 “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” , musical de Wagner Campos; Direção de Jacqueline Laurence. 2010/2012 “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna; Direção de Sidnei Cruz 2012 “O Doente Imaginário” de Molière, Direção de Jacqueline Laurence “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekóv, Direção de Sidnei Cruz. 2016 “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, Direção Wagner Campos e Gláucia Rodrigues. 2016 OBS: O PROPONENTE RECEBERÁ UMA REMUNERAÇÃO COMO COORDENADOR GERAL DO PROJETO, ADMINSTRADOR FINANCEIRO E PRESTAÇÃO DE CONTAS.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.