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O Projeto Cinema Muda prevê uma série de ações articuladas em relação à democratização do acesso ao audiovisual, envolvendo a produção de recursos de acessibilidade em 10 filmes clássicos do cinema nacional (audiodescrição, janela de Libras e legenda para surdos e ensurdecidos); reprodução e distribuição de acervo audiovisualpara bibliotecas públicas, escolas públicas, bibliotecas escolares, e bibliotecas prisionais situadas nos municípios paulistas de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano; capacitação dos profissionais das escolas e bibliotecas descritas;realização de festival de cinema nacional acessível; e produção de um livro sobre a importância do audiovisual acessível como direito de todos. As bibliotecas e escolas selecionadas receberão o kit com os filmes e a publicação, que também será disponibilizada em formato impresso e em sites parceiros, em versão digital.
1. KIT DE FILMES ACESSÍVEIS (200 UNIDADES) FILMES:CLÁSSICOS DO CINEMA NACIONAL QUANTIDADE POR KIT-10 FILMES EM MÍDIA DIGITAL: DVD-R (4,7 Gb) + DUPLICAÇÃO + IMPRESSÃO SILK SCREEN 4 CORES COM APLICAÇÃO DE RELEVO EM BRAILE DO TITULO + BOX DVD SLIM TRANSPARENTE + ENCARTE GRÁFICO DE CAPA NO FORMATO 265 X 183 MM - 4 X 0 CORES - EM PAPEL COUCHE; CAIXA: Caixa sob-medida • Medidas:60x60x2 5cm • Tampa solta • Caixa em papelão rígido 2.3mm • Caixa revestida externamente e internamente • Fotolito e tela para silk • Impressão silk 1 cor FORMATOS ACESSÍVEIS: audiodescrição, legenda e janela de interpretação de Libras; 2. FESTIVAL DE CINEMA NACIONAL ACESSÍVEL DURAÇÃO: 3 dias PROGRAMAÇÃO: O Festival, com duração de 3 dias e um público estimado de 900 pessoas, contará com um evento de lançamento no qual estarão presentes os organizadores, autoridades do Ministério da Cultura e dos municípios do CONDEMAT e profissionais do campo do audiovisual especialmente convidados. Neste evento será lançado o kit com os filmes acessibilizados. LOCAL: Público com acesso gratuito PÚLBICO ALVO: participantes do projeto e outros com interesse no tema MONITORIA: contará com monitores treinados RECURSOS DE ACESSIBILIDADE: interprete de libras e audiodescrição/audio-guia; 3.1CAPACITAÇÕES QUANTIDADE: 3 cursos com temática relacionada à democratização do acesso ao audiovisual em uma perspectiva acessível e inclusiva; TEMAS: A especificação dos temas ocorrerá após a realização da etapa de Diagnóstico, na qual serão levantadas informações sobre o público-alvo desta ação, suas características e demandas; CARGA HORÁRIA: 12 horas cada; TURMAS: 10 PUBLICO ALVO: Profissionais das escolas, bibliotecas públicas e prisionais, gestores públicos e agentes culturais dos municípios do CONDEMAT. PARTICIPANTES: até 300 pessoas. MATERIAL PEDAGÓGIO: apostila de até 30 páginas. RECURSOS DIDÁTICOS: textos, filmes, publicações, entrevistas e outros a serem definidos de acordo com a temática. 3.2 Seminário sobre Democratização do Acesso ao Audiovisual para todos CONTEXTO: Este seminário reunirá especialistas, gestores, produtores, especialistas e autoridades do campo da cultura e educação para a discussão dos principais desafios para a democratização do audiovisual no Brasil, considerando-se o direito ao acesso, por todos, às produções cinematográficas e outros produtos audiovisuais. Neste contexto, serão abordados os limites e avanços da legislação vigente, as políticas públicas do campo da cultura e democratização do audiovisual e as características atuais da produção e distribuição de produtos audiovisuais no Brasil. Além disso, serão abordados outros campos das políticas públicas que guardam estreita relação com este projeto, tais como direitos humanos, acessibilidade e inclusão. DURAÇÃO: 6 horas PARTICIPANTES: até 600 pessoas LOCAL: Público com acesso gratuito PUBLICO ALVO: alunos, professores/participantes do projeto e outros interessados na temática do seminário. 4. LIVRO SOBRE DEMOCRATIZAÇÃO DA CULTURA E DO AUDIOVISUAL ACESSÍVEL O livro contará com versão impressa e digital acessível e reunirá textos introdutórios à temática, reflexões sobre as políticas públicas, aspectos técnicos relacionados ao audiovisual acessível, relatos de experiências e entrevistas de figuras de destaque nos campos da produção audiovisual, gestão de políticas públicas e defesa de direitos de segmentos historicamente excluídos do acesso à produção cinematográfica nacional. Número estimado de páginas: 120 Tiragem: 2.000 exemplares (versão impressa) Distribuição da versão impressa: gratuita, para as bibliotecas e escolas participantes do projeto, gestores públicos, profissionais da cultura, audiovisual e educação. Versão acessível: em formato digital, a ser disponibilizada gratuitamente em sites dos promotores do projeto e organizações parceiras. IMPRESSÃO: Título: Livro Formato Fechado: 180 x 260 mm Formato Aberto: 360 x 260 mm Especificações: Capa c/ Orelhas, formato 514 x 260 mm em Cartão Supremo LD 250 g/m2, Orelhas: 75 x 75 mm, 4x2 cores Miolo 112 págs. em Polen Soft LD 80 g/m2, 1x1 cores Acabamentos: Refile Inicial(Capa c/ Orelhas, Miolo), BOPP BOPP Fosco Frente(Capa c/ Orelhas), Dobra de Orelhas(Capa c/ Orelhas), Dobrado CRUZADA 16p(Miolo), Costura(Miolo), Refile Final, Pacotes (PVC), Alceado Hot Melt - Lombada Quadrada, CTP Incluso(Capa c/ Orelhas), CTP Incluso(Miolo)
Contribuir com o fortalecimento das políticas, programas e projetos relativos à democratização do audiovisual para todos, introduzindo a questão da acessibilidade e inclusão de forma articulada e transversal. Objetivos Específicos - Produzir e disseminar conteúdos, referenciais, estratégias e instrumentos em relação ao audiovisual acessível, para a qualificação do trabalho em escolas de ensino médio públicas, bibliotecas públicas e prisionais, em uma perspectiva acessível e inclusiva. - Mobilizar e fomentar parcerias nos campos da cultura e da educação, com foco nas questões relativas à formação de público historicamente excluído e na acessibilidade de produtos e conteúdos audiovisuais. - Ampliar e qualificar o acervo de cinema nacional com recursos de acessibilidade para bibliotecas e escolas públicas de ensino médio dos municípios de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano. Tais municípios compõem o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (CONDEMAT), que tem capacidade para fomentar a formulação e implementação de políticas públicas intersetoriais e intermunicipais; - Contribuir com a capacitação de profissionais da educação e cultura em relação ao uso do audiovisual, em uma perspectiva acessível e inclusiva.
Este Projeto será realizado junto às 23 escolas públicas de ensino médio (Fonte: Censo Escolar 2017), 19 bibliotecas públicas (Fonte: SisEB/SEC-SP 2017) e 2 bibliotecas prisionais (Fonte: Infopen 2016) dos municípios de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano. Trata-se de um contexto diversificado, marcado por profundas desigualdades e em relação ao qual se pretende construir alternativas para o fortalecimento das políticas, programas e projetos nos campos da educação e cultura, em especial do audiovisual, numa perspectiva acessível e inclusiva. Além destes públicos, o Projeto buscará levar a discussão sobre acessibilidade no audiovisual e promoção do cinema nacional a segmentos mais amplos da população, por meio da realização de um Festival de Cinema Nacional Acessível e de uma publicação sobre cinema nacional e acessibilidade, a ser distribuída gratuitamente. Segundo dados do Censo 2010 (IBGE), 23,5% da população da Região do Alto Tietê (mais de 626.000 pessoas) apresentavam alguma deficiência. Em relação à educação, o Censo Escolar (INEP/2017) informa que há 1.818 alunos com algum tipo de deficiência matriculados no Ensino Médio nos municípios que compõem o CONDEMAT. Enquanto espaços formativos e difusores de cultura, conhecimento e informação, escolas e bibliotecas têm forte potencial para a formação de público no campo do audiovisual, a promoção do acesso _ pelas pessoas com deficiências _ à cultura com equiparação de oportunidades, e para a sensibilização em relação às questões da acessibilidade, diversidade e inclusão, aspectos fundamentais deste projeto. Em relação ao contexto prisional, segundo dados do Levantamento Nacional de Penitenciárias (Infopen, 2016), a população privada de liberdade nestes municípios totalizava 14.031 pessoas, entre as quais havia 0,7% pessoas com deficiências declaradas. Cabe ressaltar que este percentual pode ser subestimado, já que muitas unidades prisionais afirmam não ter condições de fornecer tal informação a respeito das pessoas custodiadas. Destaca-se ainda nos dados do Infopen (2016) as informações sobre o grau de instrução das pessoas privadas de liberdade: 86 pessoas analfabetas, 4.363 pessoas com ensino fundamental incompleto, 1.092 pessoas com o ensino fundamental completo e 2.240 pessoas com ensino médio incompleto. Este projeto parte da premissa de que a linguagem audiovisual com recursos de acessibilidade beneficia não somente as pessoas com deficiência, mas outros públicos historicamente excluídos _ tais como pessoas com diferentes níveis de letramento e/ou idosas _ já que ampliam as possibilidades de acesso, compreensão e fruição da obra audiovisual. Diante desse contexto, é importante destacar que, ao longo dos últimos anos, diversos marcos legais foram construídos para a regulamentação efetiva dos direitos das pessoas com deficiência na sociedade brasileira. Destacam-se, neste sentido, as Leis nº 10.048/00 e 10.098/00 e o Decreto nº 5.296/04, que tratam da acessibilidade; a Lei nº 10.436/02 e o Decreto nº 5.626/05, que dispõem sobre a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) como segunda língua oficial do país e organizam a oferta de atendimento às pessoas surdas; os Decretos Legislativo nº 186/2008 e Executivo no 6.949/2009, que regulamentaram a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Nº 13.146/2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão (LBI), que consolida a legislação nacional relativa aos direitos das pessoas com deficiência. No campo da cultura e do audiovisual, o Plano Nacional de Cultura (Lei 12.343/10) contempla tanto a necessidade da democratização do acesso à cultura quanto a questão da acessibilidade. Vale destacar, também, a Instrução Normativa 116/14, que trata das produções nacionais financiadas com recursos públicos e determina que 100% das produções devem ter suas cópias depositadas com os recursos de audiodescrição, legenda descritiva e LIBRAS. Já a Instrução Normativa 128/16, prevê que as salas de exibição comercial deverão dispor de Tecnologia Assistiva voltada à fruição dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS. Assim, observa-se que o Brasil tem construído um contexto normativo consistente para o desenvolvimento de políticas, programas e projetos voltados à democratização da cultura e garantia dos direitos das pessoas com deficiência. Este projeto busca, dessa forma, propor ações articuladas no campo da educação e cultura, tanto em espaços não convencionais de exibição do audiovisual (escolas e bibliotecas) quanto em espaços convencionais (Festival de Cinema Acessível e Inclusivo). Espera-se, assim, contribuir para a ampliação da oferta de obras audiovisuais acessíveis, a formação de novos públicos, a qualificação de profissionais e ampliar a divulgação do patrimônio audiovisual brasileiro.
todas as informações foram apresentadas nos campos especificos.
1. KIT DE FILMES ACESSÍVEIS (200 UNIDADES) FILMES:CLÁSSICOS DO CINEMA NACIONAL QUANTIDADE POR KIT-10 FILMES EM MÍDIA DIGITAL: DVD-R (4,7 Gb) + DUPLICAÇÃO + IMPRESSÃO SILK SCREEN 4 CORES COM APLICAÇÃO DE RELEVO EM BRAILE DO TITULO + BOX DVD SLIM TRANSPARENTE + ENCARTE GRÁFICO DE CAPA NO FORMATO 265 X 183 MM - 4 X 0 CORES - EM PAPEL COUCHE; CAIXA: Caixa sob-medida • Medidas:60x60x2 5cm • Tampa solta • Caixa em papelão rígido 2.3mm • Caixa revestida externamente e internamente • Fotolito e tela para silk • Impressão silk 1 cor FORMATOS ACESSÍVEIS: audiodescrição, legenda e janela de interpretação de Libras; 2. FESTIVAL DE CINEMA NACIONAL ACESSÍVEL DURAÇÃO: 3 dias PROGRAMAÇÃO: O Festival, com duração de 3 dias e um público estimado de 900 pessoas, contará com um evento de lançamento no qual estarão presentes os organizadores, autoridades do Ministério da Cultura e dos municípios do CONDEMAT e profissionais do campo do audiovisual especialmente convidados. Neste evento será lançado o kit com os filmes acessibilizados. LOCAL: Público com acesso gratuito PÚLBICO ALVO: participantes do projeto e outros com interesse no tema MONITORIA: contará com monitores treinados RECURSOS DE ACESSIBILIDADE: interprete de libras e audiodescrição/audio-guia; 3.1CAPACITAÇÕES (contrapartida social) QUANTIDADE: 3 cursos com temática relacionada à democratização do acesso ao audiovisual em uma perspectiva acessível e inclusiva; TEMAS: A especificação dos temas ocorrerá após a realização da etapa de Diagnóstico, na qual serão levantadas informações sobre o público-alvo desta ação, suas características e demandas; CARGA HORÁRIA: 12 horas cada; TURMAS: 10 PUBLICO ALVO: Profissionais das escolas, bibliotecas públicas e prisionais, gestores públicos e agentes culturais dos municípios do CONDEMAT. PARTICIPANTES: até 300 pessoas. MATERIAL PEDAGÓGIO: apostila de até 30 páginas. RECURSOS DIDÁTICOS: textos, filmes, publicações, entrevistas e outros a serem definidos de acordo com a temática. 3.2 Seminário sobre Democratização do Acesso ao Audiovisual para todos CONTEXTO: Este seminário reunirá especialistas, gestores, produtores, especialistas e autoridades do campo da cultura e educação para a discussão dos principais desafios para a democratização do audiovisual no Brasil, considerando-se o direito ao acesso, por todos, às produções cinematográficas e outros produtos audiovisuais. Neste contexto, serão abordados os limites e avanços da legislação vigente, as políticas públicas do campo da cultura e democratização do audiovisual e as características atuais da produção e distribuição de produtos audiovisuais no Brasil. Além disso, serão abordados outros campos das políticas públicas que guardam estreita relação com este projeto, tais como direitos humanos, acessibilidade e inclusão. DURAÇÃO: 6 horas PARTICIPANTES: até 600 pessoas LOCAL: Público com acesso gratuito PUBLICO ALVO: participantes do projeto e outros interessados na temática do seminário. 4. LIVRO SOBRE DEMOCRATIZAÇÃO DA CULTURA E DO AUDIOVISUAL ACESSÍVEL SINOPSE: Esta publicação abordará, em uma perspectiva histórica, técnica e política, diferentes iniciativas voltadas à democratização da cultura e do audioviosual, considerando-se, neste contexto, a importância do audiovisual acessível como direito de todos. O livro reunirá textos introdutórios à temática, reflexões sobre as políticas públicas, aspectos técnicos relacionados ao audiovisual acessível, relatos de experiências e entrevistas de figuras de destaque nos campos da produção audiovisual, gestão de políticas públicas e defesa de direitos de segmentos historicamente excluídos do acesso à produção cinematográfica nacional. Número estimado de páginas: 120 Tiragem: 2.000 exemplares (versão impressa) Distribuição da versão impressa: gratuita, para as bibliotecas e escolas participantes do projeto, gestores públicos, profissionais da cultura, audiovisual e educação. Versão acessível: em formato digital, a ser disponibilizada gratuitamente em sites dos promotores do projeto e organizações parceiras. IMPRESSÃO: Título: Livro Formato Fechado: 180 x 260 mm Formato Aberto: 360 x 260 mm Especificações: Capa c/ Orelhas, formato 514 x 260 mm em Cartão Supremo LD 250 g/m2, Orelhas: 75 x 75 mm, 4x2 cores Miolo 112 págs. em Polen Soft LD 80 g/m2, 1x1 cores Acabamentos: Refile Inicial(Capa c/ Orelhas, Miolo), BOPP BOPP Fosco Frente(Capa c/ Orelhas), Dobra de Orelhas(Capa c/ Orelhas), Dobrado CRUZADA 16p(Miolo), Costura(Miolo), Refile Final, Pacotes (PVC), Alceado Hot Melt - Lombada Quadrada, CTP Incluso(Capa c/ Orelhas), CTP Incluso(Miolo)
O Projeto Cinema Muda tem entre os seus públicos prioritários as pessoas com deficiência, idosos e públicos com outras limitações funcionais. Os espaços públicos em que acontecerá o projeto deverão, na medida do possível, cumprir com requisitos mínimos de acessibilidade arquitetônica e comunicacional. Além disso, todos os produtos previstos neste projeto serão desenvolvidos com recursos de acessibilidade, prioritariamente os vinculados à comunicação e informação (audiodescrição, janela de Libras e legenda para surdos e ensurdecidos). Neste sentido, o Projeto pretende contribuir com os preceitos e a operacionalização dos marcos legais, em especial, a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Todas as ações e produtos desenvolvidos e disseminados no Projeto Cinema Muda serão gratuitos. Trata-se de uma iniciativa que atingirá agentes educativos e culturais (das escolas e bibliotecas participantes), uma vez que a grande maioria das ações serão realizadas em escolas públicas de ensino médio e bibliotecas públicas e prisionais dos municípios paulistas de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano, estando previstas também a capacitação para os profissionais e produção e distribuição de conteúdo audiovisual acessível. Estas duas ações basilares têm por objetivo contribuir com a permanência, sustentabilidade e a multiplicação da produção de clássicos do cinema nacional nestes espaços educacionais e culturais, de forma sistemática e combinando diversas ações para os diferentes públicos, foco do projeto. Cabe salientar que este projeto prevê ações voltadas a públicos mais amplos, como o Festival de Cinema Acessível e Inclusivo e a publicação sobre cinema nacional e acessibilidade, cuja distribuição e acesso gratuito atenderão a diferentes segmentos da população, incluindo especialistas e pesquisadores. Além desses públicos, os recursos de acessibilidade previstos favorecem tanto as pessoas com deficiência como pessoas idosas, que tendem a apresentar perdas funcionais, além de pessoas que têm a Língua Portuguesa como segunda língua. ações referentes às Contrapartidas Sociais (Art. 22, IN 02/2019): 3. CAPACITAÇÕES (contrapartida social) Visando contribuir com o fortalecimento da formação de profissionais da educação e da cultura dos municípios elencados, o projeto prevê a realização de: a) 3 cursos com temática relacionada à democratização do acesso ao audiovisual em uma perspectiva acessível e inclusiva (a especificação dos temas ocorrerá após a realização da etapa de Diagnóstico, na qual serão levantadas informações sobre o público-alvo desta ação, suas características e demandas). Carga horária: 12 horas cada. Público-alvo: profissionais das escolas, bibliotecas públicas e prisionais, gestores públicos e agentes culturais dos municípios do CONDEMAT. Número de turmas: 10. Número de participantes: até 300. Local: auditórios públicos dos municípios que compõem o CONDEMAT. b) Seminário sobre Democratização do Acesso ao Audiovisual para todos Este seminário reunirá especialistas, gestores, produtores, especialistas e autoridades do campo da cultura e educação para a discussão dos principais desafios para a democratização do audiovisual no Brasil, considerando-se o direito ao acesso, por todos, às produções cinematográficas e outros produtos audiovisuais. Neste contexto, serão abordados os limites e avanços da legislação vigente, as políticas públicas do campo da cultura e democratização do audiovisual e as características atuais da produção e distribuição de produtos audiovisuais no Brasil. Além disso, serão abordados outros campos das políticas públicas que guardam estreita relação com este projeto, tais como direitos humanos, acessibilidade e inclusão.
Atividades a serem desenvolvidas pela Coordenação Geral da proponente: - Planejamento e organização das ações; - Curadoria para seleção dos filmes; - Planejamento e organização de comissão para seleção de 10 filmes clássicos do cinema nacional; - Curadoria do festival, planejamento, organização e articulação; - Desenvolvimento de conteúdo e programa de formação; - Desenvolvimento do conteúdo e programa do seminário. CURRICULOS RESUMIDOS DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES: CARLA SIMONE DA SILVEIRA MAUCH, Fundadora e Coordenadora Geral da Mais Diferenças, com 30 anos de experiência em iniciativas que objetivam a inclusão de pessoas com deficiência nas áreas de educação e cultura. Pedagoga, mestre em Psicologia da Educação com especialização em Deficiência Mental, Teoria Psicanalítica e Psicopedagogia. Pós-Graduação Lato Sensu em Tecnologia Assistiva e Ajudas Técnicas e Acessibilidade para Pessoas com Deficiência. Responsável pela área técnica da Mais Diferenças, realizando a supervisão de todos os projetos desenvolvidos em Educação e Cultura Inclusivas. Experiência na elaboração de desenhos de projetos de Política Pública na pauta da Inclusão das Pessoas com Deficiência e dos Direitos Humanos. É Empreendedora Social Fellow da Ashoka. Autora e organizadora de publicações em Educação e Cultura Inclusivas. GUACYARA LABONIA GUERREIRO, Fundadora e Coordenadora Geral Adjunta da Mais Diferenças. Fonoaudióloga, mestre em Educação pela Universidade Cidade de São Paulo, Pós-graduação em Psicopedagogia e Pós-Graduação Lato Sensu em Tecnologia Assistiva e Ajudas Técnicas e Acessibilidade para Pessoas com Deficiência. Especialização em Terapia Familiar. Experiência em inclusão de jovens e adultos com deficiência no mercado de trabalho e formação de educadores e famílias para processos de inclusão educacional. Responsável pela área de surdez e educação bilíngue LIBRAS/Português da Mais Diferenças e supervisão de todos os projetos de Educação. Assessoria nas ações e projetos de Cultura Inclusiva referente à inclusão das pessoas com deficiência auditiva, incluindo apoio no desenvolvimento de metodologias para produção de recursos de acessibilidade audiovisual. ANA ROSA BORDIN RABELLO, Graduada em Pedagogia com Habilitação em Administração Escolar, pela Universidade Mackenzie. Trabalha com desenvolvimento de Conteúdos Acessíveis e Cultura Inclusiva há nove anos. Responsável pela gestão, coordenação, produção e desenvolvimento de projetos com foco em cultura, educação, comunicação e informação acessíveis, envolvendo o desenvolvimento de metodologias de acessibilidade de conteúdo em diferentes linguagens. Atividades realizadas junto a Mais Diferenças: Coordenação, desenvolvimento e produção do projeto Cinema Inclusão; Coordenação, desenvolvimento e produção do Kit Caixa do Cinema Inclusão; Coordenação, desenvolvimento e produção da acessibilidade dos filmes curta metragem: Seu dente, meu bico, de Marcelo Marão; O anão que virou gigante, de Marcelo Marão; Menina da chuva, de Rosária Moreira; Os olhos do pianista, de Frederico Pinto; Imagine uma menina com cabelos de Brasil, de Alexandre Bersot; Animando, de Marcos Magalhães; O branco, de Ângela Pires e Liliana Sulzbach; Dedicatórias, de Eduardo Vaisman; Retrovisor, de Eliane Coster; Eu não quero voltar sozinho, de Daniel ribeiro; Sonhando passarinhos, de Bruna Carolli; Nesta data querida, de Julia Rezende; O mundo de Ulim e Oilut, de Caru Alves de Souza; Coordenação, desenvolvimento e produção da acessibilidade dos filmes longa metragem: Supernada, de Rubens Rewald; Corpo Presente, de Marcelo Toledo; Invasores, de Marcelo Toledo; Entre Nós, de Paulo Morelli; Praia do Futuro, de Karim Ainouz; Hoje eu quero voltar sozinho, de Daniel Ribeiro; Na quebrada, de Fernando Grostein Andrade; Os homens são de Marte... É para lá que eu vou, de Marcus Baldini e Homero Olivetto. Coordenação, desenvolvimento e produção da acessibilidade de vinte e duas coreografias da São Paulo Companhia de Dança. Coordenação, desenvolvimento e produção da acessibilidade da ópera “Poranduba”, do Theatro São Pedro. Coordenação, desenvolvimento e produção de acessibilidade de mais de 10 exposições de organizações como SESC, MAM, e diversos artistas. Coordenação, desenvolvimento e produção de acessibilidade dos materiais acessíveis das atividades de mediação das Edições SESC na Bienal Internacional do Livro. Coordenação, desenvolvimento e produção da acessibilidade da contação de história do livro “Sapucaya - A Grande Árvore, em parceria com a Editora Nhambiquara. Coordenação, desenvolvimento e produção da acessibilidade do livro “Tremores” do filósofo Jorge Larrosa, em parceria com a Editora Autêntica. Coordenação, desenvolvimento e produção da acessibilidade das publicações da Editora Mais Diferenças. Edição, organização e revisão técnica das publicações da Editora Mais Diferenças. Coordenação, desenvolvimento e produção de projetos de acessibilidade de cursos à distância (EAD), fazendo interface com tecnologias de informação e comunicação acessíveis (TICs). WAGNER SANTANA, Sociólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado em Comunicação e Educação pela Universidade Autônoma de Barcelona (UAB). Atua no campo das políticas públicas do campo social, da educação e cultura há mais de 20 anos. Coordenou o projeto "Acessibilidade em Bibliotecas Públicas" iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) cuja execução está sob responsabilidade da Mais Diferenças. Especialistas em Edição de Audiovisual e Animação FILIPE VASCONCELOS VIANNA, Formado em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela Universidade de Brasília – UNB. Ao unir as práticas do audiovisual e da tradução, passou, então, a desempenhar serviços de legendagem de documentários, curta e longa-metragens e diversos outros tipos de vídeo. Em 2014, legendou os filmes longa-metragem “Hoje eu Quero Voltar Sozinho” e os curta-metragem que fazem parte do projeto Cinema Inclusão, em trabalho freelancer na ONG Mais Diferenças. Em 2015, legendou o longa-metragem “Na Quebrada” e o Audiovisual Acessível do livro “O Pequeno Príncipe Em 2016, traduziu e legendou todos os curtas da “Mostra Cine Laboratório” (MOCILA), realizada em diversas locações de São Paulo e do Rio de Janeiro, organizando sessões em salas de cinema e também ao ar livre. Em 2017 foi o responsável pelas legendas da série "7 Vidas em 7 Cordas", com Yamandú Costa (veiculado pela TV Cultura), bem como do documentário "Sotaque Elétrico", dirigido por Caio Jobim (veiculado pelo Canal Curta). Atualmente trabalha na BRDN Conteúdos Acessíveis, uma produtora dedicada a acessibilização de conteúdos educacionais e culturais. Atua como locutor e editor em projetos acessíveis, no registro e finalização de audiodescrições, na captação e edição de traduções em LIBRAS, no desenvolvimento de legendas e traduções e na produção de audiovisuais acessíveis. SAULO TOMÉ, Bacharel em Comunicação Social (habilitação em Audiovisual) – 2010 Universidade de Brasília – UnB Atualmente, desde dezembro 2017 Sesc Ipiranga (São Paulo-SP) Curso Homo ludens. Curso de produção fotográfica ancorado na perspectiva filosófica de Vilém Flusser, no contexto da exposição Flusser e as dores do espaço. Atualmente, desde setembro de 2014 - BRDN Conteúdos acessíveis/ (São Paulo-SP) Produção, captação, edição de conteúdos culturais acessíveis para pessoas com deficiências www.brdnacessibilidade.com/
PROJETO ARQUIVADO.