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PRONAC 192211Apresentou prestação de contasMecenato

Minha Vida Daria um Bolero - SP

ESTUPIDO CUPIDO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 459,5 mil
Aprovado
R$ 453,3 mil
Captado
R$ 334,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
São Paulo
Início
2019-09-13
Término
2022-11-21
Locais de realização (3)
Bauru São PauloSão José dos Campos São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Minha Vida Daria um Bolero é um musical de bolso nacional, original e simples com um repertório que apresenta dois ritmos que influenciaram o comportamento cultural e artístico no Brasil e na América Latina: o bolero e o tango. A intenção é apresentar o rádio como um veículo de grande possibilidade de comunicação e interação, mantendo sua origem efetiva na relação entre locutor e ouvinte. Seria possível, então, se apaixonar por uma voz?

Sinopse

“Tú te Acostumbrastes”; “Solamente uma Vez”; “Angustia”; “Besame Mucho”; “Contigo Aprendi”; “Noite de Ronda”; “ Vereda Tropical” e mais 11 boleros que fazem parte do imaginário coletivo são o pretexto para contar a história do musical Minha Vida Daria um Bolero. No início do espetáculo, está indo ao ar a última edição do programa “Minha Vida Daria Um Bolero”. Neste dia, Diana (Françoise Forton) expõe, ao vivo, o relacionamento que mantém há 20 anos com Orlando (Aloísio de Abreu). Porém, eles nunca se viram. Só conversam por e-mail, mensagens de celular e principalmente pelo programa de rádio. Mas agora, após a última edição, pela primeira vez, terão um encontro presencial, numa prometida aula de dança. As ondas da Rádio Mundo criam a relação entre os personagens. Diana é uma mulher que nunca se casou, acredita no amor, mas nunca arriscou. Orlando é um homem que sempre quis casar, porém com dificuldades de manter os relacionamentos. Na medida em que o tempo passa, durante o programa, os personagens vão ajudando um ao outro, aprendendo e descobrindo o caminho do amor.

Objetivos

O projeto Minha vida Daria um Bolero apresenta os seguintes objetivos gerais: - Oferecer ao público um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro. - Apresentar ao público uma dramaturgia nacional, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades como o canto e a dança. - Executar um repertório com base em dois ritmos importantes _ bolero e tango _ com grande influência no comportamento artístico e cultural no Brasil e na América Latina. - Convidar o público para uma reflexão sobre as novas formas de comunicação comparadas a um tempo em que as relações poderiam ser desenvolvidas através do rádio, sem mesmo conhecer o interlocutor pessoalmente. - Rememorar junto ao público a época do rádio como elemento fundamental de veiculação da cultura brasileira, utilizando a voz como importante elo dos relacionamentos. O projeto Minha Vida Daria um Bolero apresenta os seguintes objetivos específicos: - Realizar, em dezembro de 2019 e janeiro de 2020, temporada do espetáculo no Estado de São Paulo, totalizando 16 apresentações. - Atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 1 ensaio aberto, como ação de democratização de acesso. - Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 240 pessoas, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - 1 workshop de produção teatral em cada cidade, em locais a definir. - Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em libras e audiodescrição, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiências visual e auditiva. - Realização de 1 workshop de produção teatral com tradução em libras e audiodescrição, possibilitanto o acesso de pessoas com deficiência visual e auditiva.

Justificativa

Minha Vida Daria um Bolero nasceu da ideia de buscar uma dramaturgia nacional, original e simples para um pequeno musical, onde as canções ofereçam o suporte dramatúrgico e ilustrem o espetáculo, com dois ritmos que influenciaram um comportamento cultural e artístico no Brasil e na América Latina. Num momento em que a cena teatral musical brasileira se apresenta de forma grandiosa, explorando clássicos internacionais, Minha Vida Daria um Bolero vem na contramão, propondo a construção de uma dramaturgia e partitura cênica diferenciada. A intenção é resgatar a possibilidade de se fazer pequenos musicais brasileiros, originais, de qualidade, com custos baixos e mais justos, mostrando a influência da música e da dança mundiais na cultura nacional. De origem cubana, o Bolero mescla raízes espanholas com fortíssimas referências de vários países hispano- americanos, se confundindo com a própria canção romântica. Aqui no Brasil, o samba-canção teve grande ascendência do Bolero, inspirando, e muito, a dramaturgia do espetáculo. Já o Tango é complementar dramaturgicamente, o ritmo em que a expressão coreográfica acontece somente a dois, um par, um casal, a dança é extremamente teatral. Seu ritmo, compasso e letras têm força cênica do drama, paixão, sensualidade e agressividade. O Tango foi considerado um Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela ONU em 2009. Minha Vida Daria um Bolero é um musical não biográfico, com dramaturgia original e linear. O conteúdo da peça é extremamente nacional e aborda o conceito de novas relações, mesmo utilizando um veículo de comunicação mais antigo, como o rádio, tão essencial na firmação artística e cultural brasileira. O espetáculo comenta as novas formas de comunicação e o tempo em que você desenvolve uma relação, sem mesmo conhecer o interlocutor pessoalmente, muitas vezes a VOZ é o elo de ligação dos relacionamentos. Pela relevância dos temas abordados por Minha Vida Daria um Bolero, o projeto proposto se justifica. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 837/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O projeto Minha Vida Daria um Bolero não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto Minha Vida Daria um Bolero pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo Minha Vida Daria um Bolero não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo Minha Vida Daria um Bolero não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto Minha Vida Daria um Bolero se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.

Especificação técnica

O projeto Minha Vida Daria um Bolero apresenta como produto o espetáculo de artes cênicas de mesmo título. Seguem abaixo as especificações técnicas do material gráfico e de divulgação do espetáculo Minha Vida Daria um Bolero: - Convite virtual - Banner - Filipeta - Flyer virtual - Mídia impressa - Mídia radiofônica - Mídia virtual - VT / Chamada TV Globo Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 240 pessoas, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - 1 workshop de produção teatral em cada cidade, em locais a definir. Os workshops serão registradas através de fotos e vídeos.

Acessibilidade

O projeto Minha Vida Daria um Bolero compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, em cada produto cadastrado no plano de distribuição, de acordo com as seguintes ações: - Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo e do workshop de produção teatral em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em libras e audiodescrição, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiências visual e auditiva. - Realização de 1 workshop de produção teatral com tradução em libras e audiodescrição, possibilitanto o acesso de pessoas com deficiência visual e auditiva.

Democratização do acesso

O projeto Minha Vida Daria um Bolero pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão colocados à venda com valores normais (entrada inteira e meia entrada) - 10% dos ingressos serão colocados à venda com valores promocionais (entrada inteira e meia entrada) - até 10% dos ingressos serão oferecidos ao patrocinador do espetáculo - até 10% dos ingressos serão destinados à divulgação do espetáculo - 20% dos ingressos serão destinados à ação de democratização de acesso Através deste último item, o projeto pretende contribuir com o processo de formação de plateia, por meio de ações sociais em parceria com a Secretaria de Educação de São Paulo. A intenção é disponibilizar a cota de 20% dos ingressos para alunos e professores da Rede Pública de Ensino nas apresentações da peça. Além disso, atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 1 ensaio aberto, como ação de democratização de acesso. A disponibilização dos ingressos para a Secretaria de Educação será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação.

Ficha técnica

O proponente do projeto Minha Vida Daria um Bolero assumirá a função e realizará as atividades de atriz e coordenador do projeto, sendo remunerado pelas rubricas de mesmos nomes. Seguem abaixo os currículos dos principais envolvidos no projeto: Texto: Artur Xexéo Como Jornalista, autor e tradutor, atualmente Xexéo integra a equipe fixa de comentaristas do programa Estúdio I, apresentado por Maria Beltrão na Globo News. É também comentarista da rádio CBN e foi comentarista da transmissão do Oscar 2015 na Rede Globo. Como roteirista participou da série “Sai de baixo”, em 4 episódios inéditos e da série “Pé na Cova”. No teatro teve sua estreia com a peça “A Garota do Biquini Vermelho” onde assinou o texto. Ainda no teatro traduziu o espetáculo Xanadu, direção de Miguel Falabella e escreveu as peças “Nós sempre teremos Paris” e “Zé Trindade a Ultima Chanchada”. Como jornalista trabalhou no Jornal do Brasil, nas revistas Veja e IstoÉ, e no jornal O Globo por quase uma década. Direção: Rubens Camelo e Paulo Denizot Rubens Camelo é diretor de teatro, produtor e ator. Dentre seus últimos trabalhos em teatro, podem-se destacar: Clichê, Navalha na Carne, Clarice Lispector e eu – O mundo não é chato, Tudo é Tudo – Nada é Nada. Paulo Denizot já trabalhou como light designer e cenógrafo para importantes diretores teatrais como: João Falcão, Amir Hddad, Rubens Camelo, Lucio Mauro Filho, Marcelo Serrado, Marcos Camelo, Guilherme Miranda, Otávio Muller, Jacqueline Laurence, Fábio Ferreira, Claudio Baltar, Ieda Dantas, José Possi neto, Ivone Hoffmann e José Luis Rinaldi, Ivan Fernandes, Ancelmo Vasconcelos, Marcelo Pedreira, Marco André Nunes e Leandro Muniz. Assina sua primeira direção em Minha Vida Daria um Bolero. Elenco: Françoise Forton Com mais de 50 anos de carreira, Françoise participou de 48 peças, 36 novelas e 8 longas. Dentre seus mais recentes trabalhos em teatro estão Estúpido Cupido e Nós Sempre Teremos Paris, que ficou em cartaz durante 22 meses. Em 2011, ganhou o Prêmio FITA de melhor atriz por Chopin e Sand. No cinema atuou nos filmes Léo e Bia, Araguaia – A Conspiração do Silêncio, Manobra Radical, Jardim de Alah, O Sósia da Morte, Relatório de um Homem Casado e Marcelo Zona Sul. Elenco: Aloísio de Abreu Ator, diretor, autor e redator de TV. Começou fazendo curso de teatro amador com Milton Dobi no Rio de Janeiro. Um ano e meio depois foi chamado para alguns projetos dirigidos por nomes como: Nelson Dantas, Maria Clara Machado e Miguel Falabella. Ao lado de Luiz Salem criou, no final dos anos 90, o espetáculo “Subversões”, que ficou em cartaz por 21 anos. Aloisio é um dos autores do sucesso “Cocégas”. Como autor fez ainda “Corações encaixotados”, “Primeiro de Abreu”, “Intimidades”, “Intimidades 2” e o musical de sucesso “Cazuza – Pro dia nascer feliz”. No teatro participou de peças como: “Primeiro de Abreu”, “Corações Encaixotados” e “Nós sempre teremos Paris”, onde foi indicado ao prêmio Bibi Ferreira na categoria melhor ator. Na TV era redator e atuou em “A Diarista”; participou também de: “Três irmãs”, “Casos e a casos”, “Quem vai ficar com Mario”, “Cargapesada”, “Dona flor e seus dois maridos”, “Sai de baixo”, “O dono do mundo”. Produção e Assessoria de Imprensa: Barata Comunicação - Minha Vida Daria um Bolero – direção: Rubens Camelo e Paulo Denizot – com Françoise Forton e Aloísio de Abreu. - Fulaninha e Dona Coisa – direção Daniel Herz – com Nathalia Dill, Vilma Melo e Rafael Canedo. - Os Vilões de Shakespeare – direção Sergio Módena – com Marcelo Serrado. - Um Amor de Vinil – direção André Paes Leme – com Françoise Forton, Mauricio Baduh e Marco Gérard. - Estúpido Cupido – direção Gilberto Gawronsky – com Françoise Forton, Sheila Matos, Clarisse Derzié Luz, Carlos Bonow, Aloísio de Abreu, Carla Diaz e grande elenco. - Ivon Curi – O Ator da Canção – direção Lucio Mauro Filho – com Fernando Ceylão e Leonardo Wagner. - Jazz do Coração – direção Delson Antunes – com Françoise Forton e Aline Peixoto. - A História dos Amantes – direção Marcelo Serrado – com Anderson Di Rizzi, Hugo Bonemer e Daniel Rocha. - Zé Trindade: A Última Chanchada – direção João Fonseca – com Paulo Mathias Jr, Alice Borges e grande elenco. - Jim– direção Paulo de Moraes – com Eriberto Leão e Renata Guida. - Nós Sempre Teremos Paris – direção Jacqueline Laurence – com Françoise Forton e Aloísio de Abreu. - A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo – direção Amir Haddad – com Betty Goffman e grande elenco.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.