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O projeto "Escola de Música Instituto Gabi" é uma proposta de responsabilidade social e cultural, que tem como finalidade ampliar o atendimento aos seus usuários com deficiência tendo a música como pilar de transformação, através da implementação de oficinas de música para crianças, adolescentes e jovens, de forma gratuita, usuários do Instituto Gabi e também aos moradores da comunidade local.
Geral O presente projeto tem por finalidade proporcionar para crianças, adolescentes e jovens a iniciação na música; incentivando, desenvolvendo e aprimorando a aprendizagem nessa linguagem artística; através de oficinas estruturadas e focadas no fazer artístico, na criatividade e na expressividade em um programa pautado no respeito à diversidade Humana e Cultural. Específico 1. Realizar oficinas de música coletivas e individuais com instrumentos musicais para crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, a partir de uma grade de programação interna; 2. Proporcionar vivência da prática de conjunto musical com aulas semanais; 3. Realizar ensaios abertos oportunizando o acesso às famílias e à comunidade local; 4. Assegurar espaços de referência para o desenvolvimento da sociabilidade, da independência, da cooperativada e da autonomia; 5. Contribuir para a compreensão da arte como forma de expressão e de comunicação, estimulando a percepção da pluralidade cultural como direito de todos os grupos sociais; 6. Promover o protagonismo juvenil através de vivências dialógica, reflexiva, proativa e da socialização; 7. Construir valores de cidadania entre jovens que vivem em situação de grave risco social; 8. Ampliar a oferta de espaços de lazer e de qualidade de vida; 9. Propiciar ações para o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes da escola de música Gabi.
Na região do Jabaquara, zona sul de SP, está localizado o serviço às Pessoas com deficiência da OSC Instituto Gabi Barreto Sogari. É um local com alto índice de pessoas em situação de vulnerabilidade social, compreendendo dezenas de comunidades. Ali os fundadores iniciaram atividades que possibilitam a inclusão desses indivíduos em todas as esferas da vida social e a prevenção de agravos que determinam o aparecimento de deficiências. A Subprefeitura do Jabaquara tem aproximadamente 290 mil habitantes; o serviço do Instituto Gabi localiza-se pontualmente dentro da favela Alba. A região é composta por realidades contrastantes: de um lado 98 comunidades pobres em áreas periféricas que sofrem com a carência de infraestrutura e de equipamentos sociais; vivem uma segregação espacial; por outro com algumas ilhas de riqueza como os bairros da Vila Mascote e Vila Alexandria. O pano de fundo que move a ação do Instituto Gabi são a sensibilização e a solidariedade frente à realidade de exclusão vivida especialmente por crianças, adolescentes e jovens com deficiência, cujas famílias encontram-se em situação de vulnerabilidade social. É a dupla exclusão, agravada frente à ausência de políticas públicas que garantam o atendimento e qualidade de vida para estas pessoas. O Projeto Escola de Música Instituto Gabi foi elaborado por uma equipe especializada que busca possibilitar o acesso à cultura de crianças, adolescentes e jovens com ou sem deficiência, de 06 a 17 anos e 11 meses de vida, visando o desenvolvimento social e atuando na defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, sem se esquecer daqueles que possuem deficiência ofertando mais uma ferramenta para o seu processo de desenvolvimento. O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313, de 1.991, no inciso I, "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", à medida que oferece gratuitamente aulas às crianças, adolescentes e jovens do município de São Paulo. Enquadra-se, ainda, nas finalidades do Pronac, Art. 3º da Lei 8.313, de 1.991, no inciso I, alínea "c", com a manutenção de escola permanente de música e dança; e inciso II, alínea "c", pela realização de apresentações de música e dança gratuitas, em espaços públicos ou instituições, e abertas à comunidade.
Segue lista de instrumentos que deverão ser comprados para as Oficinas e desenvolvimento do projeto: 12 Flautas doces Sopranos (Yamaha); 2 Baterias de estudo; 1 Bateria; 3 guitarras ; 3 violões; 3 trompetes; 3 Pianos; 3 Teclados; 3 violinos; 1 viola erudita 1 Flauta Transversal.
O instituto Gabi busca a estimulação individual e coletiva através de atividades lúdicas, educativas e culturais com vistas à preservação da saúde física e intelectual das pessoas com deficiência, ao desenvolvimento de habilidades e da autonomia e de serem reconhecidas em qualquer lugar como sujeitos dotados de capacidades, desejos e interesses. O instituto desde o início foi embasado na luta pelos direitos da pessoa com deficiência, que mais tarde foi referendada pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em vigor desde a publicação do Decreto n.º 6.949/2009, e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) — Lei n.º 13.146/2015. Apresentando, portanto, medidas de acessibilidade compatíveis, conforme Art. 18 da IN 02/2019 da Lei de Incentivo à Cultura. Os locais da realização das aulas contam com uma infraestrutura adaptada para pessoas com mobilidade reduzida, com rampas de acesso; banheiros adaptados e corrimão para apoio que contemplam todos os beneficiários, familiares, e pessoas que acessam o local. (Lei nº 13.146/2015). A música é uma arte acessível para todos, portanto alunos com deficiencia Visual e Auditiva também poderão participar das aulas, onde com o auxílio dos profissinais já atuantes nas demais atividades promovidas pelo instituto Gabi poderão não só escutar a música, como estamos acostumados, mas sim sentí-la através das vibrações e interpretá-la, através das libras e material disponibilizado em braile. O material de divulgação da escola, trará as informações de que se trata de um processo acessível e conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas; (IN 02/2019)
De acordo com o Art. 20 da Instrução Normativa 02/2019, Da ampliação do acesso, serão adotadas as seguintes medidas: 1. As aulas serão realizadas gratuitamente e voltadas ao público infantil e infanto-juvenil; 2. Serão disponibilizados, na Internet, registros audiovisuais das aulas e do processo de aprendizagem dos alunos; 3. Serão permitidas a captação de imagens das atividades e a sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Iracema Barreto Sogari – Coordenadora Técnico Financeiro Magistério: Educação Infantil e Ensino Fundamental I: EE de 1º e 2º graus Tide Setúbal- SP; Letras – Universidade de Mogi das Cruzes- SP; Pedagogia – Universidade de Botucatu – SP; Educação para pessoa com deficiência física – AACD –SP; Semana de Literatura Brasileira – Secretaria Municipal de Educação de SP; Congressos sobre educação- Saber e escolas particulares de SP; Psicopedagogia- FMU –SP; Pós em Gramática da Língua Portuguesa – Unisantana; Pós em educação inclusiva – Deficiência intelectual – UNESP- Marília. Janoel Alvez – Coordenador Foi a terceira criança a cantar profissionalmente na TV brasileira, trabalha com música desde os 6 anos de idade. Cantou em todas emissoras de São Paulo e Rio de janeiro, atualmente é músico Arranjador e tem a Banda X7 que participa de eventos corporativos e particulares. Lecionou na Universidade Livre de Música Tom Jobim ( ULM), e foi supervisor dos professores de canto do estado de São Paulo do Projeto Guri. Formado em nível superior, e mestrado na área, com o título “As vozes dos Jingles da Coca-cola no Brasil, e as trilhas sonoras como sustentação de imagens”. Foi regente do Coral da Unimed, e professore de canto, piano e teclado na Associação de deficientes Laramara. Trabalha com jingles, vinhetas e trilha para Rádio e Televisão, e realiza em Universidades workshops com o tema “Música e Tecnologia” e “Música Publicitária”. Produtor musical com CDs de cantores alternativos. Participou no Projeto Febem Arte do Estado de SP e desenvolvendo o projeto “Toque pra vida” da TV Futura no qual foi um dos responsáveis pelos arranjos para cantigas de roda em gêneros variados, participando também do CD e de seu lançamento na Sala São Paulo no programa “Toque pra vida” de Serginho Groismann. Participou de vários eventos e gravou dois CD’s com músicas cedidas pelo cantor Eduardo Araújo. Professor Universitário, e regente dos corais; Rouxinóis da Apeoesp e Canto das Águas da AAPS, ( Sabesp). Já recebeu vários prêmios em festivais internacionais, e nos últimos anos se apresentou em Salzburg e Amsterdam, ( piano e vóz) José Carlos Martinez – Professor de Trombone e trompete Professor de metais da prefeitura de Itapecerica da Serra e trombonista profissional desde 1982. Fez parte de vários Grupos, Orquestras e Big Band como: Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, Jazz Sinfônica, Tradicional Jazz, Royal Jazz Band, Russo Jazz Band, Orquestra Bacarelli. Tocou em programas de TV com Aguinaldo Rayol e Silvio Mazurca. Edson Roberto Pereira – Professor Formação: Estudou no Clam - Prof . César Albino; Conservatório do Brooklin - Prof. Hélio Buke; ULM- Prof. Demétrio Lima ( 1o saxofonista da Jazz Sinfônica do Estado); Aulas particulares com o Prof. Roberto Sion ( Prof. da Escola Municipal de Música). Lecionou: Marcelo Tupinambá, Souza Lima,Opus, Atualmente leciona no Music Center e Usina Música, Claves escola de Música, Música e Cia, Opera Rock . Trabalhou como Arte Educador no C.E.U. no ano de 2006.co Cardoso (curso de férias na cidade de Pouso Alegre). Atuou em várias bandas e trabalhou um período com a cantora Maria Alcina Nicolly Martinez – Professora de Canto Especializada em técnicas vocais, canto popular e canto lírico. Participou da orquestra infanto-juvenil de Itapecerica da Serra e nos grupos musicais Sonata, Ciambarella, oficina de artistas, banda SusFour e Banda X 7. Cintia Orlandi – Professora Apresentações como percussionista em casamentos, eventos e festas no Coral Del Chiaro e Toccata e banda X 7. Professora de bateria da Escola Hendrix e Cia e Solo Musical. Formação musical: Aulas de bateria com professores denomados como Duda Neves, Tico Delisa, Flávio Pimenta, meninos do Morumbi, Albino Infantozzi e Anthony King. Teclados - teclado, órgão e clavinova - curso Yamaha - Opusmusicmania (8 anos a partir de 1989). Percussão erudita – Elizabeth Del Grande – ULM – 1991. Cursos de seqüenciamento e composição - Playmusic. Aulas de regência - ULM, com o Professor e Maestro Roberto Farias em 2005. Homero Fernandes – Professor Ensino superior – Desenho de animação; Estudou na escola de música Underground – prof. Elcio Miyamoto- 2001 a 2005. Professor particular de violão e guitarra desde 2010; Músico profissional desde 2000; Atua com sua banda em Pubs. Produtor musical em home estúdio Ricardo Iki - Professor Violino Estudou na Escola Municipal de Música – professor Carlos Zaidembaum. Atuação: Festival de inverno de Campos de Jordão, festival de música de Tatuí Orquestra Sinfônica jovem do Estado de SP e Camerata de cordas da UNESP Fabiana Lemos Conforto - Professora Flauta Transversal Estudou na Universidade Livre de Musica Tom Jobim , teclado e tecnologia musical; Estudou canto e Flauta transversal no Projeto Guri. Participou com sargento da Banda da Policia Militar por 5 anos. Professora se Flauta Transversal teclados e musicalização Fabiana Lemos Conforto - Professora piano/teclado Estudou na Universidade Livre de Musica Tom Jobim , teclado e tecnologia musical; Estudou canto e Flauta transversal no Projeto Guri; articipou com sargento da Banda da Policia Militar por 5 anos; Professora se Flauta Transversal teclados e musicalização Léo de Lima - Assistente Pedagógico Estudou na ULM os cursos, musica aplicada na informática e camerata de violas – prof. Tornese; Monitor do curso Música Aplicada na Infromatica – ULM; Desenvolve trabalhos sócio musicais a mais de 10 anosEspecificações Técnicas
PROJETO ARQUIVADO.