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PRONAC 191709Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Cara do Jazz

EO EDITORA LTDA
Solicitado
R$ 200,2 mil
Aprovado
R$ 200,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-03-02
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produzir um livro do cartunista Paulo Caruso com charges feitas com base em seu programa A cara do Jazz que ficou no ar na Rádio Eldorado de 2012 até 2018, todas as quarta-feiras às 20h. No programa A Cara do Jazz, o cartunista Paulo Caruso contava histórias do ritmo e dos seus principais artistas. O livro contará com charges, ilustrações e textos produzidos por Paulo Caruso durante o período do programa.

Sinopse

A Cara do Jazz Durante um bom tempo fiquei me perguntando o que era aquilo que meus amigos ouviam e celebravam com tão devotada atenção. Um sentimento que, pra minha surpresa, beirava o religioso. De neófitos como eu, que queriam saber mais sobre essa novidade, de onde vinha para onde nos levariam, eles exigiam “postura”. O quer que fosse me arrebatava, apesar da minha inexperiência no assunto. Como quem vai atrás de um guru, nos postávamos, eu e meus amigos adolescentes, todos silentes, ao lado de quem quer que fosse mais fluente nessa linguagem. Um jovem senhor botava os LPs na vitrola (era assim que se chamavam os discos e o toca-discos) e, balançando a cabeça, ia nos conduzindo na métrica dessa estranha celebração. A alma e o corpo - body and soul – iam gradativamente se abrindo ao som dos acordes e, mais ainda, levitando durante os improvisos melódicos sobre os temas propostos. Magérrimo, nariz adunco, descendente dos mascates árabes que, atàvicamente, ao longo dos séculos, atravessavam desertos, lá estava nosso guia. Silenciosamente guiando-nos pelos desvãos daquelas planícies sonoras que podiam tanto se abrir em paisagens planetárias quanto despencar em profundas reentrâncias ou cascatas barulhentas. Aquilo era Jazz e, pra mim, naquele instante, o Chanton, nosso guru era a cara dele. Como no quadro “ O Velho Guitarrista” da fase azul de Pablo Picasso, sua figura era de uma eloqüência comovente. Graças a esse amigo, mais tarde fui gradativamente me permitindo vislumbrar outros rostos. Os olhos esbugalhados e a voz rouca de Louis Armstrong, o ensimesmado Bill Evans, cabeça pendente sobre as teclas do piano como se não quisesse ver o que dali estava saindo, só ouvir. Bastou acreditar que isso era coisa de pianistas, para surgir uma queixada prognata e desafiadora por cima do terno e gravata, Art Blakey. Pianista e arranjador, veio ao mundo do jazz demonstrar que baterista também é gente, capaz de reger e conduzir músicos brilhantes como Freddy Hubard, Wayne Short ou Lee Morgan por suas veredas e alamedas floridas. Depois de Nina Simone, Billie Holliday e Anita O’Day me aparece a loira canadense Diana Krall, discípula de Oscar Peterson que, pod sua vez, descendia de Nat King Cole, que acabou se enveredando por Catchitos Mios que eu nunca mais esqueceria... O sorriso aberto de Oscar Peterson contrapunha sua cascata melódica, rapidíssima ao sincopado em 5/4 de Take Five ou o Blue Rondó à moda turca de Dave Brubeck. Suavizado pelo sopro com sabor de Martini Doce do sax alto de Paul Desmond, esses acordes foram me fazendo ver que o Jazz tem sim, uma cara. Ela é feliz e receptiva a todos aqueles que, como nós, ouzam abrir as portas da percepção para essa maravilhosa linguagem. Paulo Caruso

Objetivos

Objetivo geral: Produzir o livro "A Cara do Jazz" do cartunista Paulo Caruso. Nesse livro serão retratadas as charges produzidas pelo cartunista durante o período em que o programa homônimo "A Cara do Jazz, que ficou no ar na Rádio Eldorado de 2012 a 2018, todas as quarta-feiras às 20h. O projeto divulgará para o público em geral, nuances e curiosidades do jazz, contadas pelas charges deliciosas de Paulo Caruso. Objetivo específico: - imprimir 2.000 livros

Justificativa

Como todo projeto cultural no Brasil, sendo ele comercial ou sendo ele underground, o mecanismo de incentivo à cultura se faz necessário, uma vez que ele é o único e principal meio de fomento à cultura do nosso país. Assim, esse livro também precisa se valer da legislação vigente para que sua chance de realização seja ampliada (porque ter o incentivo, não é garantia de sua realização, mas, com certeza, aumenta as possibilidades). Abaixo os incisos do Art.1º que o projeto se enquadra: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E os objetivos do Art. 3º que serão atendidos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

Especificações do livro: Formato fechado 23cm x 30cm Número de páginas: 136 páginasCapa dura revestida em couche fosco, impressão 4x0Guarda em papel offset 150g, impressão 4x4Miolo em papel offset 150g, impressão 4x4 coresTiragem: 2000 unidades

Acessibilidade

Acessibilidade física: o lançamento do livro será realizado em local com plena acessibilidade em seu espaço físico. Acessibilidade de conteúdo: - o livro trará um link que poderá ser acessado, para se baixar a audiodescrição de seu conteúdo (para pessoas com deficiência visual) - no lançamento, o autor fará uma palestra e haverá um tradutora de libras presente. (para pessoas com deficiência auditiva)

Democratização do acesso

Democratização de acesso: 1) a distribuição: - 20% exclusivamente para distribuição gratuita para bibliotecas municipais; - 10 % para distribuição gratuita por patrocinadores; - 10 % para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - 10% para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais); Essa medida atende ao artigo 21 da IN/2 de 23/4/19: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; 2) Ainda, o autor fará uma palestra aberto ao público em geral no lançamento do livro, com tradução em libras. Essa medida atende ao artigo 21 da IN/2 de 23/4/19: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Vimos esclarecer que o proponente irá exercer as seguintes atividades no projeto,constantes na planilha orçamentária: - coordenador editorial - projeto gráfico - diagramação. Obs. - o proponente também será o responsável pela gestão técnica financeira do projeto bem como a execução da planilha orçamentária (orçamentos, pagamentos, movimentação da conta do projeto, etc), mas ele não será remunerado por esse trabalho. Existe um profissional, contratado que auxiliará a organização da prestação de contas bem como um contador que fará a conferência da mesma e fará a conciliação da conta do projeto com a contabilidade do proponente. Esses dois profissionais estão previstos na planilha orçamentária. Mas toda a responsabilidade da gestão e execução financeira é do proponente. ============================================================= Editora Olhares (EO Editora - proponente): A EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e históricos, comprometendo-se com a preservação e difusão da cultura nacional. Dentre os trabalhos que desenvolveu, destacam-se: Alguns livros publicados (www.editoraolhares.com.br) Brazil Faz Design (2017)Móvel moderno brasileiro (2017)Marcenaria Baraúna: móvel como arquitetura (2017)Lattoog (2017)Prêmio Design MCB 30 edições (2016)Zanini de Zanine: edições limitadas (2016)Móvel moderno no Brasil (2015)Paulo Alves (2015)Do outro lado (2014)200 + da Arquitetura Brasileira (2014)Jorge Zalszupin – design moderno no Brasil (2014)De * pra lua (2014)Design brasileiro de móveis – cadeiras, poltronas e bancos (2013)Zanini de Zanine (2013)Museu Histórico Nacional (2013)Já era jacaré (2013)Alex Vallauri – da gravura ao grafite (2013)Ciclismo no limite (2013)A vida dos centros (2013)São Paulo é Legal! (2013)Sobrados da Zona Oeste (2012)São Paulo 1971-2011. História recente, versões literárias, resíduos visuais (2012)Artesãos da Sapucaí (2011)Interiores no Brasil – a influência portuguesa nos espaços domésticos (2011)Yoga massagem ayurvédica (2011)Chico Niedzielski (2011)Minas; estado de espírito (2010)Retratos do Brasil Profundo (2010)Um a um – arquitetura de Betty Birger (2010)No campo da memória, jogando conversa fora (2010)A arte de Jaime Prades (2009)Faces da moeda (2009)Menu di Funghi (2009)Viva Favela (2009)A Ilha Tipográfica (2008)Japoneses no Vale do Aço (2008) Prêmios 32o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2017 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Marcenaria Baraúna: móvel como arquitetura32o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2017 - 2o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Latoog53o Prêmio Jabuti, 2011 - 2o lugar na categoria fotografia com o livro Minas; estado de espírito.25o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2011 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Interiores no Brasil: a influência portuguesa no espaço doméstico. O proponente se remunerará pela rubricas de Coordenação Editorial prevista na planilha orçamentária e projeto gráfico previsto na planilha orçamentária ========================================================================== Paulo Caruso (cartunista e autor): Paulo CarusoBiografiaPaulo José de Hespanha Caruso (São Paulo SP 1949). Caricaturista, ilustrador, chargista e músico. Paulo Caruso, irmão gêmeo do também caricaturista Chico Caruso (1949), forma-se, em 1976, em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP, porém, não segue a carreira. No final da década de 1960, inicia-se como chargistas no Diário Popular. Nos anos 1970, colabora com O Pasquim, ao lado de Millôr Fernandes (1923), Jaguar (1932)e Ziraldo (1932). Em 1981, com Alex Solnik, inaugura a página de humor Bar Brasil, na revista Careta, e que tem continuação, nos anos seguintes, na revista Senhor. A partir 1988, publica na revista Isto É, a coluna de humor Avenida Brasil. Em ambas as colunas, Caruso faz circular caricaturas de personalidades brasileiras das décadas de 1980 e 1990, sintetizando com sátira e humor vários momentos da história política do país. Paralelamente ao desenho, dedica-se à composição musical e à produção de espetáculos de música e de teatro. Em 1985, por ocasião do Salão Internacional de Humor de Piracicaba, forma a banda Muda Brasil Tancredo Jazz Band, com participações do irmão, de Cláudio Paiva, de Aroeira, de Luis Fernando Veríssimo (1936), entre outros. Nos shows, a banda interpreta músicas de cunho humorístico e com sátira política. Em 1998, lança o CD Pra seu Governo, que traz músicas próprias e conta com as parcerias do irmão, no vocal, e de Luis Fernando Veríssimo, no sax. Entre os livros que publica, destacam-se: As Origens do Capitão Bandeira, 1983; Ecos do Ipiranga, 1984; Bar Brasil, 1985 e São Paulo por Paulo Caruso - Um Olhar Bem-Humorado sobre esta Cidade, 2004. Comentário CríticoPaulo Caruso forma-se em arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP, em 1976. Assim como seu irmão gêmeo, Chico Caruso (1949), passa a dedicar-se à caricatura e à ilustração. Ao longo da carreira trabalha para as principais revistas de São Paulo, entre elas, Veja, IstoÉ e Senhor e para os jornais Diário Popular e Folha de S.Paulo. No fim dos anos 1970, colabora em O Pasquim ao lado de nomes consagrados, como os cartunistas Jaguar (1932), Millôr Fernandes (1923), Ziraldo (1932) e Henfil (1944 - 1988). Paulo Caruso atua em várias publicações especializadas em humor e quadrinhos, como, Chiclete com Banana, Geraldão e Pasquim 21, reedição recente do jornal, fechado no início da década de 1990. Dedica-se também à produção de espetáculos musicais e teatrais. Apesar das afinidades formais entre a obra de Paulo e Chico Caruso, como o estilo ágil e os traços expressivos, os irmãos não atuam juntos. Chico Caruso dedica-se principalmente à charge, utilizando o colorido de forma muito apurada. Já na obra de Paulo Caruso, além do talento para a caricatura, revela-se o gosto pela narração concisa, desenvolvendo composições geralmente estruturadas em seqüências de imagens, elaboradas em cores contrastantes, que são recolhidas em vários álbuns publicados na década de 1980. Paulo Caruso torna-se conhecido pelas cenas irônicas que acompanham a história política brasileira. Publica, entre outros, os livros Ecos do Ipiranga (1984) e Bar Brasil na Nova República (1986). Em A Transição pela Via das Dúvidas (1989), por exemplo, Caruso utiliza a linguagem da história em quadrinhos, comentando, de maneira irônica, a história do Brasil e também os acontecimentos contemporâneos. Revela preocupação com a ambientação dos personagens, inserindo-os em grandes planos abertos para, em seguida, aproximá-los do espectador. Na caricatura, não emprega a deformação de maneira exagerada, apenas acentua os traços fisionômicos mais característicos, criando personagens facilmente identificáveis pelos leitores, pela grande semelhança com os retratados. O humor surge não só da forma de representação dos personagens, mas também dos diálogos travados e das situações que narradas. Lança em 2004 o livro São Paulo por Paulo Caruso - Um Olhar Bem-Humorado sobre Esta Cidade, em homenagem aos 450 anos da metrópole, no qual trata do cotidiano paulistano, caricaturando tipos humanos e representando edifícios e vistas panorâmicas da cidade. Paulo Caruso recebe vários prêmios, como o de melhor desenhista, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA, em 1994. Por sua habilidade para a sátira e para a caricatura, aliada à numerosa produção, sua obra é das mais conhecidas do país. Doble Cultura Função: coordenadação geral Sobre a empresa A Doble Cultura é uma empresa que atua no mercado desde 2006, com forte expertise na criação e formatação de projetos, gestão de patrocínios e coordenação de projetos culturais. Desenvolvemos projetos personalizados para empresas que já investem ou que desejam investir em cultura, além de assessorá-las na busca pelo projeto cultural que atenda às suas políticas de investimento social. Somos reconhecidas pela qualidade do atendimento que prestamos aos nossos clientes durante e após o processo de execução dos projetos . Transparência e responsabilidade com os recursos investidos também são marcas fortes de nosso trabalho. Site www.doblecultura.com.br Principais projetos: ! Projeto Diverte Teatro Viajante (Ciência Divertida) – Espetáculo “Projeto Iceberg: Entendendo as Mudanças Climáticas” – Junho/2016 (patrocínio Monsanto) – gestão de patrocínio; ! Espetáculo – Viagem ao Centro da Terra, Cia Solas de Vento – Teatro Alfa - Set/2015 a Dez/2015 (patrocínio Cacau Show) – gestão de patrocínio e coordenação; ! Coleção de livros “A Cidade da Gente” Editora Olhares – Set/2015 a Maio/2016 (patrocínio Monsanto) – gestão de patrocínio; ! Projeto Diverte Teatro Viajante (Ciência Divertida) – Espetáculo Projeto Iceberg: Entendendo as Mudanças Climáticas” – Agosto/2015 a Out/2015 (patrocínio Monsanto) – gestão de patrocínio; Rua Girassol 616 – sala 2 – Vila Madalena SP – SP – CEP 05433-001 F. (11) 3542.2210 ! Exposição Origem: Retratos de Família do Brasil – Fifi Tong – Centro Cultural dos Correios Salvador – Julho/ 2015 a Set/2015 – BA – coordenação; ! Exposição 2º Prêmio de Arquitetura AkzoNobel – Instituto Tomie Ohtake – Julho/ 2015 – SP (patrocínio AkzoNobel) – gestão de patrocínio; ! Circulação em Belo Horizonte e Curitiba - A Volta ao Mundo em 80 Dias, Cia Solas de Vento – Março/2015 (patrocínio Itaú) - gestão de patrocínio e coordenação; ! Exposição Experimentando Espaços- Segunda Edição - Museu da Casa Brasileira – Março/ 2014 – SP (patrocínio AkzoNobel) – realização, gestão de patrocínio e coordenação; ! Exposição 1º Prêmio de Arquitetura AkzoNobel – Instituto Tomie Ohtake – Março/ 2014 – SP (patrocínio AkzoNobel) – gestão de patrocínio; ! Espetáculo Memória Roubada, Cia Solas de Vento – Centro Cultural São Paulo – Out/2013 a Nov/2013 (patrocínio Riachuelo) – realização, gestão de patrocínio e coordenação; ! Gravação de disco e circulação de espetáculo do Grupo Trio Curupira pelo Estado de São Paulo – Jun/2013 a Ago/2013 – realização, coordenação e produção executiva; ! Exposição Mostra BID - Bienal Iberoamericana de Design – Museu da Casa Brasileira – Abr/2013 a Jun/2013 (patrocínio Duratex) – realização, gestão de patrocínio e coordenação; ! Circulação pelo interior e capital de São Paulo - Espetáculo Girassóis, da Cia Druw – Maio/2013 a Nov/2013 (patrocínio Duratex, Arcelor e TE Connectivity) – gestão de patrocínio e coordenação; ! Exposição Todd Bracher, A Essência das Coisas – Museu da Casa Brasileira – Ago/2012 a Out/2012 – coordenação e produção executiva; ! Circulação pelo Estado de SP - A Volta ao Mundo em 80 Dias, Cia Solas de Vento – Jul/2012 a Ago/2012 (patrocínio Usiminas e AkzoNobel) – gestão de patrocínio e coordenação; ! Circulação pelo Sul e Sudeste do Brasil - Espetáculo Lúdico e Vila Tarsila, da Cia Druw – Abr/2012 a Nov/2012 (patrocínio Volvo Caminhões) – gestão de patrocínio e coordenação; ! Circulação pelo Estado de SP - Solas de Vento, Cia Solas de Vento – Abr/2012 a Ago/2012 (patrocínio Usiminas e Te Connectivity) – gestão de patrocínio e coordenação; ! Exposição São Paulo Mon Amour – MuBE – Museu Brasileiro da Escultura – Mar/2012 a Abr/2012 (patrocínio Biolab) – gestão de patrocínio e coordenação; ! Exposição Prêmios do Design Nórdico – Museu da Casa Brasileira – Nov/2011 a Jan/2012 (patrocínio Scannia) – realização, gestão de patrocínio e coordenação; ! Espetáculo Solas de Vento, Cia Solas de Vento - Caixa Cultural Rio de Janeiro; Abril de 2011 – coordenação e produção executiva; ! Circulação pelo Estado de SP - Orquestra Instrumental André Marques e a Vintena Brasileira – Out/ 2010 a Fev/2011 (patrocínio Cacau Show e Astra) – realização, gestão de patrocínio, coordenação e produção executiva; ! Espetáculo Vila Tarsila, Cia Druw - Caixa Cultural Rj e Brasilia - Outubro de 2010 – coordenação e produção executiva; ! Circulação pelo Estado de SP - Espetáculo Lúdico, da Cia Druw – Abr/2012 a Ago/2010 (patrocínio Huggies e Gerdau) – gestão de patrocínios, coordenação e produção executiva; ! Exposição Experimentando Espaços - Museu da Casa Brasileira – Nov/ 2009 – SP (patrocínio Gerdau e EMS) – realização, gestão de patrocínio e coordenação; ! Candoco Dance Company - Teatro Alfa – Out/2009 – SP (patrocínio Nestlé) – realização, coordenação e produção executiva; ! Lançamento da coleção de livros Ecoturma em Ação – Jul /2009 – SP (patrocínio Nestlé) – coordenação e produção executiva; ! Exposição Dress Tents – Caixa Cultural Rio de Janeiro – Jul/2009 a Set/ 2009 – realização e coordenação; ! Exposição Brennand: Uma introdução (CCBB Fortaleza, Belo Horizonte e Porto Alegre) – Jul/2008 a Dez/2008 - coordenação; ! Exposição Brennand Desenhos (Espaço Caixa Cultural SP) – Mai/2007 – coordenação.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.