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Realizar oficinas de Dança, Teatro e Canto Coral com pessoas com deficiência, de forma democratizar o acesso à cultura num processo de inclusão social, contribuindo para promover transformações positivas na sociedade brasileira.
N.S.A
Objetivo GeralRealizar oficinas de danças e canto coral, beneficiando pessoas com deficiência, promovendo sua inclusão à arte e na comunidade, facilitando sua interação social e erradicando o preconceito e a indiferença, principalmente nos ambientes escolares, inclusive sendo uma forte ferramenta para o fomento da prática e valorização cultural.Objetivos Específicos- Realizar oficina de danças rítmicas, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 20 meses;- Realizar oficina de danças tradicionais gaúchas, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 20 meses;- Realizar oficina de canto coral, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 20 meses;- Possibilitar acesso virtual a vídeos com conteúdos relacionados às oficinas de danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas e canto coral aos alunos que não puderem participar dos encontros presenciais em razão da pandemia da COVID-19, enquanto os mesmos estiverem impossibilitados de frequentar as aulas;- Realizar em média 05 espetáculos com os participantes das oficinas, podendo ser dentro e fora do município de Montenegro/RS, de forma presencial ou virtual;- Atingir em média 800 pessoas nos espetáculos de artes cênicas e canto coral;- Oferecer uma ação formativa cultural, através de palestra relacionada à importância da inclusão na arte das pessoas com deficiência, que atinja o público infantojuvenil pertencentes a escolas da rede pública de ensino, para difusão de conhecimentos culturais e da importância de sua valorização;- Beneficiar em média 300 crianças e adolescentes na ação formativa cultural.
Na base do direito, encontrada na Constituição Federal brasileira, evidência os princípios dentre eles o da igualdade de condição para todos. Visa-se também a proteção do maior bem jurídico, a vida, e complementos para que esse bem se torne cada vez mais produtivo e agradável, dessa forma uma sociedade democrática de direito, leva-se em conta uma vida digna e sustentável. Com Base em dados disponibilizados pelo IBGE, através do senso 2010, o Brasil possui cerca de 45,6 milhões de pessoas com alguma deficiência, o que representa 23,91% da população. Para uma pessoa com deficiência, uma vida digna e sustentável não se tem bases fixas apenas em saúde e educação de qualidade, precisam ser complementadas com outros elementos fundamentais, tais como a cultura e lazer, que são importantíssimos para a vida não só de deficientes, mas para a sociedade em geral. Uma das possibilidades e caminhos para melhorar o trabalho realizado com deficientes está em utilizar elementos da arte, como a dança e a música, para fomentar o crescimento intelectual, físico e estético do aluno com deficiência. A dança propõe a abrangência de várias áreas do indivíduo propiciando então o desenvolvimento global, quando ele participa frequentemente de atividades com ela relacionada. Por ser de rico potencial à qualidade de vida dos sujeitos que a praticam, a dança foi denominada como uma forte ferramenta para o desenvolvimento do pensamento artístico, da percepção estética, da sensibilidade, da imaginação, tanto para realizar outras formas artísticas quanto para apreciar sua produção e a dos colegas. O aluno que pratica a dança estará propício a desenvolver sua competência estética e artística nas diversas modalidades da área de Arte (Artes visuais, Dança, Teatro), tanto para produzir trabalhos pessoais e grupais quanto para que possa, progressivamente, apreciar, desfrutar, valorizar e julgar os bens artísticos de distintos povos e culturas produzidos ao longo da história e na contemporaneidade. A música também tem seu destaque na vida das pessoas, seja no tocante à saúde, autoestima conhecimento, entre outros e o canto coral, em seus diversos aspectos e manifestações, está presente na grande maioria das culturas mundiais, o que mostra que esta atividade é um tipo de ação especificamente social, cultural e humana. As atividades musicais visam através da vivência e compreensão da linguagem musical, propiciar a abertura de canais sensoriais, facilitando a expressão de emoções, ampliando a cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser. Além disso, o trabalho com canto coral é um poderoso instrumento que desenvolve, além da sensibilidade à música, fatores como: concentração, memória, coordenação motora, socialização, acuidade auditiva e disciplina. A atividade do coral visa, dentre outros objetivos, estimular os seres humanos a desenvolverem talentos ou habilidades além do seu ambiente de convivência diária. Também desperta a liderança, comunicação (respiração e expressões verbais corretas) e apresentação em público. Pode-se assim dizer que participar de um coral pode ser fonte de riqueza e uma troca constante de informações, elevando assim a autoestima das pessoas, principalmente quando se trata de pessoas com deficiência. Precisamos utilizar estes elementos culturais como fortes ferramentas, para proporcionar melhoras no desempenho físico, motor e psíquico, pois já está comprovado que ações culturais, quando aplicadas por profissionais especializados, podem sim, trazer benefícios precoces à saúde e bem estar da pessoa com deficiência, tornando-as mais independentes e interagindo melhor com as pessoas, diminuindo o preconceito e a indiferença nas escolas e comunidades, melhorando sua autoconfiança e autoestima. Destacamos que o Incentivo Fiscal é importantíssimo para possibilitar a execução deste projeto, tendo em vista a confiabilidade do Programa e por ser um grande facilitador na captação dos recursos junto às empresas. As atividades planejadas correspondem ao segmento cultural das ARTES CÊNICAS, na categoria DANÇA e TEATRO, e no segmento da MÚSICA, na categoria Canto Coral (art. 18, § 3º, alínea "a" e "c" da Lei nº 8.313/ 1991). Ressaltamos ainda, que o projeto vai de encontro ao Art. 1º da Lei nº 8.313/91, em seus incisos I, II, III, IV, V e VI, e atende, ainda, as finalidades do Art. 3º da referida Lei no que diz respeito aos Incisos I (letra c), II (letra c), III (letra d) e IV (letra a).
O proponente não terá remuneração prevista no projeto. Não haverá necessidade de prever rubrica para DIREITOS AUTORAIS, tendo em vista que não será contratado nenhum artista, muito menos utilização de obras e imagens, dos quais sejam necessárias prever Direitos autorais.
PLANO PEDAGÓGICO DAS OFICINASDANÇAJUSTIFICATIVA:O ensino da arte nas APAEs tem sido um instrumento de extrema eficiência. Através do canto, da dança e da criação de passos coreográficos, o sujeito encontra-se, liberta-se e dirige suas energias para um fim socialmente valorizado. Dentro da oficina de dança, o participante vai aprender a exercer seus direitos de cidadão, tendo a possibilidade de se perceber como agente em constante transformação de si e do mundo.OBJETIVOS:Despertar a prática de atividades culturais e sua valorização; Melhorar a autoestima, linguagem corporal (movimentos ritmados, coreografias improvisadas), despertar a criatividade, diminuição de agressividade e redução dos níveis de ansiedade, desenvolver habilidades, proporcionando a inserção social e abrindo concretamente oportunidades de inclusão; fortalecer a identidade cultural; melhorar na qualidade das relações interpessoais; promover acesso aos bens culturais e desenvolver aspectos cognitivos, sensoriais e motores, ampliando inclusive a visão de mundo.METODOLOGIA:A oficina de dança será realizada 01 vez por semana, com duração de 02 horas cada aula, onde serão beneficiadas 16 pessoas com deficiência.A oficina de dança será dividida em tempos, considerando as particularidades de cada aluno, onde serão realizadas aulas expositivas, exercícios de montagem de pequenos passos sobre a música escolhida algumas pelos alunos e outras pelo Instrutor, explorando a criatividade e enfatizando o processo coletivo, serão realizados exercícios práticos e ensaios.Durante os 02 anos de atividades, haverá alguns espetáculos, para demonstração do desenvolvido durante as oficinas e também para inclusão social e interação do grupo com outras pessoas, diminuindo o preconceito e a indiferença.ATIVIDADES VIRTUAIS:Em razão da COVID-19, enquanto houver participantes impossibilitados de frequentar as aulas presenciais de danças, haverá o envio de material gravado (atividade relacionada à oficina) para esses alunos.O envio do vídeo ocorrerá por meio do aplicativo Whatsapp - criado um grupo específico do projeto - no qual serão adicionados todos os participantes, sejam os que participam presencialmente, sejam os que apenas recebem as atividades de forma virtual. Após o envio dos vídeos no grupo, é solicitado o retorno dos participantes na execução da atividade, por meio de vídeos ou fotos, sempre que possível aos pais/responsáveis, para comprovação da participação do aluno via remota.Há um direcionamento específico da atividade para quem está recebendo a proposta apenas virtualmente.Para atender ao formato virtual, as oficinas estão sendo gravadas no momento em que acontecem presencialmente.Além do envio do vídeo pelo grupo, também fora criada uma página específica para o projeto na plataforma de compartilhamento de vídeos Youtube, de modo que todas as atividades podem ser acessadas pelo público geral através do link: https://www.youtube.com/channel/UC7m-35EM82JH6UNQg-thr3A, ampliando assim a democratização do acesso a cultura.MATERIAL PEDAGÓGICO:Não haverá a necessidade de aquisição de materiais.CARGA HORÁRIA:08 horas mensaisPÚBLICO ALVO:Pessoas com deficiênciaPROFISSIONAL RESPONSÁVEL: NONÔ RITTER - Aos 6 anos de idade, assistiu a primeira aula de ballet clássico e, desde então não parou mais de dançar.- Cursos de jazz em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, com grandes mestres como: Lennie Dale, JoJo Smith (coreógrafo de John Travolta), Betsy Haug, Alvim Ailey, Frank Hatchett (coreógrafo do Broadway American Center of Dance em New York), Joel Borges, Roberto Guarabira, Suzete Otto, Caio Nunes ...- Participou de vários shows em Porto Alegre com o grupo de Suzete Otto, que em 1982 estreou no Teatro Presidente o espetáculo ?E é por isto que nós vamos dançar? patrocinado pela Coca Cola e com uma apresentação no programa Fantástico da TV Globo.- Cursos de teatro com os atores Zé Vítor Castiel, Oscar Simch, Zé Adão Barbosa, Marcos Barreto. Curso de atores para TV com Márcio Augusto Fonseca no Rio de Janeiro, curso de atuação em vídeo publicidade da produtora Zero512, curso de biodança, curso de nado sincronizado no IPA, curso de técnica vocal com Antonio Villeroy, curso de informações técnicas e científicas sobre equoterapia em Porto Alegre.Como modelo entre os anos de 1982 e 1989 fiz vários comerciais para TV como: lojas Tumelero, lojas Grazziotin, Confecções Três Passos, Banrisul, Calçados New Face, Goldsztein Empreendimentos Imobiliários, Lindóia Shopping Center, CRT, Nacional Supermercados.- No Rio de Janeiro, estreou no musical ?Sonho? onde além de dançar, cantava e atuava. - Coreografou o show do grupo musical infantil Big Pig e sua Turma, patrocinada pela churrascaria Porcão. Também fez solo de jazz no Teatro Benjamin Constant, na praia Vermelha.- Primeira locutora da rádio Cultura do Vale FM 90.5.- Participou da peça teatral ?Canção Sem Palavras? no teatro de Câmera em Porto Alegre e, diretora artística do espetáculo de música ?Show em Si? .Paralelo a tudo isso, deu sua primeira aula de dança em 1979 aqui em Montenegro, assinou a direção, produção e coreografia dos shows: ?Uma Carona para as Nuvens?, ?Dançar Assim.Viver ?,? Um Sonho Real?, ?Sem Mandamentos?, ?Dança da Tribo? , Gangue da Paz?, ?África, América e Alma?, ?A Vida Explode?, ?Alma Perfumada?, ?Instinto?, ?Uma Rosa no Deserto?, ?Como Assim ...?!?- Participou como atriz na peça ?Três Mares?- Atualmente continua seu trabalho como professora de jazz e também como coreógrafa de desfiles de moda.DANÇA TRADICIONAL GAÚCHAOBJETIVOS: proporcionar a pessoas de deficiência o acesso à cultura, fomentar a valorização da cultura regional e contribuir para a preservação da cultura, através das oficinas de DANÇAS TRADICIONAIS GAÚCHAS que se realizarão 01 vez por semana com 2h de duração/cada, no período de 20 meses. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Propiciar a 16 pessoas com deficiência aulas de danças tradicionais gaúchas;Aprender a visualizar os movimentos e transformá-los em atos;Estimular o sentido auditivo ouvindo a música e dominando seu ritmo;Incentivar a interação e integração, através das emoções e sentimentos transpostos na coreografia;Trabalhar o raciocínio, ritmo e coordenação, através da dança;Desenvolver e aprimorar a coordenação motora, o equilíbrio e a flexibilidade.Viabilizar acesso à cultura tradicionalista gaúcha; Disseminar a cultura e as tradições gaúchas;Influenciar o gosto e a valorização da cultura através da dança. JUSTIFICATIVA: A dança possibilita trabalhar aspectos como a criatividade, musicalidade, socialização e o conhecimento da atividade em si, contribuindo assim, na consciência corporal, comunicação, bem-estar, e inclusive a inclusão social, promovendo a socialização, o respeito, o direito à individualidade, limites, entre outros.As oficinas de dança para pessoas com deficiência são muito importante para despertar e orientar o indivíduo para o movimento, deixando-o livre para desenvolver do seu jeito o gesto adequado para expressar o que ele percebe do que foi proposto. E, não aquele ensino, que vem do comando do que deve ser feito, que imprime um modelo, que se antecipa autoritariamente, definindo qual gesto é harmonioso, para a justeza do movimento.A proposta da dança para pessoas com deficiência é utilizar a nossa cultura de forma recreativa, sendo uma excelente forma de estabelecer a saúde, aptidão física, autoconfiança, equilíbrio emocional, integração social, entre outros benefícios, por ser um método que não se preocupa com a técnica, mas sim, propõe que as pessoas adaptem os exercícios ao seu dia-a-dia, seu meio, proporcionando liberdade de movimentos.Estudos realizados comprovam que a aplicação da dança com PCDs tem dado resultados significativos, não apenas no aspecto afetivo e de socialização, mas também no aspecto cognitivo. Agindo em conjunto com outras atividades que a escola especial oferece, a dança vem somar ainda mais para o bem-estar destas pessoas.Não há dúvida que a dança é uma maneira prazerosa de utilizar o corpo para conhecer sentimentos, sensações e emoções, expressar e transmitir o estado de espírito dos sujeitos. Pode ser de grande importância para o desenvolvimento motor da pessoa com deficiência, pois o contato com a dança possibilita os mais variados estímulos para a experimentação de movimentos, enriquecendo e auxiliando o desenvolvimento corporal dos alunos.Quando dançamos oportunizamos ao corpo novas experiências, proporcionando-lhe o acesso a uma linguagem própria, pois um corpo dançando sempre quer comunicar, e sempre se comunica com quem o assiste. CARGA HORÁRIA COMPLETA: haverá 01 turma de 16 participantes, realizando 02 horas semanais de oficina de danças tradicionais gaúchas. Totalizando 08h mensais, durante 20 meses. PÚBLICO ALVO: Pessoas com deficiência. METODOLOGIA DAS OFICINAS DE DANÇAS TRADICIONAIS: serão realizados ensaios das coreografias das danças tradicionais gaúchas, inclusive será realizado um breve relato das noções básicas dessa cultura e das indumentárias.A realização dos ensaios de dança ocorrerá uma vez por semana, com 2h cada oficina, totalizando 8h mensais, com um grupo de 16 participantes, formando 08 pares.Serão ensaiadas, além das danças tradicionais gaúchas, coreografias de entrada e saída.As aulas serão ministradas pelo INSTRUTOR DE DANÇAS TRADICIONAIS, que utilizará nos ensaios danças reconhecidas pelo MTG – Movimento Tradicionalista Gaúcho, tais como: Caranguejo, Chimarrita, Xote Quatro Passi, Maçanico, Pezinho, Balaio, Quero Mana, Rancheira de Carreirinha e Tatu de Volta no Meio.ATIVIDADES VIRTUAIS:Em razão da COVID-19, enquanto houver participantes impossibilitados de frequentar as aulas presenciais de danças tradicionais gaúchas, haverá o envio de material gravado (atividade relacionada à oficina) para esses alunos.O envio do vídeo ocorrerá por meio do aplicativo Whatsapp - criado um grupo específico do projeto - no qual serão adicionados todos os participantes, sejam os que participam presencialmente, sejam os que apenas recebem as atividades de forma virtual. Após o envio dos vídeos no grupo, é solicitado o retorno dos participantes na execução da atividade, por meio de vídeos ou fotos, sempre que possível aos pais/responsáveis, para comprovação da participação do aluno via remota.Há um direcionamento específico da atividade para quem está recebendo a proposta apenas virtualmente.Para atender ao formato virtual, as oficinas estão sendo gravadas no momento em que acontecem presencialmente.Além do envio do vídeo pelo grupo, também fora criada uma página específica para o projeto na plataforma de compartilhamento de vídeos Youtube, de modo que todas as atividades podem ser acessadas pelo público geral através do link: https://www.youtube.com/channel/UC7m-35EM82JH6UNQg-thr3A, ampliando assim a democratização do acesso a cultura.MATERIAL DIDÁTICO: NÃO SERÁ NECESSÁRIO.PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS INSTRUTOR DA OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS JOÃO VITOR DE MELLOBrasileiro, solteiro, 26 anos, residente na Rua Olavo Bilac, 2160, Bairro Ferroviário, Montenegro.Objetivo do Profissional: Realizar sonhos de nós adultos, que lidamos com estas crianças especiais, de mostrar o quão são capazes se tiverem força de vontade e determinação, além de fazer com que a APAE Montenegro seja referência em ações voltadas a cultura gaúcha.Formação: Ensino médio completo, finalizado em 2009 na Escola São João Batista.Suas Experiências Culturais - Instrutor de danças tradicionais gaúchas, na categoria mirim, desde 2013, no CTG Reminiscências; Na categoria mirim, juvenil e adulta, desde 2014 e atualmente, pelo segundo mandato, como patrão do CTG Reminiscências.CANTO CORAL?? OBJETIVOS:Realizar oficinas de Canto Coral de canto para viabilizar a inclusão da pessoa com deficiência em atividades culturais, fomentando sua prática e valorização, além de promover benefícios para o desenvolvimento pessoal e social dos participantes.JUSTIFICATIVA:Cantar em coro é uma experiência afetiva marcante que oportuniza o desenvolvimento individual e coletivo, ampliando a musicalidade e a capacidade de se expressar através da voz, bem como, a possibilidade de vir a executar obras que tocam o cognitivo, ensejando o crescimento intelectual e afetivo do cantor e de outros agentes envolvidos. Permite também o desenvolvimento da sociabilidade e da capacidade de exercer uma atividade em conjunto, onde existem os momentos certos para se projetar e se recolher, para dar e receber.Esta prática musical é exercida e difundida nas mais diferentes etnias e culturas. Por apresentar-se como um grupo de aprendizagem musical, desenvolvimento vocal, integração e inclusão social, o coro é um espaço constituído por diferentes relações interpessoais e de ensino-aprendizagem, exigindo do instrutor uma série de habilidades e competências referentes não somente ao preparo técnico musical, mas também à gestão e condução de um conjunto de pessoas que buscam motivação, aprendizagem e convivência em um grupo social.Sendo assim, conclui-se que esta arte é uma extraordinária ferramenta para estabelecer uma densa rede de configurações socioculturais com os elos da valorização da própria individualidade, da individualidade do outro e do respeito das relações interpessoais, em um comprometimento de solidariedade e cooperação. Todas essas interfaces inerentes ao desenvolvimento educacional e musical em corais contribuem para a inclusão e integração social. E para o público alvo deste projeto é indispensável os seus benefícios, sendo que trabalha e estimula sentidos que são importantes para uma melhor qualidade de vida e bem-estar às pessoas com deficiência.METODOLOGIA:Para desenvolver as oficinas/aulas de canto coral, serão abordados os seguintes elementos e procedimentos:· canto;· exercício rítmico, marchas, dança e coordenação motora;· exercício de relaxamento e respiração;· exercício para desenvolver a atenção, concentração e memória;· exercício de improvisação e criatividade;· expressão corporal e interpretação;· leitura musical (solfejo).Esses elementos não aparecem isolados nas aulas, mas, ao contrário, são agrupados ao máximo numa única atividade. Desse modo, ao ensinar uma canção, ela será aproveitada para desenvolver noções de pulsação, acentos, subdivisão de tempos, ritmo, intervalos, interpretação, dinâmica, fraseado, expressão corporal e outros. Cabe ressaltar que as canções são acompanhadas de palmas, passos, instrumentos de percussão ou utilizando o próprio corpo como recurso sonoro. Conteúdo Programático:Sensibilidade;Criatividade;Senso rítmico; Ouvido musical;Prazer de ouvir música;Expressão corporal;Imaginação Memória;Atenção;Concentração;Autodisciplina;Respeito ao próximo.ATIVIDADES VIRTUAIS:Em razão da COVID-19, enquanto houver participantes impossibilitados de frequentar as aulas presenciais de canto coral, haverá o envio de material gravado (atividade relacionada à oficina) para esses alunos.O envio do vídeo ocorrerá por meio do aplicativo Whatsapp - criado um grupo específico do projeto - no qual serão adicionados todos os participantes, sejam os que participam presencialmente, sejam os que apenas recebem as atividades de forma virtual. Após o envio dos vídeos no grupo, é solicitado o retorno dos participantes na execução da atividade, por meio de vídeos ou fotos, sempre que possível aos pais/responsáveis, para comprovação da participação do aluno via remota.Há um direcionamento específico da atividade para quem está recebendo a proposta apenas virtualmente.Para atender ao formato virtual, as oficinas estão sendo gravadas no momento em que acontecem presencialmente.Além do envio do vídeo pelo grupo, também fora criada uma página específica para o projeto na plataforma de compartilhamento de vídeos Youtube, de modo que todas as atividades podem ser acessadas pelo público geral através do link: https://www.youtube.com/channel/UC7m-35EM82JH6UNQg-thr3A, ampliando assim a democratização do acesso a cultura.MATERIAL PEDAGÓGICO:Não haverá a necessidade de aquisição de materiais.CARGA HORÁRIA:As oficinas serão realizadas 01 vez por semana, com duração de 02h, beneficiando 16 pessoas com deficiência, durante 20 meses.08 horas mensaisPÚBLICO ALVO:Pessoas com deficiênciaPROFISSIONAL RESPONSÁVEL:VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSAInstrumentista (violão base) e cantor exerce atualmente a função de músico (instrumentista e canto) no Departamento de Tradições Gaúchas Acácia Negra, da empresa Tanac, na cidade de Montenegro/RS, desde ano de 2000. Já foi músico de outras entidades tradicionalistas, bem como, no CTG Porteira Velha - Novo Hamburgo/RS, DTG Camboatá - Novo Hamburgo/RS, Grupo Tarca - Montenegro/RS, CTG Rancho Feliz - Feliz/RS e no CTG Os Lanceiros - Montenegro/RS. Participou de vários festivais nativistas, como o da Vertente da Canção Nativa - Piratini/RS e Escaramuça da Canção Gaudéria - Triunfo/RS (com premiações e gravação no CD). Possui músicas gravadas por cantores/grupos gaúchos, bem como, Eracy Rocha, João Chagas Leite, Grupo Timbre Gaúcho, o Luiz Américo Aldana (Paraguai) e Nadir Pereira. Vandré também realiza trabalho voluntário na APAE em Montenegro, há 18 anos, com oficinas com grupo de canto da escola.Observação: cada oficina terá 16 alunos, mas poderão ser os mesmos 16 alunos participando das três oficinas (danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas e canto coral), caso houver interesse dos mesmos.
As oficinas, os espetáculos e a ação formativa ocorrerão em locais que já possuam os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico. A acessibilidade de comunicação/conteúdo contempla intérprete de libras e audiodescrição, promovendo assim, acessibilidade para as pessoas com deficiência auditiva e visual em pelo menos um dos espetáculos, que será devidamente informado no material de divulgação – custo devidamente previsto na planilha orçamentária do projeto. Para as oficinas informamos que a comunicação/conteúdo contempla todas as necessidades especiais, já que acontecerá na própria APAE, onde já possuem estrutura e profissionais qualificados para auxiliar os beneficiários facilitando sua acessibilidade as ações propostas no projeto. Destacamos que as medidas de acessibilidade propostas são compatíveis com as características do objeto e tecnicamente possíveis conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018 e o Art. 18 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019.
AMPLIAÇÃO DO ACESSO: Em atendimento às exigências dos Artigos 20 e 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 informamos que o projeto possui: - 100% da estimativa da quantidade total de ingressos (público previsto) para o produto cultural previsto são GRATUITAS. Não haverá cobrança de ingressos para o acesso as oficinas e aos espetáculos previstos no projeto. - será permitida a captação de imagens das ações desenvolvidas no projeto ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - será disponibilizado, na internet, registros audiovisuais das oficinas e dos espetáculos, sem prejuízo ao disposto no §2 do art. 22; - será aberto ao público em geral, de forma gratuita, para assistir aos ensaios e as oficinas; - será realizada ação formativa cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. DIVULGAÇÃO DO PROJETO PARA AMPLIAÇÃO DE ACESSO Todos os materiais terão a divulgação do apoio do da Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania através da Lei de Incentivo à Cultura e dos patrocinadores.
FUNÇÃO DO PROPONENTE: Atuará na coordenação geral do projeto sem remuneração INSTRUTORES DE DANÇA NONÔ RITTER - Aos 6 anos de idade, assistiu a primeira aula de ballet clássico e, desde então não parou mais de dançar. - Cursos de jazz em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, com grandes mestres como: Lennie Dale, JoJo Smith (coreógrafo de John Travolta), Betsy Haug, Alvim Ailey, Frank Hatchett (coreógrafo do Broadway American Center of Dance em New York), Joel Borges, Roberto Guarabira, Suzete Otto, Caio Nunes ... - Participou de vários shows em Porto Alegre com o grupo de Suzete Otto, que em 1982 estreou no Teatro Presidente o espetáculo “E é por isto que nós vamos dançar“ patrocinado pela Coca Cola e com uma apresentação no programa Fantástico da TV Globo. - Cursos de teatro com os atores Zé Vítor Castiel, Oscar Simch, Zé Adão Barbosa, Marcos Barreto. Curso de atores para TV com Márcio Augusto Fonseca no Rio de Janeiro, curso de atuação em vídeo publicidade da produtora Zero512, curso de biodança, curso de nado sincronizado no IPA, curso de técnica vocal com Antonio Villeroy, curso de informações técnicas e científicas sobre equoterapia em Porto Alegre. Como modelo entre os anos de 1982 e 1989 fiz vários comerciais para TV como: lojas Tumelero, lojas Grazziotin, Confecções Três Passos, Banrisul, Calçados New Face, Goldsztein Empreendimentos Imobiliários, Lindóia Shopping Center, CRT, Nacional Supermercados. - No Rio de Janeiro, estreou no musical “Sonho“ onde além de dançar, cantava e atuava. - Coreografou o show do grupo musical infantil Big Pig e sua Turma, patrocinada pela churrascaria Porcão. Também fez solo de jazz no Teatro Benjamin Constant, na praia Vermelha. - Primeira locutora da rádio Cultura do Vale FM 90.5. - Participou da peça teatral “Canção Sem Palavras“ no teatro de Câmera em Porto Alegre e, diretora artística do espetáculo de música “Show em Si“ .Paralelo a tudo isso, deu sua primeira aula de dança em 1979 aqui em Montenegro, assinou a direção, produção e coreografia dos shows: “Uma Carona para as Nuvens“, “Dançar Assim.Viver “,“ Um Sonho Real“, “Sem Mandamentos“, “Dança da Tribo“ , Gangue da Paz“, “África, América e Alma“, “A Vida Explode“, “Alma Perfumada“, “Instinto”, “Uma Rosa no Deserto”, “Como Assim ...?!” - Participou como atriz na peça “Três Mares” - Atualmente continua seu trabalho como professora de jazz e também como coreógrafa de desfiles de moda. INSTRUTOR DE DANÇAS GAÚCHAS JOÃO VITOR DE MELLO Brasileiro, solteiro, 26 anos, residente na Rua Olavo Bilac, 2160, Bairro Ferroviário, Montenegro. Objetivo do Profissional: Realizar sonhos de nós adultos, que lidamos com estas crianças especiais, de mostrar o quão são capazes se tiverem força de vontade e determinação, além de fazer com que a APAE Montenegro seja referência em ações voltadas a cultura gaúcha. Formação: Ensino médio completo, finalizado em 2009 na Escola São João Batista. Suas Experiências Culturais - Instrutor de danças tradicionais gaúchas, na categoria mirim, desde 2013, no CTG Reminiscências; Na categoria mirim, juvenil e adulta, desde 2014 e atualmente, pelo segundo mandato, como patrão do CTG Reminiscências. INSTRUTOR DE TEATRO Marcos Guarani, assim conhecido, nasceu em janeiro de 1982, graduado em Teatro – Licenciatura, Ator com Registro N° 8451 Proc. 009346/2007-11, já trabalhou como palestrante, Locutor, Ator, Bailarino, Produção e Direção de Espetáculos e Esquetes teatrais para diferentes segmentos, Recreação, Animação de eventos, Serviço de bar, Garçom, Cerimonial e Protocolo na empresa Marcucos Experimentos Livres; Professor orientador de atividades artísticas para grupo Sênior em projeto de extensão na Universidade de Caxias do Sul; Prestador de Serviços diversos, Ator, Apresentador, Locutor, Animador e representante de diferentes marcas na empresa Argerick Agência de Comunicação; Orientador em diferentes disciplinas e cursos como Dicção, Desinibição e Oratória, Relações Interpessoais, Teatro e Excelência no Atendimento para equipes de Garçons e Restaurantes na empresa Senac-RS; Gerência de Diretorias e espaços como o Teatro municipal, Estação da Cultura, Museu Histórico, Arquivo Histórico Arquivo Digital, Museu de Arte e Biblioteca Pública, Acompanhamento e supervisão de Ações de Governo, Propositor, auxiliar na criação e execução de projetos de Educação e Gestão Ambiental e Assessor para assuntos diversos de interesse do Poder Executivo e da Comunidade como um todo na Prefeitura Municipal de Montenegro; Deu Aulas de teatro e música com o trabalho focado no desenvolvimento interracional, cognitivo e psicomotor dos alunos na Apae Montenegro; Desenvolvimento de princípios do Teatro e aplicação de exercícios a serem desenvolvidos durante os semestres para grupos de teatro e escolas de diferentes municípios na empresa Espaço da Arte. INSTRUTOR DE CANTO CORAL VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSA Instrumentista (violão base) e cantor exerce atualmente a função de músico (instrumentista e canto) no Departamento de Tradições Gaúchas Acácia Negra, da empresa Tanac, na cidade de Montenegro/RS, desde ano de 2000. Já foi músico de outras entidades tradicionalistas, bem como, no CTG Porteira Velha - Novo Hamburgo/RS, DTG Camboatá - Novo Hamburgo/RS, Grupo Tarca - Montenegro/RS, CTG Rancho Feliz - Feliz/RS e no CTG Os Lanceiros - Montenegro/RS. Participou de vários festivais nativistas, como o da Vertente da Canção Nativa - Piratini/RS e Escaramuça da Canção Gaudéria - Triunfo/RS (com premiações e gravação no CD). Possui músicas gravadas por cantores/grupos gaúchos, bem como, Eracy Rocha, João Chagas Leite, Grupo Timbre Gaúcho, o Luiz Américo Aldana (Paraguai) e Nadir Pereira. Vandré também realiza trabalho voluntário na APAE em Montenegro, há 18 anos, com oficinas com grupo de canto da escola.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.