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PRONAC 191922Apresentou prestação de contasMecenato

Bento Jazz Wine Festival

MATEUS STANISCUASKI LTDA
Solicitado
R$ 409,5 mil
Aprovado
R$ 409,5 mil
Captado
R$ 409,1 mil
Outras fontes
R$ 236,4 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
93015006000113COMPANHIA ZAFFARI COMERCIO E INDUSTRIA1900-01-01R$ 150,0 mil
30314561000126Ciferal Indústria de Ônibus Ltda1900-01-01R$ 130,5 mil
87315099000107Bebidas Fruki Lta.1900-01-01R$ 60,0 mil
01132478000138Irmãos Andreazza Ltda1900-01-01R$ 20,0 mil
91975011000142L N F LATINO AMERICANA CONSULTORIA, ASSESSORIA E IMPORTACAO LTDA1900-01-01R$ 20,0 mil
91473678000147BALDO SA COMERCIO INDUSTRIA E EXPORTACAO1900-01-01R$ 12,0 mil
26277170000101CONCRESUL ENGENHARIA LTDA1900-01-01R$ 11,0 mil
01790298000143MOVELBENTO LTDA1900-01-01R$ 3,8 mil
01432670000140PE DE APOIO COMPLEMENTOS ORTOPEDICOS LTDA1900-01-01R$ 1,8 mil

Eficiência de captação

99.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Erechim
Início
2020-01-01
Término

Resumo

Realização do Bento Jazz Wine Festival com apresentações de artistas do jazz, sejam locais, nacionais ou internacionais. Paralelamente, serão promovidas master classes com temáticas variadas e debates para analisar e discutir o mercado cultural, especialmente na sua relação com o turismo. Na parte educacional, oficinas para crianças e capacitação para professores da rede municipal de ensino visando qualificar os participantes para a criação de um grupo permanente de percussão com crianças da cidade.

Sinopse

As atrações que integrarão a programação serão definidas pela curadoria, norteada pelo conceito estabelecido para o evento. Declaramos que serão contratadas pelo projeto exclusivamente grupos e artistas de música instrumental com recomendação etária livre. Oportunamente informaremos a programação completa.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar a 1ª edição do Bento Jazz Wine Festival com apresentações do que há de mais representativo entre os trabalhos de artistas do jazz, sejam locais, nacionais ou internacionais. Paralelamente, serão promovidas três master classes com temáticas variadas e debates para analisar e discutir o mercado cultural, especialmente na sua relação com o Turismo. Na parte educacional, teremos oficinas para crianças e capacitação para professores da rede municipal de ensino visando qualificar os participantes para a criação de um grupo permanente de percussão com crianças da cidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Realizar seis apresentações gratuitas de música instrumental com músicos locais, nacionais e internacionais ao ar livre; - Realizar três apresentações de música instrumental na Fundação Casa das Artes com cobrança de ingressos a preços populares; - Realizar três apresentações de música instrumental para crianças em um palco denominado Jazzkids; -Realizar quatro apresentações de grupos locais de jazz em espaços de acesso público da cidade; -Produzir dois debates sobre o mercado da música e da cultura (e sua relação com o turismo) e três master classes com músicos consagrados; - Criar um projeto de oficinas para professores e estudantes da rede municipal pública de ensino, os capacitando para a criação de um grupo de música instrumental da comunidade escolar da cidade; - Debater o mercado da produção cultural e musical em seus vários aspectos, inclusive em sua relação com o turismo, avaliando alternativas frente ao cenário econômico atual e promovendo um momento de troca de saberes e intercâmbio cultural; - Difundir a música instrumental e, em especial, o gênero do jazz e a sua pluralidade e relação com a música brasileira.

Justificativa

JUSTIFICATIVA A identidade cultural faz parte de um processo histórico de construção e reconstrução, de aceitação ou rejeição de signos e de transformação de significados. As concepções de cultura e identidade apontadas por Clifford Geertz (1989) e Stuart Hall (2003) permitem compreender a formação da identidade na Serra Gaúcha, onde os imigrantes italianos que colonizaram o estado introduziram a uva e o vinho como elementos de sua cultura. É uma região que vem se destacando pelos elementos e pelas características que compõem o cenário de uma região vitivinícola, e que deixa à mostra a cultura do povo que a colonizou. Bento Gonçalves é reconhecidamente a capital do vinho. E vinho e Jazz tem sido uma combinação perfeita tanto para os amantes dos vinhos quanto para os amantes do jazz. Como se fossem feitos um para o outro. O Jazz é uma das trilhas musicais preferidas pelo público para estar associado ao vinho, pelo seu encaixe perfeito. Assim, a experiência de vivenciar a intensa sinergia em degustar uma bebida tão especial e saudável como o vinho, com o embalo magnífico de um bom Jazz é marcante. Uma combinação que serve para aguçar e despertar ainda mais nossos sentidos. O vinho, assim como o jazz, tem notas. Ampliando a poesia desta experiência, não seria exagero afirmar que um vinho com jazz passa a ter notas de Miles Davis, Monk, Chet Baker, Ella Fitzgerald e Billie Holiday. Realizar um festival de Jazz em Bento Gonçalves parte de uma premissa básica: pertinência. Porque Bento Gonçalves, sendo a capital brasileira do vinho, tem total adequação em abrigar um festival de jazz que une estas duas grandes paixões. Portanto, há fundamento, coerência, legitimidade e total relevância na ideia de um festival de jazz em Bento. Ainda mais quando se une ao vinho (wine, em inglês). No mundo inteiro existem inúmeros festivais que unem o jazz e o vinho e adotam o nome de "jazz&winefestival". Este fato ilustra apropriadamente que a união do vinho com o jazz é uma ideia absolutamente consolidada. O uso do termo "wine" se justifica pela internacionalização tanto do Festival quanto da projeção da cidade mundo afora. Considerando as características gerais da cidade, o período proposto para o evento (verão pleno), toda a infraestrutura que Bento Gonçalves oferece desde sua rede hoteleira até suas atrações e rotas turísticas, a naturalidade de eventos de rua que a época e a cidade proporcionam, o Festival de Jazz e Vinho de Bento Gonçalves será marcado prioritariamente por atividades ao ar livre. Um evento de celebração, de exaltação da música e da cultura do vinho inserida nela, como um convite para as pessoas apreciarem como uma grande celebração cultural que acontecerá todo ano em Bento Gonçalves a partir de 2020. O evento busca colocar a cidade no calendário dos grandes eventos de Jazz no Brasil e fora dele, trazendo atrações locais, nacionais e internacionais. Desta forma, nosso objetivo é criar um festival de jazz de caráter perene e permanente no calendário anual de eventos da cidade e do Estado. Portanto, 2020 será apenas a primeira edição de um festival que veio para ficar no Rio Grande do Sul. O festival contemplará três eixos básicos: shows _ educação _ debates. 1- SHOWS O Festival terá apresentações musicais diversas. a- Palco externo com apresentações ao ar livre na Praça Achyles Mincarone; b- Palco interno na Casa das Artes com apresentações de artistas nacionais; c- Palco JazzKids, música de alta qualidade direcionada para o público infantil; d- Apresentações de grupos locais em espaços descentralizados da cidade com acesso público e gratuito. 2- EDUCAÇÃO A educação é parte vital da proposta do Festival, e se estrutura em três direções: a- Capacitação de professores da rede municipal de ensino para trabalhar com novas atividades de música durante o ano com as crianças da cidade; b- Masterclasses com grandes nomes da música que vem para tocar no festival, direcionado para estudantes de música de toda região; c- JazzKids: um palco com atrações para crianças, que visa educar e gerar público infantil para o Jazz; a formação de plateia é item fundamental na proposta do evento, e ativar as crianças tanto na educação musical; 3- DEBATES Uma área vital para um evento cultural como o nosso é fomentar debates na cidade sobre a capacidade da cultura ser geradora de desenvolvimento social e econômico nos municípios. Já existem dados suficientes que comprovam que uma das indústrias que mais crescem no mundo é a indústria criativa. Desta forma, o festival inserido no contexto da indústria criativa, pretende promover debates que tragam para toda a comunidade uma percepção nova e ampliada sobre o papel da cultura no novo cenário econômico contemporâneo. Pretendemos ter dois debates durante o evento: a- Cultura e Turismo: uma relação de fortalecimento econômico e social; b- Economia da Cultura: um novo paradigma; Para finalizar conceitualmente o festival, pretendemos que ele abranja tanto os turistas que aportam em Bento Gonçalves, que tem um papel importantíssimo na economia do município, quanto a comunidade da cidade, que precisa ter um sentimento de pertencimento para com o Festival. Este é um papel importante que uma atividade cultural como esta tem: ter o engajamento da comunidade, participando dos eventos criados e sentido orgulho de que a cidade e seus eventos buscam uma forte conexão com o cidadão. Poderíamos dizer que este festival tem acesso democrático à sua programação pela realização de shows nacionais e internacionais em um palco ao ar livre, sem cobrança de ingressos, além de apresentações a preços populares (de R$ 15 a R$ 30). Mas este projeto vai muito além das atrações musicais. Busca criar um ambiente no qual se vivencie, dialogue e forme plateias para a cultura na Serra Gaúcha. Além das apresentações para os adultos, um palco voltado para crianças, mostrando que jazz é para todos os públicos. A preocupação com a formação dos pequenos também é presente através da realização de capacitações com os professores da rede municipal, com o objetivo da formação de um grupo instrumental. Apresentações de grupos locais em espaços de acesso público, masterclasses com artistas da programação e debates sobre a economia da cultura completam o conjunto de ações _ gratuito _ que pretendem fazer com que a cidade de Bento Gonçalves respire cultura em janeiro de 2020. O projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de festivais de música e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Prezados, Informamos que as atrações que integrarão a programação serão definidas pela curadoria, norteada pelo conceito estabelecido para o evento. Declaramos que serão contratadas pelo projeto exclusivamente grupos e artistas de música instrumental. Oportunamente informaremos a programação completa. Ressaltamos que, conforme prevê a normativa, são exigidas as anuências dos artistas apenas quando estes são determinantes para a execução do projeto. Neste caso, consideramos que as atrações são importantes mas não determinantes uma vez que, na impossibilidade de um grupo em participar, poderá ser selecionado outro de mesmo perfil e qualidade artística. Ficamos à disposição para qualquer tipo de ajuste.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO ARTÍSTICO DO 1º. BENTO JAZZ & WINE FESTIVAL PÚBLICO-ALVO - 8 Oficinas com professores - 20 Oficinas com estudantes Aproximadamente 20 alunos por oficina CARGA-HORÁRIA: 2 horas A EDUCAÇÂO NASCE NO DNA DO BENTO JAZZ & WINE FESTIVAL A Educação é um norte essencial deste projeto. O Festival vai inserir o ensino da música como programação continuada e paralela as apresentações musicais nos palcos. Ou seja, o BJ&WF transcende a simples mostra musical de shows a partir deste diferencial. Potencialmente como um embrião da formação do Grupo de Percussão do BJ&WF, batizado inicialmente de “PERCBENTOJAZZ”, vai reunir crianças e adolescentes que participarão das oficinas do festival para a fundar um grupo artístico-musical permanente, itinerante e rotativo de novos talentos musicais. UM PROJETO CONTINUADO PARA APRESENTAÇÕES MUSICAIS NO ANO Através do Oficineiro e Educador Musical Guilherme Sanches, de larga experiência na Educação Musical e da coordenação pedagógica e artística de Carlos Badia, o Festival irá realizar oficinas com estudantes e professores com o objetivo de montar um grupo permanente de crianças entre 10 até 16 anos que com os seguintes critérios e objetivos: Estrutura Pedagógica: - o grupo trabalhará sob a orientação pedagógica e coordenação de Guilherme Sanches e a direção pedagógica e artística do curador do Festival Carlos Badia; - as oficinas serão realizadas com estudantes e também com professores da rede pública de ensino, buscando um caráter multiplicador da ação; - serão oficinas basicamente de percussão e movimento, estruturado na construção e execução de instrumentos de sucata, utilizando também percussão corporal; - através de uma seleção previamente agendada entre crianças de entidades assistenciais e/ou da rede municipal de ensino, será montado um grupo que receberá as oficinas visando a montagem de espetáculo itinerante, que possa se apresentar em ruas, parques, teatros, festas, etc; - o grupo musical formado não tem o objetivo de formação profissional, embora não o descarte. Essencialmente, o projeto visa a inserção da criança/adolescente num projeto de arte que transforme socialmente cada indivíduo; - inserir crianças em um projeto de cunho social e pedagógico que vise a transformação de valores e o trabalho com crianças em situação de vulnerabilidade social; Quanto ao conceito do grupo, o definimos como um grupo que mistura percussão, movimento, que comumente chamam de “visual comedy”. Neste sentido, é possível organizar roteiros pedagógicos, onde algumas situações da vida cotidiana possam ser tocadas e representadas. Neste tipo de grupo, há uma divisão em setores, que traçando um paralelo, soa como a divisão dos naipes de uma orquestra tradicional, ou ainda, a divisão dos naipes dentro de uma bateria de escola de samba. Os orientadores definirão quais serão estes naipes. A definição destes naipes pode facilitar a etapa de seleção e ainda gerar aos alunos, uma identificação durante o período de oficinas, bem como o entendimento da sua função dentro do projeto. Quanto a proposta pedagógica em si, a metodologia que será aplicada na fase de implantação enfatizará o protagonismo e a comunicação, formalizando uma espécie de canal com cada integrante do grupo, professores e escolas. Eis aqui uma boa referência para projeção de nossa proposta para mais adiante: http://www.projetoguri.org.br Seleção: - esta seleção indicará candidatos detectados com evidente talento musical para ser desenvolvido; - as crianças poderão ser inscritas no site do festival, na SMED, em cada escola ou serem convidadas para participar da seleção do grupo; - o grupo terá aproximadamente 20 crianças atuantes e várias inscritas para ingresso posterior, ou substituição de alunos que por ventura estejam impossibilitados de continuidade; - o caráter permanente do projeto visa à continuidade do grupo, com parcerias que serão buscados junto ao poder público e parceiros para que, inclusive, o grupo possa se apresentar durante o ano nas festividades municipais. Guilherme Ibias Sanches Natural de Porto Alegre, iniciou os estudos musicais em 1997. Frequenta a Oficina de Choro do Santander Cultural desde 2004. Acompanhou diversos artistas da cena musical brasileira, entre eles Déo Rian, Ademilde Fonseca, Jorginho do Pandeiro, Luis Barcelos, Antonio Rocha, João de Almeida Neto, Tonho Crocco e Nilze Carvalho. Em 2011 participou das gravações do disco “Puro Sentimento” do bandolinista Elias Barboza, também é integrante do grupo Antenório, junto com o músico Mathias Pinto. É Idealizador e coordenador do projeto Invensom, contemplado pelos editais “Décio Freitas FUMPROARTE 2011”, “Prêmio Funarte de Música Brasileira 2013” e “FAC das Artes 2014”. Durante o ano de 2013 aprofundou seus estudos nos gêneros tradicionais da música brasileira frequentando a EPM- Escola Portátil de Música no Rio de Janeiro. Atualmente estuda percussão sinfônica no Conservatório Pablo Komlós/ OSPA. É licenciado em Geografia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL Para todas as atividades realizadas no projeto não há restrição de participação de pessoas com deficiência cognitiva, especialmente considerando-se que o produto principal do projeto é de música instrumental. Os espaços do evento contarão com rampas e elevadores, possibilitando o acesso físico ao projeto. Em um dos dias de evento haverá narração audiodescritiva, ampliando o acesso a deficientes visuais. Os debates da programação contarão com tradução em libras e, portanto, terão garantia de acesso irrestrito para deficientes visuais e auditivos, bem como de acesso físico. CONTRAPARTIDA SOCIAL As oficinas de capacitação de estudantes e professores serão realizadas de forma irrestrita e inclusiva a todos os inscritos. O oficineiro será orientado ao devido acolhimento de qualquer deficiência. Em caso de necessidade, será incorporado um intérprete de libras.

Democratização do acesso

Os ingressos para as três noites de programação principal terão preços populares, praticando-se a lei da meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos. ARTIGO 21 DA IN Informamos que, além da mostra musical, o projeto conta com a realização de três master classes com músicos da programação para estudantes de música e músicos iniciantes. Além disso, são realizados dois debates sobre o mercado da música e da produção cultural. Ambas as atividades são realizadas com acesso gratuito e irrestrito da população, contemplando o artigo 21 da IN. CONTRAPARTIDA SOCIAL Como CONTRAPARTIDA SOCIAL serão realizadas oficinas de capacitação de estudantes e professores da rede pública de ensino, visando a formação de um grupo permanente de percussão.

Ficha técnica

Mateus Stanisçuaski - PROPONENTE - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA (responsável pelos contratos, pagamentos e demais rotinas financeiras do projeto, além da sua coordenação geral) Mateus Stanisçuaski é produtor com experiência especialmente na realização de projetos musicais. Nos últimos dois anos, constam no seu currículo trabalhos como as apresentações em Porto Alegre de João Bosco, Jorge Ben Jor, Hamilton de Holanda, Oswaldo Montenegro, Demônios da Garoa, além da participação em produções internacionais como o show de Elton John, Paul McCartney entre muitos outros. Atua também na produção de eventos musicais como o Villa do Jazz, Pianíssimo, Homenagem ao Jazz, Poa Jazz Festival e também na administração de projetos via leis de incentivo à cultura. Curadoria e coordenação artística | Carlos Badia Compositor, violonista, arranjador e produtor, Carlos Badia atua profissionalmente na música desde 1985. Iniciou sua formação na escola da OSPA, onde estudou harmonia e improvisação com professores como Ary Piassarolo e Paulo Dorfman, além do estudo do violão clássico. Como instrumentista, tocou com os principais músicos e artistas gaúchos, especialmente com Nei Lisboa. Durante três anos desenvolveu um trabalho de projeção folclórica com Veco Marques e João Vicente, em que se utilizavam os ritmos gaúchos e o tango, juntamente com o jazz. A partir de 1992, começou a trabalhar como compositor de música publicitária, iniciando atividades também na criação de trilhas para teatro, TV, cinema, documentários e desenhos animados. Neste período, desenvolveu larga experiência de gravação em estúdios e tem, a partir disto, produzido e auxiliado musicalmente muitos artistas e grupos. Atualmente, Badia trabalha com o grupo Experimentais, em que atua como produtor, arranjador e violonista. ATRAÇÕES As atrações que integrarão a programação serão definidas pela curadoria, norteada pelo conceito estabelecido para o evento. Declaramos que serão contratadas pelo projeto exclusivamente grupos e artistas de música instrumental com recomendação etária livre. Oportunamente informaremos a programação completa.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2022-01-31
Locais de realização (1)
Bento Gonçalves Rio Grande do Sul