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O Projeto MÚSICA NEGRA é um conjunto de espetáculos musicais temáticos do DUO PRETAS que se utiliza de canto lírico, solos de piano, poesia, dança e projeção de imagens e vídeos para falar sobre a presença negra no Brasil. Os espetáculos possuem como temas tudo que diz respeito ao negro brasileiro. A escravidão e a liberdade. O trabalho e a condição financeira. A vida e a arte. A maravilhosa contribuição cultural do negro para esse nosso país e a sua atuação nas áreas social, econômica, religiosa e artística. A linguagem artística principal é o Canto Lírico. Ele, o canto lírico, será o fio condutor dos espetáculos sendo, contudo, apoiado pelas demais linguagens artísticas acima citadas. Neste primeiro projeto para a Lei Federal de Incentivo à Cultura será montado um espetáculo inédito intitulado IMAGENS.
O projeto MÚSICA NEGRA é um conjunto de espetáculos independentes de canto lírico que, dialogando com outras linguagens artísticas, abordam a interferência ou influência das culturas africanas na música erudita. Com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura será montado um espetáculo inédito para o projeto MÚSICA NEGRA, o espetáculo IMAGENS que abordará a presença negra nas artes plásticas. Artistas plásticos negros ou não negros que trataram sobre o tema em seus trabalhos serão homenageados no espetáculo tendo suas obras projetadas em telão de LED. As peças musicais que irão compor o repertório (canto lírico e piano solo) estarão relacionadas com estes artistas, do passado ou contemporâneos, e com obras que tratem do tema. O trabalho de pesquisa irá definir os artistas, as obras plásticas e as obras musicais que irão compor o espetáculo, mas dentre os possíveis artistas a serem abordados temos: Aleijadinho, Arthur Timótheo (1882-1922), Benedito José Tobias (1894-1963), Emmanuel Zamor, Zeh Palito, Renata Felinto, Tarsila do Amaral, dentre outros. Classificação etária: 12 anos
OBJETIVO GERAL: A finalidade do projeto MÚSICA NEGRA é oferecer espetáculos onde, através da música erudita, serão levantadas questões concernentes à vida e a atuação dos negros, mulatos e mestiços na história passada e presente do Brasil. Com isso pretende-se levar não somente ENTRETENIMENTO DE BOA QUALIDADE mas, somado a isso, uma REFLEXÃO sobre o papel do negro na atualidade e na construção de um futuro melhor para todos e para o país. É importante destacar que um segundo foco deste projeto é, mostrar que a música erudita não está distante do povo, pois também trata de temas que saem do seio popular, também diz das dores e sonhos, das alegrias e angústias das gentes comuns e que a referida modalidade musical também recebeu considerável influência cultural dos grupos étnicos diaspóricos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realização de 04 apresentações musicais: O projeto MUSICA NEGRA irá realizar, na cidade do Rio de Janeiro, 04 apresentações musicais de um espetáculo inédito intitulado IMAGENS que irá homenagear artista plásticos negros e artista plásticos não negros que abordaram a temática negra em suas obras. Com este espetáculo a presença negra nas artes plásticas será cantada e contada ao público através do canto lírico, textos e projeções visuais de obras de artes. O espetáculo será apresentado pelo DUO PRETAS, formado pela cantora lírica Ana Lia Alves e pela pianista Sulamita Lage, e estará estruturado da seguinte forma: peças para canto e piano, músicas para piano solo, poesias, pequenos textos, movimentos coreográficos e exposição de imagens audiovisuais. - Realização de 01 ação formativa cultural (contrapartida social): Será realizado 01 encontro da equipe do espetáculo com alunos do programa Educação de Jovens e Adultos para conversar sobre o processo de produção do espetáculo.
A relevância do projeto MUSICA NEGRA reside em mostrar a IMPORTÂNCIA da presença negra em nossa sociedade local, em nosso país, bem como em outras partes do mundo. O Projeto também mostra que a música erudita que recebeu herança negro-diaspórica não está estigmatizada somente nas rodas de Samba e em outras modalidades musicais populares igualmente importantes. Queremos mostrar que essa modalidade musical, a música erudita, constantemente relacionada a padrões europeus e a uma "elite", é muito mais que isso, é capaz de falar, sensibilizar, fazer pensar e repensar questões como preconceitos, desigualdades e intolerância, cantando a beleza de um país de mistura ímpar, mistura essa, que trouxe um colorido especial a esse lugar chamado Brasil. O projeto já possui um espetáculo montado e encenado em palcos da cidade do Rio de Janeiro. O espetáculo GUERREIRAS levou ao público compositoras, mulheres, negras ou não, que em suas composições abordaram a situação da mulher negra no Brasil e em algumas partes do mundo, abordando temas como a violência contra a mulher e o seu empoderamento. Com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura pretendemos montar um espetáculo inédito, IMAGENS, que através do canto lírico, ancorado com outras linguagens artísticas (poesia e audiovisual), irá abordar novos temas concernentes à cultura negra no Brasil. O projeto MÚSICA NEGRA promove e estimula a reorganização da produção cultural e artística brasileira através da música erudita nacional e de artistas negras brasileiras. É um veículo informador de parte do patrimônio cultural e histórico brasileiro e contribui para a formação de uma cidadania mais consciente e justa. A Lei Federal de Incentivo à Cultura se faz necessária para possibilitar que as questões levantadas pelo projeto cheguem ao público de forma criativa e sensível levando à uma reflexão sobre os temas propostos. O projeto se enquadra na Lei 8.313/91, Art.1º nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende aos seguintes objetivos do Art.3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Não se aplica ao projeto.
Os espetáculos que compõem o projeto MÚSICA NEGRA, no caso específico desta proposta o espetáculo IMAGENS, apresentam suas músicas, através do canto lírico (acompanhado por piano) e piano solo. O projeto possui uma abordagem contemporânea, que mescla diversas linguagens artísticas (música, poesia e artes visuais), porém o repertório do espetáculo é composto e executado por canto lírico e música instrumental (solos de piano). Com esse formato pretende-se aproximar o público a música erudita (canto lírico) e mostrar que esse estilo musical também se aproximava das questões sociais levantadas pelo espetáculo. O repertório musical será definido conforme o trabalho de pesquisa sobre artistas plásticos e músicos afins ao tema. Sendo assim, não é possível detalhar o repertório no momento. Podemos somente afirmar que as músicas serão executadas através do canto lírico (acompanhada por piano) e piano solo, proposta que norteia o trabalho do DUO PRETAS formado pela cantora lírica Ana Lia Alves e pela pianista Sulamita Lage, sendo, portanto, um projeto de música erudita e instrumental e não de música popular. O intuito deste espetáculo é fazer o público contemplar imagens que mostrem a história e a situação atual da população negra de nosso país, suas lutas e alegrias. Essas imagens serão acompanhadas de músicas de compositores como Villa-Lobos, Lorenzo Fernândez, Hekel Tavares entre outros. Para exemplificar a forma como as músicas são apresentadas no projeto MÚSICA NEGRA, segue abaixo links de vídeos de espetáculos anteriores apresentados pelo DUO PRETAS: https://web.facebook.com/duopretas/videos/1916685481689026/ https://web.facebook.com/duopretas/videos/1957423060948601/ https://web.facebook.com/duopretas/videos/1924550367569204/ ESPETÁCULO IMAGENS Tempo do espetáculo: aproximadamente 60 minutos Artistas: Ana Lia Alves (cantora lírica/solista), Sulamita Lage (pianista) e Soraia Arnoni (atriz convidada) Instrumento musical: Piano Músicas: a definir de acordo com a pesquisa (músicas instrumentais e canto lírico) Poesias: a definir de acordo com a pesquisa Textos: a definir de acordo com a pesquisa Projeção de imagens: a definir de acordo com a pesquisa
PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade Física Realizaremos as apresentações em espaços que possuam acessibilidade física, tais como: banheiros para pessoas com deficiência, vagas para carros PNE, rampas de acesso ou elevadores e reserva de locais na plateia destinado a pessoas com deficiência. Acessibilidade de Conteúdo Como medida de acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos o espetáculo contará com intérprete de Libras para pessoas de baixa audição (há textos e poesias no espetáculo) em uma das apresentações (constará no material de divulgação a data em que será oferecida a medida de acessibilidade de conteúdo). Para atender a pessoas com deficiência visual no início das apresentações será lido, no sistema de som do teatro, o programa do espetáculo com pequena sinopse e os nomes das músicas e poesias que compõem a apresentação afim de que os deficientes visuais possam ficar a par do conteúdo que será apresentado. Observação: As medidas de acessibilidade física e de conteúdo para deficientes visuais não irão gerar custos para o projeto. PRODUTO: AÇÃO FORMATIVA CULTURAL (CONTRAPARTIDA SOCIAL) Acessibilidade Física Realizaremos o encontro com alunos em escola que possua em suas dependências medidas de acessibilidade física, tais como: banheiros para pessoas com deficiência ou rampas de acesso. Acessibilidade de Conteúdo Como medida de acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos o encontro entre a equipe do projeto e alunos de escolas públicas contará com intérprete de Libras. Devido às características da ação formativa cultural não se aplica a adoção de medida de acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais. Observação: As medidas de acessibilidade física não irão gerar custos para o projeto.
O projeto MÚSICA NEGRA realizará a distribuição de ingressos gratuitos e comercialização de ingressos atendendo aos limites do Art.20 da IN nº 02/2019, conforme consta no Plano de Distribuição. Em atendimento ao Art.21 da IN nº 02/2019, para ampliação do acesso, será adotada a seguinte medida: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
A proponente é a responsável pela gestão do projeto e, como tal, exercerá a função de coordenação do projeto. A mesma é também a cantora do espetáculo. ANA LIA ALVES - Cantora e Coordenadora do Projeto (Proponente. Será remunerada pelos itens Coordenação do Projeto e Cantora) Integrante do DUO PRETAS. Professora de música, musicoterapeuta e cantora lírica formada pelo Conservatório Brasileiro de Música. Formou-se em canto no CBM/RJ em 2012 com a professora e cantora Patrícia Peres e atualmente continua seus estudos com o professor e cantor Miguelangelo Cavalcanti. Participou de vários festivais de música incluindo os festivais de verão de Curitiba e os de inverno de Minas, assim como Master-Classes incluindo o de Maria Venuti quando esteve no Brasil. Sua primeira apresentação para o grande público foi no Museu do Telefone do Rio de Janeiro e em seguida foi convidada a realizar um recital completo no Castelinho do Flamengo. Idealizou e apresentou o espetáculo Mulheres Líricas sob a direção de Ana Kfouri no SESC da Tijuca. Cantou no coral da Pro-Arte sob a regência do maestro Carlos Alberto Figueredo, no coro Kolina sob a regência do maestro Eduardo Laschevitz e no coral Polifonia carioca como coralista e solista sob a regência do Maestro Ueslei Banus. Participou como atriz e cantora de alguns musicais entre eles “Cleópatra” encenado no Teatro Abril de São Paulo, em 2010. No ano de 2017 estreou o projeto Música Negra, do qual é criadora, na escola de música da UFRJ junto ao projeto Africanias daquela instituição. Em 2018 apresentou o mesmo projeto em igrejas, teatros e centro culturais em vários formatos diferentes. Como produtora produziu três espetáculos do projeto Música Negra, realizados no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro: 1- Danças, histórias e Homenagens em 21/08/2018; 2- Duo Pretas Convida em 20/11/2018; 3- Guerreiras em 14/05/2019. SULAMITA LAGE - Pianista Integrante do DUO PRETAS. A pianista sul-fluminense Sulamita Lage iniciou seus estudos aos 5 anos no Conservatório Barramansense de Música na cidade de Barra Mansa, sul do estado do Rio de Janeiro. Sulamita é Mestre em Música (performance) pela UFRJ (2014), Especialista em Pedagogia do Piano pelo Centro Universitário Conservatório Brasileiro de Música (2013) e Bacharel em Piano pela mesma universidade. Participou de vários masterclasses com os principais nomes do piano como: Luis Senise, Ronal Silveira, Miguel Angel Scceba, Moura Castro, Flávio Augusto, Carla Reis, Maria Teresa Madeira, Maria Teresa Soares, Miriam Grosman, Nadge Breide, entre outros. Inúmeros recitais solos e concertos com orquestra também fazem parte da sua caminhada musical. Hoje, além de dedicar seu tempo para aulas particulares de piano, é professora universitária no Conservatório Brasileiro de Música, Universidade de Barra Mansa e Universidade Federal do Rio de Janeiro (Extensão). Além do Tributo à Nina Simone, que homenageia uma das maiores pianistas e cantora do jazz norte-americano, hoje dedica-se ao estudo e pesquisa de música brasileira para piano. Desde 2017 trabalha como pianista do projeto Música Negra. SORAIA ARNONI – Atriz Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Penna e licenciada em teatro pela UNIRIO. Desde 2016, está em cartaz com o espetáculo “Luiz Gama, uma voz pela liberdade”. Anteriormente, participou de “Casa de Cômodos” (2014), “A Alma Encantadora das Casas” (2013), “Cor do Brasil” (2010/2013), entre outros. Participou também de diversos festivais de teatro, como o FITUM (em Monastir, na Tunísia) com o trabalho “Teatro sem Arquitetura, Dramaturgia sem Literatura, Ator sem Papel” (2009) e FESTLIP, com a peça "Cor do Brasil" (2010). Em cinema, integrou o elenco de “Os Olhos de Cecília” (2015) que, entre outros festivais, esteve na Short Film Corner de Cannes e também realizou como atriz e roteirista “Uma História das Cores” (2018), premiado como melhor filme do Festival Visões Periféricas 2018. WAGNER BATISTA PINHEIRO – Diretor Artístico Formado pela Escola de Teatro Martins Pena (1998) Graduado em Bacharelado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2006) em Licenciatura Plena em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2007) e Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2009). Professor da Escola de Teatro Martins Penna de (2007/2009). Atua no curso de Licenciatura em Pedagogia à distância pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro LIPEAD (desde 2011) e leciona na Rede de Ensino do Município do Rio de Janeiro no Ginásio Experimental Novas Tecnologias Educacionais André Urani - Rocinha (2012). - Mestrando: A Terceira Voz da Penitenciária Lemos Brito sob a orientação do professor doutor Walder Virgulino - Secretaria de Pós-Graduação da Escola de Teatro/CLA – Uni-Rio/2007. - Mestrado em teoria em técnicas teatrais PPGAC/UNIRIO – 2009. Atividades artísticas: - Adaptação do romance “Os Meninos da Rua Paulo” de Ferenc Molnár e, a elaboração da encenação como resultado da atividade Jogos Dramáticos do programa de extensão – PROEXT/UNIRIO - “Hábito de Leitura entre Jovens Leitores” dos oferecido pela Biblioteca Infanto Juvenil 2006. - Apresentação do espetáculo “Diz Que sim e Diz Que Não” de Bertolt Brecht na Escola de Teatro - Uni-Rio em novembro e dezembro de 2005 como resultado do programa de extensão de “Hábito de Leitura entre Jovens” da biblioteca Infanto-Juvenil da Uni-Rio. Atuei como diretor do espetáculo assim como ator. - Apresentação do espetáculo “O Verdugo” de Hilda Hilst no auditório Meira Lima. Penitenciária Lemos Brito, fruto da pesquisa de doutorado da professora Maria de Loudes Naylor Rocha/ 2003 e 2004. Onde atuei como ator e como assistente de direção. JÚLIA SANTOS – Diretora de Produção Graduação em Comunicação Social pela FACHA. É analista cultural do SESI Rio. Desde 2014 responsável pela criação, implantação e gestão dos editais de circuito nas redes de Teatro do SESI RJ. Integra a equipe de coordenação do Núcleo de Dramaturgia SESI. Em 2017 foi responsável pela curadoria e gestão do Festival X-Tudo SESI Cultural que naquele ano teve a sua maior audiência de púbico e retorno de mídia, tendo como tema: Cultura Negra. EVERTON BELO - Produtor Curso superior em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIGRANRIO (em curso, 6º período); Curso de produção de eventos pela Marsa; Técnico em logística pelo SENAC/RJ Produção do espetáculo Guerreiras realizado no Centro Cultural da Justiça Federal.
PROJETO ARQUIVADO.