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Operita Violoncelo é uma ópera de câmara onde o personagem principal é o violoncelo, instrumento e paixão de uma musicista. A trama se desenvolve com a participação de 2 solistas e orquestra de violoncelos.
Operita Violoncelo constitui-se numa ópera de câmara cujo tema central é o violoncelo, instrumento e paixão de uma musicista. No entanto, um dos diferenciais desta obra original de Arthur Barbosa, é o fato do compositor conceber Operita Violoncelo para ser executada somente por um ensemble de cellos, ao invés de uma orquestra tradicional. No libreto de Álvaro Santi acompanhamos o drama de Maria que ama tocar e dedica-se totalmente ao violoncelo. O instrumento, por sua vez, assume a forma humana, e assim, a paixão entre ambos se corporifica, e passa do campo das ideias para a paixão sensual. Mas na vida da artista surge Juan, um jovem sedutor que quer Maria somente para si. Neste dilema, o seu instrumento- o violoncelo, sente-se traído, e assim inicia-se um improvável triângulo amoroso com grandes e transformadoras consequências para Maria e seus amores. O espetáculo tem classificação indicativa de 14 anos.
Objetivo Geral A Operita Violoncelo é um projeto que visa a concepção de nova obra do repertório musical-teatral brasileiro. Fomentando a composição, a concepção das artes integradas e a participação de artistas locais. Objetivos específicos - 5 Apresentações - 5 Master classes com os artistas do projeto - 5 Palestras explicativas antes das apresentações. - 5 apresentações nas escolas (Contrapartida social)
Dentro do universo da música erudita, em especial no Brasil, a proposta de reprodução, reinterpretação ou novas abordagens dos repertórios já existentes são o que predomina no mercado. O projeto Operita Violoncelo vem para inovar neste mercado. A proposta visa a criação de um espetáculo com várias artes integradas, tais como teatro, música, artes plásticas, visuais e dança. A composição de um novo espetáculo de alta qualidade é de grande complexidade. Principalmente pela proposta de dialogar e empolgar novos públicos e não ter o apelo da apreciação de grandes plateias no currículo. Por este motivo, o projeto torna necessária a utilização da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O projeto tem ingresso gratuito para poder facilitar o acesso de toda a população ao projeto. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;O projeto visa valorizar os profissionais locais da cidade de criação do projeto. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;O projeto tem a proposta de valorizar a composição de novo espetáculo. V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;O projeto visa a composição de nova obra no repertório erudito brasileiro, valorizando o fazer e viver da sociedade. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O espetáculo tem a proposta de formar e informar sobre a cultura e memória das artes de forma integrada. IX - Priorizar o produto cultural originário do País.O espetáculo é legitimamente brasileiro. O projeto visa alcançar os seguintes objetivos do Art. 3o da Lei 8.313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;O espetáculo possui um libreto com um enredo especialmente criado para o espetáculo. c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;A proposta é realizar um espetáculo multi artístico, incluindo artes cênicas, música, dança, artes plásticas e visuais. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;O espetáculo é de artes cênicas. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Todas as apresentações contarão com ingressos gratuitos. b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;Por se tratar de uma nova obra, envolve levantamento, estudo e pesquisa na área da cultura
Teremos as seguintes atividades em dias de apresentação: - Masterclasses (aulas abertas) de duração de 2 horas. Ocorrerá no período da tarde. - Palestra explicativa sobre o espetáculo com duração de 30 minutos. Ocorrerá com início em 1 hora antes do espetáculo. - A apresentação em si que tem duração aproximada de 1:10hrs.
De acordo com a Lei nº 13.146/2015 e com a Instrução Normativa 5 de 27/12/2017, nos seus artigos 18 e 19: Apresentações Todos os locais irão conter os itens de acessibilidade física (rampas, guias táteis, banheiros), além de possuir funcionários que irão guiar o público no local do concerto. Também contaremos com libras e áudio descrição durante as apresentações, comtemplando o público que por ventura venha a possuir deficiência auditiva ou visual. Master Classes abertas Todos os locais irão conter os itens de acessibilidade física (rampas, guias táteis, banheiros), além de possuir funcionários que irão guiar o público para os assentos corretos. De acordo com a necessidade, também contaremos com libras e áudio descrição, comtemplando o público que por ventura venha a possuir deficiência auditiva ou visual. Palestras Todos os locais irão conter os itens de acessibilidade física (rampas, guias táteis, banheiros), além de possuir funcionários que irão guiar o público para os assentos corretos. Também contaremos com libras e áudio descrição, comtemplando o público que por ventura venha a possuir deficiência auditiva ou visual. Concertos nas escolas - Contrapartida social As escolas escolhidas contarão com itens de acessibilidade física (rampas, guias táteis, banheiros), além de possuir membros da produção auxiliando na acomodação das crianças. Também contaremos com libras e áudio descrição caso seja necessário na escola escolhida, comtemplando o público que por ventura venha a possuir deficiência auditiva ou visual.
Apresentações De acordo com o art. 20, cumpriremos as seguintes medidas de democratização de acesso: I - Estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; Todos os ingressos serão gratuitos. Será executada ação de marketing educativa como contrapartida, garantindo os ingressos deste item. b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores;Todos os ingressos serão gratuitos. c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;Todos os ingressos serão gratuitos. d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012;Todos os ingressos serão gratuitos. e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta; eTodos os ingressos serão gratuitos. II - Parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados;Todos os ingressos serão gratuitos. b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (Anexo I); eTodos os ingressos serão gratuitos. c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos nas alíneas "b" e "c" do inciso I é permitida apenas para se somar aos quantitativos previstos nas alíneas "a" e "d" do referido inciso.Todos os ingressos serão gratuitos. Em complemento, adotaremos as seguintes medidas de ampliação de acesso, previstas no art. 21: I - Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;Todos os ingressos serão gratuitos. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;Será disponibilizado em redes sociais e site do projeto. IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;Havendo interesse da veiculação por redes públicas ou privadas de televisão, será permitida a captação de imagens. V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;Serão executadas palestras e aulas abertas (masterclasses). Masterclasses abertas, Palestras e Contrapartida social. De acordo com o art. 20, cumpriremos as seguintes medidas de democratização de acesso: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;Todos os ingressos serão gratuitos e oferecidos em escolas e instituições de arte dos locais onde o projeto visitar. b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores;Todos os ingressos serão gratuitos. c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;Todos os ingressos serão gratuitos. d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012;Todos os ingressos serão gratuitos. e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta; eTodos os ingressos serão gratuitos. II - parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados;Todos os ingressos serão gratuitos. b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (Anexo I); eTodos os ingressos serão gratuitos. c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos nas alíneas "b" e "c" do inciso I é permitida apenas para se somar aos quantitativos previstos nas alíneas "a" e "d" do referido inciso.Todos os ingressos serão gratuitos. Em complemento, adotaremos as seguintes medidas de ampliação de acesso, previstas no art. 21: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;Todos os ingressos serão gratuitos. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;As atividades com os masterclasses abertos serão disponibilizados nas redes sociais e site do projeto. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;Se houver interesse de rede pública de televisão, estará autorizada a captação de imagens dos masterclasses.
Diretor Geral - Arthur Barbosa Violinista de formação, compositor e regente, iniciou na música aos 10 anos de idade. Violinista da Ospa desde 1998, compõe desde seus 14 anos de idade e sempre se interessou pela regência. Sua vasta experiência como músico de orquestra, tendo sido membro de mais de dez orquestras profissionais e Spalla em algumas delas, tem ajudado a se desenvolver como regente.Começou a reger ainda na Argentina, pais no qual viveu durante quase seis anos (1990 a 1996) , onde era responsável pela Orquesta Juvenil de San Luis. Paralelamente à sua carreira de músico procurou ter aulas de regência com vários aclamados professores, inclusive com Eleazar de Carvalho no ano de 1989.Tem regido com frequência orquestras no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Em janeiro de 2015 foi nomeado pelo Ministério da Cultura do Brasil como um dos três membros da bancada de música da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) pelo biênio 2015/2016. Desde fevereiro de 2012, ocupa o cargo de Diretor Artístico e Regente da Orquestra Eleazar de Carvalho em Fortaleza (CE) e desde março de 2014 é diretor e regente da Ospa Jovem em Porto Alegre (RS) e regente associado da “Terra Symphony Orchestra” em Nova York (EUA). Direção musical e proponente - Angela Diel Destaca-se entre as vozes brasileiras mais apreciadas no Brasil e no exterior. Segundo o crítico Guido Borgomanero, de Curitiba, “...possui uma bela voz, de timbre aveludado, bem calibrada, de puro metal, que não deixa de encantar e deleitar todos aqueles que têm a sorte de ouvi-la.”Prêmio melhor voz feminina no prestigioso Concurso Nacional Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, tem realizado brilhante carreira com numerosas atuações em óperas tais como Carmen de Bizet, Il Trovatore, La Traviata e Rigoletto de Verdi, A Flauta Mágica e Così Fan Tutte de Mozart, Cavalleria Rusticana de Mascagni, Ivgueni Oniéguin de Tchaikovsky, Rhein-gold de Wagner e Salomé de R. Strauss.Também solista com prestigiosas orquestras - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra da PUC, Sinfônica da UCS, Orquestra da ULBRA, Orquestra do Theatro São Pedro, Orquestra UNISINOS, Orquestra do Theatro Municipal de São Paulo e Orquestra Sinfônica Teatro Nacional Cláudio Santoro de Brasília, dentre outras – atua em Oratórios, Sinfonias e Cantatas do mais alto repertório.Obtêm importantes reconhecimentos por suas gravações, tais como o prêmio Açorianos de Música de melhor intérprete erudito pelo CD Canto Brasileiro, além do CD Cantares e pelas participações no Oratório de Natal de Saint-Saëns, em Pedra Mística de Antonio Borges Cunha, na Missa de Domingos Zípoli, em Salmos do Pe. José Maurício, sob a regência de Roberto Duarte.Angela Diel é fundadora da Casa da Música POA, curadora das séries na Casa da Música, Clássicos na Pinacoteca e Concertos Capitólio. Angela também será a proponente do projeto. Jacqueline Pinzon - Direção Cênica Desde 1984 Jacqueline atua em cursos livres, cursos profissionalizantes e faculdades. Em seu currículo possui mais de trinta e cinco montagens como encenadora (entre espetáculos profissionais, montagens em escolas e oficinas de teatro, direção cênica em espetáculos de música, dança e circo e montagens em circuito de teatro amador), bem como mais de doze espetáculos como atriz. Em 1988 Jacqueline graduou-se em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na mesma Universidade, junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, defendeu em 2011 a dissertação de Mestrado “ A Montagem Revelada”, a qual tratava do estudo das novas mídias nas artes cênicas contemporâneas, tendo a dissertação obtido aprovação por unanimidade e recomendação para edição. Recebeu diversos prêmios como encenadora em circuitos profissionais e amadores, com destaque para os Troféus Tibicuera de 2004 de Melhor Direção e Melhor Espetáculo para o espetáculo “Vampirações e Outros Mistérios”. Jacqueline possui artigos em revistas especializadas com destaque para o livro “Cena, corpo e dramaturgia: entre tradição e modernidade. 1. ed. Rio de Janeiro: Pão e Rosas, 2012, no qual assina o capitulo “Mídias digitais na cena de Isadora. Orb de Ricky Seabra e Ridicolo de Rodrigo García”. Em 2011 e 2012 integrou o grupo de pesquisa CNPq Processos de Criação Cênica - Cena e Intermedialidade, liderado por sua orientadora de mestrado Marta Isaacsson. De 2007 a 2012 Jacqueline ministrou oficinas de montagem no Projeto Descentralização da Cultura da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre . Em 2013 atuou como professora no Departamento de Arte Dramática da UFRGS nas disciplinas de Laboratório de Criação II e Atuação II. Atua principalmente nos seguintes temas: encenação teatral, estudos da cena contemporânea, ensino de atuação e direção teatral. Raul Vogues - Diretor Artístico Ator e Bailarino. Professor e Coreógrafo. Formação teatro/dança em POA/RS escolas/cursos livres: ballet, jazz e dança moderna/contemporânea. Em São Paulo:profº nas oficinas do Governo do Estado de 1997/2000, e Diretor Artístico/Fundação Cultural Serrana/SP. Dançou nas Cias: Grupo Imbahá, Cia Juventa, Equus Cia de Dança, Cia Joca Vergo, Terpsi Teatro de Dança no RS, e Cia da Dança em SP. Espetáculos como Ator/Bailarino: A Aurora da Minha Vida/SP, Estatutos do Homem/SP, Babel Genet/RS, e os musicais O Apanhador/RS; Godspell a Esperança/RS; Lupi, O Musical; Chimango, o musical; O Pequeno Príncipe; Musicais A la Carte. Ministra aulas na Actemus-Academia de Teatro Musical/POA-RS e no Instituto de Desenv. Cultural PUCRS.Como professor de dança atuou nas seguintes escolas: Escola Karen Ibias(1995/1996-2000/2001), Cia da Dança – Fundação Cultural de Serrana(1997/1999), Oficinas Culturais do Governo do Estado de São Paulo/SP(1997/1999), Ballerina Escola de Danças(2002/2008), Grupo Horizontes(2003/2005), Petrópole Tênis Clube(2004/2006), Escola Aline Rosa(2012/2016), ACTEMUS – Academia de Teatro Musical(2014/2018), IDC/PUCRS (2017/2018), Coral de Meninas de Bom Princípio/RS(2018). Adriane Azevedo - Produtora Adriane Azevedo trabalha como atriz e produtora em Porto Alegre/RS e região desde 1982. Adriane se destacou, entre outras peças teatrais, por “Sabão O Menino do Joelho Sujo”, “O Ferreiro e a Morte” e “Peter Pan” de Camilo de Lélis, “Abajur Lilás” de Plínio Marcos (Prêmio Açorianos de atriz coadjuvante) e “Flicts de Ziraldo” (com o Camaleão Teatro de Bonecos) ambos dirigidos por Roberto Oliveira.Entre seus últimos trabalhos estão: “O Boi das Aspas de Ouro” de Barbosa Lessa; “Um Apólogo” de Machado de Assis, ambos para o projeto "Adote um Escritor" da Câmara Riograndense do Livro; além de “O Pastoril”, “Terno de Reis” e “Lendas Gaúchas”. Também esteve em “3 X amor e Morte” – vencedor do V PalcoHabitasul; “Vampirações e Outros Mistérios” – de Jorge Rein e direção de Jacqueline Pinzon, com o qual recebeu o seu terceiro Troféu Tibicuera de atriz;Em audiovisual fez os curtas “Cappodano” de Miguel Rodrigues, “Viajantes” de Lisiane Cohen (Canal Brasil e RBSTV/TVCOM) e “Destino Sulreal de Edu Poerner, além do longa “Em 97 era assim” de Zeca Brito. Ela também dubla o personagem Ulisses da série infantil de desenho animado "Anabel" de Lancast Mota.Como produtora Adriane coordenou o circuito de palcos das 17 regiões da Descentralização do Festival Porto Alegre Em Cena e a Rua Coberta do Natal Luz de Gramado, ambos sob a direção de Luciano Alabarse. Ela ainda foi durante 10 anos a produtora executiva do espetáculo anual “Paixão de Cristo do Morro da Cruz” dirigido por Camilo de Lélis. Trabalhou como Produtora na Feira do Livro de Canoas, na Feira do Livro de Porto Alegre e no Palco Giratório SESC entre outros eventos. É também digno de nota seu trabalho com oficinas, adaptações literárias, teatro na empresa (teatro corporativo) e produção em eventos como no Natal na Praça do Hospital Moinhos de Vento, no Centro de Documentação e Pesquisa da Santa Casa de Misericórdia e no Sindbancários.
PROJETO ARQUIVADO.