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PRONAC 191810Apresentou prestação de contasMecenato

A POESIA ORQUESTRADA DE ANTONIO AUGUSTO FERREIRA

CHILI PRODUCOES CULTURAIS LTDA.
Solicitado
R$ 129,3 mil
Aprovado
R$ 129,3 mil
Captado
R$ 40,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

30.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Santa Maria
Início
2019-08-28
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Santa Maria Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto envolve a realização do espetáculo A Poesia Orquestrada de Antonio Augusto Ferreira, com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria e solistas convidados. Envolve também concertos instrumentais da obra de Antonio Augusto em escolas públicase workshops(oficinas) de música em escolas públicas, a serem ministradas pelos integrantes da Orquestra Sinfônica de Santa Maria.

Sinopse

O evento envolve apresentações musicais com a finalidade de valorizar e divulgar a música orquestral. A Poesia Orquestrada de Antonio Augusto Ferreira ( 4 escolas e 1 grande Concerto final) Uma viagem no tempo através da obra poética e musical de Antonio Augusto Ferreira, tocadas pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria e solistas convidados. Workshops de Música em 6 escolas públicas, levando o conhecimento da música instrumental para crianças e adolescentes. Todas as ações propostas não possuem classificação indicativa etária, e são gratuitas.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é realizar uma programação cultural que privilegie a música orquestrada, envolvendo pelo menos 4 Concertos em escolas (por parte da Orquestra Sinfônica de Santa Maria), 6 workshops de música em escolas e um grande concerto com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria e solistas convidados com o tema A POESIA ORQUESTRADA DE ANTONIO AUGUSTO FERREIRA. Objetivos específicos: - Realizar 01 apresentação da Orquestra Sinfônica de Santa Maria e convidados especiais; - Realizar pelo menos 4 apresentações musicais da orquestra em escolas públicas. - promover a formação de platéias para a música de orquestra; - promover a democratização de acesso à arte e à cultura; - valorizar as orquestras e músicos componentes; - contribuir para a difusão da música orquestrada; - incentivar a prática musical dentre as crianças. - Realizar um workshopp de Música - CONTRAPARTIDA SOCIAL - em escolas públicas, atendendo pelo menos 6 instituições e 300 crianças/adolescentes.

Justificativa

Já dizia Friedrich Nietzsche: "Sem música, a vida seria um erro". E são, geralmente, por meio de projetos como este que a música orquestrada chega ao grande público. A popularização da música apresentada por uma orquestra é de fundamental importância cultural. A música cristaliza nas suas estruturas o entendimento de uma época, o que cria uma aura de mistério e de magia para essa manifestação. Daí a importância da cultura erudita, pois através da grafia musical é que se levam às gerações futuras as projeções de quem viveu no passado. Os concertos viabilizados por meio de ações culturais incentivadas conseguem chegar ao grande público. São manifestações que pouco espaço tem na mídia tradicional. Ela precisa ouvida, fruída, sentida. É preciso valorizar as formações orquestrais para que sejam mantidas, para que continuem nos transportando no tempo. E a sustentabilidade dessas instituições culturais vem da percepção da sociedade de que suas atividades têm importância e refletem suas necessidades. São formações que envolvem em seus quadros indivíduos que espelham e, de certa maneira representam, sua comunidade. A POESIA ORQUESTRADA DE ANTONIO AUGUSTO FERREIRA coloca no palco a vida e a obra de um compositor conhecido e reconhecido no cancioneiro gaúcho, falecido em 2008. A obra de Antonio Augusto Ferreira envolve poesias e canções premiadas em diversos festivais culturais. Ao valorizar a produção artística local, reforçamos nossas raízes culturais e promovemos cidadania. Ao incentivar a música e as orquestras estamos contribuindo com a arte, com a cultura e com a cidadania. A Orquestra Sinfônica de Santa Maria é originária da Orquestra criada em 7 de abril de 1966, na Faculdade de Belas Artes _ UFSM pelo então Maestro Frederico Richter. Em 1988 foi fundada a Associação Cultural Orquestra de Santa Maria (OSSM) com objetivo de possibilitar a manutenção da Orquestra. A OSSM é formada por naipes principais onde constam: Cordas: 1º violinos, 2º violinos, violas, violoncelos, contrabaixos; Sopros: Metais, trompetes, trompas, trombones, tuba; Madeiras: flautas, clarinetas, oboé, fagote; e Percussão. Projetos que envolvem Orquestras encontram maior facilidade de financiamento junto às políticas públicas. São formações que envolvem dezenas de músicos, que tem um custo maior do que muitos pequenos shows. Envolve a dedicação e a determinação, que muitas vezes não encontram guarida no mercado cultural efervescente que busca resultados a curto prazo. A música de orquestra de um custo para se manter e precisa estar desatrelada ao fator comercial, para poder guardar a sua riqueza. E é essa riqueza que este projeto pretende divulgar por meio de concertos nas escolas, oficinas e um grande Concerto com a Orquestra Sinfônica de Santa Maria e solistas convidados. O tema é uma homenagem a um reconhecido compositor e poeta gaúcho, Antonio Augusto Ferreira. Entendemos que ao valorizar os personagens da nossa arte, da nossa cultura, valorizamos e fortalecemos nossas raízes. Ao colocar a arte da poesia e do cancioneiro popular pela música instrumental de orquestra, aproximamos esta importante arte do público. É a música orquestrada se popularizando e mostrando ao público, riqueza e versatilidade nos diferentes estilos musicais. No repertório, canções imortalizadas e poesias emocionadas de Antonio Augusto Ferreira: Veterano; Entardecer; Alma de Poço; Meu Pai e Eu; Laçador de Barro; O Gato Comeu; O Sonho Criador; O Mate; Chasque a Galope; Descaminho; Senhora; Mais um inverno. Solistas especiais farão parte do evento, a serem convidados como Netto Fagundes, Ernesto Fagundes, Delci de Oliveira, Luis Carlos Borges. O projeto se enquadra nos objetivos no Art. 1° da Lei 8313/91, pelo menos por meio dos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o referido projeto atenderá os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

O projeto prevê: - 4 Concertos em escolas com duração de 60 minutos, em música instrumental. Os Concertos serão realizados pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria: Repertório - Veterano ( Antonio Augusto ferreira) - Entardecer (Antonio Augusto ferreira) - Senhora (Antonio Augusto ferreira) - Alma de Poço (Antonio Augusto Ferreira) - Laçador de Barro (AAF) - O Mate (AAF) - 1 Concerto A Poesia Orquestrada de Antonio Augusto Ferreira com duração de 1h15minutos, ORQUESTRA SINFÔNICA DE SANTA MARIA E SOLISTAS CONVIDADOS: REPERTÓRIO 1. ALMA DE POÇO 2. MEU PAI E EU 3. ENTARDECER 4. LAÇADOR DE BARRO 5. O GATO COMEU 6. O SONHO CRIADOR 7. O MATE 8. CHASQUE A GALOPE 9. DESCAMINHO 10. SENHORA 11. MAIS UM INVERNO 12. ALMA DE POÇO 13. VETERANO Valor da Orquestra Sinfônica de Santa Maria = R$30.000,00 Valor Solistas: R$20.000,00 Valor Workshops CONTRAPARTIDA SOCIAL(Instrumental): 6 escolas x R$1.500,00 = 9.000,00

Acessibilidade

As apresentações serão realizadas em locais de total acesso a deficientes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Demais medidas de acessibilidade a serem adotadas, em atenção ao Art. 3º e ao Art. 42 da Lei n. 13.146/15 e ao item 5.4.4 da norma ABNT NBR 15599:2008, no que se refere à acessibilidade ao conteúdo: Concertos nas escolas e Concerto A Poesia Orquestrada de Antonio Augusto Ferreira: - Deficientes Auditivos - Contratação de 01 profissional intérprete em libras para acompanhar as atividades do evento. - Deficientes Visuais - Disponibilização da locução gravada da sinopse da apresentação musical. Contrapartida Social: As escolas disponibilizam profissionais, conforme a necessidade, já que as atividades vão ocorrer na escola, para alunos da escola. Caso seja necessário, disponibilizaremos 01 profissional Intérprete de Libras e a locução gravada da Oficina ou 01 pessoa para acompanhar o ou os deficientes visuais.

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão oferecidas gratuitamente, sem distinção de gênero, classe ou condição social. O projeto será amplamente divulgado em toda a cidade e região próxima. Os eventos disponibilizarão programas com o repertório musical e a ficha técnica de formação da Orquestra para conhecimento do público. Para as apresentações (Concertos) o perfil do público é diverso, visto que são com entrada franca. Assim, teremos públicos de todas as classes sociais. Nas apresentações fechadas, a organização vai garantir a distrbuição de pelo menos 10% dos convites diretamente para a população de baixa renda, abrangendo escolas e projetos que envolvem a música. Em atendimento ao Art. 21 da IN 2/2019, o projeto prevê as seguintes medidas: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos.

Ficha técnica

Chili Produções Culturais (proponente) - funções INCLUIDAS NA PLANILHA FINANCEIRA: Produção Executiva do projeto e Gestão Administrativa do projeto (administração). CURRICULO ANEXO NOS DOCUMENTOS. Lucimar B Carneiro - Assistente de Produção. Veleiro Contéudo - Assessoria de Imprensa. Ronald Mendes - Fotógrafo. Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria - concerto e workshop A Orquestra, que foi criada dentro do Curso de Música da Universidade Federal de Santa Maria, é hoje uma das únicas Orquestras do interior do Estado do Rio Grande do Sul. A Orquestra deu início as suas primeiras atividades no ano de 1966, três anos após a criação do Curso de Música da UFSM. Na época, os professores Frederico Richter, de violino, e Jean Jacques Pagnot, de violoncelo, criaram uma orquestra de Câmara composta basicamente pelo naipe de cordas, com violinos, violoncelos e contrabaixos constituídos por professores de Porto Alegre. Em 1981, através do projeto de extensão “Orquestra Possível”, projeto realizado com o objetivo da construção e formação da Orquestra, os professores e músicos do curso incluíram instrumentos como violão e flauta doce. Com a criação da Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria, em 1988, mais instrumentos passam a fazer parte da Orquestra: trompetes, tubas, trombones, flautim, flauta, clarinete e fagote e assim começar a funcionar nos moldes de uma Sinfônica. https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria/ Pedrinho Figueiredo - Direção Musical e Arranjos Pedro Figueiredo, nasceu em Teresópolis, no Rio de Janeiro e está radicado em Porto Alegre desde 1981. É flautista, saxofonista, arranjador, compositor, consultor de acústica e instalações de áudio, técnico de gravação e produtor. Somente durante a década de 80, recebeu 23 (vinte e três) prêmios de Melhor Instrumentista ou Arranjador em festivais do estado e foi escolhido pela crítica especializada como “Melhor Instrumentista em Sopro da Década de 80”. Em gravações, já participou de mais de quatrocentos discos, tocando flauta ou saxofone em aproximadamente mil músicas. Trabalhando com as mais diversas áreas da música, foi responsável técnico da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica do SESC, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, Orquestra de Câmara da Unisinos e Orquestra de Câmara da ULBRA. Integra o grupo de Renato Borghetti há 29 anos, com quem tem se apresentado em todo o país e no exterior. Na Unisinos, semestralmente, durante oito anos, ministrou uma aula intitulada “banda sonora”, onde tratava sobre as várias etapas do áudio na produção audiovisual. Recentemente, ministrou aulas de áudio, com seu curso “Tecniquês para Músicos”, no Festival Música de La Tierra, em Montevidéu (2017), no Festival de Música de Itajaí em 2017 e em 2018. Em 2016 e 2017 participou como professor de flauta do Festival de Música de Teutônia e foi convidado para ser o Diretor Artístico do Festival de Música de Teutônia na edição de 2019. Ricardo Veríssimo Freire - Direção Artísticas RICARDO VERÍSSIMO FREIRE Músico, compositor, tecladista, arranjador, produtor e diretor musical. Nasceu em São Borja, RS, em 09 de maio de 1968. Iniciou os estudos de piano e música clássica aos 6 anos de idade no Conservatório Santa Cecília. Aos 12 anos formou-se em Teoria e Solfejo. Enquanto Em 1984, inaugura sua participação nos palcos e festivais de música do RS e no ano seguinte, sob OMB 24.283, passa a atuar como músico profissional. Em 1987 muda-se para Santa Maria, RS. Como instrumentista e cantor, apresenta-se em bares, festas, teatros e festivais, onde exercita e aprofunda sua ligação profissional com a música. Em 1989 é convidado a integrar a banda de jazz instrumental Chrysállida. O universo da música se expande através de novas parcerias e aprendizados. Descobre a publicidade e propaganda como uma forma de expressão musical e em 1990 abre a Solo Produções Musicais, uma firma individual dedicada à produção de áudios publicitários. Em 1992, é convidado a trabalhar em parceria com o estúdio Bobbysom - empresa tradicional no registro fonográfico no interior do RS - e transfere sua firma para as dependências daquele estúdio. Em 1993, torna-se sócio-proprietário da empresa, conhecida a partir de então como Bobby Estúdio. Com o ingresso na área empresarial fonográfica, passou a dividir sua função entre músico e empresário. Intensifica o exercício profissional e passa a envolver-se mais intensamente na produção de áudios publicitários, gravações, shows, direção e produção musical em estúdio e fonográfica. Juntamente com a equipe do estúdio conquista neste período muitos prêmios na área da propaganda. Expande seu trabalho e suas relações musicais atuando com diversos músicos e vive grandes momentos na sua história. A segunda metade da década de noventa foi notada pela participação ativa nos festivais de música nativista do RS. Esse período marca sua atuação como compositor e arranjador, destacando-se pela sua expressão e musicalidade, conquistando inúmeros prêmios individuais e em grupo. Jurado em diversos festivais, é um incentivador da universalidade da música regional gaúcha. A produção de áudios publicitários se manteve sempre constante em seu trabalho, possibilitando no final da década de noventa ampliar a sua atuação profissional para as áreas de trilhas sonoras para cinema, televisão, teatro, literatura e dança, atividades as quais ministra cursos e palestras em Universidades do RS e SC. Em 1999 participou de um workshop sobre "música para cinema e TV" com o professor James Mtume em Nova York, USA, além de assistir à vários espetáculos e assimilar informações fundamentais para o exercício profissional. Em 2001, à convite de Luiz Carlos Borges e Vinícius Brum, participa em Porto Alegre (RS) do projeto musical intitulado "Palco do Rio Grande", um resgate da música do RS dos anos 50 através de obras clássicas do cancioneiro gaúcho registradas pelo Conjunto Farroupilha e Os Gaudérios, com a participação especial do maestro Zé Gomes. Este projeto se proporciona uma grande escola, uma rica contribuição para confirmar e focar o rumo do seu trabalho profissional e autoral. Este contato mais achegado com as raízes profundas da música do RS, juntamente com pesquisas, estudos, ensaios e entrevistas com diversos profissionais da área abrem novos horizontes, solidificam a convicção de priorizar o trabalho autoral e começa a criar e produzir neste mesmo ano, em parceria com Jaime Vaz Brasil, um novo projeto: poesia e música infantil com ritmos e gêneros gaúchos. É o início do "Pandorga da Lua". Em 2002 participa do projeto "Porto Alegre em Buenos Aires" e se apresenta no Teatro San Martin, em Buenos Aires, como integrante da banda da cantora Lomma. Em 2003 começa as gravações do Pandorga da Lua. No início de 2004 encerra suas atividades no Bobby Estúdio e passa a ocupar-se com mais intensidade no seu trabalho individual como artista, músico, produtor e diretor. Lança o Projeto Pandorga da Lua, em parceria com Jaime Vaz Brasil, através de um show que em 2006, se materializou em um livro/cd. A partir deste trabalho tem ampliado sua atuação para projetos educacionais, realizando shows e oficinas em escolas e teatros. Através da Chili Produções, recebe o convite para produzir e dirigir espetáculos temáticos, tais como: "Palcos do Sul - a música do RS desde os anos 50", "Bossa - Eternamente Nova", "Festa de Arromba - a música dos anos 60", "Nos Bailes da Vida - Profissão: Compositor", "Palcos do Sul - A la Pucha", Palcos do Sul canta Antonio Carlos Machado", "Palcos do Sul canta Antonios", "Musical Imembuy", entre outros. Em outubro de 2005 integrou-se a um grupo de gaúchos pertencentes a Confederação Brasileira de Tradição e Folclore a fim de participar de uma viagem cultural pela França, Alemanha, Áustria, Itália e Espanha, apresentando-se nas solenidades de inauguração do CTG “União de Ideais” na Embaixada do Brasil e na Maison du Brésil, na Cité Internationale Universitaire, em Paris, França, e na Festa-encontro Intercultural em Santiago de Compostela, Espanha. Em agosto de 2007, a convite do Consulado Brasileiro, teve a oportunidade de se apresentar com o projeto "Pandorga da Lua" no Uruguay, nas cidades de Rivera e Montevideo e a partir daí tornou-se um dos projetos mais trabalhados. Em 2009, a convite e sob encomenda do Itamaraty, produziu e apresentou o projeto "Brèsil de toutes les musiques", a história e geografia da música brasileira juntamente com o Pandorga da Lua com versões para o francês.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.