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PRONAC 191856Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL JURERÊ INTERNACIONAL DE MÚSICA

6 PRO - EVENTOS EMPRESARIAIS LTDA
Solicitado
R$ 425,0 mil
Aprovado
R$ 425,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-09-05
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

Realizar um festival de música instrumental, com foco no jazz, blues, rhythm and blues, rock, soul, funk, no melhor estilo New Orleans, na cidade de Florianópolis (SC). O evento contará com um palco fixo no charmoso bairro de Jurerê Internacional, além de performances artísticas de dança e música em locais turísticos da cidade. O festival apresenta atrações nacionais e internacionais, além de promover artistas locais com apresentações de rua.

Sinopse

NÃO SE APLICA

Objetivos

É objeto deste projeto a realização do evento denominado "FESTIVAL JURERÊ INTERNACIONAL DE MÚSICA", com atrações musicais, predominantemente instrumentais, com foco no jazz, blues, rhythm and blues, rock, soul, funk, no melhor estilo New Orleans. O evento acontece na cidade de Florianópolis (SC), com performances em um palco fixo no Bairro de Jurerê Internacional e 2 ações itinerantes no Aeroporto Internacional Hercílio Luz e Mercado Público, no estilo banda de rua, 2 bandas em cada local. O evento é gratuito, tem duração de 2 semanas e estima atrair público de 3 mil pessoas. OBJETIVO GERAL O objetivo geral do projeto é proporcionar aos moradores e turistas a oportunidade de conhecer e desfrutar gratuitamente as várias vertentes musicais de New Orleans, como jazz, blues, R&B, rockabilly, soul, dixieland e zydeco, entre outros de matizes afro-americanas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS São objetivos específicos do projeto: - promover um festival de música instrumental na cidade de Florianópolis (SC), com duração de 2 semanas e sem cobrança de ingressos; - fomentar a formação de plateia para a música instrumental, nacional e internacional, em especial o jazz, blues, R&B, soul, rock e funk. - apresentar 9 atrações musicais reconhecidas nacional e internacionalmente; - realizar intervenções artísticas, de música e dança, durante 2 finais de semana, em locais turísticos de grande concentração de pessoas em Florianópolis, como o Mercado Público e o Aeroporto Internacional Hercílio Luz; - realizar 1 oficina de improvisação, com 20 vagas gratuitas, para estudantes de iniciação musical e professores da rede pública de ensino, na ACAM _ Associação de Amigos da Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó, comunidade de reconhecida vulnerabilidade social em Florianópolis, como contrapartida social do projeto (Art. 22, IN 02/2019).

Justificativa

A música sempre esteve presente no cotidiano do ser humano, seja para festejar datas especiais ou pela simples diversão que promove. Mesmo nas condições mais adversas, grupos desenvolveram ritmos musicais para expressar a alegria ou a tristeza de alguma condição. É o caso dos ritmos afro-americanos como o blues, o jazz, o R&B (rhythm and blues), o soul e o funk, com origem no sul dos Estados Unidos no fim do século XIX. A forma do blues, onipresente no jazz, no rhythm and blues e no rock and roll, é caracterizada pelo padrão de chamada e resposta, pela escala de blues e por progressões de acordes específicas, das quais o blues de doze compassos é o mais comum. Blue Note é uma nota cantada ou tocada com um timbre ligeiramente mais baixo do que o da escala maior, o que faz com que a nota tenha um som distintivamente triste e melancólico; a própria palavra "blues", em inglês, é sinônimo de melancolia. Blues shuffles ou linha de baixo reforçam o ritmo de transe e formam um efeito repetitivo conhecido como groove, presente no soul e no funk, e difundido na música negra no mundo inteiro. Suas origens também estão intimamente relacionadas com a música religiosa da comunidade afro-americana, os spirituals. A primeira aparição do blues é muitas vezes datada após o fim da escravidão. Está associada à liberdade recém-adquirida dos antigos escravos. Os cronistas começaram a relatar sobre a música blues no alvorecer do século XX. O blues desde então evoluiu de música vocal não acompanhada e tradições orais de escravos em uma grande variedade de estilos e subgêneros. Os subgêneros de blues incluem country blues, Delta blues e Piedmont blues, bem como estilos de blues urbanos como Chicago blues e West Coast blues. A Segunda Guerra Mundial marcou a transição do blues acústico para o elétrico e a abertura progressiva da música blues para um público mais amplo, especialmente ouvintes brancos. Nos anos 1960 e 1970, uma forma híbrida chamada blues rock evoluiu. Esse estilo musical tão eclético vem conquistando plateias no mundo inteiro. Também, muitos talentos despontam todos os anos neste meio, o que torna cada vez mais frequenta a realização de festivais de música dedicados exclusivamente à soul music. No Brasil, anualmente, acontecem inúmeros festivais de jazz, blues, funk e soul music, em diversas cidades, de norte a sul do país. Não poderia ser diferente em Florianópolis (SC), uma cidade eminentemente turística por suas praias e belezas naturais, vem despontando também no cenário cultural brasileiro, com a realização de espetáculos de música, dança, teatro e outras manifestações artísticas. O projeto faz parte de uma onda de Festivais de Jazz que acontecem durante o ano todo em várias cidades do Brasil, que vêm tornando esse estilo musical mais frequente na vida dos brasileiros. O efeito é tornar esses ritmos tidos como eruditos, elitistas ou de difícil acesso a todos, incentivando a difusão de música instrumental de qualidade, complexa e com frequências sonoras diferentes do que usualmente se disponibiliza no mercado brasileiro. Além disso, o festival gera empregos, fomenta o comércio local e ajuda a difundir a imagem de Florianópolis e do País nacional e internacionalmente. Além disso, de acordo com pesquisa divulgada em julho de 2018 pela consultoria JLeiva, o jazz e o blues são ritmos citados por apenas 3% da população do país como ritmos favoritos na pesquisa Cultura nas Capitais (www.culturanascapitais.com.br), que pesquisou 12 capitais nacionais. Esse dado demonstra a importância do fomento a estes estilos que embora estejam em ascensão e em franca divulgação, ainda é muito incipiente o retorno de mercado a este nicho musical. Também é uma oportunidade de fomentar e divulgar a produção nacional e local dos ritmos e da música instrumental. Em atenção ao art. 22, da IN 02/2019, o projeto oferece como contrapartida social a realização de, pelo menos, uma oficina de improvisação musical, ministrada por artistas que fazem parte da programação do Festival. A oficina é destinada ao público jovem, formado preferencialmente por alunos de iniciação musical de duas comunidades carentes de Florianópolis. Com esta iniciativa, pretende-se fomentar no público jovem e em situação de vulnerabilidade social, o gosto pela música instrumental, em especial o blues e o jazz. Assim, este projeto se enquadra nas finalidades descritas no Art. 1º, da Lei 8313/91, pois: - visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, com a realização de um festival de música instrumental aberto ao público, sem a cobrança de ingressos (inciso I); - permite apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, com a difusão de artistas nacionais e internacionais (inciso III); - se propõe a proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, com a apresentação de grupos locais e nacionais em espaços públicos durante as 2 semanas do festival (inciso IV); - desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, com a apresentação de estilos musicais de matizes afro-americanas, e suas influências na música de outros países, como no Brasil (inciso VII); - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, no caso a música instrumental (inciso VIII). Para cumprimento das finalidades acima, o projeto se enquadra nos seguintes objetivos do art. 3º da Lei 8313/91, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Assim, visando fomentar a formação de plateia para o jazz, blues e a música instrumental de matizes afro-americanas em geral, este projeto busca o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, através do Programa Nacional de Apoio à Cultura. O incentivo fiscal é fundamental para a realização de um festival desta magnitude, sem a cobrança de ingressos, que leva ao público música de qualidade aproximando a população deste estilo musical considerado elitista.

Estratégia de execução

O proponente atuará na coordenação geral do projeto e direção artística, serviço pelo qual receberá como autorremuneração.

Acessibilidade

Nos termos do art. 18, da IN 02/2019, o festival se propõe a garantir o acesso irrestrito de pessoas com deficiência aos shows e produtos oferecidos pelo evento, com ações específicas como as apresentadas a seguir: Festival/Mostra/Apresentação Musical: os locais públicos onde serão realizados os shows gratuitos são adaptados para atender pessoas com deficiência, cadeirantes ou com mobilidade reduzida e idosos, com rampas para acesso aos locais dos shows. Serão também estabelecidos locais exclusivos com acesso facilitado para pessoas com quaisquer deficiências. A equipe do projeto será devidamente treinada para atender pessoas com deficiência, bem como para assessorá-los com devidas providências de acessibilidade ao evento. Para que todos possam ter experiências mais sensoriais, a área reservada para acessibilidade é mais próxima ao palco, com melhor visualização e sensação da vibração emitida pelos equipamentos sonoros, atendendo assim pessoas com deficiência auditiva. Para atender pessoas com deficiência visual, o Festival contará com equipe devidamente treinada, produtores do próprio Festival, para orientar este público sobre os locais de acesso aos shows e mostras do Festival. E finalmente, conforme apresentado no § 2º, do art. 18, a produção do Festival irá garantir a confecção de material de divulgação específico contendo informações sobre a disponibilidade das medidas de acessibilidade adotadas para cada produto oferecido no projeto. CONTRAPARTIDA SOCIAL: será disponibilidado intérprete de LIBRAS na oficina de improvisação.

Democratização do acesso

Quanto às medidas de ampliação do acesso, todas as atividades do evento serão realizadas em locais públicos, sem a cobrança de ingressos. Para tanto, haverá investimento na divulgação do evento em diversas mídias, a fim de atrair o máximo de público possível. Como o evento acontece em local aberto ao público, a fim de promover a participação com caráter social, educativo ou formação artística (art. 20, I, “a”, IN 02/2019), serão distribuídos cartazes para a rede pública de ensino de Florianópolis, em escolas de música e em comunidades carentes da cidade, através de suas associações de moradores. Com isso, estima-se preencher 20% da quantidade de público estimada para o evento com este público específico. Pelas características do evento, o local de sua realização e o período que será realizado, estima-se atrair público de aproximadamente 3 mil pessoas, durante os 2 finais de semana do festival. APRESENTAÇÃO MUSICAL (art. 21, IN 02/2019): Como medida complementar de ampliação do acesso, em atenção ao art. 21, da IN 02/2019, serão disponibilizados, no site do evento, os registros audiovisuais dos espetáculos (inciso III), bem como serão realizadas atividades paralelas, como as intervenções artísticas de bandas de rua em outros locais da cidade, como o Mercado Público de Florianópolis e o Aeroporto Internacional de Florianópolis Hercílio Luz. CONTRAPARTIDA SOCIAL, a oficina de improvisação também será de participação gratuita, com vagas a serem preenchidas conforme a ordem de inscrição, para estudantes de iniciação musical e professores da rede pública de ensino, da comunidade do Morro do Mocotó, através de parceria com a ACAM – Associação de Amigos da Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó. Como medida complementar, em atenção ao art. 21, da IN 02/2019, da ação de contrapartida social também serão disponibilizadas imagens no site do evento (inciso III). O Festival Jurerê Internacional de Música se apresenta como espaço permanente de valorização e democratização do acesso do público aos mais variados gêneros da música, conectando as pessoas com a música, com a cidade, com a natureza e com elas mesmas, através do contato ao vivo com a música instrumental de qualidade, aprimorando seu senso crítico e possibilitando assim seu desenvolvimento artístico-cultural. A gratuidade dos shows garante a democratização desse recorte cultural de um país, de um povo.

Ficha técnica

6 PRO – EVENTOS EMPRESARIAIS COORDENAÇÃO GERAL E DIREÇÃO ARTÍSTICA RESPONSÁVEL PELA GESTÃO ADMINISTRATIVA E TÉCNICO-FINANCEIRA DO PROJETO Criada em 1992, é reconhecida como um dos expoentes nacionais no setor de gerenciamento de espetáculos culturais, projetos e eventos institucionais. A empresa tem origem no Opinião (www.opiniao.com.br), renomada casa de espetáculos porto-alegrense, fundada em 1983. Entre os eventos de destaque, está a realização de grandes shows nacionais e internacionais, como Bob Dylan, R.E.M., RedHot Chili Peppers, Kiss, Rush, UB40, George Benson, Diana Krall, Norah Jones, Jamie Cullum, SimplyRed, Mark Knopfler, Eric Clapton, CharlyGarcia, The Cult, Daniela Mercury, Leandro e Leonardo, Chitãozinho e Xororó, Ivete Sangalo, Gilberto Gil, DeepPurple, A-ha, Mercedes Sosa, Lenny Kravitz, Metallica, entre outros tantos. Além disso, a Opinião Produtora foi uma das empresas que participaram ativamente na realização dos festivais Caminhos do Prata, no Uruguai; e Sudà Sul, na França. Construída por funcionários em constante qualificação, a Opinião Produtora é um dos pilares da cultura no Rio Grande do Sul e também já esteve envolvida em eventos em países como Argentina e Áustria. Paralelamente à produção dos espetáculos artísticos, a empresa também atua na produção de eventos empresariais, com amplo destaque no mercado. São exemplos desse segmento as inaugurações da fábrica da Brahma e da torre da Claro, ambas na região sul; e os lançamentos das marcas Vivo e Record, a Copa Davis de Tênis e o Prêmio Destaques Expointer, entre outros mais. A Opinião Produtora também é responsável pela administração do Pepsi OnStage (www.pepsionstage.com.br), uma das maiores casas de show do sul do Brasil. Em funcionamento desde 2006, o local já foi palco de diversos outros shows de renome nacional e internacional, como Alanis Morissette, The Strokes, Black EyedPeas, Maná, MidnightOil, Ben Harper, Chuck Berry, Joe Cocker, Dave Matthews Band, JossStone, Caetano Veloso, Faith No More, Fito Páez, Jerry Lee Lewis, Demi Lovato, Lauryn Hill, Slash, Los Hermanos, entre outros. ORTH PRODUÇÕES PRODUÇÃO EXECUTIVA E DIREÇÃO TÉCNICA Uma empresa de produção cultural, com sede em Florianópolis/SC, que desde 1992 atua nos diversos segmentos da cultura, como música, dança, teatro e arte contemporânea. Desenvolve eventos e projetos culturais próprios ou executados para grandes empresas catarinenses, nacionais e internacionais, trabalhando ativamente no seu setor de "Cultura em Eventos Corporativos". A produtora se dedica à produção de shows através de sólidas parcerias com empresários nacionais e internacionais, contando em seu histórico com artistas brasileiros e estrangeiros. As suas atividades se estendem, principalmente, pelo sul do Brasil, como nas cidades de Criciúma, Joinville, Blumenau, Curitiba e Porto Alegre. Além disso, também atua em outros países da América Latina e Europa. Algumas das produções e projetos culturais realizados: •Produção e Coordenação do Evento Angeloni Supermercados/Nestlé na Beiramar Norte; João Carlos Martins 2011; Camerata Fpolis2018 e 2019 •Produção e Coordenação Executiva Show Beyoncé -2010 •Produção e Coordenação Orquestra Bachianas -do diretor João Carlos Martins -Evento Angeloni Supermercados/Nestlé -Criciúma/SC -2010; •Coordenação e produção espetáculos Inauguração do Teatro Pedro Ivo –2009 e 2008; •Coordenação e produção PARADA DOS SONHOS –Desfile Natalino na Beiramar Norte -Centro Histórico Praça X 2011,2009,2008, 2007; •Florianópolis In Jazz Coordenação e Produção Executiva -1996 •Produção e Direção: Brognoli Acústico -2018,2017,2016,2015,20142013,2012, 2011, 2010, 2009, 2008, 2007, 2006, 2005; •Produção executiva e técnica Festival de Música de Itajaí -2010, 2009, 2008, 2007, 2006, 2005; •Produção e coordenação TOUR SC e abertura Festival de Dança Joinville –Ballet Nacional da Polônia -2005; •Produção Executiva da Tour SANDY & JUNIOR / SC – Florianopolis / Blumenau/ Chapecó/ Joinville 2001, 2000 e 1999 •Réveillon e Natal - Florianópolis Curadoria Artística e Produção Executiva 2015,2017 em parceria com a Engage (empresa do Grupo RBS). •Organização e Produção Executiva em Florianópolis e Turnês da Cia de Dança Deborah Colker, Grupo Corpo, Kiev Ballet, Bolshoi, entre outros. •Organização e Produção Executiva em Florianópolis e Turnês com espetáculos de Teatro com os seguintes artistas Antonio Fagundes, Miguel Falabella, Marieta Severo, Bibi Ferreira entre outros. •Organização e Produção Executiva em Florianópolis e Turnês em shows dos seguintes artistas Zeca Baleiro, Lenine, Ney Matogrosso, Zélia Duncan, Simone, Maria Bethânia, Zeca pagodinho, Toquinho, Jorge Drexler entre outros. ATRAÇÕES CURTIS SALGADO Nascido em Everett, Washington, Curtis Salgado cresceu em Eugene, Oregon. Aos 20 e poucos anos, ele já estava se destacando no cenário de bares de Eugene com sua banda The Nighthawks, e mais tarde como co-líder do The Robert Cray Band. Salgado tornou-se rapidamente um jogador e cantor de notável profundidade, com influências vocais e musicais, incluindo Otis Redding, OV Wright, Muddy Waters, Little Walter, Sonny Boy Williamson I e II, Lightnin 'Hopkins, Howlin' Wolf e Magic Sam. NPR o chama de "um ícone de blues" com uma "voz enorme". Em 1977, Salgado conheceu o ator John Belushi enquanto o comediante estava filmando Animal House. Salgado e Belushi passaram horas tocando discos antigos, com Belushi absorvendo a música como uma esponja. Ele usou seu novo conhecimento de blues para criar os The Blues Brothers. Uma vez que Salgado uniu forças com o The Robert Cray Band, ele dividiu palcos com muitos de seus heróis, incluindo Muddy Waters, Bobby Bland, Albert Collins e Bonnie Raitt. Ele liderou o Roomful Of Blues, cantando e excursionando com eles de 1984 a 1986. Formando sua própria banda, ele lançou o primeiro de seus dez álbuns solo em 1991. Salgado juntou-se à Alligator Records em 2012, estreando com o premiado, aclamado pela crítica Soul Shot em 2012, seguido de The Beautiful Lowdown em 2016. Salgado ganhou três Blues Music Awards 2013 incluindo o cobiçado BB King Entertainer Of The Year. Ele também ganhou por Soul Blues Artista Masculino do Ano, e por Soul Blues Álbum do Ano. Em 2017, Salgado ganhou mais três Prêmios de Blues Music: Álbum de Soul Blues do Ano para The Beautiful Lowdown, Canção do Ano para Walk A Mile In My Blues e Artista Masculino do Soul Blues. BOBBI RAE A guitarrista Bobbi Rae, cantora e compositora de New Orleans/EUA, vem conquistando o público desde 2015. Com uma voz rouca e de alto soprano, Bobbi Rae é um epítome da Soul Music contemporânea. Natural de uma pequena cidade chamada Slidell Louisiana, cerca de 30 minutos do “Big Easy” (New Orleans), Bobbi foi abençoada com a oportunidade de trabalhar e dividir palco com muitos artistas lendários de New Orleans, como Kermit Ruffins, Helin Riley e Antoine Drye, Tonya Boyd-Cannon, entre outros. O estilo eclético da música de Bobbi lhe deu a oportunidade de viajar pelos EUA e para outros países, conquistando público em todo o mundo. Em 2016, lançou seu primeiro single “I’m Gonna Love Ya”, produzido por Breg Bieck e Greg Barnhill, em Nashville, Tennessee. Em 2017, lanou outros single “Insane Love”, produzido por Daniel Darjean, em Dallas, Texas. Por último e não menos importante, em agosto de 2018, Bobbi lançou “Summer”, também produzido em Dallas por Daniel Darjean, lançado em abril de 2019 em álbum coletivo com outros artistas. Em 2019, Bobbi se dedica a um documentário em Nassau, Bahamas, de onde sua mãe é, e depois sai em turnê pelo Brasil em agosto. SOLON FISHBONE Solon Fishbone é um guitarrista brasileiro de blues. Iniciou sua carreira em 1984 e já atuou ao lado de músicos como Eddie C. Campbell, James Wheeler, Billy Branch, John Primer, Phil Guy e Hubert Sumlin. Com uma pegada muito semelhante a de Stevie Vay Vaughan e Freddie King, Solon Fishbone hoje é considerado um dos melhores guitarristas de blues do Brasil e contribui para que o blues continue tocando a alma de cada pessoa que é fisgada pelas notas inconfundíveis deste tipo de melodia. ] A revista Guitar Player de outubro de 1999 diz sobre seu terceiro disco: "Blues Galore é o novo caminho para o blues nacional, é a principal referência do blues para o cenário nacional". Seu setup é simples e sobretudo vintage: Fender Stratocaster pré-CBS (disso resulta o som gordo e definido perfeitamente audível em Instrumental Mood), amplificadores Fender (Deluxe Reverb Black Face geralmente) que são tão essenciais quanto as guitarras em termos de timbre, além de alguns poucos efeitos como Ibanez Tube Screamer e Rotary Speaker. EDEN BRENT Apelidada de "Little Boogaloo" por seu mentor do Mississipi, Boogaloo Ames, Eden Brent é muito mais do que seu piano de boogie-woogie de assinatura e o hölk blues hool. Ela é uma compositora célebre e performer dinâmica, com inúmeras indicações e prêmios, incluindo três Blues Music Awards. Seu novo álbum, " An Eden Brent Christmas", com Bob Dowell, é uma coleção de 12 favoritos festivos e alegres de blues organizados pelo marido de Brent, o trombonista fenomenal nascido em Londres e pelo experiente arranjador Bob Dowell. O álbum é lançado em 7 de dezembro e está disponível na Yellow Dog Records. Entusiasta de piano ao longo da vida, Eden foi cercada por música e aprendeu suas primeiras notas aos três anos de idade. Eden é destaque em três documentários: Boogaloo & Eden: Sustaining the Sound; Quarenta dias no delta; 180 Degrees: Changing Lives no Mississippi Delta , tem aparecido em publicações impressas como USA Today e Garden & Gun , tem sido destacado em transmissões de rádio nacionais incluindo NPR Weekend Edition, House of Blues e Radio Hour , e American Routes , e sua música continua a Encantar os críticos e o público ao vivo. Desde o lançamento de sua carreira, Eden viaja pelos Estados Unidos e no exterior em festivais como Notodden, Chicago Blues Festival, Cognac's Blues Passions e New Orleans Jazz & Heritage Festival. Ela é uma frequente apresentadora de piano-bar a bordo do Legendary Rhythm & Blues Cruise e tem sido uma convidada especial a bordo do American Queen Steamboat , uma performance que celebrou sua herança no rio Mississippi. Ela lançou cinco álbuns solo: Something Cool 2003; Mississippi Number One 2008; Não tenho nenhum problema 2010; Jigsaw Heart 2014, e seu novíssimo An Eden Brent Christmas com Bob Dowell, disponível na Yellow Dog Records. Além de seus quatro álbuns solo, Eden gravou The Brent Sisters Party Dress com as irmãs Jessica e Bronwynne, também compositoras. Lançado em 2012, o álbum é uma coleção de músicas escritas por sua falecida mãe, Carole Brent. Eden mora em sua cidade natal com seu marido Bob Dowell, músico e arranjador do Reino Unido. FERNANDO NORONHA Fernando Noronha é um ícone, um dos maiores guitarristas de blues do Brasil. Com uma carreira de 20 anos, Fernando se destacou na cena global do folk e do blues, realizou diversas tours anuais pela América Latina, 10 tours europeias e 2 nos EUA e no Canadá. Desde 1995, Fernando Noronha & Black Soul tem viajado com sua banda por todos os maiores festivais de Blues e Jazz pelo mundo, incluindo o Montreal Jazz Festival no Canadá, Augusti Blues Festival na Estônia e Santiago International Jazz Festival no Chile. Fernando Noronha & Black Soul encontrou sua própria sonoridade combinando influencias do rock e do blues norte americano, com o groove brasileiro. Natural de Porto Alegre, RS, Fernando sempre identificou sua sonoridade com o blues do Texas, terra de grandes guitarristas como T-Bone Walker, Johnny Winter e Stevie Ray Vaughan, grandes influencias em sua obra. Teve a oportunidade de trabalhar de perto com grandes nomes do blues, como B.B. King, Chuck Berry, Buddy Guy, Chris Duarte (que produziu dois de seus álbuns) Ron Levy e muito mais. Mergulhado no que é a verdadeira definição do blues, combinando ritmos africanos com composições ao estilo europeu, esta banda de blues brasileira reinventou o gênero, e levou o seu público fiel a novas fronteiras e novas experiências. Na iminência de seu oitavo álbum, "Time Keeps Rolling", Fernando Noronha & Black Soul continua a reforçar sua presença global através da nova parceria com o selo Worldhaus Music, que tem base em Austin, no Texas, EUA. Em 2015, Fernando e Worldhaus apostam alto no lançamento de seu novo álbum em três diferentes mercados: America do Norte, América do Sul e Europa. O primeiro passo é a presença e participação no festival SXSW, revigorando velhos mercados e conquistando novos com seu som coeso e inovador. D’MAR & GILL Derrick L. Martin é um baterista, produtor, educador e compositor talentoso com uma carreira profissional impressionante que se estende por mais de 20 anos. Suas obras o colocaram como o baterista principal de Little Richard por mais de 15 anos; estabeleceu-o como músico internacional, artista, produtor executivo de vários artistas, e lhe rendeu muitas apresentações na TV. Do lado oposto do espectro vem o melhor guitarrista de slide do Mississippi - Hands Down! O blues country de Gill agitou a alma de milhares de puristas de blues no Delta do Mississippi. Com mais de 15 anos de "hittin-lo apenas para a direita" estilo otimista de Gill personifica o bem que todos nós vemos na música blues. D'Mar e Gill combinados é uma mistura selvagem que acaba por fazer a Blues Music se destacar. Esses dois mestres tiraram o melhor do Delta Blues e da mais legal das primeiras influências africanas e os uniram para formar um som moderno que agrada à alma e simplesmente hipnotizante para testemunhar ao vivo. SLAM ALLEN Artista dinâmico usa os gêneros de Blues, Soul, R & B e um toque de Rock and Roll para proporcionar performances poderosas de agitar a alma! Slam captura você com uma voz que ecoa Otis Redding, uma guitarra que o imerge em BB King e encena a energia que lembra James Brown, enquanto cativa você com sua própria música original! Ao crescer, Slam tocou bateria para a banda de soul da família “The Allen Brothers” e mais tarde, aprendeu violão com seu pai, Harrison Allen e seu tio, Cecil Allen. Enquanto ele progredia, a família sabia que eles tinham um talento especial para nutrir! Hoje, com 6 CDs, Slam Allen cruza o mundo tocando em festivais da Argentina a Nova York, da Itália à Flórida, da Suíça a Chicago e além. Este talentoso músico e entertainer foi o vocalista, guitarrista e líder da banda para o lendário James Cotton, indicado ao Grammy. "Brincar com Cotton foi uma ótima experiência para mim! Há coisas que aprendi com ele que você não pode aprender em nenhuma escola. Foi uma grande honra!", diz Slam. Em 2010, Slam Allen teve a distinção de ser escolhido pela Norwegian Cruise Line para o lançamento inaugural do Norwegian Epic, e pela banda house oficial "Fat Cats" - o primeiro artista de Blues e Soul em tempo integral em uma National Cruise Line. Com o Slam no comando, a banda rapidamente desenvolveu um relacionamento incrível com os convidados. As pessoas queriam se divertir seis noites por semana e a Slam lançou sua marca exclusiva de entretenimento por 5 anos! Destaques e conquistas pessoais · 2016 Blues Music Awards Nomeado Melhor Novo Artista De Gravação "Feel These Blues" · 2015 Blues Blast Nominee Melhor Álbum do Soul Blues “Feel These Blues” · # 11 no Living Blues Top 50 Blues Álbuns de 2015 “Feel These Blues” · # 6 na RMR Radio Charts top 200 Álbuns de 2015 “Feel These Blues” · 10 semanas # 1 Roots Music Blues Radio Gráfico "Feel These Blues" · 9 anos de vocalista, guitarrista e líder da banda James Cotton · Cantor / compositor indicado ao Grammy Álbum de Blues, "Giant" de James Cotton · Artigo em destaque na revista Living Blues 2015 · Capa da edição de julho de 2016 da Revista Blues Blast · New York Blues Hall of Fame Inductee como Master Blues Artista · O primeiro Blues Artist em tempo integral a trabalhar em uma linha internacional de cruzeiros corporativos · Artista nacional e internacional em festivais de música e melhores locais · Patrocinador em destaque Guitarras customizadas Gerhards Guitarworks · Patrocinador destacado Soul Tramp Amplification custom amps. · As músicas de 2016 do Slam apresentadas nas séries “Rizolli & Isles” e Netflix “Jessica Jones” · 2017 “That Day in September”, apresentado no filme de M. Knight Shyamalan “Split” e “I Know You Got A Man”, apresentado na série da Netflix “Bloodline” LITTLE JIMMY REED O blues nasceu nas profundezas do sul, um clamor selvagem contra a segregação, a pobreza e o trabalho árduo e violento. Infelizmente, a maioria dos grandes músicos que criaram essa música vibrante e influente passou, deixando apenas suas gravações para testemunhar seu gênio. No entanto, um homem cuja carreira remonta ao tempo em que o ritmo 'n' blues estava explodindo na cena musical popular, ainda está conosco e tocando melhor do que nunca. Aos 80 anos, Leon Atkins, mais conhecido como Lil 'Jimmy Reed, é o negócio real, como será atestado por qualquer um que tenha tido o privilégio de ouvir seu trabalho de guitarra, vocais e gaita assombrosa. Uma figura carismática alta, Lil 'Jimmy simboliza a clássica tradição de blues doméstica de Louisiana. Nascido no final dos anos 1930 em uma cabana de tiro em Hardwood, Los Angeles, uma pequena cidade de algodão e serraria no rio Mississippi, Leon cresceu perto de um clube onde todas as noites ele absorvia o lamento do blues do outro lado da rua. Aos seis anos ele tinha seu próprio violão, feito de uma caixa de charutos, e na época em que ele era adolescente ele era proficiente em guitarra e gaita, tocando em clubes locais em Baton Rouge.Preenchendo uma noite para o astro do blues Jimmy Reed lhe valeu o apelido de Lil 'Jimmy Reed e o iniciou no longo caminho para o sucesso. Depois de anos jogando em pequenos clubes e tavernas, Lil 'Jimmy tirou um tempo para servir seu país nas forças armadas. Desde o seu retorno à vida civil, sua carreira floresceu. Ele dividiu o palco com BB King e Bobby “Blue” Bland e festivais de cabeça nos EUA, Reino Unido, Canadá, Irlanda, Bélgica, França, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Suíça. Seus muitos fãs reconhecem que as performances de Lil 'Jimmy são quase a última chance de ouvir o som puro e genuíno dos autênticos blues da Louisiana. Nos anos 60, o blues chegou à Grã-Bretanha e inspirou uma geração de adolescentes que, por sua vez, levaram a música ao sucesso internacional. Destacou-se entre os jovens o pianista aclamado pela crítica Bob Hall, cujo estilo distinto de blues e boogie em centenas de gravações influenciou uma série de outras. Bob e sua esposa, a cantora dinâmica e baixista Hilary Blythe, uniram forças com Lil 'Jimmy para formar o The Lil' Jimmy Reed Band. Nos últimos cinco anos, esta pequena roupa apertada deu uma série de performances em toda a Europa. Lil Jimmy Reed continua a tocar em todos os EUA e na Europa e, enquanto diz alegremente, “a vida melhora com o tempo”. BLUES ETÍLICOS Blues Etílicos foi criado no Rio de Janeiro em 1985 pelo gaitista Flávio Guimarães, o baixista Cláudio Bedran e o guitarrista Otávio Rocha e, alguns meses depois de sua estreia, incorporou o cantor e guitarrista Greg Wilson e o baterista Gil Eduardo. Em 1987, lançou seu primeiro LP, o independente Blues Etílicos. Em 89, são contratados pela Gravadora Eldorado, lançando Água Mineral em 89, San Ho Zay, em 1990, e IV em 91. San Ho Zay atinge a marca de 35.000 cópias vendidas, sendo o álbum mais vendido de uma banda de blues brasileira em todos os tempos. Em 1989, a banda teve ampla projeção através do primeiro Festival Internacional de Blues, na cidade de Ribeirão Preto, abrindo o festival na mesma noite que Buddy Guy. O festival foi um divisor de águas para o gênero no Brasil e várias bandas nacionais surgiram, influenciadas pelo som do Blues Etílicos. Durante esse período, a Blues Etílicos teve vários programas especiais na TV Cultura, Rede Manchete e MTV, além de ter suas músicas amplamente executadas nas FMs por todo país. O Blues Etílicos foi a primeira e a principal banda nacional a criar um público fiel nesse segmento e graças a isso, participou de todos os festivais ligados a esse gênero musical, dividindo o palco com os principais nomes do blues internacional a visitar o país: B. B. King, Robert Cray e Buddy Guy entre outros. Entre 1995 e 1996, a banda realizou cerca de 20 apresentações com o cantor Ed Motta, batendo sucessivos recordes de público no Circo Voador, no Rio de Janeiro, além de teatros e casas noturnas por todo país. Em Florianópolis, se apresentaram juntos para uma plateia de 30.000 pessoas no aniversário da cidade. Em 1996 o baterista Pedro Strasser entra na banda e são lançados os álbuns Dente de Ouro em 1996, Águas Barrentas – Ao Vivo em 2001, Cor do Universo em 2003, Viva Muddy Waters em 2007, o DVD Ao Vivo no Bolshoi Pub em 2011, o CD Puro Malte em 2013 e o CD Blues Etílicos 30 Anos Ao Vivo em 2015. Em 2017, a banda acompanha o violeiro Noel Andrade no álbum Canoeiros, lançado digitalmente.

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