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“Eu fui à praia do Janga, para ver a ciranda no seu cirandar” – Na praia do Janga, na rua ou em qualquer lugar, ao som da ciranda podemos dançar, cantar e interpretar. Surge assim, “Belelê Balaio” que evoca a brasilidade e a iniciativa do fazer teatral, despertando e apresentando o sentimento de uma nação. Acreditando na força dos alicerces da cultura popular brasileira e da regionalização, “Belelê Balaio – Uma Comédia em Cordel” é um mergulho nos contos de Câmara Cascudo, ambientando e aproximando ainda mais o contato entre obra, personagem, artista e espectador. Resultando em uma integração de arte e cotidiano voltado ao desenvolvimento de cada cidadão. O espetáculo é estruturado e desenvolvido na pesquisa folclórica, valorizando o caráter da multilinguagem dos movimentos populares de grande expressão e notoriedade. A prática do Cordel une-se a literatura oral - uma importante fonte de memória popular – para transcenderem gerações e chegarem a construção do Espetáculo.
Proposta transformada em projeto cultural