| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 11725176000127 | Boa Vista Serviços S.A | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
| 17948578000177 | LUIZA LAB CONSULTORIA EM INOVACAO LTDA. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 03255266000173 | PRIO BRAVO LTDA. | 1900-01-01 | R$ 114,0 mil |
| 07195358000166 | SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR ESTACIO RIBEIRAO PRETO LTDA | 1900-01-01 | R$ 33,0 mil |
| 07355714000161 | UNIAO DAS ESCOLAS SUPERIORES DE JI-PARANA LTDA | 1900-01-01 | R$ 17,0 mil |
| 07931326000181 | FACULDADES INTEGRADAS DE CASTANHAL LTDA - EPP | 1900-01-01 | R$ 17,0 mil |
| ***167208** | TIAGO JOAQUIM AFONSO | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***279267** | LUCIANA MONTEIRO MATTAR | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***861097** | FELIPE NUNES DE ALMEIDA | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***380027** | ANA CLAUDIA ASSIS DOS PASSOS | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
Montagem, temporada e circulação de espetáculo de teatro adulto com dramaturgia a partir de textos que contam a história e trajetória do Homo Sapiens no planeta Terra.
A extraordinária e polêmica história de nossa espécie – de primatas insignificantes a senhores do planeta, é algo fascinante e que, apesar de todas as evidências históricas e científicas, ainda levantam muitas dúvidas. O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? FrICÇÕES bebe nas fontes do conhecimento evolutivo, sociológico, antropológico e econômico para refletir, através do teatro, sobre a evolução da nossa espécie e nosso papel no planeta em que habitamos. Classificação indicativa: 12 anos.
Objetivo Geral: Realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo de teatro adulto "Humanidade". A peça, que será montada em formato de monólogo, terá dramaturgia inédita a partir de textos que contam a história do Homo Sapiens no planeta. Objetivos Específicos - Realizar dois meses de temporada no Rio de Janeiro, com aproximadamente 24 apresentações; - Realizar dois meses de temporada em São Paulo, com aproximadamente 24 apresentações; - Distribuir ingressos gratuitos para estudantes e professores da rede pública; ONGs, etc.; - Realizar sessão com acessibilidade; - Realizar 02 palestras para estudantes e professores de escolas públicas sobre o tema do espetáculo e sobre a importância da arte e da cultura por meio do produto cultural do projeto; - Gerar emprego e renda para aproximadamente 50 profissionais da cultura.
A extraordinária e polêmica história de nossa espécie _ de primatas insignificantes a senhores do planeta, é algo fascinante e que, apesar de todas as evidências históricas e científicas, ainda levantam muitas dúvidas. O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? O espetáculo FrICÇÕES beberá nas fontes do conhecimento evolutivo, sociológico, antropológico e até mesmo econômico para refletir sobre a evolução da nossa espécie e nosso papel no planeta em que habitamos. O desejo de levar esse tema para o palco, utilizando o jogo e a linguagem teatral, vem da necessidade de fazer com que mais e mais pessoas reflitam sobre o passado e o futuro de nossa espécie, assim como os impactos positivos e negativos que causamos em nosso planeta. A cultura também será um dos grandes temas do espetáculo, uma vez que é ela que nos diferencia das outras espécies e nos levou a dominar o planeta. A proposta do projeto é que a peça seja encenada em formato de monólogo. Para viver esse personagem, pretendemos convidar um grande ator ou atriz de renome nacional, cujo trabalho seja amplamente reconhecido pelo público e pela crítica. O projeto atende aos Incisos I, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Inciso II, Alínea C, da referida norma. A receita prevista não é suficiente para custear todos os custos da peça nos valores praticados pelo mercado. Por esse motivo, o Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para realização do projeto, pois é através deste Mecanismo que os profissionais diretos e indiretos da cultura poderão ser contratados e pagos, garantindo a sua permanência e desenvolvimento no mercado cultural.
Não se aplica.
Temporada de dois meses no Rio de Janeiro e temporada de dois meses em São Paulo, totalizando aproximadamente 48 apresentações. Duração do espetáculo: aproximadamente 90 minutos. Monólogo. O cenário e os figurinos serão concebidos durante o período de ensaios. A peça contará com videografismo.
- Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo os teatros equipados com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - Tradução para Libras e audiodescrição em todas as sessões do espetáculo.
PÚBLICO ALVO: Trata-se de um espetáculo de teatro adulto, com classificação indicativa a partir de 12 anos. O público alvo do projeto são jovens e adultos de todas as idades, com e sem deficiência, entre: professores, estudantes, formadores de opinião, aposentados, entre outros. O projeto atende aos seguintes Incisos do Artigo 21 da IN 05/2019: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Idealização: Felipe LimaCoordenação Geral: Natália Simonete e Felipe LimaDramaturgia: Rodrigo PortellaDramaturgos colaboradores: Bianca Ramodeda, Miwa Yanagizawa, Jório DausterDireção Artística: Rodrigo PortellaElenco Protagonista: Vera HoltzMúsico: Federico PuppiDireção de Produção: Alessandra Reis FELIPE LIMA: Criador da Sevenx Produções Artísticas, é formado em Artes Cênicas pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), em 2004 e através da empresa idealizou e produziu os espetáculos ?R&J de Shakespeare? (2011), ?Cock- Briga de Galo? (2014 e 2016), ?Mas Por Quê? A História de Elvis? (2015), ?Memórias de Adriano? (2015/2016), ?Lá Dentro Tem Coisa? (2017/ 2018/2019) e "Dogville' (2018/2019). NATÁLIA SIMONETE: Gestora de projetos culturais formada em Artes Cênicas pela UNIRIO e pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV. Fundadora da Estufa, empresa especializada na gestão de projetos culturais incentivados, recebeu em 2017 o Selo de Empreendimento Sustentável Shell Iniciativa Jovem, que atesta a sustentabilidade e viabilidade do negócio. Entre 2009 a 2013 foi coordenadora de projetos culturais na ONG Escola de Gente, sendo responsável pela realização de projetos em quinze estados brasileiros. Entre 2014 a 2015 foi gerente de projetos do Theatro NET Rio e Theatro NET São Paulo. Entre 2015 a 2019, já através da Estufa, realizou a gestão das leis de incentivo e a gestão administração financeira de trinta diferentes projetos culturais patrocinados por grandes organizações como Itaú, Caixa, Multiplan, Porto Seguro, Sesc Rio, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, entre outras. Responsável pela gestão das leis de incentivo e gestão administrativa financeira dos seguintes projetos patrocinados pela Oi: Trá-la-lá (2017), Thomas e as Mil e Uma Invenções (2018), Eu, Moby Dick (2019) e Fim de Caso (2019). Faz parte da coordenação da Escola de Música da Rocinha desde 2018. RODRIGO PORTELLA: Dirigiu 18 espetáculos, recebeu mais de 150 prêmios em festivais de teatro nacionais e internacionais, além de duas indicações ao Prêmio Shell (RJ): Melhor Direção por Uma história Oficial e Melhor Texto por Antes da Chuva, uma indicação ao Prêmio APTR pela iluminação do espetáculo Na solidão dos campos de algodão dirigida por Caco Ciocler e outra ao Prêmio Cesgranrio pelo Texto de Alice Mandou Um Beijo. Atualmente trabalha na produção de Tom Na Fazenda (Tom à la Ferme), do canadense Michel Marc Bouchard, do qual também é diretor. Portella dinamizou dezenas de oficinas, cursos e workshops nas áreas de interpretação, dramaturgia, direção e iluminação em diversas cidades brasileiras e no exterior - Passau (Alemanha), Buenos Aires (Argentina), Quito (Equador) e La Serena (Chile). BIANCA RAMONEDA: Formada em Jornalismo pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), fez o curso profissionalizante de Artes Cênicas na Casa das Artes de Laranjeiras. Escreveu, produziu e atuou em espetáculos como O Que eu Gostaria de Dizer, Só in Cena e Inutilezas, que escreveu baseando-se em poemas de Manoel de Barros (1916–2014). Fez a direção cênica do show da cantora Roberta Sá com o grupo Pedro Luís e a Parede. No cinema, participou do documentário Só Dez por Cento é Mentira (2008). Como atriz, participou da novela Viver a Vida (2008), na TV Globo. MIWA YANAGIZAWA: Miwa é paulista e filha de japoneses, mora no Rio de Janeiro há mais de três décadas. Começou sua carreira no teatro, onde participou da peça "Cinderela Chinesa". Como diretora de teatro, Miwa dirigiu "Censura Livre", "Do Lado de Cá", "Camarim 571", "Homem de Barros", "Os Dois Cavalheiros de Verona", "Gota D’Água" e "Dom Quixote de la Lapa". A atriz se formou em antes cênicas na UniRio em 1989 e também tinha feito um curso de biologia na Unesp de Botucatu. E na televisão, Miwa começou protagonizando a minissérie Filhos do Sol, aos 26 anos, em 1991. JÓRIO DAUSTER: Dauster é tradutor de obras da literatura de língua inglesa, com mais de 40 obras no currículo. Iniciou nessa carreira em 1964, quando ele e os colegas diplomatas Álvaro Alencar e Antonio Rocha fizeram uma tradução de The Catcher in the Rye, de J.D. Salinger. O título em português seria A sentinela do abismo, mas foi rejeitado pelo autor, que queria uma tradução mais fiel, sendo assim lançado pela Editora do Autor como O apanhador no campo de centeio. Dauster traduziu outras obras de Salinger, Vladimir Nabokov (incluindo Lolita e Fogo Pálido), Ian McEwan, Philip Roth, Thomas Pynchon, Alberto Manguel, Virginia Woolf e Dave Eggers. É tradutor do livro ?Sapiens – Uma Breve História da Humanidade?, de Yuval Noah Harari, em edição pela Companhia das Letras. VERA HOLTZ: Uma das mais reconhecidas atrizes do teatro e da televisão brasileira, Vera Holtz tem mais de quarenta trabalhos na televisão, vinte e oito no cinema e cinquenta e três no teatro. Entre seus espetáculos mais memoráveis estão os espetáculos Rasga Coração (1979), Theatro Musical Brazileiro - Partes I e II (1985 a 1988), Pérola (1995 a 1999), Intimidade Indecente (2003 a 2006), entre outros. Na televisão, ganhou projeção nacional com suas personagens Santana, da novela Mulheres Apaixonadas (2003); Ornella, da novela Belíssima (2005); entre outras. FEDERICO PUPPI: Italiano radicado no Brasil, começou a estudar violoncelo aos 4 anos, no Suzuki Center – Itália. Formado no Conservatório de Aosta em violoncelo erudito, estudou música moderna no Liceu de Barcelona. Em 2006 recebeu uma scholarship para o Berklee College of Music durante o Umbria Jazz Festival, sendo o único violoncelista italiano a receber esse prêmio. É coprodutor do último disco de Maria Gadú "Guelã" e fez parte da banda fixa da cantora por 4 anos, com turnês nacionais e internacionais. Em 2015 lançou seu primeiro disco autoral ?O Canto da Madeira?, considerado o melhor disco instrumental do ano pela crítica especializada. Já tocou com Gilberto Gil, Ana Carolina, Péricles, Diogo Nogueira dentre outros. Gravou com Sérgio Mendes, Jorge Israel, Paula Toller, Roberta Sá, Jony Hooker e Caio Prado. Indicado ao Grammy Latino em 2015 por ?Guelã? e em 2014 ao Grammy USA com o disco ?Magic? de Sergio Mendes. Em 2018 lançou seu segundo álbum, ?Marinheiro de terra firme?, com a participação de Milton Nascimento. Em 2017 cria o duo Yamí Music com o percussionista Marco Lobo. ALESSANDRA REIS: Com mais de 30 anos de carreira, Alessandra Reis produziu espetáculo icônicos do teatro nacional, como: O Mistério de Irma Vap (1986 a 1990), Nardja Zulpério (1991) e 5 X Comédia (1994 a 1999). Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se: Não sou feliz mas tenho marido, monólogo de grande sucesso com a atriz Zezé Polessa (2007 a 2010); Chave de Cadeia, monólogo com a atriz Ana Baird (2008 a 2011); Velha é a mãe, monólogo com a atriz Louise Cardoso (2010 a 2013); Não sobre rouxinóis, espetáculo inédito no Brasil dirigido por João Fonseca (2012); À primeira vista, espetáculo com Drica Moraes, Mariana Lima e Henrique Dias (2012); O Impecável, monólogo com o ator Luiz Fernando Guimarães (2014 a 2017); Os Realistas, espetáculo com a atriz Débora Bloch (2015 a 2017); O Bigode, espetáculo premiado pelo Programa de Fomento e Incentivo à Cultura da Prefeitura do Rio (2015); Lifting, espetáculo com a atriz Drica Moraes (2017); Festival da Lua Cheia (2017 a 2019); O que é que ele tem, monólogo com a atriz Louise Cardoso (2018 a 2019); Malala- a menina que queria ir para a escola (2018 a 2019); ?Recital da Onça, monólogo com a atriz Regina Casé (2018 a 2019); Ativação Cultural Itaguaí (2018 a 2022).
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.