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O Projeto consiste na apresentação da Exposição de Leda Catunda, Espelho Seu. A artista apresenta aproximadamente 60 obras produzidas nos ultimos 10 anos de sua carreira. A mostra contempla obras que variam entre pequenos, médios e grande porte assim como alguns trabalhos inéditos A Exposição ficará em cartaz por dois meses, tambem conta com um catalago impresso e pretende receber pelo menos 40.000 visitantes.
Leda Catunda revela em Espelho Seu, exposição sob curadoria de Paulo Miyada, também curador do Instituto Tomie Ohtake, um reflexo da frágil experiência humana. Expoente da geração 80, Catunda se constitui segundo Miyada, como a potência de uma obra que não se pode (ou deve) categorizar exclusivamente pelo gênero da artista ou por qualquer estereótipo do “universo feminino”. A exposição reúne mais 60 de trabalhos, produzidos nos últimos 10 anos, entre pinturas, colagens, gravuras, desenhos e objetos, além de obras feitas especialmente para essa exposição. Entre esses trabalhos é possível destacar o uso do desenho como estrutura pictórica que é utilizado de modo a criar uma síntese inédita do transbordamento de imagens e matérias recorrente na obra de Catunda. A artista propõe por meio de seus trabalhos reflexões sobre assuntos como o consumo, comportamento, a efemeridade e a espetacularização. Leda o faz utilizando elementos cotidianos, como toalhas, tapetes, lonas, plásticos, camisetas, janelas, fórmicas, entre outros. Nas obras inéditas da exposição, a artista ressalta ainda a espetacularização da vida catalisada principalmente pela novas tecnologias. “Recentemente, ao deixar-se elaborar frente à sua pesquisa pictórica e à transformação gradual das noções de gosto, da moda, do popular, do consumo e do ornamento, a artista levou sua obra a entrar em potente ressonância com o mundo habitado por “pessoas imagens”, histericamente dedicadas a arrasar no look, tirar foto no espelho e, claro, postar no facebook”, explica Miyada. Para o curador, ainda, Espelho seu revela como Leda Catunda lida com o mundo atual, seus encantos, fantasias, ilusões e mentiras. “A sensibilidade de Catunda nasce do convívio constante com a pintura, sua história e seus desdobramentos contemporâneos – e se expande em choque apaixonado pela abundância de imagens, marcas e estilos que rege o cotidiano de quase todo cidadão atual, dentro e fora das grandes cidades”. Classificação Indicativa 14 anos.
Objetivo Geral Temas como a cultura dos motociclistas, a mídia do esporte, o culto ao corpo, a qualidade de vida dos surfistas, o mundo das aparências das redes sociais, o turismo como sonho de consumo, entre outros, serão transmitidos nas mais de 60 obras expostas na mostra. As técnicas adotadas pela renomada artista brasileira variam desde pinturas de grande e pequeno formato, gravuras e aquarelas. A identificação com a narrativa da artista é inevitável por se tratarem de temas tão contemporâneos e presentes na sociedade. Pretende receber ao menos 40.000 visitantes. A ideia é de produzir uma exposição e que possa ocupar o espaço expositivo do MAM de Salvador (Solar do Unhão), entre fevereiro/20 e março/20. Além da mostra, a programação conta com um debate com o curador e a artista com o objetivo de ampliar a leitura e compartilhar interpretações sobre as obras. Leda também ministrará um workshop para professores das redes públicas e privadas em parceria com a equipe educativa das instituições por onde a mostra passará. O projeto não se limitará ao local geográficos por onde a exposição passará uma vez que o MAM de Salvador é um museu que recebe visitantes das mais diversas regiões do país dada a sua relevância no campo das artes visuais. Portanto, a repercussão das ações será fortemente perceptível na região do Nordeste. Objetivos Específicos - Promover acessibilidade para público portador de deficiência e inclusão sócio cultural de grupos socialmente marginalizados - Elaborar e distribuir 1000 catálogos que exibam imagens das obras da mostra e textos críticos do curador. A publicação possibilitará expandir e multiplicar a experiência da visita à exposição, bem como cumprirá uma função de documentar um acontecimento importante no campo das artes visuais. Outro aspecto importante é cumprir a função social de democratização de um material produzido com rigor gráfico e intelectual elaborado a partir de anos de pesquisa da artista, - Fomentar a reflexão e o debate acerca da obra de uma artista de relevância internacional na arte contemporânea, bem como discutir seus impactos no cenário artístico brasileiro - Ampliar o acesso do público a obras de arte contemporânea, pouco difundidas atualmente. - Possibilitar que as pessoas entrem em contato com trabalhos artísticos que foram feitos a partir das mais diversas técnicas e tecnologias que variam desde trabalhos manuais até alta tecnologia - Promover ações educativas para a população de baixa renda por meio de oficinas e atividades pedagógicas, bem como da produção de um material educativo desenvolvido em conjunto com arte educadores e a própria artista, que coleciona em sua trajetória experiências acadêmicas e pedagógicas. - Fomentar o acesso à cultura a todos os públicos, independente da classe social. - Propor uma organização harmônica da exposição de modo a valorizar e fomentar a reflexão a respeito das obras de arte apresentadas. - Proporcionar um treinamento rico para os educadores para que eles tenham acesso a bibliografia relevante, consultoria da artista e um material impresso. - Organizar uma fala da artista e do curador da mostra com os mediadores antes da inauguração da exposição. - Promover diálogo entre a equipe de produção, segurança e manutenção do evento de modo a integrá-los ao contexto da exposição. -Produzir 7 palestras educativas para aproximadamente um público de 150 pessoas em cada palestra.
A reflexão sobre os processos pelos quais as pessoas constroem suas imagens - sob os prismas de si mesmas e dos outros é uma constante na trajetória de Leda Catunda. Os indivíduos o fazem a partir de suas vestimentas, posturas, feições, biótipos e modos de vida que cultivam, registram e difundem. Desde a primeira metade da década de 1980, a artista faz uso de materiais identificáveis como objetos culturais, em detrimento da tela em branco e sua suposta neutralidade em seus trabalhos. Leda utiliza tapetes, lonas, camisetas e outras substâncias com variadas texturas, formatos e caimentos, que imprimem significado antes mesmo das primeiras intervenções artísticas. Mais do que suportes, esses elementos são fundamentais para os processos pictóricos da artista. Em suas experiências mais recentes, essa atitude levou sua obra a reverberar com o mundo habitado por "pessoas-imagem" fervorosamente dedicadas a "arrasar no look", "tirar foto no espelho" e, claro, "postar no facebook". Leda tem se dedicado a coletar tecidos, impressões, figuras e objetos que fazem parte de diversos lifestyles, misturando-os com outros tecidos, padrões e texturas derivados do vertiginoso ciclo global de produção e consumo. A artista então edita essas imagens em trabalhos que se equilibram entre a colagem, a colcha de retalhos, a nuvem de figuras, o desenho e a pintura. Com um olhar cirúrgico, Leda captura o vórtice imagético que consome tanta energia, dedicação e investimento dos indivíduos contemporâneos. No entanto, a artista não se limita a diagnosticar e espelhar a dispersão, é possível perceber em seus trabalhos um esforço significativo em dirigir nosso olhar em obras de grande intensidade pictórica no emprego de formas e composições com forte caráter e especificidade. A partir de sua trajetória comprometida com a observação do mundo, Leda está ciente de que qualquer reflexão que se dê de forma distanciada, calcada por certezas teóricas, tende à ingenuidade ou à arrogância. A artista evita essa postura e busca avaliar e julgar o que está ao seu redor. Ela prefere lançar uma lente de aumento sobre o que vê, deixando que seu objetos de observação expressem suas contradições por exagero ou absurdo. Esse olhar é feito com a característica afetuosidade de Leda, como quem não pode deixar de amar o que é passível de sua crítica. Catunda busca distância de qualquer recurso que atribua aos seus trabalhos qualquer frieza, a artista prefere o exagero que desencoraja respostas prontas. O prazer real é seu objeto central, mesmo que este esteja cercado por signos e promessas. Por mais que esteja permeada de ironia e uma visão crítica, sua poética fala das possibilidades de encontrar prazer efetivo, reflexivo e dinâmico diante da pintura, uma pintura que se dá em conjunto com, para quem e enquanto se vive e se sente em imagens. O projeto se enquadra no inciso I, II e III do Artigo 1o da Lei 8313/91 que são:I- Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercicio dos direitos culturais. Isso se da pois a entrada a exposição é gratuita e o catalogo será disponibilizado em formato e-book gratuito para todos que quiserem baixar.II- Promover e estimular a regionalização da produção culturas e artistica brasileira com a valorização de recursos humanos e conteudos locais. Será uma artista de São Paulo com ajuda da mão de obra local produzir uma exposição que estimule a visita a espaços publicos locais como o Sloar da Unhão estimulando a regionalização da produção cultural e artistica brasileira.III- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Trazer o trabalho da Leda Catunda para salvador valoriza seu trabalho e manifestaçoes culturais de que faz parte assim como difunde seu conhecimento para o publico de Salvador. O projeto tem por finalidade fomento à produção culturas e artistica mediante a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. (objetivos do Artigo 3o da Lei 8.313/91 - II - e)
Como contra-partida social a artista pretende dar em torno de 7 palestras no auditorio do Solar da Unhão para professores e estudantes para conscientização da importância da Arte e da Cultura na vida das pessoas. As palestras terão participação tambem do curador da exposição Paulo Miyada, do diretor do MAM, do galerista Paulo Darzé e do produtor Eduardo Lara Campos Filho. O Auditorio do Solar da Unhão tem capacidade para 150 pessoas.
Exposição Espelho Seu de Leda Catunda Onde: Solar da Unhão (MAM) Data: 13/02/2020 a 31/03/2020 Sugestão de título: Espelho Seu de Leda Catunda Catálogo: Especificações técnicas: Formato Fechado: 205 x 205 mm Especificações: Capa , formato 207 x 207 mm, Supremo Due design Miolo com aproximadamente: 90 paginas 4x4 cores, couche fosco. Caderno costurado. Tiragem: 1.000 unidades Formato Impresso e Digital
Exposição: O MAM de Salvador segue o Art.27 II decreto no 5.761, de 27 de abril de 2006 e portanto são adaptados para receber portadores de necessidades especiais. A instituição possui: • Rampa de acesso para cadeirantes nos dois espaços expositivos • Banheiro com acessibilidade *acesso ao conteúdo para deficientes visuais e/ou auditivos não aplicável ao produto A acessibilidade às atividades culturais será assegurada, para pessoas de todas as idades e níveis sociais será garantida, de forma que o projeto atenderá à Lei 13.146 de 06/07/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), à IN no 1/2017/MinC e ao item 5.4 (“Lazer e Cultura”) da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT através das medidas descritas abaixo: Catalogo: Deficiente visual: * O catálogo da exposição será disponibilizado gratuitamente em PDF. Dispor a publicação no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que essa função é própria dos computadores, portanto não há necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Deficiente auditivo: *acesso ao conteúdo para deficientes auditivos não aplicável ao produto Palestras(contrapartida social): Contra-Partida Social: O Auditorio tem lugares para cadeirantes Haverá auxiliares que receberão os deficientes visuais e auditivos para sentarem em seus devidos lugares na palestra.
Solicitar apoio o do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das escassas alternativas de se obter parceria na iniciativa privada, portanto, a existência dessa legislação é fundamental na democratização da cultura no Brasil. O projeto compatibiliza-se com os seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91:“I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; [...] III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; [...] VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória”. O projeto tem por objetivo (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições de artes A exposição tem como contrapartidas sociais contribuir para a capacidade de reflexão e transformação da sociedade e fortalecimento da cidadania. A distribuição do catálogo possibilitará ampliar e divulgar ainda mais o conhecimento sobre artes visuais e oferecer ao mercado brasileiro um material em português sobre a artista e suas obras. A publicação será disponibilizada para download gratuito na internet, através do site do InfoArt e ter acesso a vídeos sobre a artista, além de textos relacionadas a obra de Leda. PARA OS EXEMPLARES DO CATÁLOGO DISTRIBUÍDOS GRATUITAMENTE À POPULAÇÃO: pelo menos 20% do total de exemplares impressos será distribuída para instituições ou associações que tenham como propósito atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo, conforme Artigo 21 da instrução normativa no 2/2019 do Ministério da Cidadania. Os catálogos também serão entregues diretamente ao público nos eventos relacionados ao projeto (abertura, bate papo com artista, palestras). A concepção do amplo projeto educativo tem por objetivo visando democratizar o projeto. A exposição didática da iniciativa possibilita, a um grande e diversificado público, uma ampliação do entendimento sobre artes atraindo alunos de escolas e universidades, o que contribui para a formação de novos públicos para iniciativas culturais. Palestra: Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN no 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do Artigo 22
O Proponente realizará a funçao de Coordenador Geral e será responsavel pela total gestão do projeto administrativa e financeirado projeto. Para tal receberá pela rubrica "Coordenação Geral" Leda Catunda: Artista Plástica titular da Exposição Paulo Miyada: Curador Exposição Eduardo Lara Campos Filho: Produtor Executivo Marianna Rosalles: Assistente Leda Catunda (1961) - Artista Plástica Leda Catunda nasceu em São Paulo em 1961, onde vive e trabalha. Expõem no Brasil e em diversos paises desde 1983. Tendo participado de coletivas no Moma e no Museu de Arte Moderna de Paris entre outros. Entre as exposições recentes, destacam-se as mostras I love you baby no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo/SP, 2016), as Pinturas Recentes, no Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, 2013), que seguiu para o MAM Rio (Rio de Janeiro, 2013); além de Leda Catunda: 1983-2008, mostra retrospectiva realizada na Estação Pinacoteca (São Paulo, 2009). Uma das expoentes da chamada Geração 80, a artista esteve nas antológicas Como Vai Você, Geração 80?, Parque Lage (Rio de Janeiro, 1984); e Pintura como Meio, MAC-USP (São Paulo, 1983). Atuou como professora em universidades por vários anos, tendo obtido o titulo de doutora em Artes pela ECA-USP em 2003. Participou de quatro Bienais de São Paulo (2018, 1994, 1985 e 1983), da Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2001) e da 1ª Bienal de Havana (Cuba, 1984). Sua obra está presente em diversas coleções públicas, como: Instituto Inhotim (Brumadinho); MAM Rio de Janeiro; Fundação ARCO (Madrid, Espanha); Stedelijk Museum (Amsterdã, Holanda); além de Pinacoteca do Estado, MAC-USP, MASP, MAM entre outras. Paulo Miyada (1985) - Curador Curador e pesquisador de arte contemporânea. Possui mestrado em História da Arquitetura e Urbanismo pela FAU - USP, pela qual também é graduado. É curador do Instituto Tomie Ohtake, onde coordena o Núcleo de Pesquisa e Curadoria, além de co-coordenar o programa de cursos da Escola Entrópica, em que é professor. Foi assistente de curadoria da 29a Bienal de São Paulo (2010), integrou a equipe curatorial do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2011-2013) e foi curador adjunto do 34o Panorama da Arte Brasileira do MAM- SP (2015). Entre suas curadorias, destacam-se É preciso confrontar as imagens vagas com os gestos claros (2012), Paulo Bruscky: Banco de Ideias (2012), Medos Modernos (2014), Estou Cá (2016), Leda Catunda: I love you, baby (2016), Osso – Exposição-apelo ao amplo direito de defesa de Rafael Braga (2017) e Miguel Rio Branco: Wishful Thinking. Eduardo Lara Campos Filho - Produtor Executivo Fundação Armando Álvares Penteado- FAAP. Formado em Administração de Empresas em dezembro de 2010 Cursos Extras: Financiamento à Cultura no Brasil- Rede CEMEC. total 24h (setembro de 2010) Captação de Recursos- Como Inscrever Projetos em Lei. Curso na Escola São Paulo, professor Larcio Benedetti. Total 36h (setembro a dezembro 2010) Arte e negócios, Captação de Recursos. SP escola de Teatro, professor Annelise Godoy. Total: 48h (abril a julho 2013) Trabalhos: Captação de projetos culturais na empresa AMFM Investimentos. (junho de 2010 a marco de 2011). Entre eles projeto Duofel, Crianças do Brasil, Marcel Powell, Opera Ça-Ira. Co-desenvolvimento do projeto do Livro de Iole di Natali Assistente da artista Leda Catunda (abril de 2011 a setembro de 2011). Trabalhando no desenvolvimento de obras, contato com a galeria e na produção da exposição na galeria Paulo Dazé. Assistente administrativo da artista plástica Monica Nador. Comercial na SP Foto Arte pela galeria Lume photos (novembro de 2012) Comercial na exposição da Lume Photos na galeria Sergio Caribé em Produtor e administrativo na galeria Lume Photos (março de 2012 a fevereiro 2013). Produção e administração das exposições de fotografia: Transitórios dos artistas Juan Esteves, Diego Kuffer e Rodrigo Kassab; Naive de Gabriel Wickbold (outubro 2012); Cidades Ilusionistas de Gal Oppido (2012); Alberto Ferreira (2012), Pelé and the top 10(2012). Participação pela Lume Photos das feiras SP arte de 2012 na Bienal; SP arte Foto no Iguatemi (2011); Feira Parte (outubro 2012) no paco das artes; Arte Rio 2012; SP Arte-Foto no shoping JK. Planejamento, Desenvolvimento e produção do espetáculo Sinestesia da pianista Clara Sverner e do artista multimídia Muti Randolph no Masp, 14 e 15 de março Desenvolvimento, planejamento e coordenação do site da galeria Lume. www.lumephotos.comhttp://www.lumephotos.com Planejamento, comercialização e coordenação projeto Agenda Cultural On-line: Universo das artes plásticas. Planejamento, comercialização projeto Festival Bandas Novas 2014 Planejamento, comercialização e coordenação livro Artes Plásticas Brasil 2014 Coordenador e Produtor do projeto Cohab na Copa com a produção de Graffiti em 12 fachadas da Cohab 1 ao lado da Arena Corinthians Coordenador InfoArtSP 2014 até hoje. Produtor executivo e coordenador de produção do Projeto de Conservação de Esculturas em Espaços Publicos na cidade de São Paulo. 2018-2019 Marianna Rosalles - Assistente Jornalista pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) com experiência nas editorias de cultura, política, saúde e educação. Produz conteúdo digital e possui habilidades estratégicas para comunicação em redes sociais. Tem interesse na concepção, redação e edição de peças jornalísticas e projetos culturais, bem como na elaboração de conteúdo audiovisual. Possui experiência em pesquisas acadêmicas e recebeu uma menção honrosa pelo projeto de Iniciação Científica “Alternativas da Comunicação: uma radiografia da Mídia NINJA a partir do conceito de Esfera Pública”, que foi contemplado com uma bolsa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Conselho de Ensino e Pesquisa (PIBIC-CEPE) da PUC-SP entre 2017 e 2018.
PROJETO ARQUIVADO.