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PRONAC 191964Inadimplente - por não responder diligência na avaliação do relatório cumprimento de objetoMecenato

2ª. FIBCE - FESTIVAL INTERNACIONAL MESTRE PEDRO BOCA RICA DE TEATRO DE BONECO

ASSOCIACAO EDUCATIVA CULTURAL TEATRO DA BOCA RICA
Solicitado
R$ 417,6 mil
Aprovado
R$ 414,6 mil
Captado
R$ 414,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
06628333000146FARMACE - INDUSTRIA QUIMICO-FARMACEUTICA CEARENSE LTDA1900-01-01R$ 324,0 mil
17469701000177ARCELORMITTAL BRASIL S.A.1900-01-01R$ 90,0 mil

Eficiência de captação

99.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de bonecos e congêneres
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2022-03-28
Término

Resumo

O 2o. FESTIVAL INTERNACIONAL MESTRE PEDRO BOCA RICA DE TEATRO DE BONECO _ FIBCE constitui-se de uma mostra não competitiva de espetáculos locais, nacionais e internacionais de TEATRO DE BONECO, DE BOI E REISADO. Terá como tema: MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA. Compõe-se de espetáculos; livro-catálogo sobre o MESTRE Pedro Boca Rica, espelhando o registro, a memória e o pensamento do FIBCE. Estima-se um público ampliado para espetáculos, lançamento de livro. Um FESTIVAL cujo legado maior será homenagear o mestre Pedro Boca Rica, na passagem dos seus 86 anos de nascimento em 2022. O FIBCE adotara medidas de prevenção à Covid-19 comaferição de temperatura na entrada dos espetaculos em locais fechados,e uso de materiais de higiene (Álcool), bem como fornecera máscara às suas equipes.

Sinopse

- 18 espetáculos de TEATRO DE BONECO, DE BOI, DE REISADO, gratuitos, abertos ao público, cujo público prioritário será articulado junto às escolas públicas, em OCARA, BARBALHA e FORTALEZA; As apresentações acontecerão na Praça Municipal e ESCOLAS PÚBLICAS de Ocara e Barbalha; e no Teatro São José e Teatro Jose de Alencar com ESCOLAS PÚBLICAS de Fortaleza; - 1 livro-catalogo de registro, memoria e pensamento do FIBCE com textos sobre o Mestre Pedro Boca Rica, bonecos, boi e reisados, e festivais afins. Formato da capa em aberto: Capa Impressa (Editável), Laminada (para maior proteção), e colada em placas resistentes antes de receber as páginas internas livro 29 x 38 cm / Capa Dura com Abertura 180°: 26 até 98 páginas/ Tamanho: 30 x 42 cm (fechado) / Papel Fotográfico Lustre Premium com a Gramatura: 300 g/m² e Design personalizado. Mil exemplares. Número de páginas 100; LANÇAMENTO EM OCARA, BARBALHA E FORTALEZA - 1 SEMINÁRIO ONLINE sobre o Mestre PEDRO BOCA RICA; com familiares, estudiosos,mestres e artistas da convivencia do Mestre; Público total previsto de 100 pessoas por cidade (100 total) de todas as camadas sociais, principalmente os de escolas públicas, que é o nosso público por excelência; - 1 apresentação com bonecos do mestre Pedro Boca Rica, com bonequeiros convidados, na solenidade de abertura; - 1 apresentação da Banda de Música de Ocara inserindo ao repertório a Música BOI TUNGÃO em homenagem ao mestre Pedro Boca Rica; - 1 apresentação do BOI CORAÇÃO do mestre Luciano (in memoriam) amigo criativo do mestre Pedro, com inserção de músicas do BOI TUNGÃO de Pedro Boca Rica; - Como Contrapartida Social haverá 3 espetáculos de teatro de bonecos (seguidos de debate) em escolas públicas de Ocara, Brbalha e Fortaleza, para cerca de 300 a 500 pessoas entre alunos, professores, profissionais das escolas, estudantes de outras escolas, familiares dos alunos e comunidade em geral. Cada Espetáculo tem duração de 1h/a; Cada Debate tem duração de 1h/aEmenta: Discutir teorico e cenicamente o tema MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA.Os espetáculos e os debates serao realizados pelos atores criadores participantes do Festival de Boneco.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar o 2o. Festival Internacional Mestre Pedro Boca Rica de Teatro de Boneco _ FIBCE, cujo tema será MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA, ampliando o público e artistas envolvidos, com o propósito de homenagear Pedro Boca Rica, um Mestre do reisado e do boneco, por meio da realização de espetáculos de teatro de boneco, de boi e reisado, seminário, lançamento de livro de registro, memoria e pensamento do projeto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 18 espetáculos de TEATRO DE BONECO, DE BOI, DE REISADO, gratuitos, abertos ao público, cujo público prioritário será articulado junto às escolas públicas, em OCARA, BARBALHA e FORTALEZA; - Elaborar e publicar um livro-catálogo de registro, memoria e pensamento do FIBCE com textos sobre o Mestre Pedro Boca Rica, bonecos e festivais; - Realizar 1 SEMINÁRIO sobre o Mestre PEDRO BOCA RICA; - Realizar uma apresentação com bonecos do mestre Pedro Boca Rica, com bonequeiros convidados, na solenidade de abertura; - Realizar na abertura do Festival uma apresentação da Banda de Música de Ocara inserindo ao repertório a Música BOI TUNGÃO em homenagem ao mestre Pedro Boca Rica; - Realizar no encerramento do Festival uma apresentação do BOI CORAÇÃO do mestre Luciano (in memoriam) amigo criativo do mestre Pedro, com inserção de músicas do BOI TUNGÃO de Pedro Boca Rica; CONTRAPARTIDA SOCIAL:- Realização de 2 espetáculos de teatro de bonecos (seguidos de debate) em escolas públicas de Ocara e Fortaleza, para cerca de 800 pessoas entre alunos, professores, profissionais das escolas, estudantes de outras escolas, familiares dos alunos e comunidade em geral.Cada Espetáculo tem duração de 1h/aCada Debate tem duração de 1h/aEmenta: Discutir teorico e cenicamente o tema MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA.Os espetáculos e os debates serao realizados pelos atores criadores participantes da Bienal de Teatro.

Justificativa

O FESTIVAL INTERNACIONAL MESTRE PEDRO BOCA RICA DE TEATRO DE BONECO _ FIBCE na sua 2ª. edição terá como tema "MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA". O tema guiará a programação do seminário, que será gravado; Para além da difusão que a mostra dos espetaculos de TEATRO DE BONECO, DE BOI, DE REISADO, o Festival possibilitará um grande legado, que é homenagear o Mestre Pedro pela passagem dos sesu 86 anos de nascimento em 2022. Em 2015 o IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional concedeu a Pedro Boca Rica o PRÊMIO TEATRO DE BONECOS POPULAR DO NORDESTE - IN MEMORIAM, reconhecendo a grandeza e dando reconhecimento institucional nacional ao grande mestre. Justifica-se o investimento da Lei de Incentivo à Cultura neste projeto, destacadamente porque irá: "Art. 1° - II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Este projeto representa ainda: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O Festival aqui proposto também está de acordo com este Ministério/Lei Federal de Incentivo à Cultura no cumprimento do Art. 3o. como segue abaixo: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A arte de Pedro Boca Rica continua pelas mãos das novas gerações, de família e agregados. O Festival reunirá familiares, artistas e pesquisadores que conviveram com o Mestre Pedro. Dos 1980 até a sua morte em 1991, a entidade proponente, Associação Educativa Cultural TEATRO DA BOCA RICA trabalhou com Pedro Boca Rica. Realizou festivais internacionais em sua homenagem; criou espetáculos, pesquisou e realizou ações formativas sobre teatro de boneco e reisado. Por mais de uma década estiveram nos palcos, pelo Ceará e Nordeste. Desde cedo o pesquisador em teatro tradicional popular, Oswald Barroso, percebeu em Pedro Boca Rica uma genialidade e exuberância criativa que lhe garantiria um lugar no palco dos permanentes e necessários à cultura brasileira, nordestina e cearense. O diferencial em relação aos outros mestres citados é que Pedro deixou seus remanescentes, sobrinho, filho, amigos de convivência criativa na cidade, com os quais mantemos aproximações artisticas. Pedro Boca Rica nasceu em 16 de novembro de 1936, no município de Aracoiaba. Aos 23 anos de idade, setembro de 1959, emigrou para São Paulo, onde trabalhou em várias fábricas metalúrgicas, entre as quais a Caterpillar. Na Capital paulista, morou no bairro de Jabaquara, localidade de São Judas. Nas horas de folga, fazia música e cantava. Pertenceu à União dos Artistas e Autores Sertanejos do Brasil. Apresentava-se em pequenos circos e chegou a cantar em programas de rádio e televisão. Voltou ao Ceará, no ano de 1970. Veio morar em Fortaleza, no Conjunto José Walter, onde montou sua oficina de bonecos. Entrou em contato com o pessoal do teatro, particularmente com Gracinha Soares e José Carlos Matos, que lhe abriram as portas no mundo artístico da Capital. Como bonequeiro e brincante de Boi, passou a se apresentar na região em que nasceu e também em Fortaleza. Organizou o grupo de reisado Boi Tungão, com atores do Grupo Independente de Teatro Amador _ GRITA (atualmente Teatro da Boca Rica). Fez parte da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos _ ABTB CE, da qual se tornou pesquisador, viajando por todo o Nordeste, em busca de bonequeiros e brincantes populares. Participou de inúmeros festivais e encontros de teatro, em vários Estados brasileiros. Criou centenas de bonecos, entre tipos sociais, figuras humanas, animais e seres imaginários, considerados verdadeiras obras de arte, tal a maestria como esculpia no corpo ou no rosto, de muitos deles, traços de caráter e personalidade. Com o tempo, seus bonecos, feitos de uma peça única de madeira ocada, foram crescendo e se aperfeiçoando. Alguns articulam a boca e têm molas, alguns são feitos especialmente para a mão esquerda, outros para a mão direita. Além dos bonecos tradicionais da família de Baltazar e Casimiro Coco, como o Delegado, a Cobra, a Cascavel e o Boi, Pedro Boca Rica criou muitos outros, entre os quais, o Fuleiragem, o Inácio da Catingueira, o Maneiro Pau, o Vaqueiro, o Pai Velho, a Alma, o sanfoneiro Mané Fuzarca, os Duendes, Judas, São Pedro, o Padre, o Cão Preto, o Coronel, o Cão de 3 Cabeças e o Barbudo. Hoje, seus bonecos estão expostos em museus e centros de cultura de vários Estados brasileiros, como no Memorial da América Latina, em São Paulo, no Museu do Pontal no RJ, no Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar e no Museu da Emcetur, em Fortaleza, além de em outros países, como o Japão. A equipe de trabalho deste projeto envolve profissionais de reconhecido valor cultural, e que tiveram convívio profissional criativo, afetivo, de pesquisa, direto ou indireto, com o Mestre. Destaque-se: Wagner Oliveira dos Santos, seu sobrinho e companheiro de palco e artesania artística, seu continuador. Sanfoneiro, bonequeiro e artesão de alto padrão; os criadores pesquisadores teatrólogo Oswald Barroso, diretor do Teatro da Boca Rica durante décadas, parceiro de Mestre Pedro; o filho do mestre, Halen Oliveira, bonequeiro e artesão; criadores pesquisadores de música, João Victor, músico, professor e produtor musical, que recebeu da Secult-Ce o Prêmio Alberto Nepomuceno de Música com a peça BOI TUNGÃO, para Banda de Música, homenagem ao mestre Boca Rica, e com pesquisa e experimentação cênica sobre Boi e Reisado no grupo de reisado da UECE, e foi diretor do Teatro da Boca Rica em algumas gestões; Myreika Falcão, diretora do Teatro da Boca Rica, e que participou do projeto A COMEDIA DO BOI, influência direta de Boca Rica, na cena teatral de Oswald Barroso, como pesquisadora, musicista, cantora e com vasta experiência em gestão de museus, sendo capacitada em acessibilidade cultural; Auricélia Alves, professora, pesquisadora de tradições populares, artesã, ocarense de convívio com Pedro Boca Rica e grande memorialista da cidade, já promoveu exposições sobre Pedro, ex-Secretária de Cultura do município; Rejane Reinaldo, atriz, diretora, gestora, professora, brincante do Boi Tungão de Pedro Boca Rica, participante do Grita/Grapo/Teatro da Boca Rica desde 1980 e atual presidente da entidade proponente; entre outros artistas e pesquisadores não elencados aqui, mas de igual importância para o projeto.

Estratégia de execução

Sobre Mestre Pedro Boca Rica Pedro Boca Rica nasceu em 16 de Novembro de 1936, no município de Aracoiaba. Filho de um agricultor, pequeno proprietário, seu pai plantava milho, feijão, arroz e mandioca, possuía uma casa de farinha, com cavalo puxando a bolandeira, e algumas cabeças de gado. Teve 13 irmãos. Já na infância aprendeu a arte dos bonecos e a brincadeira do Boi. Seu primeiro mestre foi Antônio Bonequeiro, amigo do seu pai, mas também aprendeu com Queiroz e Pedro Albino. Seus primeiros bonecos foram: Baltazar, o Capitão João Redondo, o Mane Fuzarca, o Velho Paroara da Amazônia, o Velho da Garrafa e o Cassimiro Coco. Aos 23 anos de idade, setembro de 1959, emigrou para São Paulo, onde trabalhou em várias fábricas metalúrgicas, entre as quais a Caterpillar. Na Capital paulista, morou no bairro de Jabaquara, localidade de São Judas. Nas horas de folga, fazia música e cantava. Pertenceu à União dos Artistas e Autores Sertanejos do Brasil. Apresentava-se em pequenos circos e chegou a cantar em programas de rádio e televisão.Voltou ao Ceará, no ano de 1970. Veio morar em Fortaleza, no Conjunto José Walter, onde montou sua oficina de bonecos. Entrou em contato com o pessoal do teatro, particularmente com Gracinha Soares e José Carlos Matos, que lhe abriram as portas no mundo artístico da Capital. Como bonequeiro e brincante de Boi, passou a se apresentar na região em que nasceu e também em Fortaleza. Organizou o grupo de reisado Boi Tungão, com atores do Grupo Independente de Teatro Amador. Fez parte da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos, da qual se tornou pesquisador, viajando por todo o Nordeste, em busca de bonequeiros e brincantes populares. Participou de inúmeros festivais e encontros de teatro, em vários Estados brasileiros.Criou centenas de bonecos, entre tipos sociais, figuras humanas, animais e seres imaginários, considerados verdadeiras obras de arte, tal a maestria como esculpia no corpo ou no rosto, de muitos deles, traços de caráter e personalidade. Com o tempo, seus bonecos, feitos de uma peça única de madeira ocada, foram crescendo e se aperfeiçoando Alguns articulam a boca e têm molas, alguns são feitos especialmente para a mão esquerda, outros para a mão direita. Além dos bonecos tradicionais da família de Baltazar e Casimiro Coco, como o Delegado, a Cobra, a Cascavel e o Boi, Pedro Boca Rica criou muitos outros, entre os quais, o Fuleiragem, o Inácio da Catingueira, o Maneiro Pau, o Vaqueiro, o Pai Velho, a Alma, o sanfoneiro Mané Fuzarca, os Duendes, Judas, São Pedro, o Padre, o Cão Preto, o Coronel, o Cão de 3 Cabeças e o Barbudo. Hoje, seus bonecos estão expostos em museus e centros de cultura de vários Estados brasileiros, como no Memorial da América Latina, em São Paulo, no Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar e no Museu da Emcetur, em Fortaleza, além de em outros países, como o Japão.Famoso entre os artistas populares de sua região, Maciço de Baturité e cercanias, Pedro Boca Rica é, também, autor de histórias inesquecíveis, como A Chegada de Baltazar no Inferno e O Casamento de Baltazar, além de ter contribuído com novos versos, passos e toadas, para a renovação dos reisados e bois nordestinos”. Bonequeiros Antônio Bonequeiro sempre se hospedava na casa do pai de Pedro, quando vinha fazer apresentações no povoado. Deixava sua mala fechada a chave, num canto da sala, quando de manhã saia para uma prosa na bodega. Nas apresentações, Pedro ficava cheio de curiosidade para saber o que se passava por trás do pano. Como isso não fosse permitido, voltou sua curiosidade para a mala do bonequeiro. Um dia, junto com um companheiro de aventuras, não pôde resistir. Os dois arrancaram os parafusos da mala e por alguns instantes, manipularam os bonecos. Foi o bastante para que o menino Pedro se iniciasse nos seus segredos. Antônio era um dos bonequeiros mais afamados da região. Havia o Pedro Albino, que era muito bom. Como o Queiroz, porém, não existia. Foi o primeiro bonequeiro que Pedro conheceu e também o melhor, até hoje. Natural de Pacajus. Alguns dos seus bonecos eram os mesmo de hoje, o Cassimiro Coco, o Capitão João Redondo e o Padre. Havia também outros, como o Compadre Abdulas e o Doido da Alemanha, um boneco todo vermelho que vivia assobiando. Em todo lugar do Nordeste existe bonequeiro, embora às vezes se tenha que procurar muito. Ele é um andarilho, com sua mala de bonecos, vive de povoado em povoado. Pedro os conhece bem. “O bonequeiro bom é aquele que tem um recado desenrolado e que atinge todo mundo. É preciso que ele tenha raciocínio e saiba dominar o público”, diz. O boneco também tem os seus segredos. “O boneco pode ser até feio na criação, na ‘ampliagem’ porém, pode ficar um boneco decente que a pessoa vê que o cara não é desleixado. Um boneco que mostra o bom gosto da pessoa”. No espetáculo, explica ainda, “o importante não é nem a história, é o modo do bonequeiro contar, de saber improvisar de acordo com o público”. Sempre num sentido: vai aparecendo barreira, coisa para atrapalhar o herói e ele vai enfrentando e vencendo. Acontece ocasião, entretanto, de tudo mudar. “A gente quer uma coisa, mas não é nunca o que a gente quer. É o que o povo pede, é o que deve ser”. O teatro de boneco tem um mistério. “Os bonequeiros do interior, por exemplo, com aqueles bonecos pequenininhos. Tem deles muito bons.” Mesmo sem o verde se espalhar na plantação, Pedro voltou de São Paulo. “Bateu uma saudade medonha”. Uns perguntaram admirados: “O que você vai fazer naquela terra seca?” Outros concordaram: “Você vai para onde nasceu, para sua casa”. Pedro voltou no ano de 1970. Já não encontrou os antigos bonecos. Fez novos, bem maiores. Conheceu o pessoal de teatro amador de Fortaleza. “A Gracinha e o Zé Carlos me deram muita força”. Passou a se apresentar na Capital, porque antes só brincava em suas viagens ao antigo povoado da casa do seu pai. Certa feita, foi convidado para participar de um Encontro de Teatro na Bahia. Estranhou: “Eu só via boneco à noite. Nunca tinha visto botar boneco durante o dia.” Apresentou-se para estudantes e intelectuais. Não podia deixar de haver um certo choque: “Eu estava acostumado a me apresentar só para bicho arara, que basta você dizer uma palavra, para o sujeito entender muita coisa”. A televisão foi uma nova barreira surgida no caminho do negro Baltazar. Ele preferiu dribá-la: “Hoje a TV comeu muito o espetáculo de boneco, como ela também mexeu com o cantador, o coquista e o bumba-meu-boi. A TV tirou o povo do terreiro, do centro da sala, do salão. Mas não acabou. A gente antes fazia a brincadeira às 19 horas e agora começa depois que termina a novela, às 21 horas”.Porém, nem sempre são tão simples os obstáculos. Pedro Boca Rica sabe da necessidade de ir mudando, renovando sua arte. A organização dos bonequeiros em grupos, sua união, é outro dos caminhos para fazer frente aos novos tempos. “Acho que na cidade, a gente tem que trabalhar em grupo, porque no teatro a gente não pode ficar deixando buraco na hora que um boneco desce e outro sobe”. Afirma o bonequeiro, preocupado em agradas as platéias exigentes da cidade. Mesmo assim, ele não acredita muito: “O bonequeiro popular só é bom para o interior ou então para festival de boneco, onde o pessoal entende”. Confessa.Talvez uma das dificuldades de Boca Rica na cidade, seja os seus roteiros, ainda muito voltados para a realidade cultural do interior, com tramas simples, que já não satisfazem às exigências das platéias acostumadas aos enredos complexos e até complicados das telenovelas. De resto, seus bonecos e seu trabalho de interpretação são extraordinários. Ainda mais, o veterano bonequeiro carece de melhores condições de trabalho e exige consideração. “A gente não pode mais viver mendigando, aqui e acolá. Eu preciso de um teatro, num lugar que funcione, que seja bom para o público. Sem esse ponto de apoio, é difícil trabalhar”. Será que desta vez o negro Baltazar será capaz de vencer os obstáculos?”. Oswald Barroso.

Especificação técnica

- 18 espetáculos de TEATRO DE BONECO, DE BOI, DE REISADO, gratuitos, abertos ao público, cujo público prioritário será articulado junto às escolas públicas, em OCARA, BARBALHA e FORTALEZA;os convidados serao internacionais, nacionais e locais; As apresentações acontecerão na Praça Municipal e ESCOLAS PÚBLICAS de Ocara e Barbalha; e no Teatro São José e Teatro Jose de Alencar com ESCOLAS PÚBLICAS de Fortaleza; - 1 livro-catalogo de registro, memoria e pensamento do FIBCE com textos sobre o Mestre Pedro Boca Rica, bonecos, boi e reisados, e festivais afins. Formato da capa em aberto: Capa Impressa (Editável), Laminada (para maior proteção), e colada em placas resistentes antes de receber as páginas internas livro 29 x 38 cm / Capa Dura com Abertura 180°: 26 até 98 páginas/ Tamanho: 30 x 42 cm (fechado) / Papel Fotográfico Lustre Premium com a Gramatura: 300 g/m² e Design personalizado. Mil exemplares. Número de páginas 100; - 1 SEMINÁRIO sobre o Mestre PEDRO BOCA RICA; com familiares, estudiosos,mestres e artistas da convivencia do Mestre; Público total previsto de 100 pessoas por cidade (100 total) de todas as camadas sociais, principalmente os de escolas públicas, que é o nosso público por excelência;Ementa: Discutir teorico e cenicamente o tema MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA. Os espetáculos e os debates serao realizados pelos atores criadores participantes do Festival de Boneco. - 1 apresentação com bonecos do mestre Pedro Boca Rica, com bonequeiros convidados, na solenidade de abertura; os bonecos do mestre pertencem a amigos e artistas que trabalahram com o mestre no grupo de teatro da entidade proponente;o fato mostrara aos novos artistas e publico a obra do mestre; - 1 apresentação da Banda de Música de Ocara inserindo ao repertório a Música BOI TUNGÃO em homenagem ao mestre Pedro Boca Rica; a musica foi premiada com o PREMIO ALBERTO NEPOMUCENO, pela Secretaria da cultura do estado do Ceará e homenageia o mestre; e cuja autoria é de um jovem participante da entidade proponente; - 1 apresentação do BOI CORAÇÃO do mestre Luciano (in memoriam) amigo criativo do mestre Pedro, com inserção de músicas do BOI TUNGÃO de Pedro Boca Rica; o mestre Luciano, in memoriam, e o mestre pedro Boca Rica, in memoriam, serao homenageados pelo Boi Coração, de Ocara, com suas músicas e figuras; - Como Contrapartida Social haverá 3 espetáculos de teatro de bonecos (seguidos de debate) em escolas públicas de Ocara, Barbalha e Fortaleza, para cerca de 800 pessoas entre alunos, professores, profissionais das escolas, estudantes de outras escolas, familiares dos alunos e comunidade em geral. Cada Espetáculo tem duração de 1h/a; Cada Debate tem duração de 1h/a; Ementa: Discutir teorico e cenicamente o tema MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA. Os espetáculos e os debates serao realizados pelos atores criadores participantes do Festival de Boneco.

Acessibilidade

Produto - Festival/Mostra Artes Cênicas: - Os espaços escolhidos para a realização do Festival em Ocara, Barbalha e em Fortaleza possuem acessibilidade arquitetônica como: rampas com corrimão, banheiros adaptados, espaços reservados a cadeirantes na plateia, para a participação de idosos, pessoas com baixa estatura, com dificuldade de locomoção ou necessidades especiais. O projeto também contará com pessoas treinadas para recepcionar a todos, disponibilizando atenção e comodidade suficiente de acordo com cada realidade (sem ônus ao projeto, isto é, com recursos próprios). - Serão viabilizadas ações de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741 de 01 de outubro de 2003, e acesso preferencial em todos os locais de realização do projeto, bem como será proporcionado condições de acessibilidade a pessoas com deficiência, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, disponibilizando lugares especiais nos locais de realização do projeto, fácil acesso ao setor do local de realização, prioridades e facilidades de acesso e locomoção. Produto - Espetáculo de Artes Cênicas: - Durante o Festival de Bonecos serão contratados profissionais de Libras para o público surdo, uma vez que iremos primar por espetáculos com acessibilidade; - Haverá contratação de audiodescritores para realizarem audiodescrição durante espetáculos. Produto - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra: A adoção de medidas de acessibilidade não se aplica a este produto. Produto - Livro: - 3 cópias em Braille do livro-catálogo serão produzidas pelo projeto e doadas uma à Biblioteca Municipal de Ocara, Barbalha e outra à Biblioteca Pública de Fortaleza - Vila das Artes/ Escola de Teatro.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto serão abertas ao público e gratuitas. Para atender ao Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art. 3° da referida Lei, as medidas que serão adotadas visam promover o acesso ao conteúdo do festival. Produto - Festival/Mostra Artes Cênicas:- Será garantida democratização de acesso ao público em geral, uma vez que toda programação do festival será realizada gratuitamente, sem cobrança de ingresso. Todas as apresentações serão abertas ao público e gratuitas até a lotação dos espaços. - O programa de formação de plateia reservará 20% das vagas para estudantes e professores de universidades e escolas, com expectativa de 800 participantes beneficiados. - Disponibilizaremos os espetáculos e debates através de vídeo, sendo o festival registrado em vídeo, fotografia e relatórios, com disponibilização do material gerado na Internet nos sites e páginas do Teatro da Boca Rica. Produto - Livro:- Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. - Todos os exemplares serão doados a população. Produto - Espetáculo de Artes Cênicas:- Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Produto - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra:- Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Contrapartida Social:- Realização de 3 espetáculos de teatro de bonecos (seguidos de debate) em escolas públicas de Ocara, Barbalha e Fortaleza, para cerca de 800 pessoas entre alunos, professores, profissionais das escolas, estudantes de outras escolas, familiares dos alunos e comunidade em geral.Cada Espetáculo tem duração de 1h/aCada Debate tem duração de 1h/aEmenta: Discutir teorico e cenicamente o tema MESTRE PEDRO BOCA RICA SOB O OLHAR DE MNEMOSINE, A DEUSA DA MEMÓRIA.Os espetáculos e os debates serao realizados pelos atores criadores participantes da Bienal de Teatro.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA FIBCE 2022 A proponente exercerá a função de Coordenadora Geral, sendo também responsável pela total gestão administrativa e financeira do projeto. Receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. 1-CONCEPÇÃO, ELABORAÇÃO, COORDENAÇÃO GERAL E CURADORA - MARIA REJANE REINALDO (CE): Brasileira, solteira, Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia-UFBA; Mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará-UFC; Bacharel em Serviço Social pela Universidade Estadual do Ceará-UECE; Formação Técnica em Radiodifusão sonora e por imagens pela Universidade Federal do Ceará- UFC/ACERT/FUNTELC; Formação Técnica em Canto Lírico pela Universidade Federal do Ceará-UFC; Atua no campo cultural, artístico e educacional desde os anos 1980, como atriz ou diretora de teatro, cinema, televisão, leituras dramáticas, performances, publicidade; professora universitária, pesquisadora; gestora / curadora/ parecerista/ assessora/ consultora em cultura e artes. Participa do GRITA/GRAPO/Teatro da Boca Rica de 1980 até hoje. Desde 2006 dirige o Ponto de Cultura Escola Livre Teatro da Boca Rica onde idealizou a Bienal Internacional de Teatro do Ceará-BITCE, o Festival Internacional Mestre Pedro Boca Rica de Teatro de Boneco-FIBCE, o Projeto Amazonas - Brasil e Seminários Internacionais Teatro e Mito. Diretora Artística do Theatro José de Alencar; Coordenadora de Ação Cultural da Secretaria da Cultura do estado do Ceará; Secretária da Cultura e Turismo de Sobral. Desde 2015 está Coordenadora de Criação e Fomento da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza-SECULTFOR /COCRIF. Esta Diretora Presidente da entidade proponente exercerá as funções de Coordenadora Geral e Curadora, pelas quais será REMUNERADA; e de Concepção e Elaboração de forma voluntária. 2-COORDENADORA DE PRODUÇÃO - MYREIKA LANE DE OLIVEIRA FALCÃO (CE): Brasileira, solteira, residente à Rua Adolfo Herbester, 158, Benfica, Fortaleza – Ceará, CEP 60.020-330, E-mail myreika@gmail.com, Fone 85.98646.1494, é Especialista em Ciência da Informação (UFC), Diplomada en Gestión de Bibliotecas Públicas en modalidade E-Learning para Iberoamérica (Chile), graduada em Música (UECE), musicista, cantora, professora de música, museógrafa, pesquisadora, produtora e gestora cultural, parecerista, elaboradora e administradora de projetos culturais; e participante do Teatro da Boca Rica desde 1995. 3-PRODUÇÃO EXECUTIVA - ELIANE MONTENEGRO (CE): Graduada em Gestão de Recursos Humanos – UVA – desde 2001. Projetista nas áreas da cultura, educação, música e esporte com experiência em coordenação e organização de eventos nacionais e internacionais, Gerência administrativa e financeira, prestação de contas e acompanhamento de plano de trabalho em projeto social e captação de recursos para ONG. Em Sobral – produtora e egstora cultural; 4-ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - VIVI FAÇANHA (CE): Graduada em Administração Geral– Faculdade Integrada do Ceará – FIC. MBA em Gestão de Projetos - Unichristus;Seminario Nordeste, a cena do Mundo coordenado por Rejane Reinaldo (Unifor) Fortaleza; Ceara; Simposio Internacional de Filosofia coordenado por Daniel Lins (UFC) Fortaleza Ceara; Curso Corpo e Imagem em Movimento com Charles Feitosa (Unirio) Fortaleza; Ceara; 2010 -2012 SECULT - Secretaria da Cultura do Ceará-Técnica de Mobilização - Gerente de Projetos Subvencionados-Produção Cultural; 2003- 2008 Teatro da Boca Rica Fortaleza, Ceará- Produtora Cultural; 5-SITES E REDES SOCIAIS - CLARISSA MAIA (CE): Poliglota com fluência em alemão e inglês. Concluiu o Ensino Médio na escola austríaca Bundesgymnasium und Bundesrealgymnasium Graz–Webling, Austria. Participou da organização internacional de intercâmbio AFS (American Field Service) morando um ano na Áustria. Cursou Comunicação Social – Publicidade e Propaganda (até o 5° Semestre) na Universidade de Fortaleza - UNIFOR e Psicologia (até o 10° Semestre), também na UNIFOR. Trabalhou como Assistente de Projetos/ Secretária Executiva do escritório da multinacional Huawei – Fortaleza da Huawei Investment & Holding Co., Ltda. Multinacional chinesa de produtos e serviços em telecomunicação. Recebeu prêmio pela frase mais criativa para a Exposição Mirabolante Miró, da Universidade de Fortaleza – UNIFOR, auferindo uma viagem para a Espanha. No âmbito da Comunicação trabalha com criação de sites, blogs e produção de textos e videos. Na esfera da Produção atua com a realização de eventos. Participante da diretoria do Teatro da Boca Rica de 2011-2013. 6-PRODUTOR (RECEPÇÃO INTERNACIONAL) - MARCUS VINICIUS FRANCPO POMPILIO (CE): Brasileiro, solteiro, Doutorando e Mestre em Arqueologia no Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro, Especialização em Cultura Material e Arqueologia pela Universidade de Passo Fundo, graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará, empresário, pesquisador, professor universitário, produtor e gestor cultural, RG 93002346273 SSP – Ceará, CPF 699.668.263-00, residente à Rua Júlio Gaspar, 112 Maraponga, Fortaleza – Ceará, CEP 60.710-095, fone 98922.6768, E-mail marcuspompilio@hotmail.com; e participante do Teatro da Boca Rica desde 2001, tendo sido seu Presidente em vários momentos. 7-DESIGNER GRÁFICO - ADRIANO MENDES (CE): Trabalhamos com o publicitário ADRIANO MENDES, com os projetos do Teatro da Boca Rica, desde 2011. Designer Gráfico no Estúdio Dom Design (https://www.linkedin.com/in/adriano-mendes-825b6bb6/?originalSubdomain=br). Atua na execução de campanhas, comunicação, elaboração de peças gráficas tais como livros, revistas, portfólios, material publicitário impresso e digital. Produz ilustrações com traços diversificados tais como vetor e a mão livre. Desenhista, Illustrator.

Providência

O PROPONENTE NÃO RESPONDEU A DILIGÊNCIA DENTRO DO PRAZO.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.

2022-11-20
Locais de realização (3)
Barbalha CearáFortaleza CearáOcara Ceará