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Sou Mestre no ofício de organizar os festejos para o Divino Espírito Santo, já que sou, há 52 anos, integrante do grupo fundador da Festa do Divino no Rio de Janeiro e estou, há 15 anos, presidente da Colônia Maranhense, da Casa do Maranhão no Rio de Janeiro. Também organizo as festas para São José de Ribamar e São Benedito dos maranhenses no Rio. Mas, aqui, falarei apenas dos festejos para o Divino. Minha função é louvar o Divino, mesmo fora da mina terra natal. Sei que isso permite aos meus companheiros e companheiras, maranhenses migrados, familiares, amigos e amigas, manter contato com essa tradição ancestral e tão rica. Por isso, posso dizer que, através da minha participação nos fazeres dos festejos, contribuo não somente para a preservação da tradição entre migrantes distanciados da terra originária, mas, também, para a fomentação de um panorama cultural múltiplo no Estado do Rio de Janeiro.
Proposta transformada em projeto cultural