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O "Memorial do Homem Pantanal" tem como propósito a MODERNIZAÇÃO E MANUTENÇÃO de espaço cultural.
O “Memorial do Homem Pantaneiro” tem como propósito a implantação do espaço e apresentar o universo de documentos e atividades que envolvem a concepção Museológica e Museográfica de um Memorial e contribuir com a afirmação da cultura da cidade de Corumbá no roteiro histórico, adequando os elementos da tradição local com a visão global indispensável ao êxito de qualquer empreendimento dessa categoria. Dessa forma, o futuro “Memorial”, cujo edifício é tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional e faz parte de um conjunto de atrativos que compõem as estratégias da revitlizacao do Porto Geral , que teve origem no Programa Monumenta em Corumbá, quando agregado ao conjunto arquitetônico da região, deverá se afirmar por sua singularidade como ícone turístico e cultural memorável. A elaboração e montagem deste espaço cultural será realizada por um conjunto de diversos profissionais. como arquitetos, cenógrafos, museólogos, museógrafos, historiadores, técnicos, entre outros. O Memorial apresentará aspectos da Museografia estimulantes e inovadores, instigando a alta sensibilidade da sociedade local para os aspectos da contemporaneidade apoiada na tradição e na conservação dos valores culturais da região, onde serão expostos documentos, apetrechos de trabalho, vestuário e outros produtos que identifiquem o homem pantaneiro. O espaço contará ainda, com um cyber café, um restaurante no terraço com espaço para manifestações culturais e uma lojinha de souvenir e produtos sociais para atender aos visitantes e cobrada uma taxa de visitação pública, destinando-se a manutenção do local. CONTEXTO O Pantanal Mato-Grossense é a maior planície inundável do mundo, ocupando grande extensão entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Bolívia e Paraguai.Os primeiros navegantes denominaram-no de “Mar de Xaraés”, devido ao grande volume de água – uma característica do período de cheia. O Pantanal tem seus limites demarcados por diferentes tipos de elevações, como serras, maciços e chapadas, além dos rios pertencentes à Bacia do Paraguai, sendo este o principal meio de escoamento das águas pantaneiras, uma vasta área de terras baixas e alagadiças, tão plana que é difícil saber para onde corre a água. O Poeta Manoel de Barros assim o descreve: “No pantanal ninguém pode passar régua. Sobremuito quando chove. A régua é existidura de limites. E o pantanal não tem limites.” As chuvas de novembro a março provocam inundações, transformando o Pantanal num mar de água doce. A vegetação muda segundo o tipo de solo e de inundação, predominando espécies de cerrados nas terras arenosas (parte alta) e terras argilosas. Em época de seca, o relevo apresenta inúmeras depressões que são inundadas na cheia, formando extensos lagos, conhecidos como baías, sendo algumas alcalinas. Sem dúvida, o Pantanal é especialmente notável pela abundancia de sua fauna, com condições ideais de observação de animais. A aglomeração de espécies é uma das maiores do mundo, que certamente se deve à variedade de vegetação, à abundância de água e à fauna de alimentos. A região é considerada uma das mais importantes do continente para as aves aquáticas. De extrema beleza, a flora do Pantanal também é farta e bela. São plantas aquáticas, palmeiras, ipês, orquídeas, bromélias e várias outras espécies que formam um mosaico de cores, difícil de encontrar em outros pontos do planeta. Inserido nesse contexto está o homem pantaneiro, figura típica adaptada as diversidades de cheia e seca, herdeiro da agilidade física e respeito pela natureza dos indígenas Guaranis, Paiaguas e Guatos. O homem pantaneiro personagem marcante das grandes fazendas que se consolidaram na região após a Guerra do Paraguai. Homem de vida simples, que faz do Pantanal seu lar e local de trabalho, de grande importância cultural que esta caminhando para o esquecimento. É disso que se trata este projeto, o resgate da cultura, das tradições, dos costumes, da dança e música deste que ajudou a povoar e caracterizar uma das mais belas riquezas naturais do mundo. HISTÓRICO Nossa Senhora da Conceição de Albuquerque “Corumbá de Antigamente” Atraídos pelas notícias da existência de pedras e metais preciosos, usados em adornos pelos indígenas, que povoaram a região, Aleixo Garcia, português, foi o primeiro que se tem noticia a visitar o território em 1524, que pelo rio Miranda alcançou o rio Paraguai, e conseqüentemente esta região. Em 13 de outubro de 1775 assentou no local uma grandiosa e garantidora fortaleza, o Forte Coimbra denominado “fecho dos Morros” quarenta léguas rio abaixo, de onde está erguido. Visando a garantia de melhores terras brasileiras, o Capitão Luiz de Albuquerque mandou que fosse erguido o Forte “Príncipe da Beira” e em 21 de setembro de 1778, efetuou-se a ocupação do local que hoje se assenta esta maravilhosa cidade de Corumbá. Em 21 de setembro de1778, a mando do Governador da Capitania de Mato Grosso, o Capitão – General Luiz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, o Sargento – Mor Marcelino Rois Camponês, comandando uma expedição militar, tomou posse para a Coroa Portuguesa, fundando e dando ao local o nome de Nossa Senhora da Conceição de Albuquerque, sendo então lavrado o termo de fundação. Em 1800 o arraial foi totalmente destruído por um incêndio, tão violento que foi, ficando apenas a capelinha aí existente que era de telha, pois a única desse tipo que havia. Até essa catástrofe, o seu crescimento deixou a desejar, por um longo período não passava de um Posto Militar. Por ser lento o seu progresso, somente em 1838, pela Lei Provincial, de 26 de Agosto, foi elevada à categoria de freguesia. Em 1859, o Presidente da Província Almirante Joaquim Raimundo De Lamare, assustado com o grande desenvolvimento, dado a navegação comercial, riscou as ruas da cidade e mandou que demarcassem as ruas, praças e edifícios públicos. Com todo esse progresso, em 1861, no dia 1º de maio era instalada a Alfândega de Albuquerque para arrecadação de impostos. Em 1914 a cidade já era povoada por 15.000 almas. Era então cortada de espaçosas ruas, obedecendo a um plano uniforme, paralelas e perpendiculares ao rio, só lhes faltando uma arborização simétrica para darem a completa idéia das avenidas e o aspecto das metrópoles modernas daquela época. Getúlio Vargas serviu até a patente de cabo, em 1903. A cidade dividia-se em duas partes, uma que estava sobre a elevação calcárea, onde se encontravam as casas de bazar, bijuterias, relojoarias, bebidas, modas, drogarias, farmácias, livrarias e papelarias, enfim, o comércio retalhista e a varejo. A outra parte estava situada embaixo da elevação, com a qual se comunicava através de duas ladeiras, sendo a elevação de mais ou menos 60 metros. Esta parte, em contato com as águas do rio, é o Porto Geral: era aí que estava o alto comércio e onde existiam as casas maioristas de importadores e exportadores. Cidade em contínuo progresso, devido sem dúvida ao elemento estrangeiro de que era composta a maioria de sua população, seu porto era visitado por embarcações de grande calado, nacionais e estrangeiras. Tais embarcações traziam grandes carregamentos de mercadorias destinadas ao mercado local, bem como as outras localidades do estado e ao oriente da Bolívia. De regresso, levavam os produtos de exportação: borracha, couros, charque, ipecacuanha (planta medicinal), etc. Dessa época de autêntico fausto, Corumbá guarda preciosos registros na forma de seus belos casarões, sobrados de estilo único e que testemunham a importância da cidade no processo de colonização da fronteira oeste brasileira. Seu nome em Tupi-Guarani significa “lugar distante”, e é chamado de “Cidade Branca” pela cor clara de sua terra. Considerada o 1° Pólo Turístico do Mato Grosso do Sul, é chamada de “Capital do Pantanal”, pois abrange 37% do Pantanal brasileiro ou 60% do Pantanal do Mato Grosso do Sul. Corumbá: Decretado pela UNESCO como Reserva da Biosfera, turistas ficam extasiados diante da enorme biodiversidade da fauna e flora que encontram em perfeita harmonia com o homem pantaneiro. A cidade possui a maior infra-estrutura de equipamentos de pesca fluvial da América Latina e adequada estrutura para receber os visitantes brasileiros e estrangeiros (durante todo o ano turistas de vários países, especialmente europeus, passam por Corumbá fazendo um grande roteiro Latino Americano até Cuzcu - Peru). Atualmente, não somente os atrativos naturais como também os culturais, históricos e arquitetônicos encantam os que aqui passam. Corumbá foi uma das primeiras cidades a serem contempladas, entre 20 cidades escolhidas pelo Ministério da Cultura, para participar do Programa Monumenta. Programa que tem por objetivo a recuperação sustentável do patrimônio histórico urbano brasileiro sob tutela federal. Entende-se por isso a execução de obras de conservação e restauro e de medidas econômicas, institucionais e educativas, para ampliar o retorno econômico e social dos investimentos do Programa, aplicando-os em sua conservação permanente. A cidade terá o seu Conjunto Arquitetônico - do que fazem parte a Orla do Porto, seus Casarios e praças, além dos demais pontos que compõem este sítio arqueológico – todo reurbanizado e revitalizado. Sendo que algumas obras já tiveram início. Através de Corumbá o Brasil faz fronteira com a Bolívia por meio de uma estrada pavimentada, que facilita muito o trânsito de pessoas entre os dois países.
OBJETIVO GERAL A criação de um espaço onde a cultura, as tradições e a memória do homem pantaneiro se integram é justificado pelo próprio volume de apetrechos e informações disponíveis que, sobretudo, para a comunidade local e aos inúmeros turistas que visitam a região, resgatariam e protegeriam os traços culturais dessas figuras que ocupam e fazem do Pantanal o seu lar e lugar de trabalho, hoje ameaçado OBJETIVOS ESPECIFICOS 1 Implantar 01 espaço voltado ao resgate e preservação da memória do homem pantaneiro; 2 Estimular a doação de objetos que contribuam para as interpretações e conclusões sobre a vida do homem pantaneiro; 3 Realizar exposições do patrimônio cultural proveniente de materiais que retratam o modo de vida desses homens que viveram e ainda vivem na região do Pantanal; 4 Utilizar os meios tecnológicos como instrumentos de difusão e estreitamento entre a cultura e a sociedade; 5 Desenvolver e estimular a produção de projetos e eventos que promovam a cultura pantaneira nos espaços destinados a este fim. 6 Desenvolver um plano de ação para garantir a sustentabilidade do Memorial. RESULTADOS ESPERADOS 1 - resgatar e preservar a memória do homem pantaneiro; 2- A criação de um espaço onde a cultura, as tradições e a memória do homem pantaneiro se integrem através do volume de apetrechos e informações disponíveis que, sobretudo, para a comunidade local e aos inúmeros turistas que visitam a região, resgatariam os traços culturais dessas figuras que ocupam e fazem do Pantanal o seu lar e lugar de trabalho. 3 - Difundir o conhecimento das fortes características e influências da cultura do homem pantaneiro; Possibilitar o desenvolvimento de estudos; Despertar no público jovem e adulto o gosto por essa cultura e seu aprendizado: 4 - Apresentar o Memorial como um equipamento cujos aspectos da Museografia sejam estimulantes e inovadores, instigando a alta sensibilidade da sociedade local para os aspectos da contemporaneidade apoiada na tradição e na conservação dos valores culturais da região. 5 - Oportunizar a divulgação da cultura pantaneira e a expressão dos artistas regionais, contribuindo, assim, com o fortalecimento da Cidade de Corumbá enquanto um grande centro cultural do Estado de Mato Grosso do Sul.
O presente projeto se enquadra no Art. 1° da Lei 8313/91, principalmente, por ter a finalidade de: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ pois o festival será realizado em locais públicos e de fácil acesso à toda a população; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais _ pois terá em sua maioria a participação de artistas locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional _ pois valoriza a cultura brasileira, compondo grande parte da sua programação os modos de fazer arte da comunidade local e nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações _ visto que parte de sua programação conta com gêneros musicais internacionais, como o jazz e o blues; VIII _ estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória _ já que as apresentações geram reflexões e incentivam a produção artística em várias esferas; IX - priorizar o produto cultural originário do País _ como já mencionado no inciso IV. Já em relação ao Art. 3°, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o presente projeto possui os seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; e "IV - estimular ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos", visto que o projeto será realizado em locais públicos, de livre acesso à toda população por ser totalmente gratuito.
não se aplica.
MODERNIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DO ESPAÇO MEMORIAL DO HOMEM PANTANEIRO BEM TOMBADO Portaria n.º 55, de 16 de março de 1993. Esfera Federal AÇOES DO PRODUTO A elaboração e montagem deste espaço cultural será realizada por um conjunto de diversos profissionais. como arquitetos, cenógrafos, museólogos, museógrafos, historiadores, técnicos, entre outros. O Memorial apresentará aspectos da Museografia estimulantes e inovadores, instigando a alta sensibilidade da sociedade local para os aspectos da contemporaneidade apoiada na tradição e na conservação dos valores culturais da região, onde serão expostos documentos, apetrechos de trabalho, vestuário e outros produtos que identifiquem o homem pantaneiro.
MODERNIZAÇÃO DE ESPAÇO Acessibilidade FÍSICA Nos espaços físicos, o projeto garantirá acessibilidade aos portadores de necessidades especiais leves, moderadas ou severas e pessoas de idade avançada, por meio das intervenções que objetivem priorizar ou facilitar o livre acesso, assim definidos em legislação específica, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Para isso, o projeto foi planejado com mind-set inclusivo: • Reserva de espaços abertos e fechados com ângulo de visibilidade adequado aos cadeirantes e pessoas com limitação visual, cadeiras adequadas e confortáveis, banheiros adaptados femininos e masculinos em ambientes fechados (em espaços abertos serão colocados banheiros químicos adaptados) e rampas; • Ambientes sinalizados indicando desníveis, obstáculos, pisos táteis, etc.; • Vagas de estacionamento, identificadas com o símbolo internacional de acessibilidade; • Equipe orientada para prestar esclarecimentos. Observação: Em relação à prevenção de acidentes em locais fechados, teremos: seguranças para orientar o público e prestar atendimento, sinalização por todo o espaço e saídas de emergência com corredores largos, a fim de facilitar a mobilização de pessoas deficientes, idosas, gestantes e crianças. Acessibilidade de CONTEÚDO Em relação à comunicação, o projeto utilizará a participação de tradutores de Libras quando começar os diversos eventos de sua programação e a legendagem de algumas apresentações artísticas, quando possível MANUTENÇÃO DO ESPAÇO Acessibilidade FÍSICA Nos espaços físicos, o projeto garantirá acessibilidade aos portadores de necessidades especiais leves, moderadas ou severas e pessoas de idade avançada, por meio das intervenções que objetivem priorizar ou facilitar o livre acesso, assim definidos em legislação específica, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Para isso, o projeto foi planejado com mind-set inclusivo: • Reserva de espaços abertos e fechados com ângulo de visibilidade adequado aos cadeirantes e pessoas com limitação visual, cadeiras adequadas e confortáveis, banheiros adaptados femininos e masculinos em ambientes fechados (em espaços abertos serão colocados banheiros químicos adaptados) e rampas; • Ambientes sinalizados indicando desníveis, obstáculos, pisos táteis, etc.; • Vagas de estacionamento, identificadas com o símbolo internacional de acessibilidade; • Equipe orientada para prestar esclarecimentos. Observação: Em relação à prevenção de acidentes em locais fechados, teremos: seguranças para orientar o público e prestar atendimento, sinalização por todo o espaço e saídas de emergência com corredores largos, a fim de facilitar a mobilização de pessoas deficientes, idosas, gestantes e crianças. Acessibilidade de CONTEÚDO Em relação à comunicação, o projeto utilizará a participação de tradutores de Libras quando começar os diversos eventos de sua programação e a legendagem de algumas apresentações artísticas, quando possível
MODERNIZAÇÃO DE ESPAÇO O proponente adotará as seguintes medidas para promover o acesso e fruição de bens, produtos e serviços culturais do PROJETO, com vistas a atenção às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, em cumprimento do disposto no art. 215 da Constituição Federal: · A gratuidade completa de todas as apresentações do PROJETO, ou seja, as ações que serão realizadas, em atendimento ao Art. 21, IX da IN 05/2017 (medida sugerida pelo proponente: gratuidade total dos produtos). · Para gerar mídia espontânea, será permitida a captação de imagens das atividades e espetáculos, com autorização para sua veiculação nas redes públicas de televisão, em atendimento ao Art. 21, IV da IN 05/2017. Observação: Nas apresentações em locais fechados será respeitado o limite de lotação, em consonância com as novas diretrizes de segurança, verificado os alvarás de funcionamento e disponibilizada a informação nos pórticos de entrada de cada local. MANUTENÇÃO DO ESPAÇO O proponente adotará as seguintes medidas para promover o acesso e fruição de bens, produtos e serviços culturais do PROJETO, com vistas a atenção às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, em cumprimento do disposto no art. 215 da Constituição Federal: · A gratuidade completa de todas as apresentações do PROJETO, ou seja, as ações que serão realizadas, em atendimento ao Art. 21, IX da IN 05/2017 (medida sugerida pelo proponente: gratuidade total dos produtos). · Para gerar mídia espontânea, será permitida a captação de imagens das atividades e espetáculos, com autorização para sua veiculação nas redes públicas de televisão, em atendimento ao Art. 21, IV da IN 05/2017.
Informamos que O PROPONENTE / DIRIGENTE SERÁ O RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVO FINANCEIRA DO PROJETO E POR GERIR E COORDENAR TODO O PROCESSO DE CAPTAÇÃO E DE GESTÃO DO PROJETO. COORDENADOR GERAL - Angelo Paccelli Cipriano Rabelo Oficial de Policia Militar do Mato Grosso do Sul, no posto Tenente Coronel, Mestre em Gestão de Segurança Pública, Especialização em Relações Públicas, MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, foi Comandante do Batalhão de Policia Militar Ambiental, Secretário de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Corumbá, fundador do Instituto Homem Pantaneiro, trabalhou na Gerencia de Sustentabilidade do grupo EBX. Ana Paula Badari, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, arquiteta e urbanista da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura e gestora de obras e projetos da Prefeitura Municipal de Corumbá. Experiência em Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Projeto de Arquitetura, museografia e desenho de mobiliário.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.