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O projeto Cultura na Roça consiste na promoção de cultura e lazer através do início de aulas teatro, distribuídas em diferentes dias da semana. O projeto será destinado a crianças, sendo a maioria filhos de agricultores e produtores rurais. A iniciativa do projeto deu-se através da inexistência dessas atividades para esse perfil de público, sendo assim, a proposta descentraliza atividades culturais e torna acessível a essas pessoas.
O Plano pedagócio está na aba ANEXOS.
Objetivo Geral Promover cultura e lazer para a população rural do municípios de Itupeva e Cabreúva através de aulas de teatro, buscando compatibilizar as demandas de natureza econômica e financeira, com as outras dimensões da viabilidade: Social, cultural, ecológica, entre outras. Objetivando perseguir os princípios de sustentabilidade em todas as fases do projeto. Objetivos Específicos · Desenvolver a auto expressão das crianças que irão participar do projeto através da arte; · Estimular iniciativas de promoção de cultura na cidade e região, uma vez que é escasso; · Descentralizar e acessibilizar atividades culturais e de lazer para a população rural; · Garantir que cada indivíduo participante das aulas conheça seu diferencial e competências, para buscar o estilo de vida que melhor se enquadre no seu perfil; · Adequar a infraestrutura local para realização das aulas; · Realizar 01 oficina de Teatro;
Este projeto vem sendo idealizado no intuito de oportunizar acesso a cultura e ao lazer à crianças e adolescentes residentes na zonas rurais dos municípios de Itupeva/SP e Cabreúva/SP, levando a este público oportunidades de aprendizado através das aulas que serão ofertadas. Segundo dados do IBGE da população residente por domicílio e sexo de 2010 pode-se observar que a população rural do município de Itupeva era representada por um total de 5.904 pessoas, um número que se comparado com a população urbana (38.955 mil residentes), torna-se pouco significativo, uma vez que não representa nem metade da população e, embora os últimos dados disponíveis ainda não tenham sido atualizados pelo IBGE, não houve um aumento relevante que modifique o fato de Itupeva ser majoritariamente uma cidade urbana. Dessa forma, as poucas atividades culturais que acontecem ou já aconteceram no município, nunca foram voltadas para a população rural especificamente e esse contexto não apresenta quaisquer sinais de movimentação pública ou privada que possa vir a ser modificado tão breve, podendo esses residentes participar de qualquer atividade cultural apenas caso tenham facilidade em se deslocarem para o centro, situação última que também é uma dificuldade para os mesmos, pois, ao observar os horários de transporte público no site da prefeitura municipal disponíveis para os bairros supracitados em dias úteis, podemos chegar a seguinte análise: existem apenas seis horários de ônibus que operam do Bairro Nova Era para o centro, com intervalos consideravelmente distantes de duas até seis horas do próximo transporte. Para o bairro Medeiros, a situação em primeira análise do quadro de horários parece ainda pior, uma vez que existem dois horários específicos para o bairro, entretanto, as linhas do Bairro Nova Era atendem o bairro Medeiros, fator esse que ameniza a precariedade do transporte público para os moradores, embora os mesmos ainda saiam prejudicados no que se refere ao longo tempo de viagem dentro do veículo. Por fim, a situação para o bairro Guacuri se encontra em uma análise positiva no que se refere ao transporte público, não sendo o meio de transporte uma dificuldade para os moradores uma vez que muitas linhas conseguem operar nessa localização, entretanto, o bairro é afastado do centro e também não oferece atividades culturais para esses moradores, por esse fator foi decidido que o mesmo também será contemplado, além da proximidade com o espaço cultural do proponente. É relevante considerar que para os bairros Nova Era e Medeiros, o último horário de ônibus disponível para voltar do centro da cidade para o bairro é as 17:30 H, pensando ainda que as crianças devem se programar para os turnos escolares manhã ou tarde que frequentam além do intervalo para almoço e da necessidade de ter um responsável para acompanha-los em seus deslocamentos, fica extremamente inviável para os mesmos realizar qualquer atividade extracurricular caso a mesma não seja descentralizada. Além da dificuldade do transporte, devemos relembrar que o perfil do público a ser contemplado pelo projeto é de em sua maioria agricultores rurais, dessa forma, enfrentam dificuldades financeiras, a maioria não possui veículo próprio e nem mesmo renda fixa, sendo esses dependentes da safra que ocorre uma vez no ano. Por esse motivo, o valor remunerado deve assegurá-los até a próxima safra, dessa forma, vivem com o mínimo da subsistência. É importante citar que Itupeva possui um distrito industrial extremamente rico, uma vez que estamos falando de grandes empresas como a distribuidora de doces Fini, indústria Química Akzo Nobel, indústria de alimentos Sadia, Casa do Pão de Queijo, parque aquático Wet’n Wild dentre outras. Aproximadamente 200 empresas estão instaladas e contribuem economicamente no município. E, Cabreúva, onde pretendemos estender também o atendimento, a princípio para as crianças do Distrito do Jacaré, já que nos situamos na divisa dessas duas cidades, também contam com várias empresas como DHL (está presente nas duas cidades), BIC, Mirvi, Grupo Spina, Nakayone, Siemens dentre diversas outras grandes empresas. Conclui-se que, devido a todas essas dificuldades de locomoção; financeira; ausência na oferta de atividades de lazer e cultura; e Itupeva ser uma cidade urbana, as crianças e jovens da zona rural encontra-se ociosas e em situação de vulnerabilidade social. Para tanto, é de extrema urgência e importância ocupar o tempo das mesmas com atividades para além das escolares com ações culturais que venham a despertar e desenvolver o prazer pela arte, principalmente pela riqueza da cidade no setor industrial, que pode através do mecanismo do incentivo fiscal e da experiência do proponente, o qual já possui muitas dessas empresas como clientes contratantes de eventos empresariais, torna-se uma oportunidade acessível de cultura e lazer para essas pessoas. Este projeto além de proporcionar as pessoas o acesso a cultura, proporciona conhecimento e servirá de espaço de lazer e encontro. Segundo Marcelino (2004) lazer, é entendido como a cultura, compreendida em seu sentido mais amplo. Não obstante, Melo e Alves Junior (2003, p.93), trazem o lazer como fator incorporado popularmente na linguagem das pessoas, tornando-se muito importante e passando a ser vivenciada na vida cotidiana das pessoas que buscam nestes espaços de lazer, além da diversão em si, a busca por conhecimentos e informações, buscando a difusão do conhecimento através da música e da dança e proporcionada como acesso cultural por intermédio de ações que visam beneficiar todas as classes sociais. Além disto, o projeto está alinhado com a Lei 8.313/1991 em seu artigo 1º, nos seguintes aspectos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Bem como em seu artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
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Cultura saudável é aquela que assegura a acessibilidade, enquanto preserva eleva conhecimento e entretenimento, garantindo o desenvolvimento e a participação do maior número de pessoas em torno de uma ação. Garantindo de forma efetiva o acesso de todas as pessoas. Neste viés os espetáculos previstos neste projetos estão organizados de forma a atender as legislações vigentes, especificamente as normativas constantes no Art. 27, Inc.II do Decreto 5.761/2006, Art. 26 da Lei 10.741/2003, Art. 42 da Lei 13.146/2015 e Art. 46 do Decreto 3.298/1999. Ademais, garante a gratuidade de todas as atividades ofertadas ao público alvo. Segundo a norma brasileira NBR 90/50/2004 pode-se definir acessibilidade como "Possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbanos". Dessa forma, as escolas inseridas na zona rural em que o projeto irá contemplar foram contatadas, bem como a secretaria de Educação, para auxiliar no número de crianças com deficiência e na especificação da mesma. Entretanto, não há atualmente nenhuma criança regularmente matriculada nessas três unidades municipais de ensino que tenham qualquer tipo de necessidade especial, restando ver na rede de Cabreúva se alguma criança tem alguma deficiência. Dessa forma, o proponente irá apenas adaptar um banheiro masculino e um banheiro feminino seguindo as NORMAS DE ACESSIBILIDADE NBR 9050 DA ABNT. Além disso, é relevante citar que o espaço já possui certa estrutura como lago artificial com rampa de acesso e bordas arredondadas, além de rampa de acesso para chegar até o mesmo e ao campo de futebol. Dessa forma, as atividades recreativas de lazer que serão realizadas no lago, também serão acessíveis para caso alguma criança com mobilidade reduzida venha a participar das mesmas. Outro fator positivo da estrutura disponível é o salão de eventos onde serão realizadas as aulas de teatro, circo, capoeira e pintura artística, pois, o mesmo não possui desníveis e é amplo, sendo de fácil locomoção para pessoas em cadeira de rodas. Acessibilidade Física: Locais Adaptados; Acessibilidade de Conteúdo: Instrutor de Libras e Material em Braile.
Como primeira medida de democratização do acesso, podemos destacar a oferta de atividades jamais ofertadas anteriormente, em zona rural, descentralizando cultura. Além disso, as atividades serão ofertadas para crianças devidamente matriculadas nas três escolas municipais que integram os bairros Guacuri, Medeiros e Nova Era e que tenham no mínimo seis anos e no máximo onze anos, e escolas do Distrito do Jacaré. Serão disponibilizadas 30 vagas para as atividades, estimativa realizada de acordo com o número aproximado de crianças que estão matriculadas nas escolas dos bairros supracitados, dando preferência a crianças que tiverem menos condições financeiras. Embora o espaço do proponente esteja localizado no bairro Nova Era de fácil acesso para os moradores da zona rural, será oferecido uma Van Ducato como transporte gratuito para as crianças que não tiverem condições de se deslocarem até o espaço onde serão ofertadas as atividades. Conforme IN 2/2019, será permitida a captação de imagens das atividades culturais, bem como sua veiculação por redes públicas de televisão, jornais e outros meios de comunicação. Contrapartidas Sociais: Realização um Workshop gratuito, abordando o produto cultural, por meio de oficinas temáticas que abordem as diferentes profissões do Teatro (dramaturgo,produtor, cenógrafo, figurinista, entre outras possibildiades) finalizando com uma apresentação teatral com alunos/professores/envolvidos no Projeto, para as Escolas da região, abarcando uma apresentação cultural (teatral) como produto final que será gerado após a realização das Oficinas, com tema a ser escolhido após início da Execução do Projeto. O Público-Alvo serão alunos (Crianças e Adolescentes) e Professores das Escolas. Público Total 10% do Produto Principal cadastrado no Plano de Distribuição.
PROPONENTE - Gestão Adminsitrativa e Financeira do Projeto e Coordenação Geral do Projeto Daniel Morais, tem ampla experiência em atendimentos a crianças, principalmente das redes escolares e em atividades de recreação, arte, lazer e cultura, realizadas em cidades ao nosso redor. Participa há vários anos de diversos projetos e eventos de grande porte principalmente como: aniversários de Cidades, parques da Cidade, comemorações de Prefeituras locais, projeto “recriança”, domingo na Praça. Experiências que podem ser comprovadas em mídias sociais e em consultas no Google. COORDENADORA DO PROJETO - Silvia Roberta Gonçalves (não coordenadora geral) Promoter No ramo de eventos desde 1.996, sendo pioneira em diversos eventos de nossa região, sempre com eventos de grande porte, com publico de até 20.000 pessoas participantes. Alguns dos eventos realizados: · Recriança (SESI Jundiaí) vários anos consecutivos, estimativa de publico 20.000 pessoas. · Aniversário Parque da Cidade Jundiaí vários anos consecutivos, estimativa de publico 15000 pessoas. · Prefeituras Locais (Jundiaí, Itupeva, Cabreúva, Várzea Paulista). · Festa de São Benedito Poços de Caldas · Festa de São Pedro Mirassol · Festa da Padroeira Salto Organizadora de diversos eventos em empresas conceituadas como: · Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí · CBC, DHL, Siemens, Spuma Pac, Klabin, Tivit. TÉCNICA DO PROJETO - Lilian Caetano Sanches Trabalhou durante quatro anos consecutivos na Ação Comunitária Senhor Santo Cristo, iniciando sua trajetória como Jovem Aprendiz e sendo promovida á área de administração, auxiliando e acompanhando crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, tendo experiência no setor voltado as mesmas com cursos, conferências municipais e regionais de aperfeiçoamento como: · E.C.A – Estatuto dos Direitos da Criança e do Adolescente · C.M.D.C.A – Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente Trabalhou em seguida em empresas de eventos por seis anos consecutivos, colocando em prática sua experiência em organização e administração dos mesmos, sempre com ótimos resultados, digna de diversos elogios no ramo. Atualmente presta serviços nas diversas atividades do proponente, mantendo suas atividades voltadas ao setor e realiza no momento o curso de bombeiro civil, tendo obtido os certificados em: · DEA- Desfribilador Automático Externo · APH – Atendimento Pré Hospitalar · Segurança do Trabalho Assistente do projeto: Lilian Caetano Sanches Trabalhou durante quatro anos consecutivos na Ação Comunitária Senhor Santo Cristo, iniciando sua trajetória como Jovem Aprendiz e sendo promovida á área de administração, auxiliando e acompanhando crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, tendo experiência no setor voltado as mesmas com cursos, conferências municipais e regionais de aperfeiçoamento como: E.C.A – Estatuto dos Direitos da Criança e do Adolescente; C.M.D.C.A – Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente. Trabalhou em seguida em empresas de eventos por seis anos consecutivos, colocando em prática sua experiência em organização e administração dos mesmos, sempre com ótimos resultados. Atualmente presta serviços nas diversas atividades do proponente, mantendo suas atividades voltadas ao setor e realizou o curso de bombeiro civil, tendo obtido sua credencial ativa e os certificados em: DEA- Desfibrilador Automático Externo / . APH – Atendimento Pré Hospitalar. Segurança do Trabalho. NR 35 De Trabalho em altura. NR 33 De trabalho em lugares confinados. Bombeiro civil. NR 23 Prevenção de combate a incêndio. Equipe de monitoria: o projeto será avaliado e monitorado por jovens, filhos de agricultores locais com a supervisão da coordenação do projeto. Lisete Maria Pecoraro - PROFESSORA Formada em Artes Cênicas, desde 1993, pela UNICAMP, de lá pra cá já trabalhei como atriz, professora de teatro e contadora de histórias em vários lugares... Comecei a trabalhar, ainda na UNICAMP, no NAC -núcleo de artes cênicas, como atriz e estagiária, pelo Bolsa Trabalho (bolsa de fundo assistencial da dita instituição) com a professora Sara Lopes. Dentro desse núcleo atuei como atriz em peças como "uma lição dura demais" de Perito Monteiro e Neyde Veneziano, com direção de Waterloo Gregório; "Na roça" de Belmiro Braga direção de Zezé Tonezzi; "As Criadas" de Jean Genet com direção de Fernando Farias, Woyzeck de George Büchener com direção de Carlos Perales; "O caso dessa tal Mafalda,que deu o que falar e que acabou como acabou num dia de carnaval" de Carlos Alberto Soffredini com direção de João Albano. Depois ingressei no grupo teatral Zelândia, grupo oriundo da UNICAMP, composto de alunos e ex alunos da Universidade, grupo de pesquisa do teatro popular, do seus quereres, comédia tradicional brasileira por quatro anos. Nessa época junto a essa cia teatral viajamos e demos cursos em várias localidades do interior paulista,e outros estados... Entre outras peças destaco "Qualidade total”, texto e direção de Eliseu Paranhos; "Reormatório de Segurança" texto e direção de Eliseu Paranhos; "Pluft, o fantasminha” de Maria Clara Machado com direção de Cilene Reis Lima; "Mr Moquimpó” de Peter Weiss com direção de Sérgio Magalhães Continuando minha busca pela comédia brasileira fiz um curso na UFBA (Universidade Federal da Bahia) de bonecos, manipulação e interpretação, e em Salvador trabalhei com o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) numa campanha para preservação do centro histórico do Pelourinho com a cia teatral Trapos e cia com texto e direção minhas fizemos o "Pelô, ame-o ou ame-o" teatro de rua para conscientização da importância histórica do Pelourinho em Salvador; Também em Salvador com o grupo teatral Art'erê trabalhei com bonecos nas escolas da prefeitura daquele município e para a rede de super mercados "Bom Preço", onde ministrei um treinamento cênico para os funcionários dessa rede comercial. Voltei ao estado de São Paulo e tive a honra de fazer parte do primeiro elenco de atores, bailarinos e músicos, do então ainda não inaugurado parque temático Hopi Hari. Local onde fiquei por oito anos, trabalhando o cômico, o improviso, o teatro de rua, textos fabricados pelo elenco em criação coletiva ou de grandes mestres com Shakespeare e Goldoni, nesse lugar também participei de oficinas de circo, manipulação de bonecos, maquiagem. No Hopi Hari montamos e dirigimos o "Há Há Hábitares, show", "A comédia dos erros" de Shakespeare com direção de Carlos Arruda e Adilson Azevedo; " Arlequim,servidor de dois amos" de Carlos Goldoni com direção de Neide Veneziano Agora, desde 2008, participo do grupo Artes Físico de teatro, um grupo pesquisas e esquetes rápidas, com esse grupo fiz várias apresentações de consciência ambiental no estado de São Paulo, Minas Gerais e Paraná com a comédia rasgada " As Empregadas", texto meu e de André Farias e direção de Mário Rebouças; "O dom e a dona texto meu e de André Farias com direção de André Farias;" Além de participações em montagens de faculdades como a FACCAMP em " Timo" texto de Regina Machado com adaptação e direção de Cléber Lima. Concomitante a esses trabalhos, dei e dou aulas de interpretação teatral,improvisação,consciência corporal,resgate e despertar da auto estima em escolas da rede municipal e particular de Campinas e Jundiaí,no Projeto Axé em Salvador,e no CRAS (Centro de Referencia à Assistência Social) em Cabreúva . Outra atividade que exerço desde 2009 é a de Contadora de Histórias,numa parceria com a Editora In House ,de Jundiaí.Fui contadora da editora em projetos em Vinhedo(rede municipal de ensino) Itupeva (toda rede de ensino municipal da cidade),bibliotecas, na bienal do livro em São Paulo no ano de 2012,feiras,treinamento para estudantes de pedagogia na UniAnchieta,festas,apresentações em escolas,livrarias e shoppings. Desde 2014 dou aulas pela prefeitura de Jundiaí nos CRAS Tamoio, Santa Gertrudes, Novo Horizonte e Central para crianças e adolescentes. Em 2017 idealizei e ,desde então componho, o grupo de teatro Gatos Gordos. Em 2018 montamos a peça Gordofolia ,com autoria coletiva ante os relatos de gordofobia dos integrantes – dirigido por Elena Cerantula e Gallo Cerelo; em 2019 montamos “Mundo Redondinho”, de minha autoria e direção de Ana Roxo- ambos viabilizados pelo PROAC-SP . Conforme IN 2/2019, não se faz necessário a comprovação, se tratar da primeira proposta do Proponente. O Proponente fará a Gestão Administrativa e Financeira do Projeto. Rubrica Coordenador Geral.
PROJETO ARQUIVADO.