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O FANTÁSTICO REPARADOR DE FERIDAS é o novo espetáculo da Cia Teatro Epigenia, que completará 20 anos de atividade em 2020. texto de Brian Friel (direitos no anexo) e direção de Gustavo Paso, a peça é uma ode ao teatro, a fé cenica, ao circo, aos artistas mambembes que viajam de cidade em cidade vendendo e vivendo da sua Arte. A trupe dessa historia é compostapor atores e musicos que viajam pelo interior do Nordeste encantando e curando através da Arte.
Franco Lar, o Curandeiro, junto com sua esposa Grace e Teófilo seu empresário, fazem parte de um trupe mambembe conhecida como “A Caravana da Fé”. Eles percorrem o interior mais profundo do Brasil, proporcionando a cura imediata para quem tem alguma enfermidade. Franco oferece cura para todo o tipo de doença, sem distinção. Desde que os espectadores enfermos sejam pessoas humildes, mas abrindo alguma exceção para autoridades locais.Ele também leva um pouco de música atravésde seu afiado acordeom, mais uma artimanha para amolecer os clientes. Em nossa transposição cênica, a Caravana da Fé cruza do nordeste ao norte, Juazeiro, Petrolina, cidades do profundo sertão do Brasil, ultrapassa às margens do Rio São Francisco, chega ao Rio Grande do Norte e depois numa longa travessia esbarram em uma cidade fictícia:Sofrimentos. E é lá que Franco realiza seu maior feito.Ao reunir dez doentes entre cegos, coxos e aleijados,ele em uma ação conjunta com a Arte livra todos ao mesmo tempo de suas enfermidades. Algumas semanas depois,com a Caravana da Fé já na estrada,Franco não consegue mais acertar uma cura sequere os três integrantes resolvem retornar a cidade natal em busca de fortalecimento,porém o retorno para casa pouco adianta,mas a devoção de Teófilo e Grace com o amigo nos lembra que essa peça não é apenas sobre arte, mas também sobre o poder do amor incondicional.
Pretendemos com esse novo espetáculo, O FANTÁSTICO REPARADOR DE FERIDAS, comemorar os 20 anos de atividade da premiada Cia Teatro Epigenia. Proposta Conceitual _ A IDEIA - assim como no filme arrebatador "Bye Bye Brasil" de 1980, de Caca Diegues, a peça caminhará, literalmente , por diversos municípios do interior do nordeste, Taperoá, Juazeiro, Bodocongó, Quixeramobim, Petrolina, são algumas referencias citadas na epigenia que causaremos no texto original de Brian Friel. Nosso Reparador De Feridas estará ligado ao interior do interior mais puro de nosso país. A história de como ele curou e tentou curar enfermos necessitados e carentes coloca uma lente sobre a cultura nordestina. A trupe circense percorre algumas dessas cidades do Norte, Nordeste e Centro-Oeste brasileiro, se utilizando destes espaços, expondo a vida humilde das regiões, seus costumes arcaicos, e através da sanfona de Franco, algumas de suas músicas de raiz. "É tudo sobre linguagem, a peça, o teatro... a coisa toda." Brian Friel "O Fantástico Reparador De Feridas" poderia ser descrito como uma peça de memória: "enquanto a memória é sobre o que aconteceu no passado, é também sobre o que poderia ter acontecido, mas nunca aconteceu". O fato de as memórias problemáticas dos personagens estarem frequentemente em conflito não é surpreendente _ afinal nós lembramos de forma diferente, e às vezes o que precisamos lembrar, para criar uma narrativa coerente para nós mesmos, às vezes, e feito por nós para nos esconder. O espetáculo é um relicário, raro e puro em sua confecção e criação, o que o torna mais complexo e apaixonante. Objetivo Específico Pretendemos apresentar o espetáculo em itinerancia em 05 cidades e mais duas temporadas; Nas cidades serão 02 apresentações: Maranhão - São Luiz Maceió - Alagoas Jõao Pessoa - Paraíba Brasília - Distrito Federal Goiânia - Goiás Temporada na cidade do Rio de Janeiro com 15 apresentações Temporada na cidade de São Paulo com 15 apresentações Totalizando, o projeto integral terá 40 apresentações do espetáculo 07 oficinas gratuitas com o diretor do espetáculo (uma em cada cidade que o espetáculo passar) 02 ensaios abertos gratuitos pre agendados para escolas publicas e Ongs seguidos de debate
"O Fantástico Reparador De Feridas" vem arrebatando plateias em todo o mundo, inédita no Rio de Janeiro, (apenas uma montagem em São Paulo) e nenhuma outra em todo o Brasil. a peça tem como característica principal sua espantosa e singularmente estruturada dramaturgia, construída em torno de uma história arrebatadora que se apodera do público com seus mistérios e de repente todos se veem totalmente atraídos pelo desenrolar da história. Como em todos os projetos da CiaTeatro Epigenia o Ator é o centro e o pilar das montagens, e em "O Fantástico Reparador De Feridas" (considerado a obra-prima do dramaturgo irlandês Brian Friel), não será diferente. Este conceito de execução alcança uma ressonância mítica quando nos deparamos com uma obra tão simbólica. Um drama do folclore irlandês totalmente ambientado no nordeste brasileiro, demonstra todo o potencial da história: " se quiser falar de sua história fale-me de sua aldeia" Brian Friel faz isso e nos da uma obra universal que pode ser ambientada em qualquer país, desde que ele tenha as características que são a base de sua história. Um trabalho com a marca da Cia, que vem se notabilizando por trabalhos contundentes no que tange a Qualidade artística de todos os elementos colocados em cena. Uma história de grande poder de permanência na retina e memória do público por muito tempo após o término do espetáculo. "Sugiro correr para o teatro imediatamente."The Times (Londres) "... teatro no seu melhor estilo."The Guardian (Londres) "Você terá certeza que viu algo especial, como uma daquelas noites em que você sente que o teatro colocou as mãos em você"Financial Times (Londres) LICENÇA POETICA Nosso interesse em mergulhar nesse universo reside na poesia e na beleza de lugares desse nosso Brasil, que onde o natural seria apenas existir. Levar a vida somente, apenas o registro de uma existência recheada de solidão, dias patéticos e futuro fadado a apenas esperar pelo fim. No entanto, no Brasil ainda vemos personagens imbuídos de uma fascinação sincera pela ideia da arte, do mágico, do etéreo...nascendo daí a essência mais pura dos espetáculos ‘feitos com a mão’. O Artesão, o Mágico, o Artista...a simplicidade obrigatória que cria uma estética próxima ao lirismo felliniano. A ARTE E O ARTISTA Quem está no controle _ a arte ou o artista? E quando é que a arte se torna uma realidade? Em "O Fantástico Reparador De Feridas", Brian Friel pergunta se o artista está no controle ou se ele é apenas uma ferramenta da arte. Embora Franco, o curandeiro, seja obcecado por sua habilidade inconstante, as duas pessoas mais próximas a ele _ sua esposa Grace e seu empresário Teófilo _ também são obcecadas pela memória e pela arte. Ligue-os. No entanto, a "arte" nesta peça não é meramente o ato da cura pela fé. Como cada personagem dá sua conta da mesma história, cada um com seu ponto de vista, cada um se torna um artista oferecendo ao ouvinte um conto semelhante e ainda diferente um do outro. Os eventos são os mesmos, mas os detalhes mudam e uma verdade "real" do que aconteceu nunca é contada. Em vez disso, Brian Friel demonstra que várias verdades podem ser reveladas através do estado emocional e interesses pessoais que cada contador transmite sua história. Além disso, várias verdades podem ser criadas pelo público enquanto elas assistem e escutam cada memória e, portanto, podem criar a sua memória própria. Através do personagem principal é feita uma analogia entre a Arte e a cura pela fé. A parceria turbulenta e intensa entre Franco e Grace é paralela à interdependência entre o artista, sua arte e a sociedade. Grace, como a plateia, vê Franco tanto com afeição quanto com ceticismo. Teófilo também percebe que o que Frank possui tanto o inspira quanto o perturba. Franco é aparentemente um desajustado na sociedade, e aquele a quem a sociedade ainda não confia, porém, ele e sua arte são necessários para a sobrevivência da sociedade. A arte é usada como um catalisador da mudança e nos leva a refletir sobre as questões internas, e por vezes desconfortáveis, da espiritualidade e da alma. Franco não tem controle sobre sua arte, e isso leva seus inquietantes questionamentos. Ele mostra "Os impulsos autodestrutivos do artista obcecado com sua própria arte" e como Brian Friel sugere, "a voz deslocada de Franco é a voz de um artista tentando confrontar suas próprias criações". Através de seu questionamento de sua identidade como artista e da natureza de seu dom, Franco, condena-se quando "sua arte não acontece", então ele é um artista ou uma farsa? Franco não diz ao público seu nome em nenhum momento da peça, mas em vez disso aponta para a faixa, onde letras desbotadas pelo tempo, dizem: [[[ Peço Perdão! Franco Lar "O Fantástico Reparador de Feridas". SOMENTE ESTA NOITE!!! ]]] POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Seria impossivel realizar a produção, temporadas e circulação sem um incetivo, pois apenas a bilheteria de forma alguma conseguiria cobrir todos os custo de divulgação, logistica, produção, etc.
não é o caso
o projeto integral é composto de: 10 apresentações em circuito 30 apresentações em temporada entre RJ e SP (15 em cada cidade) 02 ensaios aberto gratuito total 600 pessoas 07 apresentações com a presença de interprete de libras ou audiodescrição (uma em cada cidade do projeto) 02 debates gratuitos com a plateia apos apresentação no ensaio aberto total 600 pessoas 07 oficinas gratuitas para estudandes, atores, professores que possam ser agentes multiplicadores total 210 pessoas O espetáculo tem 80 minutos de duração; O debate com a plateia 30 minutos A oficina tem uma carga horaria de 06 horas de duração
Pretendemos em cada cidade proposta (07), realizar uma das apresentações com a presença de interprete de libras ou material e profissionais para a audiodescrição. No total, o projeto integral, teremos 07 apresentações com acessibilidade. Essas apresentações serão divulgadas em todas as mídias de divulgação da peça Serão realizadas fotos para registro e anexado ao relatorio final. Teremos o apoio da produção no teatro pra ajudar os portadores de necessidades fisicas na locomoção da bilheteria ate todos os acessos internos do teatro como hall, banheiro e plateia.
1 - Pretendemos nas cidades propostas, 7 no total, realizar uma oficina gratuita com o diretor da cia e do espetaculo e dois ensaios aberto com debate. a oficina funciona tambem como um intercambio em cada cidade onde sera exposto e experimentado o metodo que o diretor utiliza nos espetaculos da cia. Essa oficina é para jovens atores, professores e educadores como forma de colaborar com técnica e vivencia para agentes que possam multiplicar esse aprendizado. refere se ao art 21 inciso VIII- estabelecerparceria visando a capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder publico. 2 - Os ensaios abertos com debate para o publico vivenciar alem do espetaculo, de forma mais profunda conversar com os atores e diretor. 02 ensaios abertos 02 debates refere se ao art 21 inciso V - realizar gratuitamente atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estagios, cursos, treinamentos, palestras. Alem disso 20% da lotação do teatro sera revertido em ingressos gratuitos para estudantes de escola publica e ongs pre agendadas. Teremos uma pessoa local para esse agendamento. Serão anexada as cartas desses locais no relatorio final para a devida prestação de contas.
A empresa proponente sera responsavel pelos itens; coordenador do projeto, direção artistica, cenografo e tradução Direção e cenografia de Gustavo Paso atores da ciaTeatro Epigenia Andre Poyart na Trilha Original Bernardo Lorga na Luz Alessandra Costa na Assessoria - Duetto Produções; Marcelo Marques - figurinista Eduardo Andrade - adereços Brian Friel autor - Nascido católico no condado de Omagh, na Irlanda do Norte em 1929, o entendimento de Brian Friel sobre seu país e sua própria identidade foi moldado por ser, como ele o denominou, um membro da minoria e de forma notável e de certa forma impressionante, seus argumentos, seu texto teatral, tudo parece estar ligado com o que há de mais profundo, e cotidiano, da população das regiões mais necessitadas de nosso país. Ele nasceu e floresceu, numa analogia direta, de um mesmo grão de identidade que este nosso ser brasileiro mais puro e necessitado. Direção e Cenário – Gustavo Paso autor, cenógrafo, designer, artista plástico– É hoje um dos principais diretores do teatro brasileiro, nos últimos 06 anos suas peças sempre figuraram entre as melhores do ano. Dedica-se a direção de espetáculos, como encenador-dramaturgo. Há 19 anos a frente da CIA TEATRO EPIGENIA, desenvolve uma metodologia que marca a linguagem da Cia. Neste período vem mesclando renomados textos teatrais com projetos autorais, alcançando imenso sucesso nos dois caminhos. Diretor de 20 espetáculos pela Cia Teatro Epigenia e 04 espetáculos como convidados. Alguns espetáculos: 2018: Hollywood, de David Mamet, com Rubens Caribé, Iuri Saraiva e Luciana Fávero, espetáculo que lhe rendeu a indicação ao Premio Shell e APCA 2018 como melhor diretor; 2017 Race de David Mamet, concorreu a 6 indicações nos prêmios Shell, APCA e Aplauso Brasil SP; Casa Caramujo, texto e direção onde teve mais de 20 Indicações em três Prêmios: Zilka Sallaberry, CBTIJ e Boutequim Cultural; A Festa de Aniversário de Harold Pinter, indicado a prêmios no RJ e com excelentes críticas; 2016 Oleanna com Marcos Breda e Luciana Fávero , 04 anos de temporadas e turnês - 06 indicações e 02 prêmios - APCA e Aplauso Brasil SP - melhor espetáculo de SP e melhor ato; Jogo Fatal de Antony Shaffer, com Marcos Caruso e Erom Cordeiro (2012 a 2014 - 02 anos de temporadas e turnês - 02 indicações a prêmios - APTR e Contigo; Garagem texto e direção Gustavo Paso- com grande elenco e participações, 9 carros em cena. Posteriormente a peça foi roteirizada, filmada e esta em fase de edição; Bodocongó – poema dramático cinematográfico – texto e direção Gustavo Paso Premio PRONAC Ministério da Cultura dentre outros trabalhos. Acaba de estrear com excelentes criticas O Preço de Arthur Miller no SESC Copacabana figurinista Marcelo Marques - começou a sua carreira em 1978 desde então, tem em seu currículo mais de 230 espetáculos de teatro, ao lado de diretores como Bibi Ferreira, Jorge Takla, Charles Moeller, Claudio Botelho, André Heller, Sérgio Módena, Roberto Vignatti, Sergio Britto, Jacqueline Laurence, Luis Arthur Nunes, Gilberto Gavronski, Wolf Maia, Gilles Gwizdek, Cininha de Paula , Marco André Nunes ,e Flávio Marinho. Criou figurinos para L Elisir d Amore (Donizetti), Macbeth (Verdi), Idomeneo (Mozart), La Fille du Régiment (Donizetti),Ariadne auf Naxos (Strauss), Samson et Dalila (Saint-Saëns), Diálogo das Carmelitas (Poulenc), Tristão e Isolda (Wagner),Nabucco (Verdi) e "Crepúsculo dos Deuses"(Wagner), A Valquíria (Wagner). Marcelo criou os figurinos para o show "Opus Brazil" (comemorativo dos 30 anos de relações diplomáticas Brasil-China), realizado no National Sing And Dance Ensemble - a Ópera de Pequim. O figurinista já passou pelas principais salas e festivais brasileiros como Festival Amazonas de Ópera, Palácio das Artes, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de São Paulo. Trabalhou também como Figurinista no Teatro Solis de Montevidéo.Marques foi premiado pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro (Sated), nas categorias de melhor cenário e melhor figurino; e recebeu o Prêmio Shell de melhor figurino em 2003, pelo espetáculo "O Último Dia", com direção de Sergio Britto. No ano de 2015, foi premiado com o Troféu Cesgranrio de Teatro, e com o Prêmio questão de crítica, por seu figurino do espetáculo "Edypop". Além de várias outras Indicações a importantes prêmios durante sua carreira. Foi por cinco anos consecutivos julgador do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, nos quesitos Fantasia e Alegoria, a convite da LIESA. Em 2016, ganhou os premios Zilka Salaberry, e CBTIJ de melhor figurinista, por seu trabalho em "Todo Vagabundo Tem Seu Dia de Glória". Criou os figurinos do Musical "Se Meu Apartamento Falasse" para a Moeller&Botelho em 2017. Ainda em 2017, dirigiu, fez cenário e figurinos para o Theatro da Paz de Belém, na ópera "La Voix Humaine", com o Grande soprano Eliane Coelho,"Kammersängerin" da Wiener Staatsoper . Criou os figurinos da ópera "Nabucco" de Verdi, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa. Foi indicado a sete premios no ano de 2017 por seu trabalho em espetáculos como "Josephine Baker" , "Janis Joplin" , e "Guanabara Canibal". Ganhou em 2019, o Premio CBTIJ de Melhor figurino pelo espetáculo "O Choro de Pixinguinha", e recebeu uma Moção Honrosa da Camara dos Deputados do Rio de Janeiro concedida a artistas que com sua Arte lutaram contra a segregação racial. Está em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo "Cole Porter, ele nunca disse que me amava", sob a direção de Charles Moeller. Iluminação – Bernardo Lorga formado em Direção Teatral pela UNIRIO, integrante do núcleo de pesquisa em artes Miúda. Desenhou a luz dos espetáculos com sua direção, além de criar, montar e operar a luz de outros espetáculos de teatro e música. Recentemente foi indicado ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2017 na categoria “Melhor Iluminação” pelo espetáculo “A Festa de Aniversário”. Entre suas últimas realizações, desenhou a luz dos seguintes projetos: “Estudo sobre a maldade”, direção Miwa Yanagizawa (2017); Espetáculo infantil “Pira Caipira”, direção Juliana Linhares (2017); “A Festa de Aniversário”, direção Gustavo Paso (2017); “Volta Seca”, direção de Joelsson Gusson (2018); Lançamento do EP Terra, da cantora Nívea Magno (2018); “Dissocia” direção de Gustavo Paso (2018), "integridade" show de lançamento do novo álbum de Claudio Nucci (2018); “Apatia Dinossauro" direção Caio Riscado (2028); “A Garagem”, direção de Gunnar Borges (2018); Show da banda Pietá com o instrumental Relógio de Dali (2018); “Trajetória Sexual”, monólogo de Álamo Facó (2018); “Solo”, direção de Vinicius Arneiro (2019); “O Preço”, de Arthur Miller com direção de Gustavo Paso (2019). Trilha Original – Andre Poyart PRINCIPAIS REALIZAÇÕES TRABALHOU DIVERSAS VEZES COM O DIRETOR ARTÍSTICO G. PASO. ANDRE EM 2015ESPETÁCULO TEATRAL “RACE”- COMPOSITOR DA TRILHA SONORA;2015 MUSICAL “THE WILD PARTY” DIRETOR MUSICAL DIREÇÃO GERAL:MENELICK DE CARVALHO; 2015 ESPETÁCULO TEATRAL “BOM CRIOULO” DIRETOR MUSICAL DIREÇÃO GERAL: GILBERTO GAWRONSKI; 2014 ESPETÁCULO TEATRAL “OLEANNA”COMPOSITOR DA TRILHA SONORA DIREÇÃO GERAL: GUSTAVO PASO; 2013 ESPETÁCULO TEATRAL “GARAGEM”DIRETOR MUSICAL E INSTRUMENTISTA DIREÇÃO GERAL: GUSTAVO PASO; 2013MUSICAL “A FAMÍLIA ADDAMS” INSTRUMENTISTA DIREÇÃO MUSICAL: VÂNIA PAJARES DIREÇÃO GERAL: JERRY ZAKS;2012MUSICAL “GOZADOS” DIRETOR MUSICAL DIREÇÃO GERAL: LUÍS SALEM ; 2012MUSICAL “JAIR EM DISPARADA” INSTRUMENTISTA DIREÇÃO MUSICAL: ELIAS JÓ DIREÇÃO GERAL: SEBAH VIEIRA; 2011-2012MUSICAL “HAIR” INSTRUMENTISTA DIREÇÃO MUSICAL: MARCELO CASTRO DIREÇÃO GERAL: CHARLES MÖELLER E CLAUDIO BOTELHO; 2009-2010MUSICAL “O DESPERTAR DA PRIMAVERA ”INSTRUMENTISTA DIREÇÃO MUSICAL: MARCELO CASTRO DIREÇÃO GERAL: CHARLES MÖELLER atores da CIA TEATRO EPIGENIA -em 2002, a cia já estava realizando sua primeira mostra teatral em homenagem ao autor espanhol Fernando Arrabal, a TRILOGIA ARRABAL em homenagem aos seus 70 anos de vida com os espetáculos: EPIGENIA (várias peças pequenas do autor e de onde formalizou o nome da Cia), Oração e Cemitério dos Automóveis e um festival de cinema, teatro e literatura acerca da obra do autor espanhol com patrocínio das Prefeituras de Curitiba, Festival Internacional de Curitiba e posteriormente da extinta RioArte. A Cia já iniciou sua trajetória de forma muito positiva, saindo de Curitiba para o Rio de Janeiro e com ousadia em projeto tão complexo. ARIANO, de Gustavo Paso e Astier Basílio. Espetáculo com 40 instrumentos tocado ao vivo, em homenagem aos 80 anos de Ariano Suassuna, foi um estrondoso sucesso da Cia, a Cia foi capa de 04 cidades (Recife,João Pessoa, Brasília e Belo Horizonte) de seus principais jornais com o espetáculo em cartaz no RJ e SP. 2009 estréia Espetáculo O TUNEL, com texto inédito de Dias Gomes participou do Festival FITA e realizou temporada Sesc; 2012 A Moringa Quebrada, convidado especial : Claudio Tovar, Patrocínio Halliburton e parceria Instituto Goethe, espetáculo comemorativo ao autor, Kleist; ainda em 2012 um mergulho de 4 meses nos ensaios de BODOCONGÓ – poema dramático cinematográfico. O espetáculo juntava nessa pesquisa, poesia e cinema. Todo em preto e branco foi Premio Pronac do Ministério da Cultura e circulou os Sesc Nordeste em 12 cidades. Em 2016, esse mesmo espetáculo ficou em cartaz no Teatro da Caixa SP (Praça da Sé) com patrocínio da Caixa; Trilogia Mamet, 3 obras de David Mamet onde deveríamos dar um salto qualitativo no investimento, na busca e aperfeiçoamento da linguagem da Cia. Em 2015 Oleanna, primeira peça da trilogia criada para comemoração de 15 anos da cia ficou em cartaz no Sesc Pompéia, Teatro Eva Herz, fez circuito Céus, Circuito Teatros da Prefeitura, Circuito Sesc e circuito Sesi BH. No RJ circuito Sesc, circuito Sesi e 2 temporadas. Ganhou o Premio de Melhor Espetáculo eleita pelo júri do Premio Aplauso Brasil alem das indicações no Premio APCA e excelente criticas. Participou dos Festivais: Porto Alegre Em Cena, Garanhuns, Caxias do Sul, Tiradentes e Araxa. Em 2017 Race, segunda peça da trilogia David Mamet, estreou no Teatro Viga, fez temporada de 3 meses de enorme sucesso, fez circuito Ceus, circuito Sesi SP, 02 temporadas no RJ, circuito Sesi BH. Foi indicado aos Prêmios APCA, Shell e concorre ao Premio Aplauso Brasil de melhor espetáculo esse ano. Em 2017, estreou Hollywood, ultima peça da trilogia, no Teatro Poeira no RJ e seguiu para SP no Sesc Pinheiros, primeiramente e depois temporada no Teatro Sergio Cardoso, fez circuito APAA e fará circuito SESI SP.
PROJETO ARQUIVADO.