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O grupo Os Geraldos propõe a montagem do espetáculo Cordel do Amor sem Fim, da dramaturga Claudia Barral, com direção de Gabriel Villela, e prevê a realização de apresentações gratuitas, além da realização de um bate-papo entre os atores e o público presente, ao término de todas as apresentações.
Segue abaixo a sinopse do espetáculo e a sinopse do projeto: Este projeto prevê a montagem do espetáculo "Cordel do Amor sem Fim"pelo grupo de teatro Os Geraldos, com direção de Gabriel Villela. O espetáculo, que possui classificação etária de 14, abordará por meio da linguagem e música popular, temas universais como o amor, a esperança e a loucura e, dessa maneira, pretende dialogar com o público geral, de ampla faixa etária e diferentes classes sociais. "Cordel do Amor sem Fim" passa-se em Carinhanha, localizada no sertão baiano, onde vivem as irmãs Madalena, Carminha e Tereza. Esta última, sendo a mais nova e sonhadora, se apaixona por um viajante, chamado Antonio, justamente no dia em que aconteceria seu almoço de noivado com José. Esta história - embalada por composições musicais assinadas pelo pai da dramaturga, Carlos Barral - fala sobre a espera, o tempo e um amor imune a ambos. A valorização, fomento e difusão da cultura popular é o principal ponto de intersecção entre os envolvidos neste projeto: o diretor mineiro Gabriel Villela, com seu universo barroco, musical, colorido e popular; a dramaturga baiana Claudia Barral, inspirada pelas narrativas, poesias e culturas locais do sertão baiano; e o grupo campineiro Os Geraldos, cuja trajetória, de 11 anos, expressa por meio do histórico de seus espetáculos, a cultura pulsante do interior do estado de São Paulo. A dramaturgia completa do espetáculo segue como anexo ao projeto pois ela possui mais que 8mil caracteres e não coube neste campo.
Objetivo Geral: Fomentar e difundir a cultura popular de maneira acessível e democrática através das artes cênicas, a fim de atingir o maior número de pessoas possível.Objetivos específicosRealizar a montagem do espetáculo cênico musical "Cordel do Amor sem Fim" pelo grupo de teatro os Geraldos.Realizar 9 apresentações gratuitas nas cidades de Campinas-SP, São José dos Campos-SP e Extrema-MG, atingindo 2.410 pessoas, sendo:6 apresentações no Teatro de Arte e Ofício (Campinas-SP) atingindo diretamente 960 pessoas (160 lugares no teatro x 6 apresentações);1 apresentação no Teatro Castro Mendes (Campinas-SP) atingindo diretamente 700 pessoas;1 apresentação no Teatro Municipal de São José dos Campos (São José dos Campos-SP) atingindo diretamente 400 pessoas;1 apresentação no Cine Teatro (Extrema-MG) atingindo diretamente 350 pessoas.Como contrapartida social, realizar:- 8 bate-papos gratuitos com o público presente após as seguintes apresentações: 6 bate-papos no Teatro de Arte e Ofício (1140 pessoas); 1 bate-papo no Teatro Castro Mendes (190 pessoas) e 1 bate-papo no Teatro Municipal de São José dos Campos (190 pessoas), atingindo 1.520 pessoas. Como democratização do acesso, realizar:- Realizar a gravação na íntegra do espetáculo "Cordel do Amor sem Fim" e disponibilizá-lo gratuitamente na plataforma do Youtube no canal do grupo de teatro Os Geraldos. O vídeo contará com legendagem descritiva e inclusiva a fim de ampliar o acesso do conteúdo cultural principal produzido pelo projeto para pessoas com deficiência auditiva.- 1 (uma) Residência Artística - bastidores do teatro, a ser realizadas no backstage de uma apresentação do espetáculo Cordel do Amor sem Fim, no Teatro de Arte e Ofício, com acompanhamento de montagem técnica e ensaio musical, com 10 vagas.
O uso deste mecanismo de incentivo a projetos culturais pelo "Cordel do Amor sem Fim - Os Geraldos" aqui apresentado, justifica-se devido a necessidade de encontrar um caminho que possibilite sua viabilidade financeira, uma vez que o patrocínio direto por parte da iniciativa privada a projetos culturais com impacto social - principalmente nas Artes Cênicas - está cada vez raro no Brasil.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): "II - fomento à produção cultural e artística?, mediante a realização de 9 (nove) apresentações gratuitas do espetáculo "Cordel do Amor sem Fim" e 9 (nove) bate-papos gratuitos com os espectadores conforme exposto anteriormente nos campo de "resumo" e "objetivos" do projeto.A presente proposta possui enquadramento nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:no I porque contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, na medida em que todas as suas ações serão gratuitas e amplamente divulgadas, de modo a democratizar ainda mais o acesso à cultura;no II, ao realizar ações que valorizam a produção cultural e artística brasileira no âmbito das habilidades artísticas e formação de público;e no V, por difundir e promover a circulação do espetáculo "Cordel do Amor sem Fim", uma adaptação do grupo Os Geraldos na cidade de Campinas-SP, São José dos Campos-SP e Extrema-MG.
Produto principal: 9 apresentações do espetáculo "Cordel do Amor sem Fim'' e Residência Artística (democratização do acesso)estrutura necessária: teatro italiano, que possua rampas de acesso para deficientes e idosos, e também possua estrutura de iluminação e som que se adequem ao espetáculo. Importante ter banheiro e camarim para os atores e para o público. ?Produto secundário (contrapartida social): 8 bate-papos entre atores e público presente. estrutura necessária: estrutura de iluminação e equipamentos de som.
Acessibilidade física:As 9 apresentações gratuitas do espetáculo ?Cordel do Amor sem Fim?, bem como os 9 bate-papos com o público, serão realizados em locais no qual se encontram rampas de acesso para idosos e pessoas com mobilidade reduzida do hall de entrada até a plateia. Também serão reservados, para esse público, os lugares da plateia de mais fácil acesso para chegada e saída, além do controle realizado pela equipe, priorizando a entrada e saída dessa pessoas.Acessibilidade de conteúdo: - Será realizada a gravação na íntegra do espetáculo "Cordel do Amor sem Fim" para disponibilizá-la gratuitamente na plataforma do Youtube no canal do grupo de teatro Os Geraldos. O vídeo contará com legendagem descritiva e inclusiva a fim de ampliar o acesso do conteúdo cultural principal produzido pelo projeto para pessoas com deficiência auditiva.- Serão impressos 2 programas do espetáculo em braile, para disponibilizar aos espectadores com deficiência visual.
Todas as atividades previstas neste projeto serão ofertadas gratuitamente para toda a comunidade, e serão amplamente divulgadas. Segundo o Art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania que regulamenta as medidas de democratização de acesso, adotaremos as seguintes medidas: Produto principal: Espetáculo "Cordel do Amor sem Fim" - de acordo com o inciso III, será disponibilizado gratuitamente na internet a gravação na íntegra do espetáculo "Cordel do Amor sem Fim" com legendagem descritiva e inclusiva, no intuito de disseminar ainda mais o conteúdo artístico produzido pelo projeto.Produto secundário (Contrapartida social): de acordo com o inciso V, será realizado um bate-papo gratuito entre os atores e o público presente, ao término de 8 (oito) apresentações , e pretende-se atingir diretamente 1.520 pessoas. Também será realizada 1 (uma) residência artística, ação de democratização do acesso, no backstage de 1 (uma) apresentação, com 10 vagas, conforme descrito no campo objetivos.
Ficha técnica do projeto - Espetáculo Cordel do Amor sem Fim - Os Geraldos Direção, cenário e figurino: Gabriel Villela Elenco: Carolina Delduque, Douglas Novais (proponente), Julia Cavalcanti, Paula Mathenhauer Guerreiro e Railan Andrade Direção musical: Babaya Morais Coordenação de comunicação: Tatiana Alves Produção: Mariana Martins Produtor executivo: Douglas Novais (proponente) Currículos: Gabriel Villela - diretor Estudou Direção Teatral na Universidade de São Paulo. É diretor, cenógrafo e figurinista. Iniciou sua carreira profissional em 1989 com “VOCÊ VAI VER O QUE VOCÊ VAI VER”, de Raymond Queneau, e “O CONCÍLIO DO AMOR”, de Oscar Panizza. Desde então, recebeu 3 Prêmios Molière, 3 Prêmios Sharp, 12 Prêmios Shell, 10 Troféus Mambembe, 6 Troféus APCA, da reconhecida Associação Paulista de Críticos de Arte, 5 Prêmios APETESP, da Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo, 2 Prêmios PANAMCO e 1 Prêmio Zilka Salaberry. Encenou Pirandello (OS GIGANTES DA MONTANHA), Camus (ESTADO DE SITIO e CALÍGULA), Heiner Muller (RELAÇÕES PERIGOSAS), Calderón de La Barca (A VIDA É SONHO), Schiller (MARY STUART), William Shakespeare (MACBETH, ROMEU E JULIETA e SUA INCELENÇA RICARDO III), Strindberg (O SONHO) e Eurípides (HÉCUBA), e os dramaturgos brasileiros Nélson Rodrigues (BOCA DE OURO, A FALECIDA e VESTIDO DE NOIVA), Arthur Azevedo (O MAMBEMBE), João Cabral de Melo Neto (MORTE E VIDA SEVERINA), Carlos Alberto Soffredini (VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU), Dib Carneiro Neto (SALMO 91 e CRONICA DA CASA ASSASSINADA), Luís Alberto de Abreu (A GUERRA SANTA) e Alcides Nogueira (VENTANIA, A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA). Dirigiu uma trilogia de musicais de Chico Buarque para o TBC: "ÓPERA DO MALANDRO", "OS SALTIMBANCOS" e "GOTA D’ÀGUA". Grandes cantores nacionais o procuram sempre para direção de shows como Maria Bethânia (AS CANÇÕES QUE VOCÊ FEZ PRA MIM), Elba Ramalho (ELBA RAMALHO CANTA LUIZ GONZAGA), Milton Nascimento (TAMBORES DE MINAS) e Ivete Sangalo (IVETE SOLO). Dirigiu musicais, óperas, dança e especiais para TV. Foi Diretor Artístico do Teatro Glória/RJ (1997/99) e também do TBC Teatro Brasileiro de Comédia/SP (2000/01). Tornou-se um dos mais renomados diretores teatrais com reconhecimento internacional, sendo convidado a participar de Festivais nos EUA, Europa e América Latina. Com o Grupo Galpão (ROMEU E JULIETA), Gabriel Villela foi convidado para uma temporada no Globe Theatre, em Londres, conquistando a crítica e o exigente público londrino. O espetáculo voltou a Londres em 2012 para participar da OLIMPÍADA CULTURAL, evento paralelo aos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Seus últimos trabalhos foram ESTADO DE SÍTIO, de Camus (2018/19), HOJE É DIA DE ROCK, de Zé Vicente (2018), BOCA DE OURO, de Nelson Rodrigues (2018) e PEER GYNT, de Ibsen (2016/17). Gabriel já esteve em Moscou (Festival Chekhov) com FAUSTO ZERO, de Goethe. Babaya Morais - preparadora vocal e diretora musical Cantora e professora de técnica vocal, Babaya ensina música e técnicas de canto há mais de 40 anos, no Brasil e no exterior. Iniciou os estudos musicais ainda muito jovem, desenvolvendo sua carreira sobretudo em Belo Horizonte, onde estudou na Fundação Clóvis Salgado e participou de diversos cursos com os professores mais respeitados da cidade. Nos anos 80, foi professora de técnica vocal na "Música de Minas Escola Livre", escola liderada por Milton Nascimento, Wagner Tiso, Márcio Ferreira e Claudio Rocha.Seu primeiro núcleo de ensino foi fundado em 1990, com a foniatra Dra. Regina Lopes Maciel, o "Voz Ativa - Núcleo de Tratamento e Aprimoramento da Voz". Ambas as experiências estão diretamente ligadas com o desenvolvimento dos pilares das suas técnicas de ensino: os cuidados com a saúde da voz e a liberdade expressiva do canto popular. Em 1991, fundou a “BABAYA ESCOLA DE CANTO”, primeira escola de Minas Gerais voltada exclusivamente para o aprimoramento da voz no canto popular. Nesta época, teve também suas primeiras experiências de trabalho sobre o uso da voz e do canto nas artes cênicas, um trabalho que desenvolve até hoje com atores, diretores e companhias em todo o Brasil. Como cantora, gravou os CDs: “Babaya - de Vida e Canções” e “Velho Chico” (com Anthonio e Marcus Vianna), além de participações em outros projetos fonográficos e shows com grandes parceiros de sua trajetória musical. Douglas Rodrigues Novais - ator e produtor executivo (proponente) É ator, pesquisador e professor de teatro. Doutor (2016), Mestre (2012) e Bacharel (2008) em Artes Cênicas pela Unicamp. É ator e coordenador do grupo Os Geraldos. Foi coordenador (2013) e professor (2010-2013) do Curso Técnico em Teatro do Conservatório Carlos Gomes, Campinas/SP. Foi professor da pós graduação em gestão cultural do SENAC - SP e da pós graduação em Teatro, Dança e produção cultural da USC - Universidade do Sagrado Coração. Desde 2013, é assistente de Curadoria do Projeto Ademar Guerra, do governo do Estado de São Paulo. Carolina Martins Delduque - atriz É atriz, pesquisadora, professora de teatro e produtora. Doutora em Artes da Cena pela Unicamp (2018), com mestrado (2012) e graduação (2007) pela mesma universidade. É professora do Curso de Formação de Atores Os Geraldos nas disciplinas de "Direção e Dramaturgia" e "Gestão". Em 2013, foi professora do curso técnico em Arte Dramática do Conservatório Carlos Gomes, já ministrou diversas oficinas e cursos nas áreas de interpretação e gestão de grupos de teatro. Também ministrou uma disciplina no curso de graduação em Artes Cênicas da Unicamp. É integrante e fundadora do grupo Os Geraldos, no qual é atriz e produtora. Atua em todos os espetáculos do grupo. Paula Mathenhauer Guerreiro - atriz É jornalista, formada pela PUC-Campinas, e atriz, pelo Conservatório Carlos Gomes (Campinas - SP). É Doutoranda (2017 - 2020) e Mestre (2016) em Artes da Cena pela Unicamp e realizou, em 2012 e 2015, Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior, junto à Universidade de Lisboa (Portugal). É professora do Curso de Formação de Atores Os Geraldos, nas disciplinas de “História e Estética” e “Direção e Dramaturgia”. É atriz e responsável pela elaboração de projetos no grupo Os Geraldos, atuando nos espetáculos “Números” e “O Último Sarau - um espetáculo de corpo presente” e técnica de luz dos espetáculos “Hay Amor!” e “O Drama e Outros Contos de Anton Tchekhov”. Julia Cavalcanti - atriz É graduada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas. É fundadora e atriz do grupo Os Geraldos, em que atua em todos os espetáculos. Foi professora do SENAC Piracicaba em 2010 e 2011 e, desde 2009, é arte-educadora na ONG CPTI (Campinas - SP). É professora das disciplinas “Corpo e Voz” e “Interpretação” no Curso de Formação de Atores Os Geraldos. Railan Andrade - ator É ator e artista circense, no teatro, desde 2006, e atuou em: “Gata Borralheira” (2006) Ceart, “Tribobó-City” (2007-2008) Ceart, “Pluft O Fantasminha” (2008) direção: Benê Silva, “Flicts” (2009) direção: Benê Silva, “O mágico de Oz” (2011) Ceart, “Rosa de Cabriuna” (2015) CFPT – Os Geraldos, “Bertoleza – Uma pequena tragédia musical” (2015-2016) Cia. Gargarejo, “A Cidade Perdida” (2017) Cia. Gare, “Rasto Atrás” (2018) Os Geraldos com a direção de: Dagoberto Feliz, entre outras peças. Foi palhaço no Circo Encantado nos anos de 2014 e 2015 viajando pelo interior paulista. Em 2015 e 2017, realizou o primeiro e o segundo módulo do Curso de Formação de Atores Os Geraldos. Atualmente é ator, produtor e técnico do grupo Os Geraldos e participa do Programa de Qualificação em Artes, Ademar Guerra, como integrante da Cia Gare, orientada na edição de 2018. Tatiana Alves - coordenadora de comunicação Assistente de comunicação do grupo Os Geraldos, é bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP. (Universidade Estadual de Campinas). Dentro da universidade, participou do Programa de Apoio Didático (PAD) na disciplina “Produção teatral” ministrada pela professora Ariane Porto. Foi estagiária do Feverestival (Festival do Teatro de Campinas) em 2011, atuando como assistente de comunicação. Em 2014, trabalhou na equipe de produção do mesmo festival. Foi também produtora do espetáculo “Estrela da Madrugada – a história de um palhaço apaixonado” da Cia de teatro “Quase Muda”. Enquanto atriz, participou dos seguintes espetáculos: Ideias fora de lugar (direção de Matteo Bonfitto, 2012); Roteiro Hamlet (direção de Roberto Mallet, 2012 – onde também trabalhou como assistente de produção); Assim é (se lhe parece) (direção de Isa Kopelman, 2013); Hamlet (direção de Roberto Mallet, 2013). Na área de ensino, foi estagiária do Grupo Téspis, de Campinas, ministrando aulas para crianças e adultos. É assistente de produção da oficina-montagem “À Margem da Vida”, dirigida por Edigar Contar. Mariana Martins - produção Bacharel em Imagem e Som com especialização em Produção e Direção pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. Há 10 anos atua como produtora de projetos culturais com impacto social, como por exemplo O Festival CONTATO - festival Multimídia (2009-2012); Canal Amaphiko da Red Bull (2013-2015); ONG Pimp My Carroça (2016-2018); Acupuntura Urbana (2017-2019); Quebrando o Tabu (2019), e faz parte do grupo Os Geraldos desde 2016 como produtora e gestora dos projetos incentivados.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.