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ORQUESTRA DE CÂMARA DA ROCINHA 2020 - Plano Anual

ASSOCIACAO CULTURAL PROF HANS ULRICH KOCH
Solicitado
R$ 1,43 mi
Aprovado
R$ 1,43 mi
Captado
R$ 500,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02270689000108REPSOL SINOPEC BRASIL SA1900-01-01R$ 300,0 mil
06057223000171SENDAS DISTRIBUIDORA S/A1900-01-01R$ 100,0 mil
06881898000130Financeira Itaú CDB S.A.1900-01-01R$ 100,0 mil
***711481**RAFAEL LEPORACE FARRET1900-01-01R$ 700,00

Eficiência de captação

35.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-01
Término

Resumo

Oferta de cursos de instrumentos, canto coral, teoria e percepção, prática de conjunto e de orquestra paracrianças e jovenscom vistas ao desenvolvimento da Orquestra de Câmara da Rocinha. De forma complementar serão realizadas ações relacionadas à apreciação e fruição voltadas para alunos e familiares, apresentações da orquestra em caráter artístico-pedagógico e curso de editoração de partituras.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral: Dar continuidade ao desenvolvimento da Orquestra de Câmara da Rocinha com vistas ao aprimoramento técnico e teórico dos alunos que a integram, à ampliação de sua experiência musical e ao seu desenvolvimento pessoal, com repercussão no meio familiar e na comunidade através da promoção do acesso a bens culturais. Objetivos específicos: Oferecer cursos de instrumentos de orquestra, com aulas semanais, do 2º ao 12º mês do projeto, totalizando 80 h/a para cada turma. Oferecer, como ação complementar, cursos de Canto Coral, com ensaios semanais do 2º ao 12º mês do projeto, totalizando 120 h/a para cada grupo. Oferecer, como ação complementar, cursos de Violão, Flauta Doce e Percussão, com aulas semanais, do 2º ao 12º mês do projeto, totalizando 80 h/a para cada turma. Oferecer cursos de Editoração de Partituras para seis turmas, com duração de quinze semanas cada, sendo dois grupos simultâneos a cada período, totalizando 30 h/a para cada turma. Realizar ensaios semanais de orquestra e ensaios de naipes (cordas e sopros), do 2º ao 12º mês do projeto, totalizando 120 horas para cada grupo. Realizar seis apresentações da Orquestra. Promover cinco concertos didáticos para alunos e familiares com grupos profissionais contratados. Objetivos específicos qualitativos: - Contribuir para o desenvolvimento técnico musical dos alunos relacionado ao estudo de instrumentos de orquestra e de outros complementares. - Contribuir para a ampliação da experiência musical de alunos e familiares através de atividades que promovam a apreciação de concertos e outras performances artístico-musicais. - Produzir repertório, com ênfase na música brasileira, com vistas à realização de apresentações públicas da orquestra. - Promover o aprofundamento no estudo da linguagem musical através da oferta de atividades complementares que envolvem a prática coral e com instrumentos harmônicos e de percussão, e o estudo da teoria e percepção e editoração de partituras. 180 alunos serão beneficiários diretos, matriculados nos cursos, sendo 80% (projeção) participante do projeto em 2019. Visamos ter 50 alunos participando da prática de orquestra, dos seus ensaios regulares semanais e das apresentações públicas. De forma transversal, daremos continuidade à mobilização de familiares de alunos e pessoas da comunidade para que participem das atividades complementares propostas no projeto, de modo a ampliarem sua experiência de apreciação musical. Visamos ao final de um ano identificar 50 pessoas que tenham participado de pelo menos três eventos artísticos promovidos pela EMR, sejam apresentações da própria orquestra, de artistas convidados, eventos externos e outros. As aulas de canto coral, violão, percussão e flauta doce são atividades complementares que visam estimular o ingresso de novos alunos e também a ampliar a gama de experiências de outros que já integram a orquestra. O curso de editoração de partitura visa incrementar o uso de novas tecnologias no suporte ao estudo da música. Maior detalhamento acerca da proposta segue descrito em plano pedagógico anexo.

Justificativa

O projeto encontra-se em andamento e conta com patrocínio através desta Lei de Incentivo desde 2015. Está alinhado à Lei 8.313/91, enquadrado em seu Art. 1º, inciso I, na medida em que desenvolve ação de formação na área da música com base no desenvolvimento técnico e teórico dos alunos, que inclui atividades de apreciação musical envolvendo também os familiares e a comunidade, com vistas à garantia do direito de acesso aos bens culturais; e em seu Art. 3º, inciso I, alínea c, por tratar da instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimento de ensino sem fins lucrativos. Com 25 anos de atuação na Rocinha, a EMR vem desenvolvendo um sólido trabalho de formação musical que apresenta vários resultados relevantes, dentre eles a presença de 20 jovens cursando ou que já cursaram faculdade de Música. O projeto de formação de orquestra é um desdobramento das ações que a escola vem realizando desde 1994, e se caracteriza como importante polo de formação para jovens cuja situação econômica não permite sua inserção em instituições de ensino que não sejam gratuitas. No caso da Rocinha e comunidades do entorno, que somam mais de 150 mil habitantes, a EMR é a única instituição a oferecer o ensino da Música de forma sistematizada e a única a oferecer o ensino de instrumentos de orquestra.

Estratégia de execução

A inclusão de palestrantes e oficineiros no orçamento está relacionada a ações que não são previamente planejadas, mas sim inseridas no contexto pedagógico de acordo com a evolução do trabalho, atendendo a demandas ou oportunidades que são percebidas pela equipe ao longo do processo, por isso não constam de forma detalhada no Plano Pedagógico.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico em anexo.

Acessibilidade

A escola funciona no 17º andar do Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare, que oferece os seguintes itens de acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes: 1. No acesso da calçada externa para o hall de entrada, além da sinalização horizontal para orientação a pessoas com deficiência visual (piso tátil), existe escada e rampa. 2. Do hall de entrada para o 17º andar, elevadores com prioridade de uso para cadeirantes, idosos, gestantes e pessoas com dificuldades de locomoção. 3. No 17º andar, banheiros especiais de uso exclusivo para estes casos e portas de acesso às salas com medidas adequadas à passagem de cadeirantes. Com relação à acessibilidade de pessoas com deficiência visual ou auditiva, em respeito à Lei 13.146/2015, será contratada uma consultoria que cumprirá dois papeis de grande importância para o projeto no que tange ao atendimento de possíveis demandas: 1) a realização de ações de capacitação para todos os profissionais que atuam no projeto, com carga horária e metodologia a serem definidos pelo consultor, com vistas ao conhecimento da legislação específica e à qualificação do atendimento; 2) a orientação sobre as providências necessárias, inclusive a contratação de profissional especializado em Libras ou áudio descrição, compra e/ou produção de materiais, quando ocorrer a demanda de atendimento de casos desta natureza. Como exemplo, podemos citar a impressão de partituras em Braille. Com relação ao atendimento a pessoas com deficiência intelectual, com diagnóstico de autismo, esquizofrenia, síndrome de down e outros, desde início de 2019 a escola está aprimorando este atendimento através da sistematização do trabalho de um consultor, psicomotricista que realiza acompanhamento individualizado e orienta a inclusão dos alunos nas atividades coletivas. O valor previsto no orçamento é reservado para o pagamento das atividades realizadas pela consultoria e para a compra de materiais ou contratação de serviços indicados por ela. O valor de remuneração da(s) consultoria(s) será firmado a partir da definição de um plano de trabalho baseado na demanda e levará em conta valores de mercado. A consultoria poderá ser dividida entre dois ou mais profissionais. Esta estratégia vale também para a realização da atividade descrita na Contrapartida Social.

Democratização do acesso

A Escola de Música da Rocinha - EMR é uma associação cultural sem fins lucrativos e todos os seus projetos visam à democratização de acesso à Cultura e à Educação. Todos os cursos oferecidos pela instituição são gratuitos e todos os instrumentos musicais utilizados pertencem ao acervo da instituição, ficando de posse dos alunos por empréstimo sem prazo de devolução, de acordo com sua assiduidade às aulas e dedicação aos estudos. Os concertos promovidos pelo projeto na sede da EMR e as atividades externas sempre são custeadas pela escola permitindo o acesso livre aos participantes, sejam alunos, familiares ou comunidade. Com relação ao Artigo 21 da IN 2/2019 o projeto cumpre seus incisos V, por oferecer todas as suas atividades de forma gratuita; VI, por atender majoritariamente alunos de escola pública, oferecendo cursos de instrumento de forma gratuita e formando monitores; e VII, por atender a público formado por crianças e jovens. Cabe ainda ressaltar que o projeto desenvolvido na favela da Rocinha, que é habitada por população caracterizada como urbana periférica. Com relação à atividade descrita como Contrapartida Social, ela também cumpre o que está previsto nos incisos V, VI e VII do Artigo 21.

Ficha técnica

Gilberto Figueiredo (Coordenador geral), Rodrigo Belchior (Coordenador pedagógico – Instrumentos de Sopro e Regente), Alexandre Luís (Coordenador pedagógico – Instrumentos de corda) Luciana Silva (Coordenadora administrativo-financeiro), Simone Ferreira (Produtora Cultural). GILBERTO FIGUEIREDO (Coordenador Geral) Professor de Música formado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Unirio (1991) e com especialização em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes pelo Departamento de Psicologia da USP (2001). Como professor trabalhou em várias instituições, com destaque para a Fundação Assistencial Xuxa Meneguel (1991/2003), Colégio de Aplicação da UFRJ (Ensino Fundamental, Médio e Nível Superior - 1996/2000) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Unirio (Cursos de Extensão de Teoria e Percepção Musical - 2000/2003). Em 1995 começou seu trabalho na Escola de Música da Rocinha lecionando Flauta Doce e Violão e desde 1998 é o Coordenador Geral do projeto. Como músico integrou o Grupo Cantos da Terra (pesquisa de música étnica - 1988/1991), o Coro de Câmera Pró-Arte (música erudita - 1990/1996), o Trio Avenida Brasil (pesquisa, composição e interpretação no campo da música de tradição oral e música popular - 1993/2013). Em 2003 integrou o grupo "O Quinto" que gravou um CD e realizou 48 shows em 13 estados do Brasil. Desde 2008 ocupa o cargo de Analista em Música no Departamento Nacional do SESC. Em 1999 recebeu da Associação Brasileira de Recursos Humanso - ABRH, o Prêmio "Benfeitores da Humanidade", pelo trabalho realizado na Escola de Música da Rocinha. E pelo mesmo trabalho, em 2007, recebeu do Governo do Estado do Rio de Janeiro e Embratel menção honrosa no prêmio "Cultura Nota 10". RODRIGO BELCHIOR (Regente e Coordenador Pedagógico – Instrumentos de Sopro) Iniciou seus estudos de flauta doce e flauta transversal na Escola Brasileira de Música, onde recebeu orientação teórica do maestro Nelson Macedo e instrumental do flautista Marcelo Bonfim. Posteriormente aperfeiçoou seus estudos com a professora Andréa Ernest Dias, nos Seminários de Música da Pró Arte e com Laura Rónai, na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Unirio. Como flautista atuou desde 1992, em grupos instrumentais nos Miniconcertos Didáticos, realizados no museu Villa-Lobos. Enquanto membro dos Flautistas da Pró Arte apresentou-se em diversas salas de concertos, entre elas: Sala Cecília Meireles, Teatro Carlos Gomes, João Caetano, além de especiais para TV. Participou de recitais de música de câmara, como convidado em diversos grupos de choro já consagrados. Com o violinista Turíbio Santos apresentou-se no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e turnês pela Europa. Como professor de Educação Artística, Musicalização e Flauta Doce, ministrou aulas na Pequena Obra Nossa Senhora Auxiliadora - Ponsa, no Colégio Companhia Santa Teresa de Jesus, no Colégio Pedro II (professor substituto), Escola Parque, Colégio Logosófico e Colégio Mundo Infantil. Atuou como coordenador durante seis anos no projeto Villa-Lobinhos, durante quatro anos na Escola de Arte e Tecnologia - Oi Kabum e durante cinco anos no Projeto Aprendiz - Música na Escola. Até 2012 foi coordenador pedagógico da Orquestra Brasileira do Rio de Janeiro ligada ao projeto TIM Música na Escola. Desde 2009 ministra curso de Musicalização para professores no Festival Vale do Café, em Vassouras. Atualmente é professor de música no Colégio Notre Dame e é responsável pela coordenação pedagógica e regência da Orquestra de Câmara da Escola de Música da Rocinha. Possui especialização em Educação, pela Universidade Cândido Mendes - Ucam, curso de regência com Ricardo Rocha e de arranjo com Leandro Braga. ALEXANDRE LUÍS (Coordenador Pedagógico – Instrumentos de Cordas) Bacharel em Música/Habilitação em violão pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Professor de violão, cavaquinho, percepção e alfabetização musical, harmonia funcional e prática de conjunto em diversas instituições, tais como: Unirio (curso de extensão Tepem), Escola de Música da Rocinha (desde 2001), SESC Unidades Ramos e Duque de Caxias. Integrou o grupo “O Quinto” que realizou em 2003 turnê pelo projeto “Sonora Brasil”, do SESC, totalizando 48 concertos em 13 estados do Brasil, atuando como cantor, violonista e violeiro. No “Trio Avenida Brasil”, que gravou um CD autoral, atuou como cantor, compositor, violeiro e violonista. Como compositor e arranjador, tem obras apresentadas pelo grupo “Cantos da Terra” em espaços como Sala Alberto Nepomuceno e Sala Cecília Meireles e em eventos como Inauguração da 1ª Sala de Música do Iate Clube do Rio de Janeiro. Também obras apresentadas pelo coral “Voz e Cia.” e pelo grupo “Pangeia” na Casa de Cultura Laura Alvim, no Espaço Cultural Sérgio Porto, na UFF e no Paço Imperial. LUCIANA SILVA - (CRC-RJ 068395/0-0) (Coordenadora Administrativo-Financeiro) Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Federal Fluminense - UFF (1992) possui larga experiência como contadora e assessora administrativo-contábil em organizações sem fins lucrativos que atuam na causa social, tendo trabalhado, dentre outras instituições para o Centro de Assessoria ao Movimento Popular - Campo, no Programa de Formação e Educação Comunitária - Profec, na Associação Cultural Professor Hans Ulrich Koch e na Associação dos Empregados do Senai. Dentre suas competências estão: Anotações nas fichas de registro de empregados, elaboração e cálculo de folha de pagamento, apuração e confecção de guias para pagamento de contribuições sociais, elaboração e entrega de todas as informações periódicas exigidas pelos órgãos competentes, anotações nas CTPS - Carteiras de Trabalho e Previdência Social, controle e cálculo de férias e rescisões trabalhistas, elaboração de prestação de contas, execução e acompanhamento de todos os processos para abertura, alteração e regularização fiscal de empresas em todos os órgãos e repartições necessárias (regularização de inscrições, regularizações de CNPJ, licença de funcionamento, emissão de certidões positivas e negativas, etc.). SIMONE FERREIRA DA SILVA (Produtora Cultural) Iniciou seus estudos de Música na Escola de Música da Rocinha em 1996 quando ingressou nos cursos de Flauta Doce e Canto Coral. A partir de 2004 passou a trabalhar como monitora do Coral Infantil da EMR e em 2005, atuou na mesma função no Coral do Colégio Cruzeiro. Em 2010, começou a trabalhar na secretaria da Escola de Música da Rocinha onde no mesmo ano integrou o quadro de Assistentes de Coordenação. Em 2012 participou do curso "Empoderando pessoas e criando capacidades nas organizações da sociedade civil" pelo Criança Esperança, em São Luís/MA e em 2013 cursou "Produção Cultural e Pesquisa em Cultura" oferecido pelo Observatório de Favelas e certificado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Pró-reitora de Extensão. No mesmo ano assumiu a função de Coordenadora Executiva da Escola de Música da Rocinha e em 2014, representando a Escola de Música da Rocinha, participou da "Teia Nacional da Diversidade" em Natal/RN, que reuniu Pontos de Cultura de todo país. Cursou Gestão Cultural na Fundação Getúlio Vargas. Em 2015 integrou uma mesa de debates no Festival FEBRE - Conferência e Música, realizado em Sorocaba – SP. A equipe de professores será formada, em sua maioria, pelo grupo que já atua no projeto em sua edição 2019. São eles: Vanessa Rodrigues, Arthur Moreno, Fábio Almeida, Luís Henrique Machado, Luís Cláudio, Thiago Pires, Christine Cardozo, Alexandre Luís, Valéria Correia, Paulo Victor Coutinho, Daniele Rodrigues, Matheus Fonseca e Rafael Eveno.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação financeira

2020-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro