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PRONAC 192345Arquivado a pedido proponenteMecenato

MESTRES E BIOMAS: FANDANGO CAIÇARA

ASSOCIACAO C DE CULTURA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 75,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

37.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-12
Término
2020-12-31
Locais de realização (2)
Cananéia São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Oprojeto Mestres e Biomas tem por objetivo buscar o resgate da memória da nossa ancestralidade cultural, por meio de trabalho de pesquisa e atividades de imersão em biomas e ecossistemas culturais mapeados nos seis biomas naturais do país, onde a partir deste será possível fazer não apenas uma reverência, mas sobretudo um processo de construção de pontes afetivas que ofereçam alicerces seguros e sólidos de reconhecimento das nossas bases culturais em seus ambientes naturais. Dentre as atividades propostas estão oficinas, rodas de conversa, apresentações e colóquios. neste projeto buscamos um olhar mais aprofundado no Fandango Caiçara do Vale do Ribeira. Todo o projeto será documentado por meio de registro audiovisual com o objetivo de documentação do patrimônio imaterial e este resultará em um documentário com lançamento mundial via plataforma online.

Sinopse

NA

Objetivos

Objetivos gerais: - Fazer um aprofundamento no olhar e no reconhecimento do Fandango Caiçara, patrimônio Imaterial brasileiro e sua relação com o bioma e ecossistema cultural aonde este está inserido. A partir dessa pesquisa será realizado um trabalho de visitação, imersão, levantamento, criação de elos com os centros urbanos próximos, suas culturas e suas conexões, a fim de buscar um reconhecimento da nossa ancestralidade cultural, tão importante como alicerce para o desenvolvimento saudável das gerações. - Diminuir barreiras entre as regiões, entre os estilos, entre os nichos, entre culturas tradicionais a fim de buscar uma intersecção que conflua para uma agenda com pauta em prol da música e da cultura como caminho de desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida, em especial nas comunidades; - Despertar o interesse de jovens o conhecimento de sua ancestralidade cultural, como forma de identificação de suas raízes; - Criar uma troca de saberes com profunda riqueza para a construção de rede de vínculos ancestrais; - Despertar nos patrocinadores o interesse em apoiar projetos com significado e buscar ampliar a compreensão para o que o patrocínio representa, criando uma rede de aproximação com outros atores de outras regiões que participarão do projeto; - O projeto busca ainda impactar positivamente a economia local, ofertando empregos diretos e indiretos na região visitada; Objetivos específicos: - Identificar o Fandango Caiçara, importante Patrimônio Imaterial brasileiro e sua relação com o Vale do Ribeira; - Realizar 02 apresentações musicais, 03 oficinas, 01 roda de conversa e 01 colóquio sobre o Fandango Caiçara; - Com o objetivo de atingir algumas das camadas da população menos favorecida, todas as atividades do projeto serão gratuitas; - A base principal do projeto é o de destacar artistas locais, visando o desenvolvimento musical e cultural do ecossistema; - 01 Registro audiovisual do projeto a fim de salvaguardar, promover e difundir o Fandango Caiçara na mídia e para o público em geral por meio de lançamento do trabalho em plataforma online.

Justificativa

A Associação C de Cultura tem como um de seus dois eixos de atuação o fomento da memória e do resgate da cultural tradicional e sua relação com o bioma natural no qual está inserida, como forma de reconhecimento da ancestralidade que forma a base para a cultura popular brasileira, tão rica em diversidade e sotaques. Na natureza, nos ecossistemas e biomas a vida depende da diversidade. Um dos principais motivos da extinção de uma espécie é o empobrecimento genético, a perda de variação quando ocorrem muitos cruzamentos entre parentes próximos e enfraquece a continuidade dessa linha biológica viva. O mesmo pode ocorrer com a cultura. Se um grupo tem pouca troca com outros, de suas formas de fazer música, cantar, tocar, improvisar, compor e dançar, maior será a probabilidade dessa cultura tradicional entrar em decadência, ser pouco valorizada ou até esquecida e morrer... A ordem é absorver a diferença para manter-se vivo. Por isso, as releituras. Para que o encontro entre o rural e o urbano, o tradicional e o contemporâneo, o erudito e o popular possam fortalecer mutuamente a ambos e propiciar mais criatividade a partir da diversidade. Além disso, não se pode compreender o ser humano individual, se não se perceber e reconhecer como e de onde foram plasmados em seu habitat e na sua herança cultural. Ter esse reconhecimento é ter a possibilidade de formar seres humanos mais conscientes e seguros na contemporaneidade. Para saber quem somos é imprescindível conhecer o nosso passado cultural. Uma sociedade que conhece o seu passado e o reconhece normalmente é mais estruturada, preparada e culta. Desta forma, o projeto pretende oferecer um panorama amplo e ao mesmo tempo profundo sobre as bases culturais que forma a sociedade brasileira atual tanto como essência, como também pela reverência aos grandes mestres da cultura tradicional, neste caso, o Fandango Caiçara. Essa reverência se faz cada vez mais necessária num mundo contemporâneo rico em tecnologias, onde o tempo e a banalidade do cotidiano muitas vezes nos tornam seres humanos menos sensíveis e perceptíveis ao que está fora da virtualidade, numa vida apressada e que se esquece de reconhecer seus valores e suas heranças culturais. Como disse Zygmunt Bauman em seu livro Cegueira Moral: "A primeira vítima de uma vida apressada é a linguagem _ atenuada, empobrecida, vulgarizada e esvaziadas dos sentidos [...]" (BAUMAN, 2014, p. 59). Neste projeto buscaremos trabalhar a partir da linguagem da música tradicional de povos tradicionais e de suas relações com seus ecossistemas naturais como valorizar e reconhecer a importância de uma cultura rica, forte e plena de conhecimento a partir da ancestralidade cultural para uma maior sensibilização das pessoas nos tempos atuais. Desta forma, o que o presente projeto tem por motivação o tecer de encontros para promover a diversidade, pois ao conectar espaços geográficos e aproximar mundos estamos colaborando para transcender estereótipos, gerar empatia, diminuir diferenças e quebrar preconceitos. Esta proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Esta proposta se enquadra nas finalidades do Art. 3º, da Lei 8313/91, conforme segue: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

NA

Especificação técnica

NA

Acessibilidade

O projeto atende ao exposto no Artigo 42 do Capítulo IX da Lei 13.146. Todo o material da pesquisa e do mapeamento será disponibilizado abertamente na internet e para isso estão previstas medidas de acessibilidade como legenda audiodescritiva para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Para as oficinas, colóquios e rodas de conversa será disponibilizada legenda audiodescritiva, caso necessário, para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Todas as apresentações resultantes deste projeto serão realizadas em locais com acessibilidade, conforme a legislação. Será disponibilizada legenda audiodescritiva, caso necessário sob solicitação, para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Todas as atividades desenvolvidas na contrapartida social a se realizar nas escolas públicas cujo público alvo é infantil/infanto juvenil terão medidas de acessibilidade, inclusive, legenda audiodescritiva, caso solicitado pela escola, para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Temos ainda a intenção de entrar em contato com as associações de cegos e surdos das cidades em que ocorrerão as atividades a fim de viabilizar a democratização do acesso. O Registro audiovisual do Bem Imaterial será disponibilizado online e contará com legenda audiodescritiva, tradução de libras e legenda em português.

Democratização do acesso

DO PRODUTO PRINCIPAL I – DAS OFICINAS E RODAS DE CONVERSA Em conformidade com o inciso V do Art. 21 da IN 02/2019, o projeto realizará oficinas e rodas de conversa, além de uma palestra que será realizada ao final do projeto na cidade de São Paulo como apresentação de um panorama desta primeira edição do projeto Mestres e Biomas - Fandango Caiçara. As atividades serão realizadas em local a definir. O público alvo destas atividades será formado de jovens, estudantes, professores e comunidade de um modo geral. O público total previsto para as oficinas e rodas de conversa é de 300 pessoas entre público geral, divulgação e convites para os patrocinadores. Em conformidade com o inciso III do Art. 21 da IN 02/2019 as oficinas e rodas de conversa serão gravadas em vídeo e disponibilizadas no canal da organização na internet. II – DAS APRESENTAÇÕES Em conformidade com o inciso V do Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas pelo menos 3 apresentações com os mestres da cultura tradicional local, todas gratuitas e abertas para a população em geral. Público beneficiado (apresentações gratuitas): estima-se um público total aproximado de 400 pessoas. Em conformidade com o inciso III do Art. 21 da IN 02/2019, as atividades da Imersão cultural e apresentações serão gravadas em vídeo e disponibilizadas no canal da organização na internet. III - DO REGISTRO AUDIOVISUAL DO BEM IMATERIAL 1000 unidades, sendo 100 para patrocinadores + 100 para divulgação + 200 para distribuição gratuita em escolas, universidades e oganizações sem fins lucrativos + 300 para venda a preço popular e 300 a preço normal. Em conformidade com o inciso III do Art. 21 da IN 02/2019, o registro será disponibilizado na página da organização na internet. Em atendimento ao inciso I do Art. 21 da IN 02/2019, o registro do Bem Imaterial será doado a universidades, escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, que tenham interesse e que sejam devidamente identificados. DA AÇÃO FORMATIVA CULTURAL/CONTRAPARTIDA SOCIAL I - Em atendimento ao incio I do Art. 21 da IN 02/2019, serão doados 100% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - Em atendimento ao inciso IV do Art. 21 da IN 02/2019, será permitida a captação de imagens das atividades e de apresentações e autorizadas sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; III - Em atendimento ao inciso VII do Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas apresentações da cultura tradicional destinadas ao público infantil/infanto juvenil a se realizar preferencialmente em escolas públicas e abertas à comunidade escolar; O público alvo destas atividades será formado de estudantes (crianças e jovens), professores e comunidade escolar; Estima-se que o público beneficiado será de 300 pessoas QUANTIDADE DE PÚBLICO ATENDIDO PELA DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE CADA PRODUTO CULTURAL CADASTRADO NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO: - Oficinas e rodas de coversa: 300 pessoas - Apresentações: 400 pessoas - Contrapartida social: 300 pessoas - Registro do Bem Imaterial: 1000 além de ser disponibilizado online e enviado para ao menos 10 organizações (universidades, escolas, bibliotecas) públicas. TOTAL: 2.000 direto + distribuição online (imensurável) CRITÉRIO DE DISTRIBUIÇÃO: O presente projeto atende a ampliação do acesso previsto na alínea a, inciso I do artigo Art. 20 da IN 02/2019, uma vez que todas as suas atividades previstas são gratuitas e 40% do produto físico gerado pelo registro audivisual será distribuído gratuitamente e 30% a preços populares.

Ficha técnica

A Associação C de Cultura tem como missão construir, através da música, pontes entre o rural e o urbano e o tradicional e o contemporâneo, fomentando uma cultura de consumo que favoreça o desenvolvimento de uma sociedade mais equilibrada do ponto de vista social e ambiental. Nesse sentido, tem o propósito de promover a diversidade de culturas e biomas. Fortalecer identidade, cultuando a raiz e olhando para o novo. Promover, através da música, encontros genuínos e transformadores capazes de contribuir para a formação de cidadãos mais felizes, conscientes e atuantes. Desde sua fundação em 2008 já atuou em importantes projetos na área do meio ambiente e cultural em parceria com a iniciativa privada e pública, conforme pode ser visto em seu histórico em anexo. Em 2018 realiza em parceria com a Agência Popular Solano Trindade do Campo Limpo a edição Festival Percurso De Jardim a Jardim que contou ainda com a participação de coletivos do Grajaú e a organização Tide Setúbal da zona Leste. No presente projeto o proponente fará a administração do projeto e a direção geral do mesmo. Ricardo Leal – diretor artístico e curadoria É psicólogo, músico, educador e entusiasta da cultura popular. Atual presidente e sociofundador do C de Cultura. Membro do Conselho Deliberativo do Instituto Arapyaú. Nos últimos 10 anos dedicou-se a criar, coordenar e articular projetos no 3º setor, nas áreas de cultura e meio ambiente, nos quais também atuou “na ponta” como educador. Leonardo Costa de Mello – direção executiva, curadoria e pesquisa Leo Mello é músico, educador e pesquisador da cultura popular. Desde 2001 pesquisa e vive a música das comunidades tradicionais dos tantos cantos do Brasil. Administrador, de empresas e pós-graduado em Docência de Música Brasileira e Educação Ambiental. Entre 2016 e 2019 participou da concepção e coordenação dos projetos Semana do Fandango, Ponto BR De Jardim a Jardim, Festival Percurso Jardim a Jardim, C de Ciranda de Filmes, C de Cultura no Festival do Fazer todos de autoria C de Cultura. É o atual superintendente do C de Cultura, onde está envolvido na concepção e realização dos projetos de ponta a ponta. Iracema Arte e Cultura (Aline de Moraes) – coordenação geral e prestação de contas A Iracema arte & cultura é uma empresa multifacetada que atua como consultora, produtora e agente de projetos culturais, sociais e educacionais, sempre buscando o fomento e a valorização da cultura e da vida social, como contribuição na construção de uma sociedade mais justa e humana. Na área de projetos, a Iracema atua desde o desenvolvimento de ideias a conceitualização e elaboração até a execução, realização e pós-execução, podendo oferecer seus serviços conjunta ou separadamente. Conta com experiência de mais de 20 anos na área cultural e na gestão de projetos via leis de incentivo, patrocínios direto, convênios e termos de parceria. A Iracema busca hoje atuar de uma maneira consciente no mundo e tem a convicção de que a arte enobrece o homem. Acredita no processo de transformação salutar que o exercício de uma verdadeira vida cultural nutrida e ancorada na liberdade pode trazer a nossa sociedade atual. A Iracema busca utilizar sua larga experiência artística, executiva, comercial e jurídica em alto nível para transformar o cenário cultural do Brasil e do mundo, pois acredita na cultura e na arte como meio de transformação social e humana. Shows e turnês Realizadas: Brad Mehldau, Maria Rita, Fito Paez, Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, Yamandú Costa, Edu Lobo, Pierre Henry, Dang Thai Son, Mayra Andrade, Avishai Cohen, Teresa Salgueiro, Mart’nália, John Scofield, Jean-Jacques Milteau, Martinho da Vila, ABC Musical, João Bosco, entre outros. Alguns projetos e clientes: IMN – International Music Network, Ministério da Cultura de Barbados, Associação TUCCA, Sala São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, Festival Choro Jazz, Festival Música Nova, Festival Jazz & Blues, Convention & Visitors Bureau, USP, Cultures France, SESC SP, SESC SC, SESC CE, SESC PR, SESC RJ, IRCAM - Institut de Recherche et Coordination Acoustique/Musique do Museu Centre Georges Pompidou, LATAM, Petrobras, Oi, Oi Futuro, CHESF, Banco do Nordeste, Banco do Brasil, CAIXA, UNIFESP, Citibank Hall, HSBC Brasil, Vivo Rio, Telefônica, Porto Seguro, Auditório Ibirapuera, IMS, HKW - Haus der Kulturen der Welt, ABRE, Associação da Pedagogia de Emergência, Lapidar, Associação Reciclazaro, entre outros. Quem somos? André Cortesi Músico, regente, pesquisador, palestrante e pedagogo. Transita com naturalidade entre a música clássica, popular, tradicional, contemporânea e executada sobre instrumentos históricos. Atuou por mais de 20 países na Europa e nas Américas, pelas principais salas, teatros e festivais do mundo. Formado na ECA-USP com mestrado em performance na Suíça e na Bélgica, onde viveu por mais de 10 anos. Como palestrante transita pelos universos da antroposofia, da arte, da música e do desenvolvimento humano. Aline de Moraes Gestora, agente e pesquisadora do Terceiro Setor. Dedica-se há vinte anos à realização de projetos que valorizam as diversas formas de expressões culturais, com grande ênfase no segmento musical, desde música popular, erudita e contemporânea. Atualmente é diretora executiva da Iracema e da associação Pedagogia de Emergência no Brasil. DIRETOR DO REGISTRO IMATERIAL: Leo Brant - Foi membro do comitê diretivo da INCD - International Network for Cultural Diversity da Unesco, auxiliando a construir a convenção sobre diversidade cultural, promulgada em 2005. Autor dos livros Mercado Cultural (ed. Escrituras, 2001), Políticas Culturais vol. 1 (org. - ed. Manole, 2002), Diversidade Cultural (org. - ed. Escrituras, 2004), O Papel da Cada Um (org. - ed. Escrituras 2004) e O Poder Da Cultura (ed. Peirópolis, 2009). Além disso, participou com ensaios em diversas publicações, no Brasil e no exterior. Participou como palestrante de alguns dos mais importantes eventos culturais no mundo, como Fórum das Culturas de Barcelona, Congresso Unctad, Fórum Social Mundial, Congresso Argentino de Cultura, além de encontros e seminários na África do Sul, China, Croácia, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Senegal e Quênia. Pesquisador cultural independente, nunca se adaptou à vida acadêmica tradicional. Estudou comunicação na Faculdade Cásper Líbero, filosofia na USP e na Associação Palas Athena, de onde adotou a linha do “pensar para o agir”. Desde então vem se dedicando aos estudos de Mahatma Gandhi. Em 2013 abriu a empresa 360Graus, em sociedade com a Magma Cultura, grupo empresarial com sede na Espanha. Em 2014 saiu da sociedade, vendeu ou fechou todos os seus negócios, com exceção da Deusdará, dedicando-se exclusivamente à produção de documentários. Pela produtora vem dedicando-se a criar, produzir e dirigir documentários, como Como o quê?, Psiquê, Igual, Ainda é Cedo ou De Peito Aberto, além de colaborar com outros realizadores, como na série UtopiaBrasil, de Newton Cannito. Em 2018 idealizou a plataforma DocMakers, um coletivo de documentaristas dedicado à construção de um novo mercado para o documentário independente no Brasil. Abriu em parceria com Gianna Toni o SerotoninaLab, co-working e espaço de eventos de onde realiza cursos, encontros e vivências criativas. Em 2019 decidiu consolidar toda a sua experiência e conhecimento em negócios criativos na plataforma CriativarLab. *Outros profissionais serão contratados durante a fase de pré-produção do projeto.

Providência

Pedido de arquivamento feito pelo proponente por Solicitação SALIC.