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O objetivo da terceira edição da bem sucedida franquia "Abalou Bangu" é a retomada de uma tradição na cenabrasileira: a comedia popular de costumes. No caso deste "3", a tolerância e a convivência com as diferenças _ tematão caro aos dias que correm _ são o tema central, coadjuvado pela instituição familiar e pela vida contemporâneana cidade grande. Tudo regado a muito humor e fortes contornos de crítica social. Naturalmente, como acontececom qualquer gênero teatral, a comédia de costumes também precisa ser reinventada e adaptada aos tempos atuais.
Abalou Bangú 3 - O Filho, é uma comédia teatral. Maria Elvira (Cristina Pereira) e Maurício Otávio (Ary Fontoura) se mudaram de Bangu para Copacabana. Estranham tudo: as pessoas, o comportamento, o comércio. Mesmo assim, decidem comemorar seus 40 anos de casados com uma festa. Que não aparece ninguém. Na realidade, eles só organizaram a tal festa como uma isca para reencontrar o filho querido – Felipe (Renato Rabelo) – que nunca mais viram desde que este foi morar na Barra. Quando Maria Elvira e Maurício Otávio estão dando a noite por encerrada, eis que surge Felipe acompanhado por sua mulher, Monique (Carla Diaz.). E o que se vê em cena é um hilariante choque cultural. A mais bem-sucedida franquia de comédia popular teatral do século XXI chega à sua terceira edição, aprofundando, ainda mais, seus contornos que pregam a tolerância na sociedade. Afinal, nossas quatro personagens não podem ser mais diferentes entre si: um casal de meia-idade suburbano e conservador, e dois jovens: um filho pragmático que trabalha no mercado financeiro e uma nora que se revela uma emergente fútil da Barra. Conviver com as diferenças é uma arte e nossas quatro personagens têm muita dificuldade em chegar a um acordo. Principalmente quando se descobre que uma das quatro não votou nas últimas eleições no mesmo presidente que as demais votaram. O discurso do ódio passa a ser questionado da mesma forma como a vida contemporânea na cidade grande foi o foco nas outras edições de “Abalou Bangu”. Todos os pontos de vista são levados em consideração sem perder de vista, é claro, o humor. A Classificação indicativa é 14 anos.
Objetivo Geral: Naturalmente, como acontece com qualquer gênero teatral, a comédia de costumes também precisa ser reinventada e adaptada aos tempos atuais. No caso deste "3", a tolerância e a convivência com as diferenças _ tema tão caro aos dias que correm _ são o tema central, coadjuvado pela instituição familiar e pela vida contemporânea na cidade grande. Tudo regado a muito humor e fortes contornos de crítica social. O objetivo da terceira edição da bem sucedida franquia do espetáculo teatral "Abalou Bangu" é a retomada de uma tradição na cena brasileira: a comedia popular de costumes. Desde o século XIX, com comediógrafos como Artur Azevedo, Martins Pena e França Junior, o teatro brasileiro sempre foi muito pródigo nos textos de humor com pitadas de crítica social. Uma tradição que encontrou um sólido seguidor em João Bethencourt e, depois, em Miguel Falabella, Mauro Rasi e Vicente Pereira. Nos últimos anos, porém, um tripé formado por superproduções musicais, "espetáculos-cabeça" e os famigerados "stand-ups" afastou as comedias tão caras ao coração do público. Com pouquíssimas exceções, como é o caso de "Abalou Bangu", raros foram os espetáculos que cortejaram o gênero com sucesso. Objetivo Específico: Faremos 2 meses de ensaio e 2 meses de temporada, a princípio no Teatro dos 4, Rio de Janeiro, de quinta a domingo, totalizando 32 apresentações O produto do projeto, trata-se de um espetáculo teatral, serão oferecidos à população, ingressos da seguinte forma: Ingressos quantidade previsão: 6.000 valor inteira: R$ 100,00 / valor meia: R$ 50,00 / Preço popular R$ 50,00 Público alvo = estudantes das escolas públicas - municipais do estado do Rio de Janeiro. Distribuição gratuita: Divulgação 600 / Patrocinador 600 / População baixa renda 1.200 Dos ingressos destinados à contrapartida social, 80% serão distribuídos gratuitamente para os alunos da rede pública de ensino, 10% para imprensa e 10% para patrocinador, durante os 2 meses em cartaz.
A busca por um patrocínio tornou-se imperativa, hoje em dia, para qualquer tipo de espetáculo. Seja ele monólogo, seja uma superprodução musical, seja um espetáculo-cabeça, seja uma comedia de costumes, atualmente, é impossível montar um espetáculo sem um patrocínio. Os ingressos mais baratos que um ticket de cinema, o reduzido número de sessões (apenas três por semana), a retração do público (por causa de um binômio cruel _ violência urbana & lazer doméstico), tudo conspira contra uma produção teatral. Na realidade, o teatro deixou de ser uma atividade econômica, as contas simplesmente não fecham e ninguém mais consegue sobrevive deste ofício secular. Por tudo isso, mesmo um espetáculo com enorme apelo popular e com uma história de êxito de bilheteria como a franquia de "Abalou Bangu" precisa _ e muito _ de um patrocínio para montagem e manutenção. Por maior que seja a repercussão da montagem, o que entra na bilheteria não cobre os gastos da produção, como o aluguel caríssimo dos teatros, um cenário requintado nos mínimos detalhes (uma cozinha onde tudo funciona) ou um elenco de quatro feras que merecem ser bem remuneradas. Isso só para citar três itens importantes numa ficha técnica classe "A"; da iluminação de Paulo César Medeiros aos figurinos e cenário de Ronald Teixeira, passando pela programação visual de Gamba Junior _ todos profissionais premiadíssimos cuja folha de serviços prestada ao teatro está acima de qualquer suspeita. Tudo numa produção que se quer caprichada em todos os quesitos, em reverência ao nosso respeitável público. Local de apresentação será no Rio de Janeiro. O projeto se enquadra no Art. 18 lei Rouanet - Lei 8313/91 e) teatro; (art. 18, § 3º, alínea a) § 2º Tem por objetivo ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiar a produção e a expressão cultural, fortalecer a economia criativa, contribuir para o desenvolvimento do país.
Material divulgação: anúncios jornais busdoor flyer redes sociais clipping convites virtuais Revista GUia Off online Rádio programação visual Fotógrafo Banners Fachada teatro
Não há.
Acessibilidade: As apresentações ocorrerão em Teatros apropriados e com infraestrutura para que o acesso de idosos e deficientes físicos seja garantido. Haverá tradução em libras. Levar os alunos da escola de Surdo-Mudos para assistir ao espetáculo, será oferecido 8 ingressos por semana durante a temporada.
Democratização de Acesso: Medidas à serem adotadas: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Faremos Ensaio aberto para o público. Vamos selecionar pessoas de comunidade, junto com os estudantes e professores da rede pública, para assistirem a sessão gratuita. Público alvo = estudantes e professores das escolas públicas - municipais do estado do Rio de Janeiro. Não temos como informar o nome das escolas beneficiadas agora, pois o projeto ainda está em fase de aprovação junto ao Ministério da Cidadania. Somente após aprovação, daremos início a fase de captação e contratação junto a produção do espetáculo. Contrapartida Social: Dos ingressos destinados à contrapartida social, 80% serão distribuidos gratuitamente para os alunos da rede pública de ensino, 10% para imprensa e 10% para patrocinador, durante os 2 meses em cartaz, de quinta a domingo.
FICHA TÉCNICA AUTOR\DIRETOR e COORDENADOR PROJETO: FLAVIO MARINHO ELENCO: ARY FONTOURA, CRISTINA PEREIRA, RENATO RABELLO E CARLA DIAZ ILUMINAÇÃO: PAULO CÉSAR MEDEIROS ASS DE IMPRENSA: JOÃO PONTES e STELLA STEPHANY \JS PONTES VISAGISMO:BETO CARRAMANHOS FOTOGRAFIA:BETI NIEMEYER DESIGNER GRÁFICO: GAMBA JUNIOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: FÁBIO OLIVEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA / PRESTAÇÃO DE CONTAS: MÁDIA BARATA REALIZAÇÃO: MARINHOD’OLIVEIRA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS Currículo resumido: Flávio Marinho (autor / diretor / Coordenador do projeto) Principais trabalhos para o teatro: Escreveu "Se Eu Fosse Você - O Musical", "Academia do Coração", "A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo", "Abalou Bangu 2: A Festa", "Além do Arco Íris", "Sessão da Tarde", "Cauby! Cauby!", "Um Caminho Para Dois", "Nosso Amor a Gente Inventa", "Abalou Bangu", "Um Dia das Mães", "Coração Brasileiro", "Salve Amizade", "Juveníssimo", "Karamba: Confissões de Um Ator Maduro", "Quatro Carreirinhas", "Noite Feliz", "Os 7 Brotinhos", "Perfume de Madonna", "Splish, Splash" e a infantil "O Rouxinol do Imperador". Seu novo musical, "Estúpido Cupido" estréia em agosto de 2015. E em outubro do mesmo ano, estreia uma nova comédia, "O Amor É Azul". E em novembro de 2015, "Irmãozinho Querido", escrita, dirigida e produzida por ele. Ary Fontoura (ator) Tem cerca de 40 novelas no currículo. Um dos seus papéis mais marcantes foi em Saramandaia de 1974, onde deu vida a um professor que virava lobisomem. Principais trabalhos para o Teatro: Teve atuações em comédias clássicas, teatro de revista e passagens pelo Teatro Nacional de Comédia (TNC) e pelo Grupo Opinião. Em 1978, integrou o elenco de A Ópera do Malandro, de Chico Buarque, dirigida por Luis Antônio Martinez Corrêa. Em 1979, destacou-se na peça Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha. Na década de 1980, fez trabalhos memoráveis no elenco fixo do Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro, como as peças Rei Lear, de Shakespeare, com direção de Celso Nunes, e Sábado, Domingo e Segunda, de Eduardo De Filippo. Por suas atuações nestas duas últimas peças, recebeu duas vezes o Troféu Mambembe de melhor ator, em 1983 e 1986. Em 2005, comemorou 55 anos de carreira com a peça Marido de Mulher Feia Tem Raiva de Feriado, escrita e dirigida pelo ator, que também atuou, ao lado de Luciana Coutinho. 2001 - A Diabólica Moll Flanders - de Daniel Defoe, com adaptação e direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho 2005 - Marido de Mulher Feia Tem Raiva de Feriado - de Paulo Afonso de Lima e Ary Fontoura, com direção de Ary Fontoura 2014 - O Comediante - de Joseph Meyer, com direção de José Wilker e Anderson Cunha 2017 - Num Lago Dourado - de Mark Rydell, com direção de Elias Andreato Cristina Pereira (atriz) Seu primeiro trabalho foi no espetáculo Chico-Rei, de Walmir Ayala, com direção de Roberto Lage. Em seguida participou de vários outros espetáculos, entre os quais estão: Missa Leiga, O Cais do Sodré, Equus, Jogos na Hora da Sesta, A Aurora da Minha Vida, O Amigo da Onça, Tantã, Dona Rosita, a solteira e Closet Show e Sábado, Domingo e Segunda, pelo qual ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz Coadjuvante de 1986. Em agosto de 1979 estreiava nas telenovelas a atriz Cristina Pereira. Seu primeiro trabalho foi em Dinheiro Vivo na Rede Tupi de televisão. Na telenovela deu a vida à personagem Garapa, e ficou no ar até o dia 26 de Janeiro de 1980. Em 1982, quando fazia A Aurora da Minha Vida, foi convidada para atuar em Elas por Elas. Foi quando Cristina transferiu-se para o Rio de Janeiro. Desde então, Cristina fez diversas participações em telenovelas, minisséries e programas, em grande maioria interpretando personagens cômicos de enorme sucesso. Principais trabalhos no Teatro: Durante 2004 e 2006, fica em cartaz com a peça Abalou Bangu, ao lado de André Valli. Em 2008, atua em Alzira Power de Antônio Bivar, e, em 2009, volta à cena em A Tartaruga de Darwin, comemorando 40 anos de carreira. Além de atriz, Cristina também dirigiu e produziu diversos espetáculos para teatro, como Morte e Vida Severina, História de Cronópios e de Famas, Amigas, Querida Mamãe e, em 2002, Entre o Céu e o Inferno, com texto de sua autoria e Teresa Montero, baseado na obra de Gil Vicente. Renato Rabello (ator) Em 2014, já havia atuado em mais de trinta de 30 espetáculos, com destaque para os musicais (segmento em que trabalha há mais de 15 anos), como Somos Irmãs, Ópera do Malandro em Concerto - interpretando a prostituta Geni - Vítor ou Vitória, Marília Pêra Canta Carmem Miranda; protagonizou Carlos Machado - O Rei da Noite, Garota Glamour e o musical da Braodway Avenida Q da dupla Charles Moeller e Claudio Botelho (2009). 1990 - Televisão - Barriga de Aluguel (como Pity) (Wolf Maya) 1986 - Teatro - A Via Sacra Cinema - Infinitamente Maio, curta metragem (Marcos Jorge) Cinema - Sexo, Amor e Traição ( Jorge Fernando.) Série/Minissérie - Hilda Furacão - Frei Guido Teatro - A Menina e o Vento (Cininha de Paula) Teatro - Ao Meu Rio - Declarações de Amor (Antonio De Bonis) Teatro - Aqui se Faz, Aqui se Paga (Jorge Fernando) Teatro - As Primícias, de Dias Gomes Teatro - Band Age (Cininha de Paula) Teatro - Carlos Machado- O Rei da Noite ( Paulo Afonso de Lima - Carlos Machado) Teatro - Cristal Bacharach (Charles Möeller e Cláudio Botelho) Teatro - Deu Broadway Na Cabeça (Wolf Maya.) Teatro - Espetáculos infantis Teatro - Garota Glamour, ao lado de Totia Meirelles Teatro - Marília Pêra Canta Carmen Miranda (Maurício Shermann) Teatro - O Baile (José Possi Neto) Teatro - Ópera do Malandro em Concerto - Geni Teatro - Ópera do MalandroPortugal e Canecão Teatro - Quatro Carreirinhas (Wolf Maya) Teatro - Rocky Horror Show (Jorge Fernando - Riff Raff) Teatro - Se Você Me Ama Teatro - Somos Irmãs (Ney Matogrosso e Cininha de Paula) Teatro - Um Caso por Acaso Teatro - Vítor ou Vitória (Jorge Takla, com Marília Pêra ) Teatro - Zero de Conduta (Pedro Vasconcellos) Televisão - A Viagem (como Padilha) Televisão - Chocolate Com Pimenta (como Padre Eurico) Televisão - Cobras E Lagartos (como Dj Macarrão) Televisão - Kubanacan (como Herman) Carla Diaz (atriz) Iniciou sua carreira em 1992 com apenas dois anos de idade, fazendo comerciais para a televisão. Em 1994 estreou na telenovelaÉramos Seis onde interpretou Eliana, sendo que em 1996 ganhou destaque como a meiga Tininha de Colégio Brasil, ambas do SBT. Em 1997, ficou conhecida ao atuar na segunda fase da primeira temporada da novela Chiquititas, como a pequena Maria, onde ficou por três temporadas, saindo no final de 1999. Em 2000, mudou-se para a Rede Globo, onde entrou para a novela Laços de Família como a doce Raquel, mas foi mesmo em 2001 que teve grande destaque em O Clone onde encarnou Khadija Rachid, filha da protagonista Jade (Giovanna Antonelli). Em 2003 interpretou Angélica na minissérie A Casa das Sete Mulheres, uma pequena guerrilheira filha de uma das sete protagonistas. Em 2004 Carla foi a apresentadora dos Melhores do Ano, no Prêmio Austregésilo de Athayde, da Academia Brasileira de Letras. Nos anos seguintes fez participações no Sítio do Picapau Amarelo como a temperamental Cléo e na A Grande Famíliacomo Beatriz. Em 2007, Carla encarou um de seus trabalhos mais difíceis em Sete Pecados, onde interpretou a órfã Gina, vítima de bullying no colégio por ser portadora da AIDS, sofrendo agressões e humilhações. Em fevereiro de 2009 assina contrato com a Rede Record, entrando para a trilogia Os Mutantes, na terceira fase Promessas de Amor, onde fez a co-protagonista Juno. Em 2011 entra para o elenco de Rebelde, como a misteriosa Márcia. Em 2014, interpreta a jornalista black bloc, Lucrécia, na minissérie política Plano Alto. Em junho de 2011, Carla fez um ensaio sensual para a revista masculina VIP. Em 2016, estreou como cantora participando do single "Voa" de Bernardo Falcone. Em agosto de 2017, retornou à Rede Globo para viver Carine, amante de Rubinho, na novela A Força do Querer. Último trabalho no Teatro foi em 2018 no espetáculo teatral "Estúpido Cupido". Mádia Barata (administração financeira/ prestação de contas) - prestação de contas projetos: Nós Sempre Teremos Paris , Jim, Renato Russo - A peça, A vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo, Estúpido Cupido, A Garota do Biquini Vermelho, Zé Trindade, Ivon Curi, Eles só queriam se Apaixonar, O avarento, As Preciosas Ridículas, O Doente Imaginário, O Auto da Compadecida. Fábio Oviveira (Diretor de Produção) - Trabalhou nas peças abaixo como diretor de produção: Além do Arco Iris (2009), Abalou Bangú 2: A Festa (2011), Academia do Coração (2013), Irmãozinho Querido (2018), todas com autoria de Flávio Marinho.
PROJETO ARQUIVADO.