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PRONAC 191771Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

PALCO no ComViver - musica, teatro e dança

Instituto ComViver
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 2,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

1.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-08-27
Término
2022-12-31
Locais de realização (2)
Cotia São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O Projeto PALCO no ComViver compõe-se de aulas de arte em diferentes modalidades - música, teatro, dança para crianças, adolescentes e ao final mostras culturais dos alunos participantes, para a comunidade local onde será realizado o Projeto e o público em geral. Além das aulas, há a proposta dos participantes visitarem teatros, museus e equipamentos culturais diversos como complemento às aulas e como acesso aos bens culturais da cidade e arredores. As aulas serão realizadas espaços propripos do Instituto, e ou em escolas públicas, ou organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, parceiras do Instituto ComViver. Estão dirigidas a um público em situação de vulnerabilidade social locais pouco privilegiados ou com nenhum equipamento cultural.

Sinopse

SINOPSE São realizadas apresentações pontuais de teatro, dança e música ao longo do Projeto, culminando, no final, em um Espetáculo Artístico com integração de todas as linguagens artísticas do projeto (música, teatro e dança) realizada no final do Projeto O tema norteador será definido em aula entre os professores e alunos. Serão apresentações curtas de aproximadamente 20 (vinte) minutos cada uma no caso de dança e música, 60 (sessenta) minutos, aproximadamente, no caso do teatro, realizadas no mesmo espaço das apresentações (uma escola pública e ou espaço público nas comunidades que receberão o Projeto). IMPACTO AMBIENTALEste projeto não oferece impacto ambiental. Mesmo assim, haverá atenção no preparo e aquisição de material gráfico. impacto ambiental. Mesmo assim, haverá atenção no preparo e aquisição de material gráfico.

Objetivos

OBJETIVO GERAL DO PROJETO PALCO NO COMVIVER _ MUSICA TEATRO E DANÇA tem como objetivo promover e ampliar o acesso à arte, os horizontes de vida, as possibilidades de escolhas, oportunidades e perspectiva de futuro de crianças e jovens situação de vulnerabilidade social, de modo a atuarem como cidadãos, em seu contexto social. Atua em rede, em parceria com escolas públicas e organizações da sociedade civil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Promover espaço de criação artística voltada para o fortalecimento da identidade, memórias e projetos de vida; - Realizar espetáculo teatral para e nas comunidades atendidas para valorização e reconhecimento de suas histórias, suas memórias e suas potências artísticas. · - Promover saídas pedagógicas e passeios para equipamentos culturais diversos (museus, eventos, peças de teatro, shows, parques). - Realizar um diálogo aberto a estudantes da rede pública de ensino e a seus professores sobre a importância do acesso irrestrito a cultura O Projeto Palco no ComViver propõe aulas de: - Música: musicalização - Artes Corporais: dança/ corpo e movimento, - Artes Cênicas: teatro, As atividades ocorrerão de uma a duas vezes por semana, no período de 11 meses, com duração de uma a quatro horas/dia, acompanhados por profissional da área escolhida: arte-educadores e coordenadores, com monitoramento e avaliação trimestral. Além das aulas regulares haverá a programação de dois passeios culturais, saídas pedagógicas, além de apresentações/encontros com familiares e público em geral ao longo do processo. Baseadas nas várias modalidades culturais a serem apresentadas, o PROJETO PALCO NO COMVIVER desenvolve atividades de diferentes linguagens de maneira acolhedora para que a transformação seja efetiva onde haja além do conhecimento cultural efetivo, o fortalecimento de valores como autoestima, autoconfiança e a relação com o outro com qualidade. Ainda neste caminho, o PROJETO PALCO NO COMVIVER pretende com base no envolvimento de ações culturais aqui propostas, desenvolver a consciência de pertencer à cidade e ter confiança para poder explorar seus recursos e equipamentos culturais ampliando seu panorama cultural. As atividades são semanais têm como objetivo alcançar um público direto de aproximadamente 25 crianças e adolescentes por oficina, totalizando 6 turmas. Haverá quatro professores subdivididos da seguinte forma: Um Educadores de musicalização - 2 turmas, com 25 participantes em cada uma, total de 50 participantes Dois Educadores de iniciação teatral - 2 turmas, com 25 participantes em cada uma, total de 50 participantes; Um Educador de dança/ corpo e movimento _ 2 turmas com 25 participantes em cada uma, total de 50 participantes. Cabe observar que o Projeto ocorrerá em duas unidades do Estado de São Paulo. Público Alvo: Para o Produto Principal: Crianças e adolescentes que vivem em situação de risco e vulnerabilidade e residem nas localidades onde estão situadas as organizações sociais e escolas públicas parceiras nos locais de realização. Faixas Etárias: as atividades serão divididas em crianças e adolescentes 7 a 12 anos e 13 a 18 anos Para os Produtos Secundários: Espetáculo de Artes Cênicas: Pessoas residentes nas comunidades onde o Projeto será executado Contra Partida Social: Professores e alunos da Rede Pública de Ensino em Especial das Escolas Parceiras. Número de Pessoas Impactadas: 1690 pessoas, sendo: - 150 pessoas em aulas semanais - 1240 pessoas em apresentações dos alunos divididos entre os locais de realização (Espetáculo de Artes Cênicas) - 300 pessoas em ação de Contrapartida Social, composta de 100% de alunos da rede pública de ensino e seus professores.

Justificativa

Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei nº 8.313/91, o presente projeto se enquadra nos incisos: I - contribuindo para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercícios dos direitos culturais, VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e XI _ priorizar o produto cultural originário no pais. Propomos, ainda o enquadramento art 3º da mesma Lei, inciso: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Bem como no Projeto se embasa no ECA _ Estatuto da Criança e do Adolescente (1997) que define crianças e adolescentes como sujeitos demandantes de proteção integral. O artigo 53º deste Estatuto mostra que toda criança e todo adolescente têm direito a uma educação que os prepare para seu desenvolvimento pleno, para a vida com uma perspectiva cidadã e que os qualifiquem para o mundo do trabalho. Também traz o conceito de educação integral no artigo 59º, que determina que os Municípios, Estados e União devem facilitar o acesso das crianças e adolescentes a espaços culturais, esportivos e de lazer. De acordo com a professora doutora Nathalia Botura de Paula Ferreira, da UNESP, em seu artigo "As artes na educação integral: Uma apreciação histórico‐crítica", a educação integral das novas gerações só é possível tomando‐se por base a socialização daquilo que exista de mais desenvolvido nos campos da arte, da ciência e da filosofia. Jyoti Hosagrahar, diretora da divisão de Criatividade no Setor de cultura da UNESCO, em seu ensaio "Cultura: no coração dos ODS" afirma que: "Intervenções para o desenvolvimento urbano em áreas tais como a do ODS 3: "assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas e todos, em todas as idades"; e do ODS 4 : "assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos"; são mais efetivas quando respondem ao contexto cultural e às peculiaridades de um local ou comunidade. A cultura é percebida especificamente na Meta 4.7 (ODS 4), que pede por uma educação que promova a cultura de paz e não violência, a valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável." O desenvolvimento do Projeto Palco no ComViver justifica-se a sua atuação nas áreas periféricas da Cidade de São Paulo (região do Butantã) e no município de Cotia ( região do Parque Miguel Mirizola) porque segundo a pesquisa, " IDH e a Dinâmica Intraurbana na Cidade de São Paulo" de André de Freitas Gonçalves Marcos Toyotoshi Maeda, para o IPEA. Ao analisarem os dados, População segundo faixas de desenvolvimento na dimensão Educação _ município de São Paulo (2010), considerando sua distribuição no território, é possível observar as disparidades visíveis entre a região periférica e central da cidade. O processo de urbanização acabou levando pessoas mais carentes cada vez mais a ocupar áreas distantes do centro, o espraiamento deu-se ao ponto de criarmos uma grande conturbação urbana dando origem a Região Metropolitana de São Paulo. Os municípios vizinhos a essas áreas de precariedade da cidade de São Paulo seguem lógica similar, pois é resultado de um mesmo processo de urbanização." Em outro diagnóstico elaborado pela SEI Consultoria (responsável: João Paulo Altenfelder) e pelo diagnóstico participativo elaborado pela Ideia.SP, Casa de Maria e Marta e Congregação Santa Cruz, juntamente com a comunidade, no projeto Plataforma dos Centros Urbanos, realizado pelo UNICEF, de 2010 a 2012. Dados dos diagnósticos: - Moradores das comunidades perifericas sentem falta de espaços de cultura e lazer, principalmente, aos finais de semana; - Ausência de Pontos de Cultura e Equipamentos Culturais Públicos nos bairros perifericos; - Aumento dos indicadores de violência junto aos segmentos de adolescentes e jovens; Um dos grandes desafios das organizações da sociedade civil que atendam crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social é a implementação de estratégias que permitam aos beneficiários o acesso à cultura, arte e suas diferentes linguagens de forma que as atividades possibilitem efetivamente o desenvolvimento pessoal e a integração saudável na sociedade.

Estratégia de execução

Metodologias específicas: Música: Exploração de diferentes estruturas sonoras; Exercícios de improvisação, composição, interpretação, e exploração de diversas possibilidades, meios e materiais sonoros, utilizando conhecimentos da linguagem musical, comunicando-se e expressando-se musicalmente; audição de músicas que apresentem diferentes paisagens sonoras; elaboração e leitura de trechos simples de música grafados de modo convencional e/ou não-convencional, que registrem: altura, duração, intensidade, timbre, textura e silêncio, procurando desenvolver a leitura musical e valorizar processos pessoais e grupais; exercícios de apreciação significativa em música: escuta, envolvimento e compreensão da linguagem musical. Teatro: processo de investigação próprio ao teatro com os processos de imitação e simbolização; observação de gestos e atitudes no meio ambiente e de possibilidades do espaço; estímulo para liberdade e diversidade de construções; integração entre a produção e a apreciação artística; propostas de jogos que ajudem os/as estudantes a familiarizarem-se com a linguagem do palco e com os desafios da presença em cena; leitura de diferentes textos, explorando elementos tais como ritmos, pontuações, acentuações; improvisações com os elementos da linguagem teatral e uma grande diversidade de estímulos e provocações; pesquisa e otimização dos recursos materiais disponíveis na própria escola e na comunidade para a atividade teatral; utilização das capacidades de expressar e criar significados no plano sensório-corporal na atividade teatral. experimentação, estudo e observação Identificação e aprofundamento dos elementos essenciais para a construção de uma cena teatral exercícios constantes de observação do universo circundante, do mundo físico e da cultura experimentação, pesquisa e criação com os elementos e recursos da linguagem teatral, como: maquiagem, máscaras, figurinos, adereços, música, cenografia, iluminação e outros; experimentação de construção de roteiros/cenas que contenham: enredo/história/conflito dramático, personagens/ diálogo, local e ação dramática definidos; experimentação na adaptação em roteiros de: histórias, notícias, contos, fatos históricos, mitos, narrativas populares em diversos períodos históricos e da contemporaneidade; Dança: escuta do que os/as estudantes têm a dizer sobre seus corpos, sobre o que dançam e/ou gostariam de dançar; exercícios de observação atenta das escolhas de movimento e como eles são articulados em suas criações de dança; trabalhos de memorização e reprodução de seqüências de movimentos quer criadas pelos/as estudantes, pelo/a professor/a, quer pela tradição da dança; experimentação e diferenciação entre repertório, improvisação, composição coreográfica e apreciação, atentando para as diferentes sensações e percepções individuais e coletivas que ocorrem nos quatro processos; experimentação, investigação e utilização de diferentes estímulos para improvisação propostas que proporcionem momentos de pesquisa individual e coletiva para elaboração dos processos criativos e de discussões e articulações orientações didáticas que estejam comprometidas com a realidade sociocultural brasileira e com valores éticos e morais que permitam a construção de uma cidadania plena e satisfatória. Conteúdos a serem ministrados nas três linguagens: Apresentação das diferentes linguagens artísticas como expressão e comunicação dos indivíduos; experimentação e apresentação dos elementos básicos das diferentes linguagens artísticas, técnicas, materiais e procedimentos na criação em arte; Apreciação da diversidade das formas de arte e concepções estéticas da cultura regional, nacional e internacional: produções e suas histórias; Conteúdos específicos: Música: relações entre os jovens, as máquinas e os sons; apreciação de músicas do meio sociocultural dos/das estudantes e do conhecimento musical construído pela humanidade em diferentes períodos históricos e espaços geográficos; ecologia acústica, poluição sonora, criação musical escuta atenta, crítica e questionadora dos sons do meio ambiente conexão ao imaginário e à fantasia nos processos de criação estudos sobre paisagem sonora progressivo desenvolvimento musical, rítmico, melódico, harmônico, tímbrico, nos processos de improvisação, composição, interpretação e apreciação; percepção auditiva e a memória musical discussão e reflexão sobre as preferências musicais pesquisa, exploração, improviso, composição e interpretação de sons de diversas naturezas e procedências, registros sonoros, convencionais ou não manifestações pessoais de ideias e sentimentos sugeridos pela escuta musical apreciação de músicas do próprio meio sociocultural discussões e reflexões sobre a música que o/a estudante consome considerações e comparações sobre usos e funções da música no cotidiano compreensão da música como produto cultural e histórico; conhecimento e adoção de atitudes de respeito diante das músicas produzidas por diferentes culturas Teatro: busca por soluções criativas e imaginativas na construção de cenas; afinamento da percepção sobre si próprio/a e sobre situações do cotidiano; compartilhamento de descobertas, ideias, sentimentos, atitudes, ampliação da capacidade de dialogar, da negociação, da tolerância, e da convivência com a ambiguidade; estabelecimento de relações de trabalho com os pares confronto entre o texto e os gestos que nascem nas cenas; pesquisas sobre história do teatro, encenação, dramaturgia, cenografia, sonoplastia e iluminação; propostas de narrativas aproximação de uma compreensão do teatro em suas dimensões artística, estética, histórica, social e antropológica; aproximação de uma compreensão da organização dos papéis sociais busca por uma construção de vocabulário apropriado para a apreciação e caracterização dos próprios trabalhos, estabelecimento de relações de respeito, compromisso e reciprocidade com o próprio trabalho e com o trabalho de colegas; construção de elementos para improvisação e atuação nas situações de jogos, explorando as capacidades do corpo e da voz; construção de sínteses das observações que realiza no cotidiano, manifestando-as por meio de gestos no jogo teatral; escrita ou adaptação, individual ou coletiva, de roteiros simples. Dança: Percepção das relações entre os diferentes estímulos utilizados nas composições e os diversos significados articulados e veiculados nas danças criadas; dentificação da relação/necessidade de “ajuste”, cooperação e respeito entre as escolhas individuais e as relações grupais em sala de aula que ocorrem nos diferentes processos do fazer e apreciar da dança; conhecimento dos dançarinos/coreógrafos e grupos de dança brasileiros e estrangeiros Reflexão sobre o papel do corpo na dança em suas diversas manifestações artísticas; saber mover-se com consciência, desenvoltura, qualidade e clareza dentro de suas possibilidades de movimento e das escolhas que faz; desenvolvimento de conhecimentos sobre as possibilidades de movimento humano desenvolvimento das possibilidades de tomada de decisões próprias na organização dos processos criativos individuais e de grupo em relação a movimentos, música, cenário e espaço cênico; conhecimento sobre princípios de condicionamento físico e elementos de consciência corporal; compreensão de relações entre corpo, dança e sociedade tomada de consciência de seus corpos e das diversas histórias, emoções, sonhos e projetos de vida construção de relações que se estabelecem entre corpo, dança, sociedade desenvolvimento de saberes específicos da dança progressivo desenvolvimento de conhecimentos sobre os princípios do movimento aprendizado da coreologia relação entre os elementos estruturais da dança gradual reconhecimento das transformações ocorridas no corpo quanto à forma, sensações, percepções, relacionando aperfeiçoamento e compreensão dos elementos do movimento

Especificação técnica

PLANO PEDAGÓGICO Valores como respeito, amizade, espírito de equipe, transparência, resiliência e cidadania são os pilares do projeto. Como princípios metodológicos: Curriculares: Educação por projetos - atividade intencional que pressupõe um objetivo que dá unidade e sentido as várias atividades trazendo para o educando a responsabilidade e autonomia ao perceber-se como corresponsável pelo projeto. Ao atuar com projetos há uma complexidade e resolução de problemas envolvidos e o objetivo central constitui um problema ou uma fonte geradora de problemas que exige uma atividade para sua resolução. O aprender ganha um sentido ampliado ao possibilitar aos alunos construírem sua autonomia e seu compromisso com o social. Por atividade Teatro Intersecção entre brincadeiras tradicionais e o conceito de jogo dramático para conduzir as atividades é a linha norteadora das aulas de iniciação teatral. Haverá investigação dos elementos formais básicos que compõem a linguagem teatral. A voz, o corpo, a conversa entre o eu e o personagem criados serão alguns pontos trabalhados pelas turmas. Construção de um relacionamento de grupo saudável, em um ambiente sem críticas pessoais, aprovações ou desaprovações, em que o coletivo seja privilegiado em detrimento do individualismo, em que os participantes sintam-se livres para experienciar e descobrir, pelo intuitivo e pelo espontâneo, a linguagem teatral. Dança - Corpo e Movimento Os principais objetivos das aulas de corpo e movimento são propiciar aos participantes vivências e experiências estéticas a partir da corporeidade, das relações entre corpo, espaço e tempo, ampliar os repertórios de cultura corporal, movimento e o conhecimento do próprio corpo, possibilitar a apreciação de diversas manifestações artísticas corporais por meio da exibição de vídeos e visitas a exposições e espetáculos, além de possibilitar diálogos acerca da cultura corporal. Musicalização Atuar na construção da sensibilização e apreciação estética, desenvolver a capacidade reflexiva, comunicativa e criativa, aprimorar a percepção musical, a coordenação motora, a expressão vocal e corporal são alguns dos principais objetivos das aulas de musicalização. A exploração do uso da voz por meio dos jogos de canções populares, casada a compreensão de todo o corpo como um grande produtor de sons e ritmos conduzirá as atividades que serão desenvolvidas ao longo do período. A construção de novos instrumentos também será um tema a ser explorado pelos participantes. Metodologia geral referente às três linguagens: A metodologia utilizada busca estimular o percurso criador de cada estudante em particular e do grupo, segundo os níveis de competência e as necessidades internas e externas de cada momento singular de criação e será concebida a partir de alguns princípios fundamentais: diversidade de linguagens, materiais, abordagens, formatos; autonomia dos/das estudantes; avaliação processual, provocando reflexão sobre passos anteriores e norteando próximos valorização da cultura local e dos conhecimentos prévios dos estudantes; aproximação aos conhecimentos construídos em diferentes momentos da história; apresentação e experimentação de materiais e técnicas diversas para ampliação do repertório; aproximação das habilidades para apreciação estética e análise crítica do patrimônio cultural artístico; respeito à diversidade de tempos e formatos de aprendizagens construção de ferramentas para que os estudantes possam produzir, compreender e analisar os próprios trabalhos; proporcionar experiências de desenvolvimento de modos intuitivos, sensíveis, interessantes, imaginativos e criadores de fazer e de pensar sobre a arte, exercitando seus modos de expressão e comunicação; preparação de ambiente planejado, provocativo, adequado, organizado (clareza visual e funcional), estimulante e acolhedor, mutável e flexível, incluindo a participação dos/as estudantes nessa proposta; apreciação de trabalhos, cenas, criações, músicas, performances de artistas, das/os colegas e deles/as mesmos/as para ampliação de repertório e de leitura de mundo, refinamento de senso estético e de olhar social e construção de elementos para elaboração de críticas construtivas sobre o trabalho próprio e alheio; incentivo à construção de disponibilidade para conviver com a incerteza e o resultado não-desejado; interesse dos/das estudantes como importante elemento constituinte das escolhas pedagógicas; reconhecimento da importância de freqüentar instituições culturais onde obras artísticas sejam apresentadas; valorização da capacidade lúdica, da flexibilidade, do espírito de investigação e de crítica como aspectos importantes da experiência artística; desenvolvimento de critérios de gosto pessoal, baseados em informações, para selecionar produções artísticas e questionar a estereotipia massificada do gosto; atenção ao direito de liberdade de expressão e preservação da própria cultura; desenvolvimento de atitudes de autoconfiança e autocrítica nas tomadas de decisões em relação às produções pessoais; valorização das diferentes formas de manifestações artísticas como meio de acesso e compreensão das diversas culturas; perguntas que favoreçam diferentes ângulos de aproximação das formas artísticas: aguçando a percepção, incentivando a curiosidade, desafiando o conhecimento prévio, aceitando a aprendizagem informal que os/as estudantes trazem e, ao mesmo tempo, oferecendo outras perspectivas de conhecimento. PROPOSTAS METODOLÓGICAS (comuns às três linguagens) Aulas teórico-práticas, exercícios de improviso e criação individual e coletiva. Aulas expositivas, leituras, exibição de filmes. Resolução de problemas. Projetos. Incentivo, construção e sistematização de percursos criadores autônomos. uso de uma diversidade de instrumentos de registro e avaliação. Construção de portfólios (que podem ser feitos em diferentes formatos e linguagens). Uso de diferentes fontes de pesquisa ( imagens, textos que falem sobre a vida de artistas -seus modos de trabalho, a época, o local- textos críticos, textos literários, levantamento sobre artistas e artesãos locais, revistas, vídeos, áudios, manifestações artísticas da comunidade, exposições, apresentações musicais, de dança e teatrais, bem como acolhimento dos materiais trazidos pelos alunos. Conteúdo Programático Teatro: Jogos teatrais e brincadeiras tradicionais; Estudos da ação; Elementos da linguagem teatral; Expressão corporal Análise de textos Estudos da narrativa; Improvisação, Construção de personagens e de cenas Musicalização: Jogos para integração do grupo/expressão corporal e musicais de ritmo e exploração vocal; Exploração Sonora ; Brincadeiras cantadas; Levada Pop (percussão corporal), do samba, do baião, Exploração vocal (timbre e ressonância) e Sonora - ouvindo os sons do local (Criação de registros visuais) Corpo e Movimento: Peso e contrapeso, Apoios, Exploração do movimento: do corpo, Improvisação, Dança desenho, A palavra como estímulo para o movimento, Construção de frases coreográficas Material didático a ser utilizados: Música: Instrumentos musicais diversos. Materiais para aquecimento ou que produzem som, por exemplo: conduit, bambu, bolinhas, caixas de fósforo. Caixa de som, computador e Datashow. Teatro: tecidos diversos, baú com figurinos. Materiais de pesquisa e inspiração tais como jornais, revistas, internet e obras literárias(textos teatrais, romances, contos, poemas, quadrinhas, trava-línguas). Materiais de aquecimento: bambolê, tapete, bambus, bolinhas de tênis e fisioterapia, espelho, vendas. Caixa de som, computador e Datashow. Dança: Tecidos diversos. Materiais de aquecimento: bambolê, tapete, bambus, bolinhas de tênis e fisioterapia, espelho, varetas de madeira. Materiais de pesquisa e inspiração tais como jornais, revistas, internet e obras literárias(textos teatrais, romances, contos, poemas, quadrinhas, trava-línguas). Caixa de som, computador e Datashow.

Acessibilidade

Serão proporcionadas medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146/2015 Para o Produto Oficinas: Serão realizadas nas escolas públicas parceiras e/ou espaços públicos onde o projeto atuará dispõe de condições de livre acesso para pessoas portadoras de deficiência como rampas, corrimões e banheiros adaptados. Se necessario for haverá intérprete de libras e descrição auditiva para deficientes visuais. As aulas, passeios culturais, saídas pedagógicas, a mostra e as palestras de formação de plateia são acessíveis a todas as deficiências. A divulgação ocorrerá com distribuição de flyers em braile nas escolas e um intérprete de libras ao lado da equipe de educadores nas escolas. No Espetáculo de Artes Cênicas: haverá intérprete de libras e descrição auditiva para deficientes visuais.

Democratização do acesso

O Projeto Palco no ComViver – teatro musica e dança, trata-se de um projeto com três planos de distribuição com público alvo principal infantil e infanto-juvenil ( art. 21, inc VII) : Curso/oficina/ Estágio nas modalidades de teatro música e dança onde a formação, ou seja oferecer bolsas de estudos para alunos da rede pública de ensino ( art. 21, inc VI). Cabe observar que todas as vagas dos cursos serão 100% gratuitas. Os transportes para as saídas culturais aos espaços de cultura programados serão 100% gratuito a todos os participantes com 100% de acessibilidade ( art. 21, inc. II) Espetáculo de Artes Cênicas: Todas as atividades são totalmente gratuitas, como os ensaios abertos e as apresentações. Sendo que será amplamente permitido e transmitido pelas redes sociais a gravação ao vivo dos ensaios abertos e do espetáculo (art. 21, inc III e IV) Ficando disponível pela rede social (facebook e instagram) do Instituto ComViver https://www.facebook.com/comviverinstituto/ e @instittuto_comviver) e terão registro em fotos que também serão disponibilizadas nas redes sociais do Projeto Palco no ComViver. O vídeo elaborado com a transmissão do evento também será disponibilizado ao público em geral via canal no Youtube. Contrapartida Social No primeiro e segundo semestre do Projeto acontecerá duas palestras totalmente gratuita ( formativas com os temas “A Arte e a Cultura como meio da Transformação Social” e “A Importância da Arte e da Cultura no cotidiano”, respectivamente em duas escolas públicas para alunos e professores das escolas públicas (Art. 21, inc V, e art. 22 §§ 1 e 2) Além disso a divulgação do período de inscrição para as atividades culturais e os espetáculos serão feitos em flyers com descrição em braile

Ficha técnica

Coordenadora de Projetos O Proponente será responsável e remunerado pela função de Coordenador de Projetos, irá realizar todo o planejamento e execução do mesmo de acordo com a proposta apresentada e seu cronograma. Será responsável por toda a equipe de pessoas envolvidas no projeto, pela organização dos recursos financeiros e materiais, juntamente com os demais Coordenadores. Atuará nas fases de pré-produção, produção e prestação de contas, bem como a avaliação de resultados. MARCELI AUGUSTA CESAR CERESER ALVES - Advogada, Graduada pela Faculdade de Direito da Universidade de Taubaté, empreendedora social, Especialista Lato Sensu em Direitos Difusos e Coletivos, Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo; Formada em: Lab negócios sociais, Yunus Social Business Brasil; Planejamento orçamentário e financeiro, Instituto Filantropia; PMD: Certificação Internacional em Gestão de Projetos Sociais, Instituto Filantropia; Educação Continuada em Gestão em Terceiro Setor, Fundação Getúlio Vargas; Extensão Medidas Socioeducativa Faculdade liberdade assistida, FAPCOM-Faculdade de Tecnologia PAULUS de Comunicação; Educação em Direitos Humanos, PINACOTECA - Memorial da Resistência; Educação não formal, Pinacoteca do Estado de São Paulo; Extensão Direito Terceiro Setor, – Escola Superior da Advocacia - SP; Participação como palestrante no 1º Congresso Nacional de Egressos e Afins no Rio de Janeiro; Membro da Comissão Organizadora do 2º Fórum de Diálogo para Empregabilidade de Egressos e Apenados – SMDTE - PMSP; 1º Fórum Internacional de Penas e Medidas Alternativas - no Rio de Janeiro; Ex -Membro do Núcleo de Estudos de Terceiro Setor da PUC - SP; Ex-Membro da Comissão Especial de Direito à Adoção OAB-SP; com experiência profissional Coordenadora de Projetos Sociais do Instituto ComViver; ex Diretora Administrativo Financeiro do Patronato prof. Damásio de Jesus. Coordenador Cultural: Será responsável técnico de todas as fases do projeto no que se refere a formatação e execução do projeto, passando pela Pré produção, produção e execução, atuará juntamente com a Coordenação pedagógica e com o Coordenador de projeto LEANDRO OLIVA Especialista em Arte na Educação pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Graduado em Administração de Empresas, com especialização em Marketing pela Universidade Mackenzie. Tem formação em Educação Social pela PUC-SP, Gestão de Organizações da Sociedade Civil pelo IGESC/FIA/USP, Gestão de Organizações do Terceiro Setor pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mediação Cultural pelo MASP, Reeducação do Movimento pelo Método Ivaldo Bertazzo, Organização de Eventos pelo SENAC. Cursou Teatro, Dança, Música e Fotografia. Atua como gestor e educador de projetos socioculturais desde 1998. Trabalhou com as seguintes organizações sociais: Fundação Gol de Letra, Lar das Crianças, Casa de Maria e Marta, Associação Aquarela, Centro Comunitário e Creche Sinhazinha Meirelles, Instituto Reciclar, Nosso Lar, Espaço Urbano, Instituto PIVI e Centro Cultural e Profissionalizante Santa Cruz. É criador e diretor geral do Projeto Social PALCO – Projeto para Arte, Lazer, Cultura e Orientação, que atua em diferentes regiões periféricas da cidade de São Paulo. Recebeu os prêmios Aplauso Brasil de Teatro – categoria Destaque (voto do júri técnico e do público - 2016), Excelência e Qualidade Brasil, nas categorias Profissional do Ano (2015) e Responsabilidade Social (2014 e 2016), da Braslider Associação Brasileira de Liderança, Quality Brasil, segmento Projetos, chancelado pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração (2015). Membro integrante do Grupo Articulador do bairro Jaguaré e interlocutor no Projeto Plataforma dos Centros Urbanos do Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF, de 2009 a 2012. A partir desta experiência, em 2013, criou a Rede Por um Jaguaré Mais Feliz, atualmente com 18 projetos sociais, organizações e escolas públicas do Jaguaré, bairro da zona oeste da cidade de São Paulo. Como preparador corporal – Espetáculo “A Toca do Coelho”, direção de Dan Stulbach, com Maria Fernanda Cândido, Reynaldo Gianecchini, Selma Egrei e outros, estreiou em setembro/2013, no Teatro FAAP; Coreógrafo - espetáculo “A Invenção de Loren”, dir. Ana Roxo, com a Cia Delas, 2007; espetáculo “Os dois cavaleiros de Verona”, dir. Ulisses Cruz e Ricardo Rizzo, 2007, Sesc Pompéia; espetáculo “Histórias de Bruxa Boa”, dir. Júlio Ziegelmann, setembro a novembro/2005, Teatro Vivo; ; Avoar, dir. Vladimir Capella, em janeiro/95. Em TV: Programa “Por toda a minha vida – Adoniran Barbosa”, TV Globo, 2010; Novela “Vende-se um Véu de Noiva”, TV SBT, 2009; Série “Corpo em Movimento”, no Fantástico, TV Globo, 2008; Novela “Da Cor do Pecado”, TV Globo, 2004, reprisada em 2007 e 2012. Como assistente de direção - Espetáculo “Dúvida”, dir. Bruno Barreto, com Regina Braga, Dan Stulbach, Isabel Teixeira e Lena Roque, Teatro Frei Caneca, 2006; O Dia do Redentor, dir. Ariela Goldmann, com participação de Otávio Augusto, realizado em junho/julho de 2003, no SESC Copacabana; Sobre o Amor e a Amizade, dir. William Pereira, com Jairo Matos e Grace Gianoukas, setembro/outubro de 2002, no Centro Cultural Banco do Brasil; Novas Diretrizes em Tempos de Paz, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, com Tony Ramos e Dan Stulbach, realizado de janeiro/2002 a março/2004; Blitz, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, realizado em maio/2002, na Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI e em outubro/2002 no SESC Copacabana; Caiu o ministério, dir. Ariela Goldmann, realizado de agosto/2001 a junho/2002 no Teatro João Caetano – Projeto Formação de Público; O Acidente, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, com Denise Weinberg e Genésio de Barros, fevereiro a julho/2000 no Centro Cultural São Paulo. Coordenador Pedagógico Responsável pelo planejamento pedagógico dos professores do projeto, realizará o nivelamento dos mesmos juntamente com o Coordenador Cultural CAMILA OLIVEIRA RIBEIRO BUENO DE AZEVEDO Pedagoga, formada pela Universidade de São Paulo, atriz formada pelo Indac- Escola de atores e concluindo a Pós-graduação A Arte de Ensinar Arte, no Instituto Singularidades. Atualmente atua como professora de teatro no Colégio Santa Cruz e coordenadora pedagógica no projeto Baú de Histórias, formando e dando supervisão para um grupo de voluntárias que atua com mediação de leitura em escolas de São Paulo e Cotia. Desde 2014, viaja pelo Brasil, tendo passado pelos estados de Minas Gerais, Alagoas, São Paulo e Rio de Janeiro trabalhando com formação de professores/as nos temas Formação do Leitor Literário e Educação Integral. No Centro de Referências em Educação Integral, da Associação Cidade Escola Aprendiz, atuou com gestão de projeto de formação de professores/as e assessoria para equipes técnicas de secretarias de educação em redes públicas municipais e estaduais, para planejamento e implementação de políticas públicas de Educação Integral. Como atriz, participa de performances e saraus e como narradora de histórias, tendo participado das Viradas da Educação e Sustentável. Atuou como mediadora de leitura em bibliotecas comunitárias, tais como a Biblioteca do Ateliê Instituto Acaia e a Biblioteca Comunitária Djean. Equipe técinica Os demais membros da equipe técnica Educadores de música, teatro e dança e Psicologos, tradutores serão contratados dentro de suas especificidades por meio de Editais na fase de Pré Produção.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.