Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.
Realizar a terceira edição da "FEST SHALOM SP - FEIRA DE RUA DA COMUNIDADE JUDAICA DE SÃO PAULO", cujos objetivos são: promover a integração da comunidade judaica com a população do Estado de São Paulo, promover a diversidade cultural e fortalecer as instituições sociais, educacionais e culturais a respeito dos conhecimentos da história judaica.
Não se aplica.
Objetivos Gerais: Durante todo o dia o Fest Shalom SP 2019 receberá atrações da comunidade (música, dança, artesanato, atividades sociais e infantis) para apresentar à população da cidade de São Paulo mais da cultura e das tradições judaicas. Além disso o evento conta com cerca de 35 barracas e tendas. ¡ Divulgar a cultura judaica para o público de São Paulo ¡ Aproximar a comunidade judaica da população da cidade ¡ Mostrar o envolvimento da comunidade judaica com a cidade em que está inserida Objetivos específicos: - Um setor com a presença de Entidades Judaicas como Escolas, Assistenciais, Sociais e Culturais. - Um Shuk (Mercado) com a venda de artesanatos e produtos judaicos. - Uma área sobre Israel, com exposição de fotos, dicas de turismo e inovação. - Uma Praça de Alimentação que trará pratos típicos da culinária judaica. - Uma Área Infantil, com oficinas, infláveis e brinquedos para as crianças - esta parte não faz parte dos custos previstos neste projeto. Serão viabilizados com recursos próprios. ABAIXO A PROGRAMAÇÃO PRÉVIA: 10h _ 11h DJ MÚSICAS JUDAICAS E ISRAELENSE 11h _ 12h LEHAKOT (5 GRUPOS DE DANÇAS JUDAICAS) 12h _ 12h30 GRANDE HARKADÁ (DANÇA ISRAELENSE DE RODA COM O PÚBLICO) 12h30 _ 12h50 BANDA DO MOVIENTO JUVENIL CHAZIT 12h50 _ 13h10 BANDA DO MOVIMENTO JUVENIL NOAM 13h10 _ 13h45 CIA MALETA MÁGICA COM JANE FUCS 14h40 _ 15h10 GRANDE HARKADÁ (DANÇA ISRAELENSE DE RODA COM O PÚBLICO) 15h10 _ 15h50 DEMONSTRAÇÃO DE KRAV MAGÁ 15h50 _ 16h10 SHMUEL ROSMARIN - CANTOR LITÚRGICO JUDAICO 16h10 _ 16h35 MEGA CORAL 17h _ 18h ATRAÇÃO INTERNACIONAL: IDAN RAICHEL - MÚSICA LIFNEY SHE'YIGAMER | TRILHA SONORA DA NOVELA 'ÓRFÃOS DA TERRA'
Em atendimento ao art. 1º da Lei 8.313/91, estamos atendendo os Incisos abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A Terceira Edição da "FEST SHALOM SP - FEIRA DE RUA DA COMUNIDADE JUDAICA DE SÃO PAULO" tem como característica promover o encontro da população paulista com a diversidade cultural judaica no Brasil. Nela, a população local poderá entrar em contato com danças judaicas, com sua riqueza musical, com suas histórias, sua luta pela sobrevivência e os avanços que o judaísmo trouxeram ao planeta. Toda a diversidade da cultura judaica estará reunida no "FEST SHALOM SP", que também marcará a chegada do ano novo judaico de 5780. O evento é realizado pela Federação Israelita do Estado de São Paulo, a entidade-teto de todas as instituições judaicas do Estado e que abrange os principais aspectos da vida comunitária, tais como educação, assistência social, esportes, saúde, juventude, terceira idade e apoio às comunidades do litoral e do interior do Estado. Dentre suas filiadas, existem diversas instituições que, através dos anos, conquistaram destaque nas suas áreas de atuação, contribuindo com a comunidade paulista em geral. Sua principal bandeira _ fortalecer a cultura judaica, preservando a continuidade dos valores e tradições judaicas. Participar mais ativamente na vida nacional, objetivando valorizar a comunidade. E desempenhar o importante papel de ser o elo com a comunidade maior. A comunidade Judaica no Brasil é a segunda mais importante da América Latina, atrás da Argentina e à frente do México, com 120 mil judeus entre os mais de 200 milhões de brasileiros, ou seja, 0,06% da população. Os judeus se concentram sobretudo nas regiões sul e sudeste. A mais importante comunidade do Brasil, confirmadas pelos dados do Censo do IBGE de 2010, está nas cidade de São Paulo, com 44 mil pessoas. Desde o final do século 19, e em especial após a abolição da escravidão em 1888, o Brasil tornara-se um "país de imigrantes", em um ambiente de tolerância religiosa, intensa permeabilidade social e cultural e oportunidades de ascensão econômica, que não foi bloqueada por manifestações de preconceito e racismo. Desde os anos 1880 e até os anos 1940, o Brasil recebeu cerca de quatro milhões de imigrantes (dos quais 65 mil judeus, até 1942). Estes imigrantes, com sua cultura e seu dinamismo social e econômico, participaram do desenvolvimento do país. Além da liberdade religiosa oficial, a legislação brasileira era tolerante com imigrantes europeus, e havia brechas que permitiam a entrada de mais imigrantes, apesar da burocracia legal e da necessidade de "cartas de chamada". A partir dos anos 1920, o Brasil tornara-se um destino desejável e viável, dadas as restrições e quotas impostas pelos Estados Unidos, Canadá e Argentina. Na década de 1920, mais de 10% dos judeus que emigraram da Europa escolheram o Brasil como destino e, entre 1920 e 1930, cerca de metade dos imigrantes da Europa Oriental que chegaram ao Brasil eram judeus. A organização comunitária foi outro fator decisivo para uma inserção bem sucedida. Nos núcleos urbanos, como Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife, Belém e Santos havia organizações assistenciais, sinagoga, escola, cemitério, entidades cultuais e recreativas, movimentos políticos e imprensa. Em 1929, existiam 25 escolas judaicas no país. Em São Paulo, por exemplo, nos anos 1920 a 1930 havia seis diferentes entidades assistenciais na comunidade que ofereciam todo o apoio necessário aos imigrantes, desde a chegada no porto, assistência a mulheres grávidas, até mesmo um aporte capital para começar um trabalho, em geral mascatear mercadorias. A vida comunitária se desenvolvia também em torno da sinagoga, dos clubes sociais, esportivos e culturais, de movimentos políticos e uma imprensa ativa. Muitos imigrantes judeus urbanos trabalharam como mascates, mas também como artesãos e comerciantes; outros se tornaram industriais em ramos como o têxtil e o de móveis. Mais tarde, a partir dos anos 1960, uma significativa parcela passou a exercer atividades de profissionais liberais, como médicos, administradores, engenheiros, professores universitários, jornalistas, editores, psicólogos e demais profissões. No Brasil, as mulheres têm sido muito ativas na comunidade, em instituições como a Wizo e a Na’amat Pioneiras, fundando e dirigindo entidades assistenciais, que protegiam as mulheres e as crianças, e como voluntárias na área assistencial, como no caso do Departamento de Voluntárias do Hospital Israelita Albert Einstein. Em São Paulo, em 1946, foi fundada Federação Israelita do Estado de São Paulo, para organizar a imigração do pós-guerra dos judeus refugiados na Europa para o Brasil. Até as décadas de 1950-60, a vida judaica de São Paulo se concentrava no bairro do Bom Retiro. A comunidade vivia e trabalhava lá. Os movimentos juvenis Dror, Shomer Hatzair, Ichud habonim, escolas, Chevra Kadisha, todas as associações beneficentes, a cooperativa de crédito popular e incontáveis sinagogas se espalhavam pelas ruas do bairro. Os judeus sírios e libaneses, ou "turcos", que estabeleceram seus negócios na região da rua 25 de Março, conviveram ali com seus conterrâneos cristãos por longas décadas. Higienópolis é hoje o bairro com maior população judaica. O bairro dispõe de 11 sinagogas, cinco escolas judaicas, restaurantes, inclusive um de culinária japonesa, serviços de catering, açougues, padaria e mercearias de produtos kasher, uma editora e livraria judaica. Encontramos em Higienópolis a maior variedade de etnias judaicas em São Paulo. Em dois séculos de imigração, o judeu encontrou seu lugar, aprendeu a língua, construiu um lar para sua família, progrediu economicamente, se integrou à cultura brasileira e, de geração em geração, incorporou as causas e as questões nacionais.
Não se aplica.
Não se aplica.
O evento é realizado em Praça Pública com acesso a todos os tipos de público. FESTIVAL/APRESENTAÇÕES Faremos cartaz com a programação em braile. Tradutora em libras estará presente no dia do evento para atender o público com esta necessidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL/PALESTRA Haverá tradutora em libras para atender o público com esta necessidade. Folder sobre a palestra em braile.
O Festival tem entrada gratuita. Os produtos que serão vendidos são de receita dos expositores e não da Federação. Em atendimento ao artigo 21 da IN 02, estamos atendendo aos seguintes incisos: I -doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
A Federação é reponsável por toda a coordenação geral do projeto, gestão e administração financeira, apesar de não ser remunerada pelo projeto. Jairo Charak Roizen – Diretor geral– CPF: 304.897.348-63 – 37 anos, formado em Comunicação em Multimeios pela PUC-SP. Foi assessor de comunicação da prefeitura de São Paulo entre 2002 e 2004, e atualmente é assessor executivo da Federação Israelita do Estado de São Paulo. Também é o gerente de comunicação da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, responsável pela organização dos desfiles das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi. Henry Gherson – Produtor Executivo - CPF: 406.043.618-66 – 27 anos, formado em Propaganda e Marketing pelo Makenzie, atualmente é assessor executivo da Federação Israelita do Estado de São Paulo e foi o produtor executivo da edição 2018 do Fest Shalom.
PROJETO ARQUIVADO.