| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 460,0 mil |
| 23274194000119 | Furnas Centrais Elétricas S.A | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
Realizar a turnê do espetáculo "Platonov" ou "Órfão de Pai" (nome provisório), baseado na obra "Platonov"de Anton Tchekhov, realização da companhia brasileira de teatro, direção de Marcio Abreu, nos CCBB's das cidades de Brasília, Belo Horizonte e São Paulo entre setembro/2019 e março/2020.
Todo verão, a pequena sociedade se encontra nas profundezas do interior da Rússia na casa de uma jovem viúva. Platonov, jovem aristocrata falido, faz parte dela. Ele se tornou professor, por despeito e para camuflar sua revolta contra seu falecido pai e a sociedade. Bem articulado, brilhante e sedutor, ele é admirado e invejado. Seu reencontro com Sofia, seu amor de juventude, reaviva seu desespero. A festa se transformara brevemente num drama. A peça trata de temas recorrentes em toda obra de Tchekhov, como o conflito entre gerações, as transformações sociais através das mudanças internas do indivíduo, as questões do homem comum e do pequeno que existe em cada um de nós, o legado para as gerações futuras, tudo isso na fronteira entre o drama e a comédia e com múltiplas linhas narrativas. Reler Tchekhov hoje, e mais, lançar uma obra sua inédita no Brasil, com um olhar inquieto e comprometido, significa descobrir novas dimensões tanto em sua obra como em nós mesmos.
Objetivo Geral:? Realizar a turnê e temporada do espetáculo "Por que não vivemos?", baseado em "Platonov" ou Orfão de Pai, de A. Tchekhov, novo espetáculo da companhia brasileira de teatro, sob direção de Marcio Abreu, nos CCBB's das cidades de Brasília, Belo Horizonte e no Teatro Cacilda Becker em SP entre setembro/2019 e março/2020, e realizar sessões do espetáculo via streaming, gratuitamente, na cidade de São Paulo, por impedimentos sanitários.Objetivos específicos:- Realizar a circulação de um espetáculo teatral criado sobre a obra do autor A. Tchekhov, em 3 cidades brasileiras;- Em Brasília, serão realizadas 12 sessões do espetáculo entre 12 e 30 de setembro/2019 no Teatro I do CCBB DF para público de 2400 pessoas.- Em Belo Horizonte serão realizadas 20 sessões do espetáculo entre 18 de outubro e 18 de novembro de 2019 no Teatro 1 para público de 5.000 pessoas;- Em São Paulo serão realizadas 10 sessões do espetáculo entre 13 de fevereiro e 01 de março de 2020, para público de 2.000 pessoas;- Em São Paulo serão realizadas 02 sessões do espetáculo em 03 episódios/noites cada um, em dezembro de 2020, para público de 6.000 pessoas;- Totalizando assim 44 sessões do espetáculo e um público estimado em 15.400 pessoas.? Promover acesso a um bem cultural produzido por uma companhia sediada em Curitiba em outras cidades e Estados;? Avançar nos conteúdos já trabalhados pela companhia em sua trajetória e manter um repertório ativo circulando por cidades distintas;? Criar espaços de convivência entre artistas da companhia e público, promovendo ocupações diferenciadas dos Teatros dos CCBB's de Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, além de ações formativas, e acessibilidade ampla ao trabalho;? Promover a troca de experiências profissionais entre artistas de diversos estados do país através de sua participação na equipe e elenco do novo trabalho, e ainda criando espaços de diálogos entre artistas da companhia e artistas residentes em Brasília/DF, São Paulo/SP e Belo Horizonte/MG.? Promover a continuidade do trabalho e circulação do repertório da companhia, existente há 19 anos ininterruptos, retornando com este novo trabalho a cidades que a companhia já tem um público conquistado.- Realizar três edições da Palestra "Dramaturgia, Performance e Processos Criativos no Teatro Contemporâneo", sendo 1 em cada uma das 3 cidades atingidas pelo Projeto, via streaming/digital para um público de 250 pessoas em Brasilia, 250 pessoas em Belo Horizonte e 250 pessoas em São Paulo, totalizando assim 750 pessoas, ou seja, 5% do quantitativo total do público previsto pelo Projeto, para um público EXCLUSIVO de estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, e escolas de formação artistica, totalmente gratuita. Maiores informações sobre o conteúdo podem ser obtidas no campo Detalhes Técnicos - Descrição da Atividade do produto. - Realizar 4 debates sobre a criação do espetáculo, sendo 1 edição presencial para um público de até 120 pessoas em Brasilia, 1 edição presencial para até 250 pessoas em Belo Horizonte e 02 edições digitais para até 1000 pessoas cada uma, após a terceira parte do espetáculo, totalizando assim 2370 pessoas, ou seja, 15% do quantitativo total do público previsto pelo Projeto. 50% das vagas destes debates serão destinadas exclusivamente para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino e os outros 50% para a população em geral, especialmente artistas em formação de cada cidade. Todas as vagas para o debate serão ofertadas gratuitamente aos participantes. Participam do debate com o público, o elenco e a direção da obra, gratuitamente.
Depois de alguns anos dedicados à criação de dramaturgia original e à tradução e montagem de autores contemporâneos inéditos, chega o momento da companhia brasileira retornar aos clássicos sem perder, no entanto, o caráter de inovação e ineditismo. Órfão de pai (nome provisório) é um espetáculo a ser criado pela companhia a partir da obra PLATONOV, inédita no Brasil, escrita ainda na juventude do autor russo Anton Tchekhov. Foi descoberto depois de sua morte nos arquivos do seu irmão e só foi publicado e incluído em suas obras completas a partir de 1923. Apenas no final da década de 1990 teve traduções e montagens em importantes teatros da Europa e, desde então, a cada ano, esta peça tem novas encenações e versões de artistas renomados no mundo inteiro. Em 2000 teve uma tradução para o espanhol dentro de uma universidade chilena. No Brasil ainda não há nenhuma tradução da peça e poucos aficcionados pelo autor tem notícia dessa obra seminal. Existe, portanto, uma lacuna histórica e temos a oportunidade agora de preenchê‐la. O texto original, Platonov, foi encontrado ainda sem título definitivo e reúne questões fundamentais à revolução do teatro provocada pela obra de Tchekhov, como o deslocamento do conflito dramático para o interior dos personagens, a ruptura com os gêneros e a crônica implacável de seu tempo. Esta revolução tem um paralelo também com o nosso tempo. Assim como Tchekhov, vivemos uma época que não reconhece verdades absolutas e que está mudando substancialmente as bases da vida do homem e da sociedade, o tempo da reflexão, do reencontro com as raízes culturais próprias, à margem de ideologismos, o tempo no qual o enorme trabalho de transformação se realiza no interior das pessoas comuns. A época de Tchekhov é radicalmente parecida com a nossa, caracterizada como pós industrial, pós guerra‐fria, pós moderna, pós dramática. Cada vez mais se faz necessária a participação da Lei Federal de Incentivo à Cultura para garantir a montagem de um projeto deste porte. Com custo estimado em aproximadamente R$ 900 mil, e receita estimada em pouco mais de R$ 77 mil, não seria possível fazer tantas sessões, para público tão diverso, cobrando preços tão populares e ainda, distribuir 40% dos ingressos com caráter social, educativo e de formação artística para beneficiários que atendam os criterios do Ministério da Cidadania, 10% para formadores de opinião, 10% para patrocinadores e 10% com valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura. Com a realização deste Projeto, damos continuidade ao trabalho da companhia, uma das mais respeitadas no cenário das artes cênicas no Brasil, e garantimos a continuidade do trabalho depois de sua estreia e temporadas em Curitiba/PR e Rio de Janeiro/RJ, com uma circulação do espetáculo nas cidades de Belo Horizonte/MG, Brasília/DF e São Paulo/SP. Administrar corretamente um investimento público e fazer com que ele se multiplique em mais sessões e mais arte para outras regiões do país é o que buscamos com mais este Projeto. Permitir que um espetáculo criado tenha mais uma vez investimento adequado e, além de ser vivenciado por públicos distintos do país, consiga continuar a gerar empregos nas cidades em que é apresentado, além de gerar renda para as cidades através das contratações de serviços locais direta e indiretamente. Fica claro, com isso, que o Projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apóia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O Projeto ainda está devidamente enquadrado no Artigo 3o da Lei 8313/91, nos incisos II - letra c e Inciso IV, letras a e b, uma vez que fomenta à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas e estimula ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de 20% de seus ingressos para espetáculo teatral, além de gerar estudos, pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos e formação de artistas nas 3 cidades em que o projeto será realizado.
Declaramos, para os devidos fins, que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente, caso o espetáculo venha a ser realizado em espaço público; Declaramos para os devidos fins que destinaremos para fins culturais, todo e qualquer bem ou material permanente a ser adquirido ou produzido com recursos de incentivo fiscal, após finalização do projeto ou dissolução da instituição, devendo ainda apresentar recibo na prestação de contas, no caso de direcionamento do bem a outra entidade de fim cultural; Declaramos que obeteremos autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto. Declaramos, conforme documento emitido pela SBAT (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais) e anexada ao Projeto que a obra de Anton Tchekhov é considerada domínio público. Sobre a Planilha de Deslocamento, considerar: Origem: Belo Horizonte - Josi Lopes (atriz) e Marcelo Alvarenga (cenógrafo) - Belo Horizonte- São Paulo - 09 trechos, sendo 8 para a atriz Josi Lopes (8 passagens para temporada de 8 semanas) e 1 passagem para o cenógrafo Marcelo Alvarenga (para adapatação da cenografia ao espaço na semana de estreia). - Belo Horizonte - Brasília - 4 passagens, sendo 3 para a atriz Josi Lopes durante 3 semanas de temporada e 1 passagem para cenógrafo Marcelo Alvarenga para adaptação da cenografia para o Teatro 1 do CCBB/DF. Origem: São Paulo - José Maria (diretor de produção), Rodrigo dos Santos (ator) e Rodrigo Bolzan (ator) - SP - Belo Horizonte - 16 trechos, sendo 6 para o produtor José Maria (1 passagem para visita tecnica e parcerias e 5 passagens para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH); 5 passagens para o ator Rodrigo Bolzan e 5 passagens para o ator Rodrigo dos Santos durante as 5 semanas de temporada no Teatro 1 do CCBB/BH), ambos residentes em SP/SP. - SP - Brasília - 10 passagens, sendo 4 para o produtor José Maria (1 passagem para visita tecnica e parcerias e 3 passagens para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF); 3 passagens para o ator Rodrigo Bolzan e 3 passagens para o ator Rodrigo dos Santos durante as 3 semanas de temporada no Teatro 1 do CCBB/DF), todos residentes em SP/SP. Origem: Rio de Janeiro - Marcio Abreu (diretor), Camila Pitanga (atriz), Cris Larin (atriz), Felipe Storino (trilha sonora), 3 tecnicos (audio, video e palco) - RIO - Belo Horizonte - 31 trechos, sendo 5 para o diretor Marcio Abreu (5 passagens para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), 5 passagens para a atriz Cris Larin (5 passagens para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), 5 passagens para a atriz Camila Pitanga (5 passagens para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), 1 passagem para o compositor e diretor musical Felipe Storino para as adaptações necessárias apara estreia do espetáculo; 5 passagens para cada um dos 3 técnicos - audio, video e palco (5 passagens X 3 tecnicos para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), - RIO - Brasília - 19 trechos, sendo 3 para o diretor Marcio Abreu (3 passagens para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), 3 passagens para a atriz Cris Larin (3 passagens para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), 3 passagens para a atriz Camila Pitanga (3 passagens para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), 1 passagem para o compositor e diretor musical Felipe Storino para as adaptações necessárias apara estreia do espetáculo; 3 passagens para cada um dos 3 técnicos - audio, video e palco (3 passagens X 3 tecnicos para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), - RIO - SP - 28 trechos, sendo 8 para o diretor Marcio Abreu (8 passagens para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/SP), 8 passagens para a atriz Cris Larin (8 passagens para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/SP), 8 passagens para a atriz Camila Pitanga (8 passagens para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/SP), 1 passagem para o compositor e diretor musical Felipe Storino para as adaptações necessárias apara estreia do espetáculo; 1 passagem para cada um dos 3 técnicos - audio, video e palco para a montagem e estreia e para ensinar aos tecnicos de SP a operação do espetáculo. Origem: Curitiba/PR - Kauê Personna (ator), Edson Rocha (ator), Rodrigo Ferrarini (ator), Nadja Naira (iluminadora e assistente), Giovana Soar (dramaturgia e assistente), 1 técnico de luz e uma produtora assistente. - Curitiba - Belo Horizonte - 30 trechos, sendo 5 passagens para o ator Kauê Personna (para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), 5 passagens para o ator Edson Rocha (para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), 5 passagens para o ator Rodrigo Ferrarini (para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), 5 passagens para a iluminadora e assistente de direção Nadja Naira (para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), 5 passagens para técnico de luz e 5 passagens para produtora assistente (5 passagens X 2 tecnicos para temporada de 5 semanas no Teatro 1 do CCBB/BH), - Curitiba - São Paulo - 48 trechos, sendo 8 passagens para o ator Kauê Personna (para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/Sp), 8 passagens para o ator Edson Rocha (para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/SP), 8 passagens para o ator Rodrigo Ferrarini (para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/SP), 8 passagens para a iluminadora e assistente de direção Nadja Naira (para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/SP), 8 passagens para técnico de luz e 8 passagens para produtora assistente (8 passagens X 2 tecnicos para temporada de 8 semanas no Teatro do CCBB/SP), - Curitiba - Brasília - 18 trechos, sendo 3 passagens para o ator Kauê Personna (para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), 3 passagens para o ator Edson Rocha (para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), 3 passagens para o ator Rodrigo Ferrarini (para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), 3 passagens para a iluminadora e assistente de direção Nadja Naira (para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF), 3 passagens para técnico de luz e 3 passagens para produtora assistente (3 passagens X 2 tecnicos para temporada de 3 semanas no Teatro 1 do CCBB/DF),
Os programas, atendendo às instruções e diminuindo impacto ambiental, foram realizados em papel reciclato ou certificado, no tamanho de 64X21cm, 4X4 cores, com 3 dobras, afim de cumprir orçamentos aprovados. O espetáculo "Órfão de Pai" (nome provisório) tem 180 minutos de duração, com um intervalo, e o nome final da peça é Por que não vivemos? O espetáculo em seu formato digital será dividido em três episódios de até 1 hora cada um, afim de melhorar a fruição do espetáculo.
A acessibilidade é essencial para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia. Significa permitir que todos desfrutem de todos os espaços e serviços que a sociedade oferece, independentemente da capacidade física de cada um. Significa não apenas permitir que pessoas com necessidades especiais de locomoção participem de atividades culturais, mas a inclusão e extensão do uso destes para uma determinada população. Os espaços urbanos, sejam públicos ou privados, devem permitir o acesso à qualquer cidadão, atendendo às suas necessidades quer sejam em locomoção, deslocamento ou consumo. As atividades básicas do ser humano dependem da sua possibilidade de deslocamento e acesso. Para isso, os Teatros escolhidos para realização do espetáculo teatral "Órfão de Pai" (nome provisório), produto principal deste projeto, tem obrigatoriamente as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, a fim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos.Declaramos, com isso, que os espaços para os quais o espetáculo foi selecionado possuem, entre outros quesitos, rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros para deficientes, poltronas para pessoas acima do peso, iluminação de solo, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de portadores de deficiência visual ou auditiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e nos termos do art. 23 da lei no 10 741, de 1o de outubro de 2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46.Para isso, em 14 sessões do espetáculo nas 03 cidades já citadas haverá intérprete em libras para que surdos possam usufruir plenamente do conteúdo do espetáculo, seja presencial ou digital. Já as sessões com AD serão realizadas apenas em Brasília e BH. Os custos para todas estas ações estão devidamente previstos na Planilha Orçamentária. As 14 sessões serão assim distribuídas: 06 sessões em São Paulo, 05 sessões em Belo Horizonte e 03 sessões em Brasília, mantendo assim 20% das sessões com acessibilidade. Os audiodescritores e intérprete em Libras acompanharão, alem das sessões, os debates/bate -papos previstos após as sessões conforme Plano de Democratização e Plano de Distribuição do Produto.
Como contrapartidas sociais, serão oferecidas as seguintes ações, gratuitas à população:A) Distribuição gratuita de 4.288 ingressos, que representam 40% do total previsto no Plano de Distribuição, sendo 50% destes para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino. Os ingressos serão distribuídos em sua proporcionalidade: em Brasília, cujo público total é de 2400 pessoas, serão contempladas 960 pessoas; em Belo Horizonte, cujo público total é de 5.000 pessoas, serão contempladas 2.000 pessoas; em São Paulo, cujo público passa a ser, entre sessões presenciais e digitais, de 8.000 pessoas, serão contempladas 3.200 pessoas. B) Realizar três edições digitais da Palestra "Dramaturgia, Performance e Processos Criativos no Teatro Contemporâneo", sendo 1 em cada uma das 3 cidades atingidas pelo Projeto, para um público de 250 pessoas em cada cidade, totalizando assim até 750 pessoas, ou seja, 8% do quantitativo total do público previsto pelo Projeto, para um público EXCLUSIVO de estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, estudantes de artes, artistas, totalmente gratuita. Maiores informações sobre o conteúdo podem ser obtidas no campo Detalhes Técnicos - Descrição da Atividade do produto. A remuneração dos ministrantes está prevista em Planilha específica. C) Realizar 4 debates sobre a criação do espetáculo, sendo 1 edição presencial para um público de 120 pessoas em Brasilia, 1 edição presencial para 250 pessoas em Belo Horizonte e 2 edições digitais em São Paulo para 2000 pessoas , totalizando assim até 2.370 pessoas, ou seja, quase 20% do quantitativo total do público previsto pelo Projeto. 50% das vagas destes debates serão destinadas exclusivamente para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino e os outros 50% para a população em geral, especialmente artistas em formação de cada cidade. Todas as vagas para o debate serão ofertadas gratuitamente aos participantes. Participam do debate com o público, o elenco e a direção da obra, gratuitamente. Esclarecendo: atendendo a IN 2/2019, declaramos que será adotada a medida prevista no Inciso I do artigo 21 da referida Normativa para o Principal Produto deste Projeto: Espetáculo de Artes Cênicas, a saber:a) doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;Com isso, os 40% dos ingressos gratuitos (item A citado acima), atendendo aos Inciso I do artigo 21 da IN 2/2019 e a alínea a do artigo 20 da IN 2/2019, serão exclusivamente destinados para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística a estudantes e professores da rede pública de ensino nas cidades de Brasilia , Belo Horizonte e nas dez sessões presenciais em São Paulo; Os outros 6 episódios das sessões digitais serão totalmente gratuitos à população em geral. Atendendo ao Artigo 22, da IN 2/2019, o Projeto apresenta ações formativas culturais em suas atividades (Itens B e C citados acima), em Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, que correspondem a 10% (dez por cento) = 980 pessoas, sendo 735 estudantes e professores da Rede Pública de Ensino, do quantitativo de público previsto no plano de distribuição.
Baseado na obra Platonov, de Anton Tchekhov Realização: Autonauta Produções Culturais Ltda/ companhia brasileira de teatro (nome fantasia) Direção Marcio Abreu Trilha Sonora: Felipe Storino Iluminação: Nadja Naira Cenário: Marcelo Alvarenga Produção: José Maria e Giovana Soar Elenco: Josi Lopes, Camila Pitanga, Kauê Personna, Rodrigo Ferrarini, Cris Larin, Rodrigo dos Santos, Edson Rocha e Rodrigo Bolzan. Marcio Abreu, dirigente da instituição proponente, desenvolverá as atividades de dramaturgo e diretor.Fundou a companhia brasileira de teatro em 1999, sediada em Curitiba. Seus principais trabalhos estão: Volta ao dia..., (2002); Suíte 1, de Philippe Minyana, (2004); Daqui a duzentos anos, textos de Anton Tchekhov, (2004/2005); Apenas o fim do mundo, de Jean-Luc Lagarce, (2005/2006); O que eu gostaria de dizer, (2008); Vida, (2010); Oxigênio, de Ivan Viripaev, (2010); Isso te interessa?, de Noëlle Renaude, (2011); De Verdade, adaptação do romance do autor húngaro Sándor Márai (2012); Esta Criança, (2012). Em 2012 escreveu Os três Porquinhos para a Commedie Française, e a peça L’histoire du rock, também na França. Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu o Prêmio SHELL RJ de Melhor Direção pelo espetáculo Esta criança. Em 2015 dirigiu KRUM de Hanock Levin e escreveu e dirigiu PROJETO bRASIL. Em 2017, escreveu e dirigiu PRETO. Rodrigo dos Santos é ator, pesquisador e contramestre da Escola de Capoeira Angola Marrom e Alunos. Também é ogãn do terreiro Ilè Omiojúàrò, no Rio de Janeiro. Possui bacharelado e mestrado em filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é diretor artístico da Cia. dos Atores do Rei. Desde 2009, circula com O subterrâneo jogo do espírito, espetáculo de sua autoria. Já passou por vários estados brasileiros, como Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, além do Distrito Federal. No teatro, já atuou em mais de 40 montagens, com destaque para Julia, de Christiane Jatahy, em cartaz desde 2011, com passagem em cidades do Brasil e na Europa. Na televisão e no cinema, seus trabalhos de maior destaque foram as séries Felizes para sempre? (Rede Globo, 2015) e Filhos do carnaval (HBO, 2006), além dos filmes Cidade dos Homens (2007) e Nosso Lar (2010). Entre 2001 e 2009, integrou a Cia. dos Comuns, produzindo espetáculos, seminários e oficinas. Na área de filosofia, foi pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológica (CNPq) e, em 2011, ocupou o primeiro lugar na seleção de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) da UFRJ. A sua dissertação sobre filosofia africana foi a primeira na história do programa, sob o título Baraperspectivismo contra logocentrismo ou o trágico no prelúdio de uma filosofia da diáspora africana. Josi Lopes, atriz Nasceu em Belo Horizonte/MG, no Bairro Goiânia, região nordeste desta cidade. Periferia. Mulher preta, é cantora, compositora, atriz, preparadora vocal e diretora musical de espetáculos. Estreia com 23 anos em O negro, a flor e o rosário. Esta experiência instigou o ingresso no Teatro Universitário da UFMG em 2009. Integrou o elenco de Oratório - A saga de Dom Quixote e Sancho Pança (2012) junto com Maurício Tizumba e Sérgio Pererê, e do espetáculo Zumbi (2012) dirigido por João das Neves. Em 2013 mudou-se para São Paulo. Na capital foi protagonista do musical O Rei Leão e participou de Mudança de Hábito, Ghost - O musical e Alegria, Alegria. Em busca por uma identidade realizou shows autorais e lançou o EP “Essência” em 2016. Já se apresentou no Sesc Belenzinho (SP), SIM São Paulo, no Festival de Arte Negra (BH), Música Mundo (BH) e no MECA Inhotim (Brumadinho/MG). Rodrigo Ferrarini, ator Ator e produtor teatral. Em teatro, atuou em cerca de 30 espetáculos, entre eles: O Tempo e o Lugar (1998), de Botho Strauss, e O que o Mordomo Viu (1999), de Joe Orton; O Despertar da Primavera (1998-1999), de Frank Wedekind, O Caminho da Montanha (2002- 2003), de Brian Friel; Medea Material (2004), de Heiner Muller; e Psicose 44. 8 (2004), de Sara Kane. Em cinema, integrou o elenco de 16 filmes. Seus principais trabalhos incluem os longas Insolação (2008), de Felipe Hirsh; Estômago (2007), de Marco Jorge; O Sal da Terra (2003), de Eloi Pires; e KORDA (2004), de Marcos Andrade. Participou também de uma série de curtas, entre eles; Adeus Menino (2000); O Fim do Ciúme (2000); O Polaco da Nhãnha (2000); Os Primeiros Desertores (2002); e Eternamente (2002). Por este último recebeu o Troféu Pinhão Melhor Ator, no 7o. Festival de Cinema de Curitiba 2003. E com a companhia brasileira de teatro atuou em 2010 em Vida, 2011 em Isso te interessa? e em Krum em 2015. Camila Pitanga, atriz Atriz graduada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, diretora do Movimento Humanos Direitos e Embaixadora Nacional da ONU Mulher. Em 2013 a atriz, fez uma temporada de ensaios pelo sertão nordestino com a peça O Duelo uma adaptação feita por Aury Porto da obra de Anton Tchékhov, onde passou alguns meses pelas cidades de Iracema, Arneiroz e Lavras da Mangabeira (ambas cidades do interior do Ceará). Camila junto com todo elenco levaram cultura em forma de teatro à comunidades de menor porte e para a maioria das pessoas que nunca tiveram a oportunidade de assistir uma peça de teatro de perto. No audiovisual, fez inúmeras novelas, series e programas, além de mais de 20 filmes, inclusive na direção de "Pitanga" sobre a obra e vida de seu pai, Antonio Pitanga. Cris Larin, atriz Atriz formada pela CAL em 1989. Continuou sua formação nos cursos Performances Studies na New York University, em 2005; Rasaesthetics, com Michelle Minnick, em NY, em 2005; Viewpoints e Suzuki, com Enrique Diaz e Mariana Lima, em 2003, e posteriormente, com o Siti Company, companhia dirigida por Anne Bougart, em Los Angeles em 2006. Trabalhou como atriz com os diretores Ana Kfouri, Moacyr Goes, Amir Hadad, Felipe Vidal, Renato Carrera, Jeferson Miranda, Joelson Gusson, Sandro Pamponet, Jô Bilac, Eliana Fonseca, Thomas Quillardet, Bia Lessa, Marcio Abreu, entre outros. Trabalhou também com a companhia paulista, Teatro de Vertigem e com a East Coast Artists, companhia americana sediada em Nova York. No cinema, participou dos filmes "Maria, a mãe do filho de Deus", "Trair e coçar é só começar", ambos dirigidos por Moacyr Góes, e "Riscado" de Gustavo Pizzi. Na TV participou da minissérie "Magnífica 70", dirigida por Claudio Torres e Carolina Jabor. Edson Rocha, ator É ator e participou das montagens de Esta Criança, de Jöel Pommerat, e Krum de Hanock Levin, ambos com a companhia brasileira de teatro sob direção de Marcio Abreu; Vamos Transar, de Rote Grutze com direção Volker Quandt; Sonho de uma Noite de Verão e Hamlet, ambos com direção de Marcelo Marchioro; O Vampiro e a Polaquinha, de Dalton Trevisan com direção de Ademar Guerra; A Vida é Cheia de Som e Fúria, Nostalgia e Como Aprendi a Dirigir um Carro, estes três sob direção de Felipe Hirsch; Perfídia, de Azis Bajur, direção de Cleon Jaques. No Cinema atuou em Cafundó, de Paulo Betti; O Sal da Terra e Curitiba Zero Grau, ambos de Eloi Pires Ferreira e Joaquim, de Marcelo Gomes. Kauê Persona é ator profissional desde 2008. Cursou cinema na FAP; no teatro, trabalhou com diretores como Gabriel Villela, Alexandre Reinecke, Ana Rosa Tezza, Nena Inoue, Edson Bueno, Maurício Vogue, Andrei Moscheto, Jean Carlos Sanchez, entre outros. Participou de workshops com Maurice Durozier, Grupo Amok, Jean-Jacques Lemetre, Shawn Kinley, Omar Argentino e Juliana Galdino. No cinema, já trabalhou com nomes como Marco Jorge, Aly Muritiba, Alessandro Yamada, Gil Baroni, entre outros. Atualmente integra o elenco da companhia brasileira de teatro com direção de Márcio Abreu. Rodrigo Bolzan, ator formado pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP) em 2000, colabora com a Companhia Brasileira de Teatro e com os Ultralíricos. Sob direção de Felipe Hirsch, os Ultralíricos recém estrearam a peça FIM, em cartaz até abril de 2019 em São Paulo. Com a Cia. Brasileira participou desde 2015 da criação dramatúrgica, além de atuar, em PRETO e PROJETO bRASIL este último fez temporadas em cidades do Brasil e da Alemanha e lhe rendeu prêmio Gralha Azul (Curitiba) melhor ator e outras indicações na mesma categoria em 2016 (Prêmio Quem/SP, Questão de Crítica/RJ, APCA/SP e APTR/RJ). Conforme diligência na fase de admissibilidade, esclarecemos que a empresa Autonauta Produções Culturais Ltda, nome fantasia companhia brasileira de teatro, sediada em Curitiba/PR, é a empresa produtora e realizadora do Projeto. Seu sócio, Marcio Alexandre Abreu dos Santos, nome artístico Marcio Abreu, é o idealizador do projeto, diretor artísitico da obra e responsável pelo processo decisório do projeto nas áreas artistica e administrativa.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.