| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 62418140000131 | Intrag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda | 1900-01-01 | R$ 205,0 mil |
| 33311713000125 | Itaú Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A | 1900-01-01 | R$ 168,0 mil |
| 09650927000141 | RELAT - Laticínios Renner S.A. | 1900-01-01 | R$ 162,6 mil |
| 05324072000108 | DORF KETAL BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 91,7 mil |
| 92816560000137 | BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| ***965350** | Elisa Regina Herrmann | 1900-01-01 | R$ 14,0 mil |
| ***233600** | Athea Maria Geidel Heidrich | 1900-01-01 | R$ 8,0 mil |
| ***770840** | JANICE DORNELLES DE CASTRO | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***544810** | Achyles Barcelos da Costa | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
| ***777830** | DENIS GIESCH UTZIG | 1900-01-01 | R$ 2,5 mil |
| ***485678** | José Vicente Tavares dos Santos | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***093070** | RAFAEL MARTINS COSTA VIANNA | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***684670** | RUMI REGINA KUBO | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***688860** | ANDRE MOREIRA CUNHA | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***965610** | HENRIQUE BOCHENEK STELLA | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***266280** | JAQUELINE JOSI SAMA RODRIGUES | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| ***585890** | CARLA NUBIA PEREIRA ELMIR | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***059410** | Eliane Maria Severo Gonçalves | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***957650** | ANA CLAUDIA SANTA HELENA PEREIRA | 1900-01-01 | R$ 1,3 mil |
| ***890570** | CASSIO DA SILVA CALVETE | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***772230** | RODRIGO MOREM DA COSTA | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***396740** | RICARDO LEMOS VIANNA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***123140** | ROGERIO ALVES RIOS | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***468050** | SERGIO ROBERTO KAPRON | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***140460** | SERGIO MARLEY MODESTO MONTEIRO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***244800** | MARIA DE LURDES FURNO DA SILVA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***417320** | PAULA VITORIA ZIMMERMANN DE JESUS | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***674100** | MARIA BEATRIZ OSORIO STUMPF | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***085100** | WENDY BEATRIZ WITT HADDAD CARRARO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***726020** | THIAGO SEIXAS ALVES | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***544917** | FERNANDO FERRARI FILHO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***727600** | Paulo Dabdab Waquil | 1900-01-01 | R$ 800,00 |
| ***206450** | AMANDA ANGELICA GONZALES CARDOSO | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***463490** | ALEXANDRE FOGACA DAMO | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***456600** | Fabio Kessler Dal Soglio | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***858920** | VANIA MAHL SELBACH | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***693870** | ROSEMARY GELATTI | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***614700** | Ana Lúcia Pazinatto | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***572330** | RICARDO CASTRO DIESEL | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
| ***953580** | VINICIUS CASSOL DA SILVEIRA MACHADO | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
| ***362780** | Miriam Pecis | 1900-01-01 | R$ 250,00 |
| ***810200** | HENRIQUE DE ABREU GRAZZIOTIN | 1900-01-01 | R$ 250,00 |
| ***012170** | José Roberto Iglesias | 1900-01-01 | R$ 250,00 |
| ***357889** | MARCIA REGINA GODOY | 1900-01-01 | R$ 200,00 |
| ***915090** | DANIEL VINICIUS DA SILVA | 1900-01-01 | R$ 200,00 |
| ***061258** | MARCELO MILAN | 1900-01-01 | R$ 200,00 |
| ***493440** | RAFAELA ELMIR FIOREZE | 1900-01-01 | R$ 172,00 |
| ***517270** | MARCIA BIANCHI | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
| ***442610** | EDUARDO NUNES DE OLIVEIRA | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
| ***300610** | MARCELO ANTONIO CONTERATO | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
| ***566020** | CARLOS VIEGAS NETO | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
| ***491210** | CRISTINA PEREIRA VIECELI | 1900-01-01 | R$ 50,00 |
| ***508781** | LUCAS DOS REIS VILAS BOAS | 1900-01-01 | R$ 40,00 |
| ***899560** | RAFAELA REMIAO PERES | 1900-01-01 | R$ 2,00 |
| ***248110** | MARCELO AGUIAR COELHO DE SOUZA | 1900-01-01 | R$ 1,00 |
Considerando a sua função sociocultural e educativa, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em conjunto com a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS), por meio do Projeto Resgate do Patrimônio Histórico e Cultural, desde 1999, vem desenvolvendo ações no sentido de recuperar, preservar e disponibilizar o uso do conjunto das edificações que constituem as sedes dos primeiros cursos que originaram a instituição. Partindo de tais concepções, a presente proposta cultural trata da restauração do auditório de eventos do prédio da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade, edificação modernista, construída para abrigar o primeiro curso voltado para esta área no Rio Grande do Sul, criado em 1909.
Não se aplica
Objetivos Específicos A reforma do Auditório Professor Francisco Machado Carrion, da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, requalificará o espaço deste patrimônio histórico o adequando às normas vigentes de acessibilidade universal e de segurança. Da mesma forma, serão realizadas atividades paralelas e desenvolvidos produtos culturais relacionados com a temática do patrimônio e do prédio histórico da FCE. - Reformar o auditório do prédio da Faculdade de Ciências Econômicas garantindo acesso Universal as suas dependências; - Adequar o espaço às normas de segurança vigentes; - Garantir o conforto dos frequentadores através de medidas como o ajuste de inclinação da plateia e a modernização do sistema térmico; - Produzir um pequeno espaço de memória sobre o histórico do prédio da Faculdade de Ciências Econômicas; - Produzir uma peça audiovisual retratando o histórico do prédio, mostrando o seu incêndio e os esforços de reconstrução; - Realizar um seminário no auditório sobre patrimônio histórico e cultural; - Realizar visita guiada pelo prédio da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS. Objetivos Gerais - Estimular a realização de eventos educativos e socioculturais nas dependências dos prédios históricos da UFRGS; - Preservar um bem material público, patrimônio cultural e histórico do município; - Permitir a toda a sociedade o pleno usufruto do bem histórico e cultural; - Democratizar o acesso ao espaço público; - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - Fortalecer o sentimento de pertencimento e formação identitária.
A UFRGS não tem medido esforços para reafirmar sua identidade como patrimônio de toda a sociedade rio-grandense. Na luta para manter esta memória viva, é que se justifica o pedido de financiamento, via Mecenato, para alavancar a obra de reforma do auditório do Prédio da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade. O prédio da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS é um bem inventariado pelo Patrimônio Cultural de Bens Imóveis de Porto Alegre (EPAHC) na classificação estruturação (DO POA 07/03/2008) e também está protegido como área de entorno envolvendo bens tombados, conforme PORTARIA Nº 479, DE 15 DE OUTUBRO DE 2013, que "dispõe sobre a delimitação da área de entorno da Faculdade de Direito e do Observatório Astronômico, bens objeto de tombamento federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional IPHAN e que integram o Campus Universitário Central da Universidade Federal do Rio Grande do SUL _ UFRGS". Dessa forma, o presente projeto vai ao encontro das seguintes finalidades dispostas no artigo 1º da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Para se traçar a história do prédio da Faculdade de Ciências econômicas da UFRGS, é necessário resgatar a memória da antiga sede do Instituto Ginasial Julio de Castilhos, construída entre 1909 e 1910 a partir do projeto do engenheiro e professor Manoel de Assumpção Itaqui. Em estilo eclético, com influências arquitetônicas da renascença alemã e do art noveau, a edificação foi uma das mais notórias obras de Itaqui. O Instituto nasceu vinculado à Escola de Engenharia de Porto Alegre e até a construção do prédio próprio, na Av. João Pessoa, funcionou nos porões da própria Escola de Engenharia. A instituição oferecia cursos primário e ginasial e incluía em seu currículo artes manuais e instrução militar. Nesse momento, o objetivo da Escola seria "preparar os meninos para a vida prática dando-lhes tal educação que os habilite a seguir a carreira que preferirem, com conhecimentos sólidos e práticos (...)" (HEINZ, 2009). Foi justamente nas dependências do prédio que, em 1941, o folclorista, compositor e radialista, Paixão Côrtes, e o escritor e historiador Barbosa Lessa, a época alunos vindos do interior do estado para estudar no Julinho, iniciaram o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), que legou a assimilação do folclore autocone da região sul ao cotidiano dos meios urbanos ao resgatar, proteger e difundir práticas culturais típicas. O primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG), o CTG 35, iniciou como um departamento tradicionalista dentro do Colégio, encabeçado pelo estudante Paixão Côrtes. Devido a excelência no ensino, o colégio Julio de Castilhos formou ao longo dos anos diversos intelectuais, como por exemplo, o escritor e médico Moacyr Scliar e os jornalistas Flávio Tavares e Lauro Hagemann entre outros nomes de destaque. Na madrugada de 15 de novembro de 1951 desencadeou-se um grande incêndio que destruiu significativamente a sede do instituto, que, algum tempo depois, foi transferido para outro local na mesma Avenida João Pessoa, onde se encontra até o momento. Imediatamente, deu-se início a reconstrução do prédio com novo projeto, destinado aos cursos da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, que já funcionava, desde 26 de novembro de 1909, anexa à Faculdade Livre de Direito _ prédio ao lado da edificação incendiada. Para reconstrução do prédio passa-se a analisar os elementos remanescentes da edificação destruída. Então, o projeto da nova construção _ já seguindo características da arquitetura modernista _ mantém as fundações de pedra do Instituto Júlio de Castilhos. A partir das fundações, o novo edifício segue a mesma modulação e aberturas do antigo, tendo suas aberturas coincidentes nas fachadas frontal e lateral, bem como algumas aberturas internas do pavimento térreo. O novo prédio segue a mesma modulação e proporções do anterior, sendo perceptível a repetição do padrão volumétrico, composto por três volumes principais, sendo o central mais destacado que os demais; a escadaria principal do novo edifício é formalmente semelhante à antiga, com posicionamento entre pilares, inclinações e localização dos patamares idênticos; e, por fim, foi mantido um dos pilares do gradil ao redor do prédio. Em 26 de novembro de 1953, é então inaugurada a nova sede da FCE e iniciada a obra de construção do seu auditório, finalizado em 1957. O auditório da FCE surge como um espaço dedicado a atividades voltadas à comunidade interna e externa à Universidade. Em 1986/1987, o auditório passou por uma reforma, na qual as cadeiras de madeira com assento rebatível foram trocadas por poltronas que haviam sido retiradas durante a reforma do Salão de Atos da Reitoria. Em 1989, durante a celebração dos 80 anos da Faculdade de Ciências Econômicas, o espaço recebeu uma placa na qual passou a ter a denominação de Auditório Professor Francisco Machado Carrion, em homenagem ao professor e diretor já falecido. Portanto, desde sua concepção o auditório mantém sua finalidade original preservada, funcionando como espaço plural de disseminação do conhecimento. As atividades, voltadas para diferentes públicos, são cada vez mais frequentes e diversificadas, necessitando de uma recuperação do espaço e sua adaptação às normas vigentes de acessibilidade universal e às medidas de prevenção contra incêndio. Entre os inúmeros eventos abrigados no espaço, destaca-se o UFRGS Mundi, tradicionalmente organizado e situado na FCE. Anualmente, o projeto de extensão, organizado por alunos de diversos cursos de graduação da UFRGS, cria um Modelo de Simulações das Nações Unidas voltado para estudantes e professores de Escolas de Ensino Médio. Os participantes formam delegações (grupos) e são estimulados a discutirem sobre temas importantes da atualidade mundial; a trocarem experiências e refletirem sobre uma realidade mais justa e possível. Atividades como as dos cursos de extensão organizados pelo Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura (NECCULT), vinculado à FCE, também costumam utilizar a estrutura do Auditório Professor Francisco Machado Carrion, que possibilitou a vinda de palestrantes nacionais e internacionais especialistas nas áreas da cultura. Também vale lembrar que o primeiro Fórum Mundial Social, sediado em Porto Alegre em 2001, foi outro evento marcante com atividades ocorridas no Auditório da FCE. Portanto, levando em consideração o histórico deste prédio modernista de espectro centenário, a gama de atividades nele realizadas e sua identificação com diversas pessoas e com a cidade de Porto Alegre, a reforma do seu auditório de eventos vem para contribuir e proporcionar a todos o livre acesso à cultura e à educação; sendo a Lei Rouanet o mecanismo adequado para a realização deste projeto.
Serão ampliadas as rampas de acesso ao Auditório Professor Francisco Machado Carrion, instalada poltronas para obesos e espaços para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes – junto com a modernização das sinalizações e a instalação de piso tátil – em atendimento às normas segundo a ABNT NBR 9050, atualizada em 2015. A instalação de um sistema de iluminação de emergência e especificação de revestimentos (piso, parede, forro, poltronas) que atendam às normas vigentes de prevenção contra incêndio, são algumas das ações que garantirão a segurança do público e do espaço. Outras medidas como o ajuste da inclinação da plateia e modernização do sistema térmico irão garantir o conforto dos frequentadores. IMPACTO AMBIENTAL Exigência das empresas participantes da obra do Programa de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC), atendendo ao previsto na legislação vigente. Desse modo, os resíduos da execução do projeto serão reciclados, reutilizados ou descartados da maneira correta, buscando-se assim a não-degradação do meio-ambiente.
O projeto de reforma do auditório do prédio da Faculdade Ciências Econômicas da UFRGS garantirá acessibilidade universal ao local. Serão garantidos espaços para cadeirantes e poltronas para obesos, bem como rampas de acesso, piso tátil e sinalização em braile.
O evento de inauguração será divulgado amplamente e aberto ao público permitindo a captação e divulgação de imagens de todas emissoras de TV e do público geral. As imagens e os materiais produzidos pela UFRGS serão disponibilizados nos meios de comunicação da Universidade.(Art. 21, incisos III e IV) O breve documentário sobre o histórico do prédio também será disponibilizado na internet, podendo ser replicado gratuitamente por qualquer um que tenha interesse.(Art. 21, inciso III) Da mesma forma, será permitida a livre captação e divulgação de imagens do seminário sobre patrimônio histórico. O evento será gratuito e aberto ao público.(Art. 21, incisos III e IV) Será realizada uma visita guiada teatralizada pelo prédio histórico da FCE para alunos de escolas da rede pública com a previsão de transporte gratuito.(Art. 21, incisos II e VII) Para o Seminária sobre Patrimônio Histórico, previsto como produto secundário, será estimulada a presença e participação de professores e alunos do ensino médio de escolas da rede pública.
Diretor-Presidente da FAURGS – Proponente do Projeto Professor Sérgio Nicolaiewsky – Professor da UFRGS Superintendente de Infraestrutura da UFRGS – SUINFRA Edy Isaias Junior – Servidor da UFRGS Vice-Superintendente de Infraestrutura da UFRGS – SUINFRA Camila Simonetti - Servidora UFRGS Chefe do Setor de Patrimônio Histórico da UFRGS Rafaela Remião Peres da Silva – Servidora da UFRGS Captação Rafaela Remião Peres da Silva – Administradora, com MBA em Gestão Pública, chefe do Setor de Patrimônio Histórico da UFRGS (Servidora UFRGS). Marcelo Aguiar Coelho de Souza – Produtor Cultural, graduado em Jornalismo pela PUCRS, ex servidor do Ministério da Cultura (MinC), com quatro anos de experiência em agências de comunicação e marketing e atuação em projetos culturais (Servidor UFRGS). Comunicação Marcelo Aguiar Coelho de Souza – Produtor Cultural, graduado em Jornalismo pela PUCRS, ex servidor do Ministério da Cultura (MinC), com quatro anos de experiência em comunicação na área de Patrimônio Cultural. Apresenta o programa Momento do Patrimônio veiculado pela Rádio da Universidade, 1080AM, e coordena a comunicação do SPH. (Servidor UFRGS). Documentação Renata Manara Tonioli – Arquiteta, mestre em Arquitetura pelo PROPAR-UFRGS, com cinco anos de experiência em registro documental na área de Patrimônio Cultural (Servidora UFRGS). Educação Patrimonial Diego Speggiorin Devincenzi – Assistente em Administração, doutorando em História pelo PPGH-UFRGS, com cinco anos de experiência em ações educativas na área de Patrimônio Cultural (Servidor UFRGS). Marcelo Aguiar Coelho de Souza – Produtor Cultural, graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela PUCRS e especialização em Gestão Cultural (Servidor UFRGS). Projetos Ana Lúcia Richter Dreyer – Arquiteta e Urbanista graduada pela UFRGS, possui mestrado em Planejamento Urbano e Regional, na Linha de Pesquisa Infraestrutura Urbana e Ambiental pelo PROPUR/UFRGS. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projetos da Edificação. Profissional Acreditado LEED AP (Ledership Environmental and Energetic Design) pelo USGBC (United States Green Building Council) Renata Manara Tonioli – Arquiteta e Urbanista, mestre em Arquitetura pelo PROPAR-UFRGS, com cinco anos de experiência em projetos de restauro na área de Patrimônio Cultural (Servidora UFRGS). Igara César de Miranda Paquola – Arquiteto e Urbanista, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela USP, com seis anos de experiência em projetos de restauro na área de Patrimônio Cultural (Servidor UFRGS). Obras Luiz Francisco Perrone – Arquiteto e Urbanista, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS, com dezessete anos de experiência em obras de restauro na área de Patrimônio Cultural (Servidor UFRGS). Camila Mokwa Zanini – Arquiteta e Urbanista, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS, mestre em engenharia civil pelo Núcleo Orientado para Inovação da Edificação - NORIE/ PPGEC/ UFRGS, trabalhou com manutenção de prédios históricos da UFRGS (Servidora UFRGS). Virgínia de Lima Fernandes – Engenheira Civil, especialista em Segurança do Trabalho pela PUCRS, com cinco anos de experiência em obras de restauro na área de Patrimônio Cultural (Servidora UFRGS). Gerenciamento fianceiro e prestação de contas Setor de Projetos FAURGS
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.