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Julio é um violonista sul-mato-grossense graduado em música em 2012 pela UFMS, mestre em etnomusicologia pela UFPR e atualmente doutorando também pela UFPR. Sua pesquisa inteira é dedicada ao estudo da música instrumental do Mato Grosso do Sul. Principalmente o chamamé e a polca paraguaia, gêneros que se estabeleceram como prática na região e que tem como principais referências os acordeonistas Zé Corrêa e Dino Rocha. Sonoridades bucólicas e cosmopolitas se confluem no frenesi de um chamamé que só pode ser ouvido do 7 cordas de Julio Borba. O potencial de seu trabalho autoral é reconhecido por músicos e produtores de Curitiba, que trabalham na produção de seu primeiro álbum solo. Essa proposta tem como objetivo mostrar ao público a conexão do MS com a América Latina, relação que por muito tempo foi estigmatizada pelos meios de comunicação brasileiros que frequentemente esquece de mencionar essa riqueza cultural. Ou seja, investir estrategicamente na divulgação do álbum.
Proposta transformada em projeto cultural